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    Edgar Wright anuncia adiamento de seu novo filme

    22 de janeiro de 2021 /

    Apesar de manter uma estratégia bem-azeitada de estreias cinematográficas, que são seguidas, três fins de semana depois, por lançamentos em PVOD (aluguel digital premium), a Universal tem sofrido pressão de alguns cineastas para adiar seus filmes, em vez de colocá-los em cinemas vazios. Edgar Wright é um deles. O diretor de “Em Ritmo de Fuga” informou nas redes sociais que conseguiu adiar seu próximo filme, “Last Night in Soho”, em seis meses. O longa, estrelado por Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) e Matt Smith (“The Crown”), foi remarcado para 22 de outubro. “Last Night in Soho” foi desenvolvida pela Focus Features, um dos selos da Universal, e tem distribuição internacional do estúdio principal, mas também conta com parceria de produtoras britânicas, como a Film4 e Working Title. O fato de ser uma coprodução pode explicar porque o longa se tornou a primeira dissonância no planejamento da Universal, que festejou ao estabelecer, após anos de rejeição, janelas muito curtas de exclusividade nos cinemas – de apenas 17 dias – , antes da liberar seus títulos para outras mídias (no caso, PVOD). Wright defendeu o adiamento de seu filme para atingir um público maior nos cinemas. “Algumas notícias – meu filme mais recente, ‘Last Night in Soho’, agora será lançado mais tarde neste ano. Sei que alguns de vocês estão desapontados, mas minha esperança é que mais de vocês tenham a experiência que planejamos: no escuro, em uma tela grande, com um público… Vejo vocês no cinema em 22 de outubro de 2021”, o diretor tuitou. “Last Night in Soho” ainda não começou a ser divulgado. O filme gira em torno de uma jovem fashionista que consegue misteriosamente viajar à década de 1960, onde encontra seu ídolo, um deslumbrante aspirante a cantor. Mas a Londres dos anos 1960 não é o que parece e, segundo a sinopse, o tempo começa a desmoronar com consequências sombrias. O elenco coadjuvante destaca alguns astros icônicos dos anos 1960, como Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”) e a falecida Diana Rigg (“Game of Thrones”) em sua última performance. Some news – my new film @lastnightinsoho will now be coming out later in the year. I know some of you may be disappointed, but my hope is more of you will be able to experience it as we intended; in the dark, on a big screen, with an audience. See you at the movies…10/22/21 pic.twitter.com/9DH4alnEyv — edgarwright (@edgarwright) January 22, 2021

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    Estreia de Robin Wright na direção ganha primeiro trailer

    22 de dezembro de 2020 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o trailer de “Land”, drama que marca a estreia na direção da atriz Robin Wright (“Mulher-Maravilha 1984”). Ela também estrela o longa como uma mulher emocionalmente devastada pela morte de sua família, que decide trocar a cidade grande por uma vida reclusa, numa pequena cabana isolada em meio à floresta nas Montanhas Rochosas. Inexperiente e mal preparado para enfrentar um inverno extremamente rigoroso, a personagem de Wright é levada ao desespero, até que recebe a visita surpresa de um caçador local (Demian Bichir, de “Os Oito Odiados”), que acaba lhe ensinando a sobreviver na região. Selecionado pelo Festival de Sundance, “Land” tem estreia comercial prevista para 12 de fevereiro nos cinemas americanos.

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    Universal chega ao terceiro líder seguido nas bilheterias dos EUA

    15 de novembro de 2020 /

    A comédia de terror “Freaky – No Corpo de um Assassino” estreou no topo das bilheterias da América do Norte neste fim de semana. Foi o terceiro filme diferente e consecutivo com distribuição da Universal a ocupar o 1º lugar em faturamento nas últimas semanas nos EUA e Canadá. Todos os três filmes campeões abriram com rendimentos similares. O atual fez U$ 3,7 milhões, demonstrando um padrão de arrecadação durante a pandemia, que só gerou resultados muito superiores com “Os Novos Mutantes” e “Tenet”, logo na reabertura dos cinemas. Como Hollywood desistiu de lançar novos candidatos a “blockbuster”, os valores se assentaram numa faixa de bilheteria de 50 anos atrás. Após “Freaky”, o Top 3 inclui o thriller “Let Him Go” e o terror “Come Play”, os dois campeões das semanas anteriores, formando uma trinca da Universal no topo do ranking. O motivo da predominância da Universal reflete um acordo do estúdio com uma das principais redes de cinema dos EUA, a AMC, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, a Universal pretende mantê-los em tela grande apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. Em troca pelo Ok, a AMC ficou com direito a uma parcela dos lucros da comercialização online. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Os outros grandes estúdios suspenderam suas estreias até 25 de dezembro – espera-se, inclusive, que essa margem amplie. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. Por conta desse negócio, o estúdio manteve, inclusive, um possível “blockbuster” em sua programação. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” segue marcada para a semana que vem nos EUA, na quarta-feira (25/11), véspera do feriado local do Dia de Ação de Graças. Para completar as informações, “Freaky” foi o 14ª longa da produtora de terror Blumhouse a liderar a bilheteria para a Universal. O anterior tinha sido “O Homem Invisível”, que faturou US$ 28,2 milhões no início do ano, antes da pandemia. A estreia também foi bem-recebida pela crítica, com 85% de aprovação. Como sugere o título original, trata-se de uma versão slasher de “Freaky Friday”, produção infantil que (em seu remake mais recente) foi batizada de “Sexta-Feira Muito Louca” no Brasil. Para quem não lembra, é uma história de troca de corpos entre uma mãe e uma filha adolescente. Na versão da Blumhouse, a troca acontece entre uma adolescente e um serial killer, vividos respectivamente por Kathryn Newton (de “Supernatural” e “The Society”) e Vince Vaughn (“Penetras Bons de Bico”). “Freaky” foi escrito e dirigido por Christopher Landon, que já tinha feito sucesso com outro terror derivado de comédia, “A Morte Te Dá Parabéns” (versão slasher de “Um Feitiço no Tempo”). O lançamento no Brasil está marcado para 10 de dezembro nos cinemas. Veja o trailer abaixo.

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    Thriller de vingança de Kevin Costner lidera bilheterias na América do Norte

    8 de novembro de 2020 /

    Não é comum que um estúdio de lançamentos limitados, mesmo um pseudo-indie como o Focus, que na verdade pertence à NBCUniversal, lidere as bilheterias de fim de semana da América do Norte por duas semanas consecutivas. Mas esses não são tempos comuns e foi exatamente o que aconteceu, após a Focus Features conquistar o 1º lugar na semana passada com o terror “Come Play” e novamente assumir o topo neste domingo (8/11) com o thriller de vingança “Deixe-o Partir” (Let Him Go), estrelado por Kevin Costner e Diane Lane (os pais de Superman em “O Homem de Aço”). Espécie de “Rambo: Até o Fim” (2019) mais refinado, “Deixe-o Partir” agradou público e crítica. Atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes e faturou US$ 4,1 milhões em seu fim de semana de estreia, em 2,4 mil salas. O mais interessante é que, segundo pesquisas de mercado, a maior parte de sua bilheteria vem de espectadores mais velhos (66% acima dos 35), uma demografia que têm sido vista como relutante para voltar ao cinema. “Há cinéfilos que querem voltar aos cinemas. Se você não oferecer um filme a eles, se não der às pessoas a oportunidade de ver um filme, você nunca saberá se eles voltarão ou não”, disse a chefe de distribuição da Focus, Lisa Bunnell, ao site Deadline. Apesar desse discurso, não foram somente cinemas convencionais dos EUA que lotaram para ver o longa. O maior faturamento da produção foi registrado no Five Drive-In em Toronto, um cine drive-in canadense, que sozinho rendeu US$ 12,6 mil para a produção. Outra curiosidade da estreia é que, graças ao medo de Hollywood de queimar seus grandes lançamentos durante a pandemia, “Let Him Go” se tornou o primeiro líder de bilheteria protagonizado por Kevin Costner neste século – ou, mais especificamente, desde “Uma Carta de Amor”, em 1999. Ao contrário dos lançamentos indies tradicionais, a Focus, com o dinheiro da NBCUniversal, divulgou maciçamente a produção em comerciais de TV, iniciando sua campanha em 23 de agosto, durante o final da temporada de “Yellowstone”, série estrelada por Costner, e amplificando sua presença nos últimos dias, ocupando o espaço publicitário da CNN em plena apuração das eleições presidenciais – quando o canal registrou recorde de audiência nos EUA. O estúdio fez dobradinha no topo do ranking, já que “Come Play” ficou em 2º lugar, rendendo US$ 1,7 milhão em seu segundo fim de semana, após aumentar em 30 o número de salas de sua exibição – para atingir 2.213 telas, ao todo. Veja abaixo o trailer de “Let Him Go”, que não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Kevin Costner vira Rambo em trailer violento

    20 de agosto de 2020 /

    A Focus Features, divisão da Universal, divulgou o pôster e o trailer de “Deixe-o Partir” (Let Him Go), filme em que Kevin Costner e Diane Lane viram Rambos para resgatar o neto das garras de uma família sádica. Se o “setentão” Stallone é capaz de enfrentar um cartel mexicano sozinho, Costner, que tem uma década a menos e ainda conta com a ajuda de Lane, tampouco vacila contra uma quadrilha caipira nesse “Rambo: Até o Fim” (2019) mais refinado, para tomar na porrada a guarda do neto pequeno. O clima também lembra westerns clássicos de John Wayne, como “Rastros de Ódio” (1956) e “Jake Grandão” (1971). Na trama passada nos anos 1950, o casal idoso descobre que a viúva de seu filho se juntou a um jovem agressivo, levando o único neto deles para uma região dominada pela mãe gângster do rapaz (vivida por Lesley Manville, de “Trama Fantasma”). Em visita ao “território inimigo”, eles tentam argumentar. Mas o trailer mostra que a situação sai do controle com troca de tapas entre as mulheres, descambando para socos, empurrões e tiroteio. Vale lembrar que Costner e Lane já formaram casal no cinema antes: em “O Homem de Aço”, onde viveram Martha e Jonathan Kent, os pais do Superman (Henry Cavill). O elenco também inclui Kayli Carter (“Godless”), Booboo Stewart (“Descendentes”), Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Will Brittain (“Kong: Ilha da Caveira”). Baseado no livro de mesmo nome de Larry Watson, “Deixe-o Partir” tem roteiro e direção de Thomas Bezucha (“Monte Carlo”) e supostamente chega em 6 de novembro nos cinemas dos EUA. A produção ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Irresistible: Nova comédia política com Steve Carell ganha primeiro trailer

    24 de janeiro de 2020 /

    A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Irresistible”, comédia política escrita e dirigida pelo ex-apresentador de talk show Jon Stewart. A prévia destaca o papel de Steve Carell (“Querido Menino”) como um consultor político que resolve transformar um militar aposentado em prefeito de sua cidadezinha, no Wisconsin, para demonstrar o rumo que o Partido Democrata precisa seguir para vencer os Republicanos. Convencer o militar não é o mais difícil. Ele se mostra o candidato perfeito, com família, amigos e uma vida decente no campo. O problema é que o Partido Republicano tem outros planos e manda sua própria consultora política para a cidadezinha, criando um microcosmo que replica as disputas e intrigas eleitorais de Washington. Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”) vive o militar, Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) é sua filha e Rose Byrne (“Vizinhos”) aparece loira como a adversária política. O elenco também inclui Topher Grace (“Infiltrado na Klan”), Natasha Lyonne (“Roleta Russa”), Debra Messing (“Will & Grace”) e Will Sasso (“Loudermilk”). O filme estreia em 29 de maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Oscar sem indies premia igualmente os grandes estúdios de Hollywood

    25 de fevereiro de 2019 /

    Lembra quando filmes independentes venciam o Oscar? A vitória de “Moonlight” há dois anos marcou o auge e o fim de uma era. Em 2019, a Academia barrou os indies de sua competição, resultado num vencedor controvertido e uma premiação bem diferente do Spirit Awards, considerado o “Oscar do cinema independente”. A decisão de não incluir títulos que a crítica e outras instituições consideraram os melhores do ano, para dar mais espaço aos filmes medianos dos grandes estúdios, teve impacto na distribuição dos prêmios. Sem a concorrência “desleal” de A24, 30West e outras, que se acostumaram a ter a qualidade seus filmes de arte reconhecidos, Disney, Fox, Universal e Netflix dividiram igualmente as estatuetas douradas entre si. Cada estúdio ficou com quatro ouros. Os quatro troféus da Disney correspondem aos prêmios técnicos de “Pantera Negra” e ao curta animado “Bao”. A Universal foi impulsionada pelas três vitórias de “Green Book”, inclusive como Melhor Filme, e completou sua lista com a vitória de Efeitos Visuais de “O Primeiro Homem”. A Netflix somou três Oscars de “Roma” e a estatueta de Melhor Documentário em Curta-metragem por “Period. End of Sentence.” Já os quatro da Fox se devem todos a “Bohemian Rhapsody”. Mas vale reparar que, se Marvel e Pixar são contados como Disney, a Fox também pode calcular as vitórias da Fox Searchlight, sua “divisão indie”. Assim, saiu-se melhor que os demais, ao somar mais dois Oscars – de Melhor Atriz (Olivia Colman por “A Favorita”) e Curta (“Skin”). Tem mais. A Fox também é dona da NatGeo, produtora do Melhor Documentário: “Free Solo”. Do mesmo modo, a vitória de Spike Lee pelo roteiro de “Infiltrado na Klan” poderia entrar na conta da Universal, já que o filme foi lançado pela Focus Features, a “divisão indie” do estúdio. Apenas uma produtora 100% indie conseguiu penetrar nessa festa exclusiva de gigantes milionários, a Annapurna, com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante de Regina King, por “Se a Rua Beale Falasse”, e de Melhor Maquiagem para “Vice”. Esta multiplicação da supremacia dos dólares sobre a arte do cinema seria ainda mais impactante se a Disney já tivesse consumado sua aquisição da Fox. Quando se soma as vitórias da Disney e da Fox, o resultado são 11 estatuetas para o conglomerado do CEO Bob Iger – deixando apenas outras 13 para serem divididas por seus rivais. Nada mal para o estúdio que tradicionalmente só era lembrado nas categorias de Melhor Animação e Canção, e que sempre preferiu fazer blockbusters a filmes de arte.

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