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  • Filme

    Louis Garrel entra na nova versão de Adoráveis Mulheres com direção de Greta Gerwig

    10 de setembro de 2018 /

    O ator e diretor francês Louis Garrel (“O Formidável”) entrou no elenco do remake de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigido por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Ele se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“Livre”) e Emma Watson (“A Bela e a Fera”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. O romance de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa.

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  • Filme

    Anthony Hopkins é o Rei Lear em filme da Amazon

    28 de agosto de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer de “King Lear”, nova versão da obra clássica de William Shakespeare, que traz Anthony Hopkins (“Westworld”) no papel título. A prévia revela que o texto continua inalterado. Mas a encenação foi atualizada e se passa nos dias atuais. A história do rei déspota que renega a filha mais nova, que se recusa a adulá-lo, apenas para ser traído pelas filhas mais velhas e falsas, agora se passa em meio a uma guerra contemporânea. O elenco estelar inclui Emma Thompson (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Florence Pugh (“Lady Macbeth”) como as filhas do Rei, além de Jim Broadbent (“A Viagem”), Tobias Menzies (“Outlander”), Andrew Scott (“Sherlock”), Jim Carter (“Knightfall”) e Christopher Eccleston (“The Leftovers”). Esta adaptação de “Rei Lear” foi feita originalmente para a TV britânica pelo diretor Richard Eyre (do excepcional “Notas sobre um Escândalo”), mas será lançada em streaming pela Amazon no resto do mundo, a partir de 28 de setembro.

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  • Filme

    Emma Watson entra na nova versão de Adoráveis Mulheres dirigida por Greta Gerwig

    24 de agosto de 2018 /

    A atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) entrou na nova versão de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigida por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Segundo a revista Variety, ela substituirá Emma Stone, que precisou abandonar o projeto por conflito de agenda com a divulgação de “The Favourite”, uma das apostas do Oscar 2019. Ela se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e Laura Dern (“Livre”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Watson e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Watson deve viver sua irmã Meg, papel cogitado para Stone. Já Streep encarnará a Sra. Marsh, mãe das meninas, e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star estaria tentando fechar com a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) para o papel. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.

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  • Filme

    Outlaw King vira Legítimo Rei em trailer equivocado de Sessão da Tarde na Netflix

    20 de agosto de 2018 /

    Em seu desejo de se popularizar no país, a filial nacional da Netflix vem agregando as piores características dos mercados de cinema e TV paga brasileiros. Um novo ponto baixo foi marcado nesta segunda (20/8) com a divulgação dublada do trailer de um filme que supostamente é um dos pontos altos da produção da matriz americana. E que tem sua qualidade sabotada pelo marketing local. Para começar, o velho estigma do título inventado atacou a obra sem piedade. “Outlaw King”, o rei fora-da-lei, expressão que aparece no trailer, virou “Legítimo Rei”, assim mesmo, em construção gramatical inglesa, com o adjetivo à frente do substantivo. Por quê? A palavra “legítimo” é, com o perdão da redundância, o legítimo antônimo de “fora-da-lei”, não seu sinônimo. Haja liberdade criativa! Mas o que se demanda, cada vez mais, inclusive com petições do público para os grandes estúdio, é fidelidade. Os problemas amentam ainda mais quando os atores abrem a boca e, em vez de sotaque escocês, ouve-se vozes conhecidas da Sessão Tarde. “Ishto rasshga… a alma”! “Outlaw King” vai abrir o Festival de Toronto, mas aqui tem marketing de telefilme. Equívoco? Talvez redefinição de público-alvo. Ao buscar atrair a classe D, a Netflix não parece preocupada em alienar os assinantes atuais. Já vimos esse filme antes na TV paga, quando as séries deixaram de ser legendadas para ganhar exibição dublada. Para, daí, serem oferecidas novamente com legendas em canais premium, com assinatura mais cara, elitizando o serviço que antes estava no pacote básico. Se é para ser mais acessível, então porque a tradução não foi além e batizou o rei da Escócia Robert the Bruce como Roberto I, como é conhecido no Brasil? Para não confundir com o outro Rei Roberto, o Carlos? Detalhes tão pequenos, mas que revelam muito sobre as motivações nada educativas por trás da opção da Netflix pela popularização. O filme que originalmente se chama “Outlaw King” é ambientado no começo do século 14 e traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como Robert The Bruce, que após ser coroado Rei dos Escoceses enfrenta um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, responsável por ocupar a Escócia e declarar Robert um rei fora-da-lei – daí o título original. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Chris Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A primeira exibição está marcada para 6 de setembro no Canadá, no evento de gala da abertura do Festival de Toronto, e a estreia em streaming só vai acontecer dois meses depois, em 9 de novembro. O filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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  • Filme

    Nova versão de Adoráveis Mulheres está juntando elenco para concorrer ao Oscar

    14 de agosto de 2018 /

    A nova versão de cinema para o clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women) vai juntar um elenco impressionante. A produção do próximo filme da diretora Greta Gerwig, indicada ao Oscar por “Lady Bird: A Hora de Voar”, já confirmou Emma Stone (“La La Land”), Saoirse Ronan (também de “Lady Bird”) e Timothée Chalamet (mais um de “Lady Bird”), está praticamente acertada com Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e abriu negociações com Laura Dern (“Livre”). Este elenco aponta uma clara intenção de produzir um filme focado na temporada de premiações. Todos os citados já foram indicados ou venceram o Oscar. Apesar disso, mesmo este elenco terá dificuldades de entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. Todo mundo já deve ter visto alguma versão dessa história antes. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração a obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star quer a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) no papel, mas a escalação não foi confirmada. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.

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    Festival de Toronto 2018 será aberto com filme da Netflix estrelado por Chris Pine

    14 de agosto de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 não é mais o único a dar as boas vindas às produções da Netflix, após o banimento de Cannes. A organização do Festival de Toronto 2018, principal mostra de cinema da América do Norte, anunciou que a edição deste ano será aberta por “Outlaw King”, uma superprodução medieval da plataforma de streaming, que traz o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert the Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título em inglês de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert the Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. Com filmagens nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram, “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). A exibição vai acontecer em 6 de setembro na cidade canadense de Toronto, abrindo o festival, que vai acontecer até o dia 16 de setembro. A estreia em streaming está marcada para 9 de novembro e o filme também deve ser exibido em circuito limitado nos cinemas dos Estados Unidos na mesma data, para cumprir regra de classificação ao Oscar.

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  • Filme

    Atriz de Lady Macbeth vai estrelar o próximo terror do diretor de Hereditário

    1 de agosto de 2018 /

    O diretor Ari Aster, responsável pelo impactante terror “Hereditário”, já começou a preparar seu segundo longa-metragem. E será mais um horror estrelado por uma ótima atriz. Revelação de “Lady Macbeth” (2016), a inglesa Florence Pugh confirmou o projeto durante sua participação no evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos), onde foi divulgar a minissérie “Littler Drummer Girl”. Depois, repercutiu no Twitter sua escalação como protagonista. “Esse papel vai ser incrível… Estou animada, nervosa e mal posso acreditar”, ela escreveu em sua conta da rede social. Veja abaixo. Segundo a revista Variety, o novo filme, ainda sem título oficial, será inspirado pelo clássico “O Homem de Palha” (1973), e mostrará um jovem casal em viagem pelo leste da Europa, onde encontra um bizarro culto pagão que mudará suas vidas para sempre. Além de Florence Pugh, o elenco trará Jack Reynor e Will Poulter (ambos de “Detroit em Rebelião”), William Jackson Harper (série “Good Place”), Ellora Torchia (“Os Cowboys”) e Archie Madekwe (série “Fresh Meat”). O elogiado “Hereditário”, estrelado por Toni Collette, se tornou um hit inesperado para a produtora A24. Feito por pouquíssimo dinheiro, já arrecadou US$ 79 milhões de bilheteria ao redor do mundo e virou o maior sucesso dos seis anos de existência do pequeno estúdio nova-iorquino, que vem se especializando no chamado “novo terror” – também lançou outro marco do gênero, “A Bruxa”, em 2015 – e dramas de prestígio, possuindo até um Oscar de Melhor Filme no currículo – “Moonlight”. And what a role this will be… god am I pumped/nervous/can’t believe this is happening. #smugpug https://t.co/1vJYmwNxXz — Florence Pugh (@Florence_Pugh) July 31, 2018

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  • Filme

    Greta Gerwig vai filmar remake de Adoráveis Mulheres com Saoirse Ronan e Emma Stone

    29 de junho de 2018 /

    A atriz e cineasta Greta Gerwig, duplamente indicada ao Oscar 2018 pela direção e pelo roteiro de “Lady Bird”, já tem novo projeto como diretora. Ela vai comandar uma nova versão do clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women), escrito por Louisa May Alcott em 1868. Trata-se de uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê? Não se trata sequer de uma história desconhecida das novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi apresentada na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood também usou a obra como fonte de várias produções, desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ou seja, marcará um novo encontro de Gerwig com Ronan e Chalamet, que trabalharam juntos em “Lady Bird”. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. Mas o estúdio Tri-Star negocia com a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) para assumir o papel de Amy, faltando definir ainda a intérprete de Beth. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é considerado leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.

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  • Série

    Michael Shannon entra na minissérie baseada em A Garota do Tambor

    26 de janeiro de 2018 /

    O ator Michael Shannon (“A Forma da Água”) entrou no elenco da minissérie da BBC que vai adaptar o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré. Ele se junta aos anteriormente anunciados Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Florence Pugh (“Lady Macbeth”) na produção, que será dirigida pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016). A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. Pugh tem o papel principal, Sarkarsgard será seu aliciador e Shannon o líder da missão. Publicado em 1983, o livro já teve uma adaptação cinematográfica, levada ao cinema no ano seguinte, com Diane Keaton como protagonista. Intitulada “The Little Drummer Girl”, a minissérie terá seis episódios, com previsão de lançamento para 2019. A produção será a terceira adaptação consecutiva de uma obra de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi a recente “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro do ano passado, e a segunda já está sendo gravada: “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2018, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal.

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  • Filme

    Romance gay é considerado Melhor Filme Britânico Independente do ano

    11 de dezembro de 2017 /

    Inédito no Brasil, o drama “God’s Own Country”, de Francis Lee, foi o grande vencedor do British Independent Film Awards 2017 (BIFA), premiação do cinema independente britânico. Além de ser considerado o Melhor Filme, venceu os troféus de Ator (Josh O’Connor), Som e Roteirista Estreante (Lee). O filme tem sido comparado a “Me Chame pelo seu Nome” pelo tema do romance gay, mas se passa num mundo completamente diferente, entre jovens da classe baixa rural, sem refinamento ou glamour, e tem como primeira cena um jorro de vômito. Com mais indicações ao BIFA, o drama de época “Lady Macbeth” venceu cinco troféus, inclusive os de Melhor Atriz para Florence Pugh e Roteiro para Alice Birch. Já o prêmio de Melhor Direção foi faturado duplamente por Rungano Nyoni, que venceu também como Melhor Diretora Estreante por “I Am Not A Witch”. Igualmente inédito no Brasil, o filme conta a história de uma menina africana de 8 anos acusada de bruxaria, que é exilada para viver com outras bruxas num lugar com regras bizarras. Tanto “God’s Own Country” quanto “I Am Not A Witch” foram exibidos no Festival do Rio 2017, mas não têm previsão de lançamento comercial nos cinemas brasileiros. A lista dos premiados ainda inclui o terror americano “Corra!”, de Jordan Peele, como o Melhor Filme Independente Internacional. Confira a relação completa abaixo. Melhores do Ano: BIFA 2017 MELHOR FILME INDEPENDENTE BRITÂNICO “God’s Own Country”, de Francis Lee MELHOR DIREÇÃO Rungano Nyoni (“I Am Not A Witch”) MELHOR ATOR Josh O’Connor (“God’s Own Country”) MELHOR ATRIZ Florence Pugh (“Lady Macbeth”) MELHOR ROTEIRO Alice Birch (“Lady Macbeth”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Patricia Clarkson (“A Festa”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Simon Russell Beale (“The Death Of Stalin”) MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE Francis Lee (“God’s Own Country”) MELHOR DIRETOR ESTREANTE Rungano Nyoni (“I Am Not A Witch”) MELHOR DOCUMENTÁRIO “Almost Heaven”, de Carol Salter MELHOR PRODUTOR REVELAÇÃO Emily Morgan (“I Am Not A Witch”) MELHOR FILME INDEPENDENTE INTERNACIONAL “Corra”, de Jordan Peele MELHOR CURTA BRITÂNICO “Fish Story” MELHOR PROMESSA Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) PRÊMIO DESCOBERTA “In Another Life”, de Jason Wingard MELHOR FOTOGRAFIA Ari Wegner (“Lady Macbeth”) MELHOR CASTING Sarah Crowe (“The Death Of Stalin”) MELHOR FIGURINO Holly Waddington (“Lady Macbeth”) MELHOR EDIÇÃO Jon Gregory (“Três Anúncios de um Crime”) MELHORES EFEITOS Nick Allder e Ben White (“The Ritual”) MELHOR MÚSICA Carter Burwell (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR MAQUIAGEM Nicole Stafford (“The Death of Stalin”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Cristina Casali (“The Death of Stalin”) MELHOR SOM Anna Bertmark (“God’s Own Country”)

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  • Série

    Alexander Skarsgard será espião na minissérie baseada em A Garota do Tambor

    22 de novembro de 2017 /

    O ator Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) entrou no elenco da minissérie da BBC, que vai adaptar o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré, publicado em 1983. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele vai interpretar o espião israelense que envolve a personagem-título numa trama de traição e decepção, e se junta no elenco à Florence Pugh, revelação de “Lady Macbeth”, será a protagonista da produção. A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. A minissérie terá direção do cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016), que pretende realizar uma versão mais sombria que a levada ao cinema em 1984, com Diane Keaton como protagonista. “The Little Drummer Girl” (título original) terá seis episódios e será a terceira adaptação consecutiva de uma obra de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi a recente minissérie “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro. E a segunda será “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2018, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal.

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  • Série

    Atriz de Lady Macbeth será A Garota do Tambor em minissérie do diretor de Oldboy

    8 de novembro de 2017 /

    O diretor sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016), está desenvolvendo uma minissérie para a BBC baseada no célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré, publicado em 1983. Revelação de “Lady Macbeth”, Florence Pugh será a protagonista da produção, que acompanha a história de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. O livro de John le Carré já foi adaptado para os cinemas em 1984, com Diane Keaton como protagonista. Segundo o site Indiewire, o plano de Park Chan-wook é fazer uma versão mais sombria. “The Little Drummer Girl” (título original) terá seis episódios e será a terceira adaptação consecutiva de uma obra de John Le Carré pela rede BBC. A primeira foi a recente minissérie “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro. E a segunda será “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2018, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal.

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  • Filme

    Lady Macbeth lidera indicações ao prêmio do cinema independente britânico

    8 de novembro de 2017 /

    A premiação do cinema independente britânico, British Independent Film Awards (BIFA) divulgou a lista de indicados para seu prêmio anual. E o drama de época “Lady Macbeth”, primeiro filme do dramaturgo William Oldroyd, domina a lista com 15 nomeações. “Lady Macbeth” vinha sendo o filme britânico mais comentado dos últimos tempos. Passado na Inglaterra rural do século 19, o longa acompanha Katherine (Florence Pugh), uma jovem presa num casamento sem amor, obrigada a se relacionar com um homem com o dobro de sua idade e a agradar sua família fria e cruel. Mas, como ele vive viajando, ela logo embarca num caso romântico com um dos empregados, o que tem consequências terríveis para todos os envolvidos. A produção já foi lançada no Brasil. Leia a crítica aqui. A comédia “A Morte de Stalin”, de Armando Iannucci (criador da série “VIP”) e o drama contemporâneo “I Am Not a Witch”, da estreante Rungano Nyoni, aparecem logo em seguida com 13 indicações. Os três estão na disputa da categoria principal, como Melhor Filme Britânico Independente do Ano, que também inclui a coprodução americana “Três Anúncios para um Crime”, dirigido pelo inglês Martin McDonagh (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), e o romance gay “God’s Own Country”, que marca a estreia na direção do ator Francis Lee (“Topsy-Turvy”). A cerimônia de premiação será realizada no dia 10 de dezembro em Londres.

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