Cena de Os Defensores vai juntar todos os coadjuvantes das séries de super-heróis da Netflix
Os Defensores não reunirá apenas os quatro heróis do universo da Marvel na Netflix. A atriz Jessica Henwick, que interpreta Colleen Wing em “Punho de Ferro”, revelou que os personagens secundários também irão se relacionar nessa série, e que uma cena irã juntar todos os coadjuvantes. “Estou muito animada para que os fãs vejam os personagens interagindo como nunca. Não estou nem falando só dos quatro principais. Estou me referindo também ao elenco de apoio, que na sua maioria já foi anunciado. Tem uma cena com todos nós, todos num mesmo cômodo e foi muito divertido. É mais ou menos no final da série, eu diria.” Esta interação deve incluir o encontro de sua personagem, Colleen Wing, com Misty Knight, vivida por Simone Missick em “Luke Cage”. Afinal, as duas formam uma dupla de combatentes do crime nos quadrinhos, denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês), e os produtores já afirmaram que Misty irá participar da 2ª temporada de “Punho de Ferro”. A atriz não confirmou, nem desmentiu. “Eu disse que tem uma cena com todos nós numa mesma sala, então é possível que Colleen e Misty se aproximem e comecem a conversar. Sei que os fãs querem isso. É uma das razões que eu amei a Colleen quando comecei a pesquisar a personagem e vi as Filhas do Dragão e o que era isso. É diferente de tudo que está na TV. É diferente de tudo que eu já vi, até onde eu sei. Sim, acho que os fãs ficarão felizes.” Não vai demorar para os fãs conferirem isso. A minissérie dos “Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix.
Punho de Ferro terá um novo showrunner em sua 2ª temporada
A série “Punho de Ferro”, renovada para sua 2ª temporada pela Netflix, terá uma mudança em sua produção executiva. Scott Buck (que também trabalhou em “Dexter”) assumiu outra produção da Marvel, a série dos “Inumanos”, e assim Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”) foi promovido para o comando da atração A mudança de showrunner não representa uma alteração significativa na produção de “Punho de Ferro”, apesar do que alardearam alguns sites. Metzner é co-criador da série com Buck. Ou seja, sua visão já estava em evidência na 1ª temporada. Durante a Comic-Con, o diretor da divisão televisiva da Marvel, Jeff Loeb, adiantou que a 2ª temporada de “Punho de Ferro” teria a participação de Misty Knight (Simone Missick), introduzida na 1ª temporada de “Luke Cage”. Nos quadrinhos, Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, tem um relacionamento com Misty Knight. Ela também forma uma dupla de combatentes do crime com a heroína Colleen Wing (Jessica Henwick), denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada de “Punho de Ferro”, mas seus personagens principais poderão ser vistos na minissérie dos “Defensores”, que estreia em 18 de agosto na Netflix.
Punho de Ferro terá 2ª temporada com participação de Misty Knight
A Netflix e a Marvel anunciaram, durante o painel de “Os Defensores” na Comic-Con, que “Punho de Ferro” terá 2ª temporada. A série dividiu opiniões entre os fãs e a crítica, mas representou um dos maiores sucessos da parceria entre a Marvel e a Netflix. O anúncio da renovação era bastante esperado, já que a trama tem muito para ser explorado. Uma das novidades antecipadas para o segundo ano será a presença da personagem Misty Knight (Simone Missick), introduzida na 1ª temporada de “Luke Cage”. Nos quadrinhos, Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro, tem um relacionamento com Misty Knight. Ela também forma uma dupla de combatentes do crime com a heroína Colleen Wing (Jessica Henwick), denominada de Filhas do Dragão (Daughters of the Dragon no original em inglês). Ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada de “Punho de Ferro”, mas todos os personagens mencionados poderão ser vistos na minissérie dos “Defensores”, que estreia em 18 de agosto na Netflix.
Stan Lee estrela vídeo dos super-heróis Marvel para a Netflix
A Netflix divulgou uma foto (acima) e um vídeo (abaixo) que junta os super-heróis de suas séries da Marvel. A prévia tem narração de Stan Lee e mostra o veterano escritor de quadrinhos durante um passeio de carro pela noite de Nova York, enquanto filosofa sobre o que transforma uma pessoa num herói. O vídeo traz Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) em cenas individuais e numa luta coletiva, extraída da vindoura minissérie “Os Defensores”, com estreia prevista para 18 de agosto na Netflix. Vale lembrar que, embora seja tratado como onipresente, onisciente e onipotente nas produções da Marvel, Stan Lee só criou um desses personagens: o Demolidor.
Origem do psicopata Leatherface ganha primeiro trailer
A Millennium Films divulgou novas fotos e o trailer do terror “Leatherface”, que conta a origem do psicopata mascarado de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). A prévia dispensa palavras para se concentrar em gritos, sustos e sangue. A trama vai acompanhar quatro foragidos de um hospital psiquiátrico, entre eles o jovem que se tornará Leatherface. Durante a fuga, eles raptam uma jovem enfermeira e a arrastam em uma viagem de pesadelo, enquanto são perseguidos por um homem da lei igualmente perturbado. O filme não revela qual dos quatro foragidos é Leatherface, mas apenas três são homens. Seus intérpretes são: Jessica Madsen (série “Tina and Bobby”), Sam Strike (novela “EastEnders”), James Bloor (“Lembranças de um Amor Eterno”) e Sam Coleman (o jovem Hodor em “Game of Thrones”). O elenco central ainda inclui Vanessa Grasse (“Roboshark”) no papel da enfermeira raptada, Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”) como o xerife que os persegue e Lili Taylor (série “Hemlock Grove”) como Vera Sawyer, a avó de Leatherface. Finn Jones (o “Punho de Ferro”) também está na trama num papel não revelado. O personagem Leatherface foi apresentado em “O Massacre da Serra Elétrica” como membro de uma família de canibais. Apesar de ser um coadjuvante no filme, foi ele quem mais chamou a atenção, ganhando mais importância nas continuações da franquia para se tornar um ícone do cinema de terror. Seu intérprete original, o islandês Gunnar Hansen, morreu em 2015. A direção de “Leatherface” é da dupla Alexandre Bustillo e Julien Maury (“A Invasora”) e a estreia está marcada para outubro nos Estados Unidos. Não há previsão para o lançamento no Brasil.
Série dos Defensores ganha seis pôsteres animados
A Netflix e a Marvel divulgaram seis pôsteres animados e um cartaz convencional da série “Os Defensores”, que vai juntar os heróis das quatro produções de super-heróis da plataforma de streaming em uma única história. As imagens registram juntos e individualmente os personagens Matt Murdock, o Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Daniel Rand, o Punho de Ferro (Finn Jones). Além do quarteto principal, a série também contará com a presença de Claire Temple (Rosario Dawson), Misty Knight (Simone Missick), Coleen Wing (Jessica Henwick), Trish Walker (Rachael Taylor), Elektra (Elodie Yung), Stick (Scott Glenn) e uma vilã vivida por Sigourney Weaver. Com apenas oito episódios, “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix. I don't need sight to know you're staring. #DEFEND pic.twitter.com/ImHiFFvcCU — Daredevil (@Daredevil) June 22, 2017 This is my face. Now get out of it. #DEFEND pic.twitter.com/UI6yYFGPNj — Jessica Jones (@JessicaJones) June 22, 2017 Straight outta Harlem. #DEFEND pic.twitter.com/P859gY7wAm — Luke Cage (@LukeCage) June 22, 2017 They didn't teach this kind of focus in K'un-Lun. #DEFEND pic.twitter.com/0H2Qphr8EG — Iron Fist (@MarvelIronFist) June 22, 2017 There's no 'us' in team. #DEFEND pic.twitter.com/jOFJUyYilq — The Defenders (@TheDefenders) June 22, 2017 There's no 'us' in team. #DEFEND pic.twitter.com/fh0xO4jBd4 — Marvel Entertainment (@Marvel) June 22, 2017
Haters não impedem Punho de Ferro de ser ótima e aprovada pelo público da Netflix
Quarta produção de super-heróis Marvel produzida pela Netflix, a série “Punho de Ferro” é um grande sucesso, segundo a empresa Parrot Analytics, que mede a popularidade de programas de streaming com base nas interações dos usuários nas redes sociais. A Parrot determinou que o público adorou a produção com base em manifestações positivas encontradas na internet. Entre todas as atrações da Marvel/Netflix, só teria gerado menos repercussão que “Luke Cage”. Os haters não devem se conformar, pois imaginavam uma rejeição maciça após as pedradas de críticos precipitados, que determinaram que “Punho de Ferro” eram ruim com base nos seis primeiros episódios – o número de capítulos antecipados pela Netflix para a confecção de resenhas. Diversas críticas lamentaram um suposto ritmo lento, as lutas mal coreografadas de artes marciais e, por incrível que pareça para os fãs dos quadrinhos, o fato de o protagonista não ser asiático. Mas a verdade é que “Punho de Ferro” não é, nem de longe, a pior série de super-herói produzida pela Netflix. Muito antes pelo contrário. Tendo como comparação a fraca “Luke Cage”, a mediana “Jessica Jones” e os altos e baixos de “Demolidor”, é a série mais coesa, que nunca se desvia de sua história central, num crescendo constante. Seu principal defeito é ser vítima de um formato estabelecido e repetido pela Marvel desde a 1ª temporada de “Demolidor”. As quatro atrações que o estúdio criou para a Netflix têm praticamente a mesma estrutura. Todas usam flashbacks para contar a origem de seus protagonistas, deixando muitos “buracos” na história, que os fãs dos quadrinhos precisam completar com as recordações de suas leituras. No caso do “Punho de Ferro”, a situação se complica pela falta de orçamento para dar aos flashbacks a grandiosidade do filme do “Doutor Estranho”. Afinal, Danny Rand, o herói do Punho de Ferro, tem uma origem mística não muito diversa da jornada de Stephen Strange. Criado nos anos 1970 por Roy Thomas, o roteirista que substitui Stan Lee como editor da Marvel, os quadrinhos do herói combinavam dois grandes sucessos televisivos da época, as séries “Kung Fu” (que estabeleceu a estrutura da origem em flashback) e “Dallas”. A adaptação, porém, preferiu passar por cima de todo o aprendizado do “gafanhoto” Danny Rand para se concentrar na história do empresário Danny Rand, lutando para retomar o controle da empresa criada por seu pai. Mas mesmo limando o aprendizado do protagonista e sem jamais mostrar a tão citada cidade mística de K’un-Lun, a produção consegue ser bem-sucedida em sua proposta de juntar “Dallas” com lutas de kung fu. E, sim, as lutas melhoram muito, conforme os episódios avançam, chegando a superar as de outras séries da companhia nos últimos episódios. É importante destacar ainda que “Punho de Ferro” lançou a melhor personagem feminina da Marvel (sorry, Jessica Jones). Collen Wing rouba as cenas com uma jornada repleta de reviravoltas e um desempenho encantador de Jessica Henwick (série “Game of Thrones”) – de dar vergonha na forma como Elektra foi utilizada na 2ª temporada de “Demolidor”. Na verdade, não há nada de ritmo lento em sua trama, que aproveita cada minuto disponível para desenvolver muito bem seus personagens, que são os mais matizados de todas as produções da Marvel. Não há ninguém mau demais nem bom demais. Todos tem falhas, inclusive o herói. E há grandes atuações, como a de um surpreendente Tom Pelphrey (série “Banshee”), capaz de evocar as dualidades rival/aliado, vilão/herói e fazer o espectador mudar várias vezes de ideia a respeito de seu personagem, o empresário Ward Meachum. Faltou um grande supervilão? Talvez por a trama visar maior realismo que as outras séries. Até os ninjas do Tentáculo entram em cena com trajes de tropa de elite. Por outro lado, a tentativa de fincar a produção num plano mais factível é responsável pelo único equívoco realmente notável. Não há wire fu, o kung fu voador dos filmes chineses de wuxia, embora tudo na história pedisse por isso, desde as menções à cidade mística ao mundo mágico do Tentáculo. E embora Finn Jones (série “Game of Thrones”) seja o elo mais fraco, a sugestão de escalar um ator asiático para viver o protagonista – um jovem herdeiro americano – não foi evocada na adaptação de “Doutor Estranho” – cuja origem também envolve monges, filosofia oriental e encenação nas mesmas cordilheiras. Bruce Wayne (Batman), Oliver Queen (Arqueiro Verde) e Tony Stark (Homem de Ferro) também são herdeiros bilionários que desenvolveram suas habilidades no oriente. Se a história de Danny Rand não traz novidade nesse sentido, dizer que Punho de Ferro deveria ter uma etnia mais “politicamente correta”, apenas com base no kung fu, ecoa o oposto de um pensamento progressista. Apenas reforça o estereótipo do tipo de papel que um asiático pode interpretar em Hollywood.
Ator de Punho de Ferro defende a série das críticas negativas
Primeira série da parceria entre Marvel e Netflix a receber críticas negativas, “Punho de Ferro” deixou seu protagonista na defensiva. Em entrevista ao jornal Metro, o ator Finn Jones (o Loras Tyrel de “Game of Thrones”) usou os mesmos argumentos de Ben Affleck e Henry Cavill sobre “Batman vs Superman”: é uma obra para os fãs e não para a crítica. “Bem, eu acho que há vários fatores. O que vou dizer é que séries e filmes não são feitos para críticos, eles são em primeiro lugar feito para os fãs. Eu também acho que alguns dos comentários que vimos foram de críticos que assistiram à série com um olhar bastante específico, e eu acho que quando os fãs do mundo Marvel-Netflix e os fãs de quadrinhos assistirem a série apenas como um bom entretenimento de super-herói, então eles vão realmente apreciar, eles enxergam além. É uma série fantástica que é realmente divertida, e eu acredito que ela se equipara as outras séries dos Defensores, sem dúvida.” A principal crítica é em relação ao ritmo arrastado da produção, mais lento ainda que “Luke Cage”. Mas a crítica viu apenas seis dos 13 episódios da série, adiantados pela Netflix. E os capítulos seguintes podem ser completamente diferentes. Para conferir, os fãs só precisarão esperar até sexta (17/3), quando todos os episódios serão disponibilizados na Netflix.
Vídeo e pôster de Punho de Ferro destacam a nova heroína Colleen Wing
A Netflix divulgou um pôster e um vídeo de “Punho de Ferro” dedicado à Colleen Wing, a nova heroína introduzida na produção, também conhecida como Filha do Dragão. A personagem vivida por Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) é uma das principais heroínas asiáticas da Marvel, uma mestre das artes marciais que se alia a Danny Rand (Finn Jones, também de “Game of Thrones”) em sua luta contra a família Meachum. A prévia apresenta seu arco dramático, com ajuda de entrevistas de Henwick e Jones, e inclui cenas de ação num clube da luta clandestino. A adaptação dos quadrinhos de Roy Thomas, Doug Moench, Gil Kane e John Byrne foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco ainda destaca Tom Pelphrey (série “Banshee”), Jessica Stroup (série “The Following”) e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como os integrantes da família Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios.
Crítica americana considera Punho de Ferro a pior das séries da Marvel
Saíram as primeiras críticas de “Punho de Ferro” nos EUA. E elas chamam atenção pelo tom negativo. Apesar de focarem apenas em seis episódios, que foram adiantados para a imprensa americana, a produção gerou comentários ácidos de desaprovação, que tornam “Punho de Ferro” a primeira série de super-heróis da Marvel/Netflix a ser considerada abaixo da crítica. Sites como Variety, Screen Rant e The Hollywood Reporter bateram nos mesmos pontos. O ritmo lento é uma tortura, o etnocentrismo é ofensivo, as lutas são ridículas, os vilões são fracos, a trama é chata e o protagonista (Finn Jones) não convence. Vale lembrar que o desenvolvimento ficou a cargo de Scott Buck, que desandou a série “Dexter” quando virou showrunner no lugar de Melissa Rosenberg (hoje em “Jessica Jones”), levando a produção a seu cancelamento, e já saiu de “Punho de Ferro” para comandar outra série da Marvel, baseada nos quadrinhos de “Os Inumanos”… “’Punho de Ferro’ parece um passo atrás em todos os níveis, um grande desapontamento que já sofre com problemas na narrativa em seus seis primeiros episódios e que seriam misericordiosamente ‘puláveis’ em sua totalidade, não fosse o fato de servirem de ponte para o tão esperado crossover de ‘Os Defensores’”. (Daniel Fienberg, The Hollywood Reporter) “Há tantas coisas erradas… como Colleen Wing (Jessica Henwick), uma lutadora exímia, precisa que o branco Danny lhe explique, de forma condescendente, sobre espiritualidade oriental e kung fu?” (Daniel Fienberg, The Hollywood Reporter) “‘Punho de Ferro’ é o projeto da Netflix mais frustrante e ferozmente chato. Nenhum elemento de seu ritmo lento funciona. As cenas de ação não possuem brilho, rapidez e originalidade. Nenhum dos personagens sem graça causam uma impressão duradoura”. (Maureen Ryan, Variety) “Ao longo da primeira metade da temporada, ‘Punho de Ferro’ sofre da mesma doença que outras séries da Netflix sofrem: é longa demais, arrastando a lugar nenhum seus sub-enredos e muitos de seus episódios poderiam e deveriam ter sido cortados para o bem de uma trama mais propulsiva”. (Kevin Yeoman, Screen Rant) A estreia está marcada para a próxima sexta, dia 17 de março, na Netflix.
Patrulha ideológica faz ator de Punho de Ferro sair do Twitter
O ator Finn Jones, que interpreta o papel-título da vindoura série de super-heróis “Punho de Ferro”, sofreu assédio de um patrulheiro ideológico no Twitter por não ser asiático como “deveria ser” o herói. A discussão se estendeu por horas no fim de semana e inspirou o ataque de outros trolls, levando o ator a deletar provisoriamente seu perfil na rede social. A discussão começou quando Jones citou o ator Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”), que compartilhou um link de uma palestra sobre a importância da representatividade étnica no cinema. O intérprete de Punho de Ferro acrescentou que “representatividade é importante”. E não demorou para que alguém o confrontasse a respeito da sua própria escalação para o papel na série. Bombardeado, Finn tirou sua conta do ar por 24 horas. Ao retornar, ele deu a seguinte explicação: “Existe um grande benefício de se engajar em conversações nas mídias sociais, especialmente quando se trata de dar voz para questões sociais. Minha intenção original era de amplificar o discurso feito por Riz Ahmed na Câmara dos Comuns do Reino Unido. Foi um discurso muito importante e articulado de representação com o qual eu totalmente concordo. Depois de publicar, eu fui inundado de acusações de pessoas dizendo que eu não tinha permissão de compartilhar a voz dele, baseado na presunção de que nossa série irá ampliar os problemas da má representação racial. Eu abordei isso educadamente, diplomaticamente e tentei servir como ponte para encerrar essa divisão. Eu estou atualmente no meio das gravações [dos ‘Defensores’] e preciso me manter concentrado em trazer este personagem à vida sem julgamento, então eu decidi me retirar do Twitter por um tempo.” O ataque sofrido pelo ator, porém, não faz sentido do ponto de vista dos quadrinhos em que a série se baseia. Nas revistas da Marvel, Danny Rand, a identidade de Punho de Ferro, é um jovem americano loiro, resgatado de um acidente no Himalaia, que treina com monges numa cidade mística para adquirir suas habilidades nas artes marciais e dominar o poder que acaba por batizá-lo. Mas as adaptações de quadrinhos têm tomado liberdades para incluir uma maior diversidade racial, com a justificativa de que isso não era refletido nas publicações originais. O próximo filme do Homem-Aranha, por exemplo, trará diversos atores negros em papéis que eram de brancos nos quadrinhos. Diante disso, chegou a existir um movimento para que Punho de Ferro virasse asiático na série, justificando a mudança com o fato de a etnia do personagem não ser fundamental para a manifestação dos seus poderes e que a história podia soar mais poderosa a partir de uma perspectiva oriental. Afinal, o enredo da trama perpetua alguns estereótipos de Hollywood, destacando um homem branco que treina lutas orientais e se torna melhor do que seus professores asiáticos. A história da série não é essa, mas pouco importa para a polêmica. O fato é que esse questionamento fez o patrulheiro se sentir com autoridade moral para protestar contra a escalação de Jones, atacando o ator por ser loiro como o personagem e não asiático como a série deveria retratá-lo. “Por favor, não faça suposições sobre a nossa série antes de assisti-la. A caracterização de Danny Rand pode ter permanecido fiel ao seu material de origem, mas a nossa série incorpora e comemora atores de todas as origens étnicas”, Jones ainda tentou argumentar. Talvez o patrulheiro nunca tenha aberto uma página de quadrinhos na vida e não saiba que a série introduz a primeira heroína asiática da Marvel, Coleen Wing, vivida por outra atriz de “Game of Thrones”, Jessica Henwick – que, a propósito, é tão inglesa quanto Finn, apesar das feições orientais. E ela é que é a melhor lutadora dos quadrinhos originais. Mas tudo pode ser resumido numa simples questão: por que transformar o herói loiro em oriental, se já há um personagem inteiramente asiático nos quadrinhos da Marvel – Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu? Não faria mais sentido pressionar por uma série para o herói? A trama renderia uma belíssima produção de espionagem e ação internacional, envolvendo inclusive o maior vilão asiático da literatura (ocidental), Fu Manchu. Cadê a campanha pela série do Mestre do Kung Fu? Enquanto ninguém se manifesta com petições a favor do Mestre do Kung Fu, a série do Punho de Ferro estreia em 17 de março na Netflix.
Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix
A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.
Punho de Ferro ganha vida em pôster animado
A Netflix dois pôsteres de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Ambos trazem o protagonista, interpretado por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), mas um deles é animado. A série vai seguir de perto a história dos quadrinhos, mostrando como Danny Rand (Jones) virou o Punho de Ferro, após uma tragédia matar seus pais e o deixar órfão ainda criança, no Himalaia. Ele só não morreu porque foi resgatado por monges de uma cidade mística que lhe ensinaram artes marciais. O detalhe é que Danny não aprendeu apenas kung fu nos 15 anos em que ficou desaparecido, como provam seus socos que brilham e arremessam portas de aço à distância. Mais obscuro dos quatro heróis que compõem o universo Marvel da Netflix, Punho de Ferro é, entretanto, o que tem uma história de origem mais bem-acabada, que se mescla numa trama de vingança, conforme ele ressurge, já adulto, para buscar o que lhe pertence: a empresa criada por seu pai e atualmente dirigido pelo sócio responsável pela morte de sua família, Harold Meachum. A trama tem até elementos de soup opera, como os herdeiros do vilão que podem ou não ser boa gente, especialmente a filha, Joy Meachum, possível interesse romântico ou inimiga de Danny. É Shakespeare com kung fu e novela, conforme delineado na trama original dos quadrinhos, escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane. De quebra, a história ainda introduz Colleen Wing, uma das principais personagens asiáticas da Marvel, mestre das artes marciais que se alia a Danny em sua luta contra a família Meachum. A adaptação foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco destaca Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) como Colleen Wing, Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum, Jessica Stroup (série “The Following”) como Joy Meachum e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como Harold Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva da Marvel, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios. Clear your mind. Embrace your power. #IronFist pic.twitter.com/DeAvAyOuXa — Iron Fist (@MarvelIronFist) February 22, 2017









