Luc Besson negocia produzir e dirigir filmes exclusivos para a Netflix
A produtora EuropaCorp, do cineasta francês Luc Besson, está em negociações com a Netflix para produzir uma série de filmes originais para a plataforma de streaming. Segundo a revista Variety, o acordo prevê que o diretor de “O Quinto Elemento” e “Lucy” comande todos os filmes, que seriam produzidos com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões. O negócio também pode levar a Netflix a adquirir uma participação na biblioteca de filmes da EuropaCorp, que inclui títulos populares como as franquias “Busca Frenética” e “Carga Explosiva”. O estúdio está enfrentando sérias dificuldades financeiras após o fracasso de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, filme mais caro já produzido na Europa, seguido por dois outros tombos colossais de filmes em que negociou direitos de distribuição: “O Círculo” e “Sua Melhor História”. Com um rombo de mais US$ 200 milhões, a EuropaCorp se desfez de sua divisão francesa de produção televisiva, mas isso não foi o suficiente. Por conta disso, Besson tem recebido propostas de interessados em comprar o estúdio. Em comunicado, a EuropaCorp confirmou que “iniciou discussões com vários parceiros financeiros e/ou comerciais para reforçar as suas capacidades financeiras”
Ministério Público exige devolução de R$ 1,4 milhão do filme Chatô, o Rei do Brasil
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou na quarta-feira (20/12) uma ação civil pública contra Guilherme Fontes Filmes Ltda, produtora responsável pelo filme “Chatô, o Rei do Brasil”, pedindo o ressarcimento de R$ 1,484 milhão. O valor é referente a contratos assinados com a Rio Filme, empresa pública vinculada à prefeitura do Rio de Janeiro. Segundo o MPRJ, a fraca divulgação da obra por uma negligência unilateral justifica o ressarcimento do valor, pago em forma de adiantamento em troca de direitos concedidos à Rio Filme. Na ação, também se pleiteia que a produtora seja condenada a indenizar a coletividade em valor a ser arbitrado pela Justiça para ser aplicado em ações de proteção aos bens públicos artísticos ou históricos. Dirigido por Guilherme Fontes, o filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que lançou a TV no Brasil. A produção levou mais de 20 anos entre o começo das filmagens em 1994 e seu lançamento em 2015. Mas foi muito bem recebido pela crítica, tornando-se o segundo filme mais premiado do Grande Prêmio Brasil do Cinema Brasileiro 2016. Foram quatro troféus, entre eles o de Melhor Ator, para Marco Ricca, intérprete de Chatô. Mesmo assim, ce acordo com nota divulgada pelo MPRJ, houve pouco caso com a produção, que foi concluída em 21 anos, após sucessivos atrasos. Além disso, a Rio Filmes firmou contratos com a produtora Guilherme Fontes Filmes Ltda nos quais se previa a entrega de uma primeira cópia do filme em 2004, mas isso só ocorreu em 2015, mais de 10 anos após o prazo estabelecido. “No decorrer desse tempo, a obra se tornou desinteressante para a população e para a Rio Filme, vindo inclusive a ser motivo de chacota entre o meio artístico e social. Tais fatos influenciaram direta e intensivamente no pouco alcance que essa produção de grande valor histórico e cultural acabou tendo com a população em geral. O que feriu, portanto, o maior objetivo que se pretendia alcançar, que era o de divulgar, da forma mais ampla possível, os relevantes fatos históricos contidos nessa obra cinematográfica”, diz o texto. De acordo com a ação, a Rio Filme teria o direito de promover e contratar, com exclusividade, a exploração econômica do filme nas salas de cinema e em outros meios de exibição. Em contrapartida, seria feito um repasse de R$ 1,06 milhão na modalidade de adiantamento sobre receita de comercialização. Tal valor seria recuperado através da retenção prioritária de 100% dos rendimentos com a comercialização da obra. Além disso, a Rio Filme destinou mais R$ 260 mil como coprodução e se comprometeu a reservar a quantia de R$ 440 mil para a cobertura de despesas com o lançamento do filme. Esta não é a primeira polêmica judicial envolvendo o filme. A produção captou cerca de R$ 8,6 milhões por meio da Lei de Incentivo à Cultura e da Lei do Audiovisual. Estes recursos seriam usados não apenas no longa-metragem, mas também em uma série de 25 documentários sobre a história da República no Brasil, exibidos pela Globosat, e em um documentário em curta-metragem sobre Assis Chateaubriand, que recebeu o título de “Dossiê Chatô”. No final de 2014, embora os demais produtos já tivessem sido finalizados, o filme estava há 20 anos em produção sem conclusão. Por conta disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que fossem estornados à Ancine (Agência Nacional do Cinema) o valor de R$ 66,27 milhões. Este seria o valor corrigido dos R$ 8,6 milhões captados. Além disso, a condenação impôs ainda duas multas de R$ 2,5 milhões cada, totalizando um débito superior a R$ 71 milhões. Dois anos mais tarde, Guilherme Fontes protocolou uma cópia da obra concluída no TCU. A corte aceitou o filme finalizado como prova dentro de um recurso que pedia a revisão da condenação. Outra ação também foi arquivada em 2015 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Neste processo, Guilherme Fontes foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa. A ação foi ajuizada em 2010 e apontava que a produção recebeu R$ 51 milhões e até então não tinha sido concluída. Também se questionou a falta das prestações de contas. Entretanto, a acusação não tinha mérito e foi retirada. O crime de improbidade administrativa deve ter sempre como réu pelo menos um agente público envolvido no ato ilícito, o que não era o caso.
Luc Besson não desistiu de filmar continuação de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
Apesar do prejuízo financeiro causado pelo fracasso de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” nas bilheterias, o diretor Luc Besson não desistiu da franquia e planeja lançar sequências menos dispendiosas, com menor investimento em efeitos visuais. Ele já escreveu os roteiros para mais dois filmes. “O preço depende da história. A história do segundo filme é mais simples”, ele contou, em entrevista ao site Collider. “É muito menos ambicioso, então… e há alguns elementos que você pode resgatar do primeiro filme. Já criamos todo o universo da franquia, então a sequência custará menos”, ele apontou. Entretanto, as críticas do filme foram unânimes em apontar que o visual deslumbrante foi o destaque e o que impediu “Valerian” de ser um desastre completo, já que interpretações e roteiros deixaram a desejar. Como “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” foi primeiro filme europeu orçado em mais de US$ 200 milhões e a bilheteria mundial ficou nesta faixa, com US$ 225 milhões de arrecadação, a produção de uma sequência precisa ser muito bem avaliada, tendo em vista a sobrevivência do estúdio EuropaCorp, que chegou a vender parte de sua divisão televisiva para pagar contas do prejuízo. Por isso, antes de se arriscar em uma nova produção, o diretor ressaltou que irá esperar para ver como o filme vai desempenhar nos mercados de Blu-ray e DVD. Se vender bastante cópias, isto pode ajudar a atrair novos investidores para produzir a continuação. “O filme segue inédito em alguns países, e conquistamos uma grande base de fãs. Isso me surpreendeu. Sempre recebo mensagens de pessoas pedindo por ‘Valerian 2’. Existe uma comunidade de fãs, o que é estimulante”, completou.
Fracasso de Valerian faz Luc Besson vender divisão televisiva francesa de seu estúdio
O fracasso de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” deixou uma conta gigantesca para a EuropaCorp, empresa do cineasta Luc Besson, diretor do filme. Como se trata do primeiro filme europeu que custou mais de US$ 200M (milhões) e a bilheteria mundial ficou nesta faixa, com US$ 225M de arrecadação, a sangria financeira virou hemorragia, ameaçando a sobrevivência do estúdio. Em seu balanço financeiro mais recente, a EuropaCorp registrou prejuízos de US$ 135M. A solução encontrada foi a venda da divisão televisiva francesa da empresa. Tudo foi resolvido internamente, com o próprio diretor da EuropaCorp Television, Thomas Anargyros, adquirindo a companhia por US$ 13M. Os valores não resolvem os principais problemas, mas ajudam a contornar dificuldades iminentes e cortam gastos de manutenção estimados em US$ 3M anuais. A venda inclui estúdios e direitos à produções francesas desenvolvidas pela EuropaCorp Television, como o thriller “No Limit” (2012), além das primeiras séries em inglês da companhia, como “Taxi Brooklyn” (2014) e “Flight of the Storks” (2012). Mas deixa intacta a divisão televisiva americana, que atualmente produz a série “Taken” e a recém-anunciada “The French Detective”.
Netflix, Spotfy e outros serviços de streaming já começam a ser taxados
O prefeito de São Paulo João Dória sancionou nesta quarta-feira (15/11), em pleno feriado, o projeto de lei que estabelece a cobrança de impostos para serviços de streaming sediados na cidade, como Netflix e Spotfy. A proposta tinha sido aprovada pela Câmera Municipal no dia 1º de novembro. Com a nova norma, as empresas do setor serão taxadas em 2,9%. A Netflix já se manifestou, afirmando em comunicado que não irá repassar o valor para os assinantes. A cobrança do ISS no setor segue a lei complementar nº 157, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, que altera a cobrança do imposto e institui a tributação dos sites de streaming por parte dos municípios onde o serviço é contratado. Dória vetou apenas um item no projeto aprovado pela Câmera: a emenda que previa isenção de taxas administrativas para igrejas na cidade de São Paulo. Foi vetada por, segundo a Prefeitura, violar o princípio constitucional da isonomia ao pedir tratamento privilegiado às igrejas.
Johnny Depp acusa parentes de tomarem empréstimos não autorizados em seu nome
O ator americano Johnny Depp acusou sua irmã, um sobrinho e amigos próximos de terem tomado “empréstimos não autorizados” em nome dele, numa disputa jurídica milionária que envolve um processo contra a empresa The Management Group (TMG), que administrava a sua carreira. No início deste ano, o astro de Hollywood acusou a TMG de “grosseira má conduta” em seus negócios, empréstimos pessoais ilegais e atividade fraudulenta. A cifra pedida pelos advogados de Depp gira em torno de US$ 25 milhões. Em contrapartida, a empresa decidiu abrir um processo contra Depp, acusando-o de calote em serviços prestados. O grupo ainda disse que a péssima situação financeira do protagonista da saga “Piratas do Caribe” se devia a seu estilo de vida de excessos, não por culpa da empresa. Em um comunicado oficial, o grupo afirmou que “em sua tentativa de não pagar suas dívidas com a TMG, Depp está conscientemente prejudicando seus familiares mais próximos, seus amigos e seus empregados.” A nota ainda diz que Depp “está alegando falsamente que eles tomaram milhões de dólares seus em empréstimos não autorizados. Não foi à toa que ele demorou meses para revelar seus nomes.” O caso está previsto para ir a julgamento no dia 15 de agosto de 2018.
Mark Wahlberg vira o ator mais bem-pago do mundo em 2017
Após divulgar os dados das atrizes mais bem-pagas de Hollywood, a revista Forbes revelou a relação dos atores. E a surpresa de ver Mark Wahlberg no topo, graças à “Transformers: O Último Cavaleiro”, só não é maior que a discrepância dos cachês de homens e mulheres na indústria cinematográfica. A distância entre a atriz mais bem-paga e o ator mais bem-pago é mais que o dobro, o que dá a dimensão da diferença salarial entre os sexos. Vencedora do Oscar 2017, Emma Stone liderou a lista feminina com US$ 26 milhões. Mark Wahlberg, por sua vez, fez US$ 68 milhões. Considerados os vencimentos de todos os atores, independente do sexo, Emma Stone aparece apenas em 15º lugar. É a primeira mulher da lista, após 14 homens, e imediatamente atrás, por sinal, de seu colega de “La La Land” Ryan Gosling. O topo do ranking inclui ainda Dwayne Johnson, que perdeu a liderança conquistada no ano passado e agora aparece em 2º lugar, seguido por seu colega da franquia “Velozes e Furiosos” Vin Diesel e por um implausível Adam Sandler, que aparentemente fez US$ 50.5 milhões em seu acordo com a Netflix. Também chama a atenção a proliferação de astros asiáticos no ranking, encabeçados pelo chinês Jackie Chan, em 5º lugar, e vários intérpretes de Bollywood, a indústria do cinema indiano. Confira abaixo a lista dos 15 atores mais bem pagos do mundo, de acordo com vencimentos compilados pela Forbes entre os dias 1 de junho de 2016 e 1 de junho de 2017. 1. Mark Wahlberg, US$ 68 milhões 2. Dwayne “The Rock” Johnson, US$ 65 milhões 3. Vin Diesel, US$ 54.5 milhões 4. Adam Sandler, US$ 50.5 milhões 5. Jackie Chan, US$ 49 milhões 6. Robert Downey, Jr., US$ 48 milhões 7. Tom Cruise, US$ 43 milhões 8. Shah Rukh Khan, US$ 38 milhões 9. Salman Khan, US$ 37 milhões 10. Akshay Kumar, US$ 35.5 milhões 11. Chris Hemsworth, US$ 31.5 milhões 12. Tom Hanks, US$ 31 milhões 13. Samuel L. Jackson, US$ 30.5 milhões 14. Ryan Gosling, US$ 29 milhões 15. Emma Stone, US$ 26 milhões
Testemunha diz que Johnny Depp foi lesado em milhões por seus empresários
A batalha legal entre Johnny Depp e seus ex-empresários ganhou um novo round com o depoimento de uma ex-funcionária da agência TMG, que afirmou em juízo que o ator foi lesado em milhões pela empresa. Depp decidiu processar a TMG em janeiro, após verificar o estado quase falimentar de suas finanças e acusar seus diretores, Joel e Robert Mandel, de tratarem seu dinheiro como se fosse deles, sem prestar contas e tomar decisões que lhe custaram boa parte de sua fortuna. Seus ex-empresários responderam à ação alegando que Depp ficou insolvente porque gastava em ritmo vertiginoso, sem o menor controle. O depoimento da ex-funcionária da empresa, Janine Rayburn, foi dado em março, mas só agora veio à público por decisão da juíza do caso, Teresa Beaudet. Segundo o site The Hollywood Reporter, a TMG tentou impedir que o sigilo dos autos fosse levantado, afirmando que o testemunho era falso e difamatório, além de ferir um contrato de confidencialidade. Mas a juíza contestou a alegação, ao dizer que não poderia haver confidencialidade num caso em que os dados financeiros são a razão do litígio. Além disso, o caso seria de interesse público e não deveria correr em sigilo. Rayburn foi gerente de contas na TMG entre 2008 e 2010, e um dos clientes que administrava era Depp. Ela diz que seu trabalho envolvia processamento de contas bancárias, depósito de cheques, registro de investimentos e a satisfação de outras necessidades do cliente. E que sua demissão se deu na época em que ela se recusou a fazer coisas que considerava anti-éticas e até ilegais, como reconhecer a assinatura de Depp num documento sem o seu conhecimento e alterar números nas demonstrações financeiras. “Eu não acredito que Johnny tenha percebido sua situação financeira”, declarou Rayburn no processo. “Pelo meu conhecimento, as demonstrações financeiras não lhe foram enviadas”. Rayburn afirmou ainda que a empresa estava usando o dinheiro de Depp para pagar as despesas pessoais de sua irmã, que trabalha na sua produtora – incluindo o casamento da filha dela, viagens e uma nova piscina – sem a permissão expressa do ator. Ela diz que questionou Christi Dembrowski, a irmã, sobre os gastos em duas ocasiões e “sua resposta foi, ele é meu irmão. Meu dinheiro é o dinheiro dele. O dinheiro dele é meu”. A TMG sustenta que Rayburn é uma “mentirosa” descontente com a empresa. “Em interrogatório, Janine Rayburn admitiu que não fazia parte da equipe da TMG que confeccionou as demonstrações financeiras da Depp e que ela não tem absolutamente nenhum conhecimento pessoal sobre o que a TMG disse à Depp sobre suas finanças”, afirmou o advogado dos empresários, Michael Kump ao THR. “A confiança de Depp nas declarações altamente especulativas de Rayburn é ridícula. Na verdade, a única conversa que Rayburn afirma ter ouvido foi quando os empresários e seus assessores discutiram os tremendos problemas de gastos de Depp, que se estendiam por pelo menos uma década”. Já os advogados de Depp revelam que contadores independentes verificaram a alteração dos demonstrativos financeiros, com o objetivo de levantar empréstimos bancários no nome do ator, que ele nunca solicitou, para pagar por serviços que ele nunca soube quanto custavam e funcionários com preço acima do mercado. Depp encerrou seu relacionamento com a TMG em 2016, pouco depois que a empresa o aconselhou a começar a liquidar ativos imobiliários para pagar suas contas. Ele então contratou uma auditoria independente, que descobriu uma suposta má conduta dos empresários em relação às suas finanças. O caso deve ouvir várias outras testemunhas, pois o julgamento final está previsto apenas para 2018.
Ex-empresário acusa Depp de não decorar falas e usar ponto eletrônico para filmar
A briga judicial de Johnny Depp contra seus ex-empresários rendeu uma revelação não muito agradável para o ator. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Depp foi acusado de não decorar suas falas para os filmes de que participa. Em vez disso, usa um ponto eletrônico para que alguém sopre para ele o que tem que falar durante as filmagens das cenas. “Ele faz questão de manter um engenheiro de som por perto para não precisar memorizar as falas”, afirmou o advogado de Michael Kump, um dos ex-empresários de Depp. Esta não é, claro, a pior revelação feita sobre a intimidade do ator nos últimos meses, mas se soma a uma série de polêmicas, que incluem um divórcio escandaloso com a atriz Amber Heard, com direito a vídeo de bebedeira, acusação de agressão e suposta violência doméstica. O ator entrou com um processo contra seus empresários por fraude em janeiro, após descobrir que estava praticamente falido. Os empresários alegaram que os problemas financeiros são resultado de gastança desenfreada. Eles dizem que o estilo de vida do ator é sem noção, “extravagante e extremo”, entre outros detalhes constrangedores, e ainda pretendem cobrar dinheiro que Depp lhes deve. O próximo lançamento do ator é “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que chega aos cinemas em 25 de maio, e ele também estará na continuação de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, previsto para novembro de 2018.
Robert De Niro engana os EUA como O Mago das Mentiras em trailer legendado
A HBO divulgou a versão legendada do trailer de “The Wizard of Lies”, que recebeu o título em português de “O Mago das Mentiras”. O filme sobre escândalo financeiro é estrelado por Robert De Niro e Michelle Pfeifer, que voltam a viver marido e mulher após “A Família” (2013). A prévia tem imagens tensas e clima muito bem construído, que demonstram porque a TV está atraindo grandes astros e cineastas. Aqui, por sinal, é uma parceria de ambos. O diretor é Barry Levinson (dos clássicos “Rain Man” e “Bugsy”). De Niro vive Bernard Madoff, cujo nome virou sinônimo de pirâmides financeiras. O empresário foi responsável por um esquema fraudulento que arruinou a vida de milhares de americanos e, é claro, lhe rendeu fortuna imensa. Madoff ganhou fama mundial ao ser preso em 2008, por ter aplicado a maior fraude financeira da história dos Estados Unidos. O filme examina o esquema criado por ele – sua fraude, mentiras e disfarce – , ao mesmo tempo em que acompanha a repercussão impiedosa do caso sobre sua esposa e filhos. “O Mago das Mentiras” tem estreia marcada para 20 de maio.
Robert De Niro vive o maior golpista da história dos EUA em trailer intenso
A HBO divulgou um trailer completo de “The Wizard of Lies”, filme sobre escândalo financeiro, estrelado por Robert De Niro e Michelle Pfeifer, que voltam a viver marido e mulher após “A Família” (2013). A prévia é contundente, com imagens tensas e clima muito bem construído, que demonstram porque a TV está atraindo grandes astros e cineastas. Aqui, por sinal, é uma parceria de ambos. O diretor é Barry Levinson (dos clássicos “Rain Man” e “Bugsy”). De Niro vive Bernard Madoff, cujo nome virou sinônimo de pirâmides financeiras. O empresário foi responsável por um esquema fraudulento que arruinou a vida de milhares de americanos e, é claro, lhe rendeu fortuna imensa. Madoff ganhou fama mundial ao ser preso em 2008, por ter aplicado a maior fraude financeira na história dos Estados Unidos. O filme examina o esquema criado por ele – sua fraude, mentiras e disfarce – , ao mesmo tempo em que acompanha a repercussão impiedosa do caso sobre sua esposa e filhos. “The Wizard of Lies” tem estreia marcada para 20 de maio.
Lego Batman escala A Grande Muralha e dá tchauzinho para A Cura nas bilheterias dos EUA
As estreias da semana não conseguiram superar os sucessos de “Lego Batman – O Filme” e “Cinquenta Tons Mais Escuros” na América do Norte. Os dois filmes mantiveram-se nas mesmas posições pelo segundo fim de semana consecutivo. A animação de “Batman” provou-se um grande sucesso doméstico, beirando os US$ 100 milhões em 10 dias de exibição, enquanto a continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” demonstra maior apelo internacional, abrindo US$ 100 milhões de vantagem sobre o rival na soma das bilheterias de todos os países. Curiosamente, enquanto a animação alcançou 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o romance erótico teve resultado inverso, com 91% de críticas negativas, e já dispara como favorito ao troféu Framboesa de Ouro 2018, como pior filme, direção, roteiro, ator, atriz e casal do ano. Em 3º lugar, “A Grande Muralha” estreou nos EUA com sucesso consolidado na China, responsável por mais de US$ 200 milhões de sua arrecadação mundial. Estrelado pelo americano Matt Damon, o filme é a principal tentativa do cinema chinês de emplacar um blockbuster internacional. Quem comanda a produção é um mestre, Zhang Yimou, que além de filmes fantásticos de artes marciais e dramas de época marcantes, comandou o espetáculo de abertura das Olimpíadas de Pequim. Repleto de monstros, acrobacias e muitos efeitos visuais, o filme é um espetáculo sensorial, mas a narrativa deixou a desejar, segundo a crítica americana, rendendo apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Cotações similares de mediocridade acompanharam as demais estreias da semana, que incluem o desastre cômico “Te Pego na Saída” em 5º lugar e o terror “A Cura”, numa implosão completa em 10º lugar. Este bis da parceria entre o diretor Gore Verbinski e o roteirista Justin Haythe repete o resultado trágico do filme anterior da dupla, “O Cavaleiro Solitário” (2013), e coloca em cheque o futuro de ambos na indústria cinematográfica americana. Haythe tem atualmente um novo roteiro ambicioso em produção, “Red Sparrow”, thriller de espionagem que será estrelado por Jennifer Lawrence. Já Verbinski está com a agenda em branco. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 34,2 milhões Total EUA: US$ 98,7 milhões Total Mundo: US$ 170,7 milhões 2. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 20,9 milhões Total EUA: US$ US$ 89,6 milhões Total Mundo: US$ 276,8 milhões 3. A Grande Muralha Fim de semana: US$ 18 milhões Total EUA: US$ 18 milhões Total Mundo: US$ 262,6 milhões 4. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 58,6 milhões Total Mundo: US$ 90,4 milhões 5. Te Pego na Saída Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 12 milhões Total Mundo: US$ 12 milhões 6. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 7,1 milhões Total EUA: US$ 142,5 milhões Total Mundo: US$ 163,8 milhões 7. Fragmentado Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 123,6 milhões Total Mundo: US$ 193,1 milhões 8. Quatro Vidas de um Cachorro Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 50,6 milhões Total Mundo: US$ 64,5 milhões 9. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 339,6 milhões 10. A Cura Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 4,2 milhões Total Mundo: US$ 8,7 milhões
Lego Batman supera bilheteria de Cinquenta Tons Mais Escuros na América do Norte
Após três semanas consecutivas de liderança do terror “Fragmentado”, as bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá) finalmente tiveram um fim de semana bastante disputado, com a estreia de três filmes no Top 3 das maiores arrecadações. “Lego Batman” foi quem abriu vantagem, conquistando o 1º lugar com US$ 55,6 milhões, US$ 9 milhões à frente de “Cinquenta Tons Mais Escuros”, que fez US$ 46,8 milhões. “John Wick – Um Novo Dia para Matar” fechou o Top 3 com US$ 30 milhões. Todos podem ser considerados bem-sucedidos. Mas apenas dois tiveram aprovação da crítica norte-americana. “Lego Batman” e “John Wick” tiveram, respectivamente, 91% e 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, que compila a nota dos críticos dos EUA e Canadá. Já a continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) foi humilhada com 9%. Isto mesmo, 10% da nota dos outros dois. “Cinquenta Tons Mais Escuros” também teve a pior nota do público, registrando B+ no CinemaScore, assim mesmo uma avaliação generosa comparada com a crítica. “Lego Batman” e “John Wick” empataram com uma nota A-. Com uma arrecadação 45% menor que o do longa original – “Cinquenta Tons de Cinza” fez US$ 85 milhões em seus primeiros três dias nos EUA – , o filme pseudo erótico/romântico não virou o blockbuster doméstico que a Universal imaginou ao encomendar uma trilogia. Mas o público internacional pagou para ver. E pagou caro. O longa rendeu US$ 100 milhões no exterior, fazendo sua receita chegar a US$ 146,8 milhões em todo o mundo. Apesar de ficar em 3º, o desempenho mais impressionante foi o de “John Wick”. Ele foi lançado em mil cinemas a menos que os outros dois, e ainda assim fez mais que “Resident Evil 6” já arrecadou em três semanas. Vale lembrar que o primeiro filme, “De Volta ao Jogo” (2014), faturou ao todo US$ 43 milhões nos EUA, quantia que a continuação deve bater em duas semanas. Dos três, apenas “John Wick” ainda não estreou no Brasil. O lançamento nacional vai acontecer na próxima quinta (16/2). Outras marcas do Top 10: “Fragmentado”, que caiu para 4º lugar, cruzou os US$ 100 milhões no mercado doméstico, enquanto “La La Land”, em 8º nos EUA, está a um passo de atingir US$ 300 milhões no mundo inteiro – o que será feito histórico para um musical. Fora do Top 10, “Resident Evil 6” chegou a US$ 25 milhões em três semanas, num desempenho digno de “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”, que saiu de cartaz nos EUA com US$ 30 milhões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 55,6 milhões Total EUA: US$ 55,6 milhões Total Mundo: US$ 92,6 milhões 2. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 46,7 milhões Total EUA: US$ US$ 46,7 milhões Total Mundo: US$ 146,8 milhões 3. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 30 milhões Total EUA: US$ 30 milhões Total Mundo: US$ 40,6 milhões 4.











