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    “Um Lugar Silencioso – Parte II” ocupa 85% dos cinemas nesta quinta

    22 de julho de 2021 /

    Quatro filmes chegam aos cinemas nesta quinta (22/7). Mas para o público casual pode parecer que há apenas uma estreia, porque a exibição de “Um Lugar Silencioso – Parte II” toma conta de 85% das telas disponíveis. Trata-se de domínio de mercado superior ao demonstrado por “Viúva Negra”, que apesar de liderar as bilheterias há duas semanas será despejado de várias salas para dar lugar ao terror. A continuação do filme de 2018 desembarca no Brasil quase dois meses após ser exibida com sucesso nos EUA, quando iniciou a lenta retomada do mercado cinematográfico. Na época, quebrou vários recordes da pandemia, posteriormente superados por “Velozes e Furiosos 9” e “Viúva Negra”. Foi também recebido de braços abertos por críticos ansiosos por uma boa estreia, atingindo 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Um exagero compreensível diante da falta de opções. Mas o filme é inferior ao primeiro. John Krasinski, que volta à direção, chega a repetir o mesmo truque de edição várias vezes para apresentar ações simultâneas, numa abordagem de Hitchcock para iniciantes. A trama revela o destino da esposa (Emily Blunt) do personagem de Krasinski (falecido no primeiro filme) e seus filhos, que agora incluem um bebê, em fuga das criaturas que reagem ao menor barulho com força extrema. Em sua jornada, a família acaba cruzando com novos personagens, entre eles os vividos por Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”), em busca de refúgio. Mas o desfecho é menos satisfatório, provavelmente levando em conta os planos para entender a franquia em mais filmes. Os lançamentos do circuito limitado são dois dramas europeus e uma produção nacional, todos premiados. “Slalom – Até o Limite” aborda o tema polêmico do abuso e assédio de menor em esporte olímpico. Ainda que esquiadores disputem os Jogos de Inverno, a presença das Olimpíadas no noticiário deixa a produção francesa em evidência. E até lembra casos que aconteceram com ginastas brasileiras – em 2018, 40 atletas acusaram o ex-técnico da seleção brasileira de abuso sexual. Baseado em experiências da própria diretora Charlène Favier, que foi atleta antes de estrear no cinema, o longa foi selecionado para o cancelado Festival de Cannes do ano passado e premiado no Festival de Deauville. “Irmãos à Italiana” é o título esquisito de “Padrenostro” no Brasil. O longa do italiano Claudio Noce rendeu a Copa Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza passado para Pierfrancesco Favino, o Padrenostro, pai do menino protagonista do filme. Além da atuação, a fotografia também é notável, ao retratar a vida reclusa no campo de uma família alvo de atentados nos anos 1970. O foco da trama, porém, é a amizade repentina do filho com outro garoto que surge do nada, e que pode ser real, imaginário, amigo de verdade ou mal-intencionado. A programação se completa com “Música para Quando as Luzes se Apagam”. Filmado há quatro anos no Rio Grande do Sul, o longa foi premiado nos festivais do Rio, Brasília, Sheffield (Inglaterra) e Nyon (Suiça). Até hoje único longa dirigido por Ismael Caneppele (também ator, escritor e roteirista de “Os Famosos e os Duendes da Morte” e “Verlust”), apresenta-se como um híbrido documental sobre a vida de uma jovem real de Lageado, que se abre em reflexões identitárias para uma artista famosa (Julia Lemertz), quando esta chega ao local para produzir uma obra. Apesar da premissa, a filmagem foi toda à base de improvisos para câmeras ligadas o tempo inteiro, resultando num trabalho experimental que ganhou coesão na montagem. Veja abaixo os trailers de todas as estreias desta quinta nos cinemas.     Um Lugar Silencioso – Parte II | EUA | Terror     Slalom – Até o limite | França, Bélgica | Drama     Irmãos à Italiana | Itália | Drama     Música para Quando as Luzes se Apagam | Brasil | Drama

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    Diretor do “Space Jam” original detona “O Novo Legado”

    21 de julho de 2021 /

    O diretor Joe Pytka, que comandou “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), juntou-se aos críticos da continuação recém-lançada pela Warner, “Space Jam: Um Novo Legado”, que chegou no fim de semana passado nos cinemas. Descrevendo o filme como “entediante”, ele disse ao site TMZ que só conseguiu terminar de assistir após cinco tentativas. Segundo Pytka, os problemas do longa começam na escalação do protagonista humano, LeBron James. “Quando fizemos o primeiro, Michael Jordan não era só o melhor jogador de basquete do mundo… Ele era uma das maiores celebridades do planeta. LeBron é um brilhante atleta e um bom ator, mas a verdade é que ele não é Michael Jordan”, comentou. Ele também considerou o elenco coadjuvante muito fraco. “Eu nem me lembro o que Anthony Davis fez no filme”, observou. Suas críticas ainda citam uma trilha sonora “insignificante”. Mas o maior problema, na sua visão, foi o que fizeram com Pernalonga. “Este novo Pernalonga não tem nenhuma conexão com o clássico, e isso foi algo que fizemos com muito cuidado no filme original. A nova versão do Pernalonga parece um daqueles bonecos de pelúcia que você compra para o seu filho em uma loja de aeroporto quando o voo está atrasado”, criticou. A imprensa americana parece concordar com Pytka. O filme dirigido por Malcolm D. Lee foi muito mal recebido pela crítica, atingindo apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, conseguiu abrir em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, superando “Viúva Negra” com arrecadação de US$ 31,6 milhões. No resto do mundo, entretanto, não foi capaz de repetir a façanha. O filme estreou em 3º lugar no Brasil.

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    “Viúva Negra” lidera bilheterias brasileiras pela segunda semana

    19 de julho de 2021 /

    “Space Jam: Um Novo Legado” não conseguiu repetir no Brasil a façanha de sua estreia nos EUA, onde liderou as bilheterias do fim de semana. Por aqui, “Viúva Negra” manteve a liderança em sua segunda semana em cartaz. O filme da heroína da Marvel arrecadou R$ 6,71 milhões entre quinta-feira (15/7) e domingo (18/7), totalizando R$ 23,19 milhões em ingressos vendidos no Brasil desde sua estreia, segundo dados da consultoria Comscore. O título que ocupa o 2º lugar no ranking nacional é “Velozes e Furiosos 9”, que faturou R$ 5,85 milhões no período, chegando a um total de R$ 51,6 milhões no país. Com isso, a estreia da semana, “Space Jam: Um Novo Legado”, ficou em 3º lugar, com uma venda de R$ 3,68 milhões em ingressos. O resultado lembra que o astro de basquete LeBron James, que estrela o filme ao lado do Pernalonga, é bem menos conhecido no mercado internacional que Michael Jordan, estrela do primeiro “Space Jam” dos anos 1990. O Top 5 nacional ainda inclui “Os Croods 2: Uma Nova Era” (R$ 1,39 milhão) e “Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio” (R$ 302 mil). Ao todo, os cinemas brasileiros tiveram público de 966,3 mil pessoas e arrecadaram R$ 18 milhões no fim de semana. A comercialização de ingressos teve uma queda de 17% na comparação com o fim de semana interior, quando 1,17 milhão de pessoas pagaram para ver filmes, recorde de público na pandemia. Ainda assim, a conta representa a segunda maior bilheteria desde março do ano passado.

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    Associação de Donos de Cinemas dos EUA ataca Disney por estratégia de “Viúva Negra”

    18 de julho de 2021 /

    A Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) divulgou um comunicado agressivo contra a Disney neste fim de semana, comemorando o fato de “Viúva Negra” ter perdido a liderança das bilheterias, com uma queda de 67% de arrecadação em relação à semana anterior. O filme foi lançado ao mesmo tempo nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+ (para locação ao preço de US$ 30 nos EUA) e a associação está culpando o modelo — chamado de “Premier Access” pela Disney — por fazer o próprio estúdio e toda a indústria cinematográfica perderem dinheiro. A nota é uma reação à divulgação do faturamento digital do filme em sua primeira semana em streaming. A Disney abalou o mercado ao revelar que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seus primeiros três dias no “Premier Access”, valor que foi comemorado pela empresa como cereja do bolo de sua iniciativa de lançamento casado entre cinemas convencionais e plataforma digital. A NATO questiona as “alegações de que essa estratégia de lançamento aprimorada na era do streaming é um sucesso para a Disney”. E tira números da cartola para dizer que o filme, que faturou US$ 80 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA, poderia ter feito muito mais. Exatamente US$ 130 milhões, segundo a associação, se tivesse chegado apenas nos cinemas. Para justificar o valor, a NATO cita o desempenho de “Velozes & Furiosos 9” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”, títulos da Universal lançados exclusivamente nos cinemas. A projeção não se sustenta, porque, para começar, os dois filmes tiveram menor bilheteria que “Viúva Negra”. Além disso, é impossível afirmar que pessoas que optaram por assistir ao título da Marvel em casa teriam ido ao cinema durante o atual momento da pandemia, com a disseminação da variante delta. A associação também diz inverdades ao afirmar que “o lucro do Premier Access não é dinheiro novo, mas foi adiantado de uma janela de VOD mais tradicional, que não é mais uma opção”. Ou seja, para a NATO, a Disney teria deixado de lucrar com um lançamento posterior em VOD ao fazer uma estreia simultânea, que eliminaria a possibilidade dos fãs reprisarem o consumo do filme mais adiante. A informação não é verdadeira por um motivo óbvio. Com o lançamento da Disney+, os títulos do estúdio só têm lançamento em VOD nas condições do “Premier Access”. Se não tivesse distribuição simultânea, “Viúva Negra” chegaria em segunda janela na Disney+ de graça para os assinantes (isto é, sem a cobrança dos US$ 30 pelo aluguel digital). Não seria, portanto, VOD (video sob demanda), mas SVOD (assinatura sob demanda). Além disso, não há comprovação de que o público de determinado sucesso cinematográfico tenha o hábito de pagar para vê-lo de novo quando é disponibilizado online. Afinal, VOD não tem o mesmo apelo do Blu-ray, que representa um objeto de coleção para os fãs. A organização finaliza sua crítica chamando atenção para o compartilhamento de senhas e downloads ilegais do filme, apontando para o fato de o lançamento digital facilitar a pirataria. A pirataria é um fator real. Mas não se pode esquecer que o fenômeno dos downloads ilegais começou com a música e hoje há impérios digitais criados em torno de plataformas musicais pagas. A própria Disney+ já tem mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo. Os principais pontos levantados pela NATO são defesas pontuais de seus interesses, como entidade dos donos de cinema – logicamente contrários às plataformas de streaming. Trata-se de uma análise parcial, que parte de premissas equivocadas e manipuladas. Por sinal, sabe que outro filme teve queda de 67% em sua arrecadação de segunda semana nos últimos meses? “Velozes & Furiosos 9”, citado como exemplo de sucesso de lançamento exclusivo no cinema pela associação. Uma queda que, pelos próprios argumentos da NATO, não foi causada por pirataria de cópias online, mas pela pandemia mesmo. Negacionismo também existe no mercado cinematográfico.

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    “Space Jam: Um Novo Legado” estreia em 1º lugar nos EUA

    18 de julho de 2021 /

    O híbrido animado “Space Jam: Um Novo Legado”, que junta o jogador de basquete LeBron James e o Pernalonga, superou expectativas ao estrear em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá, com um faturamento de US$ 31,7 milhões. A produção da Warner Bros. recebeu críticas muito negativas, atingindo apenas 31% de aprovação (podre) no Rotten Tomatoes, mas atraiu público suficiente para superar o blockbuster “Viúva Negra”, da Marvel. Com US$ 26,3 milhões, o filme da heroína vivida por Scarlett Johansson caiu para o 2º lugar, mas já soma US$ 132 milhões em 10 dias no mercado norte-americano, atingindo uma sólida bilheteria global de US$ 264 milhões nos cinemas – ou US$ 324 milhões, quando se considera os valores do aluguel digital revelados pela Disney. No exterior, o segundo “Space Jam” ficou bem abaixo do sucesso de “Viúva Negra”, arrecadando US$ 23 milhões de 54 territórios para um início global de US$ 54,7 milhões. Os valores são problemáticos para as finanças da Warner, porque os custos do filme são estimados em US$ 150 milhões somente com gastos de produção – sem contabilizar P&A, as despesas de marketing e divulgação. O Top 3 norte-americano se fecha com outra estreia da semana, “Escape Room 2”, que rendeu US$ 8,8 milhões. A continuação de terror da Sony também foi reprovado na avaliação do Rotten Tomatoes, mas foi considerado menos podre que a sequência da Warner, com 42% de aprovação. Pra quem não lembra, “Viúva Negra” teve 80% de aprovação. Único dos três ainda inédito no Brasil, “Escape Room 2” tem lançamento marcado nos cinemas brasileiros em 26 de agosto.

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    Filmes online: Final de “Rua do Medo” e as estreias do cinema em casa

    16 de julho de 2021 /

    O desfecho da trilogia “Rua do Medo” é o grande destaque do cinema em casa deste fim de semana. O formato do lançamento, com filmes disponibilizados ao longo de três sextas consecutivas, representa uma nova ruptura da Netflix no negócio cinematográfico. Em vez de esperar um ano pelo próximo capítulo, como nas produções da Marvel, o público teve que aguardar pouquíssimo tempo para ter as respostas sugeridas pela trama. A própria estrutura narrativa, com “rewind” a cada filme para explorar diferentes épocas, foi outro exemplo de criatividade. A partir de situações da coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”, a cineasta Leigh Janiak (do terror “Honeymoon”) reinventou o gênero do terror adolescente conectando velhos clichês, como o psicopata mascarado de acampamento de férias à beira de um lago, para transformar ícones conhecidos em ponto de partida para o inesperado, incluindo possessões e bruxaria. O melhor é que a história completa veio à tona em sessões de qualidade progressiva. Se o primeiro título, “Rua do Medo: 1994”, teve 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma cotação muito boa, o segundo, “Rua do Medo: 1978” atingiu 89% e o desfecho, “Rua do Medo: 1666”, chega ao streaming com impressionantes 92% de críticas positivas. É outro clichê, mas é verdade: trata-se de um filme melhor que o outro. Quem ainda quiser continuar no gênero pode se arriscar em outra opção da semana: “Iniciação”, mais um terror com psicopata mascarado acima da média – mas bem abaixo da realização da Netflix. Entre os títulos comerciais, há ainda um suspense de serial killer com grande elenco – “Pequenos Vestígios” reúne três vencedores do Oscar: Denzel Washington (“Dia de Treinamento”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) e Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) – e um besteirol brasileiro de tema sobrenatural – “Missão Cupido” é quase uma sátira da obra literária de Neil Gaiman com humor escrachado nacional. A curiosidade ainda sugere a improvável sci-fi uruguaia “Olhos Cinzentos” e sua convincente atmosfera pós-apocalíptica. Entre os destaques cinéfilos que completam a seleção, nenhum é mais premiado que “Linha Tênue”, do russo Boris Khlebnikov, que venceu nada menos que 28 troféus internacionais em festivais como Karlovy Vary, Trieste e Sochi, além do Nika (o Oscar russo) de Melhor Filme. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas nas plataformas digitais nesta semana.     Rua do Medo: 1666 | EUA | Terror (Netflix)     Iniciação | EUA | Terror (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Pequenos Vestígios | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, HBO Max, YouTube Filmes)     Missão Cupido | Brasil | Comédia (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Olhos Cinzentos | Uruguai | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play)     Shock Wave 2 | China | Ação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Linha Tênue | Rússia | Drama (NOW)     Mães de Verdade | Japão | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Aviva | EUA | Musical (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Medo de Amar | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)

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    “Viúva Negra” quebra mais recordes de bilheteria

    15 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” aumentou sua coleção de recordes da pandemia, tornando-se nesta quinta (15/7) o filme que mais rapidamente atingiu a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas desde o começo das restrições de março de 2020. O filme demorou apenas seis dias para chegar na quantia milionária, superando a velocidade de “Velozes e Furiosos 9”, que levou oito dias para atingir o mesmo valor. Apenas outros dois lançamentos conseguiram faturar US$ 100 milhões nos cinemas dos EUA e Canadá durante a era pandêmica: “Godzilla vs Kong” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Mundialmente, “Viúva Negra” também atingiu uma marca impressionante nesta quinta, ultrapassando a arrecadação de US$ 200 milhões. O longa estrelado por Scarlett Johansson já tinha registrado a melhor estreia da América do Norte durante a pandemia, com US$ 80,3 milhões no fim de semana, além de ter atingido as melhores segunda e terça-feira do período, respectivamente com US$ 7,16 milhões e US$ 7,6 milhões. Além destes valores, a Disney revelou que o filme faturou mais US$ 60 milhões em locação digital por meio da opção Premier Access da Disney+ entre sexta e o domingo passado (11/7).

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    Novo “Space Jam” é principal estreia desta quinta nos cinemas

    15 de julho de 2021 /

    O híbrido animado “Space Jam: O Novo Legado” é o principal lançamento desta quinta (15/7) nos cinemas, ocupando 650 telas com a missão de manter o “legado” do primeiro filme, que marcou o encontro de Pernalonga com Michael Jordan na década de 1990. A história é praticamente a mesma, com LeBron James escalado para liderar um time formado pelos Looney Tunes num jogo de basquete espacial. Mudaram alguns detalhes – em vez de salvar o mundo, o objetivo agora é salvar vida do filho do atleta – e o visual dos desenhos, desta vez criado por CGI (animação computadorizada), refletindo a evolução tecnológica dos últimos 25 anos. Além disso, há mais sinergia em relação às propriedades da Warner. Mas o principal apelo da produção é assumidamente a nostalgia do original. O curioso é que, embora muitos lembrem de “Space Jam” de forma saudosa, o filme de 1996 não foi uma unanimidade crítica, com apenas 44% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A continuação foi considerada ainda pior, abrindo com 38%, uma cotação muito ruim, que dificulta sua luta nas bilheterias contra o blockbuster “Viúva Negra”, que no último fim de semana se tornou o maior sucesso do cinema desde “Star Wars: A Ascensão Skywalker” em 2019. “Viúva Negra” ainda ocupa a maioria dos cinemas no Brasil, após um lançamento com o dobro de telas na quinta passada – 1,4 mil salas. Não só isso: “Velozes e Furiosos 9” também continua em cartaz e “Um Lugar Silencioso – Parte 2” entrou em pré-estreias. Refletindo a disputa por espaço, a semana tem apenas mais duas estreias: um documentário português sobre o choque cultural pós-Revolução dos Cravos nos anos 1970 e um drama francês carregado de metalinguagem, ambos em circuito limitado. Lançado no Festival de Cannes de 2019, “Sibyl” revela um set de filmagens pelo olhar de uma psicóloga ambiciosa, descortinando um triângulo entre um par romântico que já ficou junto na vida real e a diretora que namora o ator principal. O filme de Justine Triet tem como principal atrativo o excelente elenco formado por Virginie Efira (“Elle”), Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor mais Quente”), Gaspard Ulliel (“Saint Laurent”) e Sandra Hüller (“Toni Erdmann”). Produzido no mesmo ano, “Prazer, Camaradas!” foi exibido no Festival de Londres de 2019. Confira abaixo os trailers dos três filmes que entram em cartaz no fim de semana.     Space Jam – Um Novo Legado | EUA | Animação     Sibyl | França | Drama     Prazer, Camaradas! | Portugal | Documentário

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    “Viúva Negra” leva público brasileiro de volta aos cinemas

    12 de julho de 2021 /

    Os cinemas brasileiros atingiram neste fim de semana sua maior lotação desde o começo das restrições da pandemia, em março de 2020, com 1,17 milhão de pessoas nas salas de exibição. Foi a primeira vez que mais de 1 milhão compraram ingressos durante a pandemia, gerando uma arrecadação de R$ 21,93 milhões em bilheteria, segundo dados da consultoria Comscore. O desempenho se deve à estreia do blockbuster “Viúva Negra”, que marca a volta da Marvel aos cinemas após dois anos. O filme foi o mais assistido do período, visto por 621,2 mil espectadores e responsável por R$ 11,7 milhões em ingressos vendidos. Por curiosidade, o público restante praticamente só viu mais um filme, “Velozes e Furiosos 9”, que levou 393,1 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 7,1 milhões. “Viúva Negra” liderou as bilheterias de vários países do mundo em seu lançamento mundial, mesmo tendo sido disponibilizado simultaneamente na plataforma Disney+ por um preço extra para assinantes. A Disney, por sinal, surpreendeu ao revelar quanto o filme faturou em streaming: US$ 60 milhões. Somando a bilheteria dos cinemas, a produção estrelada por Scarlett Johansson faturou US$ 219 milhões mundiais em seus primeiros quatro dias de exibição.

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    “Viúva Negra” quebra recordes e faz História como primeiro blockbuster do streaming

    11 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” entrou para a História do mercado cinematográfico neste domingo (11/7). Para começar, o filme quebrou todos os recordes da pandemia com uma bilheteria de US$ 80,3 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA. Trata-se da estreia cinematográfica mais bem-sucedida da América do Norte desde “Star Wars: A Ascenção de Skywalker” em dezembro de 2019 – três meses antes da crise sanitária. Mas não foi só isso. A Disney surpreendeu o mercado ao abrir a caixa preta de sua plataforma online e anunciar que “Viúva Negra” contabilizou mais US$ 60 milhões no Disney+ Premier Access – o valor seria mundial – , tornando-se o primeiro blockbuster do streaming. A iniciativa de anunciar os rendimentos de VOD não tem precedentes e pode prenunciar uma nova prática, capaz de redefinir a forma como o mercado contabiliza “bilheterias”. A TV americana já anuncia, há anos, o desempenho de seus conteúdos em “outras plataformas” para revelar o verdadeiro alcance de seus sucessos. “Viúva Negra” ainda faturou mais US$ 79 milhões no mercado internacional, apesar de não ter sido lançada na China – que só tem filmes patrióticos em cartaz para celebrar os 100 anos do Partido Comunista do país. Assim, são US$ 149 milhões de arrecadação mundial exclusiva dos cinemas. Mas, incluindo o streaming, a conta já está em US$ 219 milhões. São números impressionantes, que respaldam a iniciativa da Disney de lançar o filme simultaneamente nos cinemas e na Disney+. “O forte desempenho da ‘Viúva Negra’ neste fim de semana confirma nossa estratégia de distribuição flexível, de disponibilizar filmes de franquia nos cinemas para uma verdadeira experiência cinematográfica e, como as preocupações da covid globalmente, oferecendo opções aos consumidores que prefiram assistir em casa no Disney Plus”, ponderou o presidente de distribuição de mídia e entretenimento da Disney, Kareem Daniel, em comunicado.

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    “Viúva Negra” tem maior estreia da pandemia nos EUA

    10 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” teve a maior de estreia de cinema dos EUA desde o começo da pandemia em março passado. Em seu primeiro dia de exibição, na sexta-feira (9/7), o filme arrecadou US$ 39,5 milhões, ultrapassando com folga as marcas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 29,8 milhões) e “Um Lugar Silencioso 2” (US$ 19,3 milhões). O começo foi tão forte que superou até mesmo o desempenho da grande maioria dos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) antes da pandemia, como “Thor” (US$ 25 milhões), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 31,8 milhões), “O Incrível Hulk” (US$ 21,4 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 25,7 milhões), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 36,9 milhões), “Homem de Ferro” (US$ 35,2 milhões), “Homem-Formiga” (US$ 22,6 milhões), “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 33,7 milhões), “Doutor Estranho” (US$ 32,5 milhões), “Guardiões da Galáxia” (US$ 37,8 milhões) e até o recente “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 39,2 milhões). Por sinal, bateu até mesmo a estreia de “Mulher-Maravilha” (US$ 38,2 milhões) da rival DC Comics – sem contar a continuação lançada durante o pico da covid-19 (US$ 7,4 milhões). Os números são ainda mais impressionantes porque, ao contrário dos filmes citados acima, “Viúva Negra” foi lançado simultaneamente nos cinemas e em streaming, disponibilizada pela plataforma Disney+ por uma taxa adicional. Além disso, nem todas as salas de exibição estão abertas nos EUA, e as que estão funcionando ainda sofrem restrições de lotação devido à covid-19. Os resultados indicam que o público estava sentido falta de filmes de super-heróis da Marvel nos cinemas. O último lançamento do estúdio antes de “Viúva Negra” já tinha dois anos (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além disso, os fãs pediam um longa solo da personagem de Scarlett Johansson desde a época do primeiro “Os Vingadores” de 2012. E o fato de abrir com arrecadação recorde em plena pandemia demonstra como a demora em produzir “Viúva Negra” foi o maior erro estratégico do Marvel Studios até o momento, levando-o a entrar em cartaz “postumamente” – após a morte da heroína em “Vingadores: Ultimato”. As projeções para domingo (11/7) indicam que “Viúva Negra” vai bater mais um recorde: maior bilheteria de fim de semana da pandemia com uma arrecadação entre US$ 80 e 90 milhões. A expectativa para o mercado internacional é que o longa chegue, de cara, a US$ 150 milhões de arrecadação mundial. E isto sem a China, maior polo consumidor do cinema atual, que bloqueou estreias estrangeiras durante o mês de julho para promover apenas filmes patrióticos em comemoração ao centenário do Partido Comunista no país. Os resultados devem pressionar Kevin Feige, o chefão da Marvel, a produzir uma continuação. Os fãs, claro, vão querer que Johansson faça parte deste projeto. Mas seja qual for a decisão, Feige deve manter segredo – como de praxe – sobre os próximos passos da franquia.

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    Filmes online: “Viúva Negra” e as estreias pra ver em casa

    9 de julho de 2021 /

    Em cartaz nos cinemas, “Viúva Negra” também é destaque em streaming, disponibilizada na plataforma Disney+ a partir desta sexta-feira (9/7) por um preço extra – salgados R$ 69,90, além da assinatura mensal do serviço. O valor elevado paga a segurança de ver um dos melhores filmes da Marvel sem a tensão extra representada pela pandemia na cadeira ao lado. Emocionante e repleto de ação, não é à toa que o trabalho da diretora australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) tenha 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas apesar de lançar Yelena Belova, personagem de Florence Pugh (“Midsommar”), que encerra a projeção como nova favorita dos fãs, os méritos da produção só reforçam o equívoco da Marvel por demorar a dar à personagem de Scarlett Johnsson um filme solo. “Viúva Negra” merecia ter vindo bem antes e nunca como epitáfio da heroína. Há outro sucesso do cinema na programação digital. “Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio” se sustenta no bom desempenho de Patrick Wilson e Vera Famiga como o casal de investigadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren, mas é o mais fraco da trilogia de horror por trocar as casas mal-assombradas por uma trama de tribunal – um caso de assassinato causado por suposta possessão demoníaca, que foi realmente levado à julgamento nos Estados Unidos. Fãs do gênero têm ainda “Rua do Medo: 1978”, segunda parte de outra trilogia – baseada na obra de R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil” e autor também de “Goosebumps”. Por outro lado, é preciso avisar que “Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas”, apesar do título, é uma sci-fi para apreciadores do cinema de arte europeu – o que significa mais sexo, mais atmosfera e menos ação que as produções de Hollywood – , com oito prêmios no circuito dos festivais. A lista traz outros três filmes premiados: “Jeannette: A Infância de Joana D’Arc”, um musical heavy metal medieval do diretor francês Bruno Dumont (“Camille Claudel 1915”); “White on White”, sobre a arte das fotografias antigas, que deslumbra o olhar; e “Simpatia para o Diabo”, centrado no esforço de correspondentes de guerra. Tem mais. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana.     Viúva Negra | EUA | Ação (Disney+)     Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio | EUA | Terror (Apple TV, Google Play, HBO Max, NOW, Vivo Play)     Rua do Medo: 1978 | EUA | Terror (Netflix)     Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas | Sérvia | Sci-fi (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Homem Água | EUA | Aventura (Netflix)     Jeannette: A Infância de Joana D’Arc | França | Musical (MUBI)     White on White | Espanha | Drama (MUBI)     Simpatia para o Diabo | Canadá | Drama (Reserva Imovision)     Juntos Mas Separados | EUA | Comédia (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Erasmo 80 | Brasil | Documentário (Globoplay)

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    “Viúva Negra” estreia em 75% dos cinemas do Brasil

    8 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” é a grande estreia dos cinemas neste fim de semana, ocupando 1,4 mil salas – ou cerca de 75% do parque exibidor atualmente em funcionamento no país. O circuito claramente aposta nos fãs da Marvel para retomar as lotações esgotadas. Só que vai enfrentar a concorrência direta do próprio filme em streaming. A produção está sendo disponibilizada na plataforma Disney+ a partir de sexta-feira (9/7) por um preço extra. Quanto a mais? A bagatela de R$ 69,90, além da assinatura mensal do serviço. O valor elevado, inclusive, tende a fazer muitos darem preferência à sessão de cinema, apesar da pandemia. O filme tem recebido críticas entusiasmadas e está com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. É considerado mais um acerto do Marvel Studios e confirmação da grande capacidade de Kevin Feige, o chefão do estúdio, para encontrar cineastas independentes capazes de surpreender ao trabalhar com blockbusters. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), a trama é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha (Scarlett Johansson) após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Além de cenas intensas de ação, o filme ainda transforma Yelena Belova, a personagem de Florence Pugh (“Midsommar”), em nova favorita dos fãs. À margem das grande redes, a programação exibe mais seis filmes. Os destaques são o premiado drama europeu “O Charlatão”, da renomada cineasta polonesa Agnieszka Holland (“Filhos da Guerra”), sobre a história verídica de um curandeiro gay em conflito com o regime soviético, o romance português “Pedro e Inês”, que atravessa séculos e vai da era medieval ao futuro, e um documentário brasileiro sobre o falecido ator Flávio Migliaccio. Confira abaixo os trailers de todas as estreias.     Viúva Negra | EUA | Aventura     O Charlatão | República Tcheca, Polônia | Drama     Pedro e Inês | Portugal | Romance     Knives and Skin | EUA | Drama     Chico Ventana Também Queria Ter um Submarino | Uruguai | Fantasia     Hava, Maryam, Ayesha | Afeganistão | Drama     Migliaccio – O Brasileiro em Cena | Brasil | Documentário

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