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    Festival In-Edit vai de Elis Regina a Rita Lee em sua 15ª edição

    15 de junho de 2023 /

    O In-Edit, Festival Internacional do Documentário Musical, chegou em sua 15ª edição. O evento reúne uma seleção de filmes nacionais e internacionais, que serão disponibilizados nas salas de cinema de São Paulo e também online até o dia 25 de junho. Reunindo longas e curta-metragens, o festival de documentários apresenta mais de 60 títulos, que incluem filmes inéditos e também produções clássicas. Artistas como Tom Jobim, Elis Regina, Rita Lee, e até Michael Jackson estão entre as personalidades retratadas nas obras. As sessões presenciais ocorrem na capital paulista nas salas do CineSesc, Cinemateca Brasileira, Spcine Olido, Spcine Paulo Emílio (CCSP) e Cine Cortina. O acesso às exibições é gratuito, com exceção do CineSesc, com ingressos que partem de R$ 8. Para a entrada franca nas sessões presenciais é necessário fazer a retirada dos ingressos na bilheteria uma hora antes do início de cada sessão. Com parte de sua programação, os títulos estarão disponíveis de forma gratuita e on-demand (sob demanda) em quatro serviços de streaming, sendo eles Sesc Digital, Itaú Cultural Play, Spcine Play e In-Edit Brasil TV. Além das exibições de filmes, o festival também oferece uma série de conteúdos exclusivos com foco cultural. Isso inclui entrevistas com cineastas, homenagens, uma feira de discos de vinil e shows ao vivo.   Documentário sobre Elis Regina concorre ao prêmio principal Assim como outros festivais de cinema, o In-Edit também tem uma competição, definida por um júri. Dentre os filmes que concorrem este ano, destaca-se o documentário “Elis & Tom, Só Tinha que Ser com Você”. Dirigido por Roberto de Oliveira e Jom Tob Azulay, a produção mostra os bastidores da gravação do “Elis & Tom”, o álbum histórico de Elis Regina e Tom Jobim lançado em 1974. O longa de 1h20min traz as filmagens inéditas de uma câmera 16mm, que foram restauradas em 4K. A competição também inclui “Famoudou Konaté – The King of Djembe”, “Fausto Fawcett na Cabeça”, “Frevo Michiles”, “Miúcha, a Voz da Bossa Nova”, “Peixe Abissal”, “Terruá Pará” e “Villa-Lobos em Paris”.   De Pink Floyd a Backstreet Boys Entre os destaques internacionais, o documentário “Sonic Fantasy”, do diretor espanhol Saúl Benejama, vai mostrar a história por trás da gravação de “Thriller”, álbum do cantor que impactou não somente a música pop, mas toda a indústria musical. A programação também inclui “Have You Got It Yet? The Story of Syd Barrett and Pink Floyd”. Dirigido por Roddy Bogawa e Storm Thorgerson, a produção conta a história do músico Syd Barrett, fundador da icônica banda de rock Pink Floyd que acabou em um hospício. Fãs da banda americana Backstreet Boys serão contemplados com o documentário “Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of”, do diretor Stephen Kijak. O projeto aborda desde a infância até a fase adulta dos integrantes do grupo, que foi um fenômeno adolescente nos anos 1990. Entre altos e baixos, eles seguem juntos até hoje – e realizaram shows no Brasil em janeiro deste ano. E não falta nem rap, com um filme sobre o rapper XXXTENTACION, que foi assassinado em 2018. O documentário “Look At Me: XXXTENTACION” é dirigido por Sabaah Folayan e vai mostrar a vida tumultuada do artista acusado de diversos crimes antes de sua morte.   Diferentes estilos ao redor do mundo Apesar de enfatizar produções sobre artistas da música pop, o festival também é uma oportunidade para o público conhecer novos sons e histórias. Entre eles, estão “La danza de Los Mirlos”, do diretor Álvaro Luque, que apresenta uma banda que toca cumbia amazônica psicodélica do Peru. Outro é “Max Roach: The Drum Also Waltzes”, dirigido por Samuel Pollard e Ben Shapiro, uma biografia do lendário baterista de jazz que explora suas lutas pessoais e políticas, bem como o legado que deixou.   Homenagem a Rita Lee encerra o festival Encerrando a vasta programação, o In-Edit presta homenagem a Rita Lee, que faleceu no mês passado, com exibição do documentário “Ovelha Negra”, de 2007. O longa de 79 minutos foi dirigido por Roberto de Oliveira e conta a trajetória da roqueira, passando pela sua infância, família, escola, os Mutantes, o Tropicalismo e a parceria com a banda Tutti Frutti. A exibição será responsável por fechar o festival no dia 25 de junho em uma sessão especial na Cinemateca Brasileira. Vale lembrar que, além das exibições de filmes, o festival também oferece uma série de atividades paralelas, que ocorrem em diversos pontos da cidade de São Paulo. Eventos e feiras, bem como os horários e salas de exibição dos filmes podem ser conferidos em detalhes na programação do site oficial: https://br.in-edit.org.

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    “The Flash” tem lançamento de blockbuster nos cinemas

    14 de junho de 2023 /

    O aguardado filme “The Flash” chega em 1,3 mil salas de cinema nesta quinta (15/6), marcando o sexto lançamento em estilo blockbuster no país desde o mês de maio. Antes do longa de super-herói da DC/Warner Bros, vieram “Transformers: O Despertar das Feras” com estreia em 1,1 mil telas, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” em 1,5 mil, “A Pequena Sereia” em 1,4 mil, “Velozes e Furiosos 10” em 1,7 mil e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 1,6 mil. Detalhe: o Brasil tem aproximadamente 3,2 mil telas em seu circuito exibidor e todos esses blockbusters ainda estão em cartaz. Por conta disso, as demais estreias da semana visam exclusivamente o circuito alternativo. A maioria são documentários, inclusive duas produções sobre integrantes do grupo BTS, fenômeno do K-Pop. Confira todas as estreias abaixo.   | THE FLASH |   A nova incursão no multiverso dos super-heróis dividiu a crítica, após ser propagandeada como a melhor adaptação da DC Comics de todos os tempos. Não chegou nem perto do hype plantado pela Warner Bros, embora o filme dirigido por Andy Muschietti, conhecido pelo terror “It – A Coisa”, faça realmente a despedida do Snyderverso (os heróis da Liga de Justiça de Zack Snyder). O roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) adapta um dos arcos mais famosos dos quadrinhos da editora, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). No filme, o velocista interpretado por Ezra Miller volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Entre os eventos inesperados, ele encontra uma versão mais jovem de si mesmo (também interpretada por Miller) e, ao mesmo tempo, se depara com um mundo em que a Liga da Justiça nunca existiu. Para piorar, como Superman nunca chegou a Terra, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon, repetindo seu papel de “O Homem de Aço”). Assim, cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991), ele consegue encontrar e liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. A narrativa centrada em viagens no tempo e universos alternativos pode remeter a sucessos como “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, mas a trama sofreu horrores com suas inúmeras refilmagens, que acrescentaram e tiraram personagens, salvaram e mataram heróis, porém deixaram o fan service mais rejeitado de todos os tempos, em que o Flash tem visões de diferentes versões dos personagens da DC – inclusive de filmes que nunca saíram do papel, mas não de sua bem-sucedida versão da TV. O resultado é um filme caríssimo que arrecadou muito pouco, um fracasso retumbante de público e crítica. O que só aumenta a tristeza por seus pontos positivos, em especial a descoberta de Sasha Calle como Supergirl, que, infelizmente, após a fraca bilheteria, não deve ser reaproveitada no futuro da DC planejado pelos novos chefões do estúdio no cinema. Ela é o principal motivo para recomendar a ida ao cinema.   | MEDUSA DELUXE |   A exótica comédia britânica é ambientada em uma competição regional de cabeleireiros e se desenvolve após o assassinato macabro de um dos competidores, com o crime provocando uma cadeia de suspeitas, fofocas e intrigas entre os cabeleireiros, modelos e seguranças presentes. Com visual arrojado e audácia narrativa, a estreia do diretor Thomas Hardiman encantou a crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes – houve até comparações com o cinema de Pedro Almodóvar. Os papéis principais são vividos por Clare Perkins (“A Roda do Tempo”) e Harriet Webb (“Succession”), rivais na disputa diretas na disputa pelo penteado mais ousado da competição.   | A HISTÓRIA DA MINHA MULHER |   O capitão de um navio faz uma aposta em um café com um amigo de que casará com a primeira mulher que entrar. E dá sorte: a esposa desconhecida é vivida por ninguém menos que Léa Seydoux (“007: Sem Tempo para Morrer”). A atração é visível e mútua. Mas a suspeita de infidelidade ameaça condenar o capitão à loucura. A direção é da húngara Ildikó Enyedi, indicada ao Oscar e vencedora do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “De Corpo e Alma” (2017). E o elenco ainda destaca Gijs Naber (“A Espiã”) como o capitão e Louis Garrel (“Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”) como a fonte de seu ciúmes.   | BEM-VINDOS DE NOVO |   O primeiro documentário de Marcos Yoshi, diretor e personagem, retrata a trajetória imigratória de sua família. O filme registra o reencontro de pai e filhos, descendentes de japoneses afetados pelo fluxo imigratório entre Brasil e Japão, conhecido como fenômeno dekassegui, depois de 13 anos de separação.   | REMOÇÃO |   Dez anos antes de fazer a novela “Todas as Flores”, o diretor Luiz Antônio Pilar se juntou a Anderson Quack (“Vai Dançar”) para realizar esse documentário sobre o processo de remoção das favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 1960 e 1970, que deram origem a primeira experiência de criação dos conjuntos habitacionais de Vila Kennedy, Vila Aliança, Cidade de Deus, Cidade Alta, em Cordovil; Dom Jayme Câmara, em Padre Miguel e a Cruzada São Sebastião, no Leblon. O filme de 2013 finalmente estreia nos cinemas.   | PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL |   O documentário aborda a vida e a obra de um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil. A direção é de Rodrigo Portela (do curta “Reflexos”).   | SUGA – ROAD TO D-DAY |   | J-HOPE – IN THE BOX |   As duas produções da Disney+ sobre integrantes do BTS ganham exibição limitada nos cinemas. Os documentários focam os processos criativos de Suga e J-Hope, que encaram os desafios da carreira solo durante a pausa do grupo fenômeno do K-Pop. As produções têm várias cenas de viagens internacionais, com destaque para a apresentação de J-Hope no Lollapalooza norte-americano. Ambos estão disponíveis em streaming.

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    Cinemas brasileiros registram maior público do ano

    12 de junho de 2023 /

    Os cinemas brasileiros registraram seu maior público do ano neste final de semana, com 2,69 milhões de ingressos vendidos. De acordo com dados da Comscore, os filmes em cartaz arrecadaram ao todo R$ 58,99 milhões entre quinta-feira e domingo (11/6). Os números superam o melhor desempenho registrado anteriormente, ocorrido no final de maio, quando 2,63 milhões de pessoas compareceram às salas nacionais. O aumento expressivo de público foi impulsionado pelo feriado de Corpus Christi.   Liderança na bilheteria O filme que mais vendeu ingressos foi “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”. De forma impressionante, a sequência da animação não perdeu público e manteve a mesma arrecadação da semana anterior, R$ 16,7 milhões, vista por 813 mil pessoas em dois fins de semana em cartaz. Ao todo, o filme já foi assistido por mais de 2 milhões de brasileiros. “A Pequena Sereia” também manteve o 2º lugar. Opção de 740 mil pessoas, o remake live-action da Disney gerou uma renda de R$ 16,48 milhões em sua terceira semana em exibição.   A Estreia de “Transformers: O Despertar das Feras” Em sua semana de estreia, “Transformers: O Despertar das Feras” gerou uma receita de R$ 12,3 milhões, com um público de 540 mil espectadores. Esse desempenho colocou o novo longa da franquia dos carros-robôs em 3º lugar no Brasil, em contraste com seu desempenho mundial. O novo “Transformers” liderou as bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com uma abertura de US$ 60,5 milhões. Mas no Brasil foi lançado em menos salas que os blockbusters concorrentes. A distribuição impactou seu desempenho nacional.   O resto do Top 5 “Velozes e Furiosos 10”, responsável pela maior estreia brasileira em 2023, caiu para 4º lugar em seu terceiro fim de semana, com faturamento de R$ 10,65 milhões e 469 mil espectadores. Seu total impressionante é de US$ R$ 124 milhões no Brasil. Fechando o top 5 das bilheterias milionárias da semana, “Guardiões da Galáxia vol. 3” registrou R$ 1 milhão em bilheteria. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do Brasil.   1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO |   2 | A PEQUENA SEREIA|   3 | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS |   4 | VELOZES E FURIOSOS 10 |   5 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |

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    Transformers vencem Homem-Aranha nas bilheterias dos EUA

    11 de junho de 2023 /

    A estreia de “Transformers: O Despertar das Feras” venceu uma difícil disputa de blockbusters no fim de semana nos EUA e Canadá. Com uma abertura de US$ 60,5 milhões, conseguiu ultrapassar “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” e liderar as bilheterias. A retomada da franquia de brinquedos da Hasbro também teve um começo forte em todo o mundo, com uma arrecadação global inicial de US$ 170,5 milhões, incluindo US$ 40 milhões na China, o que representa um fim de semana inaugural muito melhor do que a maioria dos filmes recentes de Hollywood. A nova produção da Paramount é considerada uma sequência direta de “Bumblebee” de 2018 e um prólogo dos primeiros filmes em live-action dos “Transformers”. Sob a direção de Steven Caple Jr., o longa chegou após um hiato de cinco anos da franquia, e conseguiu superar as estreias das duas últimas sequências, “Bumblebee” (US$ 21,6 milhões) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (US$ 44,6 milhões).   O recorde do Homem-Aranha Em 2º lugar, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” faturou mais US$ 55 milhões na América do Norte e se consagrou como um grande sucesso dos cinemas, com US$ 226 milhões no mercado doméstico e US$ 390 milhões mundiais. Sucesso recordista, na verdade. Com apenas 10 dias em cartaz, o filme já ultrapassou o faturamento doméstico e mundial de seu antecessor, “Homem-Aranha no Aranhaverso” (US$ 384,2 milhões), tornando-se a animação de maior bilheteria da história da Sony.   Os sucessos da Disney O remake live-action de “A Pequena Sereia” ficou em 3º lugar nos EUA com US$ 22,7 milhões, atingindo US$ 228 milhões domésticos e US$ 414 milhões mundiais em seu terceiro fim de semana de exibição. Os valores correspondem, aproximadamente, ao que a Disney gastou para produzir (US$ 250 milhões) e divulgar (US$ 140 milhões) o filme, mas, como metade da arrecadação fica com os donos dos cinemas, “A Pequena Sereia” teria que render o dobro para se pagar. Sem o mesmo problema, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” vem em 4º lugar (com mais US$ 7 milhões) para chegar em US$ 806 milhões globalmente, a segunda maior bilheteria mundial do ano – atrás apenas do US$ 1,3 bilhão de “Super Mario Bros. – O Filme”. O Top 5 norte-americano se completa com o terror “Boogeyman – Seu Medo é Real”, com US$ 6,9 milhões. Em 10 dias de exibição, o filme – que também é produção da Disney, via 20th Century Studios – soma US$ 24,7 milhões domésticos e US$ 39,6 milhões mundiais.   O desempenho de “Velozes e Furiosos 10” Embora tenha caído para 6º no ranking semanal dos EUA, “Velozes e Furiosos 10” já virou um fenômeno global. O filme atingiu US$ 138 milhões no mercado doméstico. No entanto, foi no mercado externo que realmente brilhou, ultrapassando a marca de US$ 500 milhões. Em todo o mundo, o thriller de ação da Universal já soma US$ 652,8 milhões, a terceira maior bilheteria de 2023. Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS |   2 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO |   3 | A PEQUENA SEREIA |   4 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   5 | BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL |

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    Bruna Marquezine tem destaque no novo pôster de “Besouro Azul”

    9 de junho de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou novos pôsteres de “Besouro Azul” com uma novidade. Um deles destaca a participação de Bruna Marquezine, que faz sua estreia em Hollywood. Vale lembrar que o primeiro pôster do filme foi divulgado durante a CCXP22, em dezembro do ano passado, com a presença de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”) e Bruna, mas a imagem trazia apenas o super-herói do título. Conheça a história de “Besouro Azul” Na trama, Bruna vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña, pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do personagem nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O poderoso vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), George Lopez (“Spare Paris”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”), Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã e a cantora Becky G (“Power Rangers”) como a voz de Khaji-Da, a forma de vida alienígena que serve de traje para o Besouro Azul. A estreia vai acontecer em 17 de agosto no Brasil. BESOURO AZUL! O poster oficial de #BlueBeetle já está entre nós 💙 Reconhecem alguém especial aí? Pode entrar, Bruna Marquezine, a dona do meu coração! 🥺 pic.twitter.com/NOJgENOcCK — Warner Channel Brasil (@WarnerChannelBR) June 8, 2023

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    “Transformers: O Despertar das Feras” é o blockbuster da semana nos cinemas

    8 de junho de 2023 /

    A temporada de blockbusters segue em cartaz com a estreia de “Transformers: O Despertar das Feras” em 1,1 mil telas. O longa da franquia dos carros-robôs se junta a “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, “Velozes e Furiosos 10” e “A Pequena Sereia” na programação atual dos cinemas, que ainda recebem lançamentos europeus e nacionais em circuito limitado, além da transmissão da final da Copa UEFA Champions League 2023 no sábado (10/6), com show de Anitta. Confira abaixo os filmes que estreiam nesta quinta (8/6).   | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS |   A franquia “Transformers” é revivida num filme melhor que os anteriores, graças a um equilíbrio maior entre a ação robótica e seu enredo humano. A volta dos robôs gigantes tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”) e se baseia em “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Evocando a época, a produção é ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994 – e é cheia de referências do hip-hop. A trama segue Noah Diaz, um ex-militar interpretado por Anthony Ramos (“Em um Bairro de Nova York”), que acaba se envolvendo com os Autobots quando participa de um assalto e descobre que o Porsche que está roubando é, na verdade, o Autobot Mirage. Noah e uma pesquisadora (Dominique Fishback, de “Judas e o Messias Negro”) encontram o artefato cobiçado pelos vilões – capaz de destruir o mundo – e unem forças para ajudar os Autobots a achar a outra metade dessa chave no Peru. Uma novidade na franquia são os Maximals, robôs com características de animais. Assim como os transformers originais, os novos personagens também se dividem em facções rivais. Os Maximals são as versões animais dos Autobots, e a trama envolve um pedido de ajuda desses animais-robôs aos carros-robôs para “proteger o lar que dividimos” contra a ameaça dos Terrorcons e a chegada do Unicron, um monstro devorador de planetas. E entre os personagens alistados nessa luta estão velhos conhecidos do público, como Bumblebee (com o visual de seu filme solo) e Optimus Prime, além personagens das séries animadas, como Arcee (a Autobot feminina) e Mirage. O elenco também conta com Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Michelle Yeoh (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Pete Davidson (“Morte, Morte, Morte”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Michaela Jaé Rodriguez (“Pose”), Cristo Fernández (“Ted Lasso”), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe – quase todos como dubladores dos robôs.   | TRÊS MULHERES – UMA ESPERANÇA |   Inspirado em eventos reais, o drama europeu é ambientado nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial, após um trem carregado de prisioneiros judeus ser abandonado por soldados nazistas em fuga das tropas soviéticas. Interceptados pelos comunistas, os passageiros famintos e doentes encontram refúgio numa pequena aldeia alemã sob controle do Exército Vermelho. A protagonista do filme, Simone (Hanna van Vliet, de “Anne+: O Filme”), é instruída pela líder comunista Vera (interpretada por Eugénie Anselin, de “Nós Duas”) a morar na casa de uma órfã chamada Winnie (Anna Bachmann, de “Loverboy”), que teve os pais assassinados durante a invasão. A situação é complicada pela epidemia de tifo que os soviéticos tentam controlar. Enfrentando circunstâncias difíceis, as três mulheres acabam unindo seus destinos, enquanto cada uma enfrenta suas próprias injustiças e tormentos. Roteiro e direção são da holandesa Saskia Diesing (“Nena”).   | UMA VIDA SEM ELE |   O filme francês traz Isabelle Huppert (“Elle”) como uma mulher independente, com um espírito livre e aventureiro, que um dia se depara na rua com seu primeiro amor. Diante do encontro fortuito, ela decide não contar que, há muitos anos, engravidou dele e teve um filho. Enquanto esconde sua história, os flashbacks revisitam sua vida: sua juventude empolgante (quando é vivida por Freya Mavor, de “Industry”), seu sucesso profissional, seus amores conturbados e sua relação com o filho. Uma vida de melodrama, com direção de Laurent Larivière (“Alice”).   | DEMÔNIO DOS MARES |   Uma família resolve tirar férias de verão, mas acaba presa em alto mar sob o ataque de uma versão barata do “Megatubarão”. A direção é de Adrian Grunberg, que conseguiu superar as críticas negativas de “Rambo: Até o Fim” com esse trash de baixo orçamento. Perigo para seu bolso, o filme tem apenas 12% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes.   | MARES DO DESTERRO |   O drama em preto e branco acompanha uma família isolada em uma praia remota em Santa Catarina. Após uma crise, uma das filhas (Débora Ingrid, de “Pacarrete”) assume a responsabilidade de cuidar da família, enquanto guarda um segredo que gradualmente revela as complexidades das relações de amor, desejo, poder e violência entre eles. O segundo longa de Sandra Alves (“Rendas no Ar”) tem roteiro de Amilcar Claro (“Nasce uma Mulher”), que dedicou dez anos ao trabalho antes de seu falecimento em 2015.   | CORPOLÍTICA |   Produzido pelo ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”), o documentário discute a importância da representatividade LGBTQIA+ em cargos políticos do Brasil, país que mais mata pessoas de minorias sexuais no mundo. A produção faz um recorde de candidaturas LGBTQIAPN+ nas eleições brasileiras de 2020, em um momento histórico no país e no mundo, com candidatos e políticos relatando suas experiências e as violências vividas dentro de seus processos de afirmação e na luta por direitos. A direção é de Pedro Henrique França, roteirista de “Quebrando o Tabu” (2019).

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  • Becky G em besouro azul
    Filme

    Cantora Becky G entra em “Besouro Azul”

    5 de junho de 2023 /

    A cantora e atriz Rebecca Marie Gomez (“Power Rangers”), popularmente conhecida como Becky G, virou uma aquisição de última hora do filme do Besouro Azul. O anúncio foi feito pela própria atriz nas redes sociais. O longa, marcado para estrear em 23 de agosto de 2023, é baseado num herói dos quadrinhos da DC Comics. Becky G foi escolhida para dar voz a Khaji-Da, uma forma de vida alienígena em forma de escaravelho, que tem o objetivo de se apossar do corpo de seu usuário para conquistar planetas. Mas um defeito faz com que passe a conviver com Jamie Reyes, seu hospedeiro terrestre, virando uma espécie de traje poderoso com inteligência, que possui a capacidade de analisar amostras, extrair informações, hackear sistemas e tudo o mais. A estrela é conhecida, principalmente, por suas canções “Shower”, bem como pelas canções latinas “Mamiii” e “Mayores”. Como atriz, sua trajetória é tímida, tendo feito uma aparição principal como a ranger amarela no filme “Power Rangers”, de 2017. Ela também participou da série musical “Empire”. Conheça a história de “Besouro Azul” “Besouro Azul” marca a estreia de Bruna Marquezine (“Maldivas”) em Hollywood. Na trama, ela é vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”), pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. Esse detalhe faz diferença, como fica claro na piada que encerra a prévia e chama Batman de fascista. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), , George Lopez (“Spare Paris”) e Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã. A estreia acontece em 17 de agosto no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blue Beetle (@bluebeetle)

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  • Filme

    “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” supera “A Pequena Sereia” no Brasil

    5 de junho de 2023 /

    A estreia de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” superou “A Pequena Sereia” nos cinemas do Brasil em grande estilo. A animação conquistou a segunda maior bilheteria do ano no fim de semana de sua estreia. De acordo com dados do Comscore, o filme atrai 811 mil pagantes e arrecadou R$ 16,7 milhões entre quinta-feira (1/6) e domingo (4/6). Em todo o mundo, a sequência de “Homem-Aranha: No Aranhaverso” (2018) arrecadou US$ 208,6 milhões, superando as previsões para seu primeiro fim de semana. O filme anterior arrecadou US$ 384,2 no mundo inteiro. Mas mesmo caindo para o 2º lugar no ranking brasileiro, a live-action “A Pequena Sereia” conseguiu levar 719 mil pessoas ao cinema, arrecadando R$ 15,95 milhões. Com isso, as duas produções mais assistidas no Brasil são fantasias protagonizadas por personagens negros. O aguardado filme da Disney, estrelado por Halle Bailey no papel da sereia Ariel, já arrecadou aproximadamente US$ 328 milhões mundialmente ao longo de duas semanas em cartaz. O 3º lugar foi ocupado pelo grande sucesso de ação “Velozes e Furiosos 10”, que arrecadou R$ 12,63 milhões graças a um público de 567 mil espectadores – e totaliza cerca de US$ 604 milhões ao redor do mundo. O Top 5 se completa com outra produção de super-heróis, “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que arrecadou R$ 1,6 milhão, e o terror estreante “Boogeyman – Seu Medo é Real”, com R$ 737 mil em ingressos vendidos. No total, os cinemas faturaram R$ 49,19 milhões e alcançaram um público de 2,25 milhões de pessoas em quatro dias. O valor representa a segunda maior arrecadação de final de semana de 2023 nas bilheterias brasileiras. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do Brasil.   1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO |   2 | A PEQUENA SEREIA|   3 | VELOZES E FURIOSOS 10 |   4 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   5 | BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL |

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    “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” supera expectativas com estreia recorde nos EUA

    4 de junho de 2023 /

    “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” superou todas as expectativas com uma bilheteria de estreia de US$ 120,5 milhões na América do Norte, segundo estimativa da Comscore. O valor representa a terceira maior abertura de todos os tempos para um filme animado nos EUA e Canadá, bem como a melhor de todos os tempos da Sony Animation. É também a segunda maior abertura de 2023 até o momento – atrás apenas de “Super Mario Bros. – O Filme” (US$ 146,3 milhões). Além da liderança no mercado doméstico, a animação arrecadou US$ 88 milhões no exterior, atingindo um montante global de US$ 209 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. O lançamento na China rendeu US$ 17,3 milhões, seguido pelo México com US$ 11,6 milhões e o Reino Unido com US$ 11,5 milhões – enquanto Japão e Coreia do Sul só vão receber o filme no final do mês. A pesquisa do PostTrak apontou que “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” atraiu um público mais velho do que os títulos animados tradicionais, com 67% dos compradores de ingressos nos EUA tendo entre 18 e 34 anos. A conclusão é que se trata do público dos filmes de super-heróis da Marvel e não famílias com crianças pequenas. O filme que as crianças estão indo ver é “A Pequena Sereia”, que caiu para o 2º lugar, mas manteve uma boa bilheteria, com US$ 40,6 milhões. A produção da Disney chegou a um total doméstico de US$ 186,2 milhões em seu segundo fim de semana, e a US$ 326,7 milhões globalmente. Outra estreia da semana, o terror “Boogeyman – Seu Medo É Real”, ocupou o 3º lugar com US$ 12,3 milhões – e US$ 20 milhões em todo o mundo. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ficou em 4º lugar com uma estimativa de US$ 10,2 milhões. Após cinco fins de semana, o total do longa da Marvel na América do Norte é de US$ 322,8 milhões e o valor mais que dobra com o sucesso internacional, chegando a US$ 780 milhões mundiais. Fechando o Top 5, “Velozes e Furiosos 10” adicionou US$ 9,2 milhões em sua conta, para chegar em US$ 128 milhões na bilheteria doméstica, o que pode ser considerado desapontador após três fins de semana. No entanto, o filme da Universal é um fenômeno internacional, com US$ 474 milhões conquistados no exterior. Com isso, já soma US$ 602 milhões mundiais. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA.   1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO |   2 | A PEQUENA SEREIA |   3 | BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL |   4 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   5 | VELOZES E FURIOSOS 10 |

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    Confira 10 filmes novos que chegam ao streaming

    2 de junho de 2023 /

    O drama premiado “Pacificado”, a dramédia provocante “Ela e Eu” e as comédias românticas inéditas “Ricos de Amor 2” e “Um Ano Inesquecível – Verão” emergem como destaques entre as novidades que as plataformas de streaming trazem nesta semana. Os filmes representam a qualidade da produção cinematográfica brasileira recente, demonstrando a versatilidade e a criatividade do cinema nacional. As tramas que abordam, desde o ambiente tenso das favelas até os bastidores coloridos do carnaval carioca, passando pelas superações e o ambientalismo, garantem uma diversidade de experiências e perspectivas para o espectador. A seleção também enfatiza a força feminina. “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”, na Netflix, e “A Mulher Rei”, na HBO Max, trazem à luz mulheres poderosas e formidáveis, narrando a verdadeira origem da Mulher-Maravilha e a história de uma guerreira amazona da vida real. Confira abaixo outras opções, na lista de filmes que formam o Top 10 dos lançamentos que chegam ao streaming.   | PACIFICADO | STAR+   Coprodução entre Brasil e EUA rodada no Rio de Janeiro, o drama de favela venceu o troféu Concha de Ouro como Melhor Filme do prestigioso Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha. A história gira em torno de uma garota de 13 anos (Cassia Gil) que tenta se reconectar com o pai (Bukassa Kabengele), libertado da prisão no momento turbulento das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia “pacificadora” batalha para ocupar as favelas ao redor da cidade, a família (que inclui a mãe vivida por Débora Nascimento) precisa navegar entre as forças que ameaçam suas esperanças para o futuro, conforme o pai considera retomar seu lugar no tráfico, atualmente ocupado por um jovem (José Loreto). Além de Melhor Filme, “Pacificado” venceu mais dois troféus no festival espanhol. Bukassa Kabengele, congolês naturalizado brasileiro, foi premiado como Melhor Ator. Ele é conhecido da TV brasileira por atuações em séries como “Carcereiros”, “Os Dias Eram Assim” e até “Malhação”. O outro prêmio foi para Laura Merians Gonçalves, Melhor Direção de Fotografia por seu primeiro longa-metragem, após uma carreira de curtas, séries e clipes de pop islandês (Bjork, Sigur Ros). A direção do longa é do americano Paxton Winters, que assumiu o projeto após se mudar para uma favela na capital carioca. Outro detalhe é que, entre os produtores, destaca-se o nome do cineasta Darren Aronofsky (“Noé”, “Mãe!”, “A Baleia”).   | ELA E EU | STAR+   A dramédia brasileira traz Andréa Beltrão como uma roqueira que desperta depois de 20 anos de coma e descobre que tem uma filha adulta, criada pela atual esposa de seu ex-marido. Seu despertar impacta a todos na família, que precisam absorver seu retorno, enquanto ela reaprende a andar, falar e se relacionar, com o detalhe de permanecer tão desajustada quanto era há duas décadas. Exibido nos festivais do Rio e de Brasília do ano passado com outro título (“Antes Tarde”), a produção é o segundo longa de ficção dirigido por Gustavo Rosa de Moura (“A Canção da Volta”), que já teve um terceiro (“Cora”) exibido no circuito dos festivais nacionais.   | RICOS DE AMOR 2 | NETFLIX   A continuação da comédia romântica de 2020 conta a história de amor entre o riquíssimo Teto (Danilo Mesquita) e a humilde Paula (Giovanna Lancellotti). Dessa vez, a história leva o casal para a Amazônia. Enquanto Paula lida com seu trabalho como médica voluntária, Teto perde um contrato importante e resolve ir atrás da amada para pedi-la em casamento, mas acaba criando conflitos por conta de sua educação de menino mimado. Se no primeiro filme ele mentia que era pobre, agora precisa descobrir como é viver sem as comodidades trazidas pelo dinheiro em meio à floresta. Mas além de aprender lições de vida, também precisará enfrentar os interesses de um poderoso fazendeiro. A direção é de Bruno Garotti, responsável pelo primeiro filme.   | UM ANO INESQUECÍVEL – VERÃO | AMAZON PRIME VIDEO   O primeiro filme de uma antologia temática sobre as quatro estações do ano traz um jovem do interior, que sonha em estudar moda em Paris, mas acaba trabalhando como costureira da escola de samba Portela, após descobrir que uma estilista internacional famosa ajudaria a criar as fantasias para o desfile de carnaval. Ao frequentar os bastidores da escola de samba, a jovem se apaixona por um escultor de alegorias e descobre o universo fascinante do Carnaval – e das comédias românticas. A direção é de Cris D’Amato, que faz sua terceira adaptação de uma obra da escritora Thalita Rebouças – após “É Fada!” (2016) e o recente “Pai em Dobro” (2021). O elenco inclui Lívia Inhudes (“#PartiuFama”), Micael Borges (“Pantanal”), Mariana Rios (“Malhação”) e André Mattos (“A Sogra Perfeita”).   | PROFESSOR MARSTON E AS MULHERES-MARAVILHAS | NETFLIX   O drama de época conta a história real e “secreta” da origem da Mulher-Maravilha. A trama acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da personagem foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. O filme apresenta o triângulo de forma singela, mesmo diante do potencial escândalo, que só veio à tona décadas após a morte do professor. Estrelado por Luke Evans (“A Bela e a Fera!”), Rebecca Hall (“A Casa Sombria”) e Bella Heathcote (“O Homem do Castelo Alto”), o trabalho da diretora Angela Robinson (“Herbie, Meu Fusca Turbinado”) foi bastante elogiado pela crítica e atingiu 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. div>  | A MULHER REI | HBO MAX   O épico de ação traz Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) como líder de um exército de guerreiras africanas do século 19 – que foram a inspiração real das Dora Milaje dos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Durante dois séculos, as Agojie defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores europeus e tribos vizinhas que tentavam invadir o país, mas sua transformação em personagens de cinema pela diretora Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”) deve mais à ficção dos quadrinhos mesmo, evocando as amazonas de “Mulher-Maravilha”, com todas as cenas de lutas e adrenalina que isso implica. A trama se concentra na relação da general Nanisca (Davis) com uma nova geração de guerreiras, destacando a ambiciosa Nawi (Thuso Mbedu, de “The Underground Railroad”), enquanto combatem lado a lado contra forças escravagistas. Há ainda uma interessante conexão com o tráfico de escravos para o Brasil. Elogiadíssimo, o filme atingiu 95% de aprovação entre a crítica do Rotten Tomatoes e um raro A+ entre o público americano no CinemaScore. E seu elenco ainda destaca Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), a cantora Angélique Kidjo (“Arranjo de Natal”), Hero Fiennes Tiffin (“After”) e John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como o rei de Daomé.   | MAGIC MIKE: A ÚLTIMA DANÇA | HBO MAX   O terceiro filme da franquia “Magic Mike” traz Channing Tatum (“Cidade Perdida”) de volta ao papel-título, mas esta é a única conexão com os longas anteriores, centrados no universo dos strippers masculinos. A prévia encontra Mike afastado dos clubes de striptease, trabalhando como garçom. Mas o encontro com uma mulher mais velha e empreendedora (Salma Hayek Pinault, de “Eternos”) o leva de volta aos palcos. Encantada com a habilidade do dançarino, a mulher resolve criar um espetáculo de dança num teatro londrino, com Magic Mike ao centro, como atração principal, e atrás das cortinas, coordenando a coreografia. Trata-se de uma grande mudança em relação à trama original, que troca os shows de musculosos descamisados pelos bastidores de um musical do West End (a Broadway londrina). O choque entre a expectativa e o resultado não agradou à crítica, que deu ao longa a pior avaliação da franquia: 49% de aprovação no Rotten Tomatoes. À exceção de Tatum, o elenco é todo novo, com destaque para Hayek, que foi uma adição de última hora – após um desentendimento entre o astro e Thandiwe Newton (“Westworld”), que saiu da produção. Mas os bastidores voltam a reunir a equipe do “Magic Mike” original, incluindo o roteirista Reid Carolin e o diretor Steven Soderbergh.   | MIXED BY ERRY | NETFLIX   A comédia italiana conta a história real da ascensão e queda do império de fitas piratas de três irmãos de Nápoles, que por meio dos cassetes “Mixed by Erry” tornaram-se a principal fonte de música pop para a juventude italiana dos anos 1980. Erry era um jovem chamado Enrico Frattasio, que sonhava em se tornar um DJ, mas trabalhava como faxineiro em uma loja de discos. Um dia, ele começou a fazer fitas mixadas para seus amigos, que se tornaram muito cobiçadas e lhe deram a ideia de produzir cópias de álbuns em grande escala. Enrico e seus irmãos Peppe e Angelo estabeleceram um império financeiro, que transformaram “Mixed by Erry” na terceira maior gravadora da Itália, uma gravadora fantasma que competia com gigantes como a RCA e a Sony. E que, antes de ser fechada pela Justiça, vendeu 180 milhões de cassetes piratas em todo o país.   | O INSULTO | MUBI   O primeiro filme libanês a disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional (em 2017) repercute um julgamento em que um cristão libanês acusa um refugiado palestino de agressão. No processo, ambos são obrigados a abordar as consequências de um xingamento, desferido pelo cristão e que se transformou em briga pública violenta, refletindo a divisão politica, religiosa e cultural do Líbano. Kamel El Basha, intérprete do palestino, foi premiado como Melhor Ator no Festival de Veneza. Mas a grande curiosidade é que o diretor Ziad Doueiri começou a carreira em Hollywood, trabalhando como assistente de câmera de ninguém menos que Quentin Tarantino, em filmes como “Cães de Aluguel” (1992), “Pulp Fiction” (1994) e “Jackie Brown” (1997). “O Insulto” é seu quarto longa como diretor, sempre se debruçando sobre conflitos culturais de etnias do Oriente Médio – e todos têm sido consistentemente premiados.   | INAUDITO | MUBI   O documentário explora a vida de Lanny Gordin, um dos mais importantes guitarristas brasileiros que, apesar de ter colaborado com grandes nomes da MPB, como Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Erasmo Carlos nos anos 1970, não tem seu merecido reconhecimento. O título do filme é uma referência a esse ostracismo de Lanny, mas a obra busca não apenas resgatar sua história, mas também explorar suas peculiaridades. O diretor Gregorio Gananian usa técnicas cinematográficas inusitadas para apresentar o músico, com sequências experimentais que desafia o convencional e convidam o espectador a mergulhar no universo criativo de Lanny.

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    Nova animação do Homem-Aranha é principal estreia nos cinemas

    1 de junho de 2023 /

    A animação “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” chega aos cinemas num lançamento digno de blockbuster live-action da Marvel, com distribuição em 1,5 mil salas. Acompanhado por críticas que falam em “obra-prima”, a adaptação dos quadrinhos do Homem-Aranha atingiu 95% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, e vem engarrafar o espaço dos blockbusters, que já está lotado com “Velozes e Furiosos 10” e “A Pequena Sereia” em cartaz. Além disso, há outro lançamento espaçoso na semana. O terror “Boogeyman” chega a mais de 300 salas, espremendo as demais novidades no circuito limitado das maiores capitais. Confira abaixo todas as estreias desta quinta (1/6).   | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO |   Com duração de 2 horas e 20 minutos, a nova adaptação dos quadrinhos da Sony/Marvel é a animação mais longa já produzida em Hollywood. E também uma das mais bonitas já feitas, graças ao visual extremamente colorido – inspirado tanto nos quadrinhos quanto na pop art. Continuação de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a produção traz uma nova aventura de Miles Morales (voz original de Shameik Moore) e Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld). Convidado por Gwen a conhecer o centro do Aranhaverso, onde todos os Homens-Aranhas de diferentes realidades convivem, Miles também reencontra o Peter Parker (Jake Johnson) do primeiro filme, que agora tem uma filha, e descobre o que todos, menos ele, têm em comum: uma tragédia em suas histórias de origem. Ao perceber que a tragédia em sua família está prestes a acontecer, Miles decide impedi-la, o que o coloca contra o Homem-Aranha 2099, dublado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), para quem uma mudança na linha do tempo poderia acabar com o Aranhaverso. Inconformado, Miles prefere fazer seu próprio destino, originando o conflito da trama, que ainda inclui um vilão capaz de viajar pelo multiverso. Mas o que mais chama atenção é que cada personagem tem seu próprio estilo visual, muitos deles contrastantes, que ainda assim combinam maravilhosamente bem com a narrativa. A direção está a cargo do trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar de Melhor Animação, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Já o roteiro ficou a cargo dos produtores do primeiro longa, Phil Lord e Chris Miller, junto com David Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”).   | BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL |   Adaptação de um conto de Stephen King, o terror atmosférico acompanha uma adolescente e sua irmã mais nova que que se veem atormentadas por uma presença sinistra, enquanto ainda estão se recuperando da trágica morte da sua mãe. Com medo de um monstro que se esconde na escuridão – visto apenas pelas crianças – , elas tentam fazer com que seu pai, ainda em luto, perceba aquela ameaça antes que seja tarde demais. O elenco é formado por Sophie Thatcher (“Yellowjackets”), Vivien Lyra Blair (“Obi-Wan Kenobi”), Chris Messina (“Eu Me Importo”) e David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”). O roteiro foi escrito por Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de “Um Lugar Silencioso”), em parceria com Mark Heyman (“Cisne Negro”), e a direção é de Rob Savage (“Cuidado com quem Chama”).   | EO |   EO é um burro cinza de olhar melancólico, que encara um mundo sem sentido no novo drama do famoso diretor polonês Jerzy Skolimowski (“Matança Necessária”). Vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes, indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa acompanha o animal numa trajetória atribulada, de cuidados amorosos a maltratos, após ser arrancado da convivência de quem lhe prezava. Em seus momentos de ternura, o burro alegra crianças e inspira um amor profundo na artista de circo Kasandra (Sandra Drzymalska, de “Sexify”). Mas quando os animais são proibidos no circo devido a protestos, ele passa pelas piores dificuldades, incluindo parar nas mãos de um comerciante de carne ilegal, ser espancado por hooligans de futebol e provocar caos em um estábulo sofisticado. Inspirado no clássico “A Grande Testemunha”(1968), de Robert Bresson, o filme usa o olhar do bicho inocente como espelho para a alma dos humanos ao seu redor. E realmente impressiona por sua belíssima fotografia e pelo desempenho do elenco, que inclui a consagrada atriz francesa Isabelle Huppert (“Elle”).   | URUBUS |   O drama impactante leva o espectador a conhecer o universo dos pichadores da periferia, suas motivações e desafios, e reencena a célebre pichação das paredes brancas da Bienal de São Paulo em 2008. A trama gira em torno do líder de um grupo de pichadores que escala os edifícios mais altos para deixar sua marca. Quando o protagonista (vivido pelo estreante Gustavo Garcez) conhece uma estudante de arte (Bella Camero, de “Marighella”), seus mundos colidem resultando na invasão da 28ª Bienal. O feito transforma os jovens invisíveis da periferia em protagonistas de um polêmico debate cultural. Com estética semi-documental vibrante, o primeiro longa de Claudio Borrelli (que apareceu como personagem no documentário “Pichadores”) tem produção do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e venceu vários prêmios internacionais, em festivais nos EUA e Europa, além dos troféus da Crítica e do Público como Melhor Filme da 45ª Mostra de São Paulo.   | O ÚLTIMO ÔNIBUS |   Timothy Spall (Sr. Turnervive um viúvo de 90 anos, que sai sozinho em uma viagem épica rumo à sua casa de 50 anos atrás, partindo de uma vila remota no nordeste da Escócia até o extremo sul da Inglaterra. Usando um passe de idoso, ele atravessa a Grã-Bretanha em uma jornada de 1.400 quilômetros em diferentes ônibus, enquanto revisita seu passado e conecta-se com um mundo moderno – uma Grã-Bretanha diversificada e multicultural que ele nunca experimentou. Tudo para cumprir uma grande promessa feita à sua falecida esposa. A direção é de Gillies MacKinnon (“Romance Proibido”).   | CORAÇÃO ARDENTE |   O drama religioso espanhol conta a história de Lupe Valdés, uma escritora de sucesso que investiga as aparições do Sagrado Coração de Jesus, em busca de inspiração para o seu próximo livro. Guiada por Maria, perita em mistérios, Lupe investiga as revelações de Jesus a Santa Margarida Maria de Alacoque e encontra santos, assassinos, exorcistas, papas, presidentes, conspiradores… além de milagres e os segredos do seu próprio coração, afligido por velhas feridas que precisam ser curadas. A direção é de Andrés Garrigó (“Fátima, o Último Mistério”), especialista em filmes católicos.   | UÝRA – A RETOMADA DA FLORESTA |   O documentário acompanha Uýra, artista trans indígena, em viagem pela Amazônia numa jornada de autodescoberta, usando sua arte performática para ensinar aos jovens indígenas que eles são os guardiões das mensagens ancestrais da floresta amazônica. Em um país que mata o maior número de jovens trans, indígenas e ambientalistas em todo o mundo, Uýra lidera um movimento crescente por meio das artes e da educação, ao mesmo tempo em que promove a união e inspira os movimentos LGBTQIAP+ e ambientalistas no coração da Floresta Amazônica.   | SUGA – LIVE FROM JAPAN |   Transmissão ao vivo do show solo de Suga, integrante da banda BTS, maior fenômeno do K-pop.

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    Estreia de “A Pequena Sereia” supera “Velozes e Furiosos 10” nos EUA

    28 de maio de 2023 /

    O remake em live-action de “A Pequena Sereia” dominou a bilheteria do fim de semana. O lançamento da Disney fez US$ 96 milhões entre sexta e este domingo (28/5) na América do Norte, e as projeções da empresa Comscore apontam para US$ 118 milhões até segunda (29/5), que é feriado nos EUA (Memorial Day). Trata-se da quinta maior abertura desse feriado em todos os tempos. Os valores são bem maiores que a estreia norte-americana de “Velozes e Furiosos 10” na semana passada – US$ 67,5 milhões. Mas a situação muda completamente de figura no exterior, onde a fábula da Disney arrecadou “apenas” US$ 68,3 milhões, bem menos que o esperado, totalizando US$ 164 milhões mundiais até domingo. O valor é pouco mais da metade do que “Velozes e Furiosos 10” faturou mundialmente na semana passada – US$ 300 milhões. O montante global abaixo das expectativas tempera o otimismo da Disney, que investiu US$ 250 milhões na produção do filme. Os cinco principais mercados internacionais do filme foram México (US$ 8,5 milhões), Reino Unido (US$ 6,3 milhões), Itália (US$ 4,7 milhões), Brasil (US$ 4 milhões) e Austrália (US$ 4 milhões). A produção também contou com uma recepção morna da crítica, que reservou elogios exclusivamente para a performance de Halle Bailey no papel-título. Atualmente com 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi criticado principalmente por sua falta de iluminação (muito escuro) e efeitos visuais ruins, e ainda contou com má vontade dos que já enjoaram da tática da Disney de refazer todos os seus desenhos em versões com atores. E essa é o opinião da crítica nerd, que adora quase tudo. Entre os chamados críticos top, que escrevem em inglês na grande imprensa, a nota cai para 47% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. “Velozes e Furiosos 10” desceu para o 2º lugar em seu segundo fim de semana, faturando US$ 23 milhões, numa queda de 66% na arrecadação em relação à estreia. Entretanto, seu sucesso internacional é inigualável, o que manteve sua aceleração para cruzar a marca de US$ 500 milhões de bilheteria global neste fim de semana. Em 12 dias, o filme se tornou a 3ª maior bilheteria do ano. Mas vai precisar arrecadar muito mais dinheiro, porque custou impressionantes US$ 340 milhões de produção. Vale observar que os dois maiores faturamentos do ano ainda estão em cartaz e aparecem logo atrás do filme de ação da Universal no ranking semanal. “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” ficou em 3º lugar nos EUA e Canadá com US$ 20 milhões, elevando seu total doméstico para consideráveis US$ 300 milhões. Em todo o mundo, ultrapassou os US$ 700 milhões. E a animação “The Super Mario Bros. – O Filme” ficou em 4º lugar com US$ 6,3 milhões, mas já soma a quantia gigantesca de US$ 560,9 milhões na América do Norte após oito semanas nos cinemas. São mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo. Entretanto, nem todos os estúdios encontraram motivos para comemorar, já que um trio de novos lançamentos fracassou. O mais bem-colocado, “The Machine”, ficou em 5º lugar com US$ 4,9 milhões – e não tem previsão de lançamento no Brasil. A comédia “Meu Pai É um Perigo”, com Robert De Niro, fez US$ 4,3 milhões. E o filme de ação “Missão de Sobrevivência”, com Gerard Butler, rendeu somente US$ 2,4 milhões em seu fim de semana de estreia. Além das arrecadações baixas, os três ainda receberam críticas negativas – mais bem cotado, o filme de Gerard Butler teve 47% de aprovação e chega em 27 de julho aos cinemas brasileiros. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | A PEQUENA SEREIA |   2 | VELOZES E FURIOSOS 10 |   3 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   4 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   5 | THE MACHINE |

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    “Super Mario Bros” chega em casa. Confira as estreias de streaming

    25 de maio de 2023 /

    A programação de filmes das plataformas de streaming e das locadoras digitais se renova nesta semana com blockbusters, terrores, dramas premiados no Oscar e no Festival de Cannes, thriller de ação europeu e rock brasileiro. Confira abaixo a seleção das 10 novidades de maior potencial.   | SUPER MARIO BROS – O FILME | VOD*   Uma das animações mais bem sucedidas de todos os tempos e maior bilheteria de adaptação de videogame da História, o desenho baseado no game clássico da Nintendo traz o encanador Mario e seu irmão Luigi viajando por um labirinto subterrâneo até chegar no Reino dos Cogumelos, onde atendem aos apelos da Princesa Peach para se juntar à luta contra um poderoso invasor chamado Bowser – e aliados como Donkey Kong. A produção é do estúdio Illumination (o mesmo dos “Minions”), tem direção da dupla Aaron Horvath e Michael Jelenic (da série “Jovens Titãs em Ação”) e, em sua versão em inglês, conta com dublagens de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) como Mario, Charlie Day (“Círculo de Fogo”) como Luigi, Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) como a Princesa Peach, Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”) como Toad, Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) como o vilão Bowser e Seth Rogen (“Vizinhos”) como Donkey Kong.   | SHAZAM! FÚRIA DOS DEUSES | HBO MAX   Menos empolgante que o primeiro, mas ainda divertido, o segundo filme encontra Billy Batson e seus irmãos adotivos aprendendo a conciliar a vida adolescente com seus alter egos de super-heróis adultos. Essa rotina é abalada quando as três Filhas de Atlas chegam à Terra em busca da magia roubada dos deuses, dando início a uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo. Com muitas cenas de ação, lutas e até dragões voadores, a continuação é novamente dirigida por David F. Sandberg e volta a trazer Zachary Levi (“Chuck”) como Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como seu alter ego Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, Adam Brody (“Um Caso de Detetive”) como sua versão adulta, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Ross Butler (“Riverdale”) como sua versão heroica, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña, DJ Cotrona (“G.I. Joe: Retaliação”) como seu alter-ego poderoso, Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley e Meagan Good (“Minority Report”) como sua contraparte adulta. Já as Filhas de Atlas, que não existem nos quadrinhos e foram criadas para o filme, são interpretadas por Helen Mirren (“A Rainha”), Lucy Liu (“As Panteras”) e Rachel Zegler (estrela do remake de “Amor, Sublime Amor”).   | ENTRE MULHERES | VOD*   Vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado, o novo drama de Sarah Polley (“Longe Dela”) reúne um espetacular elenco feminino para contar uma história de rebelião. A trama se passa em 2010 numa comunidade religiosa isolada, quando mulheres submissas resolvem conversar entre si sobre os abusos, inclusive sexuais, que sofrem dos maridos e de outros homens. Impedidas de protestar devido à sua fé, elas começam a questionar tudo, divididas entre se submeter ou enfrentar o patriarcado, correndo o risco de perder o único mundo que já conheceram – abrindo mão também, conforme suas crenças, da chance de ir para o Céu. O elenco é encabeçado por Rooney Mara e Claire Foy, que curiosamente já viveram versões diferentes da mesma personagem no cinema, respectivamente em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), além de Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Judith Ivey (“Hospital New Amsterdam”), Ben Whishaw (“007: Sem Tempo para Morrer”) e Frances McDormand (“Nomadland”).   | TESLA | VOD*   O drama biográfico traz Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) como o gênio visionário Nicola Tesla, cientista inventor que já foi vivido por Nicholas Hoult em “A Batalha das Correntes” (2017) e David Bowie em “O Grande Truque” (2006). Cada um desses filmes tomou suas liberdades com a história, mas desta vez a produção acrescenta elementos anacrônicos, como computadores, celulares e microfones modernos para apresentar Tesla como o rockstar elusivo da Era Elétrica. O filme foi escrito e dirigido por Michael Almereyda, cineasta que gosta de experimentos cinematográficos e que já comandou Hawke em duas adaptações shakespeareanas passadas em tempos modernos – “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). A produção também destaca Eve Hewson (“Robin Hood”) como Anne Morgan, a filha do famoso financista JP Morgan, que serve como narradora do filme, além de Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e o comediante Jim Gaffigan (“Tropa Zero”) como o inventor Thomas Edison e o empresário George Westinghouse, respectivamente.   | O EXORCISTA DO PAPA | VOD*   O terror traz Russell Crowe (“Thor: Amor e Trovão”) como Gabriele Amorth, um lendário (e verdadeiro) padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismos para o Vaticano. Na história do filme, um demônio possuiu uma criança e exige a presença do padre, num plano premeditado para possuir o exorcista do Papa. Dirigido por Julius Avery (“Operação Overlord”), o filme é baseado nos livros de memórias publicados por Amorth, que morreu em 2016, e seu elenco conta com Franco Nero (“Django”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Cornell S. John (“Gangs of London”), Alex Essoe (“Missa da Meia-Noite”) e Daniel Zovatto (“Station Eleven”).   | HELLRAISER | PARAMOUNT+   A franquia dos anos 1980 volta repaginada, com uma história inédita sobre incautos que ousam decifrar o segredo do cubo maldito e abrir as portas do inferno para a chegada dos cenobitas. Mas se a premissa é a de sempre, o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, volta bem diferente nesse reboot, aparecendo pela primeira vez com visual andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo ótimo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall.   | LEGALIZE JÁ | NETFLIX   O filme narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 e o falecido rapper Skunk. A produção supera expectativas ao mostrar o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, que foi premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”).   | SANGUE E OURO | NETFLIX   O thriller de ação alemão se passa no fim da 2ª Guerra Mundial e acompanha um desertor (Robert Maaser, de “Bárbaros”) e uma jovem camponesa (Jördis Triebel, de “A Imperatriz”), que se envolvem em uma batalha sangrenta contra um grupo de nazistas em busca de uma fortuna de barras de ouro escondida. Com violência estilizada, ao estilo das obras de Tarantino, o filme tem direção de Peter Thorwarth, que caiu nas graças na Netflix com o terror “Céu Vermelho-Sangue” (2021), segundo filme em língua não inglesa mais visto da plataforma em todos os tempos. O tom ultrajante tem sido comparado a “Bastardos Inglórios” (2009).   | TIN & TINA | NETFLIX   O terror espanhol acompanha um jovem casal que, com problemas para ter filhos, resolve adotar crianças abandonadas. Eles optam por dois irmãos mais crescidos, e o fato dos escolhidos terem o visual das crianças de “A Cidade dos Amaldiçoados” (1995) devia servir-lhes de alerta. Bastante alegres e agitados, os jovens logo começam a demonstrar predileção por brincadeiras violentas e comportamento bizarro. Primeiro longa dirigido por Rubin Stein, traz Milena Smit (“A Garota na Fita”) e Jaime Lorente (“La Casa de Papel”) como os adultos da história.   | UNCLENCHING THE FISTS | MUBI   Vencedor da mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes passado, o drama russo se passa em uma cidade mineradora na Ossétia do Norte. A história segue Ada, uma jovem mulher que vive uma existência controlada e reprimida pelo seu pai doente e possessivo, que decide quando ela e seus irmãos podem sair de casa. Ada sofreu ferimentos durante um sequestro na escola e precisa de uma cirurgia, que o pai se recusa a permitir. Quando o irmão mais velho retorna da cidade, ele promete ajudá-la a obter o tratamento. No entanto, o auxílio tem um matiz perturbador, sugerindo um subtexto incestuoso. O contato físico constante entre os membros da família – carícias, lutas, embates – é habilmente captado pela proximidade da câmera, permitindo ao público sentir a pressão de que Ada deseja escapar. Apesar da natureza tensa e opressiva da trama, a obra da diretora Kira Kovalenko (“Sofichka”) tem cenas de humor sombrio e momentos de ternura, e contém uma atuação impressionante da estreante Milana Aguzarova no papel principal.

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