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    Festival de Cannes anuncia programação principal sem filmes brasileiros

    14 de abril de 2022 /

    A organização do Festival de Cannes anunciou nessa quinta-feira (14/4) os filmes de sua programação principal de 2022, que serão exibidos entre 17 e 28 de maio no espaço tradicional da Riviera Francesa. Refletindo o desmonte das políticas de incentivo pelo governo Bolsonaro, filmes brasileiros ficaram de fora até mesmo do circuito das exibições paralelas oficiais do festival, três anos após “Bacurau” vencer o Prêmio do Júri do festival francês. A última chance são as seções independentes do evento, como a Quinzena dos Realizadores, Semana da Crítica e Cinéfondation, que ainda não anunciaram seus títulos. No ano passado, “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, destacou-se na Quinzena dos Realizadores e “Cantareira”, de Rodrigo Ribeyro, ficou em 3º lugar na Cinéfondation – ambos continuam inéditos até hoje nos cinemas do Brasil. A maioria dos filmes selecionados deste ano vem da Europa, mas também há representantes da Ásia e da América do Norte. A programação será aberta pela exibição de “Z (comme Z)”, novo filme de Michel Hazanavicius (“O Artista”), e a disputa pela Palma de Ouro contará com longas dirigidos por cineastas acostumados com premiações, como David Cronenberg, os irmãos Dardenne, James Gray, Cristian Mungiu, Ruben Östlund, Park Chan-Wook, Claire Denis, Valeria Bruni Tedeschi e Kelly Reichard. Apesar dos boicotes de outros festivais ao cinema russo, Cannes incluiu em sua seleção uma obra do russo Kirill Serebrennikov, que é dissidente e saiu do país para viver em Berlim. Fora da competição, ainda serão exibidos filmes bastante esperados pelo grande público. Tom Cruise, que vai receber uma homenagem no evento, acompanhará a première mundial de “Top Gun: Maverick”. Outras sessões de gala estenderão o tapete vermelho para o lançamento de “Elvis”, cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann, e “Three Thousand Years of Longing”, a aguardada volta de George Miller após impactar o cinema com “Mad Max: Estrada da Fúria” há sete anos, além de novos filmes do italiano Marco Bellocchio, do francês Oliver Assayas e do ucraniano Sergei Loznitsa, entre outros. Fãs de música ainda verão documentários inéditos sobre Jerry Lee Lewis (dirigido por Ethan Coen!) e David Bowie. A edição de 2022 será a primeira a acontecer com todos os eventos previstos de forma presencial após dois anos de pandemia. Confira abaixo a programação inicial do evento. Filme de Abertura Z (comme Z), de Michel Hazanavicius Concorrentes à Palma de Ouro Armageddon Time, de James Gray Boy From Heaven, de Tarik Saleh Broker, de Kore-Eda Hirokazu Close, de Lukas Dhont Crimes of the Future, de David Cronenberg Decision to Leave, de Park Chan-Wook Eo, de Jerzy Skolimowski Frere et Soeur, de Arnaud Desplechin Holy Spider, de Ali Abbasi Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee Les Amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi Nostalgia, de Mario Martone Showing Up, de Kelly Reichardt Stars at Noon, de Claire Denis Tchaïkovski’s Wife, de Kirill Serebrennikov Triangle of Sadness, de Ruben Östlund Tori and Lokita, de Jean-Pierre e Luc Daradenne RMN, de Cristian Mungiu Mostra Um Certo Olhar All the People I’ll Never Be, de Davy Chou Beast, de Riley Koeugh e Gina Gammell Burning Days, de Emin Alper Butterfly Vision, de Maksim Nakonechnyi Corsage, de Marie Kreutzer Domingo and the Midst, de Ariel Escalante Meza Godland, de Hlynur Palmason Joyland, de Saim Sadiq Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret Metronom,de Alexandru Belc Plan 75, de Hayakawa Chie Rodeo, de Lola Quivoron Sick of Myself, de Kristoffer Borgli The Silent Twins, de Agnieszka Smocynska The Stranger, de Thomas M. Wright Exibições Especiais All That Breaths, de Shaunak Sen Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind, de Ethan Coen The Natural History of Destruction, de Sergei Loznitsa Estreias em Cannes Dodoby Panos, de H. Koutras Irma Vep, de Olivier Assayas Nightfall, de Marco Bellocchio Nos Frangins, de Rachid Bouchareb Exibições fora de competição Elvis, de Baz Luhrmann Masquerade, de Nicolas Bedos November, de Cédric Jimenez Three Thousand Years of Longing, de George Miller Top Gun: Maverickby, de Joseph Kosinski Sessões da meia-noite Hunt, de Lee Jung-Jae Moonage Daydream, de Brett Morgen Smoking Makes You Cough, de Quentin Dupieux

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    Documentário sobre a pandemia vence É Tudo Verdade

    11 de abril de 2022 /

    O documentário “Quando Falta o Ar”, das irmãs Ana e Helena Petta, foi o vencedor da 27ª edição do festival É Tudo Verdade, encerrada na noite de domingo (10/4) em São Paulo. O filme sobre a luta contra a covid-19 durante a pandemia, destaca o trabalho de médicas, enfermeiras e agentes de saúde. Outros filmes que deram o que falar na disputa do maior festival sul-americano de documentários foram “Belchior — Apenas um Coração Selvagem”, de Camilo Cavalcanti e Natália Dias, sobre o cantor da MPB, “Adeus, Capitão”, de Vincent Carelli e Tita, sobre o “capitão” Krohokrenhum, líder do povo indígena Gavião (PA), e “Sinfonia de um Homem Comum”, de José Joffily, que recebeu menção honrosa no festival. O longa conta a história de José Maurício Bustani, diplomata brasileiro que foi o primeiro diretor-geral da Organização de Proibição de Armas Química. Na premiação internacional, o vencedor foi “O Filme da Sacada”, em que o diretor polonês Pawel Lozinski entrevista da sacada de seu apartamento, em Varsóvia, pessoas que passam na rua. Na competição de curtas, os premiados foram o brasileiro “Cantos de um Livro Sagrado”, de Cesar Gananian e Cassiana der Haroutiounian, sobre a Revolução de Veludo ocorrida na Armênia, em 2018, e “Como se Mede um Ano?”, do americano Jay Rosenblatt. Os vencedores das competições brasileira e internacional ainda podem ser vistos nesta segunda-feira (11/4) e na terça-feira na plataforma É Tudo Verdade Play. Os premiados também estão qualificados automaticamente para a disputa do Oscar 2023.

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    Festival de Veneza não boicotará cineastas russos “que se opõem ao regime atual”

    2 de março de 2022 /

    O Festival de Veneza anunciou nesta quarta (2/3) que não vai banir cineastas russos que se oponham ao atual regime do país, nem seus filmes. “La Biennale di Venezia não fechará suas portas para aqueles que defendem a liberdade de expressão e se manifestam contra a desprezível e inaceitável decisão de atacar um Estado soberano e seu povo indefeso. Para aqueles que se opõem ao regime atual na Rússia sempre haverá lugar em suas mostras”, diz o texto do comunicado oficial dos organizadores do festival. No entanto, o comunicado reforça que o festival rejeitará “qualquer forma de colaboração com aqueles que, pelo contrário, realizaram ou apoiaram atos tão graves de agressão”. A mostra de cinema “não aceitará, portanto, a presença em nenhum de seus eventos de delegações oficiais, instituições ou pessoas vinculadas em qualquer capacidade ao governo russo”. Ao mesmo tempo, fará todos os esforços possíveis para contar com representação da Ucrânia. A declaração ecoa um comunicado do Festival de Cannes, que na terça apontou um caminho semelhante, permitindo filmes russos, mas vetando delegações oficiais russas em 2022. Ambos os festivais tomaram uma atitude mais branda diante de festivais como Estocolmo e Glasgow, que decidiram não exibir qualquer filme russo neste ano, atendendo a um apelo da Academia Ucraniana de Cinema diante da invasão da Ucrânia por tropas russas. Por outro lado, o pedido de boicote total foi atendido pela Academia Europeia de Cinema, que vetou a inclusão de filmes do país de Vladimir Putin na competição dos European Film Awards deste ano, premiação considerada o Oscar europeu.

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    Cannes proíbe delegações russas em seu festival

    1 de março de 2022 /

    O Festival de Cannes tornou-se a mais recente organização internacional a expressar sua solidariedade com a Ucrânia e anunciar boicotes contra a Rússia. Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (1/3), a organização do evento apontou que, a menos que a invasão russa termine com condições aceitáveis ​​para a Ucrânia, não receberia nenhuma delegação russa ou qualquer pessoa ligada ao governo russo em sua edição de 2022. Ao mesmo tempo, estendeu seu apoio a artistas e profissionais de cinema russos que “nunca deixaram de lutar contra” o regime de Putin, e não comentou se iria banir filmes russos da seleção oficial. Outros festivais de cinema, como os realizados em Estocolmo, na Suécia, e Glasgow, na Escócia, atenderam de forma integral ao apelo da Academia Ucraniana de Cinema e barraram a exibição de filmes russos em seus eventos, enquanto os maiores estúdios de cinema de Hollywood tem se solidarizado num boicote ao circuito exibidor russo, suspendendo seus lançamentos no país. O início do Festival de Cannes deste ano está marcado para o dia 17 de maio. Leia abaixo a íntegra do comunicado do evento. “Como o mundo foi atingido por uma forte crise em que uma parte da Europa se encontra em estado de guerra, o Festival de Cannes deseja estender todo o seu apoio ao povo da Ucrânia e a todos aqueles que estão em seu território. Por mais modesto que sejamos, unimos nossas vozes aos que se opõem a essa situação inaceitável e denunciamos a atitude da Rússia e de seus líderes. Nossos pensamentos vão em particular para os artistas e profissionais da indústria cinematográfica ucraniana, bem como para suas famílias, cujas vidas estão agora em perigo. Há aqueles que nunca conhecemos, e aqueles que conhecemos e recebemos em Cannes, que vieram com obras que dizem muito sobre a história e o presente da Ucrânia. Durante este inverno de 2022, o Festival de Cannes entrou em sua fase de preparação. A menos que a guerra termine em condições que satisfaçam o povo ucraniano, foi decidido que não receberemos delegações oficiais russas nem aceitaremos a presença de qualquer pessoa ligada ao governo russo. No entanto, gostaríamos de saudar a coragem de todos aqueles na Rússia que correram riscos para protestar contra o ataque e invasão da Ucrânia. Entre eles estão artistas e profissionais do cinema que nunca deixaram de lutar contra o regime contemporâneo, que não podem ser associados a essas ações insuportáveis e aqueles que estão bombardeando a Ucrânia. Fiel à sua história que começou em 1939 na resistência à ditadura fascista e nazista, o Festival de Cannes sempre servirá artistas e profissionais da indústria que levantam suas vozes para denunciar a violência, a repressão e as injustiças, com o objetivo principal de defender a paz e a liberdade”.

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    Dois festivais europeus anunciam boicote ao cinema russo

    28 de fevereiro de 2022 /

    Dois festivais internacionais de cinema da Europa atenderam ao apelo da Academia Ucraniana de Cinema e baniram filmes russos de suas programações. O Festival de Glasgow anunciou a retirada de dois filmes russos que tinha sido anunciados em sua seleção, em protesto contra a invasão da Ucrânia pelas tropas de Vladimir Putin. “No Looking Back”, de Kirill Sokolov, e “The Execution”, de Lado Kvataniya, não participarão mais do evento que acontece entre os dias 2 e 13 de março, na Escócia. “(A decisão) não reflete as visões e opiniões dos realizadores dos títulos. Apenas acreditamos que seria inapropriado seguir com estas exibições nas atuais circunstâncias”, disse um comunicado oficial do evento. O Festival de Estocolmo também anunciou um boicote, afirmando que não exibirá nenhum filme que recebeu financiamento estatal da Rússia. “É uma decisão lamentável, mas um posicionamento necessário em um momento como o atual. As ações da Rússia são inaceitáveis”, destacou Beatrice Karlsson, coordenadora de programação do evento, que só vai acontecer em novembro na Suécia. Nas redes sociais, a organização sueca ainda festejou o cinema ucraniano. “Por vários anos, a Ucrânia teve grande sucesso no cinema. O vencedor do ano passado do troféu de Melhor Filme no Festival de Cinema de Estocolmo foi o diretor ucraniano Oleg Sentsov com ‘Rhino’, que descreve o submundo da Ucrânia nos anos 1990. Sentsov, que não pôde vir por motivos de covid no ano passado, está agora convidado para o festival deste ano. Atualmente, ele é um dos cineastas que largou as câmeras e pegou em armas para defender seu país”, diz o texto publicado no Instagram do Festival de Estocolmo. Já o Festival de Locarno adiantou que não pretende seguir essa tendência. Em comunicado, a mostra da Suiça, que vai acontecer entre 3 e 13 de agosto, disse defender “a liberdade de expressão e a arte cinematográfica em todas as suas formas”. No Brasil, a Mostra de São Paulo e o Festival do Rio, que têm maior alcance em suas programações internacionais, ainda não se manifestaram sobre a atual situação, mas nos próximos dias outros festivais de cinema devem tornar suas posições conhecidas. O boicote ao cinema russo foi uma um pedido feito no final de semana pela Academia de Cinema da Ucrânia, que publicou uma petição online para que produtores deixem de lançar filmes na Rússia, distribuidores não negociem com produtoras russas e que festivais internacionais não selecionem obras do país. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stockholms filmfestival (@sthlmfilmfest)

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    Isabelle Huppert não participará de homenagem do Festival de Berlim por covid-19

    14 de fevereiro de 2022 /

    Isabelle Huppert testou positivo para covid-19 e não poderá comparecer pessoalmente ao evento em sua homenagem no Festival de Berlim. Ela receberia um Urso de Ouro honorário como homenagem por sua carreira na terça (15/2). “Infelizmente, Isabelle Huppert testou positivo hoje para o coronavírus em Paris e por causa disso não poderá estar presente”, informou a organização da Berlinale em comunicado. A atriz de 68 anos assegurou aos organizadores que está bem e deseja participar, mesmo à distância, dos atos em sua homenagem. “Levando em conta que Isabelle Huppert não se sente doente e deseja apoiar o festival, decidimos continuar com a cerimônia. Visto que não pode vir, enviaremos a ela nosso amor e admiração até sua casa, em Paris”, asseguraram Mariette Rissenbeek, diretora-executiva, e Carlo Chatrian, diretor artístico da Berlinale. Huppert vai participar virtualmente, por teleconferência, para saudar o público, acrescentou o texto. A atriz francesa também deveria prestigiar a première de seu novo filme, “À Propos de Joan”, dirigido por Laurent Larivière, que agora será exibido em Berlim sem a sua presença. Com uma carreira com mais de 100 obras, várias premiações internacionais e uma indicação ao Oscar por “Elle” (2016), Huppert é uma das maiores atrizes europeias em atividade.

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    Drama brasileiro é selecionado para o Festival SXSW

    2 de fevereiro de 2022 /

    O Festival SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes eventos cinematográficos dos EUA, selecionou o filme “Raquel 1:1”, segundo longa da diretora Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”). Único filme brasileiro na programação do evento texano, “Raquel 1:1” entrou na seção Global. Segundo a sinopse, a Raquel do título é uma jovem que, ao chegar a uma pequena cidade do interior, “atravessa um misterioso acontecimento que lhe faz embarcar numa desafiadora missão ligada à Bíblia e a traumas de seu passado”. O papel principal é vivido por Valentina Herszage (“Mate-me Por Favor”). A produção é da Claraluz Filmes com distribuição da O2 Play. O festival americano acontece entre 11 e 20 de março na cidade de Austin, no Texas. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Festival de Sundance premia documentário sobre luta de índios brasileiros

    28 de janeiro de 2022 /

    A organização do Festival de Sundance anunciou na noite desta sexta (28/1) os vencedores de sua edição de 2022. E o grande destaque da lista foi o documentário “The Territory”, rodado na Amazônia, única produção a vencer dois troféus: o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. Concorrendo na seção de Cinema Mundial como coprodução brasileira e americana (do cineasta Darren Aronofsky, de “Noé”), a obra dirigida pelo americano Alex Pritz acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram a área protegida de sua tribo na floresta amazônica, incentivados pela retórica e prática destrutiva de Jair Bolsonaro. Elogiadíssimo pela crítica estrangeira, o filme tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e está sendo considerado um dos melhores documentários da década. Adquirido pela National Geographic, será forte candidato às premiações de 2023 e a incomodar Bolsonaro nas eleições deste fim de ano. O prêmio do júri, por sua vez, ficou com o documentário “All That Breathes”, do indiano Shaunak Sen, sobre a proteção de um pássaro em meio à poluição de Delhi. Em sua porção americana, Sundance ainda reverenciou dois documentários políticos: “The Exiles”, sobre sobreviventes do massacre de 1989 na Praça Celestial, em que tanques de guerra atacaram manifestantes pacíficos em Pequim, e “Navalny”, sobre o atentado por envenenamento sofrido por Alexei Navalny, opositor russo do governo de Vladimir Putin. As obras venceram, respectivamente, os prêmios do Júri e do Público na competição nacional do festival. Entre os títulos dramáticos, o destaque ficou com “Cha Cha Real Smooth”, dirigido e estrelado por Cooper Raiff. Vencedor do prêmio do público na disputa entre as obras de ficção, o romance entre um jovem anfitrião de festas de Bar Mitzvah e a mãe de uma menina autista foi adquirido pela Apple TV+ na véspera da premiação por US$ 15 milhões, na maior negociação de direitos do festival deste ano. Além de Raiff no papel principal, o elenco destaca Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Foi a segunda vez consecutiva que a Apple acertou o vencedor de Sundance, tendo adquirido “No Ritmo do Coração” (CODA) antes de o filme de Sian Heder vencer os troféus do Público e do Júri no ano passado. Neste ano, porém, houve divisão de preferências. O Júri da disputa dramática optou por “Nanny”, longa de estreia da curta-metragista Nikyatu Jusu, que traz a senegalesa Anna Diop (“Titãs”) no papel de uma babá refugiada em Nova York. Na disputa dramática internacional, os vencedores foram o boliviano “Utama”, de Alejandro Loayza Grisi, sobre um casal de roceiros enfrentando a seca nas montanhas do país, e o finlandês “Girl Picture”, de Alli Haapasalo, em que três garotas adolescentes descobrem o amor e o prazer. Ficaram com os prêmios do Júri e do Público, respectivamente. Confira abaixo os trabalhos premiados nas mostras competitivas do Festival de Sundance 2022. COMPETIÇÃO DRAMÁTICA AMERICANA Grande Prêmio do Júri: “Nanny” Prêmio do Público: “Cha Cha Real Smooth” Melhor Direção: Jamie Dack, “Palm Trees and Power Lines” Melhor Roteiro: K.D. Dávila, “Emergency” Prêmio Especial do Júri por Visão Artística: Bradley Rust Gray, “Blood” Prêmio Especial do Júri por Melhor Elenco: John Boyega, Nicole Beharie, Selenis Leyva, Connie Britton, Olivia Washington, London Covington e Michael K Williams, “892” COMPETIÇÃO DOCUMENTAL AMERICANA Grande Prêmio do Júri: “The Exiles” Prêmio do Público: “Navalny” Melhor Direção: Reid Davenport, “I Didn’t See You There” Melhor Edição: Erin Casper e Jocelyne Chaput, “Fire of Love” Prêmio Especial do Júri por Impacto pela Mudança: “Aftershock” Prêmio Especial do Júri por Impacto pela Visão Criativa: “Descendant” COMPETIÇÃO DRAMÁTICA MUNDIAL Grande Prêmio do Júri: “Utama” Prêmio do Público: “Girl Picture” Melhor Direção: Maryna Er Gorbach, “Klondike” Prêmio Especial do Júri: “Leonor Will Never Die” Prêmio Especial do Júri por Melhor Atuação: Teresa Sánchez, “Dos Estaciones” COMPETIÇÃO DOCUMENTAL MUNDIAL Grande Prêmio do Júri: “All That Breathes” Prêmio do Público: “The Territory” Melhor Direção: “A House Made of Splinters” Prêmio Especial do Júri por Técnica Documental: “The Territory” Prêmio Especial do Júri por Excelência em Filmagem Real: “Midwives”

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    Mostra de Tiradentes abre calendário audiovisual brasileiro

    21 de janeiro de 2022 /

    A Mostra de Cinema de Tiradentes celebra 25 anos e abre o calendário audiovisual brasileiro nesta sexta-feira (21/1), em nova edição virtual devido à pandemia de covid-19. A programação, que vai até o dia 19, pode ser acompanhada pela plataforma online do evento (www.mostratiradentes.com.br). Ao todo, estão previstos 169 filmes, entre longas, curtas e médias-metragens, em pré-estreias e mostras temáticas, além da versão virtual do 25º Seminário do Cinema Brasileiro, com 38 debates, e outros eventos. A cerimônia de abertura acontece a partir das 20h, com a apresentação do eixo temático de 2022, “Cinema em transição”, performance audiovisual e uma homenagem ao cineasta Adirley Queirós, de filmes como “Branco Sai Preto Fica” e “Era Uma Vez Brasília”. Depois de duas horas de discursos, conversas e performance, tem início as exibições, com a apresentação de “Fragmentos de 2016 em Dois Episódios”, novo trabalho de Adirley Queirós, em parceria com Cássio Oliveira, que se soma às diversas leituras cinematográficas do Impeachment de Dilma Rousseff e seus desdobramentos. O filme será exibido em “sessão única” com sinal disponível até às 23h59 de sexta. A programação do evento destaca a Mostra Aurora, competitiva e dedicada a filmes de realizadores com até três longas-metragens, que exibirá sete selecionados: “Seguindo Todos os Protocolos” (PE), de Fábio Leal; “A Colônia” (CE), de Virgínia Pinho e Mozart Freire; “Sessão Bruta” (MG), de As Talavistas e ela.ltda; “Panorama” (SP), de Alexandre Wahrhaftig; “Maputo Nakurandza” (RJ-SP), de Ariadine Zampaulo; “Bem-vindos de Novo” (SP), de Marcos Yoshi; e “Grade” (MG), de Lucas Andrade. Todos eles vão ser avaliados pelo Júri da Crítica e concorrem ao Troféu Barroco e a prêmios de parceiros da Mostra. Nomeada em tributo ao cineasta Carlos Reichenbach (1945-2012), a Mostra Olhos Livres, com diretores de trajetórias mais significativas, traz “O Dia da Posse” (RJ), de Allan Ribeiro; “Você nos Queima” (SP), de Caetano Gotardo; “Os Primeiros Soldados” (ES), de Rodrigo de Oliveira; “Germino Pétalas no Asfalto” (SP), de Coraci Ruiz e Julio Matos; “Manguebit” (PE-SP-RJ), de Jura Capela; e “Ava – Até que os Ventos Aterrem” (SP), de Camila Mota. Na Mostra Autorias, o destaque é o mais novo filme do cineasta Julio Bressane, “Capitu e o Capítulo” (RJ), que retoma o clássico “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, numa dança ensaística, enquanto “Cafi – Salve o Prazer”, de Lírio Ferreira, resgata a vida e obra do fotógrafo e artista plástico pernambucano Carlos da Silva Assunção Filho (1950-2019), que participou de criações e momentos-chave da música brasileira no século 20. Outro grande artista retratado em Tiradentes, na Sessão Debate, é o cineasta Ruy Guerra, atualmente com 90 anos de idade. “Tempo Ruy” (RJ), documentário de Adilson Mendes, faz um panorama do trabalho do cineasta, escritor, ator e dramaturgo moçambicano radicado no Brasil, desde sua primeira experiência cinematográfica até momentos recentes de seu trabalho. Além disso, serão exibidas sessões especiais e 102 curtas de 18 estados, um acréscimo significativo em relação ao ano passado (79 curtas). Mais informações podem ser conferidas em www.mostratiradentes.com.br.

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    Festival de Sundance começa nesta quinta com filmes brasileiros

    20 de janeiro de 2022 /

    O Festival de Sundance, que começa online nesta quinta (20/1), conta com dois representantes brasileiro. O principal título é o longa “Marte Um”, da produtora mineira Filmes de Plástico, escalado na Mostra Competitiva de Cinema Mundial. Escrito e dirigido por Gabriel Martins, o filme acompanha os Martins, uma família negra e pobre que sonha com que o filho mais novo se torne jogador de futebol. Deivinho, porém, está mais interessado no espaço sideral, e sua vontade é se tornar astrofísico e participar da primeira missão tripulada à Marte. A lista também inclui o curta “Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui”, da diretora e roteirista Érica Sarmet. O filme de temática LGBTQIAP+ traz a cantora Zélia Duncan como uma motoqueira chamada Vange (em homenagem a Vange Leonel) que se envolve com um grupo de lésbicas jovens de Niterói. O elenco inclui Camila Rocha, Clarissa Ribeiro, Lorre Motta e Bruna Linzmeyer, e o filme termina com uma orgia coletiva. Dentre as atrações internacionais, os destaques incluem “When You Finish Saving The World”, estreia do ator Jesse Eisenberg (“A Rede Social”) na direção, “Sharp Stick”, que marca o retorno de Lena Dunham à direção de filmes, “Call Jane”, sobre uma rede feminista de apoio ao aborto clandestino nos anos 1960, “Am I Ok?”, que traz Dakota Johnson num relacionamento lésbico, e “Alice”, a impressionante história real de uma escrava que, ao fugir da zona rural, descobre que está vivendo em 1973, não no século 19. As exibições do Sundance acontecem até o dia 30 de janeiro, em formato online por conta da pandemia. O acesso é pago e destinado a moderadores dos Estados Unidos.

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    Almodóvar lança filme na Netflix após falar mal da plataforma

    18 de janeiro de 2022 /

    O novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, “Mães Paralelas”, vai chegar na Netflix cinco após o diretor ter falado mal da plataforma e ajudado a acabar com a participação de produções do serviço no Festival de Cannes. Presidente do Festival de Cannes 2017, que teve a primeira e última participação de longas da Netflix, Almodóvar se manifestou veementemente contra a participação de títulos da plataforma na competição. Durante a entrevista coletiva do júri do festival, ele partiu com ímpeto contra o streaming, afirmando que seria um paradoxo que um filme premiado em Cannes não pudesse ser visto nos cinemas. “Eu pessoalmente entendo que a Palma de Ouro não deve ser entregue para um filme que não seja visto nos cinemas”, afirmou. “Tudo isso não significa que eu não esteja aberto para celebrar novas tecnologias e oportunidades, mas enquanto eu estiver vivo, vou defender a capacidade de hipnose que uma tela grande tem sobre o espectador, algo que as novas gerações não conhecem”. A imprensa internacional resolveu provocar, questionando se ele preferia vencer a Palma de Ouro ou ser assistido nos 190 países nos quais os serviços da Netflix são oferecidos. Almodóvar reagiu de forma exaltada. “Mais do que ser visto em 190 países, para mim um filme meu precisa sempre ser assistido em uma tela grande”. Desde estas declarações, o Festival de Cannes deixou de incluir filmes da Netflix em sua programação. A ironia é que a Netflix adquiriu “Mães Paralelas” após o filme abrir o Festival de Veneza, onde foi premiado – troféu de Melhor Atriz para Penélope Cruz. Ninguém ainda perguntou a Almodóvar o que ele acha de ter um filme premiado lançado apenas em streaming no mercado internacional. O primeiro trailer do lançamento em streaming foi divulgado nesta terça (18/1), revelando a data de estreia de “Mães Paralelas” na Netflix: 18 de fevereiro.

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    MyFrenchFilmFestival começa de graça na Filmicca

    14 de janeiro de 2022 /

    O MyFrenchFilmFestival, primeiro festival online do cinema francês, chega à sua 12ª edição mundial nesta quinta (14/1), estendendo-se totalmente de graça por um mês (14/2) no sites parceiros do evento. Organizado pela UniFrance, a atração tem o objetivo de “retratar a diversidade do cinema francês em países onde os espectadores nem sempre têm a chance de descobrir esses filmes nos cinemas”. Após um recorde de 13 milhões de visualizações em 2021, a nova edição firmou parceria com a plataforma Filmicca no Brasil, onde os filmes podem ser vistos desde já. Mas devido a restrições de mercado, apenas 26 dos 30 títulos, entre longas e curtas, foram incluídos na exibição nacional. Os 9 longas-metragens disponibilizados incluem “O Céu de Alice”, de Chloé Mazlo, “Teddy”, de Ludovic e Zoran Boukherma, e o documentário “Um País que Sabe se Comportar”, de David Dufresne, todos exibidos no Festival Cannes, “Embarque!”, de Guillaume Brac, presente no Festival de Berlim, “O Meio do Horizonte”, de Delphine Lehericey, premiado no Festival de San Sebastián, a animação “Calamidade”, de Rémi Chayé, premiada no Festival de Annecy, o documentário “Índias Galantes”, de Philippe Béziat, a comédia “Playlist”, de Nine Antico, e o lançamento de “Uma Vida Doida”, de Raphaël Balboni e Ann Sirot. Nos EUA e Europa, o acesso aos longas é pago, mas a exibição nacional estende para todos os títulos a gratuidade oferecida aos curtas – que também podem ser vistos no canal oficial do YouTube do evento. A plataforma Filmicca pode ser acessada pela web, em aparelhos móveis via apps para iPhone, iPad e Android, além de estar disponível para Apple TV e Samsung Smart TV. Confira abaixo os trailers dos longas da programação e o comercial oficial do festival.

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    Denzel Washington vive “A Tragédia de Macbeth” em trailer da Apple TV+

    6 de janeiro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou um novo trailer do drama em preto e branco “A Tragédia de Macbeth”, que junta pela primeira vez os vencedores do Oscar Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Frances McDormand (“Nomadland”). A prévia traz cenas plasticamente impressionantes e destaca elogios da crítica internacional para a obra, que também marca o primeiro trabalho solo de direção de Joel Coen, após romper a famosa e premiada parceria com seu irmão Ethan. Exibido na abertura do Festival de Nova York, o filme é uma nova versão da famosa peça “Macbeth”, de William Shakespeare, trazendo Washington como o homem que seria rei e McDormand no papel de sua esposa maquiavélica, que transformam suas ambições num banho de sangue. Além de Washington e da esposa do diretor, o elenco também inclui Alex Hassell (“The Boys”), Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”), Kathryn Hunter (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Harry Melling (“O Gambito da Rainha”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Bertie Carvel (“Bagdá Central”) e Brendan Gleeson (“Mr. Mercedes”). “A Tragédia de Macbeth” estreia na plataforma Apple TV+ em 14 de janeiro.

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