Vencedor do Festival do Rio e premiado em Cannes, “Baby” ganha trailer
Novo drama LGBTQIA+ do diretor de "Corpo Elétrico" estreia nos cinemas em janeiro
“Baby” e “Malu” são os grandes vencedores do Festival do Rio 2024
Filmes de Marcelo Caetano e Pedro Freire conquistam o Troféu Redentor em edição marcada pela diversidade de olhares sobre o Brasil contemporâneo
Festival do Rio começa com “Emilia Pérez” e uma seleção de filmes premiados
Evento cinematográfico terá filmes de Pedro Almodóvar, Paolo Sorrentino, Mohammad Rasoulof e obras brasileiras entre os principais destaques
Festival do Rio vai exibir “O Quarto ao Lado”, de Pedro Almodóvar
Vencedor do Festival de Veneza, o primeiro filme em inglês do cineasta espanhol faz parte da programação do evento, que acontece em outubro
Irandhir Santos e Leandra Leal vivem “Macbeth” do jogo do bicho em trailer tenso
"Os Enforcados", de Fernando Coimbra, traz uma versão moderna e violenta da clássica tragédia de Shakespeare
Festival do Rio 2024 anuncia filmes da Première Brasil com destaque para grandes cineastas
Competição contará com filmes de Lírio Ferreira, Marco Dutra e Petra Costa, além de uma programação diversificada
Mais de 100 entidades defendem lei do streaming, atacada por fake news bolsonaristas
Chamada de "PL da Globo" por políticos da direita, projeto de lei é fundamental para a produção de filmes e séries brasileiras
A Batalha da Rua Maria Antônia | Filme vencedor do Festival do Rio ganha trailer
A Paranoid divulgou o trailer de “A Batalha da Rua Maria Antônia”, filme vencedor do Festival do Rio, que narra um conflito de estudantes paulistas em 1968, durante a época da ditadura militar. A produção retrata os acontecimentos em torno da noite de outubro de 1968 que ficou conhecido como “Batalha da Rua Maria Antônia”, conflitos vividos por professores e estudantes no prédio da Faculdade de Filosofia da USP, que montaram uma vigília para garantir a votação no pleito do movimento estudantil em plena repressão da ditadura militar. Eles enfrentam os ataques do Comando de Caça aos Comunistas vindos do outro lado da rua, da Universidade Mackenzie. Quando o confronto explode, gritos, molotovs, pedras, paus e bombas caseiras são atiradas, e as 24 horas vividas com a paixão da juventude dos anos 1960, em defesa da democracia, se misturam com a iminência da invasão dos militares ao prédio da USP. O confronto resultou na morte do estudante secundarista José Carlos Guimarães, que estudava no Colégio Marina Cintra da Rua da Consolação, atingido na cabeça por um tiro vindo da Mackenzie, e no incêndio do prédio da USP pelos estudantes de direita. O acontecimento influenciou a transferência dos cursos da USP da rua Maria Antônia para a Cidade Universitária, no bairro do Butantã, cuja obra já estava em andamento. Primeiro longa dirigido por Vera Egito (da série “Todxs Nós”), “A Batalha da Rua Maria Antônia” foi filmado em preto e branco em 21 planos sequências, e inclui em seu elenco jovem os atores Pâmela Germano (“Dois Tempos”), Caio Horowicz (“Lov3”), Philipp Lavra (“Rotas do Ódio”), Gabriela Carneiro da Cunha (“Anna”), Isamara Castilho (“3%”), Juliana Gerais (“Dente por Dente”). Ainda sem previsão de estreia comercial, o filme terá sessões em 25, 28 e 29 de outubro na Mostra de São Paulo.
Filme sobre conflito de estudantes paulistas de 1968 vence Festival do Rio
O Festival do Rio 2023 anunciou na noite de domingo (15/10) os vencedores da mostra Première Brasil, em cerimônia realizada no Cine Odeon, no centro do Rio. “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito, que narra um conflito de estudantes paulistas em 1968, durante a época da ditadura militar, foi eleito o Melhor Filme. Mas o longa com mais premiado foi “Pedágio”, de Carolina Markowicz, vencedor de quatro troféus, dos quais três foram para o elenco: Melhor Atriz para Maeve Jinkings, Melhor Ator para Kauã Alvarenga e Melhor Atriz Coadjuvante para Aline Marta Maia. Os dois filmes foram dirigidos por mulheres e uma cineasta feminina venceu o prêmio de Melhor Direção: Lillah Halla, por “Levante” – que também foi reconhecido na categoria de Melhor Edição, feita por Eva Randolph, mais uma mulher na equipe técnica de um filme. “O Dia que te Conheci”, de André Novais de Oliveira, ficou com o Prêmio Especial do Júri e dividiu o troféu Redentor de Melhor Atriz, também conferido a Grace Passô. Já o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante ficou com Carlos Francisco, por “Estranho Caminho”, que recebeu ainda o troféu de Melhor Roteiro, escrito por Guto Parente. Confira abaixo a lista completa dos premiados, incluindo os troféus da mostra Novos Rumos e o Prêmio Félix para os destaques LGBTQIAPN+ do festival. PREMIÈRE BRASIL Melhor filme de ficção: “A Batalha da Rua Maria Antônia”, de Vera Egito Prêmio especial do júri: “O Dia que te Conheci”, de André Novais de Oliveira Melhor direção de ficção: Lillah Halla, por “Levante” Melhor atriz: Maeve Jinkings, por “Pedágio”, e Grace Passô, por “O Dia que te Conheci” Melhor ator: Kauã Alvarenga, por “Pedágio” Melhor atriz coadjuvante: Aline Marta Maia, por “Pedágio” Melhor ator coadjuvante: Carlos Francisco, por “Estranho Caminho” Melhor roteiro: Guto Parente, por “Estranho Caminho” Melhor fotografia: Evgenia Alexandrova, por “Sem Coração” Melhor direção de arte: Vicente Saldanha, por “Pedágio” Melhor montagem: Eva Randolph, por “Levante” Melhor documentário: “Othelo, o Grande”, de Lucas H. Rossi dos Santos Melhor direção de documentário: Daniel Gonçalves, por “Assexybilidade” Menção honrosa de documentário: “Black Rio! Black Power!”, de Emílio Domingos Melhor curta: “Cabana”, de Adriana de Faria PREMIÈRE BRASIL – NOVOS RUMOS Melhor longa: “Saudade fez Morada Aqui Dentro”, de Haroldo Borges Melhor curta: “Dependências”, de Luisa Arraes Melhor direção: Ricardo Alves Jr., por “Tudo o que Você Podia Ser” Prêmio especial do júri: “A Alma das Coisas”, de Douglas Soares Menção honrosa: “Iracemas”, de Tuca Siqueira, e “Bizarros Peixes das Fossas Abissais”, de Marão PRÊMIO FÉLIX Melhor filme brasileiro: “Sem Coração”, de Tião e Nara Normande Melhor Filme Internacional: “20.000 Espécies de Abelhas”, de Estibaliz Urresola Solaguren Melhor documentário: “Orlando, minha Biografia Política”, de Paul B. Preciado Menção honrosa de documentário: “Assexybilidade”, de Daniel Gonçalves Prêmio especial do júri: “Tudo o que Você Podia Ser”, de Ricardo Alves Jr. Troféu Suzy Capó de personalidade do ano: Nanda Costa e Lan Lanh
Festival do Rio traz mais de 200 filmes para fãs de cinema
O Festival do Rio abre suas bilheterias para o público nesta sexta-feira (6/10), após reunir convidados na quinta para sua abertura com a animação espanhola “Atiraram no Pianista”, de Fernando Trueba e Javier Mariscal (do premiado desenho “Chico & Rita”). Até 15 de outubro, o festival exibirá mais de 200 filmes nacionais e internacionais para os fãs de cinema, encerrando-se com a première nacional de “Priscilla”, novo filme da diretora Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) sobre o namoro e o casamento de Priscilla e Elvis Presley. O filme rendeu à Cailee Spaeny (“Mare of Eastown”) o prêmio de Melhor Atriz no recente Festival de Veneza deste ano. O principal destaque internacional da programação é “Pobres Criaturas”, novo filme de Yorgos Lanthimos estrelado por Emma Stone, que repetem a parceria em “A Favorita”. O filme foi o vencedor do Leão de Ouro no recente Festival de Veneza e é considerado um dos favoritos ao Oscar 2023. O evento ainda terá “Monster”, filme de Hirokazu Kore-eda que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, assim como “Os Delinquentes”, de Rodrigo Moreno, “Cobweb”, de Jee-woon Kim, e “Segredos de um Escândalo”, feito por Todd Haynes, todos exibidos em Cannes. A programação também apresenta a estreia internacional do cineasta brasileiro Karim Aïnouz: o drama de época “Firebrand”, estrelado por Jude Law (“Sherlock Homes”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). Só entre as produções brasileiras, selecionadas para a Première Brasil, o evento reúne 90 filmes (incluindo curtas-metragens), que competem pelo troféu Redentor. A lista traz títulos “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, exibido em Veneza, e “Pedágio”, de Carolina Markowicz, que foi selecionado pelos festivais de Toronto e San Sebastián. Além destes, as obras biográficas de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”) e de Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) farão suas estreias mundiais no festival, que também exibirá “Mussum – O Filmis”, vencedor do Festival de Gramado, e novas obras de cineastas consagrados como João Jardim (“As Polacas”), André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Lírio Ferreira (“Onoff”) e Lúcia Murat (“O Mensageiro”). Confira a programação completa, com horários e locais de exibição, no site oficial: https://www.festivaldorio.com.br.
Priscilla, filme premiado de Sofia Coppola, vai encerrar Festival do Rio
A 25ª edição do Festival do Rio 2023, que acontece entre os dias 5 e 15 de outubro, anunciou seus filmes de abertura e encerramento. A abertura vai acontecer com animação espanhola “Atiraram no Pianista”, de Fernando Trueba e Javier Mariscal (do premiado desenho “Chico & Rita”). A produção conta a história do músico Francisco Tenório Jr., que integrava a banda de Vinicius de Moraes e Toquinho e desapareceu em Buenos Aires, em 1976, numa história que combina a leveza da bossa nova com a brutalidade das ditaduras militares. Já o encerramento ficará por conta de “Priscilla”, novo filme da diretora Sofia Coppola (“Maria Antonieta”). A cinebiografia conta a história do namoro e do casamento de Priscilla e Elvis Presley, e rendeu à Cailee Spaeny (“Mare of Eastown”) o prêmio de Melhor Atriz no recente Festival de Veneza. O elenco também destaca Jacob Elordi (“Euphoria”) como Elvis. O longa será exibido no dia 14 de outubro, cerca de dois meses antes de entrar oficialmente em cartaz no Brasil. Para completar, o encerramento do evento também contará com a exibição de “O Sequestro do Voo 375”, de Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”), que narra a história real do pior sequestro de avião do país, quando um terrorista tentou usar a aeronave num ataque suicida à Brasília.
Festival do Rio revela lista de filmes da Première Brasil
O Festival do Rio, um dos eventos cinematográficos mais importantes do país, revelou nesta segunda-feira (4/9) a lista dos filmes nacionais selecionados para a Première Brasil. A tradicional mostra cinematográfica completa 25 anos em 2023. Ao todo, o evento selecionou 90 filmes divididos entre longas e curtas-metragens. A competição principal tem destaque para “Sem coração”, de Nara Normande e Tião, e “Pedágio”, de Carolina Markowicz, que contam com a participação da atriz Maeve Jinkings. Além destes, as obras biográficas de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”) e de Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) farão suas estreias mundiais. A seleção inclui ainda obras de cineastas consagrados como João Jardim (“As Polacas”), André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Lírio Ferreira (“Onoff”) e Lúcia Murat (“O Mensageiro”). O Festival do Rio acontece entre os dias 5 e 15 de outubro. Veja a lista. Competição longas de ficção “Ana”, de Marcus Faustini “A batalha da rua Maria Antônia”, de Vera Egito “A festa de Léo”, de Luciana Bezerra e Gustavo Melo “As polacas”, de João Jardim “Até que a música pare”, de Cristiane Oliveira “Cinco da tarde”, de Eduardo Nunes “Estranho caminho”, de Guto Parente “Levante”, de Lillah Halla “O dia que te conheci”, de André Novais Oliveira “O mensageiro”, de Lúcia Murat “Onoff”, de Lírio Ferreira “Pedágio”, de Carolina Markowicz “Sem coração”, de Nara Normande e Tião Competição longas documentários “Assexybilidade”, de Daniel Gonçalves “Black Rio! Black Power!”, de Emílio Domingos “Helô”, de Lula Buarque de Hollanda “Línguas da nossa língua”, de Estevão Ciavatta “O coro do Te-Ato”, de Stella Oswaldo Cruz Penido “Othelo, o Grande”, de Lucas H. Rossi dos Santos “Utopia tropical”, de João Amorim Gala de Encerramento “O sequestro do voo 375”, de Marcus Baldini Hors Concours “A flor do Buriti”, de João Salaviza e Renée Nader Messora “A paixão segundo G.H.”, de Luiz Fernando Carvalho “Leme do destino”, de Julio Bressane “Meu nome é Gal”, de Dandara Ferreira e Lô Politi “Meu sangue ferve por você”, de Paulo Machline “Mussum, o filmis”, de Sílvio Guindane “O diabo da rua no meio do redemunho”, de Bia Lessa Competição curtas “A lama da mãe morta”, de Camilo Pellegrini “Bença”, de Mano Cappu “Cabana”, de Adriana de Faria “Cassandra”, de Paula Granato “Deixa”, de Mariana Jaspe “Diamantes de Acayaca”, de Francisco Nora Franco e Fernanda Roque “Engole o choro”, de Fábio Rodrigo “Mergulho”, de Marton Olympio e Anderson Jesus “Nina e o abismo”, de Alice Name-Bontempo “Onde a floresta acaba”, de Otavio Cury “Pássaro memória”, de Leonardo Martinelli “Pequenas insurreições”, de William de Oliveira “Quarto de hotel”, de Marcelo Ribas Grabowsky e Mauro Pinheiro Jr. “Thuë Pihi Kuuwi — Uma mulher pensando”, de Aida Harika Yanomami, Roseane Yariana Yanomami e Edmar Tokorino Yanomami “Tudo o que cresce e voa”, de Maria Fanchin “Vão das almas”, de Edileuza Penha e Santiago Dellape Mostra Novos Rumos – Longas “Atmosfera”, de Paulo Caldas “Bizarros peixes das fossas abissais”, de Marão “Eu sou Maria”, de Clara Linhart “Iracemas”, de Tuca Siqueira “Nada será como antes”, de Ana Rieper “Saudade fez morada aqui dentro”, de Haroldo Borges “Termodielétrico”, de Ana Costa Ribeiro “Tudo que você podia ser”, de Ricardo Alves Jr Mostra Novos Rumos – Curtas “A alma das coisas”, de Douglas Soares e Felipe Herzog “As miçangas”, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor “Castanho”, de Adanilo “Dependências”, de Luísa Arraes “Erva de Gato”, de Novíssimo Edgar “Jaguanum”, de Samuel Lobo “Queime este corpo”, de Denis Cisma e Mauricio Bouzon “Se precisar de algo”, de Mariana Cobra Mostra Retratos – Longas “Aretha no Everest”, de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann “Dois sertões”, de Caio Resende e Fabiana Leite “Nas ondas de Dorival Caymmi”, de Locca Faria “Nelson Pereira dos Santos — Uma vida de cinema”, de Ivelise Ferreira e Aída Marques “Peréio, eu te odeio”, de Tasso Dourado e Allan Sieber “Rio da dúvida”, de Joel Pizzini “Roberto Farias — Memórias de um cineasta”, de Marise Farias “Samuel Wainer”, de Dario Menezes Mostra Retratos – Curtas “A edição do nordeste”, de Pedro Fiuza “Arruma um pessoal pra gente botar uma macumba num disco”, de Chico Serra “Celebrazione”, de Luís Carlos Lacerda “Macaléia”, de Rejane Zilles “Teatro de máscaras”, de Eduardo Ades Mostra ‘O estado das coisas’ – Longas “Aqui en la frontera”, de Marcela Ulhoa e Daniel Tancredi “Bye, Bye Amazônia”, de Neville de Almeida “Corpos invisíveis”, de Quézia Lopes “Incompatível com a vida”, de Eliza Capai “Rapacidade”, de Julia de Simone e Ricardo Pretti “Rejeito”, de Pedro de Filippis “Toda noite estarei lá”, de Tati Franklin e Suellen Vasconcelos Mostra ‘O estado das coisas’ – Curtas “Quarta-feira”, de Bárbara Santos e João Pedro Prado “Camorim”, de Renan Barbosa Brandão “Por favor leiam para que eu descanse em paz”, de Anna Costa e Silva e Nanda Félix “Yãmî Yah-Pá — Fim da noite”, de Vladimir Seixas Exibição especial de curtas “Aquela mulher”, de Cristina Lago e Marina Erlanger “Ficção suburbana”, de Rossandra Leone “Helena de Guaratiba”, de Karen Black “Noturna”, de Gabriela Poester “O chá de Alice”, de Simone Spoladore Sessões especiais “Fala, tu”, de Guilherme Coelho (20 anos do lançamento) “Quantos dias quantas noites”, de Cacau Rhoden Itinerários únicos “Egili – Rainha retinta do carnaval”, de Carolina Reucker “Mulheres radicais”, de Isabel Nascimento Silva “Raoni, uma amizade improvável, de Jean-Pierre Dutilleux Coproduções com o Brasil “Los delincuentes”, de Rodrigo Moreno (Brasil/Argentina/Luxemburgo/Chile) “Os de baixo”, de Alejandro Quiroga Guerra (Brasil/Argentina/Bolívia/Colômbia) “Posto avançado”, de Edoardo Morabito (Brasil/Itália) “Puan”, de Benjamín Naishtat e María Alché (Brasil/ Argentina/França/Itália/Alemanha) “Scab Vendor: The life and times of Jonathan Shaw”, de Mariana Thomé, Lucas de Barros (Brasil/EUA) “Somos guardiões”, de Edivan Guajajara, Chelsea Greene e Rob Grobman (Brasil/EUA) “Sem pátria”, de Heitor Dhalia (Brasil/EUA) “O auge do humano 3”, de Eduardo “Teddy” Williams (Brasil/Taiwan/Argentina/Portugal/Holanda/Peru/Hong Kong/Sri Lanka) “Nas pegadas de Mengele”, de Alejandro Venturini e Tomás de Leone (Brasil/Argentina)
A Cozinha: Estreia de Johnny Massaro como diretor é único filme com sessão extra no Festival do Rio
O filme “A Cozinha”, que marca a estreia do ator Johnny Massaro como diretor, será o único com sessão extra no Festival do Rio. É que houve muita procura e as duas sessões oficiais lotaram, assim o longa voltará a ser exibido no sábado (15/10). Adaptação da peça de mesmo nome de Felipe Haiut, que por sua vez foi concebida na cozinha do próprio Massaro, o filme foi um trabalho entre amigos, incluindo nisto o elenco formado por Ícaro Silva, Bruna Linzmeyer e Júlia Stockler, que é cunhada do agora diretor. A trama gira em torno do reencontro de Miguel, artista em crise, e Rodrigo, um amigo de infância. As presenças inesperadas de Letícia, com quem Miguel vive um relacionamento fracassado, e Carla, noiva de Rodrigo, instauram um clima de tensão entre eles. Em meio a conversas banais e o resgate de memórias reprimidas, a hostilidade entre os quatro aumenta quando Letícia questiona a sexualidade de Miguel. Depois do Festival do Rio, “A Cozinha” será exibida na Mostra de São Paulo, que começa em 20 de outubro e vai até 2 de novembro. Mas o filme ainda não tem previsão de estreia comercial. Veja abaixo o teaser da produção.











