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    Motorrad: Terror brasileiro com motoqueiros assassinos ganha trailer sangrento

    22 de janeiro de 2018 /

    A Filmland divulgou o trailer de “Motorrad”, suspense radical brasileiro que estreia em 2018. A nova prévia ajuda a encerrar os clichês precipitados. Esqueça o chamariz batido do “Mad Max brasileiro” – no caso, “Reza a Lenda 2”? As cenas de motos disparando entre montanhas e cenários áridos não demoram a ser substituídas por imagens de motoqueiros mascarados, facões ensanguentados e assassinatos brutais das vítimas que se aventuram em locais afastados – ou seja, uma iconografia típica de slasher americano. O clima é de filme de terror, estilo “Viagem Maldita” (2006). A sinopse oficial descreve “Motorrad” como “um thriller de alta voltagem”: “Um grupo de motoqueiros entra em território proibido e é seduzido a fazer uma trilha onde a beleza da paisagem vai sendo rapidamente substituída pelo medo e pela morte. Enfrentar o que os está caçando vai ser tão difícil quanto a convivência entre eles, marcada por sedução, violência e transformações”. A história foi concebida por Danilo Beyruth, um dos maiores nomes dos quadrinhos nacionais (que atualmente desenha para a Marvel, justamente a nova série do “Motoqueiro Fantasma”), roteirizada por LG Bayão (que escreveu coisas tão distintas quanto “Irmã Dulce” e o besteirol “O Último Virgem”) e filmada pelo diretor Vicente Amorim (de “Corações Sujos” e também “Irmã Dulce”). O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. O verdadeiro massacre, porém, veio da crítica norte-americana, que eviscerou o filme após sua exibição no Festival de Toronto. A estreia nacional está marcada para 1 de março.

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    Me Chame pelo seu Nome é um romance tão arrebatador que até seu sofrimento é bonito

    21 de janeiro de 2018 /

    Inspirado no livro homônimo de André Aciman, “Me Chame Pelo Seu Nome” descreve o primeiro amor de Elio (a revelação Timothée Chalamet), um menino de 17 anos aproveitando a juventude na casa dos pais em algum lugar do norte da Itália no ano de 1983. Elio tem uma namoradinha, mas rapidamente se encanta pelo estudante mais velho, Oliver (Armie Hammer), que ficará hospedado em sua casa durante seis semanas, a convite de seu pai. Os dois rapidamente travam uma amizade, que evolui para uma paixão. Afinal, não se vai para uma Itália tão ensolarada somente para devorar livros e estudar. É como se o diretor italiano Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”) utilizasse a arte que pulsa ao redor, assim como as belezas naturais do cenário, como convites para um romance inevitável. É possível sentir o calor da região, o cheiro das plantas, o gosto da comida e os drinks. Os grandes diretores conseguem transmitir isso à plateia. Por exemplo, David Lean colocou o espectador na temperatura infernal do deserto em “Lawrence da Arábia” (1962) e Steven Spielberg fez a sala de cinema se transformar num campo de batalha com cheiro de fogo e morte em “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Luca Guadagnino fisga os sentidos ao aproveitar o ambiente para que os jovens não tenham escapatória e se entreguem um ao outro da mesma forma que o cinéfilo ao filme. Se o sentimento existe, por que alguém decidiria ignorá-lo? Inicialmente, Elio se faz essa pergunta. Não sabe se diz a Oliver o que realmente sente ou se esconde a verdade para evitar um sofrimento desnecessário. É claro que o ato de reprimir sentimentos ou impulsos gera sofrimento, embora as pessoas não estejam habituadas a aceitar isso quando estão na linha tênue entre se jogar ou não numa relação amorosa. O roteiro de James Ivory (cineasta veterano, responsável por “Retorno a Howards End” e “Vestígios do Dia”) provoca perguntas que todo mundo se fez ou fará algum dia: Se Elio jamais tivesse contado a verdade a Oliver, isso o pouparia de futuras dores ou mágoas? Seria o amor uma maldição? Teria sido melhor apenas manter a amizade? Ou será que ninguém precisa temer um momento especial mesmo sabendo que existe começo e fim para tudo? Mas Elio escolhe arriscar – senão, não teríamos filme. E ao fazer isso, leva o espectador a lembrar do primeiro beijo, do primeiro amor, daquele relacionamento mal-resolvido, mas também daquela pessoa a quem nunca scontou o que realmente sentia por ela. Esse é o poder do filme de Luca Guadagnino, que gruda na retina e não sai mais, com sua beleza e ternura, principalmente após a fala nos minutos finais do personagem de Michael Stuhlbarg, que interpreta o pai de Elio. Um monólogo que jamais será esquecido ao fazer a cabeça girar em torno de memórias, amores jamais superados, responsabilidade afetiva e desejos não concretizados. Porém, a maior qualidade de “Me Chame Pelo Seu Nome” é materializar algo simples e bastante corajoso: uma história de amor entre dois homens sem que, acredite, existe uma cena ou qualquer diálogo que sugira manifestações de preconceito. Mesmo assim, é um romance que só poderia ser contado nos dias de hoje, uma proposta que nunca teria uma visibilidade tão grande no mercado cinematográfico antes dos sucessos de obras como “Brokeback Mountain” e “Moonlight”, que fizeram todos os públicos pensarem. Filmes que ajudaram todos a olhar em volta, entender como é o mundo de verdade e as pessoas que nele vivem com suas próprias escolhas no caminho para a felicidade. “Me Chame Pelo Seu Nome” vem na sequência de algumas histórias que já foram contadas, mas é a virada de página. Não importa se Elio e Oliver são dois homens ou duas mulheres. Importa que eles sejam felizes enquanto o filme dura na tela. É o recado otimista de Luca Guadagnino, que carrega nas cores fortes para imaginar um mundo melhor e sem medo de amar. Uma experiência arrebatadora, de sensibilidade rara, que torna bonito até o sofrimento.

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    Trailer de comédia do criador de Veep satiriza a morte de Stalin

    21 de janeiro de 2018 /

    A IFC Filmes divulgou os pôsteres de personagens e o novo trailer da comédia “The Death of Stalin”. Dirigido por Armando Iannucci, criador de “Veep”, o filme é uma sátira histórica, que adapta a graphic novel francesa de mesmo nome, sobre os dias caóticos que se seguiram à morte do líder soviético Joseph Stalin em 1953. O elenco reúne um time talentoso e eclético, liderado por Jeffrey Tambor (série “Transparent”), Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”), Rupert Friend (série “Homeland”), Michael Palin (“Ferocidade Máxima”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), Simon Russell Beale (“A Lenda de Tarzan”) e as atrizes Andrea Riseborough e Olga Kurylenko (ambas de “Oblivion”). O filme teve avant-première mundial no Festival de Toronto e faz parte da programação do Festival de Sundance, mas ainda não tem estreia comercial marcada nos Estados Unidos – nem no Brasil.

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    Pedro Almodóvar elege Me Chame pelo Seu Nome como seu filme favorito de 2017

    23 de dezembro de 2017 /

    Uma enquete do portal Outros Cines Europa revelou os filmes favoritos de 2017 de alguns diretores espanhóis. E Pedro Almodóvar elegeu “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, como o seu preferido. Não só isso: ele teceu inúmeros elogios à produção. “Tudo é bonito, atraente, desejável e emocionante neste filme. Os meninos, as meninas, os cafés, as frutas, os cigarros, as piscinas, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a entrega dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, a relação do protagonista com seus pais. A aposta dos autores pela paixão dos sentidos. A luz do norte da Itália e especialmente Thimotée Chalamet, a grande revelação do ano”, saudou o diretor. Vencedor da primeira premiação importante da temporada, o Gotham Awards, e líder em indicações ao Spirit Awards, “Me Chame pelo Seu Nome” se passa numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980 e mostra como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o galã convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 18 de janeiro no Brasil.

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    Destaque do Festival de Toronto, Me Chame pelo Seu Nome ganha trailer legendado

    19 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “Me Chame pelo Seu Nome” (Call Me By Your Name), um romance gay sensível de Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”), que foi o terceiro filme mais votado do Festival de Toronto e o vencedor do prêmio do público do Festival de Melbourne. A prévia destaca as belas imagens que costuma acompanhar os filmes do cineasta italiano, que pela primeira vez trabalha com o diretor de fotografia tailandês Sayombhu Mukdeeprom (do assombroso “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”). Passada numa idílica mansão rural italiana dos anos 1980, a trama acompanha como o jovem filho de um professor americano se encanta com o novo pupilo convidado a passar o verão com a família. O elenco destaca Timothée Chalamet (“Interestelar”) como o filho, Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) como o pai e Armie Hammer (“Cavaleiro Solitário”) como o convidado. Adaptação de um romance aclamado de André Aciman, o filme estreia em 24 de novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro no Brasil.

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    Festival de Toronto premia novo filme do diretor de Sete Psicopatas e um Shih Tzu

    17 de setembro de 2017 /

    O público do Festival de Toronto consagrou “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri” como Melhor Filme da 42ª edição do principal evento cinematográfico canadense. Terceira comédia de humor negro do inglês Martin McDonagh, o longa foi considerado ainda mais sombrio que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), e superior a ambos na opinião da crítica norte-americana (97% de aprovação no Rotten Tomatoes). A trama gira em torno de uma mãe (vivida por Frances McDormand, do filme “Fargo”) da pequena cidade de Ebbing, no Missouri, que, inconformada com a incompetência da polícia após o estupro e assassinato da filha, manda erguer cartazes cobrando providências e expondo o xerife local. Já tinha sido um dos filmes mais comentados do Festival de Veneza, em que venceu o prêmio de Melhor Roteiro. Desta vez, foi o favorito do público, que é quem premia os principais longas de Toronto. Além de “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, o público aprovou “I, Tonya”, a cinebiografia da polêmica patinadora Tonya Harding, estrelada por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”), e “Call Me By Your Name”, um romance gay sensível do italiano Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”). Foram, respectivamente, o 2º e o 3º filmes mais votados. Entre os documentários, os favoritos foram o francês “Faces Places” (Visages, Villages), que reúne o fotógrafo/muralista JR e a cineasta Agnès Varda numa viagem/registro pela França rural, seguido por “Long Time Running”, sobre o último show da banda canadense The Tragically Hip, e “Super Size Me 2: Holy Chicken!”, continuação do famoso “Super Size Me: A Dieta do Palhaço” (2004). Os espectadores também elegeram os melhores filmes da seção paralela mais famosa do festival, Midnight (dedicada a filmes extremos). Geralmente marcada por produções de terror, a Midnight 2017 deu mais espaço para dramas, comédias e thrillers pouco convencionais. O vencedor foi “Bodied”, de Joseph Khan, o aclamado diretor dos últimos clipes de Taylor Swift. O filme acompanha um estudante branco que resolve fazer uma tese sobre batalhas de rap e se envolve tanto que passa a competir. Em 2º lugar ficou “The Disaster Artist”, de James Franco, sobre os bastidores hilários das filmagens do pior filme de todos os tempos (“The Room”). E o thriller prisional “Brawl in Cell Block 99”, segundo longa de S. Craig Zahler (do ótimo western “Rastro de Maldade”), completou o pódio em 3º lugar. O festival também tem uma mostra com vencedores determinados por um juri. Mas a seção Plataforma, inaugurada em 2015, possui um perfil menos comercial e voltado para o cinema internacional. O vencedor deste ano foi “Sweet Country”, do cineasta aborígene Warwick Thornton, um western ambientado na Austrália selvagem dos anos 1920. Thornton, que já tinha vencido a Câmera de Ouro em Cannes com sua estreia, “Sansão e Dalila” (2009), também venceu o Prêmio do Juri no recente Festival de Veneza com seu novo filme. Por fim, o prêmio da crítica (FIPRESCI) foi para “Ava”, da iraniana Sadaf Foroughi, sobre as dificuldades de uma adolescente rebelde na sociedade conformista muçulmana, exibido na mostra Discovery, e “El Autor”, do espanhol Manuel Martín Cuenca, sobre um escritor que detalha um assassinato, sem saber que pode se tornar vítima de sua história. Geralmente, as obras premiadas em Toronto conquistam indicações ao Oscar. Em alguma oportunidades, até vencem o cobiçado prêmio de Melhor Filme da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. No ano passado, o vencedor do festival canadense foi “La La Land”, o longa mais premiado do Oscar 2017.

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    Trailer de comédia do criador de Veep satiriza a morte de Stalin

    15 de agosto de 2017 /

    A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia “The Death of Stalin”. Dirigido por Armando Iannucci, criador de “Veep”, o filme é uma sátira histórica, que adapta a graphic novel francesa de mesmo nome, sobre os dias caóticos que se seguiram à morte do líder soviético Joseph Stalin em 1953. O elenco reúne um time talentoso e eclético, liderado por Jeffrey Tambor (série “Transparent”), Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”), Rupert Friend (série “Homeland”), Michael Palin (“Ferocidade Máxima”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), Simon Russell Beale (“A Lenda de Tarzan”) e as atrizes Andrea Riseborough e Olga Kurylenko (ambas de “Oblivion”). O filme terá première mundial no Festival de Toronto e estreia comercialmente em 20 de outubro no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Terror brasileiro Motorrad é selecionado para o Festival de Toronto

    15 de agosto de 2017 /

    O novo filme do diretor Vicente Amorim (de “Corações Sujos” e também “Irmã Dulce”), o longa brasileiro de terror “Motorrad” terá première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontece de 7 a 17 de setembro no Canadá. Ele foi selecionado para a seção Contemporary World Cinema. O filme adapta para o cinema uma história de Danilo Beyruth, colaborador da editora americana de quadrinhos Marvel. A trama acompanha um grupo de jovens que faz motocross numa trilha remota e desconhecida, e acaba entrando em território proibido, passando a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos. O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. A data de estreia nos cinemas brasileiros ainda não foi definida.

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    Festival de Toronto anuncia sua seleção com filmes de George Clooney e Angelina Jolie

    26 de julho de 2017 /

    Considerado o evento de cinema mais importante da América do Norte, o Festival de Toronto anunciou parte da programação de sua 42ª edição. E, como sempre, a seleção está cheia de filmes com potencial para disputar o Oscar. Entre os selecionados, estão os novos longas-metragem de Darren Aronofsky (“mother!”), Guillermo del Toro (“The Shape of Water”), Stephen Frears (“Victoria and Abdul”), Scott Cooper (“Hostiles”), Joe Wright (“Darkest Hour”), Craig Gillespie (“I, Tonya”), George Clooney (“Suburbicon”), Angelina Jolie (“First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers”) e o casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (“Battle of the Sexes”), além de obras de cineastas europeus renomados, como Wim Wenders (“Submergence”) e Joachim Trier (“Thelma”), e obras premiadas em Cannes que buscam vaga no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira Na edição deste ano — que teve a programação reduzida em 20%, após pedidos da crítica —, 33 filmes serão exibidos na mostra de “Exibições Especiais”, e apenas 14 terão sua estreia no Festival, na mostra “Gala”. Isto se deve à concorrência cada vez mais acirrada de outros festivais – Toronto acontece simultaneamente a eventos em Telluride, nos Estados Unidos, e Veneza, na Itália, e ainda sofre a competição do Festival de Nova York por premières exclusivas. No ano passado, “La La Land”, do diretor Damien Chazelle, foi o vencedor do festival canadense e acabou premiado com seis estatuetas no Oscar 2017. A edição deste ano acontece entre os dias 7 e 17 de setembro na cidade de Toronto, no Canadá. Confira abaixo a lista completa dos primeiros títulos anunciados. MOSTRA DE GALA “Breathe”, de Andy Serkis “Stronger”, de David Gordon Green “The Catcher Was a Spy”, de Ben Lewin “Darkest Hour”, de Joe Wright “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, de Paul McGuigan “Kings”, de Deniz Gamze Ergüven “Long Time Running”, de Jennifer Baichwal e Nicholas de Pencier “Mary Shelley”, de Haifaa Al-Mansour “Depois Daquela Montanha”, de Hany Abu-Assad “Mudbound”, de Dee Rees “The Wife”, de Björn Runge “Woman Walks Ahead”, de Susanna White EXIBIÇÕES ESPECIAIS “Battle of the Sexes”, de Jonathan Dayton e Valerie Faris “120 battements par minute”, de Robin Campillo “The Brawler”, de Anurag Kashyap “The Breadwinner”, de Nora Twomey “Call Me By Your Name”, de Luca Guadagnino “Catch the Wind”, de Gaël Morel “The Children Act”, de Richard Eyre, “The Current War”, de Alfonso Gomez-Rejon “Disobedience”, de Sebastián Lelio “Downsizing”, de Alexander Payne “A Fantastic Woman”, Sebastián Lelio “First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers”, de Angelina Jolie “The Guardians”, Xavier Beauvois “Hostiles”, de Scott Cooper “The Hungry”, de Bornila Chatterjee “I, Tonya”, de Craig Gillespie “Lady Bird”, de Greta Gerwig “mother!”, de Darren Aronofsky “Novitiate”, de Maggie Betts “Omerta”, de Hansal Mehta “Plonger”, de Mélanie Laurent “The Price of Success”, de Teddy Lussi-Modeste “Professor Marston & the Wonder Woman”, de Angela Robinson “The Rider”, de Chloé Zhao “A Season in France”, de Mahamat-Saleh Haroun “The Shape of Water”, de Guillermo del Toro “Sheikh Jackson”, de Amr Salama “The Square”, de Ruben Östlund “Submergence”, de Wim Wenders “Suburbicon”, de George Clooney. “Thelma”, de Joachim Trier “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, de Martin McDonagh “Victoria and Abdul”, de Stephen Frears

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    Processo afirma que papel sensual de Amber Heard precipitou fim do casamento com Johnny Depp

    26 de maio de 2017 /

    O processo que os produtores do filme “London Fields” movem contra a atriz Amber Heard acusa o ator Johnny Depp de ser responsável por sua recusa em gravar cenas de nudez previstas em contrato. O jornal New York Post teve acesso ao processo, em que o produtor Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley, afirmam que a atriz teria aprovado participar das cenas mais ousados, mas mudado de ideia posteriormente, por causa do ciúme excessivo de Depp. Segundo o texto, as cenas de sexo foram decisivas para o término do casamento dos atores. “A natureza provocante da personagem de Heard foi definitiva para o divórcio de Depp”, afirma o documento. Para contornar a recusa da atriz, os produtores contrataram uma dublê de corpo, e a partir daí Amber teria feito tudo para impedir o lançamento do filme. Por conta disso, os pedem cerca de US$ 10 milhões de indenização pelo prejuízo causada pela recusa de Heard de filmar as cenas de sexo conforme estabelecidas em contrato, além de não ajudar na promoção do filme. Amber, porém, não foi a única contrariada pela decisão de incluir cenas com dublê de corpo após suas filmagens. O diretor do filme, Mathew Cullen, ficou possesso e ele também decidiu fazer seu próprio processo, desta vez contra o casal de produtores, por fraude, por terem incluído as sequências controversas na montagem final sem sua autorização. Ele declarou que os produtores não tinham direito de usar seu nome na promoção de um projeto do qual ele não concorda. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. O filme teria première no Festival de Toronto de 2015, mas, ao ver as primeiras projeções, Cullen impediu sua exibição no evento. Desde então, “London Fields” está num limbo de batalhas judiciais. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do próprio Johnny Depp, em uma pequena figuração. Logo que as filmagens terminaram, Depp e Amber anunciaram o divórcio.

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    Cinema americano distribui sacos de vômito para o público de terror canibal

    22 de março de 2017 /

    Um cinema de Los Angeles resolveu distribuir sacos de vômito para quem for assistir ao terror canibal “Raw” (Grave), lembrando que o filme deixou pessoas passando mal em sua première no Festival de Toronto. “Um dos funcionários tomou a iniciativa de fazer os sacos. Me lembrei que isso costumava ser feito com alguns lançamentos de horror na década de 1970”, disse Mark Valen, programador do cinema Nuart. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” estreou em 10 de março nos EUA, mas, apesar de ter passado no Festival do Rio, permanece sem previsão de lançamento no Brasil. Protagonizado por Garance Marillier, Raw promete dar que falar durante 2017, sendo de esperar mais iniciativas como esta nos diversos países onde o filme vai ser exibido. Aproveite e veja dois trailers aqui.

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    Premiadíssimo filme de terror canibal divulga cinco cenas inéditas

    3 de março de 2017 /

    A Focus divulgou um novo pôster e cinco cenas do terror canibal “Raw” (Grave), que mostram alguns momentos importantes do filme, mas nada que faça o espectador desmaiar, como aconteceu durante sua exibição no Festival de Toronto. É verdade. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero em 2017, pela mistura de mal-estar e elogios que vem gerando no circuito de festivais, inclusive em Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, e no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia. “Raw” também venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. A estreia comercial está marcada para 10 de março nos EUA e na semana seguinte na França, mas, apesar de ter passado no Festival do Rio, ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Festival de Toronto anuncia redução de tamanho após sofrer críticas por seu inchaço

    24 de fevereiro de 2017 /

    O Festival de Toronto, um dos mais importantes do mundo, anunciou que a partir deste ano reduzirá a programação e exibirá 20% menos filmes, em reação a críticas sobre seu inchaço. Na próxima edição, que será realizada em setembro deste ano, o evento passará de 16 para 14 mostras. Além disso, diminuirá o número de salas de exibição – de 11 para 9. O diretor artístico do festival, Cameron Bailey, justificou a iniciativa como uma forma de concentrar a programação em filmes de maior impacto e qualidade. “Temos o desafio de proporcionar uma generosa escolha de filmes às mais de 400 mil pessoas que comparecem ao festival, então manteremos um forte enfoque na seleção de filmes”, afirmou Bailey em comunicado. Considerado o evento preferido pelos grandes estúdios para testar filmes com potencial para disputar o Oscar, Toronto recebeu duras críticas nos últimos anos por conta de seu crescimento desmedido, que dificulta o trabalho de críticos, produtores, distribuidores e do público, durante os dez dias de exibições. A revista Variety chegou a publicar um artigo que questionava se o tamanho do evento estava prejudicando o festival, já que, sem poder ver tudo, os críticos tinham suas avaliações prejudicadas. Além disso, o texto criticava a preferência sobre candidatos ao Oscar e estrelas de Hollywood em detrimento de outros filmes menos comerciais. No ano passado, o festival exibiu quase 400 filmes, entre longas-metragens e curtas de 83 países do mundo. O objetivo da redução é limitar a exibição a 300 filmes.

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