PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Elle vence o César 2017 e é o Melhor Filme francês do ano

    24 de fevereiro de 2017 /

    O suspense “Elle” foi o grande vencedor do César 2017, a principal premiação do cinema francês, equivalente ao Oscar americano. Além de vencer como Melhor Filme do ano, o longa do holandês Paul Verhoeven rendeu o César de Melhor Atriz para sua estrela, Isabelle Huppert, em cerimônia realizada na noite desta sexta-feira (24), em Paris. Verhoeven, porém, não levou o troféu de Melhor Diretor. Ele foi superado pelo jovem canadense Xavier Dolan, que venceu por “É Apenas o Fim do Mundo”, drama que divide opiniões da crítica. O cineasta, por sinal, venceu dois César. O segundo foi pela edição do filme. “É Apenas o Fim do Mundo” também premiou o desempenho Gaspard Ulliel com o César de Melhor Ator. Outro filme que também recebeu três troféus foi “Divines”, distribuído pela Netflix: venceu na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Deborah Lukumuena), Revelação Feminina (Oulaya Amamra) e Melhor Filme de Estreia para a diretora Houda Benyamina, que já tinha sido premiada com a Câmera de Ouro (Melhor Filme de Estreia) no Festival de Cannes. Também repetindo Cannes, o Vencedor da Palma de Ouro, o britânico “Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach, ficou com a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro, superando o brasileiro “Aquarius”. Favorito na premiação, o drama “Frantz”, de François Ozon, acabou decepcionando. Indicado a 11 troféus, o longa só venceu um: de Melhor Fotografia. Perdeu até como Roteiro Adaptado, categoria que foi vencida, de forma surpreendente, por “Minha Vida de Abobrinha”, premiada também como Melhor Animação. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do César 2017 Melhor Filme “Elle” Melhor Direção Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”) Melhor Atriz Isabelle Huppert (“Elle”) Melhor Ator Gaspard Ulliel (“É Apenas o Fim do Mundo”) Melhor Atriz Coadjuvante Déborah Lukumuena (“Divines”) Melhor Ator Coadjuvante James Thierrée “Chocolate” Melhor Revelação Feminina Oulaya Amamra (“Divines”) Melhor Revelação Masculina Niels Schneider (“Diamant Noir”) Melhor Roteiro Original Raoul Ruiz (“O Efeito Aquático”) Melhor Roteiro Adaptado Céline Sciamma (“Minha Vida de Abobrinha”) Melhor Filme Estrangeiro “Eu, Daniel Blake” (Reino Unido) Melhor Filme de Estreia “Divines” Melhor Animação “Minha Vida de Abobrinha” Melhor Trilha Sonora Ibrahim Maalouf (“Dans les Forêts de Sibérie”) Melhor Fotografia Pascal Marti (“Frantz”) Melhor Edição Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”) Melhor Figurino Anaïs Romand (“La Danseuse”) Melhor Cenografia Jérémie D. Lignol (“Chocolate”) Melhor Som Marc Engels, Fred Demolder, Sylvain Réty, Jean-Paul Hurier (“L’odyssée”) Melhor Documentário “Merci Patron”

    Leia mais
  • Filme

    Kristen Stewart é assombrada no novo trailer de Personal Shopper

    7 de fevereiro de 2017 /

    A IFC Films divulgou o segundo trailer americano de “Personal Shopper”, produção que marca o reencontro da atriz Kristen Stewart com o diretor francês Olivier Assayas, após a bem-sucedida parceria em “Acima das Nuvens”. A primeira parceria rendeu à americana o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante do cinema francês em 2015. A segunda deu ao cineasta o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes de 2016. A prévia revela o lado místico da trama, ao trazer Kristen explicando para Lars Eidinger (também de “Acima das Nuvens”) que pretende ficar em Paris até ser contatada por seu irmão gêmeo recém-falecido, respeitando um acordo mediúnico que ambos fizeram a respeito de quem morresse primeiro. Logo em seguida, ela aparece aterrorizada, encontrando sinais de fantasmas. O elenco internacional também inclui a austríaca Nora von Waldstätten (mais uma integrante de “Acima das Nuvens”), a francesa Sigrid Bouaziz (série “The Tunnel”) e o norueguês Anders Danielsen Lie (“Oslo, 31 de Agosto”). O filme estreia em 2 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Associação de críticos franceses elege Aquarius o Melhor Filme Estrangeiro

    31 de janeiro de 2017 /

    O drama brasileiro “Aquarius” foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro do ano passado pela União Francesa de Críticos de Cinema. O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sônia Braga teve sua première mundial na França, exibido no Festival de Cannes, de onde saiu sem prêmios, exatamente como, por coincidência, “Elle”, de Paul Verhoeven, que os críticos franceses consideraram o Melhor Filme de 2016. A produção estrelada por Isabelle Huppert recebeu até uma indicação ao Oscar 2017, na categoria de Melhor Atriz. Por outro lado, a Vitagraphic, que fez a distribuição invisível de “Aquarius” nos EUA, não inscreveu o longa brasileiro no Oscar, deixando-o inelegível. Outro filme indicado pela Academia, a animação “A Tartaruga Vermelha”, também foi destaque e levou o prêmio de Melhor DVD/Blu-ray Recente. Os prêmios da associação de críticos franceses foram criados em 2006 e são concedidos por jornalistas especializados. “Aquarius” também concorre ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no César 2017, maior premiação de cinema da França, comparada ao Oscar no país. A cerimônia está marcada para 24 de fevereiro.

    Leia mais
  • Filme

    Pedro Almodóvar vai presidir o júri do Festival de Cannes

    31 de janeiro de 2017 /

    O cineasta espanhol Pedro Almodóvar será o presidente do júri do Festival de Cannes de 2017, anunciaram nesta terça-feira (31/1) os organizadores do evento. O diretor e roteirista, que venceu o Oscar por “Fale com Ela” (2002) e foi premiado em Cannes por “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999) e “Volver” (2006), lançou seu filme mais recente, “Julieta” (2016), na edição do festival do ano passado. Em comunicado, o diretor de 67 anos disse estar “grato, honrado e um pouco surpreso” pelo convite para presidir o festival, enquanto os organizadores destacaram o motivo da escolha. “Seus trabalhos já se consolidaram no nicho eterno da história do cinema”, disseram, em resumo. Os demais membros do júri que definirão o vencedor da Palma de Ouro serão anunciados apenas em abril. No ano passado, o júri presidido pelo cineasta australiano George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”) tomou decisões controversas e dividiu a crítica, ao ignorar “Elle”, “A Criada”, “Toni Erdmann”, “Aquarius” e o próprio “Julieta” em favor de “Eu, Daniel Blake” e filmes vaiados como “Personal Shopper” e “É Apenas o Fim do Mundo”. Pela lista, dá para ver como o festival é importante. A próxima edição marcará os 70 anos do Festival Cannes e vai acontecer entre os dias 17 e 28 de maio.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Emmanuelle Riva (1927 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz francesa Emmanuelle Riva, ícone da nouvelle vague, que ganhou fama mundial como a protagonista de “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, e voltou a ter grande destaque recentemente com “Amor” (2012), do austríaco Michael Haneke, que lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela lutava havia anos contra um câncer e faleceu na sexta-feira (27/1), aos 89 anos. Nascida em 1927 em uma família de operários do leste da França, Paulette (seu nome real) declamava desde a adolescência as falas de personagens clássicos do teatro em seu quarto. Aos 19 anos, pouco depois do fim da 2ª Guerra Mundial, viajou a Paris para estudar artes dramáticas, mas só foi aparecer no cinema no final da década seguinte. Após figurar em “Volúpia de Prazer” (1958), topou o desafio de aparecer nua num filme de caráter poético-experimental, sobre o romance entre uma francesa e um arquiteto japonês de Hiroshima, a cidade devastada pelo primeiro ataque com bomba atômica da história. Sua nudez serviu de chamariz para o filme, que era extremamente intelectual. Mas se virou musa instantânea, também precisou lutar para não ficar marcada como sexy. Para tanto, tomou uma série de decisões ousadas, ilustrando o lado pouco sensual da prostituição em “Ádua e Suas Companheiras” (1960), de Antonio Pietrangeli, e aparecendo totalmente desglamourizada em “Kapò: Uma História do Holocausto” (1960), de Gillo Pontecorvo, como uma prisioneira de campo de concentração nazista. Em 1962, ela venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel em “Thérèse Desqueyroux”, como a fria personagem-título, suspeita de ter matado o próprio marido. Mas não voltar a receber maiores reconhecimentos por décadas, mesmo trabalhando com grandes cineastas, como André Cayatte em “Atentado ao Pudor” (1967), Fernando Arrabal em “Irei Como um Cavalo Louco” (1973), Marco Bellochio em “Olhos na Boca” (1982), Philippe Garrel em “Liberté, la Nuit” (1984) e Krzysztof Kieslowski em “A Liberdade É Azul” (1993). Passaram-se 50 anos até Riva voltar às cerimônias de premiação. Em “Amor” (2012), ela interpretou uma mulher doente, à beira da morte e em meio a grandes sofrimentos, compartilhados por seu marido, interpretado por Jean-Louis Trintignant, e a filha, vivida por Isabelle Huppert. Filmado nos cômodos de uma casa, de onde a personagem não conseguia sair, “Amor” se tornou o filme-sensação de 2012, iniciando uma carreira vitoriosa a partir de sua première com a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Ao ser indicada ao Oscar, Riva se tornou a atriz mais velha já reconhecida pela premiação. Não conquistou o troféu americano, mas venceu o César (o “Oscar francês”) e o BAFTA (o “Oscar inglês”). Ela também apareceu no simpático “O Verão do Skylab” (2011), de Julie Delpy, e viu aumentar os convites para filmar obras de cineastas dos mais diferentes países, enquanto buscava retomar a carreira no teatro, num surto de atividade com mais de 80 anos de idade. Em 2014, recebeu seu último prêmio, o Beaumarchais, entregue por um júri de críticos do jornal francês Le Figaro, por sua atuação na peça “Savannah Bay”, de Marguerite Duras. A atriz deixou um filme inédito, “Alma”, do islandês Kristín Jóhannesdóttir, e iria estrelar “Les Vacances”, do iraniano Mohsen Makhmalbaf. “Até o final permaneceu ativa”, declarou sua agente, Anne Alvares Correa. “Emmanuelle Riva era uma mulher comovente, uma artista de rara exigência”, afirmou Frédérique Bredin, presidente do Centro Nacional do Cinema (CNC) da França. “Foi-se uma voz inesquecível, habitada pelo amor das palavras e da poesia.”

    Leia mais
  • Filme

    Aquarius é indicado a Melhor Filme Estrangeiro no César, o Oscar francês

    25 de janeiro de 2017 /

    “Aquarius” não foi selecionado pelo Ministério da Cultura para concorrer a uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, mas acabou indicado no equivalente francês. O filme de Kleber Mendonça Filho vai disputar o César de Melhor Filme Estrangeiro. A lista dos indicados foi divulgada na manhã desta quarta (25/1) pela Academia Francesa de Cinema. E a disputa é dominada por “Elle”, de Paul Verhoeven, e “Frantz”, drama em preto e branco de François Ozon, ainda inédito no Brasil. Ambos foram selecionados em 11 categorias. Logo em seguida, aparece “Mistério na Costa Chanel”, de Bruno Dumont, com nove indicações – e que acaba de ser lançado nos cinemas brasileiros. Além destes, também conquistaram destaque “Victoria”, de Justine Triet, “Mal de Perres”, de Nicole Garcia, “La Danseuse”, de Stéphanie Di Giusto, e, principalmente, “Divines”, primeiro filme da cineasta Houda Benyamina, que venceu a Câmera de Ouro de Melhor Filme de Estreante no Festival de Cannes e foi adquirido pela Netflix para distribuição mundial. O filme pode ser visto na Netflix brasileira e confirma a tendência observada nas indicações do Oscar 2017, rumo ao streaming. Por sinal, Isabelle Huppert vai disputar os dois prêmios de Melhor Atriz, o César na França e o Oscar nos EUA, por “Elle”. A indicação francesa é a 16ª da carreira da estrela, que entretanto só venceu em uma oportunidade: em 1996, por “Mulheres Diabólicas”, de Claude Chabrol. É interessante observar o destaque obtido por filmes exibidos no Festival de Cannes do ano passado. Além do já citado “Divines”, o próprio “Elle” é um exemplo, assim como “Mistério na Costa Chanel”, “Mal de Perres” e “La Danseuse”. E fora justamente “Divines”, foram injustamente ignorados no evento de maio, cujo resultado foi recebido com contestação pela imprensa mundial. Mas é na categoria de Filmes Estrangeiros que o reflexo de Cannes se mostra mais evidente. Seis dos sete indicados foram exibidos no festival francês, inclusive “Aquarius” e o vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake”. Assim, esta disputa permite uma espécie de tira-teima, revelando se a Academia francesa concorda que o drama político britânico de Ken Loach é realmente o melhor filme. Vale observar que há uma peculiaridade na disputa desta categoria. Ao contrário do Oscar, a seleção dos filmes estrangeiros do César não tem a palavra “Língua”, o que dá uma grande vantagem a filmes de outros países falados em francês, como o canadense “É Apenas o Fim do Mundo”, de Xavier Dolan, que inclusive é interpretado por astros franceses e concorre a vários outros prêmios da Academia. A cerimônia do César 2017 vai acontecer no dia 24 de fevereiro, dois dias antes do Oscar. E não será mais presidida por Roman Polanksi, que optou por recusar o convite da Academia, após a homenagem virar protesto feminista. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao César 2017 Melhor Filme “Divines” “Elle” “Frantz” “Agnus Dei” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” “Victoria” Melhor Direção Houda Benyamina (“Divines”) Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”) Bruno Dumont (“Mistério na Costa Chanel”) Anne Fontaine (“Agunus Dei”) Nicole Garcia (“Mal de Pierres”) François Ozon (“Frantz”) Paul Verhoeven (“Elle”) Melhor Atriz Judith Chemla (“Une Vie”) Marion Cotillard (“Mal de Pierres”) Virginie Efira (“Victoria”) Marina Fois (“Irrepreensível”) Isabelle Huppert (“Elle”) Sidse Babett Knudsen (“La Fille de Brest”) Soko (“La Danseuse”) Melhor Ator Francois Cluzet (“Médecin de Campagne”) Pierre Deladonchamps (“Le Fils de Jean”) Nicolas Duvauchelle (“Não Sou um Canalha”) Fabrice Luchini (“Mistério na Costa Chanel”) Pierre Niney (“Frantz”) Omar Sy (“Chocolate”) Gaspard Ulliel (“É Apenas o Fim do Mundo”) Melhor Atriz Coadjuvante Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) Valeria Bruni Tedeschi (“Mistério na Costa Chanel”) Anne Consigny (“Elle”) Déborah Lukumuena (“Divines”) Mélanie Thierry dans (“La Danseuse”) Melhor Ator Coadjuvante Laurent Lafitte (“Elle”) Vincent Lacoste (“Victoria”) Vincent Cassel (“É Apenas o Fim do Mundo”) Gabriel Arcand (“Le Fils De Jean”) James Thierrée (“Chocolate”) Melhor Revelação Feminina Oulaya Amamra (“Divines”) Paula Beer (“Frantz”) Lily-Rose Depp (“La Danseuse”) Noémie Merlant (“Le Ciel Attendra”) Raph (“Mistério na Costa Chanel”) Melhor Revelação Masculina Damien Bonnard (“Na Vertical”) Corentin Fila (“Quando se Tem 17 anos) Kacey Mottet Klein (“Quando se Tem 17 anos”) Jonas Bloquet (“Elle”) Niels Schneider (“Diamant Noir”) Melhor Roteiro Original Houda Benyamina, Romain Compingt e Malik Rumeau (“Divines”) Raoul Ruiz (“L’Effet Aquatique”) Anne Fontaine, Pascal Bonitzer, Sabrina B. Karine e Alice Vial (“Agnus Dei”) Bruno Dumont (“Mistério na Costa Chanel”) Justine Triet (“Victoria”) Melhor Roteiro Adaptado Céline Sciamma (“Minha Vida de Abobrinha”) David Birke (“Elle”) François Ozon e Philippe Piazzo (“Frantz”) Emmanuelle Bercot e Séverine Bosschem (“La Fille de Brest”) Katell Quillévéré e Gilles Taurand (“Réparer les Vivants”) Nicole Garcia e Jacques Fieschi (“Mal de Pierres”) Melhor Filme Estrangeiro “Graduation” (Romênia) “A Garota Sem Nome” (Bélgica) “É Apenas o Fim do Mundo” (Canadá) “Aquarius” (Brasil) “Manchester à Beira-Mar” (Estados Unidos) “Eu, Daniel Blake” (Reino Unido) “Toni Erdmann” (Alemanha) Melhor Filme de Estreia “Cigarette et Chocolat Chaud” “La Danseuse” “Diamant Noir” “Divines” “Rosalie Blum” Melhor Animação “Minha Vida de Abobrinha” “A Tartaruga Vermelha” “La Jeune Fille Sans Main” Melhor Trilha Sonora Sophie Hunger (“Minha Vida de Abobrinha”) Gabriel Yared (“Chocolate”) Ibrahim Maalouf (“Dans les Forêts de Sibérie”) Anne Dudley (“Elle”) Philippe Rombi (“Frantz”) Melhor Fotografia “Elle” “Frantz” “Agnus Dei” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” Melhor Edição “Divines” “Elle” “Frantz” “É Apenas o Fim do Mundo” “Mal de Pierres” Melhor Figurino “La Danseuse” “Frantz” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” “Une Vie” Melhor Cenografia “Chocolate” La Danseuse” “Frantz” “Mistério na Costa Chanel” “Planétarium” Melhor Som “Chocolate” “Elle” “Frantz” “Mal de Pierres” “L’odyssée” Melhor Documentário “Dernières Nouvelles du Cosmos” “Merci Patron” “Fogo no Mar” “Voyage à Travers le Cinéma Français” “Swagger”

    Leia mais
  • Filme

    Kristen Stewart aparece em pôsteres e 25 fotos novas de Personal Shopper

    21 de janeiro de 2017 /

    A IFC Films divulgou dois pôsteres e 25 fotos de “Personal Shopper” (2014), produção que marca o reencontro da atriz Kristen Stewart com o diretor francês Olivier Assayas, após a bem-sucedida parceria em “Acima das Nuvens”. A primeira parceria rendeu à americana o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante do cinema francês em 2015. A nova deu ao cineasta o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes deste ano. Na trama, Kristen interpreta a assistente de uma celebridade em Paris, enquanto tenta entrar em contato com o fantasma de seu irmão gêmeo recém-falecido. O elenco internacional também inclui a austríaca Nora von Waldstätten (mais uma integrante de “Acima das Nuvens”), a francesa Sigrid Bouaziz (série “The Tunnel”) e o norueguês Anders Danielsen Lie (“Oslo, 31 de Agosto”). O filme já estreou na França, chega nos cinemas americanos em 10 de março e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Filme Eu, Daniel Blake inspira gritos de “Fora Temer” no Brasil

    18 de janeiro de 2017 /

    Em cartaz desde o dia 5 de janeiro, o filme “Eu, Daniel Blake”, do inglês Ken Loach, tem inspirado manifestações políticas no Brasil. A produção, que mostra a crise do sistema de previdência, a burocracia estatal e as consequências da falta de emprego para a população na Inglaterra, costuma terminar com gritos de “Fora Temer” aos finais das sessões. O costume foi inaugurado durante o Festival do Rio, em outubro, quando o filme foi exibido pela primeira vez no país, rendendo um forte “Fora Temer” em meio a aplausos entusiasmados pela obra de Loach, diretor conhecido por abordar temas sociais e políticos de esquerda. Segundo o jornal O Globo apurou, a justificativa para as manifestações brasileiras seria o projeto de reforma de presidência enviada pelo governo ao Congresso. Do outro lado do espectro político, as únicas manifestações contra o partido da ex-presidente Dilma tem sido na denúncia do próprio filme como sendo “petista”. Não houve, no entanto, manifestações que fizessem a ligação entre a denúncia do filme à situação de devastação total dos fundos de previdência estatais, pilhados pela corrupção dos últimos 14 anos – do poderoso Petros, da Petrobrás, ao Postalis, dos Correios. Nem à crise de desemprego desencadeada pela política econômica do governo Dilma. Além de evocar catarse do público e elogios da crítica, “Eu, Daniel Blake” também venceu o Festival de Cannes do ano passado. Mas sua Palma de Ouro é considerada controvertida até entre os cinéfilos mais à esquerda. Há quem lamente que “Elle” e “Toni Erdmann” tenham sido menosprezados pelo festival francês, culpando a decisão numa suposta inclinação política do juri. Fora de Cannes, ocorreu o inverso, com “Eu, Daniel Blake” passando quase em branco na temporada de premiações do final do ano, diante da consagração de “Elle” e “Toni Erdmann”. Abaixo, alguns exemplos de tuítes relatando as manifestações nas sessões de “Eu, Daniel Blake”. Ontem vi "Eu, Daniel Blake" no belas… Acabou o filme povo gritando "Fora Temer" e aplaudindo… O_o — zedmartins (@zedmartins) 13 de janeiro de 2017 hoje fui com moze assistir Eu, Daniel Blake e rolou logo um FORA TEMER mto massa na sala no fim da sessão — priscila (@prisc666) 17 de janeiro de 2017 Ontem a seção de Eu, Daniel Blake em que eu estava virou um grande manifesto Fora Temer. — Cecilia Oliveira (@Filosolinda) 8 de janeiro de 2017

    Leia mais
  • Filme

    Terror canibal Raw, que provoca desmaios e devora prêmios, ganhou dois trailers pra quem tem estômago forte

    14 de janeiro de 2017 /

    A Universal Pictures do Reino Unido divulgou o pôster e dois trailers fortes, ainda sem legendas, do terror canibal “Raw” – o segundo foi proibido para menores nos EUA. As cenas são perturbadoras, ao combinarem insinuações sexuais e violência. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” ainda será exibido no Festival de Sundance, que começa na quinta (19/1), e tem estreia comercial marcada para 10 de março nos EUA. Apesar de ter passado no Festival do Rio, ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    A Criada reúne surpresas, reviravoltas e tensão sexual num filme arrebatador

    12 de janeiro de 2017 /

    Cineasta com uma assinatura visual já consolidada e reconhecida, Park Chan-wook é também um mestre na arte de manipular o público, direcionando-o por vezes a territórios que os despistam quanto a grande história que está se costurando. Se em sua estreia em inglês, “Segredos de Sangue” (2013), as influências hitchcockianas renderam um belo e perturbador registro sobre o surgimento da psicopatia, com “A Criada” Chan-wook regressa à Coreia do Sul levando de sua estadia ocidental um romance da britânica Sarah Waters para fazer o seu “Azul é a Cor Mais Quente” (2013). Claro que a associação com o filme de Abdellatif Kechiche, que também disputou a Palma de Ouro em Cannes, ressoa somente na voltagem erótica. Já levado para a tevê em formato de minissérie com Elaine Cassidy, Sally Hawkins e Imelda Staunton no elenco, o texto original de “Fingersmith” é revirado por Chan-wook, cercando de perversão a premissa falsamente folhetinesca de uma jovem, Sook-hee (a promissora estreante Kim Tae-ri), persuadida pelo Conde Fujiwara (Ha Jung-woo, de “O Caçador”) a ser a criada de Lady Hideko (Kim Min-hee, de “Certo Agora, Errado Antes”), com quem pretende se casar e herdar toda a sua fortuna. Ao preparar o terreno para Fujiwara agir, Sook-hee se vê simpatizando com Lady Hideko, principalmente ao investigar o poder que o tio Kouzuki (Cho Jin-woong, de “Um Dia Difícil”) exerce sobre a sua vida. Mesmo de origens distintas e exercendo papéis sociais opostos, uma atração mútua se manifesta a partir de pequenas ações físicas que desencadeiam o desejo sexual de ambas. Como o tenso auxílio que Sook-hee presta ao readequar um dente de Lady Hideko que a incomoda enquanto chupa um pirulito – mais sugestivo, impossível! Como bem provou em sua trilogia da Vingança (“Mr. Vingança”, “Oldboy” e “Lady Vingança”), Park Chan-wook se diverte trabalhando com aparências, fazendo que o espectador descarte todo um raciocínio construído após uma boa demanda de tempo. Não é diferente em “A Criada”, tirando da manga uma surpresa narrativa, na metade da projeção, que fará tudo recomeçar praticamente do zero. Ou melhor: ofertará o privilégio de perseguir um novo ponto de vista, que dará um sentido muito mais amplo para todo o contexto. De todos os cineastas contemporâneos atraídos por narrativas não lineares, o sul-coreano é o que melhor as domina, usando o flashback não como uma ferramenta para mastigar os dados que devem preencher as lacunas sobre os históricos de personagens, mas para mostrar como o passado destes é essencial para redimensioná-los. Isso se aplica principalmente à Lady Hideko, ocultando um meio de vida tão doentio que o melhor a fazer é deixar o espaço para a imaginação. Acima de todo esse jogo entre criaturas dissimuladas, é incrível como “A Criada” ainda assim consegue ser tão verdadeiro no amor atípico que encena. Encontrar o fator humano em um freak show é um desafio, porque nenhuma violência é mais intensa e explícita do que o choque entre dois corpos que se desejam. Sem ninguém esperar, Park Chan-wook entrega o romance mais arrebatador dos últimos tempos.

    Leia mais
  • Filme

    Eu, Daniel Blake humaniza o desespero do trabalhador desamparado pelo estado

    5 de janeiro de 2017 /

    O cineasta britânico Ken Loach chegou aos 80 anos de idade levando mais uma Palma de Ouro em Cannes, com “Eu, Daniel Blake”. A anterior foi conquistada em 2006, com “Ventos da Liberdade”. A filmografia do diretor é extensa e brilhante, envolve títulos como “Kes” (1969), “Vida em Família” (1971), “Agenda Secreta” (1990), “Terra e Liberdade” (1995), “Meu Nome é Joe” (1998), “Pão e Rosas” (2000) e “Jimmy’s Hall” (2014), para citar só alguns de seus trabalhos. Ele tem sólida formação política e um decidido e generoso olhar voltado para a classe trabalhadora. É um dos maiores críticos, no cinema, dos desmontes das políticas públicas voltadas para o bem-estar social. Em “Eu, Daniel Blake”, Loach mostra que uma política de serviço social, aparentemente destinada a proteger os mais pobres e as decorrências a que estão sujeitos, pode ser cruel e insensível, com relação àqueles que deveria apoiar. Benefícios concedidos por lei, como auxílio em situação de doença que incapacita temporariamente ao trabalho e o seguro desemprego, esbarram numa burocracia infernal, despropositada e, consequentemente, indutora de injustiça, deixando ao desamparo justamente quem lhes cabe proteger. Perguntas distantes do problema de saúde do trabalhador e totalmente inadequadas fazem parte de formulários a serem enviados somente pela Internet e os contatos se fazem por telefone ao bel prazer de um técnico que vai ligar para o trabalhador no dia e hora em que melhor lhe aprouver. Enquanto isso, o tempo passa e nada se resolve. Ou melhor, o aluguel deixa de ser pago, a luz é cortada e os mais pobres passam fome e frio dentro de casa. Quem é uma espécie de analfabeto digital, como o personagem Daniel, com 40 anos de experiência e habilidade para consertar de tudo, menos computadores, fica perdido em meio a dificuldades para ele insolúveis, na condição de viúvo, sem filhos ou netos para ajudá-lo. Assim humilhado, ele vai perdendo a própria dignidade. Além da burocracia, Ken Loach deixa claro também o quanto o espírito britânico rígido, em relação a normas e procedimentos, se torna cruel junto aos mais fracos. A famosa pontualidade inglesa se volta contra uma jovem que, com duas crianças, se perde na cidade em que acaba de chegar, mas não é atendida, em função de alguns minutos de atraso. O trabalhador é um número, tratado como objeto, para quem o sistema não é capaz de se dignar a olhar e compreender suas necessidades. Isso num período de crise e mudanças no paradigma econômico europeu, em época de desmanche do Estado de Bem-Estar Social. A filmagem de Loach mescla esse óbvio realismo crítico, capaz de revoltar qualquer pessoa de bom senso, a uma experiência emocional, que nos conta o que vivem e sentem os personagens envolvidos nessa trama kafkiana. Pessoas reais, com pensamentos e sentimentos, sua luta diária, seus valores, qualidades e defeitos, estão lá, num cinema soberbo, que exala humanismo. “Eu, Daniel Blake” tem no comediante Dave Johns um dedicado desempenho como protagonista dramático, que mantém uma leveza interpretativa muito apropriada ao tema tratado. E à situação, que é de deixar qualquer um louco, desesperado. Mas quem teve um ataque cardíaco precisa se conter a qualquer custo. A atriz Hayley Squires, no papel de Katie, a jovem a quem Daniel ajuda a sobreviver, é muito expressiva e afetiva em sua performance. O elenco, sem estrelas, é muito bom, inclusive o menino Dylan McKiernan. O roteiro é bem construído e todos os detalhes de cotidiano que aparecem são essenciais para a empatia com os dramas da classe trabalhadora em momentos de dificuldade. Não há excessos ou gordura na trama. O final é previsível, mas verdadeiro. “Eu, Daniel Blake” é um filme que pode ajudar algumas pessoas a compreenderem a realidade de uma classe social diferente da sua, experimentando com Daniel uma dimensão do cotidiano em que o respeito pelo outro vale muito. Julgar é fácil, entender é sempre muito difícil. Em tempos de redes sociais, barbaridades são postadas diariamente como se fossem verdades, elas refletem apenas a ignorância e a desinformação de seus autores. Se eles se dignassem a ver um filme como esse, quem sabe poderiam enxergar um pouco os preconceitos que os movem. Nosso mundo está cada vez mais carente de olhares como o de Ken Loach.

    Leia mais
  • Filme

    Veja o trailer do documentário da HBO sobre Carrie Fisher e Debbie Reynolds

    4 de janeiro de 2017 /

    O canal pago HBO divulgou o trailer de “Bright Lights”, documentário sobre o relacionamento entre Carrie Fisher e sua mãe, Debbie Reynolds. As mortes repentinas das duas atrizes fez o canal antecipar a data da exibição, que acontecerá no Brasil na próxima segunda, dia 9 de janeiro, às 22h. Rodado em 2015, o documentário deveria estrear apenas em março. O filme aprofunda a outrora conturbada relação entre mãe e filha, devido ao vício de Carrie em álcool e drogas, bem como sua bipolaridade. Na época das filmagens, Carrie se preparava para começar as gravações de “Star Wars: O Despertar da Força”, enquanto Debbie faria uma turnê. “Bright Lights” tem direção do também ator Fisher Stevens (que dirigiu “Amigos Inseparáveis”), e esteve cotado para receber o prêmio de Melhor Documentário de Cannes, que acabou indo para “Cinema Novo”, do brasileiro Eryk Rocha. Atualmente, ele conta com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, site que agrega resenhas de filmes.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Retrospectiva: Os 10 melhores filmes lançados por streaming ou vídeo de 2016

    3 de janeiro de 2017 /

    Os serviços de streaming, em especial a Netflix, vem ocupando espaço precioso na distribuição de filmes. Com uma postura agressiva, a plataforma tem intensificado sua disputa com os estúdios tradicionais pelos direitos de produções de festivais. Não por acaso, diversos filmes indies americanos só chegaram ao Brasil por streaming em 2016. Mas o apetite da Netflix parece não ter fronteiras, como demonstra “Divinas”, drama francês que venceu a Câmera de Ouro de Melhor Filme de cineasta estreante do último de Festival de Cannes e que está na disputa do Globo de Ouro 2017 de Melhor Filme Estrangeiro. Para os cinéfilos, o streaming se tornou a única alternativa para apreciar os mais recentes trabalhos do mestre Zhang Yimou, “Voltando para Casa”, e da inglesa Andrea Arnold, “American Honey” – lançado como “Docinho da América” em 30 de dezembro. Mas até o velho DVD ainda serve para trazer ao país títulos cultuados, como a comédia neozelandesa de vampiros “O que Fazemos nas Sombras”, dirigida por Taika Waititi (do vindouro “Thor: Ragnarok”), e o western visceral “Rastro de Maldade”, estrelado por um dos “oito odiados” de Tarantino, Kurt Russell.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie