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    Brasil fica fora do Oscar 2024, excluído em todas as categorias

    21 de dezembro de 2023 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar 2024. O principal candidato brasileiro era um documentário, “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, que tentava indicações em duas categorias: Melhor Filme Internacional e Melhor Documentário. Além dele, “Elis & Tom” também buscava uma nomeação dentre os documentários da competição, e “Big Bang”, de Carlos Segundo, visava lugar na disputa de Melhor Curta-metragem. Todos estão fora do páreo. A relação dos filmes pré-qualificados foi anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA nesta quinta (21/12), incluindo várias categorias. O Brasil não emplaca um indicado na disputa de longa-metragem internacional há 24 anos, desde o excelente “Central do Brasil” em 1999, que também rendeu indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. Em 2008, “O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias” chegou perto, passando pela primeira peneira, mas acabou não sendo incluído na lista final da Academia. Apesar de ter sido exibido no Festival de Cannes, “Retratos Fantasmas” foi uma escolha fraca da Academia Brasileira, já que o filme de Kleber Mendonça Filho não disputou prêmio no festival nem contava com premiações em eventos cinematográficos de peso, tornando sua exclusão mais que esperada. Entre os que seguem na disputa destacam-se justamente alguns filmes premiados em Cannes, entre eles o finlandês “Folhas de Outono”, de Aki Kaurismäki, vencedor do Prêmio do Júri, e o inglês “Zona de Interesse”, de Jonathan Glazer, que levou o Grande Prêmio do Júri. Mas, ironicamente, o filme premiado com a Palma de Ouro ficou de fora por opção de seu país. A França não inscreveu “Anatomia de Uma Queda”, de Justine Triet, que ainda concorre ao Globo de Ouro, Critics Choice e Spirit Awards na categoria. Em vez disso, optou por “O Sabor da Vida”, que rendeu ao vietnamita Anh Hung Tran o prêmio de Melhor Direção em Cannes. O longa também passou pela triagem da Academia e está na lista dos pré-selecionados. A produção espanhola da Netflix “Sociedade da Neve”, do diretor J.A. Bayona, é outra favorita assumida, principalmente após aparecer em outras categorias divulgadas pela Academia – também está nomeada a Melhor Maquiagem e Penteado, Efeitos Visuais e Trilha Sonora. Teoricamente, o Brasil ainda pode conseguir uma indicação em Animação com “Perlimps”, porque este ano o Oscar não divulgou listas de pré-qualificados da categoria. O problema é que o filme de Alê Abreu (que já disputou o Oscar com “O Menino e o Mundo”) não aparece em nenhuma lista da imprensa hollywoodiana como cotado e nem sequer tem críticas publicadas no Rotten Tomatoes. Nos fóruns americanos de discussão do Oscar, a impressão é que ninguém sabe que o filme existe. Os cinco indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 23 de janeiro. Já a premiação está marcada para 10 de março. Confira abaixo a lista dos filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Filme Internacional. “Amerikatsi” (Armênia) “The Monk and the Gun” (Butão) “Bastarden” (Dinamarca) “Folhas de Outono” (Finlândia) “O Sabor da Vida” (França) “Das Lehrerzimmer” (Alemanha) “Terra de Deus” (Islândia) “Io Capitano” (Itália) “Dias Perfeitos” (Japão) “Totem” (México) “Kadib Abyad” (Marrocos) “A Sociedade da Neve” (Espanha) “As 4 filhas de Olfa” (Tunísia) “20 Days in Mariupol” (Ucrânia) “Zona de Interesse” (Inglaterra)

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    Diretora de “Barbie” vai presidir Festival de Cannes de 2024

    14 de dezembro de 2023 /

    A diretora Greta Gerwig foi escolhida para presidir o júri do Festival de Cannes de 2024. Seu filme mais recente, “Barbie”, virou um fenômeno cultural e a maior bilheteria mundial do ano. Além de liderar as indicações ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Awards, também deve receber várias indicações ao Oscar. Ao agradecer o convite, Gerwig expressou sua paixão pelo cinema. “Amo filmes – amo fazê-los, amo assisti-los, amo falar sobre eles. Como cinéfila, Cannes sempre foi o ápice do que a linguagem universal dos filmes pode ser”, disse a cineasta em um comunicado. A escolha de Gerwig representa o “renascimento do cinema mundial”, segundo Iris Knobloch, presidente do festival, e Thierry Frémaux, diretor geral, que destacaram a capacidade da cineasta de quebrar barreiras e misturar gêneros. Ela será a primeira diretora americana a assumir o papel de presidente do júri no Festival de Cannes. Aos 40 anos, também é a pessoa mais jovem a ocupar o cargo desde Sophia Loren em 1966. Iniciando sua carreira como atriz no cinema indie em 2006, Gerwig alcançou reconhecimento como diretora com “Lady Bird” em 2017, tornando-se a quinta mulher a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Direção. Seu segundo filme, “Adoráveis Mulheres”, também foi um sucesso crítico e indicado a cinco Oscars, vencendo o de Melhor Figurino. Agora, com “Barbie”, Gerwig tornou-se a diretora feminina mais rentável da história, celebrando o faturamento recordista de US$ 1,4 bilhão mundial. A 77ª edição do Festival de Cannes ocorrerá de 14 a 25 de maio.

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    Anatomia de uma Queda | Filme europeu mais premiado do ano ganha trailer nacional

    11 de dezembro de 2023 /

    A Diamond Films Brasil divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Anatomia de uma Queda”, filme europeu mais premiado do ano. Vencedor do Festival de Cannes e do European Film Awards (o Oscar europeu), o drama de tribunal e suspense da francesa Justine Triet (“Sibyl”) acompanha o julgamento de uma mulher suspeita de matar o marido. O homem foi encontrado ensanguentado no gelo, após uma queda de um andar elevado da casa da família e a única testemunha do que aconteceu é o filho cego do casal, que vive mudando sua versão dos acontecimentos. O papel principal é interpretado pela alemã Sandra Hüller (“Toni Erdmann”), que também venceu o European Awards na categoria de Melhor Atriz do ano e foi indicada nesta segunda (12/12) ao Globo de Ouro. A estreia no Brasil vai acontecer apenas em 22 de fevereiro.

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    European Awards | “Anatomia de uma Queda” é o grande vencedor do Oscar europeu

    9 de dezembro de 2023 /

    O suspense “Anatomia de uma Queda”, da diretora francesa Justine Triet, foi o grande vencedor do 36º European Film Awards, que aconteceu em Berlim na noite deste sábado (9/12). A produção, que já tinha vencido o Festival de Cannes no começo do ano, arrebatou cinco troféus. Além de Melhor Filme Europeu do ano, o longa rendeu à Triet os troféus de Melhor Direção e Roteiro (compartilhado com Arthur Harari). Os outros prêmios foram de Edição para Laurent Sénéchal e Melhor Atriz para Sandra Hüller. A produção francesa, que só vai estrear em fevereiro no Brasil, venceu filmes fortes de cineastas renomados, entre eles “Zona de Interesse” de Jonathan Glazer, “Folhas de Outono” de Aki Kaurismäki, “Green Border” de Agnieszka Holland e “Io Capitano” de Matteo Garrone. Outro destaque da premiação foi “The Promised Land”, do diretor dinamarquês Nikolaj Arcel, que a Mads Mikkelsen o segundo troféu de Melhor Ator da Academia Europeia de Cinema – ele já tinha vencido anteriormente por “Druk – Mais uma Rodada”, em 2020. A produção nórdica também venceu os troféus de Figurino e Fotografia. A lista de premiações ainda reconheceu a diretora britânica Molly Manning Walker com o troféu Descoberta, pelo filme “How To Have Sex”, que acompanha um grupo de adolescentes em férias na Grécia e explora o tema do consentimento. Para completar, o European Awards homenageou a diretora espanhola Isabel Coixet pelas Realizações no Cinema Mundial, o cineasta búlgaro Béla Tarr com o Prêmio Honorário da Academia Europeia e a atriz britânica Vanessa Redgrave com um troféu pelas Realizações de Toda a Vida. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Melhor Filme “Anatomia de uma Queda”, de Justine Triet Melhor Direção Justine Triet, por “Anatomia de uma Queda” Melhor Roteiro Justine Triet & Arthur Harari, por “Anatomia de uma Queda” Melhor Atriz Sandra Hüller, por “Anatomia de uma Queda” Melhor Ator Mads Mikkelsen, por “The Promised Land” Melhor Documentário “Smoke Sauna Sisterhood”, de Anna Hints Descoberta Europeia – Prêmio FIPRESCI “How To Have Sex”, de Molly Manning Walker Prêmio Audiência Jovem “Scrapper”, de Charlotte Regan Melhor Animação “Robot Dreams”, de Pablo Berger Melhor Fotografia Rasmus Videbæk, por “The Promised Land” Melhor Edição Laurent Sénéchal, por “Anatomia de uma Queda” Melhor Design de Produção Emita Frigato, por “La Chimera” Melhor Figurino Kicki Ilander, por “The Promised Land” Melhor Maquiagem e Cabelo Ana López-Puigcerver, Belén López-Puigcerver, David Martí & Montse Ribé, por “A Sociedade da Neve” Melhor Trilha Sonora Markus Binder, por “Club Zero” Melhor Som Johnnie Burn & Tarn Willers, por “Zona de Interesse” Melhores Efeitos Visuais Félix Bergés e Laura Pedro, por “A Sociedade da Neve”

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    Festival Varilux traz o melhor do cinema francês atual e homenagem a Brigitte Bardot

    9 de novembro de 2023 /

    O Festival Varilux de Cinema Francês começa nesta quinta (9/11) sua 14ª edição, que vai até 22 de novembro, trazendo o melhor do cinema contemporâneo francês e uma homenagem ao ícone Brigitte Bardot. São ao todo 19 produções com exibições em 52 cidades, incluindo o filme vencedor do Festival de Cannes deste ano. Normalmente realizado em junho, o festival teve sua agenda modificada justamente para incluir obras do Festival de Cannes. Além disso, a mudança afastou sua programação da concorrida temporada de blockbusters americanos nos cinemas.   Filmes imperdíveis Entre os destaques, “Anatomia de uma Queda”, dirigido por Justine Triet, chega ao Brasil com a credencial de vencedor da Palma de Ouro em Cannes. O filme narra a investigação do falecimento misterioso de um homem nos Alpes, trazendo um enredo que envolve um cão, uma criança e uma mulher como testemunhas, sendo esta última a principal suspeita. Outra obra significativa é “Making Of”, de Cédric Kahn, que oferece um olhar metalinguístico sobre o processo cinematográfico. A narrativa acompanha a tensão e os desafios enfrentados por uma equipe de filmagem, destacando-se pelas atuações marcantes do elenco e pela abordagem realista dos bastidores da indústria do cinema. “Culpa e Desejo”, dirigido por Catherine Breillat, apresenta uma trama que explora as complexidades de uma relação proibida. Estrelado por Léa Drucker, o filme se destaca por abordar questões delicadas como violência sexual e os limites éticos das relações pessoais. Com uma proposta que foge do convencional, “O Desafio de Marguerite”, de Anna Novion, se concentra na relação entre dois jovens matemáticos, tocando em temas de ambição e insegurança, e oferecendo uma perspectiva contemporânea e inovadora ao romance. “As Bestas”, dirigido por Rodrigo Sorogoyen, é outro filme que merece atenção por sua abordagem crítica e sua presença marcante em Cannes e no Goya. A obra explora conflitos sociais e ambientais em uma aldeia galega, desdobrando-se em uma narrativa de suspense e tensão.   Homenagem a Brigitte Bardot A programação também destaca a série biográfica “Bardot”, juntamente com as exibições dos dois clássicos estrelados por Brigitte Bardot – “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim, que a catapultou ao estrelato, e “O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard, que explora a nudez e o sex appeal da estrela em sua única passagem pela nouvelle vague. Para acompanhar a première da série, o festival trouxe a intérprete de Bardot, a atriz Julia de Nunez, ao Brasil. Além de ter sessões em cinemas, “Bardot” também será disponibilizada gratuitamente no site oficial do festival após o término do evento – ou seja, a partir de 22 de novembro – , permitindo ao público amplo acesso à produção pelo período de um mês. Para assistir, basta acessar o site Festival Varilux em Casa (https://www.looke.com.br/movies/festival-varilux-em-casa) no período indicado.   Estrelas internacionais Outros artistas que prestigiam o evento incluem o ator e diretor Nicolas Giraud de “O Astronauta”, a diretora Anna Novion de “O Desafio de Marguerite, a diretora Baya Kasmi de “O Livro da Discórdia”, o diretor Bruno Chiche de “Maestro(s)”, o diretor Cédric Kahn e o ator Stefan Crépon de “Making Of” e o diretor Rémi Bezançon de “O Renascimento”. Mais informações sobre o festival, como horários e salas de exibição, podem ser conferidos no site oficial: https://variluxcinefrances.com/2023/

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    Estreias | Mostra de São Paulo exibe 362 filmes de 96 países

    19 de outubro de 2023 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quinta (19/10) sua 47ª edição em clima pré-pandêmico, com a exibição de 362 filmes de 96 países, numa programação estendida a 24 salas de cinema até o dia 1º de novembro.   Seleção internacional A abertura fica por conta de “Anatomia de uma Queda”, suspense vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. Dirigido pela francesa Justine Triet – a terceira mulher a ganhar a Palma de Ouro – , o longa acompanha a investigação da morte de um escritor, que pode ter sido suicídio ou homicídio. A seleção internacional também contará com a exibição inédita de “Maestro”, novo longa de Bradley Cooper, e “Evil Does Not Exist”, de Ryūsuke Hamaguchi, vencedor do Oscar por “Drive My Car”. Também serão exibidos “Afire”, de Christian Petzold, que ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim, e “La Chimera”, com direção de Alice Rohrwacher e participação da brasileira Carol Duarte. Entre os destaques, ainda estão nada menos que 17 títulos que disputam vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2023, incluindo o ucraniano “20 Dias em Mariupol”, em que o diretor e fotojornalista Mstyslav Chernov acompanha os esforços de um grupo de jornalistas ucranianos (os únicos repórteres na cidade do título) que tentam documentar a invasão russa, o turco “Ervas Secas”, de Kuru Otlar Üstüne, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes para Merve Dizdar, o finlandês “Folhas de Outono”, de Kuolleet Lehdet, que recebeu o Prêmio do Júri em Cannes, e o britânico “Zona de Interesse”, de Jonathan Glazer, vencedor do Grande Prêmio do Júri e do Prêmio da Crítica em Cannes.   Filmes brasileiros A programação ainda inclui cerca de 60 longas brasileiros, que integram as seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional, e além dos troféus da Mostra também disputam um prêmio da Netflix para exibição na plataforma em mais de 190 países. A lista inclui títulos prestigiados em festivais internacionais, como “A Flor do Buriti”, de João Salaviza e Renée Nader Messora, premiado na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, e “Estranho Caminho”, de Guto Parente, consagrado após vencer todos os prêmios possíveis do Festival de Tribeca – a primeira vez que houve uma unanimidade no evento nova-iorquino. Além deles, “O Estranho”, de Flora Dias e Juruna Mallon, foi exibido no Festival de Berlim, “Meu Casulo de Drywall”, de Caroline Fioratti, selecionado no SXSW, e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, elogiadíssimo no Festival de Veneza. A forte programação brasileira contempla também novos filmes dirigidos por cineastas como André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Clara Linhart (“Eu Sou Maria”), Cristiane Oliveira (“Até que a Música Pare”), Fábio Meira (“Tia Virgínia”), Helena Ignez (“A Alegria É a Prova dos Nove”), Lúcia Murat (“O Mensageiro”), Luiz Fernando Carvalho (“A Paixão Segundo G.H.”) e Petrus Cariry (“Mais Pesado É o Céu”).   Homenagens Junto das estreias, a Mostra prestará uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), que assina a arte do pôster da edição. Serão exibidos alguns de seus principais trabalhos, como “Blow-Up – Depois Daquele Beijo”, “O Deserto Vermelho” e a Trilogia da Incomunicabilidade, composta por “A Aventura”, “A Noite” e “O Eclipse”, além de uma exposição com seus trabalhos como artista plástico. Além disso, a Mostra homenageará dois documentaristas com o prêmio Humanidades: o francês Sylvain George e o americano Errol Morris, que terão sete filmes exibidos na programação, incluindo o mais recente, “O Túnel dos Pombos”. Para completar, o Prêmio Leon Cakoff será dedicado a dois cineastas: Júlio Bressane e o sérvio Emir Kusturica. Bressane terá dois filmes recentes exibidos, o documentário “A Longa Viagem do Ônibus Amarelo”, que tem sete horas de duração, e “Leme do Destino”, história de amor de apenas 27 minutos. A programação completa da 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com horários e locais de exibição, pode ser conferida no site oficial do evento: https://47.mostra.org/.

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    Emily Blunt e Chris Evans são “A Máfia da Dor” em novo trailer

    10 de outubro de 2023 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de “Máfia da Dor” (Pain Hustlers), comédia dramática estrelada por Emily Blunt (“Jungle Cruise”) e Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”). Emily Blunt interpreta Liza Drake, uma mãe solteira da classe trabalhadora que acabou de perder tudo e se vê sem opções. Mas o encontro fortuito com um representante de vendas farmacêuticas, vivido por Chris Evans, coloca Liza em uma trajetória ascendente. Tudo o que ela precisa fazer é convencer médicos a prescreverem remédios que viciam. E quanto mais vende, mais rica e moralmente dividida fica a protagonista. Em meio à crise moral, seu chefe, interpretado por Andy Garcia, torna-se cada vez mais instável. Não bastasse a piora da condição médica de sua filha (Chloe Coleman) e a consciência crescente do estrago que a empresa está causando na saúde das pessoas, o FBI começa a fechar o certo. O trailer sugere um tom similar a “A Grande Aposta” e “O Lobo de Wall Street”. Entretanto, “Máfia da Dor” não contou com as mesmas reações positivas dos anteriores. Dirigido por David Yates (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), o filme teve première mundial no Festival de Toronto, onde foi muito mal recebido pela crítica, alcançando apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes. O lançamento está marcado para 27 de outubro na Netflix.

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    Netflix cria prêmio para filmes brasileiros em parceria com a Mostra de São Paulo

    7 de outubro de 2023 /

    A Netflix anunciou neste sábado (7/10) uma parceria com a 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo para a criação do Prêmio Netflix. O objetivo é selecionar e adquirir os direitos de distribuição de um filme brasileiro de ficção que participe do evento e ainda não tenha contrato com nenhuma plataforma de streaming. O vencedor será revelado no encerramento da Mostra, em 1 de novembro.   Seleção e alcance global O filme escolhido para o Prêmio Netflix será exibido pela plataforma em mais de 190 países, ampliando significativamente o alcance da produção nacional. A iniciativa surge em um momento em que o cinema brasileiro busca maior visibilidade internacional, e a parceria com a gigante do streaming pode ser um passo importante nesse sentido. “Celebramos essa nova parceria com a Netflix e o estímulo que este prêmio traz à produção brasileira de cinema. Entre nossas missões, está apoiar e promover a produção cinematográfica brasileira, exibindo filmes nacionais e proporcionando visibilidade a novos talentos, e o prêmio reforça isso”, disse Renata de Almeida, diretora da Mostra, em comunicado. “A criação desse prêmio representa um marco em nosso compromisso de mais de uma década com o audiovisual brasileiro, e, mais que nunca, com o cinema nacional autoral. É mais um passo em nossa jornada de colaboração com criadores e profissionais do cinema”, acrescentou Gabriel Gurman, diretor de filmes da Netflix no Brasil.   Filmes brasileiros A programação deste ano inclui cerca de 60 longas brasileiros, que integram as seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional. Os filmes das duas últimas são inéditos em São Paulo. No caso dos novos diretores, são títulos de cineastas que têm até dois títulos no catálogo. Todos os brasileiros da Perspectiva Internacional e da Competição Novos Diretores concorrem ao Prêmio do Público da Mostra, que também inclui o Troféu Bandeira Paulista de Melhor Filme Brasileiro. A lista inclui títulos prestigiados em festivais internacionais, como “A Flor do Buriti”, de João Salaviza e Renée Nader Messora, premiado na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, e “Estranho Caminho”, de Guto Parente, consagrado após vencer todos os prêmios possíveis do Festival de Tribeca – a primeira vez que houve uma unanimidade no evento nova-iorquino. Além deles, “O Estranho”, de Flora Dias e Juruna Mallon, foi exibido no Festival de Berlim, “Meu Casulo de Drywall”, de Caroline Fioratti, selecionado no SXSW, e “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, elogiadíssimo no Festival de Veneza. A forte programação brasileira contempla ainda novos filmes dirigidos por cineastas como André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Clara Linhart (“Eu Sou Maria”), Cristiane Oliveira (“Até que a Música Pare”), Fábio Meira (“Tia Virgínia”), Helena Ignez (“A Alegria É a Prova dos Nove”), Lúcia Murat (“O Mensageiro”), Luiz Fernando Carvalho (“A Paixão Segundo G.H.”) e Petrus Cariry (“Mais Pesado É o Céu”).   Seleção internacional Ao todo a Mostra exibirá 360 filmes, com destaque para a seleção internacional, que contará com a exibição inédita de “Maestro”, novo longa de Bradley Cooper, e “Evil Does Not Exist”, de Ryūsuke Hamaguchi, vencedor do Oscar por “Drive My Car”. Também serão exibidos “Afire”, de Christian Petzold, que ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim, e “La Chimera”, com direção de Alice Rohrwacher e participação da brasileira Carol Duarte.   Homenagens Junto das estreias, a Mostra prestará uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), que assina a arte do pôster da edição. Serão exibidos alguns de seus principais trabalhos, como “Blow-Up – Depois Daquele Beijo”, “O Deserto Vermelho” e a Trilogia da Incomunicabilidade, composta por “A Aventura”, “A Noite” e “O Eclipse”. A Mostra também homenageará dois documentaristas com o prêmio Humanidades: o francês Sylvain George e o americano Errol Morris, que terão sete filmes exibidos na mostra, incluindo o mais recente, “The Pigeon Tunnel”. Para completar, o Prêmio Leon Cakoff será dedicado a dois cineastas: Júlio Bressane e o sérvio Emir Kusturica. Bressane terá dois filmes recentes exibidos, o documentário “A Longa Viagem do Ônibus Amarelo”, que tem sete horas de duração, e “Leme do Destino”, história de amor de apenas 27 minutos. A 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo ocorrerá entre os dias 19 de outubro e 1 de novembro na capital paulista.

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    Terence Davies, diretor de “Vozes Distantes” e “Amor Profundo”, morre aos 77 anos

    7 de outubro de 2023 /

    Terence Davies, cineasta britânico renomado por suas obras autobiográficas e dramas de época, faleceu aos 77 anos. A informação foi confirmada neste sábado (7/10) pela conta oficial do diretor no Instagram, que informou que ele morreu pacificamente em casa após uma breve doença.   Início promissor e premiado Davies ganhou notoriedade internacional a partir do final dos anos 1980 com seus primeiros longas-metragens, “Vozes Distantes” (1988) e “O Fim do Longo Dia” (1992), ambientados em sua cidade natal, Liverpool. Ambos exploram, em diferentes graus, sua experiência pessoal com a família e de crescer como um homem gay e católico em Liverpool nas décadas de 1950 e 1960. Bem-recebidos pela crítica e muito premiados, inclusive no Festival de Cannes, os filmes criaram grande expectativa sobre a carreira do cineasta.   A predileção por dramas de época Ao mudar de cenário com “Memórias” (1995), sobre a vida de um menino no interior dos EUA dos anos 1940, o diretor não teve tão boa recepção quanto com seus predecessores, mas isso não o desestimulou. De fato, Davies não parou de produzir obras significativas ao longo de sua carreira, optando por adaptar diversos romances de época. Sua entrada nos anos 2000 se deu com “A Essência da Paixão”. uma adaptação do romance de Edith Wharton, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Gillian Anderson no BIFA (premiação do cinema independente britânico). Ao explorar as complexidades e armadilhas da sociedade da elite de Nova York no início do século 20, o filme foi bastante elogiado por sua representação incisiva das distinções de classe e da crueldade social.   A volta a Liverpool Ele deu um grande hiato na carreira após o longa, voltando com um documentário, “Do Tempo e da Cidade”, em que voltou à cidade de sua infância e de seus primeiros filmes. “Voltei à minha igreja paroquial durante as filmagens”, Davies revelou ao The Hollywood Reporter na época. “Orei para ser perdoado até meus joelhos sangrarem, e eu não tinha feito nada. Você não pode se livrar da culpa. Você é, ipso facto, um pecador porque tem o pecado original em sua alma. Isso é errado.”   O sucesso comercial Em sua volta aos dramas de ficção, ele fez seu maior sucesso comercial, “Amor Profundo” (2011), uma adaptação da peça de Terence Rattigan, em que Tom Hiddleston e Rachel Weisz vivem um caso de amor tumultuado no pós-guerra em Londres. O filme foi elogiado por sua representação emocionalmente carregada de amor e perda. Sua adaptação seguinte foi uma obra que levou 18 anos para sair do papel, com busca de financiamento iniciada ainda nos anos 1990. “A Canção do Pôr do Sol” (2015) levou às telas o romance clássico de Lewis Grassic Gibbon sobre a vida difícil de uma jovem em uma fazenda escocesa no início do século 20, mantendo-se fiel ao espírito do livro enquanto explora temas universais como amor, perda e a passagem do tempo.   Os poetas finais Acostumados com a demora entre seus filmes, os cinéfilos foram surpreendidos com um novo lançamento em tempo recorde, após apenas um ano. Primeira biografia da carreira do diretor, “Além das Palavras” (2016) foi um retrato da vida da poeta Emily Dickinson, interpretada por Cynthia Nixon, e também recebeu aclamação da crítica por sua abordagem íntima e meticulosa da vida da escritora. Depois disso, ele levou mais cinco anos para realizar novo filme, e foi para sua despedida. “Benediction” (2021), a derradeira de Davies, foi outro drama biográfico sobre poeta, o britânico Siegfried Sassoon. O filme explora a vida de Sassoon, sua experiência na 1ª Guerra Mundial e sua vida amorosa. Apesar da vasta carreira, com filmes sempre muito elogiados, Davis não conquistou o reconhecimento institucional devido para seu trabalho na Grã-Bretanha. Em uma entrevista de 2021 ao jornal britânico The Guardian, ele desabafou: “Teria sido bom ser reconhecido pela BAFTA. Mas nunca fui. Por outro lado, também há uma parte de mim que pensa: não é apenas vaidade? Se um filme vive toda vez que é visto, essa é a verdadeira recompensa.”

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    Trailer traz Natalie Portman e Julianne Moore em drama do diretor de “Carol”

    5 de outubro de 2023 /

    A Diamond Films divulgou o primeiro trailer de “Segredos de um Escândalo” (May December), novo filme de Todd Haynes (“Carol”), protagonizado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A narrativa segue uma atriz (Portman) que viaja até o Maine para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos, foi presa e após cumprir a pena judicial se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. E com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona.   Do Festival de Cannes para o streaming O filme teve première mundial em maio passado, no Festival de Cannes, onde recebeu uma salva de palmas do público em pé por oito minutos. As primeiras reações dos críticos também foram bastante positivas, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios as performances dos atores e a direção cuidadosa de Haynes. Com esse prestígio, a produção rendeu uma disputa acirrada por seus direitos, que foram adquiridos pela Netflix por US$ 11 milhões após a exibição na França. Com isso, “Segredos de um Escândalo” se tornou um dos poucos filmes norte-americanos adquiridos pela Netflix ao longo de sua tumultuada relação com Cannes. Normalmente, a plataforma de streaming aposta em títulos de fora dos Estados Unidos. Vale apontar a ironia por trás desse negócio. O Festival de Cannes impede produções da Netflix e outras plataformas de participarem da competição da Palma de Ouro, com a justificativa de que os filmes precisam passar nos cinemas. Entretanto, vários títulos premiados de Cannes já foram adquiridos pela plataforma após sua passagem pelo festival e lançados diretamente em streaming. Antes de chegar ao streaming, o filme terá um lançamento comercial nos cinemas. A estreia está marcada para 17 de novembro nos EUA, mas a distribuição no Brasil ficou só para em 18 de janeiro – data que é posterior ao lançamento da Netflix.

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    Mostra de São Paulo terá “Maestro”, novo filme de Bradley Cooper

    26 de setembro de 2023 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo revelou o pôster e os primeiros destaques de sua 47ª edição.   Novos filmes O título mais esperado é “Maestro”, segundo longa dirigido por Bradley Cooper após estrear com “Nasce uma Estrela”. A obra é uma cinebiografia do compositor americano Leonard Bernstein, responsável pela trilha do musical “Amor, Sublime Amor”, e traz o próprio Cooper no papel-título, além de Carey Mulligan (“Bela Vingança”). Produção da Netflix, o filme teve première mundial no recente Festival de Veneza. Outro destaque é “Evil Does Not Exist”, do cineasta japonês Ryûsuke Hamaguchi, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional com “Drive My Car”, no ano passado. Seu novo filme também já é premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza. A trama se passa num vilarejo na periferia de Tóquio, que tem seus costumes ameaçados por planos de construção de luxo. A relação ainda inclui “About Dry Grasses”, do turco Nuri Bilge Ceylan, que rendeu a Merve Dizdar o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, e “Afire”, do alemão Christian Petzold, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Berlim, além de “La Chimera”, parceira da italiana Alice Rohrwacher com a brasileira Carol Duarte, e “Cerrar los Ojos”, do espanhol Víctor Erice.   Filmes clássicos Já o pôster psicodélico da edição tem assinatura do cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), que será homenageado em uma retrospectiva com 23 títulos e leitura de um roteiro inédito na programação da Mostra deste ano. A ilustração do pôster foi feita pelo diretor de “Blow Up” nos anos 1960. Outros clássicos foram confirmados na programação, com a exibição de versões restauradas. Uma delas é “Le Retour à la Raison” (1923), primeiro trabalho do americano Man Ray, que será apresentado numa coletânea com outros três curtas-metragens do cineasta, com uma nova trilha sonora criada pela banda Sqürl, de Jim Jarmusch. “Amor Louco” (1969), do francês Jacques Rivette, “O Sangue” (1989) e “Vale Abraão” (1993), dirigidos, respectivamente, pelos portugueses Pedro Costa e Manoel de Oliveira, o brasileiro “Corisco & Dadá (1996)”, do diretor cearense Rosemberg Cariry, e “Underground: Mentiras de Guerra” (1995), do sérvio Emir Kusturica, completam a lista. Para completar as novidades, a Petrobras está de volta como patrocinadora, juntando-se ao Itaú após o governo Bolsonaro proibir a estatal de apoiar eventos culturais. A Mostra desta ano vai acontecer entre os dias 19 de outubro de 1º de novembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp

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    Trailer traz Emily Blunt e Chris Evans como “A Máfia da Dor”

    7 de setembro de 2023 /

    A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer de “Máfia da Dor”, comédia dramática com humor sombrio estrelada por Emily Blunt (“Jungle Cruise”) e Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”). Dirigido por David Yates (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), o filme é descrito como similar em tom a “A Grande Aposta”, “Trapaça” e “O Lobo de Wall Street”. Emily Blunt interpreta Liza Drake, uma mãe solteira da classe trabalhadora que acabou de perder o emprego e se vê sem opções. Um encontro fortuito com o representante de vendas farmacêuticas Pete Brenner, vivido por Chris Evans, coloca Liza em uma trajetória ascendente do ponto de vista financeiro, mas questionável eticamente. Liza se envolve em um esquema perigoso de extorsão enquanto lida com seu chefe cada vez mais instável, interpretado por Andy Garcia, a piora da condição médica de sua filha (Chloe Coleman) e a consciência crescente do estrago que a empresa está causando na saúde das pessoas. O trailer sugere um estilo de vida luxuoso e festeiro de Liza e Pete, alertando que “‘Máfia da Dor’ pode causar aumento de energia, elevação do humor, euforia, paranoia, agressão [e] ganância”.   Investimento da Netflix A gigante do streaming comprou os direitos globais do filme por US$ 50 milhões durante a apresentação para o mercado no Festival de Cannes. Escrito por Wells Tower e dirigido por David Yates, “Máfia da Dor” integra uma lista de lançamentos previstos pela Netflix para a temporada de outono, que inclui “O Assassino”, com direção de David Fincher e estrelado por Michael Fassbender, e “A Maravilhosa História de Henry Sugar”, de Wes Anderson. A première mundial vai acontecer na próxima segunda-feira (11/9) no Festival de Toronto, e o lançamento está marcado para 27 de outubro na Netflix.

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    Teaser traz Natalie Portman e Julianne Moore em novo drama do diretor de “Carol”

    6 de setembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “May December”, novo filme de Todd Haynes (“Carol”), protagonizado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A narrativa segue uma atriz (Portman) que viaja até o Maine para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos. Depois de ir para a prisão e cumprir pena judicial, ela se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”), e se mudou para o subúrbio, tentando levar uma vida discreta. Mas nem duas décadas de distância fizeram o escândalo ser esquecido e agora sua vida é revirada pela estranha em sua casa. A interação entre a atriz e o casal traz à tona questões emocionais até então adormecidas.   Do Festival de Cannes para o streaming O filme teve première mundial em maio passado, no Festival de Cannes, onde recebeu uma salva de palmas do público em pé por oito minutos. As primeiras reações dos críticos também foram bastante positivas, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios as performances dos atores e a direção cuidadosa de Haynes. Com esse prestígio, a produção rendeu uma disputa acirrada por seus direitos, que foram adquiridos pela Netflix por US$ 11 milhões após a exibição na França. Com isso, “May December” se tornou um dos poucos filmes norte-americanos adquiridos pela Netflix ao longo de sua tumultuada relação com Cannes. Normalmente, a plataforma de streaming aposta em títulos de fora dos Estados Unidos. Vale apontar a ironia por trás desse negócio. O Festival de Cannes impede produções da Netflix e outras plataformas de participarem da competição da Palma de Ouro, com a justificativa de que os filmes precisam passar nos cinemas. Entretanto, vários títulos premiados de Cannes já foram adquiridos pela plataforma após sua passagem pelo festival e lançados diretamente em streaming. Antes de chegar o streaming, o filme ainda será exibido na abertura do Festival de Cinema de Nova York no dia 29 de setembro. A estreia comercial está marcada para 17 de novembro nos cinemas dos Estados Unidos e 1 de dezembro na Netflix em todo o mundo.

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