Fernando Meirelles vai dirigir série estrelada por Robert Downey Jr.
O cineasta brasileiro Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai dirigir um episódio da série “O Simpatizante” (The Sympathizer), estrelada por Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). Ainda em fase de produção, a série é um thriller satírico sobre as lutas de um espião comunista meio-francês, meio-vietnamês, durante seus últimos dias da Guerra do Vietnã. Desenvolvida para o canal pago HBO, a produção adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A história acompanha um espião norte-vietnamita (comunista) infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Além de Meirelles, foi anunciada a contratação do diretor Marc Munden (“Utopia”) para comandar outros três episódios, e mais três atores: Duy Nguyen (“Stage of Love”), Kayli Tran (“Ambulância – Um Dia de Crime”) e VyVy Nguyen (“Wasted”). O elenco ainda conta com Hoa Xuande (“Cowboy Bebop”) no papel principal, além de Fred Nguyen Khan (“District 31”), Toan Le (“Pé Grande”), Vy Le (“MacGyver”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Alan Trong (“A Guerra do Amanhã”) em outros papéis importantes. Downey Jr., por sua vez, deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O astro também é um dos produtores, junto com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. McKellar e Chan-wook serão responsáveis ainda por escrever e dirigir episódios da série. Produção do estúdio indie A24, “O Simpatizante” já começou a ser gravada, mas ainda não tem previsão de estreia. Fernando Meirelles atualmente está envolvido na série “Sugar”, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+, e numa série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Esses projetos também não têm previsão de estreia.
Fernando Meirelles produz documentário ambiental com Seu Jorge e o rapper RZA
O cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai produzir “Blue Carbon”, um documentário ambiental e musical que contará com canções de Seu Jorge (“Marighella”). “Blue Carbon” (ou Carbono Azul) é o termo dado a três ecossistemas costeiros – prados de ervas marinhas, manguezais e pântanos de maré – que margeiam a maioria dos continentes. Alguns desses ecossistemas podem sequestrar da atmosfera até quatro vezes mais carbono por hectare do que as florestas tropicais. O documentário será narrado pela DJ e bióloga marinha Jayda G enquanto ela mostra como estamos perdendo esses ecossistemas desconhecidos em um ritmo alarmante. Além disso, ela também vai explicar como podemos mitigar os efeitos das mudanças climáticas e proteger os frágeis ecossistemas de mais destruição. “O Carbono Azul é tão importante, mas as pessoas sabem tão pouco sobre ele – quero que seja tão conhecido quanto a floresta amazônica”, disse Jayda G, em comunicado. “Tem tanto potencial para nos ajudar a combater as mudanças climáticas, desde que ouçamos e aprendamos com as histórias de pessoas que trabalham para proteger o Carbono Azul. Isso me deixou esperançosa acerca do nosso futuro e me ajudou a me sentir mais conectada com a mãe natureza. Espero que, quando as pessoas assistirem a este filme, elas sintam o mesmo”. O projeto abrangerá as costas do Senegal, Vietnã, França, EUA (Flórida), Brasil e Colômbia. Porém, a abordagem do documentário será um pouco diferente. “Blue Carbon” vai combinar música e ciência, além de dança, cultura e arte, para falar sobre os problemas ambientais da atualidade. Além das canções de Seu Jorge, o documentário também será embalado por músicas do ator e rapper RZA (“Anônimo”), do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. “O ar que respiramos e a água que bebemos são as duas coisas mais importantes para nossa sobrevivência. No entanto, continuamos consistentemente a abusar deles com produtos frívolos”, disse RZA. “Estou me juntando à equipe de criadores de ‘Blue Carbon’ para ajudar a trazer a conscientização necessária para essas questões. Espero que o filme nos inspire a fazer melhor.” O documentário será dirigido por Nicholas Brown (“Serengeti Rules”), que explicou que a opção de misturar documentário e música tem como objetivo “trazer uma nova esperança para novos públicos”. “Crucialmente, o filme levanta as vozes das pessoas – assim como dos ecossistemas – que estão na linha de frente da crise do clima e da biodiversidade. É hora de ouvir o que eles dizem”, afirmou ele. Com conclusão prevista para 2023, “Blue Carbon” ainda não tem lançamento marcado. Fernando Meirelles atualmente está envolvido na série “Sugar”, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+, e numa série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Esses projetos também não têm previsão de estreia. Seu Jorge, por sua vez, estará no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas americanos em 13 de junho.
Fernando Meirelles detalha série de “Cidade de Deus” e projeto de super-herói
Homenageado na abertura da CCXP nesta quinta (1/12), o diretor Fernando Meirelles aproveitou para abordar o projeto de lançamento de uma série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Ele explicou que a produção representa uma oportunidade de fazer uma “atualização” do longa-metragem. “Sempre me incomodou que, no filme, só falávamos das deficiências das comunidades. Dessa vez, vai ser sobre a potência dessas comunidades”. O cineasta também celebrou que, desde o lançamento de “Cidade de Deus”, a indústria cinematográfica brasileira se tornou mais diversificada, permitindo que uma nova geração de profissionais pretos possam assumir o comando do projeto. “Na época em que fizemos o filme, não tínhamos um elenco e uma equipe negra qualificada. Nesse sentido demos um grande salto no Brasil, hoje temos uma riqueza de talentos negros que vão contar essa história”. Em desenvolvimento na HBO Max, a série tem um time de roteiristas comandado pelo cineasta Sérgio Machado (“Cidade Baixa”) e que inclui Armando Praça (“Greta”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmo”) e o escritor de quadrinhos Estevão Ribeiro. Já o responsável por realizar a direção do piloto será Aly Muritiba (“Deserto Particular”). No decorrer da conversa, Meirelles ressaltou que os temas que o mobilizam para definir seus projetos são injustiça e desigualdade. “Sempre me pareceu insuportável que algumas pessoas sejam mais iguais do que outras”, disse, sobre racismo e sexismo. Ele ainda acrescentou que também passou a se interessar por produções que reflitam a crise climática que ameaça o planeta. “Vocês que são jovens, quero dar uma notícia não muito boa: Vocês estão f*didos, o futuro de vocês é péssimo. Daqui a 20, 30 anos, o mundo vai estar muito ruim, totalmente desorganizado. Essa coisa da crise climática não é brincadeira”, comentou. Apesar disso, seu próximo projeto não se enquadra nesses tópicos. Trata-se de “Sugar”, série da Apple TV+ que será estrelada por Colin Farrell (o Pinguim de “Batman”). Criada pelo roteirista Mark Protosevich (“Thor”, “Eu Sou a Lenda”), “Sugar” é uma história de detetive particular ambientada em Los Angeles, mas outros detalhes permanecem em sigilo. Segundo Meirelles o que atraiu no trabalho foi a colaboração com o ator irlandês. “Eu nunca tive uma parceria tão boa, tão forte, tão envolvida quanto com o Colin. Ele é um cara de uma doçura incrível, não tem nada a ver com quem achei que ele seria, tendo em vista que passou o rodo em Hollywood, namorou todo mundo. Achei que seria um cara confuso, estrela, mas nada disso. Era amigo de todo mundo na equipe, bom pai, ator excepcional”. Ele confessou que também tem planos de trabalhar com super-heróis, na adaptação dos quadrinhos “Cidadão Incomum”, que traz o gênero para a realidade brasileira. Criada por Pedro Ivo, a publicação acompanha um herói inexperiente em São Paulo, enquanto combate o crime e tenta entender a origem de seus poderes. “É um dos projetos que mais quero tirar da frente, mas as plataformas estão demorando para aprovar”, alfinetou. Para finalizar a conversa, o cineasta assumiu: “Não sou um cara de retrovisor, sou de farol. Não revejo meus filmes nunca, mesmo ‘Cidade de Deus’. A última vez que assisti foi em 2003 ou 2004, e eu já estava de saco cheio, de tantas vezes que vi naqueles anos em eventos e festivais. Talvez agora, nos 20 anos do filme, seja a hora de revisitar”.
CCXP começa em SP com heróis da Marvel, Keanu Reeves, Jenna Ortega e muito mais
A Comic Con Experience, conhecida como CCXP e maior evento da cultura geek do Brasil, começa nessa quinta (1/12) na capital paulista com a promessa de lotar a São Paulo Expo com muitos fãs, atrações e convidados internacionais até domingo (4/12). Depois de duas edições virtuais por conta da covid-19, a feira de quadrinhos, séries, filmes, livros, toys, itens colecionáveis e games volta com força total a sua versão presencial, graças a um extenso planejamento que durou quase um ano e foi acelerado após a confirmação da superação do período mais crítico da pandemia. O empenho resultou na confirmação de muitas estrelas. Entre as presenças dessa edição destaca-se o ator Keanu Reeves, o eterno Neo de “Matrix”, que vem promover o próximo filme da saga “John Wick”, intitulado “John Wick 4: Baba Yaga”, além de falar da vindoura adaptação da história em quadrinhos “BRZRKR”, que ele escreveu e também vai protagonizar. Mas a enorme lista de astros tem até Jenna Ortega, estrela de “Wandinha”, a série do momento da Netflix. O painel da Netflix ainda vai contar com Vivienne Acheampong, Kirby Howell-Baptiste e Gwendoline Christie para comentar “Sandman” – e Christie também vai participar do painel de “Wandinha” – , Noah Centineo para apresentar sobre sua nova série, “Recruta”, Park Hae-Soo para adiantar novidades da 2ª temporada de “Round 6”, Sophi Brown e Laurence O’Fuarain da vindoura “The Witcher: A Origem”, e os brasileiros Jotappê, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas, protagonistas de “Sintonia”. A Amazon Prime Video também vai trazer uma multidão de seu catálogo de séries: Ismael Cruz Córdova, Cynthia Addai-Robinson, Sara Zwangobani e Trystan Gravelle de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, Michael Kelly e Betty Gabriel de “Jack Ryan”, Chloë Grace Moretz e a produtora Lisa Joy de “Periféricos”, e Dónal Finn, Ceara Coveney e Kate Fleetwood de “A Roda do Tempo”. Já HBO Max reúne os atores Pedro Pascal e Bella Ramsey para introduzirem a aguardada série “The Last of Us”, enquanto a Paramount+ contará com a presença de Rodrigo Santoro, Colton Haynes e Shelley Hennig para promover o filme baseado na série “Teen Wolf” e a série “Wolf Pack”. Além de Keanu Reeves, o grande destaque de cinema do evento pertence à Marvel. Os fãs do MCU terão a oportunidade de encontrar já nesta quinta (1/12) o produtor Kevin Feige, o diretor Peyton Reed e o elenco de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, formado por Paul Rudd, Evangeline Lilly e Jonathan Majors. E também haverá participação de Tenoch Huerta, que recentemente interpretou o personagem Namor no filme “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”. O conglomerado Disney ainda focará a nova animação da Pixar, “Elementos”, e terá a presença de Zoe Saldaña e do produtor Jon Landau num painel de “Avatar: O Caminho da Água”. Para completar as atrações dos grandes estúdios, a Paramount Pictures vai trazer Chris Pine, Hugh Grant, Regé-Jean Page e Justice Smith, além dos diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley, para falar sobre o filme “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”. Mas o evento não é só feito de astros internacionais. A programação nacional tem como destaques as presenças de Douglas Silva (ex-BBB e ator do filme “Cidade de Deus”), Lázaro Ramos (“Medida Provisória”), Bianca Comparato (“3%”), Konrad Dantas (o Kondzilla), Seu Jorge (“Marighella”) e Ian SBF (fundador do Porta dos Fundos), entre muitos outros. O evento ainda fará uma homenagem especial ao cineasta brasileiro Fernando Meirelles, diretor de “Cidade de Deus”, que integrará um painel sobre lançamentos de sua produtora, a O2 Filmes. Paralelamente às atividades dedicadas a conteúdos geeks, o público também poderá encontrar ídolos que estarão na CCXP para dar autógrafos e tirar fotos. Os fãs de “Chaves” terão a oportunidade de ver de perto o ator Edgar Vivar, conhecido popularmente pelos papeis de Sr. Barriga e Nhonho na série mexicana. Ele estará presente durante os quatro dias do festival, marcando a sua terceira participação na CCXP. Quem também vai estar presente para atender os fãs são John Rhys-Davies, conhecido por dar vida ao carismático Gimli na trilogia clássica “O Senhor dos Anéis”, e Alexander Ludwig, que participou de filmes como “Bad Boys para Sempre” e “Jogos Vorazes”, mas que é mais conhecido pelo personagem Björn Ironside na série “Vikings”. Ele vai atender fãs e falar sobre sua carreira e trabalhos. O evento também dedica muito espaço aos quadrinhos. E este ano contará com a presença de um ícone da Marvel e da DC Comics: Jim Starlin, desenhista responsável por dar vida a personagens como Thanos, Drax, Gamora, Starfox e Dreadstar. Starlin trabalhou em sagas clássicas dos quadrinhos como “Batman: Morte em Família”, “A Morte do Capitão Marvel”, “Odisseia Cósmica”, “Batman: O Messias” e “Desafio Infinito” – sendo que esta última serviu de base para a primeira grande saga do universo Marvel nos cinemas. Outros quadrinistas confirmados no evento são Marcello Quintanilha (autor de “Luzes de Niterói”), Mark Waid (roteirista de “Superman: Birthright”), Jim Cheung (desenhista de “Vingadores: A Cruzada das Crianças”) e Aimée de Jongh (autora de “Táxi! – Histórias Passageiras”). Mas tem muito muito mais. A gente vai cobrir as novidades por aqui, mas para quem for visitar os estandes e palcos, a programação completa da CCXP pode ser conferida em mais detalhes no site oficial do evento (https://www.ccxp.com.br).
HBO Max desenvolve série baseada em “Cidade de Deus”
A HBO Max oficializou o desenvolvimento de uma série baseada no filme “Cidade de Deus”. As negociações tinham sido reveladas em setembro, e nesta quarta (30/11) a produção ganhou encomenda de roteiro. “’Cidade de Deus’ é uma obra amada pelo público e trata de temas que mesmo depois de 20 anos ainda são extremamente relevantes, tanto para os brasileiros quanto para a audiência de qualquer lugar do mundo. Por isso, estamos dando início ao desenvolvimento deste projeto, que, futuramente, pode sair do papel e tornar-se uma impactante produção”, disse Silvia Fu, diretora sênior de Conteúdo Script da Warner Bros. Discovery no Brasil. Isto significa que os produtores receberão para desenvolver a história, mas não há garantia de que ela seja gravada, pois dependerá ainda da aprovação dos textos pelos executivos da HBO Max. O desenvolvimento está aos cuidados de Fernando Meirelles, diretor do filme original, sua sócia Andrea Barata Ribeiro e a equipe da O2 Filmes. A ideia da produção é continuar a história dos famosos personagens 20 anos depois. “A série revelará o que brotou daquela semente plantada nos anos em que o filme se passa. Depois que aqueles garotos dobram a esquina na cena final do filme, para onde foram e no que se transformaram?”, disse Meirelles. Para isso, foi convocado um time de roteiristas comandado pelo cineasta Sérgio Machado (“Cidade Baixa”) e que inclui Armando Praça (“Greta”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”),Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmo”) e o escritor de quadrinhos Estevão Ribeiro. Já o responsável por realizar a direção do piloto será Aly Muritiba (“Deserto Particular”). O longa original projetou vários atores que hoje são famosos, como Leandro Firmino, Jonathan Haagensen, Douglas Silva, Alexandre Rodrigues e até Seu Jorge e Alice Braga em suas estreias no cinema. A produção concorreu ao Oscar de 2004 nas categorias de Melhor Diretor (Fernando Meirelles), Melhor Roteiro Adaptado (Bráulio Montovani), Melhor Edição (Daniel Rezende) e Melhor Fotografia (César Charlone).
“Cidade de Deus” ganha “sequência” em comemoração a seus 20 anos
A Vivo divulgou um curta que resgata um dos principais personagens de “Cidade de Deus”, em comemoração aos 20 anos de lançamento do filme. Com produção executiva de Fernando Meirelles, diretor do longa original, o filme de 14 minutos se chama “Buscapé” e reencontra o fotógrafo interpretado por Alexandre Rodrigues. Buscapé volta à Cidade de Deus nos dias atuais, muitos anos após virar fotojornalista profissional, para cobrir um evento na comunidade. O patrocínio da Vivo, em parceria com a Motorola, se materializa na forma da “câmera” escolhida para a missão: um celular. Mas além de servir de publicidade e homenagear – até visualmente – a obra de 2002, o curta propõe uma discussão ética, ao colocar o fotógrafo diante de um dilema: reportar com exclusividade um crime (tráfico de animais silvestres) ou cumprir a pauta de exaltação do bairro. O desfecho passa longe de ser o ideal, mas pode alimentar discussões, especialmente diante da situação em que se encontra o Rio de Janeiro, após décadas de “vista grossa” que permitiram uma explosão de criminalidade sem paralelo com nenhuma outra capital do país. “Cidade de Deus” teve 4 indicações ao Oscar em 2004, entre eles Melhor Diretor, Roteiro Adaptado, Edição e Fotografia. O longa venceu 74 prêmios, incluindo o BAFTA Awards (o Oscar britânico) de Melhor Edição (do hoje diretor Daniel Rezende). “Buscapé” tem roteiro de Paulo Lins (autor do livro que inspirou o filme original) e Thais Fujinaga (“Onisciente”), direção de Fred Luz (“12 Horas”) e também resgata o personagem Barbantinho, vivido por Edson Oliveira. Veja o curta na íntegra.
Atriz de “Sandman” vai estrelar série de Fernando Meirelles na Apple TV+
A atriz Kirby Howell-Baptiste, intérprete da Morte em “Sandman”, entrou no elenco de “Sugar”, nova série da Apple TV+, que contará com a direção do brasileiro Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”, “Dois Papas”). Criada pelo roteirista Mark Protosevich (“Thor”, “Eu Sou a Lenda”), “Sugar” tem como estrela principal o ator Colin Farrell (o Pinguim de “Batman”), que também atua como produtor executivo. A série é uma história de detetive particular ambientada em Los Angeles, mas outros detalhes permanecem em sigilo. O projeto é da produtora Genre Films, do cineasta Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”), e o acordo com a Apple marca a segunda série da empresa na plataforma. A primeira foi a sci-fi “Invasion”, lançada no ano passado e renovada para sua 2ª temporada.
Fernando Meirelles vai dirigir série internacional dos criadores de “Aruanas”
O cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai dirigir a série “Esperanza”, criada por Estela Renner e Marcos Nisti, que desenvolveram o sucesso do Globoplay “Aruanas”. Assim como “Aruanas”, a nova série também será focada em ativistas ambientais. A trama vai girar em torno da tripulação de um navio chamado Esperanza, que luta por direitos ambientais e sociais ao redor do mundo. A atração está sendo desenvolvida pela produtora americana Participant em parceria com a brasileira Maria Farinha Films. “A Maria Farinha Films é uma parceira natural da Participant, compartilhando nossa missão de promover mudanças no mundo real por meio de conteúdo de alta qualidade”, disse Miura Kite, executiva da Participant. “Com nossa experiência coletiva, estou confiante de que ‘Esperanza’ vai cativar o público enquanto ilumina muito merecidamente as lutas dos ativistas e a importância oportuna dos problemas que eles lutam.” Além de criar a série, Renner e Nisti também atuarão como showrunners e produzirão a atração junto do próprio Meirelles. “Esperanza” ainda não tem previsão de estreia. Fernando Meirelles atualmente está envolvido também na série “Pico da Neblina”, na HBO, e desenvolve “Sugar”, um projeto que ainda está em seus estágios iniciais.
Fernando Meirelles vai dirigir série da Apple com Colin Farrell
A Apple TV+ anunciou nesta quinta-feira (9/6) a produção de uma nova série dramática, que contará com a direção do brasileiro Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”, “Dois Papas”). Criada pelo roteirista Mark Protosevich (“Thor”, “Eu Sou a Lenda”), “Sugar” será estrelada por Colin Farrell (o Pinguim de “Batman”), que também atuará como produtor executivo. A série é uma história de detetive particular ambientada em Los Angeles, mas outros detalhes permanecem em sigilo. O projeto é da produtora Genre Films, do cineasta Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”), e o acordo com a Apple marca a segunda série da empresa na plataforma. A primeira foi a sci-fi “Invasion”, lançada no ano passado e renovada para sua 2ª temporada.
O2 Filmes celebra 30 anos com sucessos de “Marighella” e “7 Prisioneiros”
A produtora O2 Filmes está completando 30 anos de existência. Fundada em 1991 pelos diretores Fernando Meirelles, Paulo Morelli e pela produtora Andrea Barata Ribeiro, a empresa começou fazendo filmes publicitários e depois de inúmeros prêmios nacionais e internacionais, ousou realizar filmes. Entre seus primeiros trabalhos, acabou se destacando uma obra independente chamada “Cidade de Deus”, dirigida por Meirelles. O sucesso de “Cidade de Deus”, indicado a quatro Oscars, impulsionou o negócio e hoje a O2 cresceu a ponto de desenvolver vários projetos simultâneos para o cinema, TV e streaming. São nada menos que sete séries atualmente em desenvolvimento, em parcerias com Netflix, Amazon, HBO Max e Globoplay. Além disso, a empresa lançou a O2 Play, um braço que nasceu para promover filmes nacionais e que já distribuiu quase 400 obras e está expandindo suas operações para projetos internacionais. Entre seus títulos mais recentes, a produtora foi responsável por nada menos que “Marighella”, de Wagner Moura, a maior bilheteria do cinema brasileiro em 2021, e “7 Prisioneiros”, com Christian Malheiros e Rodrigo Santoro, Top 10 dos filmes mais assistidos na Netflix no mundo. Tudo isso sem esquecer seu começo publicitário. A O2 Filmes foi vencedora neste ano de dois prêmios no Profissionais do Ano na categoria Nacional com as campanhas Santander SX e Itaú Privacidade, totalizando 32 troféus acumulados na premiação. Veja abaixo um vídeo produzido para comemorar as três décadas da produtora.
Veja cena de “7 Prisioneiros” com Rodrigo Santoro e Christian Malheiros
A Netflix divulgou novas fotos e uma cena inédita de “7 Prisioneiros”, filme estrelado por Rodrigo Santoro (“Westworld”) e Christian Malheiros (“Sintonia”), que arrancou elogios rasgados da crítica internacional durante participação nos festivais de Veneza e Toronto. A prévia mostra o momento em que Santoro revela ser o vilão da história. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de emprego em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. Ao chegar, descobre que o trabalho não tem salário, que ele não pode sair do lugar e ainda “deve” dinheiro ao dono do ferro-velho. E não adianta pedir ajuda para a polícia, porque ela faz parte do esquema. A única saída é colaborar e se provar útil, envolvendo-se cada vez mais com os abusos cometidos pelo “patrão”, encarnado por Santoro. “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. Com produção dos cineastas Ramin Bahrani (“99 Casas”) e Fernando Meirelles (“Dois Papas”), o filme estreia em 11 de novembro na Netflix. Meu novo filme 7 Prisioneiros: ⭐️Tem Christian Malheiros e Rodrigo Santoro no elenco e direção de Alexandre Moratto. 🎥Conta a história de um rapaz que queria melhorar de vida, mas se tornou vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão. 🗓️Estreia dia 11 de novembro. pic.twitter.com/xYXVVcwkYJ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 6, 2021
7 Prisioneiros: Filme elogiado com Santoro e Christian Malheiros ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o aguardado trailer de “7 Prisioneiros”, filme estrelado por Rodrigo Santoro (“Westworld”) e Christian Malheiros (“Sintonia”), que arrancou elogios rasgados da crítica internacional durante participação nos festivais de Veneza e Toronto. “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de emprego em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. Ao chegar, descobre que o trabalho não tem salário, que ele não pode sair do lugar e ainda “deve” dinheiro ao dono do ferro-velho. E não adianta pedir ajuda para a polícia, porque ela faz parte do esquema. A única saída é colaborar e se provar útil, envolvendo-se cada vez mais com os abusos cometidos pelo “patrão”, encarnado por Santoro. Com produção dos cineastas Ramin Bahrani (“99 Casas”) e Fernando Meirelles (“Dois Papas”), “7 Prisioneiros” vai estrear em novembro na Netflix.
7 Prisioneiros: Crítica internacional elogia filme estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros
O filme brasileiro “7 Prisioneiros”, estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, teve uma première elogiadíssima no Festival de Veneza na noite de segunda-feira (6/9). Produção da Netflix, “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. “7 Prisioneiros estabelece firmemente [Alexandre Moratto] como um cineasta talentoso contando histórias importantes da região — e é tão envolvente quanto deprimente e brutalmente educacional”, descreveu o site Deadline. Elogiando os trabalhos de “Santoro, perversamente impressionante” e “Malheiros, naturalmente talentoso”, o site The Wrap conclui que “o foguete em forma de filme de Moratto é direto em seus golpes de esmagamento da alma e uma peça essencial do cinema social-realista de nossos tempos”. Já o site Screen International comentou que, conforme a trama se desenvolve, o filme “aumenta seu poder cumulativo para um clímax angustiante”. E o IndieWire elogiou a capacidade narrativa do diretor. “Moratto complica o dilema central com a habilidade de um mestre dramaturgo. O trabalho de tensão que se forma entre Mateus (Malheiros) e os outros trabalhadores é simples, mas profundamente sentido”. Por fim, o Awards Watch definiu a produção como “um conto de moralidade cheio de tensão”. E ainda previu: ” É provável que o filme de Moratto seja a indicação do Brasil no Oscar para a cerimônia de 2022 que se aproxima”. O filme terá agora première no Festival de Toronto, na próxima semana, antes de ser lançado em streaming pela Netflix em novembro.







