Versão live-action de A Pequena Sereia volta a ser filmada em janeiro
As gravações da versão live-action de “A Pequena Sereia” devem ser retomadas em janeiro. A informação foi dada pela atriz Melissa McCarthy, que viverá a vilã Úrsula no longa, durante participação no programa “Watch What Happens Live with Andy Cohen”, do canal pago americano Bravo. “Com esperança, se tudo estiver bem e seguro, voltaremos a gravar em janeiro, em Londres, o que é muito animador”, ela declarou. A atriz também falou um pouco sobre o que se pode esperar da sua versão da bruxa do mar. “Eu tenho apreço pela Úrsula. Eu sei que ela é a vilã, mas ela é deliciosa de interpretar. Eu meio que estou fazendo ela como a apresentação de clube noturno que eu sempre quis fazer”. Veja a íntegra da resposta abaixo. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Vale lembrar que a versão da Disney difere bastante do conto original de Hans Christian Anderson, que não tem final feliz. A adaptação de live-action será estrelada pela atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), que viverá o Príncipe Eric. Outros atores citados na produção incluem Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). O filme começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.
Estrela da série Bia grava versão nacional de Reflection da trilha de Mulan
A atriz Gabriella Di Grecco, uma das estrelas brasileiras da série “Bia”, da Disney, gravou uma nova versão nacional de “Reflection”. Intitulada “Imagem a Refletir”, a música ganhou um clipe e curiosamente traz uma letra diferente da versão disponibilizada na época do desenho dos anos 1990. A canção da trilha da animação “Mulan”, indicada ao Oscar em 1999, também toca no remake em live-action, disponibilizado nesta sexta (4/12) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), entoada por Christina Aguilera, que, por sinal, também regravou a música original especialmente para o filme.
Malcolm Marmorstein (1929 – 2020)
O roteirista Malcolm Marmorstein, que escreveu dois dos maiores sucessos da Disney nos anos 1970, “Meu Amigo, o Dragão” (1977) e “Perigo na Montanha Enfeitiçada” (1978), além de ser apontado como provável criador do vampiro Barnabas Collins na novela gótica “Sombras Tenebrosas” (Dark Shadows), morreu no sábado (21/11) em Los Angeles, vítima de câncer aos 92 anos. Nascido em Nova Jersey, Marmorstein começou sua carreira como assistente de palco na Broadway, trabalhando em produções icônicas como “Um Bonde Chamado Desejo” com Marlon Brando. Ele virou roteirista em 1963 e logo se tornou o redator principal da novela “The Doctors”, passada em Nova York, chamando a atenção do criador de “Dark Shadows”, Dan Curtis, que o convidou a trabalhar naquela produção. Durante o primeiro ano, a novela era um fracasso melodramático, que seguia o estilo do romance gótico “Jane Eyre”, mas aos poucos Curtis e sua pequena equipe de escritores começaram a adicionar elementos sobrenaturais – primeiro, um fantasma e depois uma mulher estranha, que se revelou uma fênix renascida das cinzas. Mas foi a introdução do vampiro Barnabas Collins, na primavera de 1967, que transformou o drama diurno em um fenômeno da cultura. Interpretado pelo ator Jonathan Frid, o trágico e relutante vampiro atraiu a atenção do público e transformou “Dark Shadows” em um sucesso que transcendeu a TV americana, estendendo-se em quadrinhos, continuações no cinema, reboot televisivo e até um remake estrelado por Johnny Depp em 2012 (“Sombras da Noite”). Há muita controvérsia sobre quem realmente criou Barnabas Collins, já que a equipe de roteiristas era grande, mas Marmorstein é geralmente considerado o principal pai do personagem. O fato é que Marmorstein e Curtis logo se desentenderam, e o escritor, sua esposa e quatro filhos decidiram se mudar para Los Angeles, onde ele rapidamente encontrou trabalho escrevendo para a popular novela noturna de 1968 “A Caldeira do Diabo” (Peyton Place). Em 1974, ele assinou seu primeiro filme, co-escrevendo a comédia “Espiões”, estrelada por Elliott Gould e Donald Sutherland, em uma tentativa mal-sucedida de recapturar o sucesso anterior da dupla em “MASH”. Marmorstein e Gould voltaram a se juntar, novamente sem sucesso, em outra comédia, “Um Assalto Muito Louco”, de 1975 . O sucesso veio quando ele retornou à fantasia, criando a história de “Meu Amigo, o Dragão”, um híbrido musical de animação e atores reais da Disney, estrelado pela cantora Helen Reddy. O filme marcou época e, no ano seguinte, a Disney voltou a contar com ele para escrever “Perigo na Montanha Enfeitiçada”, sequência da aventura “A Montanha Enfeitiçada” (1975), que juntou Bette Davis e Christopher Lee como protagonistas adultos. A continuação não foi tão bem-sucedida, o que fez Marmorstein voltar à TV, onde assinou uma adaptação de “Frankenstein” em 1986 e alguns episódios da série infantil “ABC Weekend Specials”, só voltando aos cinemas em 1990, numa terceira tentativa de fazer sucesso ao lado do velho amigo Gould. Mas a comédia “Ghost: Homens Mortos não Morrem” teve desempenho pior que as anteriores. Em seu último roteiro, ele revisitou o tema do vampiro relutante de “Dark Shadows”, desta vez como comédia, em “Meu Namorado é um Vampiro”, estrelada pelo roqueiro Adam Ant em 1993. Apesar desse interesse por vampiros, Marmorstein não ficou impressionado com a versão de Johnny Depp de Barnabas Collins. “Fiquei chocado ao ver, no início do filme, Barnabas matando sete ou oito pessoas inocentes, que nem estavam tentando prejudicá-lo”, disse o escritor ao Yahoo News depois de ver “Sombras da Noite”, o remake de “Dark Shadows” dirigido por Tim Burton. “Barnabas nunca faria isso. E eu não vi motivo algum para o filme ser ambientado em 1972. Por nada, eu teria dito a eles para não fazerem isso.”
Fada Madrinha: Trailer apresenta comédia de fábula encantada da Disney
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster nacional e o trailer da comédia “Fada Madrinha” (Godmothered) em versões legendada e dublada em português. Ao estilo de “Encantada” (2007), o filme conta a história de uma atrapalhada aspirante a fada madrinha que decide provar que o mundo ainda precisa de fadas. Para isso, ela troca o reino encantado em que vive pelos EUA atual, em busca de uma menina triste que estaria precisando de ajuda. Só que a menina é na verdade uma jovem mãe solteira cínica e desiludida, sem tempo para romance ou contos de fadas. Claro que sua opinião muda com um pouco de mágica. O filme divertido foi escrito por Kari Granlund (do remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”) e Melissa Stack (“Mulheres ao Ataque”), tem direção de Sharon Maguire (“O Diário de Bridget Jones”) e é estrelado por Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”), respectivamente como a fada bem intencionada e sua Cinderela desencantada. A produção chega ao streaming da Disney em 4 de dezembro.
Novo filme de Angelina Jolie é alvo de ataques racistas na internet
O filme “Come Away”, que traz Angelina Jolie em um drama relacionado à fábulas encantadas, virou alvo de ataques racistas na internet. Na trama, a estrela de “Malévola” é casada com David Oyelowo (“Selma”) e eles são pais de três crianças negras cheias de imaginação. Quando um dos irmãos morre em um acidente, Peter e Alice buscam escapar da depressão ao criar um lugar mais alegre em suas imaginações, que os leva, respectivamente, para a Terra do Nunca e o País das Maravilhas. A expectativa de que os personagens de “Peter Pan” e “Alice no País das Maravilhas” pudessem ser crianças negras aflorou o racismo americano, reunindo uma turba virtual de linchamento no site IMDb, que reúne opiniões e notas do público em geral, e no YouTube, na página do trailer oficial, com xingamentos, ironias e ameaças devido especificamente à raça dos personagens. Não é a primeira vez que isso acontece. Sites de cinema que permitem comentários e avaliações de usuários têm sido usados de forma estratégica por “conservadores” para travar uma guerra cultural, visando desqualificar e impedir qualquer iniciativa de progresso social. Filmes como “Star Wars: O Despertar da Força”, “Pantera Negra” e “Capitã Marvel” viraram alvos de campanhas de ódio no YouTube, IMDb e Rotten Tomatoes, mas a Disney superou a sabotagem com uma fortuna em marketing e branding. Por outro lado, “Caça-Fantasmas”, que trouxe mulheres nos papéis principais, perdeu essa luta. Filmes independentes, como “Come Away”, têm ainda menos chances contra ataques coordenados por campanhas nas redes sociais. Estas iniciativas já miraram até filmes brasileiros, como o inédito “Marighella”. Ao sofrer a prática de “review bombing” (ser bombardeado por críticas negativas) antes da estreia, o filme dirigido por Wagner Moura foi um dos que levou o site Rotten Tomatoes a aprimorar sua política de segurança, com bloqueio de robôs e proibição de comentários sobre títulos não lançados em circuito comercial. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o astro David Oyelowo, que além de estrelar também produz “Come Away”, contou que o caso atual não é o primeiro de sua carreira. Ele viu uma reação online semelhante contra seu longa-metragem de 2016, “Um Reino Unido”, onde interpretou o príncipe Seretse Khama, que se apaixona e se casa com uma mulher branca britânica, Ruth Williams, interpretada por Rosamund Pike. “Tivemos um fluxo tão grande de comentários racistas que a Fox Searchlight teve que tirar nossa página do Facebook do ar”, lembrou Oyelowo. “Isso tem sido algo que tenho experimentado ao longo da minha carreira regularmente”, acrescentou. “Ser uma pessoa negra, que tende a gravitar em torno de conteúdos edificantes… Parece que essas pessoas acham isso o mais deplorável.” Ao notar o movimento coordenado contra “Come Away”, o IMDb desabilitou os comentários sobre o filme, que assim ficou sem nota e perdeu todas as resenhas. Embora o portal tenha estabelecido regras similares as do Rotten Tomatoes para evitar “review bombing”, deixou uma brecha ao permitir resenhas sobre filmes exibidos em festivais. “Come Away” tem estreia marcada em circuito limitado e em locações premium de vídeo sob demanda (PVOD) em 13 de novembro, mas sua première aconteceu em janeiro passado no Festival de Sundance. O detalhe é que, embora as avaliações dos usuários estivessem disponíveis desde a sessão de Sundance, os produtores notaram uma mudança drástica na pontuação do filme no IMDb após a revelação do trailer em 9 de outubro. “Para um longa que ainda não foi lançado – as classificações deveriam ser baseadas na opinião das pessoas que assistiram aos filmes – estava claro que havia algo no tom e na natureza do filme que estava incomodando certas pessoas”, diz Oyelowo. No YouTube, os comentários ao trailer permanecem, concentrando-se no fato de que os personagens de Alice e Peter são retratados por atores mirins negros. O diretor de gerenciamento de projetos do YouTube, Tom Leung, está desde fevereiro do ano passado trabalhando com a equipe de desenvolvimento de produtos para encontrar uma forma de combater as “dislike mobs”, observando que uma opção seria acabar com a função de like e deslike da plataforma. David Oyelowo observa que as atitudes racistas contra seu filme estão em contraste completo com o momento histórico atual. “Acabamos de passar um verão em que todos, após o assassinato de George Floyd, sentiram a necessidade, com razão, de emitir declarações sobre como se sentem sobre a injustiça racial e o que farão a respeito”, ele observou. “Somos curadores culturais e podemos construir um mundo que queremos ver fazendo conteúdos desta natureza. E as empresas de tecnologia precisam se aprimorar” para, na opinião do ator, impedir o equivalente à prática do criminoso e repugnante linchamento racista em sua versão virtual. Isto, claro, não tem nada a ver com críticas negativas baseadas no resultado artístico da produção. De fato, “Come Away” não está sendo considerado exatamente uma obra-prima pela crítica americana. Com 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa também não é um lixo. Mas as discussões sobre seu conteúdo não giram em torno de opiniões racistas, e sim a respeito de seu ritmo e qual, afinal, seria seu público, já que parece um filme para adultos. Veja abaixo o trailer que despertou ódio na parte mais branca da internet. O filme tem previsão de estreia para fevereiro de 2021 no Brasil.
Raya e o Último Dragão: Nova animação da Disney ganha trailer dublado
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer de sua nova animação, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), em versões dublada e legendada. A prévia é impressionante, ao combinar aventura, ação, fantasia, uma nova heroína lutadora de artes marciais e até um bichinho fofo de estimação, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. Mas principalmente pela qualidade visual dos desenhos, mostrando um novo salto evolutivo na técnica de animação por computação gráfica. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021 nos EUA.
Angelina Jolie é mãe de Peter Pan e Alice em trailer de fantasia
A Relativity Media divulgou o trailer de “Come Away”, que traz Angelina Jolie em nova história relacionada à fábulas encantadas. Na trama, a estrela de “Malévola” é casada com David Oyelowo (“Selma”) e eles são pais de dois jovens cheios de imaginação, Peter e Alice. Quando o terceiro irmão morre em um acidente, Peter e Alice tentam evitar que seus pais se afundem na depressão por esta tragédia, até se verem divididos entre o lar entristecido e um lugar mais alegre em suas imaginações, que os leva, respectivamente, para a Terra do Nunca e o País das Maravilhas. O elenco também inclui Anna Chancellor (“Pennyworth”), Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Michael Caine (“Tenet”), Derek Jacobi (“Assassinato no Expresso Oriente”), Clarke Peters (“Jessica Jones”), David Gyasi (“Troia: A Queda de Uma Cidade”) e as crianças Keira Chansa (“The Irregulars”), Jordan A. Nash (“Harlots”) e Reece Yates (“Les Miserábles”). “Come Away” foi escrito pela estreante em longas Marissa Kate Goodhill e será o primeiro filme live action dirigido por Brenda Chapman, que escreveu e dirigiu “Valente” (2012) para a Disney-Pixar, vencedor do Oscar de Melhor Animação. Exibido no Festival de Sundance, o filme não empolgou, atingindo apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 13 de novembro nos EUA, mas não há previsão de lançamento no Brasil.
Baterista mirim que desafiou Dave Grohl vai virar atriz
Sensação da bateria na internet, Nandi Bushell vai viver seu primeiro papel no cinema. A menina de 10 anos será vista em tela grande na versão musical de “Cinderela”, estrelada por Camila Cabello. Nandi ficou famosa após disputar uma batalha de bateria com o líder do Foo Fighters, Dave Grohl, que começou a carreira como baterista do grupo hardcore Scream e de um certo Nirvana. Foi ela mesma quem revelou a novidade nas redes sociais, agradecendo a oportunidade de fazer parte do longa, que encerrou suas filmagens na semana passada. “Estou muito orgulhosa de ter feito parte desse incrível elenco! Eu me diverti muito filmando meu primeiro filme”, ela escreveu. Nandi ainda mandou um recado especial para Camila Cabello, que interpreta a protagonista. “Obrigado Camilla por ser uma inspiração tão incrível para mim! Eu amei assistir você atuando. Foi muito legal estar no set”, escreveu. O filme também é a estreia da ex-Fifth Harmony como atriz de cinema e tem direção de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita” – que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. Além de viver Cinderela, Camila Cabello vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco, como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Os demais integrantes da produção são Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) como a Madrasta, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. A produção é da Sony Pictures e a expectativa é que a estreia aconteça em fevereiro de 2021. Veja abaixo o post do anúncio e um trecho da batalha “épica” de bateria entre Bushell e Grohl. Ver essa foto no Instagram I am so proud to have been part of the incredible cast for the new @cinderellamovieofficial! I had so much fun filming my first actual #MOVIE! @kaykaycannon thank you for being the best director ever! You are so awesome, kind and friendly. Thank You @camila_cabello for being such an amazing inspiration to me! I loved watching you perform. I had the best time EVER! It was really cool to be on set and to visit @pinewoodstudios! Get ready for the musically-driven, bold new @cinderellamovieofficial 👑 🎶 featuring global artists and original songs performed by @camila_cabello, @theebillyporter and @idinamenzel. Produced by @j_corden! Coming soon to theaters! SO EXCITED!!!! #cinderella #cinderellamovieoffical #pinewoodstudios Uma publicação compartilhada por Nandi Bushell 🥁🎸🎤👧🏽❤️ (@nandi_bushell) em 5 de Out, 2020 às 3:06 PDT Ver essa foto no Instagram It was an honour to be part of the most #EPIC #ROCK in battle in history! With the most awesome, fun, kind and legendary Dave Grohl! Thank you for giving me this incredible opportunity. I am extremely grateful. The Rock Gods of old are happy! @davestruestories @foofighters @themcrookedvultures @johnpauljonesofficial @josh.homme #CHECKMATE #davegrohl #foofighters #themcrookedvultures #teamnandi #teamgrohl #drumbattle #grohlrocks – thank you for supporting me @ludwigdrumshq @zildjiancompany @vicfirth @roland.artists @roland_us #hitlikeagirl #zildjian #vicfirth #ludwig #ludwigdrums Uma publicação compartilhada por Nandi Bushell 🥁🎸🎤👧🏽❤️ (@nandi_bushell) em 3 de Set, 2020 às 2:27 PDT
Camila Cabello compartilha vídeo para comemorar final das filmagens de Cinderela
A cantora Camila Cabello revelou que as filmagens de “Cinderela” acabaram no Reino Unido. Em post publicado em suas redes sociais, ela contou que esta sexta (2/10) foi o seu último dia sendo uma “princesa durona, rebelde e sonhadora” e compartilhou um vídeo ao lado do elenco e equipe. “Estou muito grata por ter tido esta experiência e muito grata à nossa equipe por tornar isso possível (e completamente seguro para covid!) durante uma pandemia”, escreveu. “Mal posso esperar para todos vocês verem este filme, ele tem uma mensagem na qual acredito muito e tem muito amor, alegria, risadas e magia”, acrescentou. Estreia de Camila Cabello como atriz de cinema, a nova versão da fábula clássica será um musical com direção de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. Além de viver a protagonista, Camila Cabello vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco, como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Os demais integrantes da produção são Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) como a Madrasta, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. A produção é da Sony Pictures e a expectativa é que a estreia aconteça em fevereiro de 2021. Ver essa foto no Instagram last day of being a freakin badass rebellious dreamer princess! Today was our last day wrapping @cinderellamovieofficial. I mean. I’m so grateful to have had this experience and so grateful to our crew and team for making it possible (and completely Covid safe!) during a pandemic. I can’t wait for all of you to see this movie, it has a message I believe in so much and has so much love, joy, laughter, and magic ❤️ to @kaykaycannon our brilliant leader and director! We did it! thank you for your belief in me and for giving us this beautiful journey, on and off screen! To @j_corden thank you also for your belief in me and giving me an experience of a lifetime,I mean.. it’s cinder freakin rella . To the cast, dancers, choreographers, music team, crew, i love you all so much! ❤️ I can’t wait for you guys to see, I always pictured you guys behind the camera and how I hoped this film would make you feel and it motivated me and inspired me every day ❤️ Uma publicação compartilhada por camila (@camila_cabello) em 2 de Out, 2020 às 10:57 PDT
Primeiras fotos revelam visual de Camila Cabello como Cinderela
Surgiram as primeiras imagens da produção de “Cinderela”, que será estrelada pela cantora Camila Cabello. A diretora Kay Cannon divulgou uma foto dos bastidores em seu Instagram e Cabello adiantou outras imagens ao aparecer em vídeo no evento L’Atittude, que aconteceu durante o fim de semana. Kay Cannon também adiantou um detalhe da produção, ao comentar que Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) não interpreta a Madrasta Má, porque não há personagens malvados no filme. Ao revelar o figurino de Camila, as imagens ainda confirmam que a produção será de época, além de flagrar a cantora de boca aberta, aparentemente em meio a um número musical. O elenco da produção, que está prestes a ser finalizada neste mês em meio a medidas de proteção e higiene, durante a recente autorização para retomada de filmagens no Reino Unido, também inclui Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. A nova “Cinderela” é uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco, como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures e expectativa é que a estreia acontece em fevereiro de 2021. First images of Camila Cabello in Kay Cannon’s live-action Cinderella which also stars James Corden, Idina Menzel, Pierce Brosnan, John Mulaney & Billy Porter as a gender neutral Fairy Godmother. The film will take on a “feminist twist” & will be released on February 5, 2021. pic.twitter.com/afHiSUMMtv — Film Updates (@FilmUpdates) September 27, 2020 Ver essa foto no Instagram @shanny.mc for the win! Revelling the time I have left shooting w/ Cinders, @camila_cabello & her NOT evil stepmother, @idinamenzel (there are no villains in this movie. ❤️) @cinderellamovieofficial #cinderella #director #writer #filmmaking #jokesandsongs Uma publicação compartilhada por Kay Cannon (@kaykaycannon) em 27 de Set, 2020 às 3:07 PDT
Estrela de Grown-ish será fada Sininho na versão live-action de Peter Pan
Depois de vários desenhos retratando Sininho/Tinker Bell como uma fada loirinha, a Disney resolveu mudar radicalmente a imagem da personagem, escalando uma jovem atriz negra para representar sua versão live-action. Segundo apurou o site Deadline, o estúdio contratou Yara Shahidi, estrela da série “Grown-ish” para viver a fadinha na versão com atores de “Peter Pan”, atualmente em desenvolvimento. Os personagens de J. M. Barrie já ganharam inúmeras versões para o cinema desde a criação de Peter Pan em 1911, mas será a primeira vez que Sininho, atualmente mais conhecida pelo nome em inglês Tinker Bell, será interpretada por uma atriz negra. A mudança já é a terceira alteração racial realizada pela Disney em suas novas versões live-action. O estúdio também escalou atrizes negras para os papéis de Ariel, vivida por Halle Bailey no vindouro “A Pequena Sereia”, e de Darling, a dona da Dama, interpretada por Kiersey Clemons no novo “A Dama e o Vagabundo”. Em “Peter Pan and Wendy”, Yara Shahidi vai se juntar a Jude Law, confirmado no papel do Capitão Gancho, e às crianças Alexander Molony (“The Reluctant Landlord”), que vive Peter Pan, e Ever Anderson (filha de Milla Jovovich, que foi a Rainha Vermelha de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”) no papel de Wendy. A adaptação está a cargo do cineasta David Lowery, que já filmou uma versão live-action de desenho clássico da Disney, “Meu Amigo, O Dragão” (2016). Ainda não há previsão para a estreia.
Christina Aguilera canta nova versão de Reflection em clipe da trilha de Mulan
Christina Aguilera lançou o clipe da nova versão de “Reflection”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. A faixa é uma regravação da música do longa animado original da Disney, que projetou a carreira da então iniciante cantora em 1998, ao receber indicação ao Oscar. E é o que se chama de “balada épica”, quase toda cantada no volume 11. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido”, disse Aguilera em comunicado. Além dessa faixa, ela gravou uma música inédita para a adaptação live action, “Loyal Brave True”, que também ganhou clipe (veja aqui). As duas músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia nacional de “Mulan” permanece uma incógnita.
Kelly Marie Tran vai virar princesa da Disney em nova animação
A atriz Kelly Marie Tran, que ficou conhecida como a rebelde Rose Tico em “Star Wars: O Último Jedi” (2017) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019), vai virar uma princesa na próxima animação da Disney. Ela foi anunciada como voz da personagem principal de “Raya and the Last Dragon” (Raya e o Último Dragão, em tradução literal). Originalmente, a personagem seria dublada por Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), que é descendente de família filipina. mas a Disney mudou de ideia após o movimento espontâneo feito por dubladoras que renunciaram a seus trabalhos para reforçar a importância de escalar vozes da mesma etnia dos personagens. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas em junho passado, como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). A iniciativa deu início a uma questionamento sobre a prática de escalar brancos para dublarem pessoas de cor. Apesar de “Raya and the Last Dragon” ser ambientada em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, a personagem tem traços asiáticos e foi criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). No longa, Raya é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal, e para isso contará apoio de um raro dragão chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Sisu também será dublado por uma atriz asiática, a comediante Awkwafina, anteriormente confirmada na produção. “Eu não sabia que ansiava tanto por ver alguém que se parecesse comigo”, disse Tran à revista Entertainment Weekly sobre sua escalação na animação e sobre o fato de se tornar a primeira Princesa de descendência vietnamita da Disney – os pais da atriz são imigrantes refugiados da Guerra do Vietnã. A atriz também ponderou que tipo de Princesa ela representará nas telas. “Raya é alguém que é tecnicamente uma princesa, mas acho que o que é realmente legal sobre esse projeto, sobre esse personagem especificamente, é que todo mundo está tentando inverter a narrativa sobre o que significa ser uma princesa.” Em fase de pós-produção, “Raya and the Last Dragon” deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021.











