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    Estúdio de Harvey Weinstein pede falência e acordos de confidencialidade são invalidados

    20 de março de 2018 /

    O estúdio The Weinstein Company anunciou seu pedido de falência. A empresa deu entrada nos documentos para decretação de estado falimentar na segunda-feira (19/3). E, além disso abrir as portas para interessados em comprar seus ativos a um preço mais baixo, via leilão, também torna sem validade todos os contratos de confidencialidade que podem ter impedido funcionários e outras mulheres de denunciarem seu proprietário, o produtor Harvey Weinstein. Uma das condições do governo americano para o processo avançar foi a anulação dos acordos feitos pela empresa, em nome de Harvey Weinstein, para impedir declarações de atrizes que trabalharam em seus estúdios. “Desde outubro, foi relatado que Harvey Weinstein usou acordos de confidencialidade como uma arma secreta para silenciar suas acusadoras. Como efeito imediato, esses ‘acordos’ acabaram”, disse a empresa em uma declaração oficial. “Ninguém deve ter medo de falar ou pode ser coagido para ficar quieto”, acrescentou a empresa no comunicado. “A Companhia agradece as pessoas corajosas que já se manifestaram. Suas vozes inspiraram um movimento de mudança em todo o país e em todo o mundo”. A quebra financeira da companhia vem justamente no rastro das acusações de assédio sexual contra Weinstein, que chacoalharam a indústria cinematográfica americana a partir de outubro do ano passado. Mais de 70 mulheres denunciaram terem sido abusadas e até estupradas por Weinstein ao longo dos últimos 30 anos, e a revelação do escândalo levou a inúmeros cancelamentos de contratos com o estúdio, que se juntaram a processos para tornar as dívidas da empresa impagáveis. O estúdio ainda tentou encontrar um comprador. E quase fechou contrato, mas o interessado se assustou ao ver o tamanho do buraco em que estava se metendo e cancelou o negócio em cima da hora. Assim, a empresa decidiu apresentar seu plano de falência ao tribunal de Delaware, listando entre U$ 500 milhões e US $ 1 bilhão em passivos e US $ 500 milhões a US $ 1 bilhão em ativos. Dentro do processo falimentar, a empresa afirmou em um comunicado que entrou em acordo com a investidora Lantern Capital, que compraria todos os ativos da empresa e controlaria o leilão das ações da empresa falida, sob supervisão judicial.

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    Mulheres prestam queixa criminal contra Steven Seagal por estupro e agressão sexual

    19 de março de 2018 /

    Duas mulheres que anteriormente acusaram Steven Seagal de estupro e agressão sexual ofereceram relatos mais detalhados dos alegados abusos do ator, durante uma entrevista coletiva organizada pela advogada Lisa Bloom. As acusadoras prestaram queixa criminal e também vão processar o ator em busca de uma indenização financeira. “Steven Seagal pode ser uma grande estrela de ação”, introduziu Bloom. “Mas são Faviola e Regina que estão abrindo uma ação agora”, completou a advogada, referindo-se à modelo holandesa Faviola Dadis e a ex-aspirante a atriz Regina Simons. Simons relatou que tinha acabado de trabalhar como figurante no filme de Seagal “Em Terreno Selvagem” (1994), quando o ator a convidou para uma festa em sua casa. Quando ela chegou, ninguém mais estava lá. Ele a conduziu a um quarto com o pretexto de lhe mostrar algo e, segundo seu relato, a estuprou. “Fui apanhada de surpresa. Seagal era mais do dobro do meu tamanho e duas vezes mais velho. Eu não era sexualmente ativa, nem eu nunca estive nua na frente de um homem antes. Eu congelei”, disse Simons, que tinha 18 anos na época. “Lembro dele abrir o robe e a próxima coisa que percebi que ele já estava dentro de mim. Não houve nada consensual nisso.” Ela relatou que saiu correndo e dirigiu de volta para casa em lágrimas. “Isso mudou completamente a trajetória da minha vida”, disse ela. “Eu achei difícil comer ou dormir. Eu me esforcei para formar relacionamentos saudáveis”, acrescentando ter se sentido encorajada pelo movimento #MeToo para apresentar sua história. “Pela primeira vez em 25 anos, isso me permitiu processar o que aconteceu e trabalhar com a dor”, disse Simons, lutando contra as lágrimas diante da imprensa. “Rezo para que meu agressor também possa se curar. Eu quero que ele esteja ciente, eu quero que ele reconheça o que aconteceu e peça desculpas “. Dadis, por sua vez, contou que ela era um modelo de 17 anos quando deixou a Holanda em 2002 para buscar uma carreira de atriz em Los Angeles. Um produtor de música a apresentou à Seagal, que a convidou para um teste para um papel num filme sobre Genghis Khan. Ela disse que os dois se compartilhavam interesses comuns pelo budismo e as artes marciais, o que os fez compartilhar mensagens de texto e telefonemas. Até que Seagal solicitou uma audição “privada” num hotel em Beverly Hills, onde ele poderia “avaliar minha figura para ver se eu seria adequada para o papel”. Um assistente instruiu-a a chegar de biquíni ou sutiã e calcinha sob da roupa, um pedido que ela concordou, observando que era “bastante padrão” no negócio de modelagem. Um assistente escoltou Dadis para o encontro noturno com Seagal, depois a deixou sozinha com o ator e seu guarda-costas pessoal. “Steven me pediu para tirar minhas roupas, o que eu fiz, embora estivesse nervosa, considerando que não havia outros indivíduos presentes, e desfilar pela sala para ele”, disse Dadis. Seagal se aproximou dela sugerindo que eles representam uma “cena romântica” para testar sua química. “Eu me senti desconfortável porque estava de biquíni, e eu expressava timidamente isso”, disse Dadis. “No entanto, em vez de respeitar os meus limites, Seven deslizou a mão sob a parte parte superior do biquíni e começou a beliscar os mamilos e, ao mesmo tempo, deslizou a mão na minha área vaginal”. Dadis interrompeu o ator, juntou suas roupas e saiu. Ela não retornou suas chamadas telefônicas subsequentes e não falou a ninguém sobre o que aconteceu até que amigos e familiares notaram uma mudança em seu comportamento. “Ele achou que eu deveria saber o que significava fazer um teste tarde da noite”, disse Dadis. “Por isso, demorei a perceber que não era minha culpa. Eu tinha sido aproveitado por alguém com muito poder”, ela compeltou

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    Terry Gilliam critica exageros e hipocrisia do movimento #MeToo

    16 de março de 2018 /

    O diretor Terry Gilliam (“Brazil – O Filme”) resolveu chamar atenção para os excessos do movimento #MeToo. Para ele, “algumas mulheres sofreram” nas mãos de assediadores de Hollywood e fizeram o certo em denunciar pessoas como Harvey Weinstein, a quem chama de “idiota”. Mas homens de bem estão sendo arrastados na lama por uma caça às bruxas que não distingue mais inocentes de culpados. “Sinto muito por alguém como Matt Damon, que é um ser humano decente. Ele foi espancado até a morte por dizer que nem todos os homens são estupradores. Isso é uma loucura!”, comparou o cineasta, em entrevista para a agência AFP, citando o que aconteceu após o ator dar uma entrevista controversa. Gilliam dirigiu Damon em “Os Irmãos Grimm” (2005) e em seu último filme, “O Teorema Zero” (2013). Ele acrescentou que o clima criado é de terror. “As pessoas têm medo de dizer coisas, pensar coisas”. “Eu acho que as denúncias tem criado um estado mental de ‘turba’, em que você vê todo mundo com tochas na mão atacando o castelo de Frankenstein. Até minha esposa diz que eu não deveria falar sobre isso agora, que eu não deveria dar minha opinião. Isso é loucura!”, completou. Mas que há bruxas, las hay. “Harvey foi denunciado e caiu porque era um idiota e porque fez muitos inimigos”, concordou Gilliam. “E acho que ainda há muita gente agindo da forma como ele agia em Hollywood. Eu vi algumas mulheres sofrerem muito”. Mesmo assim, Gilliam acha que existe muita gente hipócrita fazendo denúncias. Para ele, muitas mulheres tiraram proveito do acordo promíscuo oferecido por Weinstein. “Algumas usaram uma noite com Harvey para se dar bem na carreira. São pessoas adultas que usaram essa vantagem que ele podia oferecer. É o preço que você paga… Algumas pessoas pagaram sem hesitar. Outras sofreram por isso”, disse ainda. A maior hipocrisia, entretanto, seria a tolerância com Donald Trump, um assediador confesso, que se aproveitou de inúmeras mulheres e que permanece impune, enquanto produtores e cineastas perderam o emprego e tiveram as vidas arruinadas por menos. “Eu acho engraçado que [enquanto isso está acontecendo], um auto-confessado assediador é o presidente dos EUA e segue como se nada disso fosse com ele”, concluiu.

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  • Filme

    Presidente da Academia, responsável pelo Oscar, é investigado por abuso sexual

    16 de março de 2018 /

    O cinematógrafo John Bailey, presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que entrega o Oscar, está sendo investigado por abuso sexual. A Academia recebeu três acusações na última quarta-feira (14/3) e imediatamente começou a averiguar o caso, informaram fontes próximas a revista Variety. Bailey foi figura importante nos últimos meses por defender as vítimas de assédio e abuso sexual em Hollywood, inclusive expulsando da Academia o produtor Harvey Weinstein, acusado de assédio e estupro por mais de uma centena de mulheres, e por administrar a substituição do ator Casey Affleck, que também foi denunciado por assédio, na entrega do Oscar 2018 de Melhor Atriz neste ano. Em dezembro, a Academia divulgou um código de conduta apontando que os membros da organização poderiam ser expulsos por abuso, assédio e discriminação. Caso as acusações sejam acatadas pela Academia, o presidente será julgado pelo Conselho dos Governadores, composto por 51 pessoas responsáveis pela visão estratégica da organização. Bailey viveu seu auge como diretor de fotografia nos anos 1980, em filmes como “Gente Como a Gente” (1980), “Gigolô Americano” (1980), “A Marca da Pantera” (1982), “O Reencontro” (1983), “Mishima: Uma Vida em Quatro Tempos” (1985) e “A Encruzilhada” (1986). Ele nunca recebeu indicação ao Oscar, mas venceu um prêmio especial do Festival de Cannes, de Contribuição Artística por “Mishima”.

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  • Série

    Dax Shepard será substituto de Danny Masterson na série The Ranch

    15 de março de 2018 /

    A série “The Ranch” já definiu um substituto para Danny Masterson, afastado da produção após ser investigado por abusar sexualmente de várias mulheres. A vaga de coprotagonista, ao lado de Ashton Kutcher, será preenchida por Dax Shepard (“CHiPs: O Filme”). “The Ranch” marcava o reencontro de Masterson com Ashton Kutcher, após os dois trabalharem juntos na série clássica de comédia “That ’70s Show”. Na atração de streaming, os dois interpretam irmãos, que voltam a conviver depois de anos, quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, retorna ao “rancho” da família. A “substituição” será parecida com o que aconteceu com o próprio Kutcher, quando ele entrou na vaga de Charlie Sheen em “Two and a Hallf Man”. A estratégia simples consiste em introduzir um outro personagem na trama. Shepard interpretará Luke Matthews, um ex-soldado recém-chegado a Garrison, onde conhece os Bennetts e forma um vínculo imediato com Colt (Kutcher). Ele vai aparecer na segunda metade da 3ª temporada de “The Ranch”, que atualmente está em hiato. Será o segundo trabalho do marido de Kristen Bell na Netflix, após participar de “Wet Hot American Summer: Ten Years Later”, no ano passado.

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  • Série

    Saída de T.J. Miller de Silicon Valley teria sido motivada por abuso de álcool e drogas

    10 de março de 2018 /

    A série “Silicon Valley” vai voltar para sua 5ª temporada com um integrante a menos. O afastamento de T.J. Miller foi anunciado pela HBO em maio do ano passado, junto da notícia da renovação da série, mas não foram dados maiores detalhes. “Os produtores de ‘Silicon Valley’ e TJ Miller concordaram mutuamente que TJ não retornará para a 5ª temporada”, anunciou o canal na ocasião. A duas semanas da estreia dos novos episódios, a revista The Hollywood Reporter ouviu uma explicação não oficial para a mudança. Segundo a publicação, várias fontes afirmam que a decisão já era esperada pelos abusos do ator. “Houve momentos em que ele parecia ter as coisas sob controle e outros em que estava sob o uso de entorpecentes”, afirmaram múltiplas fontes sobre os problemas que levaram à dispensa de Miller. O criador da série, Mike Judge, deu a entender que realmente estas foram as razões da dispensa do ator. “Há muitas formas de descobrir quando alguém não quer mais fazer um programa. Não é divertido trabalhar com alguém que não quer estar lá, especialmente quando se é um dos protagonistas e há diversos membros da equipe e figurantes que não são tão bem pagos, mas estão no set desde antes das 7h da manhã, apenas para ouvirem que não irão gravar naquele dia”, disse, sugerindo dias em que o ator não estaria em condições de gravar a série. Judge diz que tinha planejado uma despedida para Erlich, personagem de Miller, em que ele faria uma viagem para a China após aparecer por três episódios na nova temporada, mas o ator se negou a colaborar, rompendo com o programa e afirmando que agora focaria na sua carreira cinematográfica. Pouco depois isso, ele foi alvo de denúncias de assédio sexual e agressão. Uma mulher o acusou de estupro na faculdade. Outros rumores começaram a vir à tona, apurados pela THR. Miller respondeu aos pedidos de declaração sobre as polêmicas, com uma nota: “Na vida real, não estou sempre chapado como Elrich. Isso talvez exploda a mente de seus leitores, mas não fico chapado quando estou trabalhando porque atrapalha minha comédia. Também não sou o cara bêbado que fica esbarrando em tudo no set. A verdade é que eu estava ocupado fazendo stand-up o tempo todo, mesmo que isso significasse que eu dormiria por apenas três horas. Então, a coisa que me incomoda? Passar dos meus próprios limites.” A estreia da 5ª temporada de “Silicon Valley” está marcada para 25 de março na HBO. Já T.J. Miller, que estrelou o vencedor do Framboesa de Ouro de Pior Filme do ano, a animação “Emoji – O Filme”, será visto a seguir em “Jogador Nº 1” e “Deadpool 2”, previstos para abril e maio no Brasil.

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    Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher

    9 de março de 2018 /

    O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.

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    Compra da Weinstein Company é cancelada após descoberta de dívidas milionárias

    7 de março de 2018 /

    A compra do estúdio The Weinstein Company deu para trás. O grupo de investimento encabeçado por Maria Contreras-Sweet, ex-funcionária do governo do ex-presidente americano Barack Obama, retirou sua oferta na terça-feira (6/3), após analisar minunciosamente a contabilidade da empresa. Segundo a agência Reuters, a desistência foi consequência da descoberta de que as dívidas do estúdio eram muito maiores do que previamente revelado durante a negociação. O conselho da Weinstein Company disse que continuará trabalhando para “determinar se existem quaisquer opções viáveis que não sejam a falência”. Apesar da desistência de seus principais financiadores, Maria Contreras-Sweet disse que ainda acredita na ideia de um estúdio liderado por mulheres e que estudará comprar ativos se eles se tornarem disponíveis em um processo de falência. A empresária pretendia formar um conselho de maioria feminina para reformular o estúdio de Hollywood. Em comunicado, ela chegou a afirmar que planejava lançar uma nova empresa, poupar cerca de 150 empregos, proteger os pequenos negócios aos quais se deve dinheiro e criar um fundo de indenização para as vítimas de Harvey Weinstein, que cobriria eventuais processos. Os investidores descobriram, porém, que a dívida da empresa era de US$ 280 milhões e não os US$ 225 milhões revelados anteriormente. Haveria a existência de obrigações de pagamentos de royalties até então desconhecidas e outras remunerações de trabalho pendentes, além de dívidas a fornecedores e um processo de arbitragem comercial. O entusiasmo do conselho durou menos de uma semana. Apesar de existirem outros interessados na compra da TWC, os valores deverão ser diferentes. E não está descartada a falência do estúdio. Anteriormente, os diretores da empresa chegaram a anunciar que buscariam a falência, mas a ameaça foi usada como forma de pressionar a Procuradoria Geral a aprovar sua venda. É que o negócio deveria ter sido fechado no mês passado, mas o procurador Eric Schneiderman paralisou tudo com um processo contra a TWC. A falência deixaria os credores e as vítimas de abuso sexual de Harvey Weinstein sem possibilidade de compensação financeira. A agonia da TWC, inaugurada em 2005, representa o fim de uma era no cinema, que começou ainda nos anos 1980 na Miramax, o primeiro estúdio dos irmãos Bob e Harvey Weinstein, e fomentou a carreira de cineastas como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez, Kevin Smith, Paul Thomas Anderson, David O. Russell, os irmãos Coen, etc. Até Walter Salles teve filme distribuído nos Estados Unidos pelos irmãos Weinstein. O prelúdio deste desfecho foram as denúncias contra Harvey Weinstein, que vieram à tona em outubro, em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, detalhando décadas de abusos sexuais. Desde então, mais de 70 mulheres acusaram o produtor de má conduta sexual, incluindo estupro, e a repercussão incentivou outras mulheres a denunciarem a conduta sexual de diversos homens poderosos no cinema, na TV e em outras indústrias. Harvey Weinstein foi demitido de sua própria empresa no dia 8 de outubro e logo depois expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar. Paralelamente aos processos civis, investigações criminais também foram abertas contra ele em delegacias de Los Angeles, Beverly Hills, Nova York e Londres. Por meio de seus advogados, Weinstein alega só ter feito sexo consensual.

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    Estúdio de Harvey Weinstein é comprado por ex-funcionária do governo Obama

    2 de março de 2018 /

    O estúdio The Weinstein Company foi vendido. A negociação aconteceu com o único interessado, um fundo de investimento encabeçado por Maria Contreras-Sweet, ex-funcionária do governo de Barack Obama. A ex-secretária de Pequenos Negócios da administração Obama fechou a aquisição, apoiada pelo investidor Ronald Burkle, na noite de quinta (1/3), numa reunião que incluiu diretores da TWC e o procurador geral do estado de Nova York, durou horas e varou a madrugada. “Temos o prazer de anunciar que firmamos um acordo para vender os ativos da Weinstein Company a um grupo de investidores liderado por Maria Contreras-Sweet e Ron Burkle”, afirmou o conselho diretor do estúdio, em nota divulgada para a imprensa. “O acordo fornece um caminho claro para a compensação das vítimas e protege os empregos de nossos funcionários. Agradecemos muito os esforços do procurador geral Schneiderman e de sua equipe, Maria Contreras-Sweet, Ron Burkle e sua equipe por trazer esse acordo. Consideramos que este é um resultado positivo em meio a circunstâncias incrivelmente difíceis”. A compra vai impedir a falência do estúdio. A ameaça era real. Entretanto, o anúncio de que seus diretores buscariam a falência da companhia foi usado para pressionar a Procuradoria Geral. É que o negócio deveria ter sido fechado no mês passado, mas o procurador Eric Schneiderman paralisou tudo com um processo contra a TWC. O resultado foi um tiro no pé, pois a falência deixaria as vítimas de abuso sexual de Harvey Weinstein sem possibilidade de compensação financeira. Alguns compromissos foram assumidos para a negociação ser finalizada. Para começar, a TWC demitiu David Glasser do cargo de diretor geral. Schneiderman era contra sua manutenção na direção da companhia, pois dizia que os funcionários da nova companhia “estariam se reportando a alguns dos mesmos gerentes que falharam em investigar as falhas de conduta (de Harvey Weinstein) ou proteger adequadamente as funcionárias”. O estúdio ganhará um novo nome e terá Contreras-Sweet como diretora geral. Mas manterá cerca de 150 funcionários da TWC empregados, além de dedicar um fundo exclusivo para saldar dívidas e pagar indenizações para as vítimas de Weinstein. Em nota, Schneiderman confirmou ter recebido um compromisso de que um fundo de compensação para as vítimas seria criado, além de novas políticas para impedir outros casos de assédio. O fundo deve ficar em torno de US$ 90 milhões. Não ficou claro se o valor será somado ou extraído do montante da aquisição, concretizada por US$ 500 milhões. O fundo servirá para pagamento de uma denúncia coletiva aberta em dezembro por várias atrizes alegando que a empresa permitiu o comportamento predatório de Harvey Weinstein, um processo da ex-assistente pessoal do produtor, Sandeep Rehal, alegando que era forçada a facilitar os ataques do ex-chefe, tendo ela mesma sido vítima de assédio, e ações dos produtores Scott Lambert e Alexandra Milchan, que querem uma compensação pelo escândalo sexual ter cancelado uma série planejada para Amazon. Até mesmo a Lindt, fabricante suíça de chocolate, foi à justiça em busca de compensação pelo cancelamento de uma festa pós-Globo de Ouro, para a qual ela já tinha pago uma cota de patrocínio. E o recém-demitido David Glasser já ameaçou aumentar a pilha de processo, alegando rescisão injusta, retaliação, violação de contrato e difamação, de acordo com o site The Hollywood Reporter. O fim da TWC, inaugurada em 2005, representa o fim de uma era no cinema, que começou ainda nos anos 1980 na Miramax, o primeiro estúdio dos irmãos Bob e Harvey Weinstein, e fomentou a carreira de cineastas como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez, Kevin Smith, Paul Thomas Anderson, David O. Russell, os irmãos Coen, etc. Até Walter Salles teve filme distribuído nos Estados Unidos pelos irmãos Weinstein. O prelúdio deste desfecho foram as denúncias contra Harvey Weinstein, que vieram à tona em outubro, em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, detalhando décadas de abusos sexuais. Desde então, mais de 70 mulheres acusaram o produtor de má conduta sexual, incluindo estupro, e a repercussão incentivou outras mulheres a denunciarem a conduta sexual de diversos homens poderosos no cinema, na TV e em outras indústrias. Harvey Weinstein foi demitido de sua própria empresa no dia 8 de outubro e logo depois expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar. Paralelamente aos processos civis, investigações criminais também foram abertas contra ele em delegacias de Los Angeles, Beverly Hills, Nova York e Londres. Por meio de seus advogados, Weinstein alega só ter feito sexo consensual.

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    Teste do Sofá de Harvey Weinstein vira estátua dourada em Hollywood

    1 de março de 2018 /

    Uma estátua dourada de Harvey Weinstein, sentado de robe num sofá, com os braços abertos e um Oscar estrategicamente colocado entre suas pernas, foi colocada de surpresa em Hollywood nesta quinta-feira (1/3), a poucos metros do Dolby Theatre, onde em três dias será realizada a cerimônia do Oscar 2018. Localizada no Hollywood Boulevard, a escultura é uma colaboração entre os artistas de rua Plastic Jesus, conhecido por suas instalações anuais de protesto no Oscar, e Joshua “Ginger” Monroe, o artista das infames estátuas nuas de Donald Trump. Intitulada “Casting Coach” (Teste do Sofá, no jargão nacional), a obra é mais um protesto contra a indústria cinematográfica, após o artista de direita Sabo encomendar cartazes similares aos de “Três Anúncios para um Crime”. As intensões das duas, porém, é oposta. Enquanto Sabo declarou atacar a hipocrisia dos artistas para calar os protestos nos agradecimentos do Oscar, Plastic Jesus quer incentivar os protestos para um limpeza completa. “Durante muitos anos, a exploração de muitas artistas esperançosas e nomes estabelecidos na indústria foi varrida para baixo do tapete vermelho, com suas queixas de assédio e abuso sexual sendo ignoradas ou pior”, disse Plastic Jesus à revista The Hollywood Reporter. “Espero que agora, à luz de recentes alegações contra muitas figuras importantes em Hollywood, a indústria seja passada a limpo”. De acordo com os artistas, a escultura de tamanho real de Weinstein levou dois meses para ser produzida. “Todo o sofá e a imagem inteira que a obra inspira é uma representação visual das práticas e métodos que são usados ​​em Hollywood com essas pessoas poderosas”, disse Ginger. “Eles têm dinheiro e poder para dar empregos e usam isso para sua própria gratificação sexual”. O detalhe é que a obra é interativa. Há espaço no sofá para o transeunte se sentar. “Todo mundo quer um selfie, todo mundo quer fazer parte da experiência”, diz ele.

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    The Weinstein Company anuncia que vai pedir falência

    26 de fevereiro de 2018 /

    O estúdio The Weinstein Company, fundado pelos irmãos Bob e Harvey Weinstein, anunciou que vai entrar com pedido de falência após o fracasso das tentativas de vender a empresa para um grupo de investidores. “Reconhecemos que essa é uma solução extremamente infeliz para nossos funcionários, credores e quaisquer vítimas, mas a direção não tem escolha”, disse a empresa em comunicado oficial divulgado no domingo (25/2). A falência vai acontecer devido a empresa estar afundada em processos. Há uma denúncia coletiva aberta em dezembro por várias atrizes alegando que a empresa permitiu o comportamento predatório de Harvey Weinstein, um processo da ex-assistente pessoal dele, Sandeep Rehal, alegando que era forçada a facilitar os ataques do ex-chefe, tendo ela mesma sido vítima de assédio, e ações dos produtores Scott Lambert e Alexandra Milchan, que querem uma compensação pelo escândalo sexual ter cancelado uma série planejada para Amazon. Até mesmo a Lindt, fabricante suíça de chocolate, foi à justiça em busca de compensação pelo cancelamento de uma festa pós-Globo de Ouro, para a qual ela já tinha pago uma cota de patrocínio. A gota d’água foi uma ação de direitos civis contra os irmãos Weinstein e a empresa, aberta pelo procurador-geral da Nova York, Eric Schneiderman, acusando os empresários de tratamento “vicioso e explorador” dos funcionários e condenando o estúdio de cinema por não proteger as vítimas. Este processo acabou com as chances do estúdio de ser comprado por investidores. Havia uma negociação ativa encaminhada por Maria Contreras-Sweet, ex-secretária de Pequenos Negócios do presidente Barack Obama, que encabeçou uma oferta de US$ 500 milhões, apoiada pelo investidor Ronald Burkle, entre outros. A oferta incluía uma suposição de dívidas de US$ 225 milhões, de acordo com a Variety, e sugeria a manutenção dos funcionários e a instalação de um novo conselho diretor majoritário, com Contreras-Sweet como presidente. Mas o procurador-geral criticou o plano de Contreras-Sweet de colocar o antigo chefe de operações do estúdio, David Glasser, no cargo de diretor geral. Em seu processo, ele afirma que os funcionários “estariam se reportando a alguns dos mesmos gerentes que falharam em investigar as falhas de conduta (de Harvey Weinstein) ou proteger adequadamente as funcionárias”. Por conta disso, em 16 de fevereiro, o conselho de administração da TWC anunciou a decisão unânime de demitir Glasser por “justa causa”, sem oferecer mais explicações. Glasser já ameaçou aumentar a pilha de processos contra a companhia, alegando rescisão injusta, retaliação, violação de contrato e difamação, de acordo com o site The Hollywood Reporter. Mas a remoção do executivo não contentou Schneiderman. Ele exige que as vítimas sejam devidamente compensadas e que o escritório do procurador-geral pudesse supervisionar a empresa. No domingo, o conselho também escreveu uma carta a Contreras-Sweet e Burkle, dizendo que trabalharam “incansavelmente para concluir um acordo para apresentar ao procurador-geral”, de acordo com uma cópia obtida pelo Hollywood Reporter. A carta alega que Contreras-Sweet não conseguiu entregar o financiamento provisório que a TWC precisava para administrar seus negócios e não conseguiu incluir uma provisão prometida para políticas de recursos humanos “padrão ouro”. “Nós acreditamos nesta empresa e nos objetivos estabelecidos pelo procurador-geral”, afirmava a carta. “Com base nos eventos da semana passada, no entanto, devemos concluir que seu plano para comprar essa empresa foi ilusório.” A declaração de falência se tornou o único caminho possível para administrar as dívidas crescentes. A MGM passou recentemente por isso e conseguiu se reestruturar. Mas ninguém espera que a TWC retorne desse mergulho no precipício financeiro. O fim da TWC, inaugurada em 2005, representa o fim de uma era no cinema, que começou ainda nos anos 1980 na Miramax, o primeiro estúdio dos irmãos Bob e Harvey Weinstein, e fomentou a carreira de cineastas como Quentin Tarantino, Robert Rodriguez, Kevin Smith, Paul Thomas Anderson, David O. Russell, os irmãos Coen, etc. Até Walter Salles teve filme distribuído nos Estados Unidos pelos irmãos Weinstein. O prelúdio deste desfecho foram as denúncias contra Harvey Weinstein, que vieram à tona em outubro, em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, detalhando décadas de abusos sexuais. Desde então, mais de 70 mulheres acusaram o produtor de má conduta sexual, incluindo estupro, e a repercussão incentivou outras mulheres a denunciarem a conduta sexual de diversos homens poderosos no cinema, na TV e em outras indústrias. Harvey Weinstein foi demitido de sua própria empresa no dia 8 de outubro e logo depois expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar. Paralelamente aos processos civis, investigações criminais também foram abertas contra ele em delegacias de Los Angeles, Beverly Hills, Nova York e Londres. Por meio de seus advogados, Weinstein alega só ter feito sexo consensual.

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    Academia da Televisão divulga novo código de ética com tolerância zero para assédio

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos, responsável pelos prêmios Emmy, divulgou um novo código de ética e conduta profissional para todos os seus membros, criado após escândalos de assédio que abalaram Hollywood. Assinado pelo presidente da organização, Hayma Washington, o documento declara “tolerância zero por discriminação ou assédio, assim como condutas ilegais, desonestas ou antiéticas”. “A academia não irá tolerar, perdoar ou ignorar condutas antiéticas e está comprometida em reforçar essas normas em todos os níveis. Não há espaço para pessoas que abusam do seu status, poder ou influência, de modo a violar valores reconhecidos de decência”, continua o documento. No texto, a organização explica que “membros e não membros são encorajados a denunciar suspeitas de violação do código”. E avisa: “O desobedecimento das normas pode resultar em medidas disciplinares, incluindo ter a entrada recusada ou ser expulso de eventos e a suspensão ou banimento de membros.” A iniciativa tem conteúdo mais duro que a de outros grupos de Hollywood, como o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (o PGA) e a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar. Assim como esses dois grupos, a organização televisiva também expulsou Harvey Weinsten, produtor acusado de assédio, abuso e estupro por dezenas de mulheres.

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    Meryl Streep chama Harvey Weinstein de “patético” por citá-la em sua defesa

    22 de fevereiro de 2018 /

    Os advogados de Harvey Weinstein usaram uma declaração de Meryl Streep para alegar, num processo judicial, que ele não abusou das mulheres que o acusam. E a atriz retalhou, chamando o produtor de “patético”. Na terça-feira (20/2), Weinstein pediu a um juiz federal de Nova York que arquivasse um processo de extorsão movido por seis mulheres que disseram que foram atacadas sexualmente ou assediadas por ele. Os advogados de Louisette Geiss, Katherine Kendall, Zoe Brock, Sarah Ann Masse, Melissa Sagemiller e Nannette Klatt argumentaram que “a Weinstein Sexual Enterprise” era essencialmente uma organização criminosa, tendo em conta as “centenas” de mulheres que alegaram má conduta de Weinstein. Em sua moção, os representantes do produtor argumentaram que as mulheres estavam impedidas de processá-lo por conta de prescrição criminal dos fatos alegados e que o status de ação coletiva das alegações era inválido porque se aplicaria a “todas as mulheres que se encontraram com Weinstein, independentemente de alegarem ter sofrido algum dano identificável”. E nisso entrou o no nome de Meryl Streep, que em uma declaração recente disse que Weinstein “sempre foi respeitoso com ela em sua relação de trabalho”. Eis a resposta da atriz, em comunicado à impresa: “O uso de minha declaração (verdadeira) pelos advogados de Harvey Weinstein – que ele não foi sexualmente transgressivo ou fisicamente abusivo em nossa relação comercial – como evidência de que ele não era abusivo com muitas outras mulheres é patético e explorador. As ações criminosas de que ele é acusado de realizar contra os corpos dessas mulheres são de responsabilidade dele, e se houver qualquer justiça no sistema, ele pagará por elas – independentemente de quantos bons filmes, feitos por muitas pessoas boas, Harvey teve a sorte de ter adquirido ou financiado”. Weinstein produziu diversos filmes estrelados por Streep, incluindo “A Dama de Ferro” (2011), que rendeu um Oscar para a atriz. Ele enfrenta mais de 60 alegações de má conduta sexual desde que o jornal New York Times e a revista New Yorker publicaram denúncias contra seu comportamento em outubro. A declaração citada por seus advogados foi feita por Streep nas primeiras semanas do escândalo. “Harvey foi exasperante, mas respeitoso comigo em nossa relação de trabalho e com muitos outros com quem trabalhou profissionalmente”, ela disse na ocasião. Em outra declaração, dirigida a Rose McGowan em dezembro, Streep afirmou que desconhecia rumores de que Weinstein abusava das mulheres. “Nem todo ator, atriz e diretor que fez filmes que HW distribuiu sabia que le abusava das mulheres, ou que estuprou Rose na década de 1990, outras mulheres antes e outras depois, até que nos disseram. Nós não sabíamos que o silêncio feminino tinha sido comprado por ele e seus facilitadores”, ela escreveu.

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