Mila Kunis e Kate McKinnon viram espiãs em trailer de nova comédia de ação
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer de “The Spy Who Dumped Me”, comédia de ação estrelada por Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Evocando o título do clássico “007 – O Espião que Me Amava” (1977), a prévia abre como uma paródia dos filmes de James Bond. Mas logo fica claro que as protagonistas são completamente ineptas para trabalhar com espionagem – não sabem trocar marchas de carros para cenas de perseguição e fofocam demais para guardar segredos. O problema é que Kunis namorou, sem saber, um super-espião e quando ele morre inesperadamente, ela e sua melhor amiga (McKinnon) se vêem envolvidas em sua missão secreta. O filme tem roteiro e direção de Susanna Fogel, criadora da série “Chasing Life” e diretora da comédia indie “Parceiras Eternas” (2014), e também inclui em seu elenco Justin Theroux (série “The Leftovers”), Sam Heughan (série “Outlander”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Fred Melamed (“Um Homem Sério”) e a ucraniana Ivanna Sakhno (do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”). A estreia está prevista para 9 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer de The Americans mostra reviravoltas da última temporada da série
O canal pago americano FX divulgou o pôster e um novo trailer da 6ª e última temporada de “The Americans”. A prévia tem uma mostra sangrenta dos assassinatos e reviravoltas dos episódios finais, revelando a decisão de Paige (Holly Taylor) de seguir os passos dos pais espiões e a descoberta do FBI de uma lista com nomes de agentes soviéticos nos Estados Unidos. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell e Matthew Rhys, que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel da encarregada de transmitir as missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.
Jennifer Lawrence diz que superou trauma e se sentiu bem ao filmar nua pela primeira vez
O filme “Operação Red Sparrow” é o primeiro a mostrar Jennifer Lawrence nua. E a atriz, que até então tinha receio de fazer esse tipo de cena, considerou que tirar a roupa foi uma terapia. “‘Red Sparrow’ realmente me assustou, porque eu fico nua. Eu tentei fazer o filme sem nudez, mas percebi que não seria correto colocar a personagem em algo que eu, eu mesma de verdade, não estava disposta a passar”, ela contou, em entrevista à revista Vanity Fair. A atriz disse que as filmagens a ajudaram a superar a violação sofrida em sua vida pessoal, após o vazamento de fotos íntimas na internet, em 2014. Desta vez, a decisão foi sua e não de outras pessoas, e assumir o controle a fez se sentir melhor em relação ao trauma. “O meu maior medo era que as pessoas pensassem: ‘Oh, como você pode se queixar de ter sido hackeada se você decide ficar nua mesmo assim?’ Mas dessa vez foi minha escolha. Peguei de volta algo que foi tirado de mim e isso me fez bem”, explicou. Ela contou que o diretor do filme, Francis Lawrence, com quem já tinha trabalhado na franquia “Jogos Vorazes”, foi responsável por fazê-la se sentir mais confortável no set. “Ele me olhou diretamente nos olhos como se eu tivesse com roupas e então, de repente, eu me liguei, ‘Oh, é como eu se tivesse vestida’. Todo mundo aqui é profissional. Você ainda está no trabalho. Um olhar apenas me fez sentir confortável. Não me fez sentir nua”, explicou. Em “Operação Red Sparrow”, a atriz interpreta uma superespião russa, treinada nas artes da sedução e do assassinato. O filme estreia no Brasil na quinta-feira, dia 1 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Lewis Gilbert (1920 – 2018)
Morreu o diretor Lewis Gilbert, lendário cineasta britânico, responsável por mais de 40 filmes, entre eles três longas de James Bond e três dos melhores dramas já feitos no cinema mundial. Ele tinha 97 anos. Nascido em Londres em 1920, Gilbert começou a carreira como ator infantil em “Dick Turpin” (1934) e chegou a ter um papel não creditado ao lado de Laurence Olivier em “O Divórcio de Lady X” (1938). Mas, ao final da adolescência, decidiu mudar seu foco para a direção, conseguindo trabalho na equipe do clássico “A Estalagem Maldita” (1939), de Alfred Hitchcock. Ele desenvolveu sua aptidão pelo registro cinematográfico em plena 2ª Guerra Mundial, durante a qual trabalhou para a unidade de filmes da Royal Air Force, realizando documentários. Esta experiência lhe abriu as portas da indústria do cinema britânico, lançando sua carreira de diretor com uma série de filmes noir nos anos 1950. Mas após dirigir clássicos do gênero, como “Os Bons Morrem Cedo” (1954) e “A Sombra do Pecado” (1955), demonstrou vocação para cenas de ação vertiginosas, ao levar para as telas a guerra que presenciou de verdade. O diretor virou um expert em filmes de combate. Ele dominou o gênero por meio de clássicos como “O Céu ao Seu Alcance” (1956), “Amanhã Sorrirei Outra Vez” (1958) e o incomparável “Afundem o Bismarck” (1960). Este filme se tornou um dos maiores sucessos do cinema britânico da época e o levou a outro blockbuster marítimo, “Revolta em Alto Mar” (1962). Ao atingir seu auge no cinema de ação, resolveu diversificar com o romance “Fruto de Verão” (1961). Mas a grande virada veio com um dos maiores clássicos do cinema britânico, “Alfie” (1966), que ganhou no Brasil o título de “Como Conquistar as Mulheres”. Revolucionário para a época, o filme em preto e branco trazia o jovem Michael Caine como um gigolô cínico que, no processo de explorar mulheres ricas, acabava se compadecendo de uma jovem pobre que decide abortar. Esta história forte era narrada com sensibilidade e humor, além de trazer elementos marcantes, como o visual e a vibração da era mod da Swinging London, ao mesmo tempo que se filiava ao “kitchen sink realism”, um movimento do cinema britânico que focava os dramas da classe baixa do país. Entretanto, também se diferenciava de tudo o que existia no cinema da época por incluir um artifício até então inusitado, em que o protagonista abandonava a trama por alguns minutos para se dirigir ao público com comentários mordazes sobre seu comportamento ou o que acontecia na história. No jargão teatral, isso se chama “quebrar a quarta parede”, com o detalhe de que, o que hoje parece normal num filme de Deadpool, era uma grande novidade em 1966. “Alfie” venceu o Prêmio Especial do Júri em Cannes e recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. A repercussão do longa fez Gilbert ser procurado pelos produtores Harry Saltzman e Albert R. Broccoli para dirigir o quinto filme de James Bond, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), em que Sean Connery enfrentou o grande vilão da franquia, Ernst Stavro Blofeld (vivido por Donald Pleasence). Ele filmaria mais dois títulos do agente secreto, retornando em “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), o melhor dos longas estrelados por Roger Moore, e sua continuação imediata, “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), passado no espaço. No intervalo desses filmes, ainda filmou o sucesso de guerra “Alvorada Sangrenta” (1975). Sua carreira entrou em nova fase nos anos 1980, quando se concentrou em produções “menores”, pelo menos em termos de orçamento. O impacto, porém, foi dos maiores. Ao voltar a se reunir com Michael Caine em “O Despertar de Rita” (1983), criou um dos marcos do chamado “novo cinema britânico”, mesmo sendo um diretor da “velha guarda”. “O Despertar de Rita” girava em torno da dona de casa do título, vivida por Julie Walters, que decidia completar sua educação antes de ter filhos. Mas conforme aprendia e tinha contato com cultura, mais se distanciava do marido, até se separar. Caine viveu seu professor e os dois atores foram indicados ao Oscar – venceram o Globo de Ouro. O filme, por sua vez, conquistou o BAFTA, o prêmio da Academia britânica. O cineasta voltou a abordar uma mulher em crise de meia idade em outro filme marcante, “Shirley Valentine” (1989). Vendo a vida estagnada, a protagonista interpretada por Pauline Collins tinha uma mudança de perspectiva ao viajar com amigos para a Grécia e, no processo, resolve acordar para o que deseja de verdade. O longa rendeu indicação ao Oscar para Collins – que venceu o BAFTA – e nova história de lição de vida eternizada pelo cinema. Gilbert ainda fez três filmes antes de encerrar a carreira: o musical “O Despertar do Sucesso” (1991), estrelado por Liza Minnelli, o terror “Ilusões Perigosas” (1995), com Aidan Quinn e Kate Beckinsale, e a comédia dramática “Antes de Você nos Deixar” (2002). A evocação de sua carreira ajuda a lembrar que, embora Hollywood sugira o contrário, são na verdade raras as vezes em que o cinema produz filmes relevantes de fato, que exprimem as mudanças de suas épocas com precisão, servindo de guia e exemplo. Lewis Gilbert fez esta raridade acontecer três vezes em sua vida, abordando personagens contemporâneos da classe baixa e não os aristocratas de antigamente, que predominam até hoje no cinema britânico. Ao educar Rita, Alfie e Shirley Valentine, ele presenteou o público com personagens engraçados, dramáticos e reais, que poucas vezes se materializaram de forma tão envolvente nas telas. E isto não aconteceu por mero acaso. Lewis Gilbert foi um dos grandes mestres do cinema.
Killing Eve: Trailer da nova série estrelada por Sandra Oh explora suspense e humor negro
A BBC America divulgou o primeiro trailer de “Killing Eve”, série de suspense estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”). A prévia explora o humor negro, acompanhando um diálogo entre as duas e o comportamento daquela que a outra define como psicopata. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a trama é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno das duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não realiza suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). A estreia está marcada para 8 de abril.
Keira Knightley vai viver espiã que tentou impedir a guerra do Iraque em thriller baseado em fatos reais
Keira Knightley (“Mesmo se Nada Der Certo”) e Matt Smith (série “The Crown”) vão estrelar “Official Secrets”, um thriller de espionagem baseado em fatos reais, com direção de Gavin Hood (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”). A trama vai acompanhar a denúncia da funcionária da inteligência britânica Katharine Gun (Knightley), que em 2003 vazou um memorando secreto da NSA (Agência de Segurança Nacional) sobre uma operação conjunta de espionagem ilegal entre os EUA e o Reino Unido contra membros do Conselho de Segurança da ONU para aprovar a invasão do Iraque. Ela foi acusada de alta traição, virou causa célebre de ativistas, mas seu caso nunca foi a julgamento. O governo britânico retirou a acusação, porque um julgamento público obrigaria a exibição de evidências comprometedoras sobre os bastidores da guerra do Iraque. O filme vai adaptar o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representará uma volta de Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”). As filmagens vão começar em março na Inglaterra, mas ainda não há previsão para a estreia.
Trailer sangrento de The Americans mostra Paige em sua primeira missão secreta
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer da 6ª e última temporada de “The Americans”, que traz cenas de violência e o casal Jennings coberto de sangue, enquanto Elizabeth (Keri Russell) tenta acalmar a filha Paige (Holly Taylor), elogiando a forma como ela manteve o disfarce, em sua primeira missão secreta. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell e Matthew Rhys, que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel da encarregada de transmitir as missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.
Atriz de The Crown aparece pela primeira vez em foto do novo Missão Impossível
A Paramount divulgou uma nova foto oficial de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que apresenta pela primeira vez a personagem de Vanessa Kirby (a Princesa Margaret na premiada série “The Crown”). Ela aparece loira e cantando diante de uma platéia, acompanhada por uma orquestra, numa imagem que parece saída de outra franquia – “007”. O próprio Tom Cruise, estrela da franquia, teria definido sua contratação, ao participar com executivos dos estúdios Paramount e Skydance de testes de várias atrizes para o papel. Mas qual papel? A personagem da atriz é o principal mistério da trama. O sexto “Missão Impossível” ainda conta com as voltas de Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e inclui mais dois estreantes na franquia: Henry Cavill (“Liga da Justiça”), e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Americans: Teaser anuncia data de estreia da última temporada
O canal pago americano FX divulgou o teaser da 6ª e última temporada de “The Americans”, que revela a data de estreia dos episódios finais. “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (série “Brothers & Sisters”), que se passam por uma típica família americana nos anos 1980. Nem seus filhos sabiam de seu disfarce, até a mais velha (Holly Taylor) descobrir a verdade há duas temporadas. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e já rendeu dois Emmys de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”), pelo papel de encarregada de transmitir missões para os espiões. A 6ª temporada estreia em 28 de março nos Estados Unidos.
Protagonistas de The Killing voltarão a se juntar na série baseada no filme Hanna
Os atores Joel Kinnaman e Mireille Enos vão voltar a se juntar, após a ótima parceria na série “The Killing”. Mas desta vez serão inimigos. A dupla protagonizará a série baseada no filme “Hanna”, em produção para o serviço de streaming da Amazon. O thriller de ação dirigido por Joe Wright em 2011 acompanhava a adolescente do título (vivida por Saoirse Ronan). Treinada desde pequena para ser uma assassina, ela era enviada em uma missão secreta por seu pai Erik (Eric Bana), que dá errado e a faz ser perseguida por uma implacável agente de um serviço de inteligência chamada Marissa (Cate Blanchett). A perseguição também a leva a se refugiar com uma família comum e a faz questionar quem realmente é. Kinnaman vai viver o pai de Hanna e Enos será a oficial da CIA que a caça. Já a jovem protagonista será vivida pela inglesa Esme Creed-Miles (“Dark River”), em seu primeiro papel de protagonista. A intérprete original da personagem, Saoirse Ronan, disputa o Oscar 2018 pelo papel-título de “Lady Bird” – sua terceira indicação à premiação da Academia. A participação de Kinnaman deixa em dúvidas seu retorno para a 2ª temporada de “Altered Carbon”, ainda não confirmada, mas inevitável após a série se tornar o primeiro sucesso de 2018 da Netflix. A série é uma criação de David Farr, que coescreveu o roteiro do filme original, e deve se concentrar na jornada de Hanna enquanto foge da CIA e tenta desvendar a verdade sobre quem é. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação e assinou o comunicado do projeto. “Estou muito feliz em revisitar essa história fantástica. ‘Hanna’ foi um dos destaques da minha carreira, e estou ansioso para ver esta história continuar com David Farr”, disse Adelstein. A série de “Hanna” terá produção da NBCUniversal e ainda não possui uma previsão de estreia.
Missão Impossível: Vídeo mostra Tom Cruise pilotando sozinho helicóptero em manobras arriscadas
A Paramount divulgou um vídeo dos bastidores de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que mostra Tom Cruise pilotando sozinho um helicóptero em manobras arriscadas. Com depoimentos do diretor Christopher McQuarry e da equipe, o vídeo revela que o ator aprendeu a pilotar o veículo em tempo recorde e se desafiou a fazer mergulhos aéreos em meio a outros helicópteros, dispensando dublês. Para aproveitar sua coragem, a equipe montou diversas câmeras em torno da cabine, visando deixar claro que ele mesmo pilotou a aeronave. As ousadias de Tom Cruise sempre preocupam as equipes de suas produções. Ele chegou a sofrer um acidente num salto entre prédios durante as filmagens deste longa. Mas o diretor já sabia no que tinha se metido, após dirigir o filme anterior da franquia, “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). Com roteiro e direção de McQuarrie, o sexto “Missão: Impossível” estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro trailer legendado do novo Missão Impossível tem ação do começo ao fim
A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”, em versão legendada e dublada, além do comercial exibido na TV americana na noite de domingo (4/2), durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais cobiçado dos EUA). A prévia cinematográfica confirma que a franquia continua frenética, com ação do começo ao fim – perseguições, brigas, tiros, batidas de carros, motos, helicópteros e muitos saltos, como o que machucou Tom Cruise e o afastou das filmagens por três meses. Ao som de uma nova versão do tema clássico de Lalo Schifrin, o vídeo também repete alguns elementos já vistos na série, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo e um confronto entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). O sexto “Missão Impossível” ainda conta com as voltas de Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e inclui três estreantes na franquia: Henry Cavill (“Liga da Justiça”), Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Jennifer Lawrence é superespiã russa no novo comercial de Operação Red Sparrow
A Fox divulgou um novo pôster e o comercial especial de “Operação Red Sparrow”, exibido na noite de domingo (4/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais cobiçado da TV americana). O thriller de ação traz Jennifer Lawrence (“Mãe!”) como superespiã russa, parte de um programa secreto que é considerado uma lenda na comunidade de inteligência. Embora seja muito similar à história dos quadrinhos da Viúva Negra, o filme é uma adaptação do best-seller “Roleta Russa”, escrito por Jason Matthews, ex-agente da CIA que se deu bem no ramo da espionagem fictícia. Lawrence vive Dominika Egorova, uma jovem que, após ver o frustrado o sonho de entrar para o balé Bolshoi, testemunha algo que não deveria e é colocada diante da opção de ingressar no serviço secreto da Rússia… ou ser executada. Especializando-se na técnica da sedução, ela recebe a missão de conquistar o agente da CIA Nathaniel Nash (papel de Joel Edgerton, de “Ao Cair da Noite”), responsável por coordenar o trabalho de um informante americano na Rússia. Ao mesmo tempo, ele tenta fazê-la trair seu país. A produção volta a reunir a atriz com o diretor Francis Lawrence, após trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












