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    Marvel estaria pressionando Disney a recontratar James Gunn para Guardiões da Galáxia Vol. 3

    10 de agosto de 2018 /

    A Marvel Studios estaria fazendo lobby junto à Walt Disney Pictures para recontratar o diretor James Gunn, demitido em 20 de julho de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, quando tuítes de conteúdo ofensivo, publicados há uma década, foram resgatados de sua conta na rede social por militantes da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o site Deadline, a conversa entre Marvel e Disney é consequência da carta aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que professou lealdade ao diretor. Na mensagem, os atores declararam repetidamente que queriam ver Gunn recontratado. O texto foi assinado por todos os protagonistas da franquia – Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). Para completar, os fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” lançaram uma petição pedindo a recontratação do diretor, que já registrou mais de 374 mil assinaturas. Gunn, enquanto isso, parou de se manifestar. Ele pediu desculpas e justificou os tuítes, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/07/direita-americana-resgata-piadas-ofensivas-de-james-gunn-que-se-desculpa-e-explica-o-contexto/”>contextualizando as piadas sobre pedofilia e estupro ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia na época. O cineasta chegou a dizer que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Ele já havia finalizado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e estava preparado para começar a pré-produção. Por conta disso, Dave Bautista, o mais inconformado do elenco, avisou que pretende pedir para ser dispensado de seu contrato e substituído na produção, caso o roteiro de Gunn não seja utilizado. O problema é que o diretor foi demitido pelo próprio presidente da Disney, Alan Horn, que classificou as mensagens denunciadas pela direita como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Por outro lado, o fato de a Warner cobiçar Gunn para comandar filmes da DC Comics, como foi revelado na quinta-feira (9/8), pode estar tirando o sono do próprio Horn, e alimentando o empenho de Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para encontrar uma solução conciliadora que resulte na recontratação do diretor.

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  • Etc

    Promotoria de Los Angeles investiga novas denúncias contra Harvey Weinstein, Steven Seagal e Anthony Anderson

    10 de agosto de 2018 /

    A promotoria de Los Angeles informou na quinta-feira (9/8) que está investigando novos casos de agressão sexual envolvendo três celebridades: o produtor Harvey Weinstein, o astro de filmes de ação Steven Seagal e o ator Anthony Anderson, da série “Black-ish”. O porta-voz da promotoria não deu detalhes das alegações ou quando as supostas agressões ocorreram. A denúncia ou denúncias contra Weinstein complicam ainda mais a situação do produtor, que atualmente enfrenta julgamento por estupro e abuso sexual em Nova York. Segal, por sua vez, é alvo de uma segunda denúncia. A primeira está sendo analisada pelas autoridades desde fevereiro. Embora a polícia não tenha confirmado o nome das vítimas, a ex-atriz Regina Simons e a modelo Faviola Davis informaram que tinham entrado na Justiça contra o ator. Simons alega que foi estuprada pelo astro das artes marciais em sua casa, em 1993, e Davis diz que ele agarrou suas partes íntimas em uma audição. Além delas, mais de uma dúzia de mulheres acusaram Seagal de violência sexual nos últimos meses. O ator de 66 anos negou todas alegações, dizendo que as supostas vítimas “mentiram e são pagas para mentir sem qualquer prova ou testemunha”. O caso de Anthony Anderson tem menos volume. Ele foi acusado apenas por uma mulher, a quem teria agredido sexualmente após uma festa em 2017. Um porta-voz do ator negou as acusações, que surgiram em julho, e lamentou que “qualquer um pode entrar com um processo independente se for verdade ou mentira”. Entretanto, esta não é a primeira vez que o ator é acusado de violência sexual. Ele e um assistente de direção foram acusados de estuprar uma atriz aspirante nos bastidores do filme “Ritmo de Um Sonho” (2005). O caso não chegou a ser investigado, porque as acusações foram retiradas em seguida.

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    Atriz acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    9 de agosto de 2018 /

    O ator Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) foi acusado de tocar nos seios da atriz Eryn-Jean Norvill (“Segredos de Um Crime”), durante o ensaio de uma peça na Austrália. O nome da atriz se tornou conhecido após ela se apresentar como fonte de uma reportagem do jornal The Daily Telegraph, que acusava o ator de assédio sexual. Rush processou o jornal por calúnia, e Norvill aceitou ser testemunha de defesa da publicação, assumindo que foi assediada pelo ator de 67 anos. O julgamento estava previsto para o próximo mês, mas foi adiado com a novidade, reportada pela rede ABC da Austrália. Ele deve ser remarcado para outubro. Os documentos do processo revelaram pela primeira vez detalhes do caso. As alegações de Norvill são de que em um ensaio para a peça “Rei Lear”, Rush “fez gestos de apalpar no ar, imitando apalpar o torso dela” e fez “comentários com cunho sexual”. Em seguida, o ator é acusado de “passar a mão pela lateral do seio direito da vítima”. Ela então teria pedido para que ele parasse e foi atendida. A defesa afirma que nenhuma declaração acrescentada no processo mostra Rush como um pervertido ou um predador sexual, ou que sua conduta tenha sido “escandalosamente inapropriada ou um abuso sexual”. O ator e a atriz coestrelaram “Rei Lear” entre 2015 e 2016, em Sydney. Questionada por que não tinha se pronunciado antes, Norvill afirmou que, como uma jovem atriz, tinha receio de ir contra um ator de tanto prestígio quanto Rush. Geoffrey Rush venceu o Oscar de Melhor Ator em 1997, por sua atuação em “Shine – Brilhante”, e o Emmy em 2005, por “A Vida e Morte de Peter Sellers”.

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  • Filme

    Warner quer diretor de Guardiões da Galáxia nos filmes da DC Comics

    8 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney, James Gunn não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o diretor da franquia “Guardiões da Galáxia” tem sido sondado por vários estúdios, inclusive a Warner, que gostaria de contar com ele em adaptações dos super-herói da DC Comics. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Mas os demais estúdios não são tão identificados com o público infantil e estariam dispostos a contratá-lo, especialmente após a manifestação coletiva de apoio do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que publicou uma carta aberta conclamando a Disney a recontratá-lo para o terceiro filme da franquia. A revista conversou com alguns executivos e registrou comentários, sem identificar seus autores. “Eu trabalharia com ele em um piscar de olhos”, disse, por exemplo, um executivo sênior de um estúdio identificado como grande rival da Disney. Ofertas oficiais ainda não foram feitas, porque James Gunn não pode discutir com outros estúdios enquanto não terminar de negociar os detalhes de sua demissão com a Disney. Ele ainda tem direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Além disso, há boatos de que a Marvel estaria tentando salvar o relacionamento com o diretor, pressionando a Disney a aceitar a filmagem do roteiro que Gunn escreveu para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e mantê-lo sob contrato para um próximo filme. A situação estaria gerando um impasse, que impede maiores definições na carreira do cineasta. “Fui avisado de que não podemos lhe oferecer nada até que a questão da Disney esteja 100% resolvida”, disse outro executivo de estúdio, registrado pelo THR. A publicação confirmou, porém, que a Warner Bros. é um dos principais interessados nos serviços do diretor, mas há também produtoras menores, vencedoras do Oscar, na lista de pretendentes ao talento do cineasta. Vale lembrar, de todo modo, que a Warner tem planos para realizar um filme da Tropa dos Lanternas Verdes, que é basicamente os Guardiões da Galáxia da DC Comics, e este projeto ainda não tem diretor encaixado. Deve demorar alguns meses até um anúncio oficial, mas James Gunn não será renegado por Hollywood, como aconteceu com Roseanne Barr também por conta de tuítes. A grande diferença entre os dois é que o caso do diretor foi instigado por ativistas de extrema direita, que reviraram sua lata de lixo até encontrar seus podres de uma década atrás, enquanto a atriz e produtora manifestou seu racismo de forma espontânea e em período recente. Um executivo chegou a comentar sobre se havia potencial polêmico numa contratação do diretor. “A maioria das pessoas acha que seus comentários eram derivados do estilo de comédia provocativa” que ele fazia na época. “Ter um senso de humor inadequado não deveria ser considerado um crime.”

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    Dave Bautista avisa que sairá de Guardiões da Galáxia se terceiro filme não usar o roteiro de James Gunn

    8 de agosto de 2018 /

    O ator Dave Bautista, intérprete de Drax nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”, continua defendendo o diretor James Gunn após a Disney demiti-lo do comando de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e de qualquer projeto relacionado ao estúdio. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. O intérprete de Dax foi o primeiro a discordar, logo no começo da polêmica. E segue sem ter mudado de ideia, a ponto de não querer mais trabalhar nos filmes da Marvel. Em entrevista ao Shortlist, Bautista revelou que pretende pedir à Marvel para liberá-lo de seu contrato. Após revelar que Gunn já havia entregado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, o ator afirmou que prefere sair da franquia se a história for descartada. “Minha posição atual é a de que se a Marvel não usar aquele roteiro, então vou pedir para que me libertem do meu contrato, me cortem da produção ou contratem outro ator no meu lugar. Estaria fazendo um desserviço a James caso não agisse”, declarou Bautista. “Não é o caso de defender os tuítes dele, mas foi uma campanha de difamação contra um homem bom. Conversei com Chris Pratt no dia seguinte ao ocorrido e ele, por ser bastante religioso, queria um tempo para rezar e refletir, mas eu estava mais para: f****** isso. Isso é besteira. James é uma das pessoas mais gentis e decentes que já conheci”, defendeu o ator. Além de Bautista, vários integrantes da franquia manifestaram-se individualmente e o elenco se juntou numa manifestação coletiva de apoio, publicando uma carta aberta pedindo a recontratação de Gunn. Além disso, uma petição de fãs com o mesmo objetivo foi criada na internet e já conta com mais de 370 mil assinaturas. A Disney ainda está negociando detalhes da demissão do diretor, que deve ter direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Nenhuma decisão sobre o roteiro que ele entregou ou sobre seu substituto foi anunciada.

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    Dave Bautista desabafa que só fará Guardiões da Galáxia Vol. 3 porque é obrigado

    6 de agosto de 2018 /

    O ator Dave Bautista, intérprete de Drax em “Guardiões da Galáxia”, tem sido a voz mais crítica contra a decisão da Disney de demitir James Gunn da direção do terceiro filme da franquia. Bautista afirmou que fará o “Volume 3” dos Guardiões da Galáxia por ter obrigações contratuais para isso, mas que a situação lhe dá náuseas. “Eu vou fazer o que legalmente sou obrigado a fazer. Mas ‘Guardiões’ sem James Gunn não foi o que assinei. ‘Guardiões’ sem ele não é ‘Guardiões'”, afirmou Bautista em seu Twitter, em resposta ao questionamento de um seguidor. Mas ele acrescentou: “Me dá muitas náuseas trabalhar para alguém que está dando poder a uma campanha de fascistas na internet. É assim que sinto”, desabafou ele, referindo-se à Disney, que cedeu à pressão de um grupo de extrema direita que trouxe à tona tuítes de Gunn feitos a uma década com piadas impróprias sobre pedofilia e estupro. O responsável pelo ataque também tinha tuítes impróprios em sua timeline e fez acordo judicial para cumprir pena por agressão e evitar prisão por estupro. Mesmo assim, continuou sua campanha para atacar outros artistas “de esquerda”, como a atriz Sarah Silverman, que dubla Vanellope no desenho de “Detona Ralph”. Entretanto, apenas Gunn foi demitido. O diretor foi defendido por fãs e pelo elenco dos “Guardiões da Galáxia”, que assinou uma carta aberta pedindo sua volta. No entanto, o diretor aceitou a decisão da Disney de demiti-lo sem relutar. E, após se desculpar com os fãs, não se manifestou mais nas redes sociais. I will do what Im legally obligated to do but @Guardians without @JamesGunn is not what I signed up for. GOTG w/o @JamesGunn just isn’t GOTG. Its also pretty nauseating to work for someone who’d empower a smear campaign by fascists #cybernazis . That’s just how I feel https://t.co/Ym4FwruVDu — Dave Bautista (@DaveBautista) August 5, 2018

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    Investigado por estupro, Steven Seagal vira representante especial da Rússia para “relações humanitárias” com os EUA

    5 de agosto de 2018 /

    Processado por abuso sexual e estupro por duas mulheres na Califórnia, o ator Steven Seagal foi escolhido pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia como seu representante especial para “relações humanitárias” entre a Rússia e os Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comparou o novo papel de Seagal ao de um embaixador da boa vontade da ONU. “É um caso de diplomacia popular cruzando com a diplomacia tradicional”, afirmou o Ministério, em comunicado. “Sempre tive um desejo muito forte de fazer tudo o que puder para ajudar a melhorar as relações entre a Rússia e os EUA”, disse Seagal, segundo a emissora de TV estatal russsa RT. “Eu trabalhei incansavelmente nesta direção por muitos anos não oficialmente e agora estou muito grato pela oportunidade de fazer a mesma coisa oficialmente.” Por mais de uma década, Seagal tem sido um visitante regular da Rússia, onde seus filmes ainda são populares. O presidente Putin é um de seus fãs e deu um passaporte russo de presente ao ator em 2016, dizendo que esperava que isso servisse para simbolizar como os laços entre Moscou e Washington estão começando a melhorar. Desde então, contudo, as relações entre EUA e Rússia só pioraram, com as agências de inteligência norte-americanas acusando o governo russo de interferir na gestão da Casa Branca de Donald Trump, uma alegação que a Rússia nega. Os dois países também estão em conflito sobre intervenções militares na Síria e na Ucrânia. Caso Sylvester Stallone tivesse aceitado o convite de Donald Trump para comandar os programas de Cultura dos EUA, os dois poderiam discutir diplomacia, enquanto explodissem os dois países em uma nova produção de Hollywood. Atualmente investigado pela polícia de Los Angeles, Steven Seagal pode ser condenado de 10 anos a prisão perpétua se o caso chegar ao tribunal da Califórnia. O processo corre em segredo de justiça, mas as denúncias são conhecidas. Nos últimos meses, Seagal foi acusado de abuso e assédio sexual por várias mulheres, algumas delas conhecidas, como Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas. Ela disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo. Outras atrizes que revelaram assédios de Seagal foram Julianna Margulies, Jenny McCarthy e Katherine Heigl.

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    Apesar dos apelos do elenco de Guardiões da Galáxia, Disney não deve recontratar James Gunn

    2 de agosto de 2018 /

    Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não deve de recontratá-lo. É o que fontes do estúdio afirmaram à revista Variety. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, o estúdio encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente da Disney, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. “Eu não vejo a Disney recontratando-o”, disse a fonte citada pela revista. “Aqueles tuítes foram muito horríveis e a Disney exige um nível de discrição dos seus empregados maior do que os outros estúdios”, continuou. A Variety também apurou que a demissão de Gunn foi referendada por Bob Iger, CEO da Disney, o que mostra que a decisão foi unânime dentro da companhia. Ainda de acordo com a revista, apesar de a carta enviada pelos atores deixar aberta a possibilidade de o elenco abandonar a produção, caso a Disney não chame Gunn de volta, o estúdio acredita que o bom senso vai prevalecer e que nenhum deles está disposto a pagar a multa rescisória por não cumprir seus contratos. Antes da demissão de Gunn, as filmagens de Guardiões da Galáxia Vol. 3 estavam previstas para começar em janeiro de 2019 e o lançamento do filme marcado para 2020. Além de dirigir, ele também era responsável pelo roteiro, que já estava pronto. E vinha sendo apontado por Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, como o responsável pela próxima fase de filmes do estúdio, devido ao seu conhecimento dos personagens cósmicos dos quadrinhos. Agora, a Marvel vai precisar voltar vários passos atrás e recomeçar tudo do zero, inclusive a história de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” – que, possivelmente, nem seja mais lançado com este título.

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    Harvey Weinstein diz ter e-mails que comprovam sua inocência em julgamento de assédio sexual

    2 de agosto de 2018 /

    Os advogados de Harvey Weinstein pediram permissão na Justiça para publicar cerca de 40 e-mails que supostamente provariam a inocência do produtor em um dos casos de assédio sexual que pode condená-lo à prisão. Segundo a revista Variety, os e-mails trazem conversas entre Weinstein e uma das três acusadoras que encabeçam o caso. Os advogados querem liberar o conteúdo publicamente, omitindo os trechos que poderiam revelar a identidade da destinatária. “O Sr. Weinstein acredita que esses e-mails o inocentariam, e que a falha dos promotores em apresentar essa evidência para o júri é o bastante para que o processo seja invalidado”, afirmam os advogados em declaração enviada à imprensa. O produtor pediu acesso aos e-mails enviados enquanto trabalhava na The Weinstein Company desde sua expulsão da mesa de diretores, no ano passado, mas só recebeu o conteúdo em maio, durante a tramitação do processo de falência da empresa. Weinstein responde na justiça por apenas três das mais de 80 denúncias de assédio sexual e estupro levantadas contra ele desde que foi denunciado em reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker, em outubro. Muitos dos casos já prescreveram, por não terem sido apresentados na época em que aconteceram – nos anos 1980 e 1990. Mas três casos foram considerados processáveis pela promotoria de Nova York. Atrizes famosas como Gwyneth Paltrow, Ashley Judd, Mia Sorvino, Annabella Sciorra, Asia Argento, Rose McGowan, Uma Thurman, Salma Hayek e muitas outras revelaram casos de abusos do produtor. Mas as identidades das acusadoras no processo criminal não foram reveladas. Caso seja condenado, Weinstein, que está em liberdade por pagamento de fiança de US$ 1 milhão, pode pegar de 10 anos até prisão perpétua.

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    Margot Robbie, Nicole Kidman e Charlize Theron vão viver escândalo sexual que abalou a Fox News no “filme do #MeToo”

    1 de agosto de 2018 /

    As poderosas loiras Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”) abriram espaço em suas agendas lotadas para participarem de um dos filmes que tende a se tornar um dos mais controversos de 2019 nos Estados Unidos. Trata-se de “Fair and Balanced” (Justo e Equilibrado, em tradução literal), filme sobre o escândalo de assédio sexual que derrubou Roger Ailes, ex-chefe da emissora de notícias norte-americana Fox News. A produção do estúdio indie Annapurna Pictures, que deve ganhar o apelido de “filme do #MeToo”, embora os fatos sejam anteriores ao movimento, será baseada na história das mulheres que enfrentaram a cultura tóxica de machismo do canal pago de notícias e denunciaram os abusos de Ailes para o mundo. Quando o escândalo veio à tona, em 2016, com denúncias até das famosas jornalistas Gretchen Carlson e Megyn Kelly, Ailes foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de acusações semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio do canal, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. Kidman deve interpretar justamente Gretchen Carlson e Charlize Theron, por sua vez, viverá Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o filme, visando resumir uma série de situações reais. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “Fair and Balanced” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). O longa ainda não tem previsão de estreia.

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    Elenco de Guardiões da Galáxia se junta para defender o diretor James Gunn e pedir sua volta para o Vol. 3

    30 de julho de 2018 /

    O maior inimigo da Marvel no cinema existe na vida real: é a extrema direita americana. Após cair numa cilada de conspiradores de direita e demitir precipitadamente o diretor James Gunn, por piadas impróprias que ele postou no Twitter na década passada, antes de ser contratado pela companhia, a Disney acabou vítima de “fogo amigo”, vendo-se numa – situação que parece sair de seus filmes – “guerra civil” contra os “super-heróis da Marvel” por suas decisões. Os intérpretes dos “Guardiões da Galáxia” publicaram uma carta aberta nesta segunda-feira (30/7), em que se posicionam claramente em defesa do diretor da franquia, dispensado pelo estúdio da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O conteúdo tenta manter o confronto de opiniões em tom civilizado, mas tuítes individuais de alguns integrantes do elenco sugerem ânimos mais exaltados, o que deixa a produção do terceiro filme da franquia em situação insustentável. A Marvel pode precisar reescalar o elenco inteiro se for adiante com o projeto sem James Gunn. “Para nossos amigos e fãs: Nós apoiamos completamente James Gunn”, começa a carta. “Nós todos ficamos chocados com sua abrupta demissão na semana passada, e intencionalmente esperamos esses dez dias para pensar, orar, ouvir e discutir sobre isso. Nesse tempo, nos vimos encorajados pela torrente de apoio vinda de fãs e membros da mídia que gostariam de ver James reinstituído como diretor do ‘Volume 3’, assim como desencorajados por aqueles que foram tão facilmente enganados e acreditaram nas muitas teorias de conspiração que o envolveram”. “Estar nos filmes de ‘Guardiões da Galáxia’ foi uma honra na vida de cada um de nós”, continua o elenco. “Não podemos deixar esse momento passar sem expressar nosso amor, apoio e gratidão a James. Não estamos aqui para defender suas piadas de anos atrás, mas sim para dividir a experiência que tivemos no tempo que passamos juntos no set de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 1’ e ‘Vol. 2’. O caráter que ele mostrou após sua demissão é consistente com o do homem que vimos todos os dias no set, e suas desculpas, agora e anos atrás, acreditamos ser de coração – um coração que conhecemos, confiamos e amamos. Ao escalar cada um de nós para ajudá-lo a contar essa história de desajustados que encontram a redenção, ele mudou nossas vidas para sempre. Acreditamos que o tema da redenção nunca foi tão atual quanto agora”. “Cada um de nós está ansioso para atuar com o nosso amigo James no futuro. Sua história não acaba aqui – nem de longe”, escrevem a seguir. A carta segue condenando a forma como as redes sociais e a opinião pública condenam personalidades acusadas de crimes ou expostas por supostos preconceitos de forma apressada e sem critério, citando o que aconteceu com o diretor como um exemplo de ‘um bom homem’ que passou por “assassinato de caráter”. “É nossa esperança que o que aconteceu possa servir como exemplo para todos nós percebermos a enorme responsabilidade que temos, conosco e uns com os outros, ao decidirmos gravar as nossas palavras na internet. Como sociedade, podemos aprender com essa experiência que devemos pensar duas vezes antes de decidir o que queremos expressar, de forma que usemos esse poder para ajudar e curar, ao invés de machucar”. O texto se conclui: “Obrigado por tirarem tempo para ler nossas palavras”. Assinam Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). O ator Chris Pratt, intérprete do Senhor das Estrelas, ainda acrescentou, ao postar a carta em sua conta no Instagram: “Embora eu não apoie as piadas inapropriadas de James Gunn de anos atrás, ele é um bom homem. Eu, pessoalmente, adoraria vê-lo reinstituído como diretor do Volume 3”. “Guardiões da Galáxia, Vol. 3” segue previsto para 2020 no calendário da Disney, embora ainda não haja notícias sobre um diretor substituto para Gunn, sobre sua readmissão ou sobre nova escalação de elenco. Although I don’t support James Gunn’s inappropriate jokes from years ago, he is a good man. I’d personally love to see him reinstated as director of Volume 3. If you please, read the following statement- signed by our entire cast. Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em 30 de Jul, 2018 às 9:41 PDT

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    Ator de Gossip Girl não irá a julgamento após ser acusado de estupro por três mulheres

    27 de julho de 2018 /

    O ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, não irá a julgamento após sofrer acusações de estupro de três mulheres. O processo foi abandonado pelos promotores de Los Angeles, que anunciaram nesta sexta (27/7) não terem “evidências insuficientes” para levar o caso ao tribunal. A atriz Kristina Cohen (“Ladies Like Us”) fez a primeira acusação contra Westwick em novembro do ano passado, relatando no Facebook que o ator a havia convidado para a sua casa em Los Angeles e a estuprado em seu quarto. Ele imediatamente se pronunciou, dizendo-se inocente e que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras mulheres se manifestaram. Aurelie Lynn e Rachel Eck se juntaram a Cohen na tentativa de mover um processo contra Westwick. Segundo os promotores, duas das mulheres conseguiram obter testemunhas que estavam na mesma casa quando os incidentes teriam ocorrido. “Essas testemunhas, no entanto, não puderam dar evidências que provariam, acima de qualquer suspeita, que os incidentes haviam ocorrido como essas mulheres o descreveram em suas denúncias”, disseram em comunicado. A terceira denunciante, segundo os promotores, afastou-se do caso em meio à investigação, recusando-se a obter testemunhas. Outras supostas vítimas de Westwick também abordaram os promotores para relatarem casos de assédio, mas os crimes relatados já haviam prescrito. A advogada de Westwick, Blair Berk, disse ao site TMZ: “A evidência era clara desde o início de que todas as alegações feitas por essas três mulheres eram absolutamente falsas. É uma vergonha que tenha demorado mais de 8 meses para Ed ser oficialmente inocentado de todas essas acusações. Espero que aqueles que fizeram um julgamento tão rápido aqui, sem saber nada sobre a abundante evidência de inocência neste caso, hesitem na próxima vez antes de acusarem publicamente alguém quem não cometeu nenhum delito.” Desde que as acusações vieram à tona, o ator foi dispensado de todos projetos em que estava envolvido, inclusive a série britânica “White Gold”, que estrelava, sendo substituído na pós-produção da minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.

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    Chefão da rede CBS e homem mais poderoso da TV americana é acusado de assédio sexual

    27 de julho de 2018 /

    Chefe da rede CBS e considerado o homem mais poderoso da TV americana neste século, Leslie Moonves foi acusado de assédio sexual por seis funcionárias da emissora, e outras tantas alegam que sofreram abusos durante período de trabalho na CBS. Os incidentes foram revelados em uma reportagem da revista The New Yorker, publicada nesta sexta-feira (27/7). A reportagem é assinada por Ronan Farrow, que ganhou o prêmio Pulitzer pela investigação jornalística que trouxe à tona as denúncias contra Harvey Weinstein no ano passado. Assim como no caso de Weinstein, alguns dos incidentes são de mais de 20 anos atrás, em que Moonves teria apalpado e beijado à força funcionárias da emissora. Quatro descreveram toques inapropriados ou beijos forçados durante o que deveriam ser reuniões de negócios, afirmando que se tratava de uma situação rotineira. Duas afirmaram que Les Moonves, como é mais conhecido, as intimidou fisicamente ou ameaçou atrapalhar suas carreiras. “O que aconteceu comigo foi uma agressão sexual, e então fui demitida por não participar”, acusou a atriz e escritora Illeana Douglas. Por situações como esta, todas as mulheres disseram que temiam até hoje falar sobre o assédio, porque isso poderia levar a uma retaliação de Moonves, que é conhecido na indústria por sua habilidade de fazer ou quebrar carreiras. “Ele se safou disso por décadas”, disse a escritora Janet Jones, que alega que teve que expulsá-lo depois que ele a beijou à força em uma reunião de trabalho. Farrow afirma ter ouvido ainda 30 funcionários atuais e antigos da CBS, que relataram que esse tipo de comportamento era tolerado e incentivado no ambiente de trabalho, onde jornalistas da CBS News, denunciados por má conduta sexual, ganhavam promoções ao mesmo tempo em que a empresa pagava acordos a mulheres que os acusavam. Entrevistado para a reportagem, o próprio Moonves admitiu que “pode ​​ter deixado algumas mulheres desconfortáveis” no passado. “Aqueles foram erros, e eu lamento imensamente”, disse ele. “Mas eu sempre entendi e respeitei … que ‘não’ significa ‘não’, e eu nunca usei mal a minha posição para prejudicar ou atrapalhar a carreira de ninguém.” Em resposta às denúncias, a CBS afirmou que irá investigar as acusações. Um comunicado emitido em nome da rede ressaltou que “todas as alegações de má conduta pessoal devem ser levadas a sério” e que após apurar os fatos “as medidas apropriadas” seriam tomadas. O chefão da CBS é casado com a apresentadora Julie Chen, que comanda a versão americana do “Big Brother” desde 2004. A emissora tem os maiores índices de audiência da TV aberta do país, e exibe sucessos longevos como “The Big Bang Theory” e “NCIS”. Sua programação também é considerada a mais convencional da TV americana, o que talvez explique sua penetração junto do grande público, mas esse sucesso tem se traduzido em fracasso na hora de negociar os programas para outras plataformas, que não demonstram o mesmo interesse em formatos antiquados. Em compensação, Moonves lançou recentemente a CBS All Access, plataforma de streaming da emissora, como títulos como “Star Trek: Discovery”, “The Good Fight” e “Strange Angel”. A denúncia vem à tona no momento em que o executivo de 68 anos se encontra em uma batalha judicial contra Shari Redstone, maior acionista da Viacom, companhia de comunicações “irmã” da CBS. Os dois brigam para decidir se as duas empresas devem se unir em uma só ou se devem se manter separadas. Moonves é contra a unificação, por considerar que a CBS pode se desvalorizar ao ser misturada com ativos deficitários como o estúdio Paramount e o canal pago MTV.

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