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    Roteirista de Os Mercenários vai escrever Mulher-Maravilha 2

    16 de setembro de 2017 /

    O roteirista Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”, será o roteirista de “Mulher-Maravilha 2”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel. Callaham irá trabalhar em cima de esboços iniciais que Patty Jenkins elaborou com Geoff Johns, executivo da DC Entertainment e criador da série “The Flash”. A continuação de “Mulher-Maravilha” voltará a trazer Gal Gadot no papel principal e chega aos cinemas em 13 de dezembro de 2019.

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    Mulher-Maravilha 2 faz de Patty Jenkins a diretora mais bem-paga de todos os tempos

    12 de setembro de 2017 /

    A cineasta Patty Jenkins fechou oficialmente com a Warner Bros para voltar ao comando da franquia da “Mulher-Maravilha”. E as condições do novo contrato representam um avanço significativo em relação ao US$ 1 milhão que ela recebeu para dirigir o filme da super-heroína. De fato, a assinatura a transformou na diretora mais bem-paga de todos os tempos. Estúdio e diretora só entraram em acordo após longa e dura negociação, que renderá a Jenkins, segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, algo entre US$ 7 e US$ 9 milhões para dirigir e escrever a continuação de “Mulher-Maravilha”. Além disso, ela será creditada como produtora e receberá parte dos lucros do filme nas bilheterias – o que pode lhe render uma fortuna, se a continuação repetir o fenômeno do primeiro filme. Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha” como um substituta de Michelle McLaren, escolha original da Warner, que deixou o projeto alegando diferenças criativas. Mas se tornou uma figura indispensável para o sucesso da produção, junto com a estrela Gal Gadot, realizando pequenos ajustes na trama e participando de toda a divulgação do lançamento. Receosa, a Warner só havia a contratado para o primeiro filme. Mas quando “Mulher-Maravilha” se tornou um sucesso imediato, rendendo mais de US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, o estúdio tratou de abrir negociações para que ela continuasse na franquia. Foram cerca de três meses de reuniões, até o acordo ser finalizado. Em termos de comparação, a diretora mais bem paga até então, Nancy Meyers, chegou a ganhar US$ 5 milhões no auge de sua carreira. Por conta disso, “Mulher-Maravilha” também se tornou um marco para o empoderamento feminino em seus bastidores, diminuindo a diferença entre os salários de homens e mulheres cineastas. O contrato de Jenkins, por sinal, é bastante similar ao assinado por Zack Snyder, após comandar “O Homem de Aço”, para assumir “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”. Além da diretora, a atriz Gal Gadot também está confirmada em “Mulher-Maravilha 2”, que teve sua data de estreia programada para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.

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    Melissa McCarthy vai estrelar e produzir drama sobre primeiras mulheres policiais de Boston

    12 de agosto de 2017 /

    A atriz Melissa McCarthy, que viveu uma detetive de Boston na comédia “As Bem-Armadas”, vai voltar à força policial da cidade. Ela será a protagonista e produtora de um filme sobre as primeiras mulheres policiais de Boston na década de 1970, período em que a cidade passou por um dos momentos mais tumultuados de sua história. O detalhe é que o filme não será uma comédia. Baseado num livro ainda inédito e sem título de Alexandra Lyon, o longa marcará a estreia de McCarthy como protagonista dramática. A trama vai contar como aconteceu a inclusão das mulheres na força policial local em uma época de acirradas tensões raciais. A participação das policiais foi crucial para realizar o processo de dessegregação das escolas públicas, enfrentando os protestos violentos da população branca de Boston contra as medidas de integração racial. Coproduzido por Ben Falcone, marido de McCarthy e diretor de suas piores comédias (“Tammy” e “A Chefa”), o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Suíça inaugura lista de candidatos à vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018

    10 de agosto de 2017 /

    A Suíça saiu na frente e anunciou o primeiro candidato à disputa de uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2018. “The Divine Order”, de Petra Volpe, vai representar o país na busca de um lugar na premiação. O longa deve ser lançado em solo americano no mês de outubro. Ambientado em 1971, o filme conta a história de Nora (Marie Leuenberger), uma jovem dona de casa casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suiço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto e diversos direitos às mulheres. É então que Nora decide mudar a situação, liderando uma campanha pelo voto feminino em seu cantão, em plenos anos 1970. Por curiosidade, a diretora e roteirista Petra Volpe nasceu um ano antes dos fatos históricos de seu filme, que recebeu o Prêmio do Público e de Melhor Atriz no último Festival de Tribeca. Veja o trailer de “The Divine Order” abaixo. No Oscar 2017, a Suíça acabou representada na disputa da Melhor Animação com “Minha Vida de Abobrinha”.

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    Colossal transforma monstro gigante em metáfora do feminismo

    8 de julho de 2017 /

    Como um filme com uma premissa tão boba pode render discussões relevantes e profundas? À primeira vista, “Colossal” é sobre uma mulher com uma estranha ligação com um monstro gigantesco que ataca Seul (!) Numa análise superficial, temos mais um filme estranho no mercado, aparentemente sem pé nem cabeça, que vai desagradar muita gente acostumada com o cinema comercial de Hollywood e ganhar status de cult graças aos poucos e bons admiradores sedentos por algo diferente numa indústria que não dá muito espaço para projetos criativos. O diretor espanhol Nacho Vigalondo, por sinal, parece só fazer filmes cults. Ele é especialista em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Desta vez, inclusive, optou por escalar um ator fantasiado para atacar a capital da Coreia do Sul, em vez de efeitos visuais de última geração. Não é apenas nisso que o filme se difere dos blockbusters de monstros gigantes tradicionais. Para começar, seu ritmo é lento. Talvez Nacho Vigalondo se preocupe demais em se distanciar do tom ágil da maioria das produções atuais. Mas isso também combina com o momento da protagonista, que está se recuperando de um baque e ninguém supera problemas de uma hora para outra. David Lynch disse certa vez que filmes devem ser sentidos e não entendidos. Enfim, temos mais um caso aqui que comprova a teoria. “Colossal” estabelece suas próprias regras para quem se dispõe a embarcar nessa viagem e, simpatizando com Gloria – e não é difícil se pegar encantado pela personagem de Anne Hathaway (“Interestelar”) –, a tarefa de acreditar nas loucuras vistas na tela torna-se facilmente aceitável, resultando em um filme estranhamente divertido. Por vezes, duro. Até porque nunca será confortável ver homens desrespeitando e batendo em mulheres. Ao mesmo tempo, após reviravoltas muito bem construídas, a catarse gerada pela volta por cima de Gloria recompensa qualquer espectador que tenha o mínimo de juízo. “Colossal” é uma história quase que inteiramente narrada sob o ponto de vista da protagonista. O que também influencia na forma como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), principal parceiro de Anne Hathaway em cena, é retratado. Ele fala demais, a ponto de alguns de seus diálogos parecerem monólogos, de tão cansativos. Mas é assim que Gloria o vê, num olhar propositalmente patético em relação aos homens dessa história. O filme oferece a oportunidade, a quem enxerga além das entrelinhas, de notar que toda a esquisitice narrativa, incluindo a criatura, é uma metáfora “colossal” da tentativa de Gloria superar seus problemas, originados não pela bebida, como o início sugere, mas sim por relacionamentos com homens frouxos e descontrolados. O “monstro” liberado pela moça pode ser uma consequência da submissão e anos de maus tratos dos machistas, que simplesmente não conseguem compreender ou controlar o bicho. Não é melhor aceitar que essa é a proposta de “Colossal”? Ora, qual seria o sentido da trama se a levássemos ao pé da letra? Uma mulher levanta seu braço esquerdo numa cidadezinha do interior dos EUA e o monstro em Seul repete seu movimento? Fazendo sentido ou não, o importante é “Colossal” ser mais um exemplar da tendência (necessária) de empoderamento feminino na indústria cinematográfica. Graças a sua esquisitice, “Colossal” não agradará a todo mundo, mesmo com uma atuação inspirada de Anne Hathaway, que também assina como produtora executiva. Mas quem se arriscar a enfrentar seu monstro, pode descobrir que criaturas gigantes também refletem a luta do feminismo na sociedade contemporânea atual.

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    Evento que traria Meryl Streep e Robin Wright a São Paulo é cancelado

    5 de maio de 2017 /

    O evento que traria as atrizes Meryl Streep e Robin Wright para um debate sobre o empoderamento feminino em São Paulo foi cancelado. Marcado para 29 de maio, o evento era uma iniciativa do Banco Santander Brasil, no qual as atrizes iriam falar sobre a posição da mulher no mercado de trabalho. O motivo do cancelamento não foi informado e a assessoria de imprensa do banco não informou se o encontro será reagendado ou simplesmente deixará de acontecer. Na época do anúncio da vinda das atrizes, o presidente da filial brasileira da instituição, Sergio Rial, afirmou em encontro com jornalistas que a proposta era “uma conversa sobre a mulher, a posição da mulher e a liderança feminina no mundo de hoje que se acelera”. A presença de Robin Wright também seria aproveitada pela Netflix para promover o lançamento da 5ª temporada da série “House of Cards”, que estreia em 30 de maio.

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    Meryl Streep e Robin Wright vêm a São Paulo falar do empoderamento feminino

    26 de abril de 2017 /

    As atrizes Meryl Streep (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e Robin Wright (série “House of Cards”) vem ao Brasil participar de um evento sobre o empoderamento feminino. Elas serão as estrelas de um debate organizado pelo Banco Santander Brasil, marcado para 29 de maio em São Paulo, em que discutirão a posição da mulher no mercado de trabalho atual. “Teremos uma conversa sobre a mulher, a posição da mulher e a liderança feminina no mundo de hoje que se acelera”, afirmou o presidente da filial brasileira do Santander, Sergio Rial, em um encontro com jornalistas. A Netflix vai aproveitar a oportunidade para apresentar a 5ª temporada da série “House of Cards”, protagonizada por Kevin Spacey e a própria Robin Wright, que estreia no dia seguinte na plataforma de streaming. Recentemente, a atriz exigiu da produtora da série receber o mesmo salário de seu companheiro Kevin Spacey, o que foi lembrado por Rial como pretexto ideal para falar “dessa nova mulher que ainda tem que se posicionar no mercado de trabalho”. Vale lembrar também que Meryl Streep estrelou em 2015 “As Sufragistas”, sobre o surgimento do movimento feminista.

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