Martin Landau (1928 – 2017)
O ator Martin Landau, vencedor do Oscar por “Ed Wood”, faleceu no sábado (15/6) em Los Angeles. Ele estava hospitalizado no hospital da UCLA e morreu após complicações médicas, aos 89 anos. Um dos primeiros astros de Hollywood a alternar com sucesso trabalhos na TV e no cinema, Landau começou a carreira artística como cartunista de jornal nos anos 1940, antes de ser admitido no Actor’s Studio (junto com Steve McQueen) e conseguir papéis de teatro e participações em séries na metade dos anos 1950. Na verdade, o jovem nova-iorquino nem precisou fazer muito esforço para se destacar no cinema, pois, logo de cara, chamou atenção no suspense “Intriga Internacional” (1959), de Alfred Hitchcock, interpretando o capanga de James Mason. O destaque deveria ser ainda maior no épico “Cleopatra” (1963), como General Rufio, braço direito de Marco Antonio (Richard Burton). Mas após passar um ano nas filmagens, ele descobriu que grande parte de seu desempenho tinha sido cortado, devido à longa duração do filme. Conformado, dedicou-se às séries televisivas, onde acumulou uma vasta coleção de participações em clássicos diversificados – de “Além da Imaginação” a “O Agente da UNCLE”. Fez também pequenos papéis no épico bíblico “A Maior História de Todos os Tempos” (1965) e no western “Nas Trilhas da Aventura” (1965), antes de voltar a se destacar como um pistoleiro desalmado em “Nevada Smith” (1966), estrelado pelo antigo colega Steve McQueen. A grande virada em sua carreira aconteceu em 1966, quando precisou optar entre dois convites para integrar o elenco fixo de uma série. Ele recusou o papel de Spock (que voltou para Leonard Nimoy, após ter sido rejeitado no piloto original de “Jornada nas Estrelas”), para viver o mestre dos disfarces Rollin Hand em “Missão: Impossível”, personagem que se tornou um dos favoritos do público. O papel lhe rendeu três indicações ao Emmy. Além de servir para mostrar sua versalidade, ao assumir a identidade dos diferentes vilões da semana, “Missão: Impossível” também lhe permitiu contracenar com sua esposa, Barbara Bain. Os dois trabalharam juntos na série desde o piloto de 1966 até o final da 3ª temporada, em 1969. Ele alegou diferenças criativas para sair da atração, mas os produtores afirmaram que o problema era salarial. Landau queria receber mais por ser o principal destaque do elenco. Por ironia, ao sair da série foi substituído por um novo mestre dos disfarces, Paris, vivido justamente por Leonard Nimoy. Após “Missão: Impossível”, ele tentou retomar a carreira cinematográfica, vivendo o vilão em “Noite Sem Fim” (1970), mas a falta de bons papéis no cinema o fez voltar a se juntar com Bain em outra série, a ficção científica “Espaço 1999”, produção britânica do casal Gerry e Sylvia Anderson (criadores das aventuras de fantoches “Thunderbirds”, “Capitão Escarlate” e “Joe 90”). A trama se passava no futuro, após a Lua sair da órbita da Terra, e acompanhava os sobreviventes da base lunar, enquanto travavam contato com civilizações alienígenas. As histórias eram confusas, mesmo assim a produção durou duas temporadas, entre 1975 e 1977, e perdurou em reprises e no lançamento de telefilmes derivados de seus episódios – o último foi ao ar em 1982. A experiência sci-fi continuou no cinema, com participações no filme de catástrofe apocalíptica “Meteoro” (1979) e nas tramas de contato alienígena “Sem Aviso” (1980) e “O Retorno” (1980). Ele também estrelou o slasher “Noite de Pânico” (1982), como um psicopata foragido de um hospício – junto do veterano Jack Palance – , que abriu uma fase de filmes de terror de baixo orçamento em sua filmografia. O período culminou com o divórcio da esposa e parceira Barbara Bain. Quando experimentava o pior momento da carreira, foi resgatado por Francis Ford Coppola para um dos papéis principais do drama de época “Tucker – Um Homem e Seu Sonho” (1988). A participação lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e voltou a colocá-lo em destaque. Em seguida, juntou-se a outro mestre do cinema, filmando “Crimes e Pecados” (1989), de Woody Allen, como um oftalmologista bem-sucedido, que era assombrado por um segredo mórbido. A homenagem a Fiódor Dostoiévski lhe rendeu sua segunda indicação consecutiva ao prêmio da Academia. Apesar do prestígio conquistado, Landau selecionou mal seu filmes do começo dos anos 1990, participando de “A Amante” (1992), com Robert De Niro, “Sem Refúgio” (1992), com Drew Barrymore, “Invasão de Privacidade” (1993), com Sharon Stone, e “Intersection: Uma Escolha, uma Renúncia” (1994), com Richard Gere. Esta entressafra acabou compensada pelo melhor papel de sua vida. Em 1994, Tim Burton o convidou a encarnar o ator Bela Lugosi na cinebiografia “Ed Wood”. O desempenho foi impressionante, fazendo com que roubasse a cena do astro principal, Johnny Depp. Entrou como franco-favorito na disputa do Oscar e venceu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante com grande aclamação. No resto da década, Landau manteve um fluxo constante de trabalhos de coadjuvante, vivendo Gepetto em “As Aventuras de Pinocchio” (1996) e um dos misteriosos conspiradores de “Arquivo X: O Filme” (1998), além de integrar os elencos de “Cartas na Mesa” (1998), com os jovens Matt Damon e Edward Norton, “EdTV” (1999), com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), que voltou a juntá-lo com Tim Burton. As opções de cinema foram escasseando no século 21, mas em seus lugares surgiram séries, como “Entourage”, na HBO, na qual viveu um produtor de cinema, e “Desaparecidos/Without a Trace” na TV aberta, como o pai do protagonista (Anthony LaPaglia), que sofria de Alzheimer. Os dois papéis recorrentes lhe valeram indicações a prêmios Emmy, entre 2004 e 2007. Ele chegou a repetir o papel do produtor Bob Ryan no filme de “Entourage”, em 2015. E continuava filmando até hoje, tendo protagonizado “The Last Poker Game”, exibido no Festival de Tribeca deste ano, e finalizado as filmagens de “Without Ward”, com lançamento previsto para agosto. Landau teve duas filhas que seguiram sua carreira. Susan Landau Finch virou produtora de cinema, tendo trabalhado com Francis Ford Coppola em “Dracula de Bram Stoker” (1992), e Juliet Landau ficou conhecida como atriz pela série “Buffy – A Caça-Vampíros”, na qual interpretou a vampira Drusilla.
Fenômeno nos EUA e indicada ao Emmy, This Is Us finalmente ganha data de estreia no Brasil
Um dos maiores sucessos da última temporada da TV americana, “This Is Us” finalmente ganhou data de estreia no Brasil. A série criada por Dan Fogelman vai começar a ser exibida em 22 de agosto no canal pago Fox Life. O canal vai exibir a atração às terças, e a estreia acontecerá com um episódio duplo, às 22h45. Mas quem tem o acesso premium no Fox Play poderá ver a temporada completa de uma única vez: todos os 18 episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no aplicativo no dia 23 de agosto. Prestigiada pela crítica com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o drama que acompanha os dramas de uma família ao longo de décadas conquistou 11 indicações ao Emmy 2017, incluindo na categoria de Melhor Série de Drama. Detalhe: a última vez que uma produção da TV aberta americana foi indicada a este troféu foi há seis anos (com “The Good Wife”), antes dos serviços de streaming se popularizarem e tornarem as premiações da indústria ainda mais competitivas. A série é um fenômeno tão grande que já se encontra renovada para mais duas temporadas.
Stranger Things no Emmy: Indicações de Barb e Eleven inspiram memes
Com 18 indicações, “Stranger Things” foi uma das produções mais celebradas pelo Emmy 2017. Além de disputar o troféu de Melhor Série de Drama e uma dezena de prêmios técnicos, duas jovens de seu elenco vão concorrer a prêmios, o que já está causando comoção nas redes sociais – para o bem e para o mal. Shannon Purser, a intérprete da Barb, foi selecionada na categoria de Melhor Atriz Convidada em Série de Drama, e Millie Bobby Brown, a Eleven, conquistou uma indicação como Melhor Atriz Coadjuvante. São as primeiras indicações de ambas. “Uau. Estou tão incrivelmente honrada. Obrigado de verdade. Parabéns aos outros incríveis indicados”, tuitou Shannon, que há poucos dias completou 20 anos. Já Millie, que tem apenas 13 anos, tornou-se a atriz mais jovem a conquistar uma indicação ao Emmy nos últimos dez anos. “Não vejo a hora de dançar a noite toda com a equipe de ‘Stranger Things'”, ela disse para o site The Hollywood Reporter. As indicações já viraram memes nas redes sociais. Veja abaixo os melhores – o que não significa que são todos “positivos”: Congrats, Millie Bobby Brown on your Best Supporting Actress Emmy nomination for #StrangerThings: https://t.co/EkCv3gB1SG #Emmy pic.twitter.com/IbHewuJzOl — IndieWire (@IndieWire) July 13, 2017 BARB GOT AN EMMY NOMINATION, Y'ALL!!!! pic.twitter.com/2ndbsc1j3k — Timmy Metzner (@timmymetzner) July 13, 2017 Emmy Nominee Millie Bobby Brown pic.twitter.com/csRfqV3RQC — Jon (@prasejeebus) July 13, 2017 They really gave Barb an Emmy nom for sitting by a pool pic.twitter.com/WzEnpasxYd — Ira Madison III (@ira) July 13, 2017 até a barb de stranger things foi indicada. #emmy pic.twitter.com/ckU3EeNFqW — Gui (@Aguinaldinho) July 13, 2017 barb from stranger things got nominated but winona ryder didn't pic.twitter.com/y3XQgpivIf — anna (@dulljpg) July 13, 2017
Indicação póstuma de Carrie Fisher é maior surpresa do Emmy 2017
Uma das maiores surpresas do Emmy 2017 foi a lembrança de Carrie Fisher, seis meses após sua morte, na categoria de Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia por sua participação na 3ª temporada de “Catastrophe”. A atriz morreu após passar mal no avião que a trazia de volta deste trabalho na Inglaterra. Será a terceira vez que Carrie Fisher concorre ao Emmy. Ela foi indicada na mesma categoria em 2008, por sua participação em “30 Rock”, e por Melhor Especial de Variedades, com “Wishful Drinking” em 2011. Até hoje, apenas seis atores venceram prêmios póstumos da Academia da Televisão: Ingrid Bergman, Audrey Hepburn, Raul Julia, Diana Hyland, Marion Lorne e Alice Pearce. Em “Catastrophe”, Carrie interpreta Mia, a problemática mãe de Rob (vivido por Rob Delaney), que como toda sogra adorava criticar a nora Sharon (Sharon Horgan). Ela vai disputar o prêmio com Wanda Sykes (por “Black-ish”), Becky Ann Baker (“Girls”), Angela Bassett (“Master of None”) e Melissa McCarthy e Kristen Wiig (ambas por “Saturday Night Live”). Com apresentação de Stephen Colbert, a cerimônia do Emmy 2017 será realizada no dia 17 de setembro, no Microsoft Theater, em Los Angeles. No Brasil, a premiação tem sido exibida ao vivo pelo canal pago Warner.
Conheça os indicados ao prêmio Emmy 2017
A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (13/7) os indicados à 69ª edição de sua premiação, os Emmy Awards. E a inevitável ausência de “Game of Thrones”, recordista do troféu, que ainda não exibiu episódios neste ano, abriu espaço para surpresas. A principal novidade foi o destaque obtido pela sci-fi “The Handmaid’s Tale”, primeira produção do serviço de streaming Hulu a obter indicação ao Emmy de Melhor Série de Drama. Também chamou atenção a evidência conseguida por “This Is Us”, num feito raro nesses dias de TV em toda parte. Produção de rede comercial aberta, o drama geracional provou ter qualidade suficiente para disputar o troféu com as atrações premium dos serviços por assinatura. Mas a Netflix conseguiu se destacar com um feito ainda mais significativo, ao emplacar três produções na prestigiosa disputa de Drama: “The Crown”, “Stranger Things” e “House of Cards”. Marcada por grande renovação, a categoria das Melhores Séries abriga cinco produções estreantes. Além de “This Is Us” e “The Handmaid’s Tale”, também apareceram “Westworld”, “The Crown” e “Stranger Things” para competir com “Better Call Saul” e “House of Cards”. A quantidade de títulos de ficção científica é outro dado ilustrativo dos novos tempos. Em compensação, entre as comédias a única novidade é “Atlanta”, que, por sinal, é favorita na disputa com “Black-ish”, “Master of None”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schmidt”, “Veep” e a perene “Modern Family”. A lista de telefilmes causou sobressaltos ao incluir episódios de duas séries: “Black Mirror” e “Sherlock”. Esta anomalia reflete a grande qualidade das séries e a safra fraca dos filmes feitos para TV, da qual só se destaca realmente “The Wizard of Lies”, da HBO. Entre as minisséries e séries limitadas (leia-se de antologia), apenas “Fargo” é veterana, abrindo espaço para mais uma antologia de Ryan Murphy, “Feud”, duas novidades bem distintas da HBO, “The Night Of” e “Little Big Lies”, e a surpresa de “Genius”, do estranho no ninho National Geographic. Em contraste com tantas novidades, a atração que obteve maior quantidade de indicações está no ar há mais de 40 anos: o humorístico “Saturday Night Life”. Contando prêmios técnicos, a produção veterana recebeu 22 indicações – mesmo número, por sinal, de “Westworld”, principal herdeiro de “Game of Thrones” nas categorias técnicas (efeitos). Já entre as emissoras, a HBO foi mais uma vez a líder, com um total de 110 indicações. A decepção ficou por conta da Amazon, que não conseguiu ampliar muito sua presença além de “Transparent”, sua realização mais premiada. Mas uma série de comédia da empresa de streaming acabou permitindo a maior emoção de toda a lista: a lembrança de Carrie Fisher, seis meses após a sua morte, na categoria de Melhor Atriz Convidada por sua participação na 3ª temporada de “Catastrophe”. Ela morreu após passar mal no avião que a trazia de volta deste trabalho na Inglaterra. Com apresentação de Stephen Colbert, a cerimônia do Emmy 2017 será realizada no dia 17 de setembro, no Microsoft Theater, em Los Angeles. No Brasil, a premiação será exibida ao vivo pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista dos principais indicados aos prêmios da Academia da Televisão. Indicados ao Emmy 2017 Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” “House of Cards” Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Black-ish” “Master of None” “Modern Family” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schmidt” “Veep” Melhor Minissérie ou Série Limitada “Big Little Lies” “Fargo” “Feud” “Genius” “The Night Of” Melhor Telefilme “The Wizard of Lies” “Black Mirror: San Junipero” “Dolly Parton’s Christmas of Many Colors: Circle of Love” “The Immortal Life of Henrietta Lacks” “Sherlock: The Lying Detective” Melhor Atriz em Série de Drama Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) Claire Foy (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Keri Russell (“The Americans”) Evan Rachel Wood (“Westworld”) Robin Wright (“House of Cards”) Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Anthony Hopkins (“Westworld”) Matthew Rhys (“The Americans”) Liev Schreiber (“Ray Donovan”) Kevin Spacey (“House of Cards”) Milo Ventimiglia (“This Is Us”) Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Jane Fonda (“Grace and Frankie”) Alison Janney (“Mom”) Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Julia Louis Dreyfuss (“Veep”) Tracee Elliss Ross (“Black-ish”) Lily Tomlin (“Grace and Frankie”) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Aziz Ansari (“Master Of None”) Zach Galifianakis (“Baskets”) Donald Glover (“Atlanta”) William H. Macy (“Shameless”) Jeffrey Tambor (“Transparent”) Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Carrie Coon (“Fargo”) Felicity Huffman (“American Crime”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Jessica Lange (“FEUD: Bette and Joan”) Susan Sarandon (“FEUD: Bette and Joan”) Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Riz Ahmed (“The Night Of”) Benedict Cumberbatch (“Sherlock – The Lying Detective”) Robert De Niro (“The Wizard of Lies”) Ewan McGregor (“Fargo”) Geoffrey Rush (“Genius”) John Turturro (“The Night of”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) Samira Wiley (“The Handmaid’s Tale”) Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”) Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) Chrissy Metz (“This Is Us”) Thandie Newton (“Westworld”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama John Lithgow (“The Crown”) Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Mandy Patinkin (“Homeland”) Michael Kelly (“House of Cards”) David Harbour (“Stranger Things”) Ron Cephas Jones (This Is Us) Jeffrey Wright (Westworld) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Vanessa Beyer (“Saturday Night Live”) Leslie Jones (“Saturday Night Live”) Anna Chlumsky (“Veep”) Judith Light (“Transparent”) Kathryn Hahn (“Transparent”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Louie Anderson (“Baskets”) Ty Burrell (“Modern Family”) Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Tony Hale (“Veep”) Matt Walsh (“Veep”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Regina King (“American Crime”) Shailene Woodley (“Big Little Lies”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Judy Davis (“Feud”) Jackie Hoffman (“Feud”) Michelle Pfeiffer (“The Wizard of Lies”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) David Thewlis (“Fargo”) Alfred Molina (“Feud”) Stanley Tucci (“Feud”) Bill Camp (“The Night Of”) Michael K. Williams (“The Night Of”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Alison Wright (“The Americans”) Ann Dowd (“The Leftovers”) Cicely Tyson (“How to Get Away With Muder”) Shannon Purser (“Stranger Things”) Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ben Mendelsohn (“Bloodline”) BD Wong (“Mr. Robot”) Brian Tyree Henry (“This Is Us”) Denis O’Hare (“This Is Us”) Hank Azaria (“Ray Donovan”) Gerald McRaney (“This Is Us”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Wanda Sykes (“Black-ish”) Carrie Fisher (“Catastrophe”) Becky Ann Baker (“Girls”) Angela Bassett (“Master of None”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melissa McCarthy (“Saturday Night Live”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Hugh Laurie (“Veep”) Matthew Rhys (“Girls”) Lin-Manuel Miranda (“Saturday Night Live”) Riz Ahmed (“Girls”) Tom Hanks (“Saturday Night Live”) Melhor Direção em Série de Drama Vince Gilligan (“Better Call Saul”) Lesli Linka Glatter (“Homeland”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Stephen Daldry (“The Crown”) Reed Morano (“The Handmaid’s Tale”) Kate Dennis (“The Handmaid’s Tale”) Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta”) Jamie Babbit (“Silicon Valley”) Mike Judge (“Silicon Valley”) Morgan Sackett (“Veep”) David Mandel (“Veep”) Dale Stern (“Veep”) Melhor Direção em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Jean-Marc Vallée (“Big Little Lies”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“FEUD: Bette And Joan”) Ron Howard (“Genius”) James Marsh (“The Night Of”) Steven Zaillian (The Night Of) Melhor Roteiro em Série de Drama Joel Fields, Joe Weisberg (“The Americans”) Gordon Smith (“Better Call Saul”) Peter Morgan (“The Crown”) Bruce Miller (“The Handmaid’s Tale”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Lisa Joy, Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta: B.A.N”) Stephen Glover (“Atlanta: Streets on Lock”) Aziz Ansari, Lena Waithe (“Master of None”) Alec Berg (“Silicon Valley”) Billy Kimball (“Veep: Georgia”) David Mandel (“Veep: Groundbreaking”) Melhor Roteiro em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme David E. Kelley (“Big Little Lies”) Charlie Brooker (“Black Mirror: San Junipero”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“Feud: And the Winner Is”) Ryan Murphy, Jaffe Cohen, Michael Zam (“Feud: Pilot”) Richard Price, Steven Zaillian (“The Night Of”) Melhor Série de Esquetes e Variedades “Billy On The Street” “Documentary Now!” “Drunk History” “Portlandia” “Saturday Night Live” “Tracey Ullman’s Show” Melhor Reality Show “The Amazing Race” “American Ninja Warrior” “Project Runway” “RuPaul” “Top Chef” “The Voice” Melhor Talk Show de Variedades “Full Frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight” “Real Time with Bill Maher” “The Late Late Show with James Corden” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Apresentador Alec Baldwin W. Kamau Bell RuPaul Charles Heidi Klum e Tim Gunn Gordon Ramsay Martha Stewart e Snoop Dogg
Powers Boothe (1948 – 2017)
Morreu o veterano ator Powers Boothe, um dos grandes vilões do cinema e da TV, que enfrentou Jean-Claude Van Damme, Superman e os Agentes da SHIELD. Ele morreu em casa, em Los Angeles, aos 68 anos, de causas naturais enquanto dormia. Boothe, que cresceu em uma fazenda no Texas, começou sua carreira de ator no teatro, em uma série de produções shakespearianas, e foi fazer sua estréia na Broadway no final dos anos 1970. Por coincidência, foi como um ator numa peça de Shakespeare que ele apareceu pela primeira vez no cinema, durante uma sequência do romance clássico “A Garota do Adeus” (1977), de Herbert Ross. Também teve um pequeno papel em “Parceiros da Noite” (1980), de William Friedkin, antes de se voltar para a TV. Ele conquistou o primeiro reconhecimento da carreira ainda em 1980, ao interpretar seu maior vilão: Jim Jones, o líder de uma seita suicida, no telefilme baseado na tragédia real da morte de seus seguidores. Boothe venceu o Emmy de Melhor Ator pela produção, exibida no Brasil como “Jim Jones: O Pastor do Diabo”. A repercussão do prêmio o levou a conquistar papéis importantes em filmes cultuados, como “O Confronto Final” (1981), de Walter Hill, “Amanhecer Violento” (1984), de John Milius, e “A Floresta de Esmeraldas” (1985), de John Boorman. Este último foi filmado no Brasil, ocasião em que Boothe contracenou com vários atores brasileiros, como Dira Paes e Gracindo Júnior. Paralelamente, ele continuou desenvolvendo trabalhos na TV, como uma série em que encarnava o célebre detetive noir Phillip Marlowe – vivido por Humphrey Bogart no cinema. Sua filmografia ainda destaca os últimos filmes de ação violenta à moda antiga, antes do gênero virar pastiche de si mesmo e passar a alimentar o mercado de vídeo. Em ótimos passatempos da época, enfrentou Nick Nolte como rei do crime em “O Limite da Traição” (1987), foi parceiro do falecido Brandon Lee como policial incorruptível em “Rajada de Fogo” (1992) e cultivou o extremo da canastrice como terrorista em “Morte Súbita” (1995), no qual lutou contra Jean-Claude Van Damme. Graças à voz grave e presença intimidadora, acabou consolidando um perfil de intérprete de malvadões, que explorou de forma caricatural em “Sin City” (2005) e sua sequência de 2014. E também como dublador dos supervilões dos quadrinhos Gorila Grodd, em duas séries animadas da “Liga da Justiça”, e Lex Luthor, no longa animado “Superman: Brainiac Ataca” (2006). Ao mesmo tempo, mostrou versatilidade ao ingressar em diferentes gêneros, como o western em “Tombstone – A Justiça Está Chegando” (1993), o romance em “Céu Azul” (1994) e o drama histórico em “Nixon” (1995), de Oliver Stone. Sua presença também engrandeceu séries premiadas. Um de seus papéis mais memoráveis foi como o implacável dono de saloon Cy Tolliver na melhor série já feita sobre o Velho Oeste, “Deadwood” (2004-2006). Viveu ainda o perigoso vice-presidente dos EUA Noah Daniels na série “24 Horas” e no telefilme “24 Horas: A Redenção” (2008), o juiz Valentine “Wall” Hatfield na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), o pai de Connie Britton em “Nashville” (de 2012 a 2014) e o vilão Gideon Malick na temporada passada de “Agents of SHIELD”, papel também vislumbrado no filme “Os Vingadores” (2012).
American Crime é cancelada após três temporadas e prêmios do Emmy
A rede ABC anunciou o cancelamento mais sentido do ano, até o momento. A série “American Crime” não voltará, após três temporadas consagradas pela crítica e premiadas pelo Emmy. Apesar dos 97% de aprovação crítica, registrados no site Rotten Tomatoes, a atração não tinha grande público. A média da 3ª e última temporada, encerrada em abril, foi de 1,9 milhão de telespectadores. Isto representou uma queda de quase metade da sintonia da temporada anterior, vista por 3,7 milhões. Fontes do Deadline apuraram que a ABC tentou de tudo para manter a série em sua programação, inclusive considerando uma 4{ temporada de apenas seis episódios, mas não houve acordo financeiro para tanto. Criada por John Ridley (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”), a produção seguia o formato de antologia, contando uma história diferente, como novos personagens, a cada temporada, sempre se desdobrando em torno de um crime relacionado à injustiças sociais. Apesar do formato, assim como “American Horror Story”, boa parte do elenco se manteve intacto nos três anos da produção, que foram estrelados por Felicity Huffman (série “Desperate Housewives”), Timothy Hutton (série “Leverage”), Lili Taylor (série “A Sete Palmos/Six Feet Under”), Benito Martinez (série “The Shield”) e Regina King (série “The Leftovers”). Regina King, inclusive, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por dois anos consecutivos graças à série. Além destes prêmios, “American Crime” ainda foi indicado em mais 12 categorias no Emmy. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN
Teaser da temporada final de Orphan Black reúne os clones vividos por Tatiana Maslany
A BBC America um novo teaser da 5ª e última temporada de “Orphan Black”, que destaca a união dos quatro clones principais da série, todos vividos por Tatiana Maslany. “Orphan Black” vai chegar ao fim após a surpreendente e merecida vitória de Maslany no Emmy, como Melhor Atriz em Série Dramática. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento da atriz. Na trama, ela já interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração de ficção científica. A série inicia sua fase final em 10 de junho nos EUA. No Brasil, ela está no catálogo do serviço de streaming Netflix.
Orphan Black revela primeiras fotos de sua última temporada
A BBC America divulgou as primeiras fotos da 5ª e última temporada de “Orphan Black”, que registra os diversos clones vividos por Tatiana Maslany. A série vai chegar ao fim após a surpreendente e merecida vitória de Maslany no Emmy, como Melhor Atriz em Série Dramática. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento da atriz. Na trama, ela já interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração de ficção científica. “Orphan Black” inicia sua fase final em 10 de junho nos EUA. No Brasil, ela está no catálogo do serviço de streaming Netflix.
House of Cards chega na TV paga brasileira
Pela primeira vez, uma série da Netflix será exibida pela TV paga brasileira. “House of Cards”, a segunda produção original do serviço de streaming, vai estrear no canal pago Paramount nesta terça (14/3), às 22h. É uma chance para quem não é assinante da Netflix descobrir do que se trata a produção premiada, cujo sucesso e reconhecimento foram responsáveis por mudar a percepção do que significa uma boa série, ao mostrar que o gênero não depende mais da televisão para existir e até mesmo evoluir. A exibição será semanal e começará com a 1ª temporada. Na estreia, o canal transmitirá os dois primeiros episódios, que foram dirigidos pelo cineasta David Fincher (“Garota Exemplar”), vencedor do Emmy 2013 pelo trabalho. A série retrata os bastidores da política norte-americana numa trama sobre a ambição de um político inescrupuloso, o já icônico Frank Underwood (vivido por Kevin Spacey), capaz até de matar para se tornar presidente dos EUA. Assista abaixo o promo que divulga a versão televisiva da atração, que aparentemente será dublada – evidenciando, novamente, a vantagem da Netflix sobre a TV com horários e vícios marcados.
Baskets é renovada para sua 3ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “Baskets” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito por meio de comunicado, em que o presidente de programação original do FX, Nick Grad, chamou a produção de “uma das melhores comédias na televisão”. “Este ano, ‘Baskets’ consolidou sua posição como uma das melhores comédias na televisão, aproveitando o impulso de sua 1ª temporada, que se tornou aclamada pelos fãs e ganhou vários prêmios”, ele declarou. Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”) e Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” é estrelada por Galifianakis, marcando seu retorno à TV após o cancelamento de “Bored to Death” em 2011, na qual era coadjuvante. Ele interpreta um homem chamado Chip Baskets, que persegue o sonho de ser um palhaço respeitado. Mas depois de ser rejeitado na escola de palhaços de Paris, o único trabalho que ele consegue arranjar é num rodeio local. Além disso, ao voltar para casa, ainda enfrenta a reprovação de sua mãe, interpretada pelo ator Louie Anderson, que venceu o Emmy 2016 de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel.
Teaser revela data de estreia da última temporada de Orphan Black
A BBC America divulgou um teaser da 5ª e última temporada de “Orphan Black”, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. A série vai chegar ao fim após a surpreendente e merecida vitória de Tatiana Maslany no Emmy, como Melhor Atriz em Série Dramática. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento de Tatiana Maslany. Na trama, ela já interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração de ficção científica. “Orphan Black” inicia sua fase final em 10 de junho nos EUA. No Brasil, ela está no catálogo do serviço de streaming Netflix.
Premiação do Emmy 2017 terá novas categorias
A organização do Emmy Awards, principal premiação da TV americana, anunciou a inclusão de duas novas categorias e algumas mudanças para a edição de 2017 de seu prêmio. As novas categorias são Melhor Supervisão Musical, que vai homenagear contribuições criativas feitas por supervisores de música, e Melhor Elenco de Reality Show, que premiará os responsáveis por formar os elencos dos programas do gênero. Além disso, a categoria de Melhor Fotografia de Série agora será dividida em duas subcategorias: para Série de Uma Hora e de Série de Meia-Hora. Outras novidades aconteceram nas categorias digitais, incluindo Melhor Programa Interativo Original. Estes novos prêmios não serão exibidos na transmissão do Emmy 2017. Eles serão apresentados, junto com os demais prêmios técnicos, no fim de semana anterior à cerimônia oficial, que neste ano acontecerá em 17 de setembro com apresentação de Stephen Colbert, âncora do programa “The Late Show with Stephen Colbert”.












