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  • Filme

    “Elvis” chegou a ter 4 horas de duração

    20 de junho de 2022 /

    O diretor Baz Luhrmann revelou que cortou quase a metade das cenas filmadas para que seu novo filme, “Elvis”, tivesse 159 minutos de duração – isto é, mais de duas horas e meia de projeção. Em entrevista ao site britânico Radio Times, ele disse que a primeira montagem do filme tinha 240 minutos – ou seja, 4 horas. Entre as cenas deletadas, há o encontro entre Elvis Presley e o presidente Richard Nixon nos anos 1970. “Ele começa a fazer coisas malucas – como ver Nixon. Eu tive isso por um tempo, mas chega um ponto em que você não pode ter tudo, então tentei focar no espírito do personagem”, explicou. “Eu gostaria de me aprofundar mais em algumas das outras coisas – há muito mais. Quero dizer, há muitas coisas que eu filme, como o relacionamento com a banda, e tive que reduzir isso – e é muito interessante como o Coronel [Tom Parker] se livra deles.” A edição de 4 horas também tinha mais detalhes do relacionamento do cantor com sua primeira namorada, Dixie. Mesmo aos 159 minutos, vários críticos acharam “Elvis” muito abrangente. Com Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel-título e Tom Hanks (“Finch”) como seu empresário Tom Parker, o filme estreia em 14 de julho nos cinemas brasileiros – quatro semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Filme,  Música

    Doja Cat revela primeiro clipe da trilha do filme “Elvis”

    3 de junho de 2022 /

    A rapper Doja Cat lançou o clipe de “Vegas”, música que faz parte da trilha sonora do filme “Elvis”. O vídeo tem ambientação estilizada, com figurinos e iconografia dos anos 1950, dividindo-se entre uma casa de espetáculos e um templo de adoração religiosa. O visual reflete a época do filme e também as origens do refrão. A voz forte que acompanha Doja Cat na gravação é um sample do blues clássico “Hound Dog”, gravado em 1952 por Big Mama Thornton – Elvis Presley costumava cantar esse hit com arranjo rockabilly. O responsável pelo clipe é Child, que anteriormente trabalhou com Doja Cat em “Woman”, e a produção ainda contou com a presença de Shonka Dukureh, atriz que interpreta Thornton no filme dirigido por Baz Luhrmann. “Vegas” é a primeira faixa revelada da trilha sonora da biografia de Elvis Presley. O disco contará com várias músicas inéditas e covers de sucessos de Elvis Presley interpretados por artistas contemporâneos. A trilha deve chegar às plataformas digitais em 24 de junho, mesmo dia do lançamento do longa nos EUA. Já no Brasil, a estreia está marcada para 14 de julho.

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  • Filme

    Exibição de “Elvis” gera 10 minutos de aplausos

    25 de maio de 2022 /

    A première mundial de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrman, registrou o recorde de tempo de aplausos do Festival de Cannes desta ano. A consagração iniciada durante a projeção dos créditos finais durou 10 minutos com o público aplaudindo em pé. Em termos de comparação, o diretor David Cronenberg e o elenco de “Crimes of the Future” ficaram emocionados com a recepção de 6 minutos de aplausos dedicados a seu filme. Em meio aos gritos de “Bravo!” da multidão, Baz Luhrmann se dirigiu emocionado ao público, dentro do Lumière Theatre, dizendo que a reação extrema de aprovação representava para ela “pequena epifania” porque “trinta anos atrás, minha esposa e eu fizemos um pequeno filme chamado ‘Vem Dançar Comigo’” e o único distribuidor que lhe ofereceu espaço disse: “Esse é o pior filme que já vi e você arruinou a carreira de Pat” (Thomson, que ganhou postumamente como Melhor Atriz da Academia Australiana de Cinema). Luhrmann continuou sua história, lembrando que na época “tinha cabelos muito compridos” e resolveu raspar a cabeça dizendo que “Essa coisa de cinema nunca vai dar certo”. “Então, recebi um telefonema e era um francês… ‘Olá, meu nome é Pierre Rissient, sou do Festival de Cannes e vimos seu filme, e gostaríamos de lhe oferecer uma exibição às 12 horas no Palais.’” “Exibi meu filme neste Palais… e no final da apresentação eu lembro que um segurança se aproximou e me disse, ‘Monsieur, a partir de hoje sua vida nunca mais será a mesma’ e não foi.” “Vem Dançar Comigo” venceu um prêmio especial da juventude em Cannes, a primeira de muitas conquistas da produção, que lançou a carreira do cineasta australiano há exatamente 30 anos. Ao fazer ‘Elvis’, Luhrmann imaginava que poderia voltar a Cannes, “mas então veio a covid e a filmagem foi suspensa, e achei isso nunca aconteceria, mas tivemos a bravura de Tom (Hanks) ao voltar [às filmagens após a doença], e a bravura deste elenco e desta equipe para enfrentar a covid e terminar este filme. E estamos de volta a Cannes. E ver esse lugar tão cheio de pessoas que amam filmes de todas as formas, diz muito mais sobre o que significa estar de volta, não só à Cannes, mas ao cinema. Por isso somos eternamente gratos, Cannes… Tudo o que posso dizer é merci beaucoup, merci beaucoup”, ele encerrou. O filme foi exibido em sessão de gala fora da competição. Mas nenhum título selecionado para a disputa da Palma de Ouro gerou igual comoção até o momento. “Elvis” destaca Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel do cantor, interpretando desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 até o homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. O elenco também conta com o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 14 de julho – quatro semanas após o lançamento nos EUA. Veja o trailer mais recente da produção abaixo.

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  • Filme,  Música

    Trilha do filme “Elvis” tem Doja Cat, Eminem, Maneskin e Diplo

    23 de maio de 2022 /

    Se você pensa que o filme “Elvis” vai destacar várias gravações clássicas de Elvis Presley em sua trilha sonora, pode se surpreender com a revelação dos artistas que participam do álbum oficial da produção. Elvis Aaron Presley é apenas um deles. Além dos esperados covers do ator Austin Butler, intérprete de Elvis no filme, a relação de artistas tem até DJs e rappers. A relação extremamente eclética foi divulgada nas redes sociais nesta segunda (23/5) e inclui Eminem (em parceria com CeeLo Green), Doja Cat, o DJ Diplo (com Swae Lee), Kacey Musgraves, Stevie Nicks, Jack White, Jazmine Sullivan, Chris Isaak, o trio eletrônico australiano Pnau e as bandas Tame Impala e Maneskin, entre outros. Até o ator Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”), que no filme vive o cantor Jimmie Rodgers, aparece listado. Outros intérpretes que cantam na tela – e na trilha – incluem Yola (no papel de Rosetta Tharpe), Gary Clark Jr. (Arthur “Bigboy” Crudup), Shonka Dukereh (Big Mama Thornton) e Alton Mason (Little Richard). Nem todas as gravações são inéditas. Além de Elvis, o pioneiro do soul Rufus Thomas, que morreu em 2001, também está listado no anúncio, que pode ser visto abaixo. A postagem não foi acompanhada pela revelação da data de lançamento do disco. Já o filme dirigido por Baz Luhrmann chega aos cinemas americanos em 24 de junho, quatro semanas antes da estreia no Brasil, prevista para 14 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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  • Filme

    Novo trailer de “Elvis” explora histeria causado pelo cantor

    23 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora, que tentou censurá-lo. Luhrmann conecta a performance sensual ao fervor religioso do menino Elvis Presley, fazendo uma relação que conduz ao final da carreira do cantor, dedicada a gospels e baladas. Em vez de artistas de blues, a inspiração do roqueiro é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como os transes de fé transmitidos pelos spirituals lhe permitiam transcender ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser finalizada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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  • Filme

    Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”

    16 de maio de 2022 /

    Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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    Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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  • Etc

    Laurel Goodwin (1942–2022)

    8 de março de 2022 /

    A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.

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  • Filme

    Cinebiografia de Elvis Presley ganha trailer emocionante

    17 de fevereiro de 2022 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Mais que isso, Luhrmann conecta os extremos, do despertar do interesse do menino Elvis Presley na música até final de sua carreira como cantor de baladas, encontrando um ponto comum pouco explorado. Em vez de artistas de blues, sua inspiração é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como o fervor religioso transmitido pelos spirituals lhe permitia entrar em transe ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade e se esforça para assumir o sotaque caipira do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 num homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser filmada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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  • Filme

    Diretor revela novo teaser da cinebiografia de Elvis Presley

    14 de fevereiro de 2022 /

    O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) compartilhou em seu Twitter um novo teaser de sua cinebiografia de Elvis Presley, anunciando o trailer para quinta-feira. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas e dançando muito em momentos distintos da carreira do cantor – como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e no palco de um megashow dos anos 1970. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para novembro passado nos EUA. A nova data de lançamento é em 14 de julho no Brasil, quatro semanas após os EUA. Hey, it’s time to TCB!⚡️ I’ll have a trailer to share with you all on Thursday…#Elvis #TCB #ElvisMonday pic.twitter.com/NETP7mk1eA — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) February 14, 2022

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  • Filme

    Baz Luhrmann libera primeiro teaser da cinebiografia de Elvis Presley

    15 de novembro de 2021 /

    O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) liberou a primeira mostra de sua cinebiografia de Elvis Presley, publicando um teaser do filme nas redes sociais. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas ou à distância em três momentos distintos da carreira do cantor, como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e na chegada a um megashow dos anos 1970. O post também revelou que o filme será lançado em 24 de julho de 2022. A produção ainda sem título também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para este mês nos EUA. Elvis Monday⚡️ Made a little something to let you good people know we are taking care of business on June 24, 2022.#Elvis #TCB pic.twitter.com/grf8IGqfw9 — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) November 15, 2021

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  • Série

    “Daisy Jones & The Six” ganha primeiras imagens de bastidores

    27 de setembro de 2021 /

    A produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), divulgou no Instagram as primeiras imagens de bastidores de “Daisy Jones & The Six”, nova minissérie da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Um detalhe curioso da produção é que o papel principal é desempenhado por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que além de atriz é neta de Elvis Presley. Por sinal, ela já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). O elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hello Sunshine (@hellosunshine)

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  • Etc,  Série

    Ed Asner (1929-2021)

    29 de agosto de 2021 /

    Ed Asner, um dos astros mais queridos da TV americana, que interpretou o editor jornalístico Lou Grant na lendária sitcom “Mary Tyler Moore” e em seu próprio programa derivado, morreu neste domingo (29/8) aos 91 anos. Ele também era adorado pelas novas gerações como a voz original do velhinho ranzinza da animação da Pixar “Up – Altas Aventuras”. Raras vezes um papel coube tão bem a um ator quanto a interpretação de Asner para Lou Grant. Pode-se dizer que ele ensaiou desde a adolescência, porque foi editor do jornalzinho de sua escola e uma foto real de seu passado escolar ilustrava o escritório do personagem em “Mary Tyler Moore”. Antes de conquistar cinco prêmios pelo papel, ele passou por inúmeros episódios de séries dos anos 1960, como “Os Intocáveis”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “5ª Dimensão”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Dr. Kildare”, “Os Invasores”, “Missão: Impossível”, “Mod Squad”, etc. E também apareceu no cinema, fazendo sua estreia ao lado de ninguém menos que Elvis Presley, em “Talhado para Campeão” (1962), parceria que se repetiu anos depois em “Ele e as Três Noviças” (1969), no qual também conheceu Mary Tyler Moore. Asner foi convidado a participar da série de Moore em 1970, dando vida a seu chefe. Revolucionária, a sitcom acompanhava uma mulher solteira que tentava carreira profissional numa área em que poucas mulheres se aventuravam na época, a redação de um telejornal. Primeiro papel fixo do ator, Lou Grant também virou seu trabalho mais reconhecido. Asner venceu três de seus sete Emmys como o chefe de Mary Tyler Moore. E depois acrescentou mais dois troféus como protagonista da série derivada, batizada com o nome do personagem. O detalhe é que a série “Lou Grant” era completamente diferente de “Mary Tyler Moore”. Enquanto a atração original era uma comédia, o spin-off surpreendeu o público por seu realismo dramático, o que fez Asner ser o único ator a vencer o Emmy pelo mesmo papel em categorias de Comédia e Drama. O personagem Lou Grant apareceu em sete temporadas de “Mary Tyler Moore”, apoiando a jovem redatora de 1970 até o final da produção em 1977. E logo em seguida ganhou sua série própria, inspirada pelo jornalismo sério de “Todos os Homens do Presidente” (1976). O personagem era o mesmo, mas todo o resto era diferente. A nova produção trocava a locação televisiva por uma redação de jornal e o registro de claque de humor por temas polêmicos dos noticiários contemporâneos. Uma mudança radical e arriscada, que incrivelmente deu certo. A atração ficou no ar por mais cinco anos, até 1982, e conquistou dois Emmys de Melhor Drama, após “Mary Tyler Moore” ter vencido três vezes como Melhor Comédia. A série poderia até ter durado mais. Asner contou repetidas vezes que a CBS cancelou “Lou Grant” devido à abordagem de alguns temas sensíveis, especialmente sua oposição ao apoio militar dos EUA à ditadura de El Salvador. Teria havido pressão do governo para tirar as críticas do ar. Os outros dois Emmys de sua carreira vieram de participações em minisséries dos anos 1970: os fenômenos de audiência “Pobre Homem Rico”, de 1976, e “Raízes”, de 1977. Na última, ele foi o capitão do navio negreiro que trouxe Kunta Kinte para os EUA. O ator continuou aparecendo em séries, como convidado especial, ao longo da vida. Mas deixou de se comprometer com trabalhos longos para se dedicar à luta sindical. Asner foi presidente do SAG, o Sindicato dos Atores dos EUA, por dois mandatos, de 1981 a 1985. Embora seja mais reconhecido por seu trabalho televisivo, ele também participou de vários filmes notáveis, inclusive alguns clássicos, como “El Dorado” (1967), “Peter Gunn em Ação” (1967), “Noite Sem Fim” (1970), “Dois Trapaceiros da Pesada” (1971), “41ª DP: Inferno no Bronx” (1981), “Daniel” (1983) e “JFK: A Pergunta que Não Quer Calar” (1991). Dono de uma voz grave marcante, Asner ainda desenvolveu uma frutífera carreira como dublador, que deslanchou nos anos 1990 com papéis em “Batman: A Série Animada”, “Gárgulas”, “Capitão Planeta”, “Freakazoid!”, “Superman: A Série Animada” e “Homem-Aranha”, onde interpretou ninguém menos que o editor J. Jonah Jameson. Seu papel vocal mais conhecido, porém, é Carl Fredricksen em “Up: Altas Aventuras” (2009), filme vencedor do Oscar de Melhor Animação. O viúvo que amarra mil balões em sua casa para realizar o sonho de conhecer a América do Sul derreteu o coração do público em todo o mundo e tinha sido recém-retomado pelo ator na série animada “A Vida do Dug”, centrada no cachorro do velhinho, que estreia na plataforma Disney+ na próxima quarta-feira (1/9). Entre seus últimos trabalhos ainda constam participações nas séries “Grace and Frankie”, “Briarpatch” e “Cobra Kai”, além de dublagens em “Central Park” e “American Dad”.

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