Angelina Jolie confirma que vai estrelar Malévola 2
Angelina Jolie revelou que voltará a atuar. Ela viverá novamente a personagem Malévola na sequência do filme de 2014. A confirmação aconteceu durante o Festival de Cinema de Telluride, nos EUA, em que Jolie exibiu seu novo trabalho como diretora, “First They Killed My Father”. “Nós estivemos trabalhando no roteiro, então podem esperar por uma sequência muito forte”, disse a estrela, sobre a fantasia da Disney. Com a confirmação de Jolie, resta saber se Elle Fanning, intérprete da Princesa Aurora, também fará parte do elenco de “Malévola 2”. Ou mesmo se haverá a volta de Brenton Thwaites como o Príncipe Phillip. “Acho que é hora de voltar ao trabalho, estou me sentindo bem para isso”, afirmou ela. “Precisava desse tempo em casa. Espero voltar a atuar nos próximos meses”, ela completou. Ainda não há previsão para a estreia de “Malévola 2”, mas “First They Killed My Father” chega à Netflix em 15 de setembro.
Sofia Coppola subverte O Estranho que Nós Amamos com feminismo e beleza
Embora “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), seja uma nova releitura do romance de Thomas Cullinan, é muito difícil dissociá-lo da primeira adaptação cinematográfica da obra, o filme homônimo de Don Siegel de 1971, até pelo impacto, como thriller, que o clássico mantém até hoje. Os dois longas travam uma espécie de diálogo, mudando a perspectiva da trama, de acordo com a época em que foram produzidos. A intenção da diretora parece ser provocar, ao deliberadamente alterar o ponto de vista da narrativa. Não vemos mais a história pelos olhos do soldado ianque ferido que é desejado por mulheres de todas as idades de um internato de garotas na Virginia, na época da Guerra Civil Americana. No filme de Siegel, Clint Eastwood conseguia tirar proveito dessa situação, como se estivesse numa loja de doces. Ao mesmo tempo, o que acontece a seguir com ele é um pesadelo terrível. O trailer da nova versão, que rendeu à diretora o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, nem fez questão de esconder a parte trágica do que acontece com o soldado, agora vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), quando ele adentra aquele território de mulheres, que se veem mudadas e excitadas com sua presença. Em entrevista, Sofia Coppola disse que fez seu filme para as mulheres e para seus amigos gays. Faz sentido, principalmente na cena em que Nicole Kidman, a dona do internato, banha o corpo nu e inconsciente do soldado e sente o calor do desejo. Três gerações de atrizes – Nicole Kidman (“Lion”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) – se comportam de maneira diferente diante daquele homem. Mas todas elas se sentem bastante atraídas por ele. A mais velha parece ter uma reputação a zelar, mas tenta se aproveitar do fato de mandar naquele lugar; a do meio vê naquele homem uma passagem para a felicidade do amor romântico; já a mais jovem é impulsiva o suficiente para jogar o seu charme e avançar o sinal sem a menor culpa. Mas enquanto trata do desejo de diferentes mulheres por um homem, “O Estranho que Nós Amamos” é também um filme sobre a objetificação masculina e como a aparente fragilidade feminina na verdade esconde força – e até uma maldade. Trata-se de uma obra feminista, como já era o primeiro trabalho da diretora, “As Virgens Suicidas” (1999). Como todos os filmes da diretora, também é um trabalho repleto de beleza. Nas imagens captadas à luz de velas e claridade natural pelo cinematógrafo Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”), nos figurinos sóbrios das moças do internato (de Stacey Battat, em seu terceiro trabalho com a diretora), e em sua direção de arte absolutamente “feminina” (de Anne Ross, no quarto filme com Coppola), que sabe lidar muito bem com o vermelho vivo. O que é natural. Afinal, a mulher sangra todo mês.
Selena Gomez vai estrelar o próximo filme de Woody Allen
Depois de trabalhar com Miley Cyrus na série “Crisis in Six Scenes”, Woody Allen escalou outra cantora jovem em seu próximo filme: Selena Gomez (“Spring Breakers”). O longa, que não se sabe se será drama ou comédia, também trará no elenco os igualmente jovens Timothée Chalamet (“Interestelar”) e Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”). Ainda sem previsão de lançamento nem título definido, a produção está a cargo do Amazon Studios em sua quarta parceria com Allen, após o filme “Café Society”, a série “Crisis in Six Scenes” e o vindouro “Wonder Wheel”, que terá première no Festival de Nova York em 15 de outubro.
Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino
O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.
Trailer do remake de O Estranho que Nós Amamos com Nicole Kidman e Colin Farrell é terror à luz de velas
A Focus Features divulgou o segundo trailer do remake de “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled). Como a maioria dos trailers recentes, a prévia entrega demais, inclusive a reviravolta e os detalhes mórbidos da trama, que sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”) assume clima de terror de época. Uma história gótica, passada numa antiga mansão rural, à luz de velas. A prévia traz o ator Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) no papel interpretado por Clint Eastwood em 1971, como um soldado ianque ferido, que é socorrido e tratado numa escola sulista para meninas. Sua presença desperta interesse tanto no corpo docente quanto no discente, e não demora a render relações indecentes. Mas a tensão sexual gera ciúmes e marca uma guinada trágica. O remake é a segunda parceria da diretora com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também fazem parte da seleção de loiras da produção. Selecionado para o Festival de Cannes, o novo “O Estranho que Nós Amamos” estreia em 30 de junho nos EUA e apenas dois meses depois, em 24 de agosto, no Brasil.
Mulheres do Século 20 mostra surgimento da família moderna
O americano Mike Mills estava prestes a completar 40 anos quando finalmente decidiu se lançar como diretor de um longa de ficção com “Impulsividade” (2005), após produzir curtas e documentários. De lá, foi dirigir Christopher Plummer na interpretação que lhe valeu um Oscar em “Toda Forma de Amor” (2010). E agora retorna entregando aquele que é o seu melhor trabalho até aqui. Em “Mulheres do Século 20”, a própria adolescência do diretor serve de base para a narrativa, que enaltece a sua mãe, renomeada como Dorothea, numa interpretação magistral de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”). No Sul da Califórnia do final dos anos 1970, era do punk/new wave, essa mãe solteira cuida do filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”) e divide a sua casa com Abbie (Greta Gerwig, finalmente num papel que não a obriga a repetir os cacoetes de “Frances Ha”), uma fotógrafa acometida por um câncer cervical, e William (Billy Crudup, de “Spotlight”), um carpinteiro que desconhece a importância de medidas estáveis. Embora não viva nesse mesmo teto, Julie (Elle Fanning, de “Demônio de Neon”) é uma das vizinhas que está a maior parte de seu tempo livre na residência, inclusive dormindo todas as noites com o jovem Jamie sem que esteja em jogo algo além da amizade. Desenha-se assim com esse quinteto uma espécie de panorama daquele período, especialmente importante para os modelos de novas famílias que se formavam com o boom dos divórcios e para a multiplicação de mulheres que vislumbraram um destino além daquele de meras donas de casa. Por se tratar de um projeto tão íntimo para Mike Mills, acaba havendo em “Mulheres do Século 20” certa superficialidade nos atritos entre mãe e filho, talvez por serem tão ratificados no curso do filme. Em contrapartida, existe um cuidado e carinho na construção de indivíduos que se atraem justamente por terem poucas coisas em comum. Paulatinamente, Jamie, um garoto em progresso, vai constituindo a sua própria personalidade com o processo de troca sempre enriquecedor com pessoas mais maduras, ainda que não seja o único a experimentá-lo, como se testemunha quando outros laços se estreitam, como o de Dorothea com William ou deste com Abbie. Por essas interações, as inevitáveis rupturas do desfecho, acompanhadas bela música de Roger Neill, tornam-se tão comoventes quanto uma última despedida.
Elle Fanning vive adolescente transexual no trailer de Meu Nome É Ray
A TWC (The Weinstein Company) divulgou o pôster oficial e o primeiro trailer de “3 Generations”, dramédia em que Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vive um adolescente transexual, e que por isso ganhou um título nacional completamente diferente, “Meu Nome É Ray” (mais próximo do título provisório “About Ray”). Mas embora a trama aborde a necessidade de aceitação do jovem por um pai que mal conhece, o filme é na verdade sobre – como diz o título em inglês – três gerações de mulheres que vivem juntas sob o mesmo teto em Nova York. Há ainda a mãe solteira, vivida por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), e a avó interpretada por Susan Sarandon (“A Intrometida”), que não se conforma com o fato de a menina não querer simplesmente se assumir lésbica como ela própria. Escrito e dirigido por Gaby Dellal (“Angels Crest”), o filme teve première mundial no Festival de Toronto de 2015 e só agora começa a ganhar divulgação oficial nos EUA, devido a problemas com a classificação etária da produção. O comitê do MPA proibiu “3 Generations” para menores de 17 anos nos EUA, e os produtores vem tentando reverter o “R-Rated”, reclamando que isso impedirá adolescentes de verem uma história importante e feita para sua faixa etária. A estreia vai acontecer de forma limitada, em 5 de maio nos EUA, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Trailer de western de Sofia Coppola vira terror com Elle Fanning, Kirsten Dunst e Nicole Kidman
A Focus Features divulgou o primeiro trailer e fotos de “The Beguiled”, remake do western “O Estranho que Nós Amamos”, com direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”). A prévia traz o ator Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) no papel interpretado por Clint Eastwood em 1971, como um soldado ianque ferido, que é socorrido e tratado numa escola sulista para meninas. Sua presença desperta interesse tanto no corpo docente quanto no discente, e não demora a render relações indecentes. Mas a tensão sexual gera ciúmes e dá uma guinada na trama, com o final do trailer marcado por gritos desesperados de filme de terror. O remake registra a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também fazem parte da seleção de loiras da produção. O novo “O Estranho que Nós Amamos” estreia em 30 de junho nos EUA e apenas dois meses depois, em 24 de agosto, no Brasil.
Sienna Miller revela que encarou maratona de “sexo técnico” com Ben Affleck nas filmagens de A Lei da Noite
A atriz Sienna Miller (“Sniper Americano”) revelou que teve uma maratona de sexo com Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) durante a produção de “A Lei da Noite”, filme de gângster que o próprio Affleck dirigiu. No longa, eles formam um casal e têm diversas cenas de sexo. Em entrevista ao E! Online, a atriz contou que passou nove horas filmando essas cenas, até que não aguentou mais e pediu arrego. “Ben e eu somos como irmão e irmã, graças a Deus, então não houve estranhezas. E ele é muito profissional – eu não sou, mas ele é”, ela começou dizendo. Mas logo tratou de revelar a canseira que foi realizar as cenas. “Havia uma montagem no roteiro dizendo que nós fazíamos sexo em todos os lugares: no carro, no bar… eu fiquei, tipo, Isso é um dia inteiro apenas de cenas de amor! Ok, como nós fazemos isso? Obviamente, quando se passou nove horas, eu não aguentei mais, pois comecei a rir de Ben, até lágrimas escorrerem em meu rosto. Quer dizer, Ben é apenas profissional. É isso o que ele é.” Ela explicou que, em determinado momento, Ben instruiu o diretor de fotografia, Robert Richardson, a manter a câmera rolando para que pudessem gravar a mesma cena de sexo várias vezes sem cortar. “Isso aconteceu três vezes e na terceira vez eu finalmente disse: ‘Você está brincando? Eu não sei o que você está tentando dizer para as pessoas, Ben, sobre suas proezas sexuais – suas habilidades…'”, ela brincou. Sem conseguir parar de rir de Ben, Sienna revelou até que não conseguiu manter o rosto sério nas cenas. “Há diversas tomadas daquela cena em que eu tive que sair da sala, porque eu tinha lágrimas escorrendo pela minha cara”. Além de dirigir e estrelar, Affleck assina o roteiro da produção, que adapta o livro homônimo de Dennis Lehane, autor das obras que inspiraram “Sobre Meninos e Lobos” (2003), “Ilha do Medo” (2010) e “Medo da Verdade” (2007), primeiro longa dirigido por Affleck. O elenco também inclui Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Elle Fanning (“Malévola”), Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”), Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Max Casella (série “Vinyl”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Anthony Michael Hall (série “Murder in the First”), Chris Messina (série “The Mindy Project”) e Titus Welliver (série “Bosch”). A produção é do ator Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e a estreia está marcada para 23 de fevereiro no Brasil.
Elle Fanning vai estrelar suspense na linha de Garota Exemplar
A jovem atriz Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vai estrelar o suspense “Beware The Girl”, baseado no romance homônimo escrito pela croata Teresa Toten (“O Herói Improvável da Sala 13B”). Segundo o site Deadline, a produção tem toques hitchcockianos e segue a linha das adaptações recentes de livros sobre “A Garota” – “Garota Exemplar” (2014) e “A Garota no Trem” (2016). Em “Beware The Girl”, Elle viverá Kate O’Brien, uma garota capaz de fazer qualquer coisa para subir de vida em Nova York, e encontra uma oportunidade ao se tornar amiga da ‘it girl’ Olivia. A vida dela, cheia de contratempos – alguns bastante sinistros – acaba ganhando contornos totalmente inesperados com a amizade, mas os segredos de ambas ameaçam vir à tona quando um novo professor charmoso entra na escola de elite que ambas frequentam. Elle Fanning está no elenco de dois filmes cotados para o Oscar 2017, “20th Century Women”, de Mike Mills, e “A Lei da Noite”, novo longa dirigido por Ben Affleck. Ambos estreiam em 25 de dezembro nos EUA, data limite para concorrerem ao troféu da Academia, mas apenas o filme de Affleck tem lançamento previsto no Brasil – e para fevereiro.
A Bailarina: Animação francesa com dublagem de Mel Maia ganha novo trailer
A Paris Filmes divulgou o segundo trailer da animação francesa “A Bailarina” (Ballerina), que chega ao Brasil dublada pela atriz mirim Mel Maia (“Através da Sombra”). A jovem dá voz à protagonista Felice, uma menina órfã que sonha virar uma grande bailarina na Paris do século 19, mas para seguir seu sonho precisa fugir de casa, com a ajuda de um menino que sonha virar um grande inventor. A dublagem americana conta com Elle Fanning (“Malévola”) no papel principal. Com direção de Eric Summer (série “Interpol”) e Éric Warin (animador de “As Bicicletas de Belleville”), o filme tem estreia marcada para 15 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento na França.
A Lei da Noite: Ben Affleck surge matador no novo trailer legendado de seu retorno à direção
A Warner divulgou o segundo trailer legendado de “A Lei da Noite”, que marca a volta de Ben Affleck à direção após sua consagração em “Argo” (2012), vencedor do Oscar de Melhor Filme. A prévia destaca cenas intensas, frases de efeito, clima sombrio, fotografia deslumbrante e muita ação. A trama acompanha a ascensão criminal de Joe Coughlin (Affleck), filho mais novo de um capitão da polícia, que começa sua carreira fazendo pequenos furtos na Boston da década de 1920 e vai ganhando respeito dentro do crime organizado. Até perceber que esse caminho não tem mais volta. Além de dirigir, Affleck assina o roteiro e estrela a produção, que adapta o livro homônimo de Dennis Lehane, autor das obras que inspiraram “Sobre Meninos e Lobos” (2003), “Ilha do Medo” (2010) e “Medo da Verdade” (2007), primeiro longa dirigido por Affleck. O elenco também inclui Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Elle Fanning (“Malévola”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”), Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Max Casella (série “Vinyl”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Anthony Michael Hall (série “Murder in the First”), Chris Messina (série “The Mindy Project”) e Titus Welliver (série “Bosch”). A produção é do ator Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e a estreia está marcada para 12 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento mais amplo nos EUA. Vale observar que o filme terá sessões limitadas em dezembro, em Los Angeles e Nova York, visando se qualificar à disputa por uma indicação ao Oscar de 2017.
Elle Fanning e Ben Foster vão estrelar thriller do criador de True Detective
A atriz Elle Fanning (“O Demônio Neon”) e Ben Foster (“O Grande Herói”) vão estrelar “Galveston”, adaptação de um romance escrito em 2010 por Nic Pizzolatto, criador da série “True Detective”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o próprio Pizzolatto escreveu o roteiro da adaptação, que será dirigido pela atriz francesa Melanie Laurent (“Truque de Mestre”). Ela já dirigiu dois longas de ficção e um documentário na França, e fará sua estreia como diretora em Hollywood com “Galveston”. A trama de “Galveston” segue dois marginais em fuga de seus destinos. Ao sobreviver a uma tentativa de assassinato de seu agiota, Roy “Big Country” Cady (Foster) foge para a cidade do Texas que dá título ao filme, querendo se esconder, mas acaba se envolvendo com Raquel “Rocky” Arceneaux (Fanning), uma jovem prostituta vulnerável, que é pega no fogo cruzado. Rocky é uma menina com segredos a esconder, incluindo um que vai assombrar Roy em uma poderosa história de sacrifício e redenção. As filmagens vão começar em janeiro, mas ainda não há previsão para o lançamento.











