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  • Will and Grace
    Série

    Após vídeo eleitoral, Will & Grace pode voltar para valer na televisão

    27 de outubro de 2016 /

    Após o reencontro do elenco original para um vídeo de propaganda eleitoral, “Will & Grace” pode acabar ganhando mesmo um revival na rede NBC. O site TV Line apurou que a emissora viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Vale ressaltar que o canal não confirmou a informação. Mas o elenco se divertiu muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. Durante as entrevistas que o reencontro rendeu, todos falaram que adorariam voltar com a série se tivessem oportunidade. O problema é a agenda dos atores. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.

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  • Filme

    Michael Moore lança documentário surpresa contra Donald Trump

    18 de outubro de 2016 /

    Michael Moore aproveitou a polêmica envolvendo Donald Trump para anunciar, de surpresa, a exibição de um documentário sobre os republicanos de Ohio, região onde o candidato republicado às eleições presidenciais dos Estados Unidos é mais forte. Intitulado “Michael Moore in TrumpLand”, a produção terá pré-estreia na noite desta terça-feira (18/10) no IFC Center, em Nova York. “E aí, Nova York? Quem quer dar uma olhada no que eu tenho feito? Terça, 9:30pm, no IFC Center. Os ingressos gratuitos e serão distribuídos por ordem de chegada a partir das 8:30pm”, divulgou o diretor em sua conta no Twitter. Descrito pelo próprio Moore como o filme que os republicanos de Ohio tentaram derrubar, “Michael Moore in TrumpLand” mostra o documentarista em uma região hostil do país para ele, fazendo piadas sobre Donald Trump. Em 2004, Moore venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Fahrenheit 9/11”. Sucesso mundial, o documentário questionava as motivações suspeitas da Guerra do Iraque, numa época em que a mídia se recusava a questionar as mentiras do presidente George W. Bush.

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  • Etc

    Elenco de Star Trek diz que Donald Trump é ameaça ao futuro vislumbrado pela franquia

    1 de outubro de 2016 /

    Os diretores J.J. Abrams e Justin Lin, atores, roteiristas e indivíduos envolvidos com a franquia “Star Trek” publicaram uma carta aberta no Facebook contra o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual pedem que os eleitores votem na representante democrata Hillary Clinton. Junto ao Abrams estão os nomes de George Takei, Walter Koenig, Chris Pine, Zachary Quinto, Simon Pegg, Zoe Saldaña, Karl Urban, John Cho, Brent Spiner, LeVar Burton, Will Wheaton, René Auberjonois, Scott Bakula, Denise Crosby, Marina Sirtis, Connor Trinneer, Robert Picardo, Linda Park e Tim Russ, entre outros, assim como parentes de Leonard Nimoy (Spock) e do criador de “Star Trek”, Gene Roddenberry. “‘Star Trek’ sempre ofereceu uma visão positiva do futuro, uma visão de esperança e otimismo e, de maneira grande, uma visão de inclusão, onde as pessoas de todas as raças recebem igual respeito e dignidade, onde as crenças individuais e os estilos de vida são respeitados a ponto de não significarem uma ameaça para outros”, diz o texto. A carta ainda destaca que nunca houve um candidato presidencial tão completamente oposto aos ideais da saga espacial quanto Donald Trump e que, por isso, a franquia não poderia “dar as costas” às eleições presidenciais dos EUA. “Sua eleição levaria este país para trás, talvez de maneira desastrosa. Precisamos escolher um presidente que leve este país para frente, ao tipo de futuro que todos sonhamos, onde as diferenças pessoais são compreendidas e aceitas, onde a ciência prevalece sobre a superstição e onde o povo trabalha em conjunto, e não uns contra os outros”, diz a mensagem. O texto também rejeita os argumentos de que Hillary Clinton e Donald Trump são dois candidatos com falhas iguais, afirmando que se trata, como diria Spock, de um raciocínio “ilógico e impreciso”. “Um (Trump) é um amador com uma ignorância desdenhosa pelas leis nacionais e pela realidade internacional, enquanto o outro (Hillary) entregou sua vida ao serviço público. Vote por um futuro de inclusão, um futuro que algum dia nos leve às estrelas”, conclui a carta. A franquia “Star Trek”, que completou 50 anos em 2016, está atualmente em cartaz os cinemas com o filme “Star Trek: Sem Fronteiras” e se prepara para voltar à TV com “Star Trek: Discovery”, nova série que será lançada em maio de 2017.

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  • Will and Grace
    Etc,  Série

    Will & Grace: Elenco da série clássica se reúne em vídeo para rir de Donald Trump

    28 de setembro de 2016 /

    Sabe a “volta” de “Will & Grace”, que diversos sites anunciaram como retorno da série, mas a Pipoca Moderna apurou que podia ser propaganda eleitoral de Hillary Clinton? Pois é. O quarteto formado por Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes voltou a se reunir para a campanha da candidata à presidente dos EUA, criando um vídeo bastante fiel ao espírito e visual da série clássica, em que Donald Trump é a vítima da maioria das piadas. O curta, que pode ser conferido abaixo, foi gravado nos cenários originais da atração, exibida entre 1998 e 2006. Isto porque um dos criadores de “Will & Grace”, Max Mutchnick, guardou e preservou tudo. Ele também assinou o roteiro em parceria com o cocriador da série David Kohan. E, para completar, a direção ficou a cargo de James Burrows, responsável por comandar os 188 episódios da produção. O retorno foi nostálgico e deu esperanças de um revival real da série. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.

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  • Mark Ruffalo
    Etc

    Mark Ruffalo promete ficar pelado para pedir votos contra Donald Trump

    24 de setembro de 2016 /

    O ator Mark Ruffalo, intérprete do Hulk nos filmes da Marvel, está prometendo ficar nu em troca de votos. A promessa faz parte de uma campanha bem-humorada, criada pelo diretor Joss Whedon, que comandou Ruffalo em dois filmes dos “Vingadores”, visando aumentar o interesse do público votante na eleição presidencial americana e, em mais uma luta contra supervilões, tentar impedir a vitória de Donald Trump. Intitulada “Save the Day”, a campanha reuniu diversos atores famosos, entre eles quatro Vingadores e dois agentes da SHIELD, para pedir votos. A escalação inclui, além de Ruffalo, Scarlett Johansson, Robert Downey Jr., Don Cheadle, Cobie Smulders, Clark Gregg, Julianne Moore, James Franco, Jesse Williams, Keegan-Michael Key, Neil Patrick Harris, Nathan Fillion, Stanley Tucci, Martin Sheen e outros. “A questão é fazer as pessoas votarem, porque é assustadora a apatia com que elas estão tratando a eleição mais crucial de suas vidas”, explicou Whedon ao site The Hollywood Reporter. “Ver alguém famoso chama atenção do cara”, continua. “Ver algo divertido faz a pessoa parar. Ver algo com emoção também. Essas são as maneira de atingi-las”. No vídeo, sem citar diretamente os nomes de Hillary Clinton e Donald Trump, os atores condenam o discurso de ódio propagado pelo candidato republicano, e o perigo apocalíptico que sua vitória representa. “Vamos dar uma arma nuclear para um homem cuja palavra de ordem é ‘fired'”, dizem, usando o duplo sentido do inglês. “Fire” não é só fogo, mas disparar e também demitir, como na placa que Scarlett Johansson segura, com o desenho de um míssil nuclear e a frase ‘You’re fired!’, que Trump dizia no reality show “O Aprendiz”. E, no fim, fazem uma promessa: “Se vocês votarem e ajudarem essa país a se proteger do medo e da ignorância, Mark Ruffalo vai fazer uma cena de nudez em seu próximo filme”. Para quem não percebeu, ele faz muitas cenas de nudez no cinema. Até como Hulk. Mas desta vez irá mais longe. “Mark colocará seu pênis para fora. Nu frontal total”, completa Robert Downey Jr. “Faça Mark ficar pelado. Faça sua marca em 8 de novembro”, finalizam os astros. O vídeo já foi visto mais de 5 milhões de vezes no YouTube. Veja mais uma abaixo.

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  • Série

    Robert Knepper entra na 6ª temporada de Homeland

    29 de agosto de 2016 /

    O ator Robert Knepper entrou no elenco da 6ª temporada de “Homeland”, como um general do Departamento de Defesa, responsável pelo abastecimento de informações do setor para a nova presidente dos EUA. A nova temporada da série vai se passar após a vitória da primeira mulher nas eleições presidenciais americanas, num timing que reflete a disputa eleitoral real dos EUA, cujas pesquisas de opinião apontam vitória de Hilary Clinton. Na trama, Elizabeth Keane era senadora de Nova York antes de vencer as eleições e virar Presidente dos EUA. A intérprete da personagem é Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. A 6ª temporada de “Homeland” tem sua estreia programada para janeiro, no canal pago Showtime. A série já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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  • Série

    Homeland: 6ª temporada vai estrear em janeiro, com a série garantida até 2019

    11 de agosto de 2016 /

    Após adiar a 6ª temporada de “Homeland” para 2017, o canal pago americano Showtime finalmente anunciou a data de estreia dos próximos episódios. A 6ª temporada entrará no ar em 16 de janeiro nos EUA. Segundo revelou anteriormente o produtor Alex Gansa, a trama será ambientada em Nova York e terá como pano de fundo a próxima eleição presidencial. Além disso, Carrie Mathison, a espiã bipolar vivida por Claire Danes, continuará a correr perigo nas 7ª e 8ª temporadas de “Homeland”, previstas para 2018 e 2019. A renovação foi oficialmente anunciada em junho. Na época, o presidente do canal Showtime, Jason Nevins, salientou que a confirmação de duas temporadas com tanta antecedência não significava que a produção irá acabar ao final desse ciclo. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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  • Série

    Homeland é renovada para mais duas temporadas, mas só volta em 2017

    4 de junho de 2016 /

    O canal pago americano Showtime deu uma boa e uma má notícia para os fãs de “Homeland”. A série, que ainda não estreou sua 6ª temporada, teve a continuidade de sua produção confirmada por mais dois anos, até a 8ª temporada. Entretanto, os próximos episódios vão demorar para serem vistos. A 6ª temporada só estreará em janeiro, fazendo com a que a série não seja exibida em 2016 – o último episódio foi ao ar em dezembro de 2015. O atraso, segundo o canal, visa dar mais tempo para a produção aprimorar os roteiros e gravar suas cenas com a melhor qualidade possível. No comunicado, o presidente do canal, Jason Nevins, salientou ainda que a confirmação de duas temporadas com tanta antecedência não significa que a produção irá acabar ao final desse ciclo. “‘Homeland’ é uma série que continua se reinventando – já que ela é praticamente sobre o mundo da inteligência secreta”, disse o executivo. “Mais do que as outras, essa é uma série que não tem data de validade simplesmente por causa do assunto que trata.” No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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  • Filme

    Conspiração e Poder revela-se o anti-Spotlight, desnudando o mau jornalismo

    31 de março de 2016 /

    Boa parte das resenhas de “Spotlight – Segredos Revelados” chamou atenção para o fato de que aquele jornalismo investigativo, que demanda tempo para apurar uma reportagem à fundo, era uma espécie em extinção nestes dias de imediatismo online. Pois “Conspiração e Poder” se qualifica como o anti-“Spolight”. Também inspirado numa reportagem verídica da década passada, o longa, que marca a estreia na direção do roteirista James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mostra o que acontece quando a pressa para se produzir uma reportagem, visando sair na frente da concorrência com um furo exclusivo, vira um desserviço ao público. “Conspiração e Poder” dramatiza os bastidores de uma reportagem de 2004, produzida para o programa “60 Minutes” do canal CBS, apresentado, na época, por Dan Rather (Robert Redford, de “Capitão América 2”), uma espécie de lenda nos telejornais dos Estados Unidos, que emanava credibilidade no ar desde os anos 1960. Imagine uma denúncia do “Fantástico” na época de Sergio Chapelin para se ter a dimensão do impacto de uma notícia exibido no programa. Um escândalo em potencial, envolvendo o histórico de George W. Bush na Guarda Nacional, que teria aproveitado seus parentes importantes para evitar servir durante a Guerra do Vietnã – quando o alistamento era compulsório – , chega às mãos da produtora do programa, a jornalista Mary Mapes (Cate Blanchett, de “Carol”), que, pressionada a tomar uma decisão rápida, decide priorizar o deadline do programa sobre a checagem de fatos. O resultado vai ao ar sem o tempo necessário para sua apuração. E se prova calunioso. Num caso típico de mau julgamento, Mary, que havia vencido um prêmio por sua denúncia de abusos cometidos por militares americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib, teve sua ideologia explorada para cair numa cilada. Acreditando ser capaz de mudar os rumos da vindoura eleição presidencial com a informação exclusiva, sua decisão teve efeito inverso, fortalecendo o candidato do Partido Republicano, conforme a notícia começa a ser refutada pelos fatos, questionada primeiramente por blogs e depois por outras redes de televisão. Sem checar a intenção de sua fonte, a produtora fez sensacionalismo básico, queimou seu programa e acabou com a longa carreira de Rather, além de ter ajudado, por tabela, a eleger Bush como Presidente dos EUA. Mary Mapes nunca mais trabalhou com telejornalismo. Mas escreveu um livro sobre o caso, que é a base do filme. Por isso, seu ponto de vista domina a história, que busca, a todo o instante, justificar suas ações, a ponto de querer insinuar que a verdadeira conspiração foi desacreditar a reportagem. Bulshit das grossas, mas não deixa de ser ilustrativo de uma tendência: quando pego numa mentira, jornalistas insistem em seu ponto de vista até que isso comece a parecer verdade. Entretanto, ainda que o jornalismo imparcial seja um mito propagado por donos de empresas jornalísticas, o Jornalismo profissional é real e tem regras muito claras. E quando elas não são seguidas, alguém paga por isso – uma pessoa física, não a própria empresa, como demonstra o filme. É importante reparar, sobretudo, como “Conspiração e Poder” foi ofuscado por “Spotlight” nos cinemas americanos. Fez ridículos US$ 2,5 milhões durante toda a sua exibição, entre outubro e fevereiro, contra os US$ 44,4 milhões de “Spotlight”. Além disso, “Conspiração e Poder” não foi indicado a prêmio algum. Nem sequer a performance de Cate Blanchett chamou atenção, colocada para escanteio por suas diversas indicações por “Carol”, na temporada de premiações passada. Já “Spotlight” venceu o Oscar de Melhor Filme do ano. Filmes sobre vencedores têm, é verdade, maior apelo que filmes sobre perdedores. Mas as derrotas embutem lições melhores, como qualquer filósofo de botequim é capaz de demonstrar. Por isso, se o jornalismo idealizado ganha os prêmios, o mau jornalismo rende os melhores filmes, como “Abutre” em 2013. Embora “Conspiração e Poder” não chegue a tanto – não vai virar clássico ou cult – , ao menos joga uma luz necessária sobre as conspirações que se escondem por trás das manchetes das notícias. Sem esquecer que um filme que junta Robert Redford e Cate Blanchett merece, nem que seja durante a projeção de seus créditos, alguns aplausos.

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