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  • Filme

    Drew Barrymore celebra 40 anos de “E.T.” com fotos de bastidores

    13 de junho de 2022 /

    A atriz Drew Barrymore celebrou o aniversário de “E.T. – O Extraterrestre” publicando diversas fotos dos bastidores da produção em seu Instagram durante o fim de semana. O lançamento comercial do filme nos EUA completou 40 anos no sábado (11/6). Lançado em 1982, “E.T.” foi o segundo papel de cinema da atriz, que antes também já tinha feito dois telefilmes, mas é sempre lembrado como o trabalho que a projetou, com apenas sete anos de idade. O sucesso foi tão grande que em seu filme seguinte, “Chamas da Vingança” (1984), Drew Barrymore já foi creditada como protagonista. Atualmente com 47 anos, a estrela abriu seu álbum de fotografias, revelando diversos registros descontraídos com o diretor Steven Spielberg e seu colega de elenco, Henry Thomas, intérprete de seu irmão e que na época também era uma criança, com dez anos. “Feliz aniversário de 40 anos”, ela celebrou. Os fãs da artista e do filme lotaram a postagem de elogios. “Lendário”, “Você é minha ídola desde essa época”, “Esse filme foi especial para muita gente”, disseram, entre muitos outros comentários. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Drew Barrymore (@drewbarrymore)

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  • Música

    The Weeknd lança clipe com referências a “Stranger Things” e “E.T.”

    25 de novembro de 2021 /

    The Weeknd divulgou um novo clipe com recriações de cenas de “Stranger Things” e “E.T. – O Extraterrestre”. Mas o mais curioso é que a música que acompanha as imagens não é um lançamento. “Die For You” pertence ao álbum “Starboy”, de 2016 – por sinal, é uma das faixas mais convencionais do disco. Por conta disso, também há referências ao clipe da faixa-título – a cruz de neon e o nome do personagem, Starboy. A trama acompanha um garoto com poderes telecinéticos em fuga de um laboratório, onde foi submetido à experiências. Escondendo-se no jardim de uma família suburbana, ele encontra a menina que mora na residência e os dois formam uma conexão instantânea. Mas o momento mágico é abruptamente interrompido pela família da jovem e pelos homens em seu encalço, em meio a muitos efeitos visuais e product placements de marcas famosas. O lançamento do clipe faz parte das comemorações de cinco anos de “Starboy”, disco que marcou uma virada na carreira de The Weeknd com os hits eletrônicos “I Feel it Coming” e a própria faixa-título.

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  • Série

    Jon Favreau assume que Baby Yoda é inspirado em E.T.

    17 de agosto de 2020 /

    O cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, assumiu que o Baby Yoda, personagem que fez grande sucesso na atração, foi inspirado em “E.T. – O Extraterrestre”. Em entrevista ao site Deadline, Favreau contou que a cena de introdução de Baby Yoda nasceu de uma ilustração do E.T. assinada pelo animador e diretor Dave Filoni, seu parceiro em “The Mandalorian”. “Dave havia desenhado este momento misturando Michelangelo e ‘E.T.’, e isso nos inspirou. Então Doug Chiang e todo o departamento de arte da série começou a gerar outros desenhos parecidos, e o pessoal da Legacy [empresa de efeitos especiais] construiu a cena.” Na mesma entrevista, Favreau falou sobre como lidou com a pressão de criar algo novo no universo de “Star Wars” criado por George Lucas. “Conseguir criar algo novo, ao mesmo tempo precisando respeitar o que veio antes, é um dos grandes desafios dos contadores de histórias atualmente. Somos inundados com tanto conteúdo, e tudo está na ponta dos nossos dedos. Como criador, você sabe que todo mundo tem um contexto cultural para julgar o seu trabalho. É como se você fosse um DJ tocando músicas dos Beatles. Ele [George Lucas] é os Beatles”, comentou.

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  • Etc

    Drew Barrymore entrevista sua versão criança para divulgar novo talk show

    30 de julho de 2020 /

    A atriz Drew Barrymore vai apresentar seu próprio talk show a partir setembro. E para divulgar o “Drew Barrymore Show”, ela gravou um vídeo promocional em que entrevista a si mesma, quando tinha 7 anos. A montagem permite um encontro divertido entre a atriz de 45 anos e sua contraparte mirim. “Você acredita que tenho duas filhas da sua idade?”, ela afirma para sua versão criança. E ouve como resposta que “isso é meio assustador”. Para criar este encontro impossível, o vídeo usou imagens da participação de Drew Barrymore no programa “The Tonight Show”, em 1982, após participar do filme “E.T.: O Extraterrestre”. O grito que ela dá ao final do vídeo é uma recriação de sua famosa reação ao encontrar o E.T. Por incrível que pareça, a carreira da atriz é ainda mais antiga que isso. A estrela precoce da tradicional família dos atores Barrymore iniciou a atuar com apenas 3 anos de idade, no telefilme “Suddenly, Love” (1978). A transformação da atriz em entrevistadora de talk show vai estrear no dia 14 de sembro, na rede americana CBS. Veja abaixo o comercial do programa e a versão original da entrevista de Drew Barrymore no programa apresentado pelo lendário Johnny Carson, que começa com um tombo e demonstra duas coisas: que ela tem longa experiência como entrevistada de talk shows e desde cedo supera com carisma qualquer vexame diante das câmeras.

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  • Etc

    Elliott e E.T. se reencontram após 37 anos em vídeo emocionante

    28 de novembro de 2019 /

    A provedora americana de internet e TV paga Xfinity promoveu neste Dia de Ação de Graças (28/11) um emocionante reencontro entre E.T. e seu velho amigo Elliott, após 37 anos. Um comercial de 4 minutos voltou a trazer o ator Henry Thomas ao papel do menino gentil que salvou o pequeno extraterrestre em 1982. O tempo passou, Elliott se tornou adulto, mas o E.T. continua igual, uma fofura só. Novamente na Terra para uma visita rápida, o E.T. é apresentado à família do amigo. Elliott agora tem dois filhos, um deles muito parecido com ele próprio quando era criança, o que inicialmente confunde o extraterrestre. A filha, por sua vez, lembra a pequena Drew Barrymore. Várias cenas do clássico de Steven Spielberg são reencenadas no reencontro, mas a Xfinity aproveita para destacar sem sutilezas o que mudou desde que o E.T. caiu na Terra pela primeira vez: uma invenção chamada “internet”, que funciona com o logotipo da empresa. Ah, e óculos de realidade virtual. E cupcakes! O vídeo não tem legendas em português, mas é possível entendê-lo facilmente. Veja abaixo.

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  • Filme

    Steven Spielberg se torna primeiro diretor a ultrapassar US$ 10 bilhões de bilheteria na carreira

    16 de abril de 2018 /

    Com o sucesso internacional de “Jogador Nº 1”, que já faturou US$ 474 milhões milhões em bilheteria mundial, o cineasta Steven Spielberg se tornou o primeiro diretor a superar a marca de US$ 10 bilhões de arrecadação com seus filmes. Spielberg já era o diretor mais bem-sucedido da história, após inaugurar a era dos blockbusters modernos com “Tubarão”, em 1975, e reinventar o cinema juvenil com uma série de clássicos que ele dirigiu ou produziu nos anos 1980, além de emplacar diversos hits ao longo da carreira. Para se ter ideia, “Jogador Nº 1” ocupa apenas a 17ª colocação entre os maiores sucessos do diretor. O Top 3 de Spielberg é “Jurassic Park” (1993), “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008) e “E.T. – O Extraterrestre” (1982). Em 2º lugar no ranking dos diretores mais bem-sucedidos, aparece Peter Jackson, que dirigiu duas trilogias consecutivas de blockbusters, “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. Mas ele aparece muito atrás de Spielberg, com faturamento de US$ 6,5 bilhões. Logo atrás, também na casa dos US$ 6 bilhões, aparecem Michael Bay (da franquia “Transformers”) e James Cameron (das duas maiores bilheterias da História, “Titanic” e “Avatar”). Confira abaixo a lista dos diretores com maior arrecadação mundial de bilheteria, segundo levantamento do site Box Office Mojo: 1 – Steven Spielberg – US$10.009 bilhões 2 – Peter Jackson – US$6.520 bilhões 3 – Michael Bay – US$6.414 bilhões 4 – James Cameron – US$6.138 bilhões 5 – David Yates – US$5.346 bilhões 6 – Christopher Nolan – US$4.749 bilhões 7 – Robert Zemeckis – US$4.243 bilhões 8 – Tim Burton – US$4.075 bilhões 9 – Chris Columbus – US$4.060 bilhões 10 – Ridley Scott – US$3.923 bilhões

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  • Filme

    O Poderoso Chefão lidera lista dos 100 filmes favoritos de Hollywood, que ainda tem Pulp Fiction, E.T. e Star Wars

    26 de setembro de 2016 /

    De tempos em tempos, publicações resolvem eleger os melhores filmes de todos os tempos. Os critérios de cada eleição são sempre determinados por grupos específicos: crítica, público, etc. Mas para sua lista, publicada no domingo (25/9), a revista The Hollywood Reporter buscou uma visão diferente, apresentando o resultado como os 100 filmes favoritos de Hollywood. Para chegar na seleção, a publicação ouviu 2120 membros da indústria, a maioria deles votantes na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, dentre os quais muitos vencedores do Oscar e até os chefes dos grandes estúdios. A lista revelou que o filme favorito de Hollywood é “O Poderoso Chefão” (1972), seguido de “Mágico de Oz” (1939) e “Cidadão Kane” (1941). São produções que também costumam disputar o favorecimento da crítica. Mas há surpresas no Top 5 como “Um Sonho de Liberdade” (1994), de Frank Darabont, e “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino. E não é só. O fato de ter sido votada por Hollywood deixou de fora muitos clássicos absolutos do cinema internacional, como “Os Incompreendidos” (1959) e “A Doce Vida” (1960), por exemplo. Em compensação, sucessos comerciais como “De Volta para o Futuro” (1985), “Guerra nas Estrelas” (1977) e “Forrest Gump” (1994) aparecem entre os 25 filmes preferidos na votação. E há um excesso de produções de Steven Spielberg, com “”E.T. O Extraterrestre” (1982), “A Lista de Schindler” (1993) e “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) entre os mais bem colocados. Confira abaixo os 20 favoritos de Hollywood e a lista completa aqui. 1. “O Poderoso Chefão” (1972) 2. “O Mágico de Oz” (1939) 3. “Cidadão Kane” (1941) 4. “Um Sonho de Liberdade” (1994) 5. “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994) 6. “Casablanca” (1942) 7. “O Poderoso Chefão – Parte 2” (1974) 8. “E.T. O Extraterrestre” (1982) 9. “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968) 10. “A Lista de Schindler” (1993) 11. “Guerra nas Estrelas” (1977) 12. “De Volta Para o Futuro” (1985) 13. “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) 14. “Forrest Gump. – O Contador de Histórias” (1994) 15. “Gone With the Wind” (1939) 16. “O Sol é Para Todos” (1962) 17. “Apocalypse Now” (1979) 18. “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) 19. “Os Bons Companheiros” (1990) 20. “A Felicidade Não Se Compra” (1946)

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  • Etc

    Melissa Mathison (1950 – 2015)

    16 de novembro de 2015 /

    Morreu a roteirista Melissa Mathison, que foi indicada ao Oscar pela história de “E.T. – O Extraterrestre” (1982). Ela faleceu na quarta-feira (4/11), aos 65 anos, de câncer, em um hospital de Los Angeles. Natural de Los Angeles, Melissa nasceu em 3 de junho de 1950, cresceu em Hollywood Hills, perto do emblemático cartaz de Hollywood, e conviveu desde criança com muitos artistas, que frequentavam a casa de seu pai, chefe de redação da revista Newsweek. Essas amizades de infância acabaram mudando seu destino, fazendo com que desistisse de um trabalho na faculdade de Ciências Políticas de Berkeley para trabalhar no cinema. Sua carreira começou por acaso, com o convite de um amigo da família, que precisava de ajuda no set de seu novo filme. O amigo era Francis Ford Coppola, para quem Melissa costumava trabalhar como baby-sitter. Ela foi ao set de filmagem acompanhar a pequena Sofia, então com três anos de idade, que participaria de uma cena do filme, e auxiliou Coppola a lidar com a filha. O diretor acabou lhe passando outras tarefas e, ao final, a convidou a trabalhar na produção. Melissa estreou no cinema aos 23 anos, como sua assistente no set de “O Poderoso Chefão II” (1974). Coppola não esqueceu da jovem auxiliar ao organizar sua produção seguinte. Ela voltou a ser sua assistente na jornada épica de “Apocalypse Now” (1979), filme em que conheceu seu futuro marido, o ator Harrison Ford. Durante a filmagem, ela ainda ajudou a revisar o roteiro. O que inspirou o diretor a lhe aconselhar a escrever para o cinema. Melissa aceitou o desafio e desenvolveu a adaptação do clássico literário infantil “O Corcel Negro”, que Coppola produziu. Lançado em 1979, o filme se tornou um grande sucesso e foi indicado a dois Oscars. O roteiro de “O Corcel Negro” impressionou outro cineasta no auge de sua criatividade. Há anos, Steven Spielberg queria filmar uma história sobre um alienígena abandonado na Terra, mas, sem consegur encontrar a forma de contá-la, sondou a jovem roteirista. Melissa encontrou o caminho ao escrevê-la como uma fábula sobre um menino e seu melhor amigo, que em vez de ser um cachorrinho era um alienígena perdido, usando sua experiência como baby-sitter para criar diálogos inesquecíveis para as personagens crianças. “E.T. – O Extraterrestre” virou um fenômeno. “Era um script que me deu vontade de filmar imediatamente”, disse Spielberg, nos extras do DVD de “E.T.”. “A voz de Melissa fez uma conexão direta com o meu coração”, ele completou. Ela também atuou como produtora assistente e fez uma figuração como enfermeira no filme, que quebrou recordes de bilheteria, faturando US$ 359 milhões só nos EUA – US$ 792 milhões em todo o mundo. Maior sucesso de 1982, ainda foi indicado a nove Oscars, entre eles os de Melhor Filme e Roteiro. Venceu quatro, de trilha (do mestre John Williams) e prêmios técnicos. Consagrada, ela escreveu outro filme infantil produzido por Coppola, “O Pequeno Mágico” (1983), e o segmento dirigido por Spielberg na antologia “No Limite da Realidade” (1984), homenagem cinematográfica à série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone). Mas a ascenção fulminante foi interrompida após seu casamento com Harrison Ford e o nascimento de seus dois filhos. A família optou por se afastar de Hollywood para ir morar em 1983 numa fazenda de 700 acres no interior do Wyoming, onde Melissa priorizou cuidar dos filhos. “Eu tenho duas crianças pequenas”, ela disse à Newsweek, na época. “Eu não quero perder a infância delas me ausentando para escrever filmes sobre outras crianças”. A roteirista só foi voltar a trabalhar após mais de uma década, quando os filhos já estavam mais grandinhos. O retorno se deu, para variar, com a história de uma nova fantasia infantil, “A Chave Mágica” (1995), dirigido por Frank Oz, um dos responsáveis pelo sucesso dos Muppets. Mas a essa altura ela já desenvolvia planos mais ambiciosos. Melissa, que era budista, tinha conhecido o Dalai Lama em 1990, por intermédio do ator Richard Gere, e no encontro o convenceu que sua infância daria um belo filme, capaz de ajudar a promover o budismo. A partir dali, foram várias conversas e revelações, com viagens até a Índia, onde o Lama residia, até a escritora se dar por satisfeita. “Eu sou meio que famosa por histórias de meninhos, e esta é uma história fantástica de menininho, cheia de fantasia, mas totalmente real”, ela explicou, em entrevista ao jornal The New York Times em 1996. O roteiro rendeu uma parceria com outro mestre do cinema, o cineasta Martin Scorsese, que dirigiu sua história em “Kundun” (1997). O filme foi indicado a quatro Oscars. E pelos anos seguintes Melissa se dedicaria à causa da libertação do Tibete, participando do comitê internacional pela independência do país, invadido pela China em 1951. Ela se divorciou de Harrison Ford em 2004 e estava curtindo sua aposentadoria quando Spielberg foi procurá-la no ano passado para retomar a parceria. O cineasta lhe encomendou o roteiro de seu próximo filme, apropriadamente uma fantasia infantil, adaptando o livro “The BFG”, de Roald Dahl, sobre a amizade de uma menina e um gigante camarada, que invade os quartos das crianças para soprar-lhes bons sonhos. Juntos, eles partem para a terra dos sonhos, onde encontram outros gigantes, que não são camaradas e só gostam de crianças como jantar. Mas, com a ajuda da Rainha da Inglaterra, conseguem prendê-los e viver felizes para sempre. Spielberg estava no meio do processo de pós-produção quando Melissa faleceu. Emocionado, ele divulgou uma nota em homenagem à velha amiga, dizendo: “Melissa tinha um coração que brilhava com generosidade e amor e viveu com a mesma luz que deu a E.T.”.

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