Veja o trailer emocionante de drama premiado da diretora de Mamma Mia!
A Amazon divulgou o pôster e o trailer do drama “Herself”, novo filme de Phyllida Lloyd, diretora de “Mamma Mia!” (2008) e “A Dama de Ferro” (2011). A produção britânica conta uma história de superação e empoderamento, ao acompanhar uma mãe que luta contra a pobreza e o ex-marido para construir – literalmente – um lar para morar com suas filhas. As dificuldades que ela encontra em sua jornada, vislumbradas na prévia, são de encher os olhos de lágrimas. A história foi escrita pela atriz principal, Clara Dunne, que tem diante das câmeras seu primeiro papel de protagonista após aparecer quase como figurante em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019). Ela também canta duas músicas da trilha sonora. Exibido no Festival de Sundance sob críticas elogiosas, algumas incluídas no trailer, o filme atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes e ainda venceu dois troféus no Festival de Dublin, inclusive o de Revelação para Dunne. A estreia está marcada para 30 de dezembro em circuito limitado nos EUA, e 8 de janeiro em streaming mundial.
Netflix diz que brasileiros viram mais romances, filmes tristes e reality shows em 2020
A Netflix revelou nesta quinta-feira (10/12) quais foram os conteúdos mais assistidos da plataforma durante o ano de 2020. Mas ao contrário do que fez em 2019, a retrospectiva deste ano foi bem bagunçada, sem relação das dez séries, os dez filmes e, vá lá, os dez realities favoritos do público. Em vez disso, a plataforma decidiu dividir os sucessos em categorias relacionadas a estados de espírito, como “nós choramos”, “nós viajamos”, “nós comemos” e “nós amamos o amor”. Outra bagunça dos listões se deve à opção da empresa de combinar tudo por gênero. Assim, entre as produções de ação mais assistidas aparecem os filmes “Resgate”, “Power” e “The Old Guard”, a série espanhola “La Casa de Papel” e a brasileira “Bom Dia, Verônica”. O resumo das relações é que, ao longo do ano, os espectadores viram muitos reality shows, filmes tristes e romances. Foram duas vezes mais reality shows que no ano passado. Mas era barbada, porque a Netflix também produziu mais reality shows em 2020. O mesmo vale para as produções de chorar e suspirar. O público vê o que a Netflix produz e divulga. Mas muitas das produções da plataforma não são divulgadas nem por ela mesma. Logicamente, elas não emplacam e são escanteadas. Entre as tendências diagnosticadas, é possível reparar ainda que o Brasil dobrou o consumo em muita categorias. Além dos reality shows, o público consumiu duas vezes mais animes que no ano passado – “Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução”, “One Piece”, “The Seven Deadly Sins: A Ira Imperial dos Deuses” e “O Sangue de Zeus” foram os favoritos. Outro pico aconteceu entre as produções sul-coreanas, que bateram recorde de audiência no país, aumentando seu consumo em mais de 120% em relação ao número do ano passado. O conteúdo turco também se destacou, dobrando sua visualização. O motivo é sempre o óbvio: maior oferta de produtos dos dois países. Entre os sul-coreanos, o terror de zumbis “Alive” liderou a audiência no país, enquanto a série turca “O Último Guardião” esteve entre os mais assistidas da plataforma. A lista de histórias tristes traz o hit “Milagre na Cela 7”, que ficou 23 dias no Top 10, além de “Se Algo Acontecer… Te Amo” e “Por Lugares Incríveis”. Curiosamente, a tristeza aumentou apenas a partir de abril, quando os brasileiros completaram o primeiro mês de isolamento social devido à pandemia de coronavírus. Do mesmo modo, os romances estiveram em alta, refletindo, novamente, a ênfase dada pela plataforma a produções do gênero. A lista tem “A Barraca do Beijo 2”, “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”, “Amor Garantido” e “Ricos de Amor”. No gênero da fantasia, os assinantes brasileiros acompanharam mais “Locke & Key” e “Carta ao Rei”. Já entre os conteúdos para a família (que no Brasil costumavam ser chamados de infantis), os destaques foram “A Caminho da Lua”, “Os Irmãos Willoughby” e “Enola Holmes”.
Atrizes de Grey’s Anatomy e Scrubs são Amigas para Sempre em trailer de série
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Amigas para Sempre”, série que junta Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”). Depois de interpretarem médicas em atrações rivais, elas vivem melhores amigas na produção dramática, que em inglês se chama “Firefly Lane” (Travessa do Vagalume), em novo caso de tradução “criativa” da plataforma. A série se estende por várias décadas, acompanhando o envelhecimento das personagens (e das atrizes) para demonstrar, segundo sua premissa, que “a maior história de amor de todas pode ser entre amigas”. “Você nunca estará sozinha. Você está presa comigo para sempre”, diz Tully, a personagem de Heigl, no início do trailer, antes de um desfile de cenas celebrar a amizade da dupla com danças, abraços e apoio constante durante 30 anos de problemas. Entretanto, segundo a sinopse oficial, as duas não poderiam ser mais diferentes, nem sua amizade existiria sem enfrentar conflitos. Amigas desde os 14 anos, “Tully é a garota ousada e atrevida que você não pode ignorar, enquanto Kate é a garota tímida que você nunca nota”, descreve o texto. Mas quando uma tragédia as une, elas ficam ligadas para o resto da vida, superando 30 anos de altos e baixos – “triunfos e decepções, desgosto e alegria, e um triângulo amoroso que prejudica sua amizade”, completa a descrição novelesca. As versões adolescentes de Tully e Kate são interpretadas por Ali Skovbye (de “O Homem do Castelo Alto”) e Roan Curtis (“The Magicians”), respectivamente, e o elenco ainda inclui Ben Lawson (“Designated Survivor”), Yael Yurman (também de “O Homem do Castelo Alto”) e Beau Garrett (“The Good Doctor”). Adaptação do romance homônimo de Kristin Hannah, a série foi desenvolvida por Maggie Friedman (que também criou “Eastwick” e “As Bruxas de East End”) e tem estreia marcada para 31 de dezembro.
O Gambito da Rainha faz disparar vendas de xadrez e livros sobre o jogo nos EUA
O sucesso da minissérie “O Gambito da Rainha” teve um efeito curioso no mundo real, transformando o centenário jogo de xadrez na última moda entre os jovens consumidores de streaming. De acordo com a empresa de pesquisas NPD Group, nas três semanas que se seguiram à estreia da atração, as vendas unitárias de jogos de xadrez aumentaram 87% nos Estados Unidos, enquanto as vendas de livros sobre xadrez subiram 603%. Este pico aconteceu após anos de crescimento estável ou negativo nessas categorias, disse o NPD, apontando que o disparo só poderia estar relacionado à série da Netflix. Por sua vez, a plataforma também informou que “O Gambito da Rainha”, centrada na personagem fictícia Beth Harmon, uma adolescente prodígio do xadrez que enfrenta os melhores jogadores do mundo, tornou-se a minissérie mais assistida da Netflix em seus primeiros 28 dias de disponibilização. Em suas quatro primeiras semanas, 62 milhões de contas de assinantes em todo o mundo assistiram a pelo menos dois minutos da série, que é o critério da empresa para considerar uma série vista (por isso, não está claro quantos assistiram a todos os sete episódios). Além do interesse nos tabuleiros e peças, vários livros sobre como jogar xadrez se tornaram campeões de venda de uma hora para outra, entre eles “Bobby Fischer Ensina Xadrez”, do campeão mundial Bobby Fischer, “Chess Fundamentals” (Xadrez básico, em tradução livre), de Jose Capablanca e até “Chess for Kids” (xadrez para crianças), de Michael Basman. Além disso, os dados de pesquisa do Google Trends mostram que o interesse em xadrez entre os usuários dos EUA quase quadruplicou desde a estreia de “O Gambito da Rainha”. “A ideia de que uma série de televisão em streaming pode ter um impacto nas vendas de produtos não é nova, mas finalmente podemos visualizá-la por meio dos dados”, disse Juli Lennett, consultora da indústria de brinquedos do NPD Group, em comunicado. “As vendas de livros e jogos de xadrez, que anteriormente estavam estagnadas ou em declínio por anos, aumentaram acentuadamente à medida que a nova série se tornou popular e conquistou espectadores.” Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Ao longo de seis episódios, a trama retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria, seguindo Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).
Encontrando Forrester: Filme de Sean Connery pode virar série
A rede americana NBC encomendou o projeto de uma série baseada no filme “Encontrando Forrester” (2000). Apresentado pela Sony Pictures TV, o projeto vem dos escritores TJ Brady e Rasheed Newson (“The Chi”) e contará com um piloto assinado pelo cineasta Tim Story (“Quarteto Fantástico”, “Shaft”). Além destes, caso seja aprovada, a série terá entre seus produtores o astro da NBA Stephen Curry. O filme original, dirigido por Gus Van Sant e escrito por Mike Rich, trazia Rob Brown como um astro de basquete do ensino médio e escritor prodígio, que encontra um mentor em um escritor solitário, interpretado por Sean Connery. A nova adaptação vai alterar a raça e o sexo dos protagonistas e será centrada em duas personagens negras: uma órfã sem-teto de 16 anos, cujas habilidades no basquete abrem as portas para um colégio interno de elite, e uma autora lésbica cuja carreira foi arruinada por um escândalo. Apesar de poucos pontos em comum com o filme, a série em potencial pretende refletir as mesmas ideias, analisando os custos de sucesso e oferecendo redenção por meio do vínculo entre as duas personagens. A Sony lançou o filme de 2000, que arrecadou US$ 80 milhões em todo o mundo (e também gerou um meme na Internet do personagem de Connery apresentando a frase “You the man now, dawg!”) O projeto se junta a uma lista de desenvolvimento da NBC que inclui outra adaptação de filme dramático antigo, “Tomates Verdes Fritos”, produzida pelo veterano Norman Lear e estrelada por Reba McEntire. Veja abaixo o trailer original do drama cinematográfico.
O Gambito da Rainha se torna a minissérie mais vista da Netflix
A Netflix anunciou nesta segunda (23/11) que “O Gambito da Rainha” estabeleceu um recorde de audiência entre suas minisséries. “Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a ‘O Gambito da Rainha’ em seus primeiros 28 dias. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel”, informou a plataforma em suas redes sociais. Os números, claro, são inflacionados. O critério usado pela Netflix para definir a audiência de um programa é a soma de usuários que assistiu ao menos dois minutos de determinada produção. Isso significa, basicamente, que quem ver apenas os créditos de abertura de um episódio, sem precisar assistir nenhum segundo da parte roteirizada da produção, já é contabilizado como tendo visto a temporada completa. A justificativa da plataforma é que este critério foi adotado primeiro pelo YouTube. Só que o YouTube exibe basicamente vídeos curtos de até quatro minutos – de modo que 2 minutos podem representar 50% de uma obra completa neste caso, e não 0,05% de uma temporada. Como a Netflix não abre seus números para auditoria externa, o mercado precisa decidir se aceita – com cinismo – tudo o que a empresa informa. Apesar dessa polêmica comercial, o fato é que “O Gambito da Rainha” foi bastante comentada nas redes sociais e recebeu críticas elogiadíssimas. Trata-se de uma das raríssimas produções da Netflix com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, após 70 resenhas publicadas. A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”). Lembre abaixo o trailer oficial da atração. Há exatamente um mês viramos todos gambiters! Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a O Gambito da Rainha em seus primeiros 28 dias no meu site. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2020
Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.
Virgin River: Veja o trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Virgin River”, drama romântico passado no interior rural dos EUA. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela descobre que precisa se adaptar ao novo lar e se reconciliar consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas para essa história durar mais de uma temporada, esse amor é marcado por várias idas e vindas. A próxima vinda estreia no dia 27 de novembro em streaming.
Sucesso da Netflix, O Gambito da Rainha quase virou filme de Heath Ledger
Novo sucesso da Netflix, a minissérie “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit) quase se materializou muito anos antes, como projeto do falecido astro Heath Ledger (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”). A revelação foi feita pelo autor do roteiro, Allan Scott. Antes da sua morte trágica em 2008, Ledger estava trabalhando com o roteirista em uma adaptação da história, baseada no livro homônimo de Walter Tevis, que serviria como sua estreia como diretor. Na ocasião, Ellen Page (“Juno”) estava até sendo considerada para viver a protagonista, Beth Harmon. As filmagens aconteceriam no fim de 2008, mas Ledger faleceu em janeiro daquele ano. “Ele era apaixonado pelo projeto, intenso e muito interessado. Nos encontramos várias vezes em Nova York, desenvolvendo as versões do roteiro — que chegamos a enviar para Ellen. Heath também estava cheio de ideias para o restante do elenco, pensando em chamar uma lista de seus amigos atores. O plano era fazer o filme no fim de 2008”, contou Scott numa entrevista para o jornal The Independent na época da morte do ator. “Todo mundo sabe que Heath era usuário de medicamentos prescritos e que ele teve problemas com vícios quando era jovem ”, também disse o roteirista na ocasião, observando que as lutas pessoais de Ledger levaram o ator a se interessar pela história de Beth Harmon. A antiga entrevista ressurgiu recentemente e viralizou com o lançamento da série, após o roteiro ser resgatado pelo diretor Scott Frank (“Godless”). Desde seu lançamento em 23 de outubro, “O Gambito da Rainha” se mantém em 1º lugar como a produção mais vista da Netflix. “O Gambito da Rainha” também se tornou a série mais bem-avaliada da plataforma – e de qualquer outro canal – em 2020, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – com 50 resenhas contabilizadas – inclusive entre os críticos considerados “top”. A produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).
Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar
O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.
Rosa e Momo: Trailer destaca volta da lendária Sophia Loren
A Netflix divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer legendado de “Rosa e Momo” (La Vita Davanti a Sé), que destaca a volta da lendária atriz Sophia Loren, aos 86 anos, após uma década afastada das telas. A grande dama do cinema italiano não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha abandonado a aposentadoria, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabesque” (1966) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que nunca chegou a se aposentar, apenas não tinha bons papéis que a fizessem querer interpretar. Ela vive a Rosa do título em português, uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime, até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema, como “Raízes do Céu” (1958), “Promessa ao Amanhecer” (1970), “Um Homem, uma Mulher, uma Noite” (1979) e “Cão Branco” (1982). A própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa – A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e estreia em 13 de novembro em streaming.
Trailer apresenta drama de boxe clandestino com Charlie Hunnam e Jack O’Connell
A Paramount divulgou três fotos, o pôster e o trailer de “Jungleland”, um drama de boxe estrelado por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”) e Jack O’Connell (“Invencível”). Os dois vivem irmãos trabalhadores numa cidade industrial falida, que veem uma chance de ganhar dinheiro com o talento do mais novo (O’Connell) em lutas clandestinas. Mas os planos não saem como esperado e eles se veem forçados a trabalhar para um criminoso, interpretado por Jonathon Majors (estrela de “Lovecraft Country”). Co-estrelado por Jessica Barden (“The End of the F***ing World”), “Jungleland” é escrito e dirigido por Max Winkler (“Flower”), filho do lendário ator Henry Winkler. Exibido no Festival de Toronto, o filme tem estreia comercial marcada para 6 de novembro em circuito limitado e quatro dias depois em VOD nos EUA. Por enquanto, não há previsão para o lançamento no Brasil.
George Clooney vai dirigir filme de beisebol produzido por Bob Dylan
George Clooney vai dirigir uma adaptação do livro “Calico Joe”, de John Grisham (“A Firma”), e um dos produtores do projeto é ninguém menos que o cantor Bob Dylan. Os dois são fãs do livro, que conta como uma jogada “quase fatal” em uma partida do campeonato da liga de beisebol mudou a vida dos jogadores envolvidos e de suas famílias. O roteiro da adaptação está a cargo do sócio de Clooney na produtora Smokehouse Pictures, Grant Heslov, que escreveu os melhores (“Boa Noite e Boa Sorte” e “Tudo pelo Poder”) e os piores (“Caçadores de Obras-Primas” e “Suburbicon”) filmes dirigidos pelo parceiro. “George e Grant veem neste livro o que eu vejo: uma história poderosa, que vai ressoar com pessoas jovens e velhas da mesma forma. Indivíduos de todos os lugares e classes sociais poderão se identificar com ela”, disse Dylan no comunicado do projeto. Apesar de ser mais conhecido por seu trabalho musical, Dylan tem uma longa relação com o cinema. Ele atuou em filmes como “Pat Garrett e Billy the Kid” (1973) e “A Máscara do Anonimato” (2003), e até dirigiu um longa, “Renaldo and Clara”, em 1978. Mais recentemente, também ingressou como produtor executivo em um filme biográfico sobre sua vida, que será dirigido por James Mangold (“Logan”) e estrelado por Timotheé Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”). A adaptação ainda não tem data de estreia definida. Clooney, enquanto isso, trabalha na pós-produção da ficção científica “Midnight Sky” para a Netflix, onde acumula as funções de diretor e ator, e já adiantou um próximo projeto: a adaptação do livro “Bar Doce Lar”.












