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  • Jake Gyllenhaal
    Filme

    Jake Gyllenhaal e Carey Mulligan vão estrelar primeiro filme dirigido pelo ator Paul Dano

    24 de setembro de 2016 /

    O ator Paul Dano vai dirigir seus colegas Jake Gyllenhaal (“Evereste”) e Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”) em seu primeiro filme como diretor. Ainda jovem, mas com um currículo de filmes premiados, como “Pequena Miss Sunshine” (2006), “Sangue Negro” (2007) e “12 Anos de Escravidão” (2013), Dano vai estrear na direção com “Wildlife”, adaptação do romance homônimo do escritor Richard Ford. O livro traz a história de um garoto que acompanha a derrocada do casamento dos pais após a mãe se apaixonar por outro homem. Segundo o site da revista Variety, Gyllenhaal também será um dos produtores da adaptação, que tem roteiro do próprio Dano em parceria com sua namorada Zoe Kazan. O casal já dividiu a cena na comédia romântica “Ruby Sparks – A Namorada Perfeita”, que ela escreveu. Dano e Gyllenhaal, por sua vez, recentemente trabalharam juntos no filme de monstro “Okja”, do cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho (“Expresso do Amanhã”), atualmente em pós-produção. “Wildlife” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Denzel Washington
    Filme

    Denzel Washington vai estrelar drama jurídico do diretor de O Abutre

    24 de setembro de 2016 /

    Denzel Washington vai estrelar o drama jurídico “Inner City”, segundo longa dirigido por Dan Gilroy, após sua estreia excepcional com “O Abutre” (2014). Mais conhecido como roteirista (“O Legado Bourne”, “Gigantes de Aço”), Gilroy também assina o roteiro, que será produzido pela Sony Pictures. Segundo o site Deadline, a produção orçada em torno de US$ 40 milhões é apresentada como uma mistura de “Conduta de Risco” (suspense de 2007 com George Clooney) com “O Veredicto” (drama de tribunal de 1982 com Paul Newman). Denzel Washington será Roman J. Israel, um advogado liberal que nunca recebe os devidos créditos pelo trabalho prestados ao ajudar os mais pobres. Quando o sócio de sua firma morre vítima de um ataque cardíaco, ele precisa assumir o protagonismo e acaba descobrindo situações secretas da empresa que o colocam em dúvida sobre sua própria atuação. As filmagens estão previstas para março na cidade de Los Angeles. Atualmente em cartaz com o western “Sete Homens e um Destino”, Denzel Washington também estrela “Fences”, que chega aos cinemas americanos em 25 de dezembro, de olho numa indicação ao Oscar.

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  • Pequeno Segredo
    Filme

    Pequeno Segredo estreia apenas numa cidade gaúcha para cumprir regra do Oscar

    22 de setembro de 2016 /

    Escolhido para representar o Brasil no Oscar 2017, na disputa por uma vanga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, “Pequeno Segredo” será lançado nesta quinta-feira (22/9) com exclusividade na cidade de Novo Hamburgo, próxima a Porto Alegre, mantendo uma sessão diária na rede Cinespaço, no shopping Bourbon. Desta forma, o longa dirigido por David Schurmann conseguirá cumprir uma regra obrigatória para se qualificar ao Oscar, de estrear em pelo menos uma sala do circuito comercial do país até o dia 30 de setembro deste ano. Aparentemente, não há nenhum motivo específico para Novo Hamburgo ter sido a cidade escolhida para receber essa estreia antecipada, já que a história da família Shurmann, retratada na tela, tem ligação mais forte com Florianópolis. Com isso, a estreia em grande circuito fica mantida para 10 de novembro. Antes, porém, o filme será exibido na mostra não-competitiva do Festival do Rio. Esta não é a primeira vez que um filme escolhido como representante do Brasil no Oscar adota essa estratégia. “Tropa de Elite”, em 2007, e “Última Parada 174”, em 2008, também fizeram o mesmo. Veja o trailer e saiba mais sobre “Pequeno Segredo” aqui.

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  • Christine
    Filme

    Christine: Drama que recria a tragédia mais chocante da história da TV ganha trailer

    20 de setembro de 2016 /

    O estúdio The Orchard divulgou dois pôsteres e o trailer de “Christine”, drama indie que recria os minutos mais impactantes da história da televisão. A prévia mostra como a pressão para produzir notícias mais sensacionais leva uma repórter e apresentadora de telejornal a um colapso nervoso. As imagens terminam antes de mostrar “a chocante história real que mudou a face da televisão”, como descreve o letreiro do próprio vídeo. Mas não é spoiler lembrar que Christine Chubbuck tornou-se célebre como a primeira apresentadora de TV a se suicidar ao vivo, diante das câmeras de seu programa. A tragédia real já tinha inspirado um clássico do cinema, “Rede de Intrigas” (1976), que venceu quatro Oscars, dois anos após o suicídio de Christine. E o trailer apresenta uma recriação bastante fiel da época, quando o sensacionalismo era considerado uma virtude a ser perseguida pelos telejornais. A passagem do tempo fez com que o colapso de Christine fosse esquecido, mas, após 40 anos, o filme chega na época certa, dois anos após “O Abutre” (2014) demonstrar como o sensacionalismo ressurgiu nos telejornais – no Brasil, basta sintonizar na programação vespertina da TV aberta para verificar como as notícias são cada vez mais dramáticas. O elenco destaca Rebecca Hall, impressionante no papel principal, além de Michael C. Hall (série “Dexter”) como seu colega de bancada e Tracy Letts (série “Homeland”) como seu chefe. “Christine” é o terceiro longa-metragem do diretor Antonio Campos, todos muito elogiados pela crítica. Seu primeiro filme, “Afterschool” (2008), inclusive revelou o ator Ezra Miller (o Flash do cinema). O nome do cineasta chama atenção pela sonoridade brasileira. Nascido em Nova York, ele é mesmo filho de brasileiro – do jornalista Lucas Mendes, que apresenta o programa “Conexão Manhattan”, no canal pago Globo News. Mas puxou mais a mãe americana, Rose Ganguzza, que é produtora de filmes indies como “Margin Call” (2011), “As Palavras” (2012) e “Versos de Um Crime” (2013). Exibido no Festival de Sundance, “Christine” estreia em 14 de outubro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Bilheterias: Sully mantém liderança faturando mais que Bruxa de Blair e O Bebê de Bridget Jones juntos

    18 de setembro de 2016 /

    Novo drama estrelado por Tom Hanks, “Sully: O Herói do Rio Hudson” se manteve na liderança das bilheterias norte-americanas (EUA e Canadá) pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando mais que a soma da estreia de duas continuações de franquias famosas, que tiveram grande investimento em marketing para sua divulgação. O filme dirigido por Clint Eastwood, baseado na história real do piloto que evitou uma tragédia recente na aviação americana, fez US$ 21,8 milhões e já se aproximou dos US$ 100 milhões mundiais, um desempenho promissor para seu orçamento de US$ 60 milhões. “É uma história bem feita”, disse Jeff Goldstein, vice-presidente-executivo de distribuição da Warner Bros. em comunicado, ressaltando ainda que “o boca a boca é sensacional”. As continuações que decepcionaram foram “Bruxa de Blair” e “O Bebê de Bridget Jones”, sequências de filmes que chegaram ao cinema uma geração atrás. Nenhum dos dois longas rendeu grandes filas, arrecadando US$ 9,7 milhões e US$ 8,2 milhões, respectivamente. O valor só não representa um fracasso para “Bruxa de Blair”, porque foi filmado com câmeras portáteis e pouco investimento, com um orçamento de produção de US$ 5 milhões – menor, inclusive, que seus gastos de marketing. Já o “O Bebê de Bridget Jones” custou US$ 35 milhões e provavelmente o dobro disso em marketing, tamanha a presença do filme na mídia. A estreia no Brasil está marcada para 29 de setembro. O terceiro lançamento da semana, “Snowden”, de Oliver Stone, abriu em 4º lugar, mas não muito distante dos demais, com US$ 8 milhões. Cinebiografia do informante Edward Snowden, que denunciou o programa de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional) americana, responsável pela vigilância da internet e dos celulares de todos os cidadãos, a produção custou US$ 40 milhões, mas foi econômica em sua divulgação, apostando na repercussão de sua première no Festival de Toronto. O problema é que a crítica não se entusiasmou. O longa teve 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, bem mais que os 37% de “Bruxa de Blair”, mas bem menos que os 78% do terceiro “Bridget Jones”. Para piorar sua perspectiva de rendimento internacional, “Snowden” não tem previsão de lançamento no Brasil. O terror “O Homem nas Trevas” fecha o Top 5, atingindo uma arrecadação doméstica de US$ 75,3 milhões, que o consolida como o segundo maior sucesso do gênero na América do Norte em 2016 – atrás somente de “Invocação do Mal 2”, com US$ 102,4 milhões nos EUA e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 70,5 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 2. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 9,6 milhões Total EUA: US$ 9,6 milhões Total Mundo: US$ 14,5 milhões 3. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 8,2 milhões Total Mundo: US$ 38,1 milhões 4. Snowden Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 8 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 5. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 75,3 milhões Total Mundo: US$ 107 milhões 6. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 7. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 313,7 milhões Total Mundo: US$ 718,8 milhões 8. As Aventuras de Robinson Crusoé Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 9. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,2 milhões Total Mundo: US$ 54,6 milhões 10. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 72,8 milhões Total Mundo: US$ 113 milhões

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  • Mate-Me por Favor
    Filme

    Desculpe o transtorno, mas sete filmes nacionais estreiam nesta semana

    15 de setembro de 2016 /

    Um terror é o principal lançamento no circuito nacional pela segunda semana consecutiva. Retomando a franquia que popularizou a estética dos vídeos encontrados (found footage) em 1999, “Bruxa de Blair” dará sustos no escuro de 734 cinemas pelo Brasil. A continuação acompanha uma nova equipe de documentaristas na floresta onde os integrantes do filme original desapareceram, e foi rodado em segredo por Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos diretores mais incensados da nova geração do terror/suspense. A surpresa dividiu opiniões, com 53% de aprovação no site Rotten Tomatoes – bem melhor que a primeira sequência, lançada em 2000 com apenas 13%. O segundo filme americano nos shoppings é “Conexão Escobar”, que traz Bryan Cranston (série “Breaking Bad) como um agente da alfândega que enfrenta o cartel do narcotraficante colombiano Pablo Escobar. Chega em 119 salas após implodir nas bilheterias dos EUA e sem ter gerado um terço do hype da série “Narcos” sobre o mesmo tema. Mas a crítica gringa gostou (67% de aprovação). De todo modo, o que chama atenção na semana é a quantidade de estreias nacionais. São nada menos que sete longas: dois documentários e cinco obras de ficção, com destaque para um drama adolescente absolutamente imperdível. Apesar disso, apenas um dos lançamentos conta com distribuição ampla. “Desculpe o Transtorno” leva a 318 telas a tentativa de Gregório Duvivier emplacar como protagonista de comédia romântica, na esteira do colega de Porta dos Fundos Fábio Porchat. Nesta missão, ele contou com ajuda dos incautos que tornaram viral um texto de propaganda, publicado em sua coluna num grande jornal, supostamente como declaração de amor à ex-esposa, que, “por coincidência”, é seu interesse amoroso no filme. Houve quem achasse o texto profundo. Mas a comédia não passa de uma versão besteirol de “O Médico e o Monstro”, em que Duvivier faz o público sofrer com suas duas personalidades, um estereótipo de paulista e um clichê de carioca. O roteiro foi escrito por Adriana Falcão e Tatiana Maciel, que assinaram juntas “Fica Comigo Esta Noite” (2006), e a direção é de Thomas Portella, que retorna ao humor de sua estreia, “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011), após o terror banal “Isolados” (2014) e o ótimo policial “Operações Especiais” (2015). O contraste é brutal com o outro lançamento do gênero, “Turbulência”, que chega em apenas quatro salas no interior do Rio. Acompanhando os encontros e desencontros de dois casais, o filme tem uma história de aeroporto como pano de fundo, como em “Ponte Aérea” (2014), mas é muito amador, com elenco de coadjuvantes de novela, cenografia “Casas Bahia”, falta de timing humorístico e tom histérico permanente. A equipe vem da produção de séries da TV Rio Sul, braço da Globo no interior carioca, e é sub-Globo em tudo. Igualmente televisivo, “Os Senhores da Guerra” tem ambição épica, porém suas cenas de batalha são encenadas como minissérie da Globo – ou, no caso, da RBS TV, cujo padrão é bem mais elevado que o da TV Rio Sul. Assim como nos longas anteriores de Tabajara Ruas (“Netto Perde Sua Alma”), a produção foca conflitos históricos do Rio Grande do Sul, desta vez a Revolução Federalista do século 19. A carga dramática ganha contornos folhetinescos com a divisão política de uma família, que coloca irmão maragato contra irmão ximango. A distribuidora não revelou o circuito, mas o lançamento chega, além do RS, ao menos em São Paulo. Também rodado no Sul do país, “Lua em Sagitário” é um drama adolescente que acompanha uma garota entediada com seu cotidiano, numa cidadezinha catarinense na fronteira com a Argentina. Em busca de novidades, ela descobre o amor, o rock e os últimos hippies brasileiros. Um deles, claro, é Sergei. A outra é a recém-falecida Elke Maravilha, em seu derradeiro papel. Mas vale prestar atenção na jovem protagonista, a estreante Manuela Campagna, que passa meiguice extrema. Com vivência em documentários, a diretora Marcia Paraiso faz uma boa estreia na ficção, apesar de alguns problemas de dicção de seu elenco. Já o melhor da lista é, disparado, “Mate-me por Favor”, filme de estreantes, que mesmo assim rendeu os prêmios de Melhor Atriz e Direção para a Valentina Herszage e Anita Rocha da Silveira, respectivamente. Interessante como as melhores estreias da semana são dois primeiros filmes de novas diretoras, focados em adolescentes e sem atores globais. “Mate-Me por Favor”, inclusive, seguiu carreira internacional, exibido nos festivais de Veneza, Munique, IndieLisboa e SXSW, arrancando elogios da imprensa internacional – mas não foi submetido à comissão do Oscar. Escrito pela própria diretora, “Mate-me por Favor” explora medo e desejo, manifestando as pulsões de eros e thanatos na descoberta da sexualidade de um grupo de adolescentes numa região violenta, marcada pelo assassinato de meninas da sua idade, com reflexo na repressão feminina. Redondinho, rende várias leituras, prende a atenção do começo ao fim e já tem lugar garantido na seleção de melhores do ano da Pipoca Moderna. Mas pode ser difícil vê-lo, pois a distribuição é limitada e não teve seu circuito divulgado. Por falar em pulsão, há ainda um documentário nacional, “Hestórias da Psicanálise – Leitores de Freud”, que chega em 20 telas, dedicado a refletir a leitura de Sigmund Freud no Freud. Bem feito e convencional. O outro documentário é parte ficção. “Olympia” reflete sobre a realização das Olimpíadas no Rio e seu impacto, repisando o pisoteado tema da corrupção. O diretor Rodrigo Mac Niven (“O Estopim”) parte da construção do campo de golfe num terreno de reserva ambiental, mas o escândalo se passa numa cidade fictícia chamada Olympia, onde as pessoas nascem com asas, que logo são cortadas. A alegoria dilui a denúncia, colateralmente lembrando que no Rio tudo inspira carnaval. A programação se completa com dois lançamentos europeus em circuito limitado. Apesar da popularidade dos personagens, a animação espanhola “Mortadelo & Salaminho – Em Missão Inacreditável” estará disponível em cerca de 20 salas com exclusividade na rede Cinépolis. A produção usa computação gráfica para dar novas dimensões à obra clássica de Francisco Ibáñez e terá, inclusive, algumas exibições em 3D, mas seu humor não reflete a graça dos quadrinhos originais. Por fim, o francês “Meu Rei” chega a oito salas do Rio de Janeiro. Sorte dos cariocas, pois é o melhor filme internacional da semana. Dirigido pela bela atriz, que virou brilhante cineasta Maïween (vejam também “Polissia”), acompanha um romance que se torna um relacionamento abusivo, com cenas de amor e violência doméstica, estendendo-se por anos. Emmanuelle Bercot foi premiada como Melhor Atriz do Festival de Cannes por seu papel, e o elenco ainda inclui Vincent Cassel e Louis Garrel – todos, mais a diretora, indicados ao César, o “Oscar francês”. A expectativa é que o circuito se expanda nas próximas semanas para outras cidades.

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  • Pequeno Segredo
    Filme

    Pequeno Segredo: Veja o trailer e 22 fotos do candidato brasileiro à vaga no Oscar 2017

    12 de setembro de 2016 /

    A Diamond Filmes divulgou o trailer, o pôster oficial e as fotos de “Pequeno Segredo”, que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira do Oscar 2017. A prévia chama atenção pela plasticidade da direção de fotografia do peruano Inti Briones, que já foi premiado no Festival de Veneza por seu trabalho em “Las Niñas Quispe” (2013), e também aponta um cuidado na apresentação da trama, evitando a manipulação habitual dos melodramas de doença. O filme é um projeto bastante pessoal do diretor David Schurmann, pois se baseia numa história verídica de sua família, conhecida por navegar o mundo. A trama gira em torno da garotinha Kat, filha adotiva de Heloisa e Vilfredo Schurmann. Ao adotá-la, o casal convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção. A história inspirou também o livro best-seller “Pequeno Segredo: A Lição de Vida de Kat para a Família Schurmann” (2012), escrito por Heloisa, a mãe do diretor. O diretor catarinense já tinha registrado as aventuras mundiais de sua família em dois documentários e numa série do “Fantástico”. Seu novo filme, porém, é um drama de ficção e possui um elenco internacional, formado por Julia Lemmertz (“Meu Nome não é Johnny”), Marcello Antony (“A Partilha”), Maria Flor (“360”), a irlandesa Fionnula Flanagan (“Divinos Segredos”) e o neozelandês Erroll Shand (“Meu Monstro de Estimação”), além de marcar a estreia da menina Mariana Goulart, no papel de Kat Schurmann. Já a equipe de produção traz, além de Briones, os premiados Antonio Pinto (que assinou a trilha do documentário vencedor do Oscar em 2016, “Amy”) na trilha sonora e Brigitte Broch (vencedora do Oscar por “Moulin Rouge”) na direção de arte. O roteiro é assinado por Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”), Marcos Bernstein (“Central do Brasil”) e pelo próprio diretor. A estreia está marcada para 10 de novembro, mas terá que ser adiantada para no máximo 23 de setembro, visando cumprir as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, sob o risco de o filme ser desqualificado.

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    Gold: Matthew McConaughey encontra ouro em trailer de drama baseado em fatos reais

    10 de setembro de 2016 /

    A Weinstein Company divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Gold”, drama que destaca nova transformação física de Matthew McConaughey (“Clube de Compras Dallas”). Ele aparece careca e fora de forma na prévia, vivendo um caçador de ouro que sonha com fortunas na Indonésia, e aposta tudo o que tem para materializar sua fortuna. A montagem do trailer, porém, empolga-se e conta todos os pontos de virada que se seguem na história, acompanhando o protagonista da pobreza para a riqueza e novamente para a pobreza. Baseado numa história real, o filme mudou os nomes dos personagens e alguns detalhes para contar o escândalo da Bre-X Minerals Ltd, companhia mineradora que anunciou a descoberta um grande depósito de ouro na Indonésia nos anos 1990, fazendo com que suas ações disparassem, mas tudo não passou de uma grande fraude. “Gold” tem roteiro e direção de Stephen Gaghan (“Syriana – A Indústria do Petróleo”), e o elenco também inclui Édgar Ramirez (“Livrai-Nos do Mal”), Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Rachael Taylor (série “Jessica Jones”), Bruce Greenwood (“Star Trek”) e Stacy Keach (“O Legado Bourne”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Nós Duas Descendo a Escada registra paixão lésbica com olhar de cinéfilo

    10 de setembro de 2016 /

    O diretor Fabiano de Souza, que estreou com o interessante “A Última Estrada da Praia” (2010), estabeleceu uma dinâmica inusitada para as filmagens de seu segundo longa, “Nós Duas Descendo a Escada”. Durante quase um ano, as atrizes Miriã Possani (também de “A Última Estrada da Praia”) e Carina Dias (“13 Histórias Estranhas”) tiveram dois encontros mensais para rodarem as suas participações, estratégia para buscar uma autenticidade nos efeitos desgastantes de um relacionamento a princípio sem compromisso. De um lado, temos Adri (Miriã Possani), jovem de 24 anos recém-formada que trabalha em uma livraria enquanto ambiciona por uma carreira artística. Do outro, há Mona (Carina Dias), arquiteta bem-sucedida prestes a completar 30 anos que, ao contrário de Adri, lida com muita libertinagem quanto a sua sexualidade. A insegurança de uma e a confiança da outra são os principais elementos opostos que se atraem, mas logo as distinções entre essas duas mulheres dificultarão a relação, fazendo com que a narrativa (também da autoria de Fabiano de Souza) tente encontrar alguns pontos de fuga do padrão de algo que se oferece como uma comédia romântica. Mas o resultado pretendido é diferente do que se efetiva na tela. O lado cinéfilo do diretor e roteirista fica em evidência em inúmeras passagens de “Nós Duas Descendo a Escada”. Para ilustrar a passagem do tempo, recortes de jornais ganham a tela, geralmente destacando notícias sobre os lançamentos da época (as filmagens aconteceram entre 2011 e 2012) ou acontecimentos impactantes, como o falecimento de Carlos Reichenbach. Essa devoção pelo cinema também se manifesta nas interações entre personagens. Divertida, há uma cena em que Adri e Mona se comunicam em uma locadora a partir de títulos de alguns DVDs. No entanto, na maior parte do tempo, as referências geram diálogos deslocados, insípidos. Por exemplo: ao chegar a uma festa de Mona, Adri se apresenta para uma convidada que afirma ela é mágica por estar de vermelho. “A fraternidade é vermelha”, Adri responde. E assim como em “Azul É a Cor mais Quente”, o direcionamento das coisas leva a acreditar que um rompimento entre Adri e Mona seja muito mais crível do que a continuidade de seu namoro. Existe um esforço em tornar a troca de afetos o mais íntima possível. Ainda assim, são duas pessoas sem sintonia, que na realidade não passariam do sexo casual. Tanto que o único instante em que um choque de realidade despenca em “Nós Duas Descendo a Escada” é aquele em que Adri e Mona atacam uma a outra com um sem número de verdades, até que concluem que definitivamente pertencem a universos diferentes. O drama de “Nós Duas Descendo a Escada” é que não há nada pior do que um romance que oferece mais contras do que prós para (des)acreditar na união de um casal.

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    Daniel Day-Lewis irá retomar parceria com o diretor de Sangue Negro

    10 de setembro de 2016 /

    O ator Daniel Day-Lewis, que não filma desde que venceu o Oscar por “Lincoln” (2012), vai retomar sua parceria com o cineasta Paul Thomas Anderson, responsável pelo filme que lhe rendeu seu Oscar anterior, “Sangue Negro” (2007). Além de dirigir, Anderson também assina o roteiro, que terá como pano de fundo a indústria da moda na Londres da década de 1950 Segundo o site Deadline, o longa, ainda sem título, deverá começar a ser rodado no início do ano que vem, após render uma disputa acirrada entre diferentes produtoras. Os direitos de produção foram adquiridos pela Focus Features, que entrará com um orçamento de US$ 35 milhões para as filmagens. A previsão de lançamento é para o final de 2017, visando qualificação para o Oscar 2018. Daniel Day-Lewis já tem, ao todo, três Oscars de Melhor Ator (o primeiro foi por “Meu Pé Esquerdo”, de 1989). Paul Thomas Anderson, por sua vez, foi indicado quatro vezes ao troféu da Academia, mas nunca venceu.

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  • Filme

    Diretor mexicano de Gravidade voltará a filmar em seu país após 15 anos

    9 de setembro de 2016 /

    O diretor mexicano Alfonso Cuarón, vencedor do Oscar por “Gravidade” (2014), vai voltar às raízes. Quinze anos após ter realizado seu último filme em seu país natal, ele voltará a filmar no México. A revelação foi feita por meio de comunicado da produtora Participant Media. “Esse filme é muito importante para mim e será meu primeiro no México desde ‘E Sua Mãe Também’”, ele contou, referindo-se ao filme de 2001, cujo sucesso internacional, com indicação ao Oscar de Melhor Roteiro, catapultou sua carreira e a de seus jovens astros, Gael Garcia Bernal e Diego Luna. Desde então, Cuarón se destacou em Hollywood no gênero da ficção científica e da fantasia, tendo dirigido também “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (2004) e “Filhos da Esperança” (2006). Ainda sem título, o novo filme relatará um ano na vida de uma família de classe média na Cidade do México no início da década de 1970. Não há maiores informações sobre a produção, que começará a ser filmada no final do ano.

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    Beleza Oculta: O universo responde a Will Smith no primeiro trailer legendado do drama fantasioso

    9 de setembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Beleza Oculta”, drama fantasioso estrelado por Will Smith (“Esquadrão Suicida”). Na trama, um publicitário de Nova York (Smith) entra em depressão após passar por uma tragédia pessoal e passa a escrever cartas para lidar com a dor. Os amigos que tentam ajudá-lo descobrem que as cartas não são para pessoas reais, mas para “coisas” como Amor, Morte e Tempo. A rotina triste segue até o momento em que um senhora (Helen Mirren, de “Trumbo”) se apresenta como resposta à sua carta à Morte. Logo, surgem outros, como o Tempo (Jacob Latimore, de “Maze Runner”) e o Amor (Keira Knightley, de “O Jogo da Imitação”), dizendo ser uma resposta do universo a seus questionamentos. Seria alucinação, realidade ou uma trama dos amigos para ajudá-lo? O elenco ainda inclui Edward Norton (“Birdman”), Kate Winslet (“Divergente”), Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Naomie Harris (“007 Contra Spectre”) como os amigos do personagem de Smith. O roteiro foi escrito por Allan Loeb (“Rock of Ages: O Filme”) e a direção está a cargo de David Frankel (“Marley & Eu”, “Um Divã para Dois”). “Beleza Oculta” tem estreia marcada para 26 de janeiro no Brasil, 40 dias após seu lançamento nos EUA.

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    Fences: Veja as primeira fotos do drama dirigido e estrelado por Denzel Washington

    7 de setembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou as primeiras fotos oficiais de “Fences”, drama estrelado e dirigido pelo astro Denzel Washington (“O Protetor”). As imagens mostram o ator no papel principal, ao lado de Viola Davis (“Esquadrão Suicida”). O filme é uma adaptação da peça homônima, escrita por August Wilson nos anos 1980, que já foi interpretada por Washington numa montagem da Broadway. Pelo papel, ele recebeu o Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Ator de 2010. Na ocasião, também contracenou com Viola Davis, que foi premiada como Melhor Atriz. O próprio Wilson assina o roteiro da adaptação, que mantém a ambientação na década de 1950. A trama é centrada em Troy Maxon, um lixeiro urbano assombrado por seu sonho irrealizado de se tornar um astro do beisebol. Denzel Washington já dirigiu dois filmes: as cinebiografias “Voltando a Viver” (2002) e “O Grande Desafio” (2007). “Fences” tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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