Brasileiro criador do MMA elogia a coragem e o discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro
Assim como Donald Trump, muitos lutadores de MMA não gostaram nada do discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro. Ao defender a classe, falando da diversidade de origens dos atores de Hollywood, ela disse, durante o discurso em que agradeceu o prêmio/homenagem a sua carreira: “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”. Curiosamente, os jogadores de futebol americano não comentaram a declaração, mas diversas personalidades do universo do MMA, inclusive o presidente do UFC Dana White, sentiram os calos doerem. Só que, enquanto White chamou a atriz de 67 anos de “senhora esnobe de 80 anos” e de “idiota”, afirmando que o MMA “é uma arte”, o brasileiro Rorion Gracie, criador do MMA, foi na contra-mão e elogiou o discurso. “Eu aplaudo a coragem de Meryl Streep, que, como boa lutadora, enfrenta um oponente mais forte. Ela só estava mal informada sobre as origens do MMA. Foi criado por mim e eu nasci no Brasil”, escreveu no Twitter. A conclusão é que nem o MMA existiria nos EUA se os imigrantes estrangeiros fossem expulsos por Trump, numa radicalização de sua plataforma xenófoba. O que, em vez de tirar a razão, dá ainda mais força ao discurso de Meryl Streep. I commend Meryl Streep's courage, who as a good fighter, takes on a bigger opponent! @goldenglobes #GoldenGlobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017 She was just misinformed regarding the origins of MMA. It was actually created by me, and I was born in Brazil! #Streepfighter @goldenglobes — Rorion Gracie (@roriongracie) January 9, 2017
Mark Hamill dubla tuíte de Donald Trump com a voz do Coringa
O atro Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker na saga “Star Wars”, usou a voz de seu segundo personagem mais celebrado, o Coringa, que ele dubla desde 1992 em inúmeras séries, games e longas animados da Warner/DC Comics, para encarnar Donald Trump. Hamill gravou uma leitura do tuíte em que Trump zomba de seus inimigos, desejando feliz ano novo a todos, com a voz do vilão do Batman. E ficou perfeito. Ouça abaixo. “Feliz Ano Novo para todos, mesmo para os meus muitos inimigos e aqueles que lutaram contra mim e perderam feio e simplesmente não sabem o que fazer. Amor!”, diz o texto original. A ideia surgiu quando o comediante americano Matt Oswalt (“Dude Bro Party Massacre III”) comentou, no Twitter, que a mensagem de Trump “parecia algo que o Coringa diria pouco antes de lançar um enxame de abelhas assassinas em Gotham”. Seu irmão, o também comediante Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”) instigou Hamill a “fazer isso acontecer” e o ator topou a brincadeira: “Assim que eu descobrir como tuitar trechos de som eu adoraria fazer. Ninguém escreve diálogos de super-vilões melhor do que o Trumputin! #KremlinCandidate”. Como Hamill deu o título de “The Trumpster quote #1” à mensagem com o texto dublado, é de se imaginar que novas citações de Trump devem aparecer, assim que o presidente dos EUA postar nova piada em forma de ameaça no Twitter.
Donald Trump chama Meryl Streep de “superestimada” e “lacaia de Hillary Clinton” após Globo de Ouro
O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump chamou Meryl Streep de “lacaia de Hillary Clinton” em resposta ao discurso duro que a atriz fez no Globo de Ouro. Ele falou sobre o assunto, na manhã desta segunda-feira (9/1), em uma breve entrevista por telefone ao jornal norte-americano The New York Times, e também em seu Twitter. Homenageada com o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua carreira, Meryl fez um discurso histórico e emocionante sobre a diversidade que Hollywood representa. Dizendo que se fala muito sobre Hollywood – ou, como Trump prefere chamar, “o povo liberal do cinema” – , ela explicou o que isso significava. “Mas quem somos nós? O que é Hollywood? Eu fui criada nas escolas públicas de Nova Jersey”, discursou a atriz, citando as diferentes origens e nacionalidades de seus colegas e lembrando que muitos são estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. Sem nomear diretamente o político, ela também criticou as atitudes do futuro presidente, que ridicularizou um jornalista deficiente em um comício. “Esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar. A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos.” Ao jornal nova-iorquino, Trump disse que não assistiu ao Globo de Ouro, mas que não ficou surpreso com o teor do discurso. “As pessoas continuam dizendo que eu zombei da incapacidade do repórter, como se Meryl Streep e outros pudessem ler a minha mente”, disse. “Lembrem-se, Meryl Streep participou de uma convenção de Hillary Clinton”, concluiu. Já no Twitter, ele publicou uma série de posts e chamou a atriz de “superestimada”. “Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro. Ela é uma lacaia de Hillary. Pela centésima vez, eu nunca zombei de um repórter deficiente (nunca faria isso), eu simplesmente o imitei engasgando quando ele mudou completamente uma história de 16 anos que havia escrito para me denegrir. Mas uma vez a mídia desonesta”, escreveu ele, fazendo referência a Serge Kovaleski, repórter do New York Times.
Donald Trump e Arnold Schwarzenegger batem boca por audiência de reality show
Donald Trump mirou sua metralhadora de rancor para Arnold Schwarzenegger. O presidente eleito dos Estados Unidos criticou a baixa audiência do ator, que assumiu o comando de seu antigo reality show, o “Celebrity Apprentice” (Aprendiz Celebridades). “Uau! Os dados de audiência chegaram e Arnold Schwarzenegger foi destruído em comparação com a máquina de audiência Donald John Trump”, ele escreveu em seu perfil no Twitter. “Isso porque ele é uma estrela do cinema e esses números são da 1ª temporada dele, comparando com a minha 14ª. Agora compare a dele com a minha primeira temporada. Mas quem se importa, ele apoiou Kasich e Hillary”, continuou Trump, em referência a dois de seus oponentes, John Kasich, derrotado por ele nas primárias do partido republicano, e Hillary Clinton, a candidata democrata, que receberam apoio de Schwarzenegger. A estreia do ator no comando do programa foi vista por 4,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, na segunda-feira (2/1). Já a estreia da última temporada da atração apresentada por Trump, em janeiro de 2015, foi vista por 6,8 milhões de pessoas. Schwarzenegger respondeu a provocação, lembrando que o presidente eleito deveria, provavelmente, ter outras prioridades no momento, considerando que assume a Casa Branca em duas semanas. “Não há nada mais importante do que o trabalho do povo, Donald Trump. Desejo sorte a você e espero que você trabalhe por TODOS os americanos de maneira tão agressiva como você trabalhou pela sua audiência.”
Megan Mullally posta foto “auto-explicativa” de comemoração com o elenco de Will & Grace
A atriz Megan Mullally postou uma foto de ano novo em seu Twitter que alude diretamente ao retorno da série “Will & Grace”. Na imagem, ela aparece comemorando e jogando brindes para cima, ao lado de Debra Messing, Sean Hayes e Eric McCormack – o elenco central da produção. A legenda diz apenas: “Auto-explicativo”. E, de fato, nem precisa dizer mais nada. A imagem foi divulgada poucos dias após Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação em “Will & Grace”, afirmar, durante uma entrevista de rádio, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing. self-explan ? pic.twitter.com/95mhMVehsI — Megan Mullally (@MeganOMullally) January 1, 2017
Ator afirma que a série Will & Grace vai voltar em 2017
O veterano ator Leslie Jordan, que participou de “Will & Grace”, confirmou em entrevista à rádio KPBS, de San Diego, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. O ator de 61 anos venceu um Emmy por sua performance como Berveley Leslie, amigo de Karen Walker, personagem de Megan Mullally na série. Os rumores de um retorno da série circulavam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing.
Vídeo criativo transforma 2016 em filme de terror
As mortes de tantas celebridades e os acontecimentos traumáticos de 2016 inspiraram o Friend Dog Studios a produzir um curta em forma de trailer para “2016: The Movie”, transformando o ano num filme de terror. Tudo começa de forma inocente, com a comemoração do ano novo numa casa nova, mas de repente coisas inesperadas começam a acontecer, como a morte de lendas, de David Bowie à Carrie Fisher, celulares explodem, a Inglaterra deixa a União Europeia e um serial killer com a máscara de Donald Trump acaba de vez com a tranquilidade dos personagens. É bem divertido, mas a esperança é que não haja uma sequência. Ou que “2017: The Movie” seja uma comédia.
Fim de ano marcado por mortes de celebridades inspira Charlie Sheen a rezar para que Trump seja o próximo
A série de mortes consecutivas de personalidades do mundo do entretenimento tem deixado o clima do fim de ano bastante pesado em Hollywood. Mas isso não abalou Charlie Sheen, que aproveitou o tema para demonstrar seu humor negro. Usando seu Twitter, o ator pediu a Deus para incluir mais um famoso em sua lista de mortes. “Querido Deus. Que o próximo seja Trump, por favor”, escreveu Sheen para seus 11,8 milhões de seguidores. O tuíte foi feito em formato de oração — “Trump next, please”, repetido várias vezes, com fervor. Veja abaixo. O presidente eleito Donald Trump, que é seguido por 18,1 milhões no Twitter, onde é bastante ativo, ainda não respondeu à provocação. Dear God; Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please!Trump next, please! ?? © — Charlie Sheen (@charliesheen) December 29, 2016
Sylvester Stallone se diz lisonjeado, mas recusa assumir a política cultural do governo Trump
Cotado a ocupar a chefia de agência que promove as artes nos EUA, equivalente ao Ministério da Cultura no Brasil, o ator Sylvester Stallone se disse lisonjeado pela lembrança, mas recusou o convite. Ele diz preferir trabalhar no apoio aos militares do país O ator foi sondado pelo presidente eleito Donald Trump para assumir o National Endowment for the Arts (NEA), a agência com o maior orçamento para cultura do pais, além de pautar a política cultural do governo federal, por meio inclusive da seleção da Medalha Nacional das Artes, em que o presidente homenageia artistas que se destacaram ao longo de suas carreiras. “Eu estou bastante lisonjeado por ter sido cotado para trabalhar pela National Endowment for the Arts. Contudo, acredito que eu seria mais útil chamando a atenção para os veteranos (soldados que lutaram na guerra) em um esforço para empregá-los e encontrar moradia e assistência financeira que esses heróis respeitosamente merecem”, disse o ator, por meio de um comunicado. Caso o ator aceitasse o posto, ele seria o segundo artista de Hollywood a ocupar um cargo na instituição em 20 anos. A atriz Jane Alexander liderou a instituição entre 1993 e 1997. O orçamento anual da NEA é de um blockbuster: cerca de US$ 150 milhões para investir em arte e cultura, entre bolsas e realização de projetos. Mas a pauta cultural nem sempre é bem aceita pelo Congresso, o que já rendeu diversas polêmicas. Em 1989, ao financiar artistas plásticos controversos como Andres Serrano e Robert Mapplethorpe, a NEA enfrentou um pesado lobby conservador, levando o Congresso a tentar censurar suas decisões (falhou) e diminuir seu orçamento (conseguiu, cortando pela metade).
Donald Trump convida Sylvester Stallone para cuidar da cultura dos Estados Unidos
Donald Trump convidou ao ator Sylvester Stallone a participar de seu governo. O presidente eleito dos EUA, que assume a Casa Branca em janeiro, quer o astro dos filmes de ação como presidente do National Endowment for the Arts (NEA), uma agência do governo federal que oferece apoio e financiamento para projetos que apresentam excelência artística e cultural. O presidente da NEA é apontado pelo presidente dos EUA para um mandato de quatro anos, mas seu nome precisa ser aprovado pelo Congresso americano. Como os EUA não possuem o equivalente a um Ministério da Cultura, o NEA acaba ocupando esta área como a agência com o maior orçamento para cultura do pais, além de pautar a política cultural do governo, realizando, entre outras funções, a cerimônia da Medalha Nacional das Artes, em que o presidente homenageia artistas que se destacaram ao longo de suas carreiras. São cerca de US$ 150 milhões anuais para investir em arte e cultura, entre bolsas e realização de projetos. Mas a pauta cultural nem sempre é bem aceita pelo Congresso, o que já rendeu diversas polêmicas. Em 1989, ao financiar artistas plásticos controversos como Andres Serrano e Robert Mapplethorpe, a NEA enfrentou um pesado lobby conservador, levando o Congresso a tentar censurar suas decisões (falhou) e diminuir seu orçamento (conseguiu, cortando pela metade). A informação de que Stallone foi convidado para assumir o cargo surgiu no tabloide inglês Daily Mail, mas foi confirmada por fontes independentes até para o site Deadline. Stallone estaria refletindo e ainda não deu sua resposta. O astro de 70 anos já demonstrou anteriormente interesse em ingressar na carreira política, como seu amigo Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia, mas resta saber se vai mesmo aceitar o convite de Trump e se o Congresso americano aprovará sua nomeação.
Ator de Deadpool é preso após agredir motorista do Uber durante discussão sobre Trump
O comediante T.J. Miller (intérprete do Fuinha em “Deadpool”) foi preso na madrugada de sexta-feira (9/12) em Los Angeles, por agredir um motorista do Uber durante uma discussão sobre o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. A porta-voz da polícia de Los Angeles informou que o ator de 35 anos foi detido e posteriormente libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. O site especializado em celebridades TMZ informou que Miller pegou um carro do Uber ao sair de uma festa da revista GQ e no caminho de casa começou a discutir sobre Trump. O motorista disse que Miller o agrediu quando chegaram à casa do ator, o que o fez chamar a polícia. Miller, que está escalado para apresentar a cerimônia de premiação Critics Choice Awards no domingo (11/12), terá que comparecer a um tribunal no dia 9 de janeiro para uma audiência preliminar. Além de seu papel em “Deadpool”, ele estrela a série “Silicon Valley” e está em cartaz em “A Última Ressaca do Ano”, comédia que estreou na quinta (10/12) nos cinemas brasileiros.
Arnold Schwarzenegger vai apresentar nova versão de O Aprendiz, com produção do Presidente dos EUA
Donald Trump já escolheu seu sucessor como apresentador da versão de celebridades do reality show “O Aprendiz”. Será seu colega de partido, Arnold Schwarzenegger. Melhor que isso: não só o ex-governador da Califórnia vai apresentar uma atração televisiva, como a produção ficará a cargo de ninguém menos que o Presidente dos EUA. É que Trump permanecerá como produtor de “The Celebrity Apprentice” (o título original nos EUA), programa do qual é sócio, mesmo tendo sido eleito para a Casa Branca. Facilitando assim, não deverá faltar material para programas humorísticos satirizarem o presidente Trump.
Supervisor de efeitos de O Homem nas Trevas faz curta sci-fi apocalíptico contra Trump
O uruguaio Alejandro Damiani, que trabalhou como supervisor de efeitos visuais no terror “O Homem nas Trevas”, fez um curta apocalíptico que mostra as consequências extremas da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA. Disponibilizado no YouTube, o vídeo se chama “M.A.M.Ó.N.”, é produzido pelo estúdio uruguaio Aparato, falado em espanhol e inclui legendas em inglês. Para quem não domina nenhum dos dois idiomas, segue uma longa descrição. Começa com imigrantes sendo arremessados pelo muro da fronteira do México. Médicos, noivas, vendedores e crianças são jogados de volta para o México, e quando surgem as primeiras reclamações, um robô gigante pilotado pelo próprio Trump invade o país para esmagar a rebelião. Mariachis, lutadores mascarados de lucha libre e outros ícones mexicanos tentam impedi-lo, mas, como o Chapolim Colorado está morto, ninguém tem astúcia suficiente para vencer o louco americano. Apenas um milagre poderia detê-lo. E é quando surge dos céus uma nave espacial da Santa Maria, que traz uma galinha feroz, capaz de destruir o vilão. No epílogo, Trump se contorce numa mesa de operação, vindo a falecer porque deportou o cirurgião que poderia salvá-lo.











