Impeachment de Donald Trump será tema da 2ª temporada de The Good Fight
A série “The Good Fight” vai investigar como fazer o Impeachment de Donald Trump. Os produtores Michelle e Robert King revelaram, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), que este será um dos temas das 2ª temporada do spin-off de “The Good Wife” na plataforma de streaming CBS All Access. Na trama, o comitê do Partido Democrata consulta algumas firmas jurídicas sobre a possibilidade de tirar Trump da Casa Branca. Entretanto, a história não será desenvolvida como ficção especulativa. O tema de um Impeachment hipotético renderá debates e análises de situações reais, mas nenhuma paródia de Trump aparecerá num tribunal, tendo que enfrentar Diane Lockhart (a personagem de Christine Baranski). Ainda assim, os absurdos do presidente americano estarão no centro das conversas. Além disto, “The Good Fight” também abordará os escândalos sexuais de Hollywood. Numa história inspirada pelo esforço de Ronan Farrow para denunciar Harvey Weinstein na rede NBC News, a série mostrará um jornalista tentando expor uma estrela famosa na TV e ser repreendido por seus chefes. Na vida real, Farrow pretendia denunciar Weinstein na época em que trabalhava para a NBC News, mas sua reportagem foi vetada. Ele acabou publicando suas descobertas na revista New Yorker, chocando o mundo. A 2ª temporada de “The Good Fight” ainda não tem previsão de estreia.
Donald Trump vira desenho animado no primeiro trailer da série Our Cartoon President
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da série animada de Donald Trump. Intitulada “Our Cartoon President”, a série oferece uma sátira mordaz da política americana, mas não leva em conta o público internacional, para quem diversos políticos e referências tendem a ficar sem contexto. A série é inspirada por uma animação de Trump usada em esquetes do programa de variedades “Late Show” de Stephen Colbert. O criador dos esquetes, Tim Luecke, assina a animação e a produção, e os roteiros estão a cargo de R.J. Fried (do programa “Late Show with David Letterman”). A 1ª temporada terá 10 episódios de meia-hora e a estreia está marcada na TV para 11 de fevereiro, mas o primeiro capítulo já poderá ser visto a partir de 28 de janeiro na plataforma online do canal.
Campanha de difamação contra Meryl Streep é ataque da direita americana
Os cartazes espalhados em Los Angeles contra Meryl Streep nesta semana foram um ataque de direita, sem nenhuma ligação com empoderamento feminino. O artista responsável pela façanha assumiu ter feito o ato em retaliação às declarações da atriz contra o presidente americano Donald Trump. “Ela nos atacou, agora nós a atacamos”, disse ele, em entrevista ao jornal The Guardian. Na última terça-feira (19/12), diversos pôsteres foram colocados em pontos estratégicos da cidade, trazendo uma foto da atriz ao lado do produtor Harvey Weinstein, envolvido num escândalo sexual gigantesco, acompanhada pela inscrição “Ela sabia” sobre seus olhos. A mensagem implícita era a de que Meryl tinha conhecimento sobre os casos de assédio sexual perpetrados pelo produtor, o que ela nega. O homem por trás da intervenção é um artista chamado Sabo, que o Guardian definiu como um “Banksy de direita”. Ele pegou carona nas alegações de Rose McGowan, uma das vítimas de Weinstein, que acusou Meryl de saber dos casos de abuso do produtor e não fazer nada. A atriz negou esta acusação na segunda (18/12). “É doloroso ter sido atacada por Rose McGowan nessa semana, mas eu gostaria que ela soubesse que eu não tinha conhecimento sobre os crimes de Weinstein, nem nos anos 1990, quando ele a atacou, nem nas décadas seguintes, quando ele atacou outras. Eu não fiquei deliberadamente em silêncio. Eu não sabia. Não aprovo o estupro em silêncio. Eu não sabia. Eu não gosto que mulheres jovens sejam estupradas. Eu não sabia que isso estava acontecendo”, escreveu Meryl enfaticamente em um comunicado. Leia a íntegra aqui. Meryl Streep tem sido alvo de campanhas de difamação desde que atacou Donald Trump em discurso, ao receber um prêmio por sua carreira no Globo de Ouro 2017. Trump retrucou que ela era “superestimada” e “lacaia de Hilary Clinton”. A atriz volta ao Globo de Ouro em 2018, indicada a novo prêmio pelo filme “The Post”.
Cartazes denunciam Meryl Streep como cúmplice de Weinstein nas ruas de Los Angeles
Diversos cartazes com uma foto de Meryl Streep ao lado do produtor Harvey Weinstein, que enfrenta dezenas de acusações de assédio e estupro, começaram a aparecer nas ruas de Los Angeles desde terça-feira (19/12). As obras retratam a atriz com uma tarja vermelha nos olhos, onde aparece a frase “ela sabia”, uma crítica direta ao relacionamento da vencedora do Oscar com Weinstein. Um dos pôsteres (foto acima) foi colocado diante da sede do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG). Outro apareceu perto dos estúdios Fox, que distribui o novo filme da atriz. Os artistas responsáveis pelos cartazes não foram identificados, mas agiram rapidamente na carona das alegações de Rose McGowan, uma das vítimas, de que Meryl sabia dos casos de abuso cometidos por Weinstein e ainda assim não fez nada. A atriz já negou esta acusação. “Eu gostaria que ela [McGowan] soubesse que eu não tinha conhecimento sobre os crimes de Weinstein, nem nos anos 1990, quando ele a atacou, nem nas décadas seguintes, quando ele atacou outras. Eu não fiquei deliberadamente em silêncio. Eu não sabia. Não aprovo o estupro em silêncio. Eu não sabia. Eu não gosto que mulheres jovens sejam estupradas. Eu não sabia que isso estava acontecendo”, escreveu Meryl enfaticamente em um comunicado. Leia a íntegra aqui. Meryl Streep tem sido alvo de campanhas de difamação desde que atacou o presidente Donald Trump em discurso, ao receber um prêmio por sua carreira no Globo de Ouro 2017. Trump retrucou que ela era “superestimada” e “lacaia de Hilary Clinton”. A atriz volta ao Globo de Ouro em 2018, indicada a novo prêmio pelo filme “The Post”.
Donald Trump vai virar desenho animado. Veja o teaser da série
Donald Trump vai virar personagem de comédia animada. O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro teaser da série que pretende satirizar a política americana, intitulada “Our Cartoon President”. A série é inspirada por uma animação de Trump usada em esquetes do programa de variedades “Late Show” de Stephen Colbert. O criador dos esquetes, Tim Luecke, assina a animação e a produção, e os roteiros estão a cargo de R.J. Fried (do programa “Late Show with David Letterman”). A 1ª temporada terá 10 episódios de meia-hora e a estreia está marcada na TV para 11 de fevereiro, mas o primeiro capítulo já poderá ser visto a partir de 28 de janeiro na plataforma online do canal.
Ator de Prison Break é acusado de tentar estuprar figurinista em set de filmagem
Mais um ator conhecido das séries foi acusado de abuso sexual. Robert Knepper, que ficou conhecido com o T-Bag de “Prison Break”, foi denunciado pela veterana figurinista de Hollywood Susan Bertram, que trabalhou em filmes como “Annabelle 2: A Criação do Mal”, “Pequenos Espiões” e “Con-Air”. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ela alega que o ator tentou estuprá-la durante as filmagens do drama indie “Sonhos Femininos” (Gas, Food Lodging), de 1992. À época, ela tinha 31 anos e afirma que, quando foi deixar o figurino de Knepper em seu trailer, o ator pulou em sua frente, enfiou a mão por baixo do seu vestido e agarrou sua virilha “o mais forte que ele podia”. Em seguida, o ator a colocou de costas para a parede e disse “vou te comer inteira”, enquanto ela lutava contra o ataque e gritava que estava trabalhando. Eventualmente, ela conseguiu escapar e correu até cair de joelhos no chão do deserto do Novo México, onde o filme estava sendo rodado. Ela conta que depois se trancou num banheiro, onde averiguou que sua calcinha tinha sido rasgada, que a pele da região estava esfolada, pentelhos tinham sido arrancados e ela estava sangrando. “Eu simplesmente sentei lá e chorei por um tempo. Meu vestido estava rasgado, estava sujo”, lembrou-se durante a entrevista. Ao voltar ao trailer dos figurinos, ela contou à sua assistente, Dominique DuBois, o que tinha acontecido. E DuBois agora atesta a história. “Lembro que Susan entrou e ela estava visivelmente tremendo”, disse a assistente ao THR. “Ela me falou que [Robert Knepper] tentou estuprá-la. Ela estava muito abalada. Eu lembro disso”. Bertram afirma que queria muito trazer a história à público, antes mesmo da onda de escândalos sexuais que estão envolvendo homens poderosos da indústria cinematográfica, como Harvey Weinstein, James Toback e Kevin Spacey. Mas que se sentia impotente. “Nós não tínhamos nenhum apoio naquela época”, disse a figurinista. “Eu era jovem, era um dos meus primeiros empregos na indústria, eu estava muito longe de casa”. O que finalmente a inspirou a revelar o abuso foi o presidente Donald Trump, que numa gravação do programa “Access Hollywood” disse que gostava de “agarrar” as mulheres pelas vaginas. “Foi o que aconteceu comigo”, ela completou.
HBO cancela produção de minissérie sobre a eleição de Trump após novo escândalo sexual
A onda de denúncias de assédio que sacode Hollywood atingiu o jornalista Mark Halperin (foto acima, ao lado do presidente americano), autor de um livro ainda inédito sobre a eleição de Donald Trump, que ia virar minissérie da HBO. Além de o jornalista ter sido demitido da NBC News, onde atuava como analista político, o lançamento do livro e a produção da série foram cancelados. “A HBO não está mais vinculada ao projeto do livro sem título, co-escrito por Mark Halperin e John Heilemann, sobre a eleição presidencial de 2016”, disse a rede em um comunicado. “A HBO não tolera assédio sexual dentro da empresa ou em suas produções”. As denúncias foram relatadas pela primeira vez na quarta-feira (26/10) pela CNN e abordam o período em que Halperin era editor de política na ABC News. As alegações incluem propostas sexuais a funcionárias e abuso de várias mulheres, que ele pressionava sem consentimento para ter uma ereção. Anunciada em março, a minissérie seria produzida pelo astro Tom Hanks e dirigida por Jay Roach. Os dois já tinham feito na HBO o bem-sucedido telefilme “Virada no Jogo”, sobre a corrida presidencial de 2012.
Comerciais de Will & Grace mostra que personagens não mudaram após mais de uma década
O revival de Will & Grace ganhou novos comerciais, que celebram o retorno da série após mais de uma década, mostrando que os personagens não mudaram. Por isso, os vídeos combinam cenas clássicas de Will (Eric McCormack), Grace (Debra Messing), Karen (Megan Mullally) e Jack (Sean Hayes) com trechos inéditos – além de ressaltar que se trata de uma produção premiada com 16 Emmy Awards. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e girava em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York e são sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A expectativa para a volta da série é tão alta que a rede NBC já renovou o programa para sua próxima temporada. Assim, o equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos e a 10ª temporada irá ao ar em 2018 – com 16 episódios. Anos
Arnold Schwarzenegger grava vídeo contra neonazistas e critica o presidente Trump
Um dos críticos mais assíduos do presidente Donald Trump em seu próprio partido, Arnold Schwarzenegger não poupou palavras ao comentar os conflitos em Charlottesville, em 12 de agosto, que deixaram uma pessoa morta e pelo menos 19 feridos. Num vídeo para a ATTN, o ator e ex-governador da Califórnia disse que “não há dois lados para a intolerância, não há dois lados para o ódio” e exigiu um posicionamento mais claro do atual presidente dos Estados Unidos, que quis relativizar a culpa pelo assassinato cometido por um militante neonazista, durante uma passeata da extrema direita racista no país. “Não há dois lados para a intolerância, nem para o ódio. E se você escolhe andar com uma bandeira que simboliza o massacre de milhões de pessoas, não há dois lados para isso”, diz Schwarzenegger. “A única forma de derrotar as vozes altas e raivosas do ódio é combatê-las com vozes mais altas e mais razoáveis. Isso inclui você, presidente Trump. Na verdade, como presidente desse grande país, você tem a obrigação moral de mandar uma mensagem inequívoca contra o ódio e o racismo.” No vídeo, Schwarzenegger lembrou sua infância na Áustria e as consequências do nazismo, que até hoje envergonham seu país natal, lembrou a história política do Partido Republicano, o partido de Lincoln, que venceu a Guerra Civil contra a escravatura, e ainda citou uma doação recente que fez à fundação de um amigo caçador de nazistas. Veja abaixo. .@Schwarzenegger has a blunt message for Nazis. pic.twitter.com/HAbnejahtl — ATTN: (@attn) August 17, 2017
Donald Trump choca Hollywood ao defender neonazistas
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump chocou Hollywood – e o mundo – com suas últimas declarações sobre os episódios de violência em Charlottesville, na Virgínia, no último fim de semana. Um dia depois de ter cedido a pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, Trump voltou atrás e decidiu culpar a “extrema esquerda” pelos distúrbios. No último sábado (12/8), neonazistas americanos fizeram uma manifestação contra negros, imigrantes, gays e judeus sem precedentes, após um projeto propôr derrubar uma estátua do general Robert Lee, líder confederado derrotado na Guerra Civil Americana, em Charlottesville. A derrota dos confederados permitiu a abolição da escravatura em todos os Estados Unidos. A passeata racista enfrentou resistência da maioria da população da cidade, que tentou impedir sua realização. Durante o confronto, um neonazista de 20 anos, James Fields, jogou seu carro contra um grupo contrário ao evento, matando a ativista Heather Heyer e ferindo várias outras pessoas. “Acho que houve culpa nos dois lados”, disse Trump nesta terça (15/8), retomando seu discurso inicial numa desastrosa entrevista coletiva na Trump Tower, em Nova York. O presidente americano tinha culpado “os dois lados” pela morte da ativista, em sua retórica inicial. Mas na segunda-feira tinha cedido à pressões para fazer uma clara condenação de racistas e supremacistas brancos, citando as organizações de extrema direita como “repugnantes”. Tudo isso foi abandonado no novo discurso, em que o mandatário decidiu culpar a “extrema esquerda” pela tragédia em Charlottesville. “E a extrema esquerda que chegou cobrando a extrema direita, eles não tem aparência de quem tem culpa? E quanto ao fato de eles terem avançado com bastões nas mãos? Eles têm algum problema? Eu acho que eles têm”, declarou o presidente. Trump ainda afirmou que havia “muitas pessoas ruins no outro grupo”, referindo-se aos que protestaram contra a manifestação racista, e cidadãos “muito legais” nos dois lados. “Tinha um grupo de um lado que era muito ruim, e do outro lado um que era muito violento, e ninguém fala isso, mas eu digo”, acrescentou. O discurso causou reação instantânea nas redes sociais, ultrajando atores, cineastas, produtores, etc. Artistas tão diferentes quanto o ator Chris Evans (o Capitão América dos filmes da Marvel), o apresentador Jimmy Kimmel, o comediante Josh Gad (“A Bela e a Fera”), o diretor Jon Favreu (“Mogli, o Menino Lobo”), o compositor Lin Manuel-Miranda (“Moana”), a atriz Jamie Chung (séries “Once Upon a Time”, “Gotham” e “The Gifted”), o diretor e produtor Judd Appatow (“Bem-Vindo aos 40”), o ator Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), a atriz Lori Petty (série “Orange Is the New Black”), o roteirista e produtor Norman Lear (série “Tudo em Família”), a cantora e atriz Barbra Streisand (“Nasce uma Estrela”), o comediante Patton Oswalt (“Jovens Adultos”), o ator George Takei (franquia “Jornada nas Estrelas/Star Trek”), a atriz Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), o compositor John Legend (“La La Land”), o cantor e ator Josh Groban (“Amor a Toda Prova”), o roteirista e produtor Beau Willemon (série “House of Cards”), a escritora e roteirista J.K. Rowling (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e a atriz Evan Rachel Wood (série “Westworld”) manifestaram seu desgosto coletivo no Twitter, entre pedidos de impeachment e revolta. Seguem abaixo algumas frases impactantes das redes sociais. “Não há extrema esquerda, Donald Trump, há nós que acreditamos que todas as pessoas são iguais” (Lori Peti). “Veja: há violência de ambos os lados – visão de Trump sobre a 2ª Guerra Mundial” (Josh Groban). “Eu enfrentei nazis na 2ª Guerra Mundial. Eles não eram ‘pessoas muito legais'” (Norman Lear). “Nosso presidente tomou o lado de nazistas?” (Patton Oswalt). “Donald Trump oficialmente apoia nazistas” (Jamie Chung). “Ele tem tanta paixão por todas as pessoas maldosas e corruptas deste planeta. Nunca nenhuma raiva contra os assassinos. Nenhuma compaixão” (Judd Apatow). “Impichem este homem mau” (Lin Manuel-Miranda). “Isto é insano” (Chris Evans). “Não via nada tão louco assim desde que Mike Tyson mordeu a orelha de Evander Holyfield” (Jimmy Kimmel).
Volta de Will & Grace vai ignorar como a série original terminou
A volta de “Will & Grace” à televisão não irá considerar os eventos que encerraram a série em 2006. Isto porque a atração terminou com uma avanço no tempo, mostrando os protagonistas casados e com filhos. Para quem não lembra, Grace (Debra Messing) teve uma filha chamada Laila com o marido Leo (Harry Connick Jr.), e Will (Eric McCormack) um filho chamado Ben com o namorado Vincent (Bobby Cannavale). Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o criador da atração, Max Mutchnick, revelou que eles relutaram com a decisão, mas viram que a melhor forma de voltar a “Will & Grace” era preservar o relacionamento original dos personagens. “Nós passamos a maior parte do tempo tentando descobrir qual seria a maneira de voltar a fazer a série, pensando na melhor versão dela depois de mais de uma década”. Ele contou que até tentou continuar a história e incluir as crianças, ainda que isso significasse mudança de cenário – o apartamento original seria pequeno demais para filhos. Mas este não foi o único problema que percebeu. “Como eles tiverem filhos, então a série teria que mostrá-los como pais, porque presumivelmente seria uma prioridade em suas vidas. E se não fosse uma prioridade, eles seriam pais ruins. Nós sinceramente não queríamos vê-los sendo pais, bons ou ruins. Nós queríamos que eles fossem Will e Grace”, explicou. “Aquele final realmente nos causou muita dor de cabeça. Você escreve um final porque uma série acabou. Você nunca pensa que voltará a ela novamente”, concluiu. Mas Mutchnick não descarta o final feliz. Afinal, os futuros-maridos da dupla devem reaparecer na trama, em participações especiais. Harry Connick Jr., por sinal, foi confirmado pelo produtor como um dos convidados do revival. A expectativa da rede NBC pelo retorno de “Will & Grace” é tão alta que seus executivos já renovaram a produção para mais um ano, antes mesmo da estreia. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos. Serão 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais.
Revival de Will & Grace é renovado antes da estreia
A rede NBC está realmente entusiasmada com o revival de “Will & Grace”. E depois de aumentar a encomenda de episódios para o retorno da série, decidiu renovar a produção para mais um ano. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival contará com 16 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos e a 10ª temporada irá ao ar em 2018 – com 13 episódios.
4ª temporada de Transparent ganha trailer e equipe aproveita para protestar contra Trump
A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Transparent”, sua série mais premiada. E, a propósito, a Amazon não legenda suas séries para o Brasil como a Netflix, apesar de funcionar no Brasil como a Netflix. A prévia mostra dois novos desdobramentos para as aventuras transexuais de Maura (Jeffrey Tambor). Para começar, a família inteira viaja para Israel de férias, entrando em contato com suas raízes judaicas, numa jornada espiritual e política. Ao mesmo tempo, Maura dá um novo passo que voltará a chocar sua família já acostumada em ter um pai transexual. Ela começa a namorar novamente, e desta vez é um homem. Além da divulgação do vídeo, o elenco e os criadores da série também soltaram uma declaração conjunta para refletir a decisão do presidente Trump de proibir transgêneros nas forças armadas. “Compartilhar este trabalho em meio ao ataque contínuo do presidente Trump contra a comunidade transgênero é doloroso. Estamos indignados que ele tenha anunciado com um tuíte que as pessoas transgênero não poderiam ingressar ‘em qualquer capacidade’ no serviço militar dos EUA. É reprovável negar trabalho a estimados 15 mil membros trans atuais no serviço militar e a dignidade, o respeito e a segurança que 134 mil veteranos trans merecem”, afirma o comunicado. “Em ‘Transparent’, acreditamos na integridade da comunidade trans, que conhecemos de primeira mão, porque somos todos trans ou aliados da comunidade trans. É um ato revolucionário para uma pessoa trans simplesmente sair da casa e caminhar pela rua. Contamos a incrível história de sobrevivência da comunidade trans, conquistada contra todas as probabilidades, sabendo que nossa luta é nobre e estamos do lado da justiça e dos direitos humanos”, conclui o texto. A 4ª temporada de “Transparent” estreia em 22 de setembro.












