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    Produtores de Amy querem fazer documentário sobre David Bowie

    10 de fevereiro de 2016 /

    O produtor James Gay-Rees e o diretor Asif Kapadia, dupla responsável pelo documentário “Amy”, revelaram o interesse em produzir um documentário sobre David Bowie, falecido em janeiro. “Nós ‘mataríamos’ para fazer esse filme, largaríamos tudo. Faríamos qualquer coisa por ele”, diz Gay-Rees, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Se alguém responsável pelo espólio está lendo isso, por favor entre em contato. Sabemos que ainda é muito cedo… Mas se alguma vez acontecer alguma conversa sobre o assunto…” Para o produtor, o documentário de Bowie poderia render até uma série, pela quantidade de fases e realizações do cantor. “Estamos buscando novos formatos agora”, disse o produtor. “Queremos fazer algumas séries de documentários, direcionados para plataformas norte-americanas como Netflix e Amazon. São pessoas com quem estamos conversando um pouco nos últimos tempos.” Os próximos trabalhos da dupla serão documentários sobre Maradona, dirigido poro Kapadia, e a banda Oasis, comandando por Mat Whitecross (“O Caminho para Guantánamo”).

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  • Filme

    Diretor de Amy e Senna fará documentário sobre Maradona

    29 de janeiro de 2016 /

    O diretor Asif Kapadia, responsável pelos premiados documentários “Senna” e “Amy”, já definiu a próxima celebridade que irá filmar. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ele está preparando um documentário sobre Diego Maradona. Ao contrário dos anteriores, que lembravam Ayrton Senna e Amy Winehouse, já falecidos, o novo projeto terá depoimentos do ex-jogador argentino, que é muito vivo. Vivíssimo, tanto que é conhecido como “La Mano de Dios”, por causa de um famoso gol que fez com a mão contra a seleção da Inglaterra. Além de entrevistas, o longa também contará com material inédito do arquivo pessoal do ícone do futebol, campeão do mundo em 1986. “Eu fui conquistado por sua personalidade, sua genialidade, honestidade, paixão, humor e vulnerabilidade. Acho sua jornada fascinante, não importa onde ele estivesse, sempre trazia seu brilho e uma pitada de drama, ele era um líder, levando seu time para o topo, mas também teve muitas baixas em sua carreira. Ele sempre lutou contra o sistema, contra a riqueza, o poder e sempre esteve disposto a fazer de tudo, de usar toda sua destreza e inteligência para vencer”, disse Kapadia. Além de “Maradona”, Kapadia também está envolvido na produção de um documentário sobre a banda britânica Oasis, mas apenas como produtor.

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  • Etc,  Filme

    GloboNews vai exibir o impactante documentário India’s Daughter, proibido na Índia

    16 de janeiro de 2016 /

    O contundente documentário “India’s Daughter”, sobre o estupro coletivo e morte violenta de uma estudante de Medicina num ônibus de Deli em 2012, terá sua estreia nacional pelo canal pago GloboNews, em fevereiro. Realizado pela BBC, o filme reconstitui o crime que gerou uma onda de protestos na Índia e chamou atenção mundial para a quantidade de casos similares que acontecem no país. Escrito e dirigido pela cineasta israelense Leslee Udwin, “India’s Daughter” venceu o Festival de San Diego do ano passado e conquistou vários prêmios com sua estética chocante. Além de reconstituir a brutalidade, narrada em detalhes por um dos criminosos, a diretora entrevistou policiais, advogados, parentes dos envolvidos e registrou um dos estupradores, que, diante da câmera, culpou a jovem de 23 anos por seu próprio estupro. Ele é ecoado por outras vozes captadas pelo documentário, que afirmam que uma mulher decente não andaria nas ruas depois das 21 horas. Jyoti Singh havia ido ao cinema com um amigo. A obra é tão impactante que foi proibida na Índia e o governo do país tentou evitar que fosse disponibilizado no YouTube. Confira o trailer abaixo.

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  • Música

    Veja o trailer do novo documentário de Spike Lee sobre Michael Jackson

    14 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano divulgou o trailer do novo documentário de Spike Lee centrado em Michael Jackson. “Michael Jackson’s Journey From Motown To Off The Wall” explora a transformação do cantor de soul em fenômeno pop, acompanhando sua transição do grupo Jackson 5 para a carreira solo no disco “Off the Wall”, lançado em 1979. A prévia inclui imagens de arquivo de shows em 1979 e 1981, além de entrevistas com artistas como The Weeknd, David Byrne (do Talking Heads) e Questlove (do Roots), que falam, entre outras coisas, das referências à “Star Wars” na letra do hit “Don’t Stop ‘Til You Get Enough”. Este é o segundo documentário de Spike Lee sobre o cantor, que em 2012 lançou “Bad 25”, sobre os 25 anos do disco “Bad” (1987). O novo filme terá sua première mundial no Festival de Sundance e será exibido no Showtime em 26 de fevereiro, mesmo dia em que também chegará às lojas numa edição especial de DVD e Bluray, integrando o relançamento do álbum “Off the Wall”.

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  • Filme

    Netflix lançará o documentário Je Suis Charlie no aniversário do ataque terrorista à Charlie Hebdo

    4 de janeiro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix vai lançar o documentário “Je Suis Charlie”, sobre o ataque à redação do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, que culminou na morte de 12 pessoas, para seus assinantes de todo o mundo a partir desta quinta-feira (7/1), quando se completa um ano do atentado. Dirigido por Daniel e Emmanuel Leconte, pai e filho, o filme foi exibido pela primeira vez no Festival de Toronto, em setembro, e conta com entrevistas de arquivo feitas com os cartunistas Cabu, responsável pela caricatura do profeta Maomé que foi usada como justificativa dos terroristas pelo ataque em Paris, e Charb, editor-chefe do “Charlie Hebdo”. Ambos foram assassinados no ataque de 2015. Entre as participações, também ganha destaque a da cartunista Corinne Rey, a Coco, que relembra como foi forçada a abrir as portas do “Charlie Hebdo” sob a mira de uma arma, e a do presidente da França François Hollande. O documentário tem ainda imagens de manifestações de apoio às vítimas pelo mundo, relatos de sobreviventes e comentários que contextualizam a importância do jornal. Veja abaixo o trailer exibido para a première no Festival de Toronto.

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  • Etc

    Veja o trailer de Ceni – A Construção do M1to, homenagem ao maior goleiro da história do Brasil

    12 de dezembro de 2015 /

    Depois da ressaca de sexta (11/12), um dos dias mais emocionantes da história são-paulina, quando Rogério Ceni se despediu dos gramados do Morumbi, o site Globo Esportes preparou um documentário especial para homenagear o goleiro artilheiro, guitarrista e cantor de rock. O trailer disponibilizado mostra algumas imagens marcantes da carreira do camisa 01 do São Paulo Futebol Clube, como alguns de seus mais de 100 gols e a defesa que o transformou em Mito, na final do mundial de clubes de 2005 contra o Liverpool. As cenas são acompanhadas por um depoimento emocionado, que reflete como a aposentadoria aos 42 anos partiu o coração do atleta. Intitulado “Ceni – A Construção do M1to”, o documentário será disponibilizado na segunda-feira (14/12) no site globoesportes.com.

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    Documentários sobre Amy Winehouse, Nina Simone e Marlon Brando são finalistas ao Oscar

    2 de dezembro de 2015 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou sua lista de filmes pré-selecionados para preencher as cinco indicações ao Oscar 2016 de Melhor Documentário. No total, 124 filmes foram inscritos nessa categoria. Mesmo com a redução para 15 é difícil prever quais serão os escolhidos, já que há muitos lançamentos que obtiveram grande repercussão, como “Malala”, “O Olhar do Silêncio” e “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief”. Além destes, há dois perfis de cantoras famosas, “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, e “What Happened, Miss Simone?”, produção do Netflix sobre Nina Simone. A lista ainda inclui um filme criado a partir dos diários gravados pelo ator Marlon Brando, “A Verdade sobre Marlon Brando”, e a nova produção de Michael Moore, “Where To Invade Next”. Os cinco selecionados serão anunciados no dia 14 de janeiro de 2016. Já a cerimônia do Oscar, que premiará o vencedor, está marcada para 28 de fevereiro. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Finalistas ao Oscar 2016 de Melhor Documentário Amy Best Of Enemies Cartel Land Going Clear: Scientology and the Prison of Belief Malala Heart Of A Dog The Hunting Ground A Verdade sobre Marlon Brando O Olhar do Silêncio Meru 3 1/2 Minutes, 10 Bullets We Come As Friends What Happened, Miss Simone? Where To Invade Next Winter On Fire: Ukraine’s Fight For Freedom

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    Olmo e a Gaivota documenta o imprevisto da vida

    16 de novembro de 2015 /

    Quando surgiu a ideia de fazer um documentário com a atriz italiana Olivia Corsini (“Les Naufragés du Fol Espoir”), o projeto previa falar sobre um dia na vida de uma mulher, suas reflexões, suas realizações e sua percepção da própria vida. Porém, um imprevisto mudou a proposta original. A atriz descobriu que estava grávida e o documentário virou uma espécie de diário dessa jornada, sem deixar para trás algumas das ideias originais. Outra mudança no direcionamento do longa acontecem quando descobre-se que a gravidez é de risco e um repouso forçado tira Olívia de sua rotina, e da turnê que seu grupo de teatro faria para apresentar a peça “A Gaivota”, de Anton Tchekhov, em Nova York e Montreal. Visualmente belo, o longa-metragem dirigido em parceria pela brasileira Petra Costa (“Helena”) e pela dinamarquesa Lea Glob acompanha os nove meses da gestação, da descoberta com um exame de farmácia até os últimos dias da gravidez. Com formato de diário, com espaço para divagações sobre a vida, envelhecimento, frustrações, inseguranças e memórias, “Olmo e a Gaivota” mistura cenas do cotidiano da atriz e seu marido Serge, também ator teatral, com várias imagens de arquivo, de maneira funcional e pouco invasiva, dando ao produto final uma homogeneidade interessante. Por ser um documentário, a interação de Petra com o cotidiano do casal altera o convívio diário. Mas essa intromissão é escancarada e chama a atenção por seguir uma trilha bastante diversa do gênero. O fato de o casal ser formado por dois atores, com a possibilidade de estarem sempre encenando, também. A confusão entre a determinação do alcance do que é documento e o que é encenação é curiosa. É como se uma caixa ficcional fosse preenchida apenas com conteúdo real, como se todos aqueles pensamentos e divagações de Olívia surgissem aleatoriamente, mas seguissem um caminho determinado. Uma bela experiência, premiada nos festivais internacionais de Locarno e CPH:DOX.

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    Diretor de Amy vai produzir documentário sobre a banda Oasis

    16 de novembro de 2015 /

    O cineasta Asif Kapadia, que dirigiu “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, vai produzir um novo documentário musical. Segundo o site Deadline, ele cuidará da produção de um filme sobre a banda Oasis, principal representante do movimento britpop dos anos 1990. O filme será dirigido por Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. Ainda sem título, o documentário vai abordar o processo de formação do Oasis em 1991 pelos irmãos Noel e Liam Gallagher, o estouro mundial do álbum “Definitely Maybe” em 1994, as brigas entre os dois líderes e a separação que precipitou o fim da banda em 2010. Ainda não há data de início das filmagens nem previsão de lançamento.

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    Documentário explora implosão criativa de Amy Winehouse

    13 de novembro de 2015 /

    “Amy”, o documentário assinado pelo mesmo Asif Kapadia que dirigiu “Senna” (2010), aborda de maneira ao mesmo tempo dura e delicada a trajetória de Amy Winehouse, que se tornou mundialmente conhecida a partir do estouro do álbum “Back to Black”, o seu segundo, nascido da dor de ter sido abandonada pelo namorado Blake Fielder-Civil. Seria o equivalente ao “Jagged-Little Pill”, da Alanis Morissette, que também nasceu da dor do abandono, mas a cantora canadense soube canalizar isso tudo e ainda veio com um álbum seguinte em completo restabelecimento emocional e com uma bonita espiritualidade. Infelizmente, Amy preferiu se afundar nas drogas. Ou não teve forças para resistir por causa do vício. E as apresentações dela em shows começaram a ficar cada vez mais aquém do que o que o mundo conheceu. Assim, o filme traz tanto a evolução da cantora e compositora a partir de imagens de arquivo da adolescência quanto sua decadência física até a morte, em 2011. O documentário pinta como vilões (ou quase isso) pelo menos duas pessoas: o namorado/marido e o pai de Amy, que é visto como um sujeito que não apenas não soube tratar da filha como deveria, como também a explorou. Tanto que há uma ação jurídica dos familiares contra os responsáveis pelo filme. Uma cena é particularmente digna de nota e causa arrepios, mesmo em quem não acompanhou de perto tudo isso na época em que estava se desenrolando, que é o nascimento no estúdio de “Back to Black”, a faixa-título do segundo álbum, uma das melhores canções a expressar o sentimento de ser abandonado pela pessoa amada já feitas. E não é apenas pelo significado, pela letra, pela situação, mas como isso é traduzido em música e pela voz de Amy. Dessa mesma lavra, veio também “Love Is a Losing Game”, outro lindo exemplar do amor como objeto cortante. Já outras cenas são tão dolorosas de ver que a gente fica até pensando se é ético da parte do diretor mostrar aquilo, o quanto uma pessoa é capaz de ir ao fundo do poço, como quando ela é flagrada na rua com o namorado, depois de terem usado drogas e de terem se cortado com uma garrafa. Ou nas vezes em que ela estava completamente fora de si para dar uma entrevista. Até que ponto esse tipo de coisa é aceitável? Neste sentido, Amy até lembra um pouco Kurt Cobain, que recentemente também foi motivo de documentário. Ambos surgiram como um meteoro, ou como uma bomba-relógio, com data iminente para explodir, devido tanto à dificuldade de lidar com a fama quanto ao consumo desmedido de álcool e drogas aliado à saúde física e mental frágeis.

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