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  • Filme

    Estreias: Doutor Estranho tem o maior lançamento, mas há outros destaques na programação

    3 de novembro de 2016 /

    Maior estreia da semana, “Doutor Estranho” ocupa os shoppings com um novo super-herói da Marvel, numa história repleta de efeitos visuais e elenco acima da média do gênero, liderado por Benedict Cumberbatch. O filme conquistou a crítica internacional – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , mas o mais surpreendente é a forma como incorporou e traduziu a psicodelia dos desenhos originais de Steve Ditko na linguagem dos blockbusters modernos. O fato de a Marvel fazer um filme sobre uma criação da fase hippie da editora também diz muito sobre a confiança, a capacidade e o status de seu estúdio, numa lição de como criar franquias e expandir um universo cinematográfico com personagens considerados “estranhos”. Há dois outros filmes hollywoodianos na programação. “A Luz Entre Oceanos” é um melodrama rasgado, baseado num best-seller. O elenco também é ótimo, e pelo menos para o casal central foi um trabalho prazeroso – Michael Fassbender e Alicia Vikander começaram a namorar durante as filmagens. Eles interpretam um casal num farol isolado, que encontra um bebê num barco à deriva e, depois de cuidar da menina por vários anos, descobre a verdadeira mãe (Rachel Weisz), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. A trama é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Com 59% de aprovação da crítica americana, naufragou nas bilheterias dos EUA, dando prejuízo com apenas US$ 12 milhões de arrecadação. “Indignação” rendeu ainda menos em circuito bastante restrito. Mas conquistou a crítica, com 81% de aprovação. Drama de época baseado no livro homônimo de Philip Roth (“Revelações”), marca a estreia na direção do roteirista e produtor James Schamus, grande parceiro do cineasta Ang Lee em filmes como “O Tigre e o Dragão” (2000), “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), “Desejo e Perigo” (2007) e “Aconteceu em Woodstock” (2009). O filme também destaca uma interpretação surpreendente de Logan Lerman, como um jovem judeu de Nova Jersey, que sofre preconceito e enfrenta um clima conservador de repressão sexual ao ingressar numa Universidade nos anos 1950. O lançamento antecede outra aguardada adaptação de Philip Roth neste ano – “Pastoral Americana”. O circuito limitado também contempla os fãs de cinema indie com o relançamento de “Estranhos no Paraíso” (1984), hoje cultuadíssimo como pioneiro da revolução estética trazida pelos filmes independentes americanos. Em preto e branco e inspirado na nouvelle vague, venceu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes como Melhor Filme de Estreia de 1984, o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, o prêmio de Melhor Filme da Sociedade Nacional dos Críticos dos EUA e o Prêmio Especial do Juri do Festival de Sundance. Clássico absoluto, na época parecia muito moderno. A programação internacional inclui ainda o alemão “13 Minutos”, segundo filme do cineasta Oliver Hirschbiegel (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”) a tratar do nazismo. Baseado em fatos reais, o longa mostra a iniciativa de um trabalhador comum alemão (Christian Friedel, de “A Fita Branca”), que cansado dos absurdos do nazismo decide traçar um plano para assassinar Hitler. Considerado traidor, o carpinteiro Georg Elser foi preso após tentar explodir o Führer, mas só executado quando a Alemanha considerava ter perdido a guerra, por ordem direta do ditador. Apenas em 2011, com a inauguração de uma estátua em sua homenagem em Berlim, ele passou a ser festejado como herói da Alemanha. A outra metade da programação (cinco filmes) é composta por filmes brasileiros – que, entretanto, não ocupam a metade (nem um décimo) das salas destinadas aos lançamentos internacionais. São duas ficções, das quais se destaca “Canção da Volta”, estreia do documentarista Gustavo Rosa de Moura nas narrativas dramáticas. No filme, ele dirige sua esposa, a também cineasta Marina Person – Moura foi um dos produtores de “Califórnia” (2015), dirigido por ela. Alçada pela primeira vez ao posto de protagonista, Marina vive uma mulher depressiva, que, após tentar o suicídio, desperta um sentimento de vigília constante no marido (João Miguel), logo transformado em paranoia e obsessão. Já “Intruso” parece um vídeo amador de terror espírita. Trata-se de um trabalho feito em 2009 por Paulo Fontenele, que chega aos cinemas só depois do diretor ter se “consagrado” no gênero besteirol, assinando “Se Puder… Dirija!” (2013), “Divã a 2” (2015) e “Apaixonados: O Filme” (2016). Pensando bem, estes também podem ser definidos como horrores. Completam a programação três documentários. O menos expressivo é “Cícero Dias, O Compadre de Picasso”, trabalho bastante didático sobre o pintor pernambucano modernista do título. Mas os outros dois tiveram até repercussão internacional. “Curumim” acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. O longa é intenso, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) nem a falar com Marcos. A première mundial aconteceu sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim. Por fim, “Cinema Novo” é um olhar afetivo para o movimento cinematográfico do título, realizado pelo filho de seu maior expoente. Eryck Rocha tinha apenas três anos de idade quando seu pai, Glauber Rocha, morreu em 1981, e a obra permite um reencontro cinematográfico entre os dois. O documentário é um jorro contínuo de imagens, em que se destaca uma montagem vertiginosa, que intercala cenas de filmes, imagens e depoimentos da época. Não chega a contar uma história, mas forma um painel tangível da geração que levou o cinema brasileiro para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país – dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. Já em sua première, “Cinema Novo” venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O filme também foi escolhido para abrir o Festival de Brasília.

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  • Filme

    Menino 23 vai disputar uma vaga na categoria de Melhor Documentário do Oscar 2017

    29 de outubro de 2016 /

    O Brasil vai tentar uma vaga na disputa de Melhor Documentário do Oscar 2017 com “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, dirigido por Belisário Franca. O filme entrou na lista de inscritos para o prêmio. “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil” acompanha as investigações sobre tijolos marcados com suásticas nazistas, encontrados no interior do Brasil, e revela a história de meninos órfãos e negros, vítimas de um projeto criminoso de eugenia. Ele concorrerá com outros 144 títulos para as cinco vagas da categoria, que, ao contrário de outros prêmios, não distingue produções de língua inglesa de outras de “língua estrangeira”. A primeira peneira da categoria selecionará 15 documentários finalistas em dezembro, dos quais sairão os cinco indicados da categoria, que serão anunciados no dia 24 de janeiro. No ano passado, a estatueta ficou com “Amy”, documentário sobre a vida da cantora britânica Amy Winehouse, dirigido por Asif Kapadia, mesmo cineasta que retratou a vida de Ayrton Senna em 2010. Neste ano, há candidatos fortes como “A 13ª Emenda”, filme da diretora Ava DuVernay sobre o sistema carcerário dos Estados Unidos, e “A Voyage of Time: Life’s Journey”, de Terrence Malick, que já concorreu ao Oscar com os longas “A Árvore da Vida” (2011) e “Além da Linha Vermelha” (1998). Outros fortes concorrentes são “Weiner”, que levou o prêmio do júri no Festival de Sundance, “I Am Not Your Negro”, estrelado por Samuel L. Jackson e premiado pelo público do Festival de Toronto, além do francês “Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds”, sobre a relação da intérprete da Princesa Leia e sua mãe famosa, que estrelou “Cantando na Chuva” (1952).

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  • Filme

    Michael Moore lança documentário surpresa contra Donald Trump

    18 de outubro de 2016 /

    Michael Moore aproveitou a polêmica envolvendo Donald Trump para anunciar, de surpresa, a exibição de um documentário sobre os republicanos de Ohio, região onde o candidato republicado às eleições presidenciais dos Estados Unidos é mais forte. Intitulado “Michael Moore in TrumpLand”, a produção terá pré-estreia na noite desta terça-feira (18/10) no IFC Center, em Nova York. “E aí, Nova York? Quem quer dar uma olhada no que eu tenho feito? Terça, 9:30pm, no IFC Center. Os ingressos gratuitos e serão distribuídos por ordem de chegada a partir das 8:30pm”, divulgou o diretor em sua conta no Twitter. Descrito pelo próprio Moore como o filme que os republicanos de Ohio tentaram derrubar, “Michael Moore in TrumpLand” mostra o documentarista em uma região hostil do país para ele, fazendo piadas sobre Donald Trump. Em 2004, Moore venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Fahrenheit 9/11”. Sucesso mundial, o documentário questionava as motivações suspeitas da Guerra do Iraque, numa época em que a mídia se recusava a questionar as mentiras do presidente George W. Bush.

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  • Filme

    A 13ª Emenda: Documentário da diretora de Selma sobre racismo do sistema prisional ganha trailer

    13 de outubro de 2016 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “A 13ª Emenda”, documentário sobre o racismo do sistema prisional americano dirigido pela cineasta Ava DuVernay (“Selma”). O documentário usa como título a 13ª emenda da Constituição dos EUA, que acabou com a escravidão no país em 1865, para argumentar que o escravismo ainda está vivo no encarceramento em massa, que afeta desproporcionalmente os negros. Enquanto os homens negros representam cerca de 6,6% da população americana, atualmente equivalem a 40,2% da lotação carcerária. Usando imagens de televisão, músicas e entrevistas com acadêmicos, políticos e ex-prisioneiros, a diretora Ava DuVernay descortina o preconceito que alimento o gueto prisional, que remonta aos linchamentos, à repressão aos direitos civis, às leis que sugerem parar e revistar quem parece ter “comportamento criminoso” e ao surto atual de mortes de negros desarmados pelas mãos da polícia. O filme teve première no dia 30 de setembro no Festival de Nova York e chegou ao Netflix no fim de semana.

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  • Música

    Supersonic: Cena do documentário mostra criação do primeiro hit da banda Oasis

    9 de outubro de 2016 /

    A A24 divulgou uma cena de “Supersonic”, documentário sobre a banda Oasis, produzido pelo cineasta Asif Kapadia, diretor do premiado “Amy” (2015). A prévia traz Noel Gallagher contando como criou a música que dá título ao filme e que também foi o primeiro hit da banda, enquanto cenas mostram shows e o clipe da canção. Repleta de imagens raras, que revivem a era de ouro do Britpop, o filme vai mostrar o lado brincalhão e a seriedade musical com que a banda encarou sua ascensão nos anos 1990, além das brigas e o comportamento destrutivo que levou à sua dissolução, concentrando a história nos dois irmãos que sempre estiveram à sua frente, Liam e Noel Gallagher. O filme tem direção de Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. A estreia está marcada para sexta-feira (14/10) no Reino Unido.

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  • Filme

    Veja o trailer do novo documentário da banda 30 Seconds to Mars dirigido por Jared Leto

    2 de outubro de 2016 /

    A banda 30 Seconds to Mars divulgou, em sua página oficial no YouTube, o primeiro trailer de “Camp Mars: The Concert Film”, um documentário sobre um acampamento/show da banda em 2015, dirigido pelo ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que é o cantor do grupo. A prévia mostra a locação campestre e o público animado, que chega para passar três noites num evento descrito como “acampamento de verão” para adultos. Dois dos shows noturnos foram gravados para a produção do vídeo, que ainda destaca a interação da banda com os fãs fora do palco, a participação de DJs, as trilhas para caminhadas, etc. A ideia é que o acampamento se torne uma tradição anual, reunindo a banda com seus fãs de uma forma mais íntima que a permitida pelos grandes festivais de rock. A estreia do filme vai acontecer em 9 de outubro numa plataforma de streaming mais obscura, chamada de VyRT e criada por Leto em 2011.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio alerta o mundo sobre os perigos da mudança climática em trailer de documentário

    29 de setembro de 2016 /

    A National Geographic divulgou o pôster e o trailer do documentário “Before the Flood”, em que Leonardo DiCaprio roda o mundo, fala com autoridades e cientistas, e tenta aumentar a conscientização sobre a importância de discutir a mudança climática que afeta o planeta. Quem acompanha a carreira do ator sabe que ele é um ativista dedicado à causa do meio ambiente. Este nem é seu primeiro envolvimento num documentário sobre o tema. Mas é o que mostra mais fôlego, ao levá-lo ao Ártico para testemunhar in loco o derretimento da calota polar e acompanhar seu testemunho sobre o que viu na ONU, diante de delegações de vários países. Graças a sua popularidade, ele também é capaz de ser recebido pelo Papa Francisco e o Presidente dos EUA Barack Obama para registrar seus depoimentos sobre a questão. Além de ser narrador e condutor do filme, ele também mostra fôlego como entrevistador, e ainda divide a produção com o cineasta Martin Scorsese. A direção, por sua vez, é de Fisher Stevens, documentarista vencedor do Oscar em 2010 por “The Cove”, que já abordava a depredação do meio ambiente. A estreia vai acontecer em 21 de outubro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.  

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  • Curumim
    Filme

    Curumim: Documentário sobre brasileiro executado na Indonésia ganha trailer impactante

    29 de setembro de 2016 /

    O documentário “Curumim” teve seu pôster e trailer divulgados. O filme acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. A prévia é intensa, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, e com entrevistas, encenação e imagens de arquivo, que recriam a trajetória do amigo dos amigos das festas cariocas, fuzilado na Ásia em janeiro do ano passado. Preso em 2003, Archer foi quem fez contato com o diretor Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) para pedir que ele filmasse sua história, “como um diário do corredor da morte”. Os dois se conheciam desde a juventude. Desde então, foram mais de 80 horas de conversas gravadas por telefone e imagens captadas graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta nem para falar com Marcos. Exibido sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim, o filme estreia no Brasil em 3 de novembro.

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  • Filme

    A Cidade Onde Envelheço vence o Festival de Brasília

    28 de setembro de 2016 /

    Primeiro longa de ficção da documentarista Marília Rocha, “A Cidade Onde Envelheço” foi o grande vencedor do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Ao todo, o filme recebeu quatro troféus Candangos. Além de Melhor Filme, também rendeu o prêmio de Melhor Direção para Rocha, Ator Coadjuvante para Wederson Neguinho, e Atriz, que foi dividido entre Elizabete Francisca e Francisca Manuel. O filme conta o drama de Teresa (Elizabete Francisca Santos), uma jovem portuguesa que decide deixar seu país para morar no Brasil, onde já está uma amiga (Francisca Manuel). O choque cultural rendeu alguns dos momentos mais bem-humorados do festival. Ao contrário do júri, o público preferiu um documentário, “Martírio”, de Vincent Carelli, que retrata o drama dos índios Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, em luta centenária para permanecer em seu território. Foi um dos longas mais aplaudidos durante a competição e também ganhou um Prêmio Especial do Júri. A animação “Quando os Dias Eram Eternos”, de Marcus Vinicius Vasconcelos, venceu como melhor curta. Segundo a organização do festival, cerca de 30 mil pessoas assistiram aos filmes deste ano. Mas, após a abertura marcada por forastemer, o encerramento aconteceu sem a presença de autoridades e com poucos premiados para receber os troféus. Retomando a tradição de lançar novos filmes, todos os longas em competição no evento eram inéditos no Brasil. Confira abaixo a relação dos longas premiados e a lista completa dos vencedores no site do festival. Longas Premiados no Festival de Brasília 2016 Melhor Filme A Cidade Onde Envelheço Melhor Filme – Júri Popular Martírio Melhor Filme – Júri da Crítica Rifle Prêmio Especial do Júri Martírio Melhor Direção Marília Rocha (A Cidade Onde Envelheço) Melhor Ator Rômulo Braga (Elon Não Acredita na Morte) Melhor Atriz Elizabete Francisca e Francisca Manuel (A Cidade Onde Envelheço) Melhor Ator Coadjuvante Wederson Neguinho (A Cidade Onde Envelheço) Melhor Atriz Coadjuvante Samya De Lavor (O Último Trago) Melhor Roteiro Rifle Melhor Fotografia O Último Trago Melhor Direção de Arte Deserto Melhor Trilha Sonora Vinte Anos Melhor Som Rifle Melhor Montagem O Último Trago Prêmio Conterrâneos Vinte Anos Prêmio Marco Antônio Guimarães Martírio

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  • Etc

    Brad Pitt anuncia que não irá à première de seu novo filme

    27 de setembro de 2016 /

    Brad Pitt anunciou que não irá à pré-estreia de “Voyage of Time”, documentário de Terrence Malick no qual trabalhou como narrador. Em um comunicado ao site Access Hollywood, o ator afirmou que deixará de ir ao evento “porque está focado na situação de sua família”, referindo-se a seu divórcio com Angelina Jolie. Ele ainda diz que é muito grato por ter participado de “um projeto tão fascinante e educador”, que trata da origem do universo. “Não quero tirar a atenção desse filme extraordinário, que encorajo todos a verem”. O ator também é produtor do longa, que marca seu reencontro com Malick, após “Árvore da Vida” (2011). O filme ainda conta com narração de Cate Blanchett (“Carol”), fotografia do cinematógrafo Paul Atkins, que comandou viagem cinematográfica similar para a Disney no documentário “Terra” (2007), e trilha do veterano compositor Ennio Morricone, que este venceu o Oscar pela composição musical de “Os Oito Odiados” (2015). “Voyage of Time” estreia em 7 de outubro nos EUA, exclusivamente em Imax, e terá première no Brasil durante o Festival do Rio.

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  • Amanda Knox
    Filme

    Após inspirar filmes, história de Amanda Knox vira documentário da Netflix com trailer legendado

    24 de setembro de 2016 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de seu documentário sobre Amanda Knox, a jovem e bela americana que figurou nas páginas policiais de todo o mundo após ser presa e condenada pelo assassinato brutal de sua colega de quarto na Itália, aos 21 anos de idade. Ela chegou a ser descrita como psicopata, mas acabou libertada após quatro anos, com a descoberta de diversos erros em seu processo criminal. A prévia traz a própria Amanda comentando justamente isso: ou ela é uma psicopata perigosa, por ser a última pessoa que você pensaria que seria capaz de um crime violento, ou é uma vítima inocente como o espectador. Essa história já virou filme, “The Face of an Angel” (2014), de Michael Winterbottom, com nomes trocados e muita liberdade criativa – e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) no papel de suspeita – , além de um telefilme sensacionalista do canal Lifetime, “Amanda Knox: Julgamento na Itália” (2011), estrelado por Hayden Panettieri (série “Nashville”). Mas é a primeira vez que Amanda conta sua versão dos fatos. Dirigido por Rod Blackhurst (“Here Alone”) e Brian McGinn (série “Chef’s Table”), “Amanda Knox” teve première mundial no Festival de Toronto e estreia na próxima sexta-feira (30/9).

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  • Xingo Cariri Caruaru Carioca - Carlos Malta
    Música

    Documentário sobre viagem musical de Carlos Malta pelo Brasil vence o Festival In-Edit

    20 de setembro de 2016 /

    O documentário “Xingu Cariri Caruaru Carioca” foi o vencedor da mostra competitiva nacional do Festival In-Edit Brasil 2016. Dirigido por Beth Formaggini (do curta “Angeli 24 Horas”), o filme acompanha o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e ​Dona Isabel Marques da Silva, a “Zabé da Loca”. Ele também será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora. O Júri também deu menção honrosa a dois documentários: “Danado de Bom”, de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, e “Waiting for B.”, de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver o show. “Waiting for B.” também venceu o prêmio do público como Melhor Documentário do festival. O Júri desta edição foi formado pela jornalista e documentarista Flávia Guerra (“Karl Max Way”), o cantor e compositor Péricles Cavalcanti (“Anna K.”) e o jornalista e documentarista Ricardo Calil (“Eu Sou Carlos Imperial”).

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  • Cinema Novo
    Filme

    Cinema Novo: Documentário premiado em Cannes, que abre o Festival de Brasília, ganha trailer

    20 de setembro de 2016 /

    A Vitrine Filmes divulgou o primeiro trailer de “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, que venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O diretor também é filho de um dos maiores expoentes do movimento cinemanovista, Glauber Rocha, e com o filme reencontra o pai, falecido em 1981, quando ele tinha apenas três anos de idade. A prévia é uma profusão rica de imagens, montadas de forma vertiginosa e intercaladas por depoimentos de época. Isto também reflete uma crítica que se faz ao filme, que ele não “conta a história” do movimento, no sentido de um documentário mais tradicional. Em vez disso, surge como uma obra que junta fragmentos para formar um painel da geração e da época em que o cinema brasileiro foi para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país, dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. “Cinema Novo” tem sua première nacional nesta terça (20/9) como o filme de abertura do Festival de Brasília e ainda será exibido, fora de competição, no Festival do Rio. A estreia comercial está marcada para 10 de novembro.

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