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    Documentário sobre Cidades Fantasmas vence o festival É Tudo Verdade

    1 de maio de 2017 /

    O festival de documentários É Tudo Verdade consagrou “Cidades Fantasmas”, o polonês “Comunhão” e o chileno “Los Ninos” em sua premiação de 2017. As três produções venceram, respectivamente, nas categorias de Melhor Documentário Brasileiro, Documentário Internacional e Documentário Latino. Com direção de Tyrell Spencer, “Cidades Fantasmas” aborda a história de quatro cidades latino-americanas que foram prósperas e hoje estão abandonadas e consumidas pelo tempo. Catástrofes naturais, motivações econômicas, embates políticos e guerras, são algumas das condições que levaram esses lugares ao total despovoamento. O filme vai ganhar o formato de série no Canal Brasil, incluindo outras cidades em condições semelhantes. Já os dois longas estrangeiros premiados abordam doenças. “Comunhão”, de Anna Zamecka, retrata a difícil rotina de uma família polonesa com um filho autista e um pai alcoólatra, e “Los Ninos”, de Maite Alberdi, sobre adultos com a síndrome de Down. Entre os curtas, “Boca de Fogo”, de Luciano Pérez Fernández, e “O Cuidador”, de Joost Van Der Wiel, ganharam, respectivamente, como melhor curta nacional e internacional. Os dois estão automaticamente qualificados para exame pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, visando uma vaga na disputa do Oscar 2018 de Melhor Curta de Documentário. O júri internacional foi formado pelo cineasta Alexandre O. Philippe, a cineasta francesa Anne Georget e a produtora chilena Jennifer Walton. O júri brasileiro contou com a produtora Daniela Capelato, o diretor de fotografia Jacques Cheuiche e o cineasta Joel Zito Araújo

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  • Filme

    Pitanga celebra um dos maiores astros negros do cinema brasileiro

    27 de abril de 2017 /

    Uma pena quando um grande cineasta demora a lançar um novo filme. Beto Brant, que às vezes assina a direção com Renato Ciasca, é um desses diretores que conquistaram o seu espaço entre os maiores do Brasil (e do mundo, por que não?) já a partir de seu longa de estreia, “Matadores” (1997). Sua carreira tem sido marcada por obras de narrativa impactante como “O Invasor” (2001) e “Cão sem Dono” (2007) e outras de maior risco e experimentação, casos de “Crime Delicado” (2005) e “O Amor Segundo B. Schianberg” (2010). Seu último filme na direção havia sido no longínquo 2011, com o apaixonante “Eu Receberia as Piores Notícias de seus Lindos Lábios”, estrelado por Camila Pitanga. Pois é novamente com Camila, desta vez coassinando a direção, que Brant retorna em “Pitanga” (2017), para contar a trajetória de vida do pai da atriz, Antonio Pitanga, um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos, protagonista num país que tem por hábito colocar os negros em segundo plano. Considerando que se trata de um filme comandado por Camila, até que ela aparece bem pouco em cena. Em compensação, seu pai domina o filme, que parece correr solto a partir da alegria contagiante e da autoconfiança de Pitanga. Em alguns momentos, chega a ser até incômoda a rasgação de seda contínua em torno do ator, que, naturalmente, se sente muito feliz em tomar para si a fama de grande conquistador, de homem de grande magnetismo. Mas nos dois primeiros terços do filme é quase difícil não sorrir junto com esse homem que viveu a vida de maneira intensa e que conquistou o coração de muitas mulheres, sendo que várias delas aparecem em cena, em reencontros emocionados: Maria Bethânia, Zezé Motta, Selma Egrei, Ítala Nandi, Elisa Lucinda… Paradoxalmente, isto realça a ausência da mãe de Camila, Vera Manhães, ainda viva, que nas fotos mostradas no filme revela-se belíssima. Não é à toa que a filha veio ao mundo tão bela e especial. Segundo relatos de alguns depoimentos ao longo do filme, o casal representava uma espécie de sensualidade, sexualidade e beleza singulares na época da sua juventude. O fato de o filme ser contado pelo próprio Pitanga, a partir de encontros com várias pessoas (famosas), velhos conhecidos, que passaram por sua vida de forma marcante, e que relembram com ele memórias saudosas do passado, diferencia o longa de outros documentários sobre personalidades. Aqui, o ator cheio de energia e muita prosa parece ser o dono do filme, com a bênção de Brant. O tom, entretanto, muda em seu terço final, quando Antonio Pitanga fala de assuntos mais sérios, sobre a chegada dos negros em território brasileiro nos navios negreiros. A obra assume o elogio à resistência, a destacar a importância do cinema mais político produzido no Brasil, especialmente nas décadas de 1960 e 70, e revela o engajamento cultural de um baiano bastante envolvido com a religião e a cultura afro-brasileira. De uma forma ou de outra, difícil negar o destaque do documentário neste momento de opressão e, ao mesmo tempo, de resistência das minorias, atestando o valor do negro em nossa sociedade e em nossa cultura, a partir de um registro vívido, original e pulsante. Além do mais, a vantagem dessa abordagem particular escolhida por Brant e Camila é que muita coisa é revelada nas entrelinhas: nos gestos, nas falas e nas emoções dos vários personagens que aparecem em cena. Sem esquecer que o filme ainda traz ótimas cenas de filmes estrelados por Antonio Pitanga – clássicos como “A Grande Feira” (1961), “Barravento” (1962), “O Pagador de Promessas” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Os Pastores da Noite” (1976), “A Idade da Terra” (1980), “Quilombo” (1984), “Chico Rei” (1985) e tantos outros.

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  • Filme

    Festival É Tudo Verdade apresenta documentários inéditos no Rio e em São Paulo

    20 de abril de 2017 /

    A organização do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade começou sua 22ª edição, com a exibição do filme “Eu, Meu pai e Os Cariocas”, da atriz Lúcia Veríssimo, no Rio, e com “Cidade de Fantasmas”, de Matthew Heineman, em São Paulo. O festival termina no dia 30 nas duas cidades. Destaque nacional na abertura, “Eu, Meu pai e Os Cariocas” aborda a história do grupo musical Os Cariocas, que ficou conhecido pelos arranjos vocais refinados, que marcaram desde a era do rádio até a bossa nova. Lúcia Veríssimo é filha de um de seus integrantes originais, o maestro Severino Filho (1928-2016). E “Cidade de Fantasmas” acompanha o trabalho de um grupo de jornalistas que se arrisca diariamente para registrar as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico na Síria. A programação prevê a exibição de 82 títulos de 30 países, dos quais 16 são estreias mundiais. As mostras competitivas trazem uma boa seleção de filmes aguardados. Sete filmes nacionais concorrem na Competição Brasileira de Longas e Médias-Metragens. Outras nove obras, seis inéditas, compõem a Competição Brasileira de Curtas-Metragens. As mostras competitivas internacionais só apresentam documentários inéditos; serão 12 na categoria longas e médias-metragens e 9 dentre os longas-metragens. A edição deste ano também terá homenagens aos cineastas Alexandre O. Philippe, Andrea Tonacci, Bill Morrison, Jean Rouch e João Moreira Salles. Após passar por Rio e São Paulo, a 22ª edição do Festival É Tudo Verdade chegará ainda a outras duas capitais: Porto Alegre, de 3 a 7 de maio; e Brasília, de 4 a 7 de maio. Todas as sessões são gratuitas. Confira a programação completa no site oficial do evento.

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  • Série

    The Keepers: Nova série documental da Netflix vai investigar o assassinato de uma freira

    19 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de sua nova série documental sobre um crime real. Após o sucesso de “Making a Murder”, sobre presos condenados injustamente por um assassinato, “The Keepers” segue outro caminho para investigar quem matou uma freira e professora católia, a Irmã Cathy Cesnik, há quase 50 anos, e porque parece ter havido tentativas para encobrir o crime. Por meio de entrevistas com dezenas de amigos, parentes, jornalistas, funcionários do governo e cidadãos de Baltimore decididos a descobrir a verdade, o diretor Ryan White (dos documentários “Serena” e “Nossa Querida Freda”) junta uma história que vai além da morte de um amada professora católica em 1969, para abordar os abusos do clero e a repressão de instituições governamentais e religiosas. A série estará disponível no Netflix a partir do dia 19 de maio.

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  • Filme

    Fundador do festival É Tudo Verdade vai voltar a dirigir um filme

    14 de abril de 2017 /

    Amir Labaki, fundador do festival É Tudo Verdade, vai voltar a dirigir um filme. Ele prepara “1961”, documentário sobre o tema de seu primeiro livro, escrito 30 anos: “1961 — A Crise da Renúncia e a Solução Parlamentarista”. O foco é a renúncia de Jânio Quadros, a crise política que se seguiu, a campanha da legalidade no Rio Grande do Sul, em favor da posse do vice-presidente João Goulart, e a tentativa de golpe militar, então derrotado. “Parto da minha pesquisa original, então pioneira. Mas importantes materiais audiovisuais afloraram nestas três décadas”, disse Labaki, ao jornal O Globo. Labaki, que é originalmente jornalista, dirigiu apenas um filme em sua carreira: “27 Scenes About Jorgen Leth” (2008), sobre o documentarista dinamarquês Jorgen Leth.

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  • Filme

    Galeria F documenta época trágica, quando presos políticos eram condenados à morte no Brasil

    14 de abril de 2017 /

    Num tempo em que a insanidade e a ignorância de alguns pretende trazer de volta os militares ao poder, é muito importante não esquecer o que foi o período de trevas da ditadura militar brasileira (1964-1985). Muitas histórias já foram contadas pelo caminho documental, outras foram recriadas pela via da ficção, mas ainda há muito a desvendar. E a memória precisa ser estimulada, refrescada, para que não nos esqueçamos do que vivemos e não venhamos a cometer os mesmos erros. Os mais jovens precisam se informar sobre o que aconteceu naquele período, para poderem avaliar o que se passa hoje e para se posicionarem com clareza, já que há muita confusão e desinformação no ar. O documentário “Galeria F”, de Emília Silveira, reconstrói uma história muito relevante do período: a do preso político baiano Theodomiro Romero dos Santos, que desde os 14 anos de idade lutou combatendo a ditadura. Entrou para a luta armada atuando junto ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário. Aos 18 anos, foi capturado junto com outros companheiros e reagiu à prisão, matando um militar que tentava alvejar um dos militantes detidos na rua. Foi preso, sobreviveu às bárbaras torturas que sofreu ao longo de 9 anos de prisão, até que veio a anistia, que não foi ampla, geral e irrestrita, como se pretendia. Classificado como terrorista, ficou de fora da anistia, foi mantido preso, enquanto poucos permaneciam encarcerados, e foi ameaçado de morte. Mais do que isso, estava de fato condenado à morte, o primeiro da história republicana. A única alternativa seria fugir da prisão, o que, surpreendentemente, aconteceu em 1979, deixando a todos perplexos. Incluído aí o governador Antônio Carlos Magalhães, que se refere na TV a essa fuga e à busca que se empreendeu a partir de então. O filme de Emília Silveira, ela também uma ex-prisioneira política, refaz com o próprio Theodomiro, seu filho Guga e outros participantes daquele período, a incrível fuga, os lugares por onde ele passou, os refúgios, e como foi possível ludibriar desde os carcereiros da prisão a toda a estrutura policial militar do cerco à sua recaptura. É um belo trabalho documental, cheio de humanidade, que não se alimenta de ódio nem de vingança, mas da retomada de um período histórico brasileiro que não pode ser esquecido, com os elementos emocionais que estão envolvidos na vida das pessoas. Por exemplo, o filho Guga, com o documentário, pôde finalmente conhecer a verdadeira história do pai. E a galeria F, onde fica a cela que abrigou o prisioneiro político por muitos anos, acaba sendo a testemunha de uma época trágica, que ainda estamos buscando superar definitivamente. Será possível?

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  • Música

    Turnê de despedida do Black Sabbath vai render documentário

    11 de abril de 2017 /

    Tony Iommi, o lendário guitarrista do Black Sabbath, revelou que a última turnê da banda vai virar documentário, assim como um álbum ao vivo. Intitulada “The End”, a turnê de despedida fez 81 apresentações, passando por quatro continentes. O músico ressaltou que os shows marcaram a despedida do grupo apenas dos palcos, mas o Black Sabbath pode continuar em atividade, gravando discos ou desenvolvendo projetos especiais. “Não acho que tenhamos decidido nada, além de não querer mais fazer turnês. Quem sabe? Podemos fazer algo. Nós não falamos sobre isso. Nós não falamos sobre nada, realmente, mas tenho certeza que algo pode acontecer em algum lugar”, avaliou, em entrevista para a rede americana NBC. Na mesma entrevista, Iommi contou que tem “sacos” de riffs que ele criou com o Black Sabbath e que um dia podem aparecer num álbum solo seu. Em janeiro, Geoff Nicholls, tecladista da banda, morreu aos 68 anos, depois de uma batalha contra o câncer.

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  • Filme

    Diretora vencedora do Oscar assina novo documentário sobre Julian Assange

    10 de abril de 2017 /

    O canal pago americano Showtime vai exibir o novo documentário de Laura Poitras sobre uma figura polêmica da era digital. Após vencer o Oscar com “Citizenfour” (2014), sobre Edward Snowden, ela filmou “Risk”, sobre o fundador do WikiLeaks, Julian Assange. “Risk” foi produzido ao longo de seis anos e teve sua première no Festival de Cannes do ano passado, mas não será exibido nos cinemas, fazendo sua estreia diretamente na TV americana. “Com um acesso sem precedentes, Poitras nos mostra a história do WikiLeaks por dentro, permitindo aos espectadores entender a era de vazamentos em massa e manchetes chamativas na qual vivemos, assim como o impacto revolucionário da internet na política global”, assinalou o Showtime no comunicado sobre o acordo de exibição. “‘Risk’ é um retrato de poder, princípios, traição e sacrifício quando a aposta não poderia ser mais elevada. É um thriller geopolítico narrado da perspectiva de uma cineasta imersa em mundos de vigilância governamentais e do movimento ciberpunk”, completa a nota. O australiano Assange, de 45 anos, está refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012 para evitar uma extradição para a Suécia por supostos crimes sexuais, acusações que ele nega. Ele teme que a Suécia o extradite em seguida para os Estados Unidos, depois que o WikiLeaks divulgou milhares de telegramas diplomáticos e documentos confidenciais.

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  • Música

    50 anos de Sgt Pepper’s renderá edição especial do clássico dos Beatles com direito a documentário

    5 de abril de 2017 /

    Os 50 anos do álbum “Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, que acontecem em junho, serão comemorados com uma edição especial repleta de atrativos, para deixar os fãs dos Beatles em êxtase. O lançamento comemorativo ganhou até trailer, que destaca todos os bônus da produção, que incluem remixes, demos, versões alternativas, um livro de 144 páginas e até um documentário sobre a gravação, além de outros brindes. Veja abaixo. O pacote “super deluxe” contará com 4 CDs, DVD e um box Blu-ray, mas versões mais simples também estarão disponíveis. “É loucura pensar em como 50 anos atrás, quando estávamos olhando para esse projeto com tanto carinho e um pouco de espanto, quatro caras, um excelente produtor – e seus engenheiros – poderiam fazer uma obra de arte tão duradoura”, disse Paul McCartney em comunicado sobre o projeto. Além de marco da psicodelia, o disco de 1967 também foi revolucionário na forma como usou o estúdio, transformado em “instrumento” para a criação de músicas. A obra foi consequência direta da decisão dos Beatles de abandonar os palcos. Com isso, o quarteto passou a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido. E isto numa época em que os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. Os interessados já podem aproveitar a pré-venda da edição comemorativa antes do lançamento no dia 26 de maio.

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    Filme de Lúcia Veríssimo sobre Os Cariocas e documentário da guerra na Síria abrem o festival É Tudo Verdade 2017

    4 de abril de 2017 /

    A organização do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade anunciou os filmes de abertura de sua 22ª, que acontecerá, como nos últimos anos, simultaneamente no Rio e em São Paulo. O filme “Eu, Meu pai e Os Cariocas”, da atriz Lúcia Veríssimo, vai abrir a edição carioca do É Tudo Verdade no dia 19 de abril. Em São Paulo, a abertura será no dia 20, com “Cidade de Fantasmas”, de Matthew Heineman. O festival termina no dia 30 nas duas cidades. “Eu, Meu pai e Os Cariocas” aborda a história do grupo musical Os Cariocas, que ficou conhecido pelos arranjos vocais refinados, que marcaram desde a era do rádio até a bossa nova. Lúcia Veríssimo é filha de um de seus integrantes originais, o maestro Severino Filho (1928-2016). E “Cidade de Fantasmas” acompanha o trabalho de um grupo de jornalistas que se arrisca diariamente para registrar as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico na Síria. A edição deste ano também terá homenagens aos cineastas Alexandre O. Philippe, Andrea Tonacci, Bill Morrison, Jean Rouch e João Moreira Salles. A programação prevê a exibição de 82 títulos de 30 países, dos quais 16 são estreias mundiais. Além disso, o festival terá uma novidade: uma nova competição para longas latino-americanos.

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    Documentário sobre Heath Ledger ganha seu primeiro trailer

    4 de abril de 2017 /

    O primeiro trailer e o pôster do documentário sobre a vida de Heath Ledger foi divulgado nesta terça-feira, dia em que o ator completaria 38 anos. “I Am Heath Ledger” faz parte de uma série de documentários produzidos pelo canal americano Spike e mostra um retrato íntimo do ator, utilizando imagens de vídeos caseiros inéditos, filmados por ele mesmo. O documentário também inclui entrevistas com a irmã do ator, Kate Ledger, e o diretor de “O Segredo de Brokeback Mountain”, Ang Lee, que elogia o talento do ator. Ledger, que venceu postumamente o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), faleceu em consequência de uma overdose de remédios vendidos com receita médica pouco antes do lançamento do filme, que faturou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. “I am Heath Ledger” vai estrear no Festival de Tribeca, em Nova York, no dia 23 de abril, passará em cinemas americanos selecionados a partir de 3 de maio e será exibido pelo canal Spike em 17 de maio. Não há previsão para a exibição no Brasil.

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    Trailer da continuação de Uma Verdade Inconveniente denuncia terrorismo ambiental de Donald Trump

    28 de março de 2017 /

    No dia em que Donald Trump assinou resoluções voltadas a retroceder a política ambiental norte-americana, estimulando a emissão de gases estufas por usinas de carvão, a Paramount divulgou o primeiro trailer completo da continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar 2007 de sua categoria. A prévia vai na jugular daqueles que, como Trump, consideram um exagero a teoria do aquecimento global, mostrando como a situação se agravou nos dez anos que se passaram desde o primeiro filme e como o mundo vem se unindo para impedir uma catástrofe em escala global. Não por acaso, a primeira cena é um discurso do atual presidente dos EUA, em que ele faz troça do fenômeno. Mais adiante, Trump promete abandonar os esforços das Nações Unidas para impedir o aquecimento global, o que ganha tom de ameaça terrorista na edição do vídeo. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção conta com direção de direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”) e traz novamente o ex-vice presidente Al Gore como apresentador e produtor. Para quem não lembra, o longa original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. Após abrir o Festival de Sundance 2017, o filme tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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    Heath Ledger será homenageado em série de documentários

    21 de março de 2017 /

    A série de documentários “I Am” do canal pago americano Spike dedicará um de seus próximos episódios para tratar da carreira do ator Heath Ledger, que venceu postumamente o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Ele faleceu em consequência de uma overdose de remédios vendidos com receita médica pouco antes do lançamento do filme, que faturou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. A série de documentários “I Am” é praticamente uma homenagem do canal à diversas celebridades de Hollywood, como Chris Farley (“Um Ninja da Pesada”) e Bruce Lee (“Operação Dragão”). Os homenageados são apresentados a partir de entrevistas feitas com amigos e parentes. O capítulo que homenageia Heath Ledger deve ser exibido ainda este mês.

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