PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Supersonic: Documentário sobre a banda Oasis ganha primeiro trailer

    7 de setembro de 2016 /

    A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Supersonic”, documentário sobre a banda Oasis, produzido pelo cineasta Asif Kapadia, diretor do premiado “Amy” (2015). Repleta de imagens raras, que revivem a era de ouro do Britpop, a prévia mostra o lado brincalhão e a seriedade musical com que a banda encarou sua ascensão nos anos 1990, mas também as brigas e o comportamento destrutivo que levou à sua dissolução, concentrando a história nos dois irmãos que sempre estiveram à sua frente, Liam e Noel Gallagher. O filme tem direção de Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. A estreia está marcada para 14 de outubro no Reino Unido.

    Leia mais
  • Música

    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

    Leia mais
  • Música

    The Beatles: Trailer de documentário mostra a história dos shows da banda mais popular que Jesus Cristo

    29 de julho de 2016 /

    O Studiocanal divulgou o trailer do documentário “The Beatles — Eight Days a Week — The Touring Years”, dedicado aos shows da banda. A prévia traz imagens conhecidas, mas também registros raros dos bastidores das turnês do quarteto no começo dos anos 1960, com direito a muitas fãs histéricas, correria e caos, numa síntese do frenesi da Beatlemania em seu auge. Dirigido pelo cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), o filme também inclui novos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Starr, que se juntam a imagens de arquivo de John Lennon e George Harrison na recordação do período mais popular da banda. Os Beatles só fizeram shows de 1962 a 1966, quando, numa atitude impensável para os dias de hoje, decidiram parar de tocar ao vivo. “Éramos crianças. Estávamos um pouco assustados”, diz Paul no trailer. A histeria era tanta que era impossível ouvir as músicas durante os shows, apenas os gritos intermináveis das fãs. Na época, isso levou John Lennon a dizer os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo. O que rendeu polêmica e ajudou o grupo a repensar a forma como continuaria a trabalhar. “Começamos a ficar de saco cheio. E procuramos novos caminhos para seguir”, explica Paul. Ao decidirem abandonar os palcos, os Beatles passaram a concentrar seus esforços no estúdio, dedicando-se a aperfeiçoar suas gravações, o que originou uma revolução musical, culminando no disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967), marco da psicodelia que levou a técnica da mixagem e efeitos sonoros a um nível nunca antes ouvido – quando os discos ainda eram gravados em apenas quatro canais de som. O documentário estreia em 15 de setembro no Reino Unido, no dia seguinte nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Música

    Janis – Little Girl Blue prefere as desgraças da vida à música de Janis Joplin

    18 de julho de 2016 /

    Perturba bastante no documentário “Janis – Little Girl Blue” o modo como a diretora Amy Berg expõe de maneira tão enfática a dor e a solidão de Janis Joplin. Muitas vezes, usando apenas as letras de suas canções, simples, mas que sempre falavam da falta de alguém ou de relacionamentos em geral. Inclusive, há uma cena em que Janis fala, antes de começar a cantar “Cry baby”, sobre o caso do sujeito que ela conheceu no Brasil e que resolveu ir embora porque não aguentava vê-la envolvida com heroína. O fato de ela dizer, pra todo mundo ouvir, é tocante, mas ao mesmo tempo incômodo. As entrevistas que ela dava à imprensa também não ofereciam muita coisa. Demonstravam mais sua insegurança e os repórteres sabiam disso e tocavam na ferida. Assim como iam buscar sua pior fase de escola e faculdade, quando ela sofria bullying por ser diferente e estar fora dos padrões de beleza vigentes naquela cidadezinha do Texas que ela preferiu deixar pra trás, em busca da alegria de ser uma grande cantora em São Francisco e além. E isso ela conseguiu em bem pouco tempo, quando integrou a Big Brother Holding Company. Ela acabou ficando maior do que a banda e logo se lançou em carreira solo. A relação com as drogas passa um certo ar de déjà vu, repetindo o périplo de outros documentários recentes e superiores sobre outras cantoras fantásticas: “Amy”, de Asif Kapadia, e “Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle. Comparado a estas duas obras, o filme sobre Janis fica até pequeno, tanto porque sua história de vida não é tão bem explorada, quanto pelas imagens de arquivo não serem suficientemente ricas. Ao menos, as cartas de Janis, narradas por Cat Power, vez ou outra, funcionam como um elemento pessoal bem-vindo. Ao enfatizar o lado mais pessoal de Janis, acaba faltando espaço para o documentário explorar a força de sua música. As únicas que merecem espaço no documentário – e merecidamente, por serem lindas – são “Summertime”, que tem aquele solo de guitarra maravilhoso e uma interpretação fantástica de Janis, numa reinvenção genial do clássico de George Gershwin, e “Me and Bobby McGee”, composição de Kris Kristofferson e Fred Forster, já da última fase da cantora, quando ela conheceu um produtor que soube ensiná-la a trabalhar melhor o vocal, rendendo uma canção menos gritada e mais sutil. No mais, não há como não ficar comovido com o caso do telegrama ao final do filme, que mostra mais uma dessas histórias de amor prestes a bater à sua porta, mas que a falta de paciência faz se perder. No caso dela, então, é de se lamentar mesmo. Morrer é fácil. Viver é que é difícil.

    Leia mais
  • Filme

    Documentário Danado de Bom vence o festival Cine-PE

    9 de maio de 2016 /

    O documentário “Danado de Bom”, de Deby Brennand, foi o grande vencedor do 20º Cine-PE, levando os troféus Calunga de Melhor Filme, Fotografia, Montagem e Edição de Som. Único documentário na mostra competitiva de longas, o filme traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003 e não chegou a ver o trabalho pronto. “Danado de Bom” foi o único filme aplaudido de pé em todo o Cine PE-2016. Com um tema popular – o forró – , ele já tinha sido exibido no festival É Tudo Verdade, onde não chamou tanta, para não dizer nenhuma, atenção. O mais curioso, entretanto, é que na hora de definir seu prêmio, o público preferiu outro longa, ignorando sua suposta popularidade. Longa mais premiado da noite, “Por Trás do Céu”, de Caio Sóh, venceu o troféu do júri popular e também conquistou quatro categorias da premiação do juri: Melhor Roteiro (do próprio Caio Sóh), Ator Coadjuvante (Paulo Góes), Atriz Coadjuvante (Paula Burlamaqui) e Direção de Arte. O troféu de Melhor Direção ficou com Rodrigo Gava, pela animação “As Aventuras do Pequeno Colombo”, enquanto os prêmios de interpretação foram para os dois protagonistas do filme “Leste Oeste”, Felipe Kannenberg e Simone Iliescu. Dirigido por Rodrigo Grota, “Leste Oeste” tinha sido o longa mais elogiado do evento… Além dos prêmios “oficiais”, o veterano cineasta Luiz Rosemberg Filho, que apresentou “Guerra do Paraguay” na competição, recebeu um Calunga especial pelo conjunto da obra. “Guerra do Paraguay” ainda foi considerado o Melhor Filme do festival na votação da crítica. Ou seja, com apenas seis longas em competição, o Cine-PE só deixou de premiar a comédia “O Prefeito”, de Bruno Safadi, evidenciando o loteamento que costuma resultar de uma amostragem limitada. Outro problema derivado dessa opção, por sinal, acabou prejudicando a festa da premiação: a ausência da maioria dos vencedores, que não compareceram ao evento para receber seus troféus. Diante do acumulo de desculpas, ficou a sensação de desprestígio do festival. Um dos mais importantes festivais de cinema do país, o Cine-PE aconteceu de 2 a 8 de maio, em Pernambuco, trazendo, ainda, 18 curta-metragens. A ficção “Redemunho”, estreia na direção da atriz Marcélia Cartaxo (sempre lembrada por “A Hora da Estrela”), ganhou o prêmio de Melhor Curta. Os títulos dos demais premiados podem ser conferidos abaixo, na lista completa dos vencedores. Vencedores do Cine-PE 2016 MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS Melhor Filme Danado de Bom (PE), de Deby Brennand Melhor Direção Rodrigo Gava, por As Aventuras do Pequeno Colombo (RJ) Melhor Roteiro Caio Sóh, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Fotografia Jane Malaquias, Pablo Nóbrega e Pedro Von Kruger, por Danado de Bom (PE) Melhor Edição Jordana Berg, por Danado de Bom (PE) Melhor Edição de Som Ernesto Sena e Antonio de Pádua, por Danado de Bom (PE) Melhor Trilha Sonora Ary Sperling, por As Aventuras do Pequeno Colombo (RJ) Melhor Direção de Arte Ana Isaura, Zeno Zanardi e Kennedy Mariano, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Ator Coadjuvante Renato Góes, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Atriz Coadjuvante Paula Burlamaqui, por Por Trás do Céu (SP) Melhor Ator Felipe Kannenberg, por Leste Oeste (PR) Melhor Atriz Simone Iliescu, por Leste Oeste (PR) Prêmio Especial do Júri Luiz Rosemberg Filho, pelo conjunto de sua obra e contribuição ao cinema brasileiro Prêmio da Crítica (júri da Abraccine) Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho (RJ) Prêmio do Júri Popular Por Trás do Céu, de Caio Sóh (SP) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS Melhor Filme Redemunho, de Marcélia Cartaxo (PB) Melhor Direção Marcello Sampaio, por O Coelho (RJ) Melhor Roteiro Marcélia Cartaxo e Virginia de Oliveira, por Redemunho (PB) Melhor Atriz Ingrid Cairo, por O Coelho (RJ) Melhor Ator Daniel Porpino, por Redemunho (PB) Melhor Fotografia Marcello Sampaio, por O Coelho (RJ) Melhor Direção de Arte Hermerson Souza, por This is not a Song of Hope (PE) Melhor Edição de Som Alexandre Barcellos e Felipe Mattar, por Das Águas que Passam (ES) Melhor Trilha Sonora Lívio Tragtemberg, Naná Vasconcellos e Villa Lobos, por Gramatyka (DF) Melhor Edição Guto BR, por O Último Engolervilha II (RJ) Prêmio do Júri Popular O Coelho, de Marcello Sampaio (RJ) Prêmio da Crítica (júri da Abraccine) Paulo Bruscky, de Walter Carvalho (PE) Prêmio Canal Brasil Redemunho, de Marcélia Cartaxo (PB) MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS PERNAMBUCANOS Melhor Filme Maria, de Carol Correia Melhor Direção Tauana Uchôa, por Não Tem Só Mandacaru Prêmio do Júri Popular Diva, de Luiz Rodrigues Jr.

    Leia mais
  • Música

    Festival Cine-PE completa 20 anos valorizando o cinema brasileiro

    3 de maio de 2016 /

    O Festival Cine-PE completa 20 anos de existência numa época de bastante valorização do cinema pernambucano, um dos mais efervescentes e criativos da nova safra autoral brasileira. A mais recente consagração foi a inclusão de “Aquarius”, novo filme de Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), na mostra competitiva do Festival de Cannes. A fase de reconhecimento global ao cinema brasileiro teve uma consequência bem-vinda no festival pernambucano, que parece ter abandonado sua desfocada pretensão de virar um evento internacional, passando a valorizar o que fez de melhor em suas duas décadas de existência: lançar novos clássicos nacionais. A crise econômica (a questão cambial) também ajudou na composição das mostras, que voltam a ser exclusivas de filmes brasileiros. São três mostras competitivas: uma de longas, outra de curtas e uma terceira de curtas do estado de Pernambuco. Debates e workshops também entram na programação, que ainda presta homenagem às carreiras do ator Jonas Bloch (“Amarelo Manga”) e da atriz-cineasta Carla Camurati (“Carlota Joaquina: Princesa do Brazil”). Mesmo com a exclusão de filmes internacionais, a mostra competitiva de longas permanece bastante enxuta, com apenas seis títulos, mas, paradoxalmente, eclética ao extremo, incluindo na mesma seleção um filme alegórico de cineasta da velha guarda, um documentário sobre forró e uma animação infantil. A disputa começa com a exibição de “Por Trás do Céu”, do paulista Caio Sóh, diretor de “Teus Olhos Meus” (vencedor do prêmio do público da Mostra de São Paulo de 2011) e marido da protagonista, a atriz Nathalia Dill (“Paraísos Artificiais”). Filme encantado pelo céu azul nordestino, foi rodado no Cariri paraibano, a “Roliúde Nordestina”, onde se passaram clássicos como “São Jerônimo” (1999), de Júlio Bressane, “O Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes, e “Cinema, Aspirinas e Urubus” (2005), de Marcelo Gomes. A mencionada projeção internacional se reflete na exibição da comédia “O Prefeito”, de Bruno Safadi (“Éden”), sobre um prefeito fictício (Nizo Neto) que quer a independência do Rio. O filme integra uma quadrologia (com obras de outros cineastas) que foi lançada no Festival de Locarno no ano passado. Um dos filmes mais esperados da competição é “Guerra do Paraguay”, do mítico Luiz Rosemberg Filho, lenda-viva do chamado Cinema de Invenção, que interrompeu um longo hiato com “Dois Casamento$”, seu filme mais pop, lançado em apenas duas salas em 2015. Na ocasião, comparou a burocracia da Ancine à ditadura que o censurava nos anos 1970. Sua nova obra é uma crítica alegórica ao fascismo, contada em tom de fábula. Com apelo mais popular, o documentário “Danado de Bom”, de Deby Brennand, celebra o forró, ao relembrar a carreira musical de João Silva, grande parceiro de Luiz Gonzaga. O filme da cineasta pernambucana já foi exibido no festival É Tudo Verdade, no mês passado. Voltado ao público infantil, a animação “As Aventuras do Pequeno Colombo”, de Rodrigo Gava (“Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo”), contrasta com a seriedade da seleção, acompanhando uma aventura do jovem Chris (Christóvão Colombo) e seus amigos Leo (Leonardo da Vinci) e Lisa (Monalisa) em busca dos tesouros da lendária Ilha de Hi-Brasil. Assumidamente comercial, a produção já assegurou sua estreia no circuito em dezembro. Completa a programação “Leste Oeste”, primeiro longa-metragem dirigido pelo cineasta Rodrigo Grota, que envolve pilotos de corridas e parece ter sido rodado em outro país, onde há neblinas e manhãs frias. Antítese do cenário ensolarado das demais obras selecionadas, foi filmado em Londrina, na “república” do Paraná.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Whitney Houston vai ganhar documentário do diretor de O Último Rei da Escócia

    30 de abril de 2016 /

    A cantora Whitney Houston terá sua vida e carreira retratadas em um documentário dirigido por Kevin Macdonald (“Mar Negro”). A informação foi divulgada pelo site oficial da cantora. Este será o primeiro filme de Whitney autorizado por sua família. Macdonald é um diretor de prestígio. Além de realizar dramas de ficção, como “O Último Rei da Escócia” (2006), que lhe rendeu o BIFA (prêmio indie britânico), ele já venceu o Oscar de Melhor Documentário por “Um Dia em Setembro” (1999). O filme sobre Whitney tampouco será seu primeiro documentário musical. Em 2012, ele lançou “Marley”, o trabalho mais exaustivo já feito sobre o cantor Bob Marley. O filme ainda não tem título definido, mas deve estrear em 2017. Ele será produzido por Simon Chinn, que já produziu vencedores do Oscar de Melhor Documentário, como “Procurando Sugar Man” (2012) e “O Equilibrista” (2008). Anteriormente, a cantora tinha sido foco do telefilme “Whitney” (2015), dirigido por Angela Bassett e estrelado por Yaya DaCosta. Mas a produção não contou com apoio de sua família, que tentou, sem sucesso, impedir sua gravação. Dona de uma voz incomparável e poderosa, que rendeu diversos hits, Whitney também fez carreira no cinema, destacando-se principalmente no filme “O Guarda-Costas” (1992), de onde saiu sua música mais conhecida, “I Will Always Love You”. Porém, nos últimos anos, passou a chamar mais atenção pela sua vida pessoal, devido ao seu relacionamento conturbado com o cantor Bobby Brown e o vício em drogas. Ela morreu em 2012, afogada em sua própria banheira.

    Leia mais
  • Música

    Diretor de Battleship vai produzir documentário “sem censura” sobre Rihanna

    15 de abril de 2016 /

    A cantora Rihanna vai ganhar um documentário que pretende mostrar sua vida e sua carreira sem censura. O projeto partiu do diretor Peter Berg, que foi responsável pela estreia da cantora nos cinemas, no filme “Battleship: A Batalha dos Mares” (2012). Berg criou uma nova produtora, chamada Film 45, com foco em projetos sem roteiro e, de acordo com a Billboard, entre os primeiros trabalhos estaria um longa sobre a artista caribenha, que traria um “olhar sem filtros sobre a vida de Rihanna e como ela se tornou um ícone global”, na definição do próprio diretor. Ainda sem título, o projeto terá inspiração no clássico documentário “Don’t Look Back” (1967), sobre Bob Dylan. O diretor disse à Billboard ter escolhido Rihanna pois se sentiu atraído pela ideia de observar como age “uma jovem artista no topo da sua carreira”, e que o longa seria “mais um estudo de personagem do que um filme de música”. Apesar de o documentário não ter data de estreia definida, o site da Film 45 indica que ele será lançado em breve, além de oferecer uma pequena sinopse do filme: “Siga esta verdadeira estrela internacional, por sua vida como artista, empresária e humanitária, enquanto luta contra a constante pressão da liberdade artística, proporcionando um olhar sobre a evolução de uma das artistas pop mais conhecidas do mundo.”

    Leia mais
  • Música

    Yorimatã resgata a carreira musical de Luli e Lucina

    8 de abril de 2016 /

    “Yorimatã” é um documentário que procura recuperar a rica história musical da dupla de cantoras e compositoras Luli e Lucina, que esteve no centro dos acontecimentos da MPB, nas décadas de 1970 e 1980. Conviveu e trabalhou com grandes talentos desses períodos, mas, por razões diversas, sempre acabou se afastando da ribalta, sem poder colher os frutos de seus inegáveis méritos. Para viver o amor que pulsava entre elas, junto com a música. Para construir uma família a três, com o fotógrafo Luís Fernando Borges da Fonseca. Para viver uma vida hippie no mato, longe da cidade, em economia de subsistência, por opção ideológica. E, também, retornando às origens da natureza, quando um câncer acometeu Luís Fernando, para estar com ele na doença. Com tantos percalços e opções viscerais ou radicais, a dupla não alcançou o sucesso que sempre esteve por perto. Mas tem muito o que mostrar, nas imagens recuperadas das filmagens em VHS e fotos que Luís Fernando registrou por longos anos. E nos depoimentos atuais delas, de Gilberto Gil, Zélia Duncan, Tetê Espíndola, Ney Matogrosso, Antonio Adolfo, Joyce e outros mais. Para quem não conhece, ou conhece pouco, o filme mostra as músicas e o universo cultural da produção delas muito bem. O título “Yorimatã”, segundo a dupla, é uma espécie de palavra mágica que significa “salve a criança da mata”. Primeiro longa do diretor Rafael Saar, o filme venceu o festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais. https://www.youtube.com/watch?v=Yc-RDFzgDIk

    Leia mais
  • Música

    Veja o primeiro teaser de Guitar Days, documentário sobre o rock indie brasileiro

    27 de fevereiro de 2016 /

    O documentário “Guitar Days” divulgou seu primeiro teaser, como parte de sua campanha de arrecadação. Até agora filmado com recursos do próprio diretor Caio Augusto Braga, o filme busca completar sua verba no site de financiamento coletivo Catarse. A produção cobre uma lacuna nos filmes sobre a música brasileira, mapeando o cenário alternativo-independente do rock nacional, com foco específico no movimento iniciado pelas bandas dos anos 1990, que aumentaram o volume das guitarras e passaram a cantar em inglês, lixando-se para o mercado. Com duração de 50 dias, a campanha prevê vários “prêmios” para os colaboradores, desde um CD inédito, que será lançado junto do filme, com músicas das bandas retratadas, até participação nos créditos do longa como apoiador. Confira – e apoie – no site oficial. A expectativa dos produtores é finalizar o filme até julho, desde que a verba (R$ 95,7 mil) seja levantada. É importante ressaltar que “Guitar Days” não conta com verba de edital ou leis de incentivo, mesmo assim correu o país, de Fortaleza ao Rio Grande do Sul, registrando mais de 50 entrevistas com músicos, produtores, jornalistas e donos de casas noturnas envolvidos na história do rock alternativo brasileiro. Entre as bandas registradas, incluem-se Pin-Ups, Second Come, Brincando de Deus, CSS, Far From Alaska, Garage Fuzz, Hateen, Killing Chainsaw, Low Dream, Mickey Junkies, Lava Divers, PELVs, Stellar, Valv, Wry, dentre outras.

    Leia mais
  • Filme

    Documentários sobre Amy Winehouse, Nina Simone e Marlon Brando são finalistas ao Oscar

    2 de dezembro de 2015 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou sua lista de filmes pré-selecionados para preencher as cinco indicações ao Oscar 2016 de Melhor Documentário. No total, 124 filmes foram inscritos nessa categoria. Mesmo com a redução para 15 é difícil prever quais serão os escolhidos, já que há muitos lançamentos que obtiveram grande repercussão, como “Malala”, “O Olhar do Silêncio” e “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief”. Além destes, há dois perfis de cantoras famosas, “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, e “What Happened, Miss Simone?”, produção do Netflix sobre Nina Simone. A lista ainda inclui um filme criado a partir dos diários gravados pelo ator Marlon Brando, “A Verdade sobre Marlon Brando”, e a nova produção de Michael Moore, “Where To Invade Next”. Os cinco selecionados serão anunciados no dia 14 de janeiro de 2016. Já a cerimônia do Oscar, que premiará o vencedor, está marcada para 28 de fevereiro. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Finalistas ao Oscar 2016 de Melhor Documentário Amy Best Of Enemies Cartel Land Going Clear: Scientology and the Prison of Belief Malala Heart Of A Dog The Hunting Ground A Verdade sobre Marlon Brando O Olhar do Silêncio Meru 3 1/2 Minutes, 10 Bullets We Come As Friends What Happened, Miss Simone? Where To Invade Next Winter On Fire: Ukraine’s Fight For Freedom

    Leia mais
  • Música

    Diretor de Amy vai produzir documentário sobre a banda Oasis

    16 de novembro de 2015 /

    O cineasta Asif Kapadia, que dirigiu “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, vai produzir um novo documentário musical. Segundo o site Deadline, ele cuidará da produção de um filme sobre a banda Oasis, principal representante do movimento britpop dos anos 1990. O filme será dirigido por Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. Ainda sem título, o documentário vai abordar o processo de formação do Oasis em 1991 pelos irmãos Noel e Liam Gallagher, o estouro mundial do álbum “Definitely Maybe” em 1994, as brigas entre os dois líderes e a separação que precipitou o fim da banda em 2010. Ainda não há data de início das filmagens nem previsão de lançamento.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie