Michelle Yeoh é Deusa da Compaixão em vídeo da série “American Born Chinese”
O serviço de streaming Disney+ divulgou um vídeo promocional da sua nova série, “American Born Chinese”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). O vídeo mistura cenas de bastidores com depoimentos das pessoas envolvidas e apresenta o visual da atração, que deve combinar ação, mitologia e humor. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “Good Egg”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan (também de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” ainda não tem previsão de estreia.
HBO e HBO Max vencem Netflix no Emmy 2022
A combinação do canal pago HBO e da plataforma HBO Max superou com folga a rival Netflix na contagem geral do Emmy deste ano. Após vencer uma dúzia dos prêmios principais da Academia de Artes e Ciências Televisivas na noite de segunda (12/9), as HBOs chegaram a um total de 37 vitórias, incluindo os troféus preliminares, entregues em 3 e 4 de setembro. As séries mais premiadas do streaming do conglomerado Warner Bros. Discovery foram “The White Lotus” (10 prêmios), “Euphoria” (6) e “Succession” (4). Já Netflix levou para casa um total de 26 troféus, mas apenas três na cerimônia de segunda. Os destaques do streaming mais antigo foram “Round 6” (6), “Stranger Things” (5) e “Arcane” (4). O resultado representa uma reversão das fortunas de 2021, quando a Netflix teve 44 Emmys no total, contra 19 da HBO/HBO Max. O resultado é importante especialmente para a HBO Max, que enfrenta uma crise administrativa após a fusão da Warner e da Discovery, com cancelamentos repentinos e sumiços de séries na plataforma. Também reforça a estratégia de Casey Bloys, chefe de conteúdo das HBOs, de priorizar produtos de qualidade sobre quantidade. Este parece ser justamente o problema da Netflix, que produz uma quantidade inigualável de atrações. Só que o excesso faz com que até produções de qualidade se percam na página inicial da plataforma, sem que o público consiga descobri-las. Com a ambição de reconhecimentos no Emmy e até no Oscar, a Netflix pode ter que repensar seus métodos de produção, aproveitando para transformar a atual crise de assinantes da empresa numa oportunidade para rever seu modelo de negócios. No caso, não se trata sequer de reinvenção, mas de volta às origens. Vale lembrar que, em seus primeiros anos, a aposta da plataforma era em produções de prestígio, como “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que fizeram História no Emmy e mudaram a cara da “televisão” para sempre. Em meio à essa disputa, é importante prestar atenção ainda no crescimento das plataformas da Disney, Hulu (equivalente à Star+ no Brasil) e Disney+. Elas tiveram seis vitórias cada, gerando uma dúzia de prêmios somados. Durante a D23 Expo, convenção da Disney realizada no último fim de semana, o CEO da companhia, Bob Chapek, confirmou planos de juntar Hulu e Disney+ num único streaming – o que já acontece na Europa. Isto só não foi adiante ainda nos EUA porque a Disney não detém 100% da Hulu – a Comcast, dona da NBCUniversal, possui 33%. Mas a situação deve mudar a partir de 2024, quando está prevista contratualmente a possibilidade de compra das ações minoritárias pelo império comandado por Chapek. Na D23, o executivo afirmou que gostaria, inclusive, de apressar esse cronograma, revelando que tem participado de conversas com a NBCUniversal sobre o tema. A médio prazo, isso pode significar uma ameaça para o reinado da HBO e da Netflix nas premiações da indústria.
Marvel finaliza participação na D23 com entrevistas de astros e reações de fãs
A Marvel divulgou vídeos com entrevistas com os astros e as reações dos fãs às apresentações do estúdio durante o sábado (10/9) na D23 Expo, convenção anual da Disney que acontece até este domingo no Centro de Convenções de Anaheim, nas proximidades da Disneylândia da Califórnia. As maiores novidades nos trechos de entrevistas divulgados incluem Charlie Cox admitindo que se encontrou com os roteiristas da nova série do Demolidor pela primeira vez durante o evento – e cobrou pressa para gravar – , David Harbour revelando que o Guardião Vermelho terá um novo uniforme em “Thunderbolts”, Iman Velani contando que a família de Kamala Khan está no filme “As Marvels” e Gael Garcia Bernal avisando que as pessoas vão se assustar com “Lobisomem na Noite”. Também há conversas com astros de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, “Guerra das Armaduras” (Armor Wars), “Eco” (Echo) e com o diretor de “Capitão América: Nova Ordem Mundial”. Confira abaixo.
Gary Nelson, diretor de clássicos da Disney, morre aos 87 anos
O cineasta Gary Nelson, que dirigiu os clássicos da Disney “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) e “O Abismo Negro” (1979), morreu em 25 de maio de causas naturais em Las Vegas, aos 87 anos. Apesar do falecimento ter acontecido há mais de três meses, a notícia só foi comunicada por seus filhos neste fim de semana. Gary era filho de Sam Nelson, que atuou como assistente de direção em filmes marcantes como “A Dama de Shanghai” (1947) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), e foi um dos co-fundadores do DGA, o Sindicado dos Diretores dos EUA. Ele também começou como assistente de obras icônicas. Seu primeiro trabalho na função foi simplesmente “Juventude Transviada” (1955), dirigido por Nicholas Ray e estrelado por James Dean. Depois disso, ainda foi assistente de John Ford em “Rastros de Ódio” (1956), de Stanley Donen em “Cinderela em Paris” (1957) e de John Sturges em “Sem Lei e Sem Alma” (1957), antes de passar para a TV. Na televisão, evoluiu de assistente em 66 capítulos de “Paladino do Oeste” para diretor da série em 1962. Mas essa transição contou com uma ajuda de sua futura esposa. Gary Nelson conheceu a atriz Judi Meredith (“O Matador de Gigantes”) nos bastidores da produção durante a primeira participação dela na série e os dois se apaixonaram quase instantaneamente. Quando os produtores quiseram trazê-la de volta, ela impôs uma condição: que Nelson dirigisse o episódio. Foi o começo da carreira do diretor. Nelson e Meredith se casaram, tiveram dois filhos e ficaram juntos por 54 anos, até a morte dela em 2014. Após dirigir seis episódios de “Paladino do Oeste”, ele passou a ser cotado para comandar séries icônicas como “The Patty Duke Show” (1963–1966), “A Ilha dos Birutas” (1964–1967), “Agente 86” (1965-1970), “Nós e o Fantasma” (1968–1970) e “Nanny” (1970-1971), assinando dezenas de capítulos, e logo foi trabalhar no cinema em faroestes B de produtoras independentes – “Molly and Lawless John” (1972) e “Santee – O Caçador de Recompensas” (1973). Em 1974, foi contratado pela Disney para dirigir o telefilme de aventura “O Rapaz que Falava com Texugos”, que iniciou sua bem-sucedida relação com o estúdio. Seu trabalho em “Se Eu Fosse Minha Mãe” marcou época. O filme estrelado pela jovem Jodie Foster como uma adolescente que troca de corpo com a mãe (Barbara Harris) acabou originando uma febre de comédias sobre troca de corpos e até um remake, “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Lindsay Lohan e Jennifer Lee Curtis. Graças a esse sucesso, a Disney o escalou para realizar “O Abismo Negro”, um dos filmes mais ambiciosos e caros do estúdio até então. A produção era uma ficção científica espacial inspirada por “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) e se tornou o primeiro longa do estúdio lançado sem censura livre (foi considerado impróprio para menores de 10 anos no Brasil). Só que não agradou a crítica e nem estourou nas bilheterias – ainda que hoje seja considerado cult. Numa guinada na carreira, Nelson fez imediatamente o thriller policial “Falcões da Noite” (1981), estrelado por Sylvester Stallone, que retomou sua popularidade. Mas se complicou com os filmes seguintes, a comédia “Jimmy the Kid” (1982), estrelada pelo astro mirim Gary Coleman, e “Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido” (1986), uma espécie de Indiana Jones da 2ª Divisão, que foi o segundo e último filme da franquia estrelada por Richard Chamberlain (antes de se assumir gay) e Sharon Stone (bem antes de estourar). A implosão de “Allan Quatermain” encerrou sua carreira cinematográfica, mas ele seguiu ativo na TV por muitos anos. Entre outros trabalhos, dirigiu todos os seis episódios da aclamada minissérie “Washington: Behind Closed Doors” (1977), que rendeu um Emmy de Melhor Ator para Robert Vaughn. Ele se aposentou depois de dirigir e atuar como co-produtor executivo na série “Early Edition”, de 1996 a 2000.
Mulher-Hulk ganha novo trailer com Demolidor
A Marvel divulgou um novo trailer de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, que traz cenas inéditas do Demolidor em sua estreia na Disney+. No vídeo, o personagem vivido pelo ator Charlie Cox pode ser visto aconselhando a heroína. Além disso, a prévia destaca os problemas legais da Mulher-Hulk, que apesar de ser uma advogada na vida civil, tem que lidar com o fato de a vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”) ter registrado o nome da heroína e usá-lo para se promover. A série mais divertida da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína graças ao contato com o sangue de seu primo Bruce Banner/Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. A produção também conta com participações do Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), do Mago Supremo Wong (Benedict Wong) e da impagável Madisynn King (Patty Guggenheim, de “Florida Girls”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Atualmente na metade de sua temporada inaugural, a série disponibiliza episódios novos todas as quintas na Disney+.
James Cameron já começou a trabalhar em “Avatar 4”
A participação da equipe de “Avatar: O Caminho da Água” durante o sábado (10/9) na D23 Expo, convenção da Disney realizada nas proximidades da Disneylândia da Califórnia, revelou que James Cameron já começou a trabalhar em “Avatar 4”. O cineasta fez sua aparição no evento via videochamada porque se encontra na Nova Zelândia mergulhado na nova produção. Ele já terminou o terceiro filme e começou a desenvolver o quarto, que só deve chegar aos cinemas em 2026. Entre os astros presentes ao evento, Zoe Saldana e Sam Worthington, que também estrelaram o primeiro filme de 2009, falaram sobre o novo estágio de seus personagens, que retornam como pais na sequência. “O filme inteiro é sobre família… proteger um amor familiar”, descreveu Worthington. Uma das filhas do casal, curiosamente, é interpretada por Sigourney Weaver, que viveu uma cientista no primeiro longa e, na vida real, é mais velha que os intérpretes de seus pais. “Só Jim [Cameron] seria louco o suficiente para criar essa personagem pra mim e sou muito grata e ansiosa para ver na tela”, a atriz comentou sobre sua participação como Kiri. O evento também serviu para apresentar cinco cenas do filme, todas exibidas em 3D, que impressionaram a audiência, mas não foram divulgadas fora do Centro de Convenção de Anaheim. Para acompanhar a exibição, o público presente recebeu centenas de óculos especiais. Novamente dirigido por James Cameron, “Avatar: O Caminho da Água” também traz de volta Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore, Giovanni Ribisi e Matt Gerald, presentes no primeiro longa, e novidades como Kate Winslet (“Mare of Easttown”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). A estreia vai acontecer em 15 de dezembro, 13 anos após o filme original. Sigourney Weaver at the D23 Expo talking about her new role in Avatar 2 pic.twitter.com/2O3amAdfag — Sigourney Weaver fan (@Sigourney49) September 10, 2022
Harrison Ford se despede de Indiana Jones: “Não vou levar mais tombos”
A Disney revelou o primeiro trailer de “Indiana Jones 5” neste sábado (10/9) durante a D23 Expo, a convenção anual do estúdio. Mas não liberou para fora do evento. Apesar disso, a prévia exibida no Centro de Convenções de Anaheim, nas proximidades da Disneylândia da Califórnia, serviu para diminuir o segredo em torno da produção. O trailer começa com cenas típicas da franquia, com Indy metido em perseguições de carro, cavernas e lutas contra nazistas, armado com seu famoso chicote. Mas fica claro que ele já está aposentado e é convocado para uma ultima missão. A última vez que o personagem clássico foi visto na tela foi há 14 anos com “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”. Ford tinha 64 anos quando aquele filme foi lançado, e agora tem 80. O ator participou do evento, acompanhado pelo diretor James Mangold (“Logan”) e os colegas de elenco para confirmar que o filme marca realmente sua despedida do papel. “Estou feliz por estar aqui de novo, talvez pela última vez. É isso. Eu não vou levar mais tombos para vocês novamente. Mas muito obrigado”, ele afirmou. Aplaudidíssimo, ele agradeceu ao público pelo sucesso da franquia. “Obrigado por tornarem esses filmes uma experiência tão incrível para todos nós”, disse ele para a audiência, parecendo bastante emocionado. “Tenho muito orgulho em dizer que este é fantástico. [Aponta para Waller-Bridge] E esta é uma das razões.” Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) é uma das novidades do elenco, junto com Boyd Holbrock (“Sandman”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Antonio Banderas (“Uncharted”), Toby Jones (“Um Menino Chamado Natal”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”). “Os filmes de ‘Indiana Jones’ são sobre fantasia e mistério, mas também são sobre coração”, continuou Ford. “Temos uma ótima história para contar, bem como um filme que vai chutar seus traseiros.” Waller-Bridge também compartilhou a empolgação de Ford, dizendo: “Eu tive o melhor momento da minha vida fazendo este filme. Eu me sinto incrivelmente sortudo e tentar acompanhar esse cara [aponta para a Ford] é exaustivo.” O evento da Disney também serviu para reunir Ford com Ke Huy Quan, que estreou como ator mirim em “Indiana Jones e o Tempo da Perdição” há 38 anos. O ator vietnamita tinha 13 anos na época e agora tem mais de 50. Infelizmente, ele não faz parte do novo filme e estava na D23 para participar do painel de “Loki”. Ke Huy Quan foi anunciado como principal novidade no elenco da 2ª temporada da série da Disney+. Em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger, “Indiana Jones 5” demorou para sair do papel por ter um roteiro inicial recusado. A ideia de David Koepp era uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, que ele também escreveu. Mas o estúdio preferiu uma nova história de Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan (o roteirista de “Os Caçadores da Arca Perdida”). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Mas os atrasos também foram causados por Steven Spielberg, que não conseguiu conciliar sua agenda de filmagens. O cineasta vinha adiando seguidamente os planos da produção, sempre priorizando outro filme sobre seu retorno à Indiana Jones. Até que, pressionado pela Disney, preferiu abrir mão da direção. Assim, o quinto longa será o primeiro da franquia sem o diretor original. No lugar de Spielberg, a direção está a cargo de James Mangold. “Foi um momento congelante para mim, algo com o que eu sonhava desde criança”, disse Mangold sobre o trabalho. Com a saída de Spielberg – após George Lucas deixar a franquia no terceiro filme – , só o compositor da trilha sonora, novamente assinada por John Williams, e o intérprete do protagonista continuam os mesmos do filme inaugural de 1981. De acordo com Holbrook, os fãs não têm motivos para se preocupar com a mudança de diretor. “O cara simplesmente não consegue fazer um filme ruim”, disse o ator sobre Mangold, em entrevista à revista Variety. Holbrook foi dirigido pelo cineasta em “Logan”. “Indiana Jones 5” tem estreia marcada para em 29 de junho de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Harrison Ford gets emotional as he talks #IndianaJones at #D23Expo2022 pic.twitter.com/WkBjRevbzl — Variety (@Variety) September 10, 2022 Awwww 🥰 pic.twitter.com/3TBfZxAQvH — I am Sgt Pepper (@MzSgtPepper) September 11, 2022
Papai Noel busca substituto na série baseada em “Meu Papai é Noel”
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer legendado da série baseada no clássico natalino “Meu Papai é Noel”. Na série, o ator Tim Allen volta a interpretar Scott Calvin, o atual Papai Noel, 15 anos após “Meu Papai é Noel 3”, lançado em 2006. Tanto tempo no trabalho faz com que ele comece a planejar sua aposentadoria e sucessão. Mas as primeiras entrevistas de emprego para encontrar um substituto não se revelam muito animadoras, com destaque para a participação especial do ex-jogador de futebol americano Peyton Manning. O primeiro “Meu Papai é Noel” (The Santa Clause) foi lançado em 1994 e contava a história de um homem que se via obrigado a assumir o posto de Papai Noel após causar um acidente com o Bom Velhinho real. O detalhe é que, como mostraram as continuações, a substituição foi para todos os Natais. A nova série terá produção de Jack Burditt, criador da sitcom “Last Man Standing”, que também foi estrelada por Tim Allen. A estreia está marcada para 16 de novembro.
Série baseada em “A Lenda do Tesouro Perdido” ganha primeiro trailer
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História” (National Treasure: Edge of History), série inspirada no filme “A Lenda do Tesouro Perdido”. A prévia destaca a atriz Lisette Olivera (“Total Eclipse”) como nova protagonista e a volta de Harvey Keitel à franquia, retomando o papel do agente do FBI Peter Sausky. Além de Keitel, o ator Justin Bartha também está na produção como Riley Poole, melhor amigo do aventureiro Benjamin Gates (Nicolas Cage), mas ele não aparece no trailer. A participação de ambos serve como elo entre os dois filmes e a nova atração da franquia. A trama gira em torno de Jess Morales (Olivera), uma jovem latina brilhante e engenhosa, que embarca na maior aventura de sua vida para descobrir a verdade sobre o passado misterioso de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido. Nessa jornada, ela é acompanhada por seus melhores amigos, vividos por Zuri Reed (“The Get Down”), Antonio Cipriano (“A Vida Sexual das Universitárias”), Jordan Rodrigues (“Os Fosters”), Jake Austin Walker (“Stargirl”), uma agente do FBI vivida por Lyndon Smith (“Crazy Ex-Girlfriend”) e a misteriosa personagem de Catherine Zeta-Jones (“A Lenda do Zorro”). A atriz veterana vive Billie, uma bilionária caçadora de tesouros, que ajuda a transformar a órfã Jess sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. Só que esse perfil benevolente esconde a antagonista da história. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas dos filmes, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e conta com produção de Jerry Bruckheimer, produtor da franquia cinematográfica. Para completar, a cineasta indiana Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”) assina a direção dos primeiros capítulos. Vale apontar que a Disney também está desenvolvendo um novo filme estrelado por Nicolas Cage no papel de Benjamin Gates, com planos para lançar “A Lenda do Tesouro Perdido 3” em 2024. A série tem estreia marcada para 14 de dezembro.
Série de Percy Jackson ganha primeiro teaser
A Disney+ divulgou o primeiro teaser legendado da série “Percy Jackson e os Olimpianos”, que destaca o personagem-título vivido por Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) chegando ao Acampamento Meio-Sangue. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde vai aprender sobre sua herança e poderes, e conhecer seus novos companheiros de aventura, Annabeth Chase (Leah Sava Jeffries, de “Empire”) e Grover Underwood (Aryan Simhadri, de “Doze é Demais”). Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. Autor dos livros, o escritor Rick Riordan é um dos produtores da atração e defendeu a mudança racial da personagem Annabeth, retratada como loira nos livros e interpretada por uma atriz negra na série. O elenco ainda conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”) e Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. A série ainda não tem previsão de estreia.
“Capitão América 4” vai resgatar vilão de “O Incrível Hulk”
A Marvel anunciou o vilão que Sam Wilson (Anthony Mackie), o novo Capitão América, vai enfrentar no filme “Capitão América: Nova Ordem Mundial”. E será um velho conhecido dos fãs. Aproveitando a D23, a convenção anual da Disney, o chefão do Marvel Studios, Kevin Feige, oficializou neste sábado (10/9) o retorno de Tim Blake Nelson (“Watchmen”) após 14 anos como Samuel Sterns, papel que ele interpretou em “O Incrível Hulk”. Se o nome Sterns não traz muitas memórias, talvez fique mais claro lembrar que um dos ganchos esquecidos do final do filme de 2008 foi a transformação do personagem em O Líder. O vilão é um dos inimigos mais tradicionais do Hulk, que finalmente terá a chance de aparecer pós-transformação por envenenamento de raios gama no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Estou maravilhado, é uma honra estar de volta, porque a Marvel faz parte da história do cinema”, disse o ator ao subir no palco. O elenco também contará com os retornos dos personagens Joaquin Torres (Danny Ramirez) e Isaiah Bradley (Carl Lumbly), vistos em “Falcão e o Soldado Invernal”, e marcará a introdução de Sabra, interpretada pela israelense Shira Haas (“Nada Ortodoxa”). Por coincidência (ou não), Sabra também surgiu nos quadrinhos do Hulk. Criada por Bill Mantlo e Sal Buscema em 1980, ela é uma mutante com superforça e supervelocidade, que trabalha com o Mossad (serviço secreto israelense). Também presente no evento, o diretor do longa, Julius Onah (“O Paradoxo Cloverfield”), falou sobre o elenco e o longa, que só começará filmagens no ano que vem. “Este é um grupo incrível, e vai ser um filme selvagem com cenas de ação brutais”, prometeu. O roteiro, por sua vez, é assinado por Malcolm Spellman, o criador da série “Falcão e o Soldado Invernal”. Ele está trabalhando no roteiro ao lado de Dalan Musson, que também escreveu episódios da série. Com isso, o filme tende a ser uma continuação direta da produção exibida na Disney+. A estreia está marcada para 2 de maio de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Anthony Mackie, Tim Blake Nelson and the stars of #CaptainAmerica: New World Order took the stage at #D23Expo pic.twitter.com/exICYkrniJ — The Hollywood Reporter (@THR) September 10, 2022
Lobisomem na Noite: Terror da Marvel ganha trailer retrô em preto e branco
A Marvel divulgou o pôster e o trailer de “Lobisomem na Noite” (Werewolf By Night), que será lançado como especial de Halloween na Disney+. Apresentada em preto e branco, a prévia imita um filme de terror retrô, com quadros congelados e gritos estridentes. Um tom completamente diferente para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A prévia mostra que vários caçadores de monstros são reunidos num castelo para um evento sobrenatural, e a anfitriã (Harriet Sansom Harris, de “A Família Addams 2”) avisa para todos que um deles não é quem aparenta ser, escondendo um segredo monstruoso sob a aparência humana. Para quem não lembra, Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. Mas o detalhe é que a editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” – lançada no Brasil pela Bloch como “Lobisomem”. O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu há dois anos e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Uma curiosidade é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton – e Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Agora a situação complica (e provavelmente é spoiler!): a lista de personagens do filme traz os dois lobisomens. Jack Russell é vivido por Gael Garcia Bernal (“Tempo”), enquanto Jake Gomez tem interpretação de Jaycob Maya (“Six Degrees of Separation”). E tem mais: o Homem-Coisa, monstro empático criado por Stan Lee, Roy Thomas e Gerry Conway em 1971, é uma das ameaças vislumbradas no trailer. E entre os protagonistas ainda é possível destacar Elsa Bloodstone, personagem vivida por Laura Donnelly (“Outlander”, “The Nevers”), que é uma caçadora de monstros originalmente introduzida nos quadrinhos em 2001, numa minissérie de Dan Abnett e Andy Lanning. A direção está a cargo do compositor Michael Giacchino, autor da trilha do filme “Batman” e vencedor do Oscar pelas músicas de “Up – Altas Aventuras” (2009), que faz sua estreia como diretor de longa-metragem. A estreia está marcada para 7 de outubro. Veja o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.
Willow: Série derivada de filme dos anos 1980 ganha trailer épico
A Disney+ divulgou o pôster nacional e o trailer da série “Willow”, continuação da fantasia clássica produzida por George Lucas em 1988, que traz Warwick Davis de volta ao papel-título. A prévia destaca o clima épico da jornada dos heróis e batalhas contra trolls. Para quem não lembra, o filme original de 1988 era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh), após uma profecia espalhar que a criança traria a queda da rainha do mal. Para cumprir sua missão, ele acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. A série vai continuar essa história acompanhando uma nova missão do protagonista, que volta a ser se juntar com aventureiros para novos encontros com criaturas fantásticas e magia. Desta vez, ele atende a um chamado do antigo bebê, agora uma rainha, para salvar seu filho raptado por trolls. E contará entre seus acompanhantes com a filha da ex-bebezinha, vivida por Ellie Bamber (“O Quebra Nozes e os Quatro Reinos”) O elenco também inclui Tony Revolori (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Dempsey Bryk (“O Silêncio”), Amar Chadha-Patel (“Doom: Aniquilação”), Ruby Cruz (“Mary of Easttown”), Talisa Garcia (“Baptiste”) e Erin Kellyman (“Falcão e o Soldado Invernal”), com quem o intérprete de Willow já tinha trabalhado em “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Durante o sábado (10/9) na D23, convenção da Disney, ainda foi anunciada a participação de Christian Slater (“Mr. Robot”). A atração foi desenvolvida pelo roteirista Jonathan Kasdan (“Han Solo: Uma História Star Wars”), tem Wendy Mericle (“Arrow”) como showrunner, e conta com o diretor e o roteirista do filme original, Ron Howard e Bob Dolman, entre seus produtores. A estreia vai acontecer em 30 de novembro. Veja o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.











