PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    James Cameron passou um ano escrevendo “Avatar 2” só pra jogar o roteiro fora

    22 de setembro de 2022 /

    O diretor James Cameron revelou ao jornal britânico The Times que passou um ano trabalhando num roteiro completo de “Avatar 2”, que, após ficar pronto, foi jogado no lixo. “Quando sentei com meus roteiristas para começar ‘Avatar 2’, disse que não poderíamos fazer o próximo até entendermos por que o primeiro foi tão bem”, disse Cameron. “Precisamos decifrar o código do que diabos aconteceu.” Cameron e sua equipe chegaram à seguinte conclusão: “Todos os filmes funcionam em níveis diferentes. A primeira é a superfície, que é personagem, problema e resolução. A segunda é temática. O que o filme está tentando dizer? Mas ‘Avatar’ também funcionou em um terceiro nível, o subconsciente. Eu escrevi um roteiro inteiro para a sequência, li e percebi que não chegara ao nível três. Bum! Recomeçar. Isso levou um ano.” Este roteiro foi inteiramente abandonado para a criação de uma nova história, que ganhou o título de “Avatar: O Caminho da Água” e chegará em 15 de dezembro aos cinemas do Brasil. Cameron já havia mencionado o tal “terceiro nível” e o processo de escrita do novo filme em maiores detalhes, ao participar do “The Marianne Williamson Podcast” no ano passado. “Havia um terceiro nível também… era uma sensação onírica, um desejo de estar lá, estar naquele espaço, estar em um lugar seguro”, disse Cameron na ocasião. “Seja voar, aquela sensação de liberdade e alegria, ou estar na floresta onde você pode sentir o cheiro da terra. Era uma coisa sensorial que se comunicava em um nível muito profundo. Essa foi a espiritualidade do primeiro filme.” Cameron revelou na mesma entrevista que quase demitiu seus roteiristas da sequência de “Avatar” porque eles estavam inicialmente determinados a criar novas histórias em vez de descobrir o DNA que fez do primeiro filme um recorde. “Quando me sentei para escrever as sequências, que seriam três na época, antes de eventualmente se transformarem em quatro, reuni um grupo de roteiristas e disse: ‘Não quero ouvir as novas ideias de ninguém ou os argumentos de qualquer um até termos passado algum tempo descobrindo o que funcionou no primeiro filme, o que se conectou e por que funcionou’”, disse Camerons. “Eles continuaram querendo falar sobre as novas histórias. Eu disse: ‘Ainda não estamos fazendo isso’. Eventualmente eu tive que ameaçar demiti-los porque eles estavam fazendo o que os escritores fazem, que é tentar criar novas histórias. Eu disse: ‘Precisamos entender qual era a conexão e protegê-la, proteger essa brasa e essa chama.’”

    Leia mais
  • Filme

    Mundo Estranho: Nova animação da Disney ganha trailer nacional

    21 de setembro de 2022 /

    A Disney divulgou pôster e trailer nacionais de “Mundo Estranho”, sua próxima animação, que tem temática de ficção científica. A trama acompanha a missão de uma família de exploradores espaciais que vai parar no mundo estranho do título, um lugar desconhecido e traiçoeiro, cheio de criaturas fantásticas e prontas para engolir qualquer um. Mas a maior ameaça para a missão são as diferenças entre os parentes. O filme tem roteiro de Qui Nguyen e direção de Don Hall, dupla responsável por “Raya e o Último Dragão” (2021), e o elenco de dubladores originais é encabeçado por Jake Gyllenhaal e Dennis Quaid, que voltam a viver pai e filho 18 anos depois de “O Dia Depois do Amanhã”. Outras vozes que podem ser conferidas na versão legendada do trailer (abaixo) são Lucy Liu (“Elementary”), Gabrielle Union (“Doze é Demais”), Jaboukie Young-White (“Only Murders in the Building”) e Alan Tudyk (“Resident Alien”). A estreia está marcada para 24 de novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo nas versões legendada e dublada em português.

    Leia mais
  • Série

    “Andor” estreia com planos de revolucionar “Star Wars”

    21 de setembro de 2022 /

    A 1ª temporada da série “Andor”, derivada do universo de “Star Wars”, estreia nessa quarta (21/9), com a promessa de entregar algo completamente diferente de tudo que já foi feito dentro da franquia. “Se você vai fazer algo sobre ‘Star Wars’ nos dias de hoje, é melhor que seja diferente, certo?”, disse o protagonista Diego Luna ao site The Hollywood Reporter, durante a première da série em Los Angeles. “Queremos ser arriscados, queremos trazer algo novo e diferente para o universo de ‘Star Wars.’” Luna interpreta o personagem-título, visto antes em “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Além dele, também retornam a líder da resistência Mon Mothma, interpretada por Genevive O’Reilly, e o rebelde Saw Gerrera, vivido por Forest Whitaker. Em desenvolvimento desde 2018, “Andor” foi escrita e produzida por Tony Gilroy, que não só escreveu como foi responsável (não creditado) por refilmar várias cenas de “Rogue One”. E um dos motivos que impulsionaram Gilroy a criar essa série foi a possibilidade de explorar a ambiguidade do personagem. “O que sabemos sobre [Cassian] em ‘Rogue One’ é muito específico, mas os pontos são muito estranhos”, disse Gilroy. “Ele é um assassino. Ele é um sabotador. Ele é um mentiroso, ele é um sedutor, ele é um líder. Ele é um membro confiável da Aliança Rebelde. Mas, ao mesmo tempo, no final das contas, ele é um cara de coração aberto que vai dar a vida para salvar a todos. É um personagem bastante fascinante.” Gilroy explicou que a história de Cassian Andor é “a educação e evolução de um revolucionário”. “Como alguém se politiza? Como eles aprendem a entender como assumir um compromisso sério com isso? Como isso muda a vida deles, e quanto isso lhes custa?”, disse ele sobre os tópicos abordados. O diretor Toby Haynes (“Utopia”), que comandou metade dos episódios da 1ª temporada, também destaca a diferença do protagonista para os outros heróis da franquia. “[Cassian] não é obviamente bom ou obviamente ruim. Ele é um cara bom que tem que fazer coisas ruins para concluir seu trabalho. E esse é um território realmente interessante para ‘Star Wars’. Normalmente, é tudo preto e branco. Mas isso é muito mais em tons de cinza”, disse ele. “Todo mundo de cada lado é completamente complicado”, acrescentou Kyle Soller, que interpreta o antagonista e oficial imperial Syril Karn. “Cassian é um herói questionável, certo? E Syril tem suas próprias dúvidas se o seu código moral está extremamente correto. Será que é certo tirar o poder e a vida dos outros por causa de suas próprias crenças? É uma história humana honesta e difícil, e acho que as pessoas estavam esperando por isso.” Haynes também elogiou o trabalho de Tony Gilroy, afirmando que ele vai conduzir o público numa “jornada diferente do que eles estão acostumados. Eles não saberão onde estão. Eles não saberão se podem confiar que um personagem viverá até o final de um episódio.” Todas essas nuances devem ser exploradas na série, que vai empregar um estilo muito mais ágil, parecido com os filmes da franquia “Bourne” – que Gilroy também escreveu – para mostrar o começo da rebelião contra o Império, após o colapso da República no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). “Estamos contando a história de uma revolução inteira”, disse Gilroy. “Uma vez que começamos a investigar os personagens e o que poderíamos fazer, a abundância de tudo o que estava disponível veio à tona. Não estou me comparando de forma alguma, mas é como se alguém dissesse: ‘Você quer fazer ‘Guerra e Paz?’ É como uma cobertura enorme.” Ao mostrar a história da revolução, a série também vai destacar o papel de Mon Mothma na criação da Aliança Rebelde, enquanto ela se infiltra no império por dentro. “Ela sempre foi uma personagem ou monumento importante dentro do universo”, disse O’Reilly. “Então, ter a oportunidade agora de poder desenvolver a sua personalidade e destacá-la parece muito oportuno. Também gostaria de reconhecer que George Lucas escreveu essa personagem, que é uma líder feminina de uma Aliança Rebelde, nos anos 1980. Então, ter a oportunidade de interpretá-la agora e dar uma voz a essa personagem parece importante.” Ainda que a série faça muitas referências a “Rogue One: Uma História Star Wars”, Diego Luna lembra que não é essencial que você tenha visto o filme para poder acompanhar a série. Afinal, a história da nova produção se passa antes da trama do longa. “Acho que as pessoas que amam ‘Rogue One’ vão curtir a série, mas você não precisa conhecer ‘Star Wars’ para gostar essa série”, disse ele. “Tem um começo e um fim. Tem sua própria gênese, o que é legal. Então, o público que não gosta de ‘Star Wars’ pode assistir ‘Andor’ e essa pode ser a sua porta de entrada.” A falta de necessidade de conhecimento prévio se dá pela diferença na estrutura entre o filme e a série. “Acho que ‘Rogue One’ é um filme sobre um evento, mas você não conhece muito sobre esses personagens”, disse Luna em outra entrevista – à Variety. “Esse formato longo é uma ótima maneira de se aprofundar em quem eles são e por que eles fazem as escolhas que fazem.” O elenco de “Star Wars: Andor” também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Alex Lawther (“The End of the F***ing World”). A Disney+ está disponibilizando os três primeiros episódios da série nesta quarta. Serão ao todo 24 episódios, que chegarão divididos em duas temporadas distintas. Assista ao trailer.

    Leia mais
  • Filme

    Heroína israelense gera polêmica em “Capitão América 4”

    17 de setembro de 2022 /

    O anúncio de que “Capitão América: Nova Ordem Mundial” marcará a estreia de Sabra, heroína israelense da Marvel, está causando polêmica entre palestinos e israelenses. A personagem, que será interpretada pela israelense Shira Haas (“Nada Ortodoxa”), tem um passado complicado nos quadrinhos, que muitos preferiam não ver nas telas. Um dos protestos que chamou atenção aconteceu nos próprios EUA. O Institute for Middle East Understanding, uma organização pró-palestina sediada na Califórnia, criticou a inclusão da heroína no filme por ela “glorificar o exército e a polícia israelenses”. Mas até um cartunista israelense, Uri Fink, fez um alerta para a atriz que vai interpretá-la em uma entrevista desta semana ao site Ynet. “Eu não prevejo que sua atuação na Marvel seja positiva em dias de vigília como esses”, disse ele. “Aqueles que trabalham na Marvel hoje são todos progressistas. Não tenho nada contra eles, mas não teremos a descrição mais precisa do conflito Israel-Palestina.” E acrescentou: “Sugiro que Shira leia cuidadosamente [o roteiro], para que a personagem não seja retratada de uma maneira muito problemática”. Até o produtor israelense Avi Arad, cofundador e ex-chefe da Marvel Studios, disse em 2012 que jamais esperaria ver Sabra num filme do estúdio. Diante da repercussão da escalação, anunciada durante a D23 Expo, na semana passada, o Marvel Studios emitiu um comunicado, afirmando que Sabra será reinventada para o filme, visando evitar suas maiores controvérsias. “Enquanto nossos personagens e histórias são inspirados nos quadrinhos, eles são sempre reimaginados para a tela e o público de hoje, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”, diz a nota oficial do estúdio. Sabra apareceu pela primeira vez no começo dos 1980 nos quadrinhos de “O Incrível Hulk”. Criada por Bill Mantlo e Sal Buscema, ela é uma mutante com superforça e supervelocidade, que trabalha com o Mossad (serviço secreto israelense), e sua introdução levou para as publicações da Marvel o conflito israelense-palestino. Na história de 1981 que a introduziu, Sabra não demonstra nenhum sentimento pela morte de um menino palestino. Nos quadrinhos, o Hulk acaba por engano em Tel Aviv, onde faz amizade com o menino que é morto num ataque de terroristas – identificados como árabes. Sabra – nome real Ruth Bat-Seraph – testemunha o ataque e assume que Hulk está em conluio com os terroristas, iniciando uma briga sem ligar para o menino, até que o Hulk lhe ensina sobre valores humanos. Para complicar, os inimigos da personagem costumavam representar os estereótipos árabes mais ofensivos. O próprio nome da heroína é motivo de controvérsia. Sabra pode significar simplesmente uma pessoa nascida em Israel. Mas também foi o nome de um campo de refugiados no Líbano, onde uma milícia da extrema direita massacrou centenas de palestinos nos anos 1980, enquanto as tropas israelenses que guardavam o local fingiram não ver. Um inquérito israelense descobriu que Ariel Sharon, na qualidade de ministro da Defesa, tinha “responsabilidade pessoal” por não tomar medidas para evitar o massacre. O Marvel Studios já demonstrou saber lidar com personagens controversos antes. Um dos maiores exemplos aconteceu no filme “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Nos quadrinhos, o pai vilão de Shang-Chi era um estereótipo racista chamado Fu Manchu, mas o personagem foi trocado no filme por Xu Wenwu, o Mandarim, que graças ao desempenho de Tony Leung foi amplamente celebrado como um dos melhores dinâmicos vilões do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Shira Haas vai estrelar “Capitão América: Nova Ordem Mundial” ao lado de Anthony Mackie como o herói do título. Uma curiosidade da produção é que ela não será a única personagem dos quadrinhos do Hulk a aparecer na trama. O vilão será ninguém menos que o Líder, principal antagonista do Hulk no começo de suas publicações, que voltará a ser vivido por Tim Blake Nelson (“Watchmen”), 14 anos aparecer na origem cinematográfica do personagem no filme “O Incrível Hulk”. Vale observar que, embora Sabra seja a primeira heroína israelense do Marvel Studios, o MCU já tem um herói judeu: Cavaleiro da Lua, que estreou em março na Disney+. O quarto filme do “Capitão América” vai estrear em 2 de maio de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de “A Pequena Sereia” gera 1,5 milhão de “dislikes”

    15 de setembro de 2022 /

    O trailer da versão live-action de “A Pequena Sereia” recebeu mais de 1,5 milhão de “não gostei” (dislike) no YouTube. Embora a contagem de “não gostei” não seja mais mostrada pela plataforma de vídeos, alguns usuários conseguem burlar o sistema e exibir o real número de pessoas que clicaram na opção. Por conta disso, o YouTube desabilitou o botão de “não gostei” do vídeo. Algumas das justificativas apresentadas pelo usuários para a qualificação negativa deve-se aos efeitos visuais apresentados, que fazem parecer que os personagens não estão, de fato, embaixo d’água, mas principalmente por racismo mesmo, contra a escalação de Halle Bailey (“Grown-ish”), uma atriz negra, para o papel de Ariel. Bailey vem enfrentando críticas desde que foi escalada em 2019, de pessoas que se dizem “fãs” de “A Pequena Sereia” e que cobram mais “realismo” e “fidelidade” à adaptação do desenho animado. Mas muitos usuários nem se dão ao trabalho de esconder o seu racismo. No Twitter, várias pessoas espalharam a hashtag #NotmyAriel (Não é minha Ariel) e acusaram a Disney de promover “lacração” ao escalar Bailey para o papel. Afirmando que “trocar de raça não é bom”, dizem que o filme é um “desperdício de dinheiro”. Em resposta às críticas, Bailey disse à revista People que ela tem se concentrado no significado de interpretar aquela personagem, e não no ódio. “O fato de agora estar sendo interpretada por mim, uma pessoa que se parece comigo, uma mulher de cor, eu fico tipo, uau, sou tão grata pelo que isso fará por todos os outros pequenos meninos e meninas pretos e pardos que se verão em mim”, disse ela. A atriz também falou que cresceu sem se ver representada na tela. “Eu sei que se eu tivesse visto a mim mesma quando era mais jovem, acho que toda a minha perspectiva teria mudado”, continuou ela. “Eu só posso ser eu mesma quando se trata de assumir algo tão grandioso.” “Às vezes pode ser esmagador pegar o personagem que todos amam e conhecem há anos e torná-lo seu”, contou ela. “Mas eu apenas escutei a garotinha que vive dentro de mim, e eu a escuto e a faço feliz, então eu sei que se eu colocar tudo de mim, minha paixão e tudo nisso, eu darei o meu melhor. E eu sinto que fiz isso.” Bailey também falou que, quando os ataques racistas começaram, ela buscou o apoio dos seus avós. “Foi uma coisa inspiradora e linda ouvir as palavras de encorajamento deles, me dizendo: ‘Você não entende o que isso está fazendo por nós, pela nossa comunidade, por todas as meninas negras e pardas que vão se ver em você'”, acrescentou para a revista Variety. De fato, o trailer também está gerando uma reação muito positiva. A própria Halle Bailey republicou em suas redes sociais um vídeo viral que mostra a felicidade de várias crianças negras diante da primeira prévia de “A Pequena Sereia”. O vídeo destaca a emoção expressada pelas meninas ao descobrirem que, no novo filme, Ariel é da cor delas. O elenco de “A Pequena Sereia” inclui também Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Dirigido por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), a estreia está prevista para maio de 2023. Assista ao trailer.

    Leia mais
  • Filme

    Documentário vai contar a história do Mickey. Veja o trailer

    15 de setembro de 2022 /

    A Disney divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Mickey: A História de um Camundongo”, documentário que vai contar a trajetória do personagem Mickey Mouse desde sua criação, em 1928, até os dias atuais. O filme vai mostrar como Walt Disney concebeu Mickey Mouse, como o personagem ajudou a população dos EUA a se entreter durante o auge da crise de 1929, quando o país entrou em depressão econômica, sua influência durante a 2ª Guerra Mundial, sua convivência com hippies e assim por diante, até virar um dos maiores ícones da cultura pop americana. A produção é dirigida por Jeff Malmberg (“Marwencol”) e conta com a participação de grandes nomes da animação da Disney como Eric Goldberg (“Fantasia 2000” e “Pocahontas”), Mark Henn (“A Pequena Sereia” e “O Rei Leão”), Randy Haycock (“Hércules” e “Tarzan”) e Floyd Norman (“Tigrão: O Filme” e “Monstros S.A.”). A estreia está marcada para 18 de novembro na Disney+.

    Leia mais
  • Filme

    Roteirista do novo “Homem-Formiga” vai escrever “Vingadores: A Dinastia Kang”

    14 de setembro de 2022 /

    O Marvel Studios teria encontrado o escritor do próximo filme dos Vingadores. O site Deadline citou suas fontes secretas para anunciar Jeff Loveness, que recentemente escreveu “Homem-Formiga e Vespa: Quantumania”, como roteirista de “Vingadores: A Dinastia Kang”. Loveness se juntará a Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), que foi anunciado na Comic-Con Internacional como diretor do projeto. Por enquanto, o único integrante confirmado no elenco é Jonathan Majors, intérprete do vilão Kang, o Conquistador. O personagem teve uma breve introdução como uma variante apresentada no final da 1ª temporada de “Loki”, mas deverá ter uma grande presença em “Homem-Formiga e Vespa: Quantumania”. Isto deve ter sido levando em conta para a definição de Loveness como roteirista do novo Vingadores. “Homem-Formiga e Vespa: Quantumania” será lançado em maio que vem no Brasil, enquanto “Vingadores: A Dinastia Kang” só deve chegar aos cinemas em maio… de 2025.

    Leia mais
  • Filme

    John Boyega, Rachel Zegler e Ariel “original” se emocionam com nova Pequena Sereia

    14 de setembro de 2022 /

    Halle Bailey republicou em suas redes sociais o vídeo com reações de várias crianças negras à prévia de “A Pequena Sereia”, que destacam a emoção expressada pelas meninas ao descobrirem que, no novo filme, Ariel é da cor delas. O vídeo compila várias gravações de mães que começaram a circular espontaneamente após o surgimento de novos ataques racistas contra a atriz, repercutindo a divulgação do primeiro teaser do filme. Ela escreveu ao lado do vídeo: “As pessoas têm me enviado estas reações durante todo o fim de semana e estou verdadeiramente encantada. Ver as reações destes bebês me deixa tão emocionada. Isso significa o mundo para mim. Obrigado a todos pelo apoio inabalável”. A publicação de Bailey contou com o apoio de vários artistas, como John Boyega, que também lidou com ataques racistas por conta de sua participação na última trilogia de “Star Wars”. Emocionado com o vídeo, o ator postou um emoji chorando e escreveu a palavra “legado”. Também vítima de ataques após ser escolhida para o papel de Branca de Neve, a latina Rachel Zegler (“Amor, sublime amor) comentou no post da colega do universo Disney com as palavras “Chorando. Voa!” Francia Raísa (“How I met your father”) e Yara Shahidi (colega de Halle em “Grown-ish”) também foram ao Instagram para apoiar a nova Ariel. Assim como a cantora, parceira musical e irmã mais velha da atriz, Chloe Bailey, que acrescentou: “Você nos deixa tão orgulhosos”. Até a atriz Jodi Benson, que dublou Ariel na animação clássica “A Pequena Sereia” (1989), se manifestou. Benson participou do evento D23, onde foram exibidas as primeiras imagens do novo filme. E não poupou elogios à atriz. “Halle, você foi absolutamente incrível!”, escreveu ela no seu Instagram. “Estou tão orgulhosa de você… foi tão maravilhoso comemorar com sua família na D23 Expo.” Bailey respondeu a postagem, agradecendo o apoio. “Muito obrigada, Jodi Benson. Isso significa o mundo para mim vindo de você! Você fez a Ariel mágica para nós”, postou ela, no seu Instagram. O elenco do novo filme inclui também Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Dirigido por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), “A Pequena Sereia” tem estreia prevista para maio de 2023. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halle Bailey (@hallebailey)

    Leia mais
  • Filme

    Vídeo mostra reação de crianças negras ao teaser de “A Pequena Sereia”

    14 de setembro de 2022 /

    Um vídeo que circula nas redes sociais reuniu reações de várias crianças negras ao teaser do remake live-action de “A Pequena Sereia”. E ele chama atenção pela emoção expressada pelas meninas ao descobrirem que, no filme, Ariel é negra como elas. O teaser oficial foi disponibilizado no fim de semana passado e, em suas primeiras 24 horas, foi visto mais de 104 milhões de vezes, segundo informações da Disney. Com isso, superou vários trailers de sucessos do estúdio como dos filmes de “A Bela e a Fera” (94 milhões) e “Aladdin” (74 milhões). Apesar dos diversos comentários racistas contra a escolha de uma atriz não branca para representar a sereia, o vídeo mostrou a força da representatividade para as crianças que se sentiram refletidas na imagem da personagem encantada. Frases como “ela é marrom igual a mim” e “quero ver”, marcam os registros. A prévia de “A Pequena Sereia” termina com uma mostra musical da nova versão de “Part of Your World”, que explora todo o talento vocal de Halle Bailey (da série “Grown-ish”), a intérprete da nova Ariel. O elenco do filme inclui também Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. “A Pequena Sereia” tem estreia prevista para maio de 2023. pic.twitter.com/BnVSAkLG7U — @portalcxh | Mídias (@pcxhmidia) September 12, 2022

    Leia mais
  • Série

    Michelle Yeoh é Deusa da Compaixão em vídeo da série “American Born Chinese”

    13 de setembro de 2022 /

    O serviço de streaming Disney+ divulgou um vídeo promocional da sua nova série, “American Born Chinese”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). O vídeo mistura cenas de bastidores com depoimentos das pessoas envolvidas e apresenta o visual da atração, que deve combinar ação, mitologia e humor. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “Good Egg”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan (também de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    HBO e HBO Max vencem Netflix no Emmy 2022

    13 de setembro de 2022 /

    A combinação do canal pago HBO e da plataforma HBO Max superou com folga a rival Netflix na contagem geral do Emmy deste ano. Após vencer uma dúzia dos prêmios principais da Academia de Artes e Ciências Televisivas na noite de segunda (12/9), as HBOs chegaram a um total de 37 vitórias, incluindo os troféus preliminares, entregues em 3 e 4 de setembro. As séries mais premiadas do streaming do conglomerado Warner Bros. Discovery foram “The White Lotus” (10 prêmios), “Euphoria” (6) e “Succession” (4). Já Netflix levou para casa um total de 26 troféus, mas apenas três na cerimônia de segunda. Os destaques do streaming mais antigo foram “Round 6” (6), “Stranger Things” (5) e “Arcane” (4). O resultado representa uma reversão das fortunas de 2021, quando a Netflix teve 44 Emmys no total, contra 19 da HBO/HBO Max. O resultado é importante especialmente para a HBO Max, que enfrenta uma crise administrativa após a fusão da Warner e da Discovery, com cancelamentos repentinos e sumiços de séries na plataforma. Também reforça a estratégia de Casey Bloys, chefe de conteúdo das HBOs, de priorizar produtos de qualidade sobre quantidade. Este parece ser justamente o problema da Netflix, que produz uma quantidade inigualável de atrações. Só que o excesso faz com que até produções de qualidade se percam na página inicial da plataforma, sem que o público consiga descobri-las. Com a ambição de reconhecimentos no Emmy e até no Oscar, a Netflix pode ter que repensar seus métodos de produção, aproveitando para transformar a atual crise de assinantes da empresa numa oportunidade para rever seu modelo de negócios. No caso, não se trata sequer de reinvenção, mas de volta às origens. Vale lembrar que, em seus primeiros anos, a aposta da plataforma era em produções de prestígio, como “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que fizeram História no Emmy e mudaram a cara da “televisão” para sempre. Em meio à essa disputa, é importante prestar atenção ainda no crescimento das plataformas da Disney, Hulu (equivalente à Star+ no Brasil) e Disney+. Elas tiveram seis vitórias cada, gerando uma dúzia de prêmios somados. Durante a D23 Expo, convenção da Disney realizada no último fim de semana, o CEO da companhia, Bob Chapek, confirmou planos de juntar Hulu e Disney+ num único streaming – o que já acontece na Europa. Isto só não foi adiante ainda nos EUA porque a Disney não detém 100% da Hulu – a Comcast, dona da NBCUniversal, possui 33%. Mas a situação deve mudar a partir de 2024, quando está prevista contratualmente a possibilidade de compra das ações minoritárias pelo império comandado por Chapek. Na D23, o executivo afirmou que gostaria, inclusive, de apressar esse cronograma, revelando que tem participado de conversas com a NBCUniversal sobre o tema. A médio prazo, isso pode significar uma ameaça para o reinado da HBO e da Netflix nas premiações da indústria.

    Leia mais
  • Filme

    Marvel finaliza participação na D23 com entrevistas de astros e reações de fãs

    11 de setembro de 2022 /

    A Marvel divulgou vídeos com entrevistas com os astros e as reações dos fãs às apresentações do estúdio durante o sábado (10/9) na D23 Expo, convenção anual da Disney que acontece até este domingo no Centro de Convenções de Anaheim, nas proximidades da Disneylândia da Califórnia. As maiores novidades nos trechos de entrevistas divulgados incluem Charlie Cox admitindo que se encontrou com os roteiristas da nova série do Demolidor pela primeira vez durante o evento – e cobrou pressa para gravar – , David Harbour revelando que o Guardião Vermelho terá um novo uniforme em “Thunderbolts”, Iman Velani contando que a família de Kamala Khan está no filme “As Marvels” e Gael Garcia Bernal avisando que as pessoas vão se assustar com “Lobisomem na Noite”. Também há conversas com astros de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, “Guerra das Armaduras” (Armor Wars), “Eco” (Echo) e com o diretor de “Capitão América: Nova Ordem Mundial”. Confira abaixo.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Gary Nelson, diretor de clássicos da Disney, morre aos 87 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O cineasta Gary Nelson, que dirigiu os clássicos da Disney “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) e “O Abismo Negro” (1979), morreu em 25 de maio de causas naturais em Las Vegas, aos 87 anos. Apesar do falecimento ter acontecido há mais de três meses, a notícia só foi comunicada por seus filhos neste fim de semana. Gary era filho de Sam Nelson, que atuou como assistente de direção em filmes marcantes como “A Dama de Shanghai” (1947) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), e foi um dos co-fundadores do DGA, o Sindicado dos Diretores dos EUA. Ele também começou como assistente de obras icônicas. Seu primeiro trabalho na função foi simplesmente “Juventude Transviada” (1955), dirigido por Nicholas Ray e estrelado por James Dean. Depois disso, ainda foi assistente de John Ford em “Rastros de Ódio” (1956), de Stanley Donen em “Cinderela em Paris” (1957) e de John Sturges em “Sem Lei e Sem Alma” (1957), antes de passar para a TV. Na televisão, evoluiu de assistente em 66 capítulos de “Paladino do Oeste” para diretor da série em 1962. Mas essa transição contou com uma ajuda de sua futura esposa. Gary Nelson conheceu a atriz Judi Meredith (“O Matador de Gigantes”) nos bastidores da produção durante a primeira participação dela na série e os dois se apaixonaram quase instantaneamente. Quando os produtores quiseram trazê-la de volta, ela impôs uma condição: que Nelson dirigisse o episódio. Foi o começo da carreira do diretor. Nelson e Meredith se casaram, tiveram dois filhos e ficaram juntos por 54 anos, até a morte dela em 2014. Após dirigir seis episódios de “Paladino do Oeste”, ele passou a ser cotado para comandar séries icônicas como “The Patty Duke Show” (1963–1966), “A Ilha dos Birutas” (1964–1967), “Agente 86” (1965-1970), “Nós e o Fantasma” (1968–1970) e “Nanny” (1970-1971), assinando dezenas de capítulos, e logo foi trabalhar no cinema em faroestes B de produtoras independentes – “Molly and Lawless John” (1972) e “Santee – O Caçador de Recompensas” (1973). Em 1974, foi contratado pela Disney para dirigir o telefilme de aventura “O Rapaz que Falava com Texugos”, que iniciou sua bem-sucedida relação com o estúdio. Seu trabalho em “Se Eu Fosse Minha Mãe” marcou época. O filme estrelado pela jovem Jodie Foster como uma adolescente que troca de corpo com a mãe (Barbara Harris) acabou originando uma febre de comédias sobre troca de corpos e até um remake, “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Lindsay Lohan e Jennifer Lee Curtis. Graças a esse sucesso, a Disney o escalou para realizar “O Abismo Negro”, um dos filmes mais ambiciosos e caros do estúdio até então. A produção era uma ficção científica espacial inspirada por “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) e se tornou o primeiro longa do estúdio lançado sem censura livre (foi considerado impróprio para menores de 10 anos no Brasil). Só que não agradou a crítica e nem estourou nas bilheterias – ainda que hoje seja considerado cult. Numa guinada na carreira, Nelson fez imediatamente o thriller policial “Falcões da Noite” (1981), estrelado por Sylvester Stallone, que retomou sua popularidade. Mas se complicou com os filmes seguintes, a comédia “Jimmy the Kid” (1982), estrelada pelo astro mirim Gary Coleman, e “Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido” (1986), uma espécie de Indiana Jones da 2ª Divisão, que foi o segundo e último filme da franquia estrelada por Richard Chamberlain (antes de se assumir gay) e Sharon Stone (bem antes de estourar). A implosão de “Allan Quatermain” encerrou sua carreira cinematográfica, mas ele seguiu ativo na TV por muitos anos. Entre outros trabalhos, dirigiu todos os seis episódios da aclamada minissérie “Washington: Behind Closed Doors” (1977), que rendeu um Emmy de Melhor Ator para Robert Vaughn. Ele se aposentou depois de dirigir e atuar como co-produtor executivo na série “Early Edition”, de 1996 a 2000.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie