Moana: Nova animação da Disney ganha primeiro teaser dublado
A Disney divulgou o primeiro pôster e o teaser de sua próxima animação, “Moana”. O vídeo destaca o semideus Maui, que tenta impressionar a jovem protagonista que dá título à produção, uma espirituosa adolescente polinésia que se aventura pelo Oceano Pacífico para ir atrás do sonho de sua falecida avó, que lhe contava histórias sobre uma ilha mágica. O principal detalhe da produção se perde com a dublagem nacional. É que Maui é originalmente dublado pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema – ele nasceu na Califórnia, mas sua família materna é samoana. Já a menina Moana é dublada pela estreante Auli’i Cravalho, atriz adolescente de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados, está Taika Waititi, que se prepara para dirigir “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA, previsto para 23 de novembro.
Campanha por namorada para Elsa inspira ilustrações lésbicas de Princesas da Disney
Na onda da campanha de fãs para que Elsa ganhe uma namorada na sequência da animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013), a revista americana Cosmopolitan publicou uma série de ilustrações que imaginam as princesas da Disney namorando entre si. O tema também celebra o dia dos namorados, que cai neste domingo (12/6). Nas artes, não é apenas Elsa que encontra uma namorada – numa cena por sinal bem quente, compartilhada com Tiana, da animação “A Princesa e o Sapo” (2009), mas também sua irmã Ana, que aparece beijando a Branca de Neve. Outros casais incluem Aurora (“A Bela Adormecida”) e Cinderela, Ariel (“A Pequena Sereia”) e Jasmine (“Aladdin”), Megara (“Hércules”) e Bela (“A Bela e a Fera”), e Mulan e Pocahontas. O artista responsável, Isaiah Stephens, é o mesmo que imaginou os príncipes da Disney como strippers, em artes inspiradas pelo filme “Magic Mike”.
Descendentes 2 contará com os filhos do Capitão Gancho e Ursula
O canal pago americano Disney Channel anunciou a produção do telefilme “Descendentes 2”, que além de resgatar o elenco original irá apresentar novos personagens, como os filhos do Capitão Gancho e de Ursula. A trama se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha proibida com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. Assim, os adolescentes Carlos, Mal, Evvie e Jay são autorizados a entrar no reino e frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, devendo decidir se seguirão os passos de seus pais e ajudarão os vilões a recuperar seu poder ou abraçarão a oportunidade de se tornarem pessoas boas. A continuação voltará a contar com os atores Dove Cameron (série “Liv and Maddie”), Booboo Stewart (saga “Crepúsculo”), Cameron Boyce (série “Jessie”) e Sofia Carlson (série “Faking It”) como os filhos dos vilões Malévola (de “A Bela Adormecida”), Jafar (“Aladim”), Cruella De Vil (“101 Dálmatas”) e a Rainha Má (“Branca de Neve e os Sete Anões”), respectivamente. A novidade será a inclusão da filha de Ursula, de “A Pequena Sereia”, interpretada por China Anne McClain (série “Programa de Talentos”), e o filho do Capitão Gancho, de “Peter Pan”, ainda não escalado. China Anne McClain, por sinal, já dubla Freddie, a filha de Ursula, na série animada “Descendants: Wicked World”, derivada do primeiro telefilme. O primeiro “Descendentes” foi ao ar em julho de 2015, conquistando uma das maiores audiências da TV paga dos Estados Unidos, com mais de 12 milhões de telespectadores. “Descendentes 2” também contará com a volta do diretor Kenny Ortega (trilogia “High School Musical”) e a previsão de estreia é para daqui a um ano, no verão norte-americano de 2017.
Indiana Jones 5: John Williams é confirmado na trilha sonora
É oficial: mais um integrante da equipe clássica que tornou Indiana Jones um ícone do cinema vai participar do quinto filme do personagem. O compositor John Williams foi confirmado na trilha sonora da produção, durante um evento em sua homenagem. No mesmo evento, o ator Harrison Ford, intérprete de Indiana Jones, brincou sobre a forma como a trilha do primeiro longa, lançado em 1981, definiu sua vida. “Essa droga de música me segue em todos os lugares. Tocam toda vez que subo num palco, toda vez que desço de um palco. Estava tocando na sala do médico quando fui fazer minha colonoscopia! Dois meses atrás, estava andando por uma rua lotada de gente em Nova York e tinha um caminhão de bombeiros enorme na rua. Quando passei por ele, a música estava tocando pelo alto-falante do carro! John, você é um gênio!” Ainda sem título, o longa-metragem também será o quinto da franquia estrelado por Harrison Ford, dirigido por Steven Spielberg e produzido por Frank Marshall, juntos desde “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Em compensação deverá ser o primeiro sem o envolvimento de George Lucas, que ajudou a escrever e produzir os anteriores, mas se afastou após vender os direitos do personagem junto com sua participação na LucasFilm para a Disney. A história está a cargo de David Koepp, que entrou no time em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Mas o longa ainda está longe de começar a ser filmado. Spielberg vai filmar pelo menos mais dois filmes antes de começar a trabalhar no próximo Indiana Jones, cuja estreia está prevista apenas para 2019.
Diretor de Procurando Dory não vê importância na sexualidade de casal figurante
Os diretores de “Procurando Dory” se pronunciaram à respeito da polêmica aparição de um suposto casal de lésbicas no trailer da animação. E sua reação foi de indiferença, sem se engajar no entusiasmo de organizações LGBT ou reagir à ameaça de boicote por parte de conservadores. Isto porque a participação do casal se resume à cena mostrada no trailer, sem maior repercussão na trama, e nem a pequena interação vista deixa clara qual é realmente a sexualidade das duas mulheres. “Elas podem ser o que você quiser que elas sejam”, disse o cineasta Andrew Stanton, que dividiu a direção com Angus MacLane, ao jornal USA Today. “Não há resposta certa ou errada”. A produtora Lindsey Collins reforçou: “Nunca perguntamos a elas”. Nem o estúdio Pixar, que produziu o filme, nem a Disney, dona da Pixar, comentaram a respeito da sexualidade das figurantes, que de uma hora para outra se tornaram mais importantes que os protagonistas da animação. Mas sempre vale lembrar que a dubladora americana de Dory, a apresentadora Ellen DeGeneres, é uma lésbica assumida, além de uma das mulheres mais populares dos EUA. Sua sexualidade não impediu os pais de levarem seus filhos para assistirem ao primeiro filme, “Procurando Nemo” (2003), que se tornou um dos maiores sucessos da Pixar. Recentemente, a própria Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. Mas isso gerou uma reação: mais de 240 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que Elsa ganhasse um “príncipe encantado”. Vale observar que o trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui.
Intérpretes de heróis da Marvel querem crossover com os X-Men
O próximo filme a unir diversos super-heróis da Marvel será “Vingadores: Guerra infinita”. E se já há várias especulações sobre a escalação de seu elenco, inclusive com a provável estreia da Capitã Marvel, alguns atores do recente “Capitão América: Guerra Civil” tem um desejo específico: um crossover com o universo dos X-Men. Durante a convenção Wizard World, Chris Evans, Anthony Mackie e Sebastian Stan, intérpretes de Capitão América, Falcão e Soldado Invernal, listaram os personagens que a Marvel precisa colocar no filme dos Vingadores. Stan disse que o MCU (universo cinematográfico da Marvel) precisa da Mística (Jennifer Lawrence), enquanto Evans declarou que adoraria trabalhar com Michael Fassbender (Magneto nos filmes dos “X-Men”) ou James McAvoy (Professor Xavier) e elogiou o filme do “Deadpool”. Já Mackie apenas ficou repetindo o nome Halle Berry, a Tempestade original. Atualmente, é bem improvável que esses dois universos cinematográficos possam se encontrar. Enquanto os filmes dos Vingadores são produzidos pela Disney/Marvel, a 20th Century Fox detém os diretos sobre X-Men e Deadpool. Mas também falavam o mesmo sobre um encontro entre os Vingadores e o Homem-Aranha. Quem viu “Capitão América: Guerra Civil” já sabe que, em Hollywood, nunca se deve dizer nunca.
Zootopia é segundo filme do ano a atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Zootopia: Essa Cidade É o Bicho” entrou para o seleto grupo dos bilionários do cinema. O filme atingiu a marca de US$ 1 bilhão de bilheteria mundial no fim de semana, juntando-se a outros 25 títulos que conseguiram o feito. Trata-se apenas da quarta animação a superar a marca, após “Toy Story 3” (2010), “Minions” (2015) e “Frozen: Um Aventura Congelante” (2013). Além disso, o lançamento é a segunda produção do ano a atingir a arrecadação bilionária, duas semanas após “Capitão América: Guerra Civil”. O detalhe: ambas as produções são da Disney, que só não está fazendo um ano perfeito por conta do fracasso recente de “Alice Através do Espelho”.
Alice Através do Espelho exagera nos efeitos para compensar falta de imaginação
Na adaptação de 2010, dirigida por Tim Burton, a Disney transformou Alice, a protagonista dos livros de Lewis Carroll, na escolhida. A “The One”, como o Neo de “Matrix” (1999), indicada por uma profecia para salvar o País das Maravilhas de todo o mal. Nada contra adaptações ou atualizações, mas houve um choque de intenções e expectativas. É um filme lindo de se ver, mas dominado por um vazio emocional. Pelo menos, tentou dizer algo e tinha a criatividade de Tim Burton à frente do projeto, mesmo que controlada pelo estúdio. Seis anos depois, “Alice Através do Espelho”, a continuação desnecessária – feita em consequência da surpreendente (e inexplicável) arrecadação de mais de US$ 1 bilhão do primeiro longa nas bilheterias mundiais –, não tem nada (ou quase nada) para contar. Apenas recicla o que Burton imaginou em nome de uma trama sem pé nem cabeça. Desta vez, o cineasta assume o posto de produtor executivo. A direção ficou com o funcionário do mês da Disney, James Bobin, que fez uma graninha para o estúdio com o reboot de “Os Muppets” (2011). Acontece que ele não é Tim Burton, que é como aquele jogador veterano, craque de bola, que mesmo perto da hora de se aposentar, o time não funciona sem sua presença em campo. E notamos sua distância, a começar pela direção de arte pouco inspirada. Bobin concentra em tomadas internas o que há de bom para ser apreciado do visual. Nas cenas externas, carregadas de CGI, a inspiração passa longe do que a mente de Tim Burton é capaz de reproduzir. Se o próprio não foi tão feliz no “primeiro” “Alice”, imagine o que a criatividade de James Bobin pôde proporcionar ao segundo filme? Repare bem, principalmente nas sequências em que Alice viaja numa esfera por cima das ondas do mar. O exagero de CGI é tão grotesco que as imagens lembram menu interativo de escolha de cenas em blu-rays e DVDs. Claro que são boas as intenções do diretor e da roteirista Linda Woolverton, que também assinou o filme de 2010, afinal “Alice Através do Espelho” começa explorando a liberdade feminina e o choque entre velhas e novas gerações. com a protagonista viajando pelo tempo com o intuito de mudar o curso da história. Mas o desenvolvimento é superficial, até porque as ambições e os conflitos de Alice são colocados em segundo plano, para ajudar o insuportável Chapeleiro e colocá-lo no centro da trama – porque é preciso justificar o salário alto do decadente Johnny Depp. Com Depp em cena, Alice ignora até mesmo a perda do pai em suas viagens pelo tempo. Será que não passou pela cabeça dela que havia ali uma chance de trazê-lo de volta? Mas o que importa é deixar o Chapeleiro feliz. Sem mais nem menos, o coitadinho lembrou que tem uma família e precisa encontrá-la. Mas como está tristinho e é preguiçoso como todos os outros personagens do País das Maravilhas, a bucha sobra para a pobre Alice, que é retirada de sua rotina para entrar num mundo de sonhos sem graça mais uma vez. Isso quer dizer que ela pode voltar sempre que um amiguinho quiser? É uma pena que a obra de um gênio como Lewis Carroll seja adaptada para enriquecer um estúdio obcecado pelo potencial lucrativo de uma franquia. Essa não é a versão para o cinema do livro “Alice Através do Espelho”, que tem outra história, mas uma mera continuação inferior do filme de Tim Burton. Nada se salva. Nem Mia Wasikowska, que se esforça para segurar a onda, mas não pode competir com tantos personagens digitais e careteiros. Nem mesmo Sacha Baron Cohen, uma novidade na série personificando o Tempo. E o maior elogio que o ator pode receber é que ele entrega uma atuação menos irritante que a de Johnny Depp. Após uma sucessão de efeitos visuais desastrosos e um roteiro sem imaginação, o Tempo de Sacha Baron Cohen resume o sentimento dos espectadores, ao dizer à protagonista: “Por favor, não volte mais aqui!”
Disney confirma novo filme de Mary Poppins com Emily Blunt
A Disney confirmou a produção da nova versão de “Mary Poppins”, que será estrelada por Emily Blunt (“Sicario”). As filmagens só devem começar no ano que vem, pois a estreia foi marcada para dezembro de 2018. O cronograma foi estabelecido para acomodar a atriz, que está grávida de seu segundo filho. A Disney prefere esperar para ter sua atriz preferida no papel. Emily é casada com o ator John Krasinski (série “The Office”) e o casal já tem uma filha, Hazel, de dois anos. Blunt era a favorita desde seu trabalho no musical “Caminhos da Floresta” (2014). E não só do estúdio. Vale lembrar que o diretor da nova versão de “Mary Poppins” é Rob Marshall, com quem Emily trabalhou em “Caminhos da Floresta”. Além da atriz, o estúdio confirmou a participação do porto-riquenho Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”), que atualmente estrela o badalado musical “Hamilton”, grande sucesso da Broadway. Ele interpretará um novo personagem, um funcionário de companhia elétrica chamado Jack. O projeto não será um remake do filme clássico, mas a adaptação de outra história original da personagem, criada pela escritora P.L. Travers. A nova trama deve se passar 20 anos após os acontecimentos da história filmada na década de 1960, com as crianças do original já crescidas. “P.L. Travers escreveu oito livros. No filme original, eles trabalharam com o primeiro e nós vamos trabalhar com os outros sete, mas sem mexer na essência icônica de Mary Poppins”, explicou o diretor Rob Mashall quando o projeto foi anunciado. “Sou um grande fã do original, um grande amigo de Julie Andrews e tenho grande admiração pelo filme. Existe todo esse material – que foi o ‘Harry Potter’ de seu tempo – e eles nunca se transformaram em algo além daquele longa”, completou o cineasta. O filme original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013).
Procurando Dory: Conservadores organizam boicote após suposta aparição de lésbicas no trailer
Nem todas as reações à aparição de um suposto casal de lésbicas no trailer da animação “Procurando Dory” foram positivas. Conservadores planejam um boicote ao filme se a suposição for confirmada, aparentemente ignorando que, independente das lésbicas da ficção, a obra é estrelada por uma lésbica de verdade, a apresentadora Ellen DeGeneres, que dubla a protagonista Dory. “Viram o novo trailer de ‘Procurando Dory’? Acho que é o primeiro casal de lésbicas em um filme da Disney Pixar”, postou um usuário no Twitter. “Se os boatos de que vai ter um casal de lésbicas no filme forem verdade, vou boicotar a Disney”, disse outro. Nem o estúdio Pixar, que produziu o filme, nem a Disney, dona da Pixar, comentaram. Recentemente, a Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. Mas isso gerou uma reação: mais de 240 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que Elsa ganhasse um “príncipe encantado”. Vale observar que o trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui.
Bilheterias: X-Men massacram Alice Através do Espelho nos EUA
Um fato curioso aconteceu nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana. A Marvel bateu a Disney. O filme “X-Men: Apocalipse”, produção da 20th Century Fox baseada nos quadrinhos da Marvel, superou “Alice Através do Espelho”, nova fábula da Disney, que, ironicamente, é dona da Marvel. Foi, na verdade, um massacre. “X-Men: Apocalipse” teve arrecadação de blockbuster, faturando US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia. Como segunda é feriado nos EUA (Memorial Day), a expectativa é que o filme atinja US$ 80 milhões em seus primeiros quatro dias. Já “Alice” teve desempenho pífio, de filme pequeno, rendendo cerca de US$ 28 milhões, com estimativa de chegar a US$ 35 milhões ao final do feriadão. O valor é 70% menor que o de “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, que estreou faturando US$ 116 milhões em 2010. O novo “X-Men” também ficou abaixo do lançamento anterior da franquia, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), que rendeu US$ 110 milhões no mesmo feriado em 2014 – valor 30% superior à estreia atual. Nenhum dos dois filmes empolgou a crítica, mas enquanto “X-Men: Apocalipse” teve uma cotação medíocre (48% no site Rotten Tomatoes), “Alice Através do Espelho” foi considerado “podre” (29%). O péssimo desempenho da fábula também marca o primeiro fracasso da Disney em 2016, após emplacar três blockbusters consecutivos (“Zootopia”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Capitão América: Guerra Civil”), e mais um tropeço da carreira de Johnny Depp, intérprete do Chapeleiro Louco, que não emplaca um grande sucesso desde “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011). Ao contrário, a maioria de seus filmes recentes deu prejuízo – como “O Cavaleiro Solitário” (2013), “Transcendence: A Revolução” (2014) e “Mortdecai: A Arte da Trapaça” (2015). Mais abaixo no ranking semanal, em 4º lugar, “Capitão América: Guerra Civil” somou mais US$ 15 milhões para atingir uma marca importante, transformando-se na maior bilheteria do ano nos EUA, com um total de US$ 372,6 milhões arrecadados – US$ 10 milhões à frente do 2º lugar, outro filme de super-heróis, “Deadpool”. No mundo inteiro, o terceiro “Capitão América” atingiu US$ 1,1 bilhão e já ocupa a 16ª posição entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Também houve um fato histórico na parte inferior do ranking. “Love & Friendship”, comédia de época do diretor Whit Stillman, tornou-se o primeiro filme produzido por uma empresa de streaming, o Amazon Studios, a figurar no Top 10 das maiores arrecadações dos EUA, com US$ 2,9 milhões em 9º lugar. Este ano, o Amazon ainda lançará a comédia “Café Society”, de Woody Allen, o terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn, e o drama “Patterson”, de Jim Jarmusch. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 65 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 250,8 milhões 2. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 28,1 milhões Total Mundo: US$ 93,1 milhões 3. Angry Birds – O Filme Fim de semana: US$ 18,7 milhões Total EUA: US$ 66,3 milhões Total Mundo: US$ 223,5 milhões 4. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 15,1 milhões Total EUA: US$ 372,6 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 5. Os Vizinhos 2 Fim de semana: US$ 9,1 milhões Total EUA: US$ 38,3 milhões Total Mundo: US$ 74,8 milhões 6. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 338,4 milhões Total Mundo: US$ 877,5 milhões 7. Dois Caras Legais Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 21,7 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 8. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 50,7 milhões 9. Love & Friendship Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 3,4 milhões 10. Zootopia Fim de semana: US$ 832 mil Total EUA: US$ 335,8 milhões Total Mundo: US$ 991,4 milhões
Procurando Dory pode mostrar o primeiro casal gay da Pixar
“Procurando Dory” pode mostrar o primeiro casal gay de uma animação da Disney, ainda que numa produção do estúdio Pixar. Um pequeno trecho do novo trailer, divulgado nos EUA na terça (24/5), mostrou a protagonista sendo carregada num aquário por seu novo amigo, o polvo Hank, quando os dois esbarram num carrinho de bebê diante de duas mulheres que parecem ser um casal. A insinuação foi o suficiente para tirar do tédio os usuários do Twitter. “Elas são tão fofas. Isso é ótimo” e “Fiquei com os olhos cheios de lágrimas” foram algumas das reações positivas à breve aparição da dupla, que pode ou não ser um casal de lésbicas. Vale lembrar que a dubladora original de Dory, a comediante Ellen DeGeneres, é lésbica assumidíssima. Recentemente, a Disney liderou uma ameaça de boicote ao estado da Geórgia, nos EUA, contra a aprovação de uma lei que discriminaria os homossexuais, e fãs de “Frozen – Uma Aventura Congelante” iniciaram um petição para que a rainha Elsa ganhasse uma namorada no próximo filme da franquia. A hashtag promovendo a ideia, #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa), chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. O trailer brasileiro, dublado, de “Procurando Dory” não mostra o casal. Ambas as versões podem ser conferidas aqui. A estreia está marcada para 30 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Frozen 2: Idina Manzel apoia campanha para dar uma namorada a Elsa
A atriz Idina Menzel embarcou na campanha que pede uma namorada para Elsa na continuação da animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013). No começo do mês, fãs do filme usaram as redes sociais para pedir ao estúdio que a rainha ganhasse uma namorada na sequência do longa, já que as produções da Disney não possuem nenhum personagem LGBT. A hashtag #GiveElsaAGirlfriend (Dê uma namorada a Elsa) chegou a ficar em primeiro lugar nos trending topics, a lista de assuntos mais comentados no Twitter. Em entrevista ao programa de televisão Entertainment Tonight, Idina, que dubla Elsa, juntou-se ao coro dos fãs. “Eu acho a ideia ótima”, ela disse. “A Disney tem que lidar com isso. Eu vou deixar que eles resolvam.” Questionada se ela apoiaria caso Elsa realmente ganhasse uma namorada, ela disse: “Sim, não importa o que aconteça, pois essa personagem mudou minha vida”. Dirigido por Chris Buck e Jennifer Lee, “Frozen” arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão no mundo inteiro, tornando-se a animação de maior bilheteria de todos os tempos. O filme também venceu dois Oscars em 2014: Melhor Animação e Melhor Canção Original para “Let it Go”, interpretada por Idina. Já confirmado pela Disney, “Frozen 2” ainda não tem data de estreia definida nem enredo divulgado. Em entrevista ao site Collider em março, a atriz Kristen Bell, que dubla a personagem Anna, irmã de Elsa, elogiou o roteiro do novo filme. “A história é ótima, exala qualidade. O que eu sei sobre esse time é que eles não colocam algo no filme apenas por colocar. Por isso demoraram tanto para anunciar uma sequência.”










