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    Malévola vai ganhar sequência com Angelina Jolie

    26 de abril de 2016 /

    O sucesso de “Mogli: O Menino Lobo” animou a Disney a dar sequência às adaptações de suas fábulas encantadas. O estúdio divulgou seu cronograma de lançamentos futuros do gênero, que incluem, claro, uma continuação de “Mogli” e vários projetos anteriormente anunciados. A grande novidade é a confirmação da sequência de “Malévola” (2014), que trará Angelina Jolie de volta ao papel-título. Ainda não há maiores detalhes da produção, mas a roteirista Linda Woolverton, que escreveu o primeiro filme, também vai assinar a história da continuação. Além das duas sequências, o estúdio está atualmente desenvolvendo produções de “Cruella”, sobre a vilã da animação “A Guerra dos Dálmatas” (com Emma Stone no papel principal), “Dumbo”, com direção de Tim Burton, “Tinker Bell”, com Reese Whitherspoon no papel da fada antigamente conhecida como Sininho, e “Mary Poppins”, com Emily Blunt. Há ainda outros projetos em estágio inicial, como um filme sobre a Rosa Vermelha, irmã de Branca de Neve, e uma nova versão de Peter Pan. Já filmadas, as próximas fábulas da Disney a chegar aos cinemas serão “Alice Através do Espelho”, prevista para 26 de maio, e “A Bela e a Fera”, em 30 de março de 2017.

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    Bilheterias: O Caçador e a Rainha do Gelo decepciona e Mogli mantém 1º lugar nos EUA

    24 de abril de 2016 /

    A produção da Disney “Mogli, o Menino Lobo” não teve dificuldades em se manter em 1º lugar nas bilheterias dos EUA, faturando três vezes mais que seu principal desafiante, o lançamento de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. A batalha entre as fábulas foi definida de forma inequívoca. Enquanto “Mogli” rendeu US$ 60 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, a fantasia da Universal Pictures abriu com US$ 20 milhões em sua estreia, um desastre para uma produção orçada em US$ 115 milhões. Vale lembrar que esse filme é continuação de “Branca de Neve e o Caçador”, que fez US$ 56 milhões em seu fim de semana inaugural em 2012. O público, aparentemente, não aprovou a estratégia da Universal de tirar da história a Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart. E nem a crítica, que considerou o longa “podre”, com apenas 17% de opiniões favoráveis no balanço do site Rotten Tomatoes. A implosão também deixou claro que o apelo de Chris Hemsworth limita-se ao papel de Thor. Fora da Marvel, nenhum dos filmes que ele protagonizou fez sucesso comercial. A lista inclui “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Hacker” (2015) e “No Coração do Mar” (2015). Quanto à “Branca de Neve e o Caçador”, seu papel era de coadjuvante para a estrela Kristen Stewart. O prejuízo da Universal só não é insanável porque o mercado internacional compensou, ajudando a produção a atingir US$ 100 milhões mundialmente. Enquanto isso, “Mogli” já superou, em dez dias, US$ 500 milhões mundiais, consagrando-se como um fenômeno de popularidade. Outras marcas mundiais imponentes também foram obtidas por “Batman vs. Superman”, que superou os US$ 850 milhões, e “Zootopia”, ao chegar aos US$ 900 milhões na liderança do ranking de 2016. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 191,4 milhões Total Mundo: US$ 528,4 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 100,2 milhões 3. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 36 milhões 4. Zootopia Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 316,4 milhões Total Mundo: US$ 907,1 milhões 5. A Chefa Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 57,7 milhões 6. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 851,6 milhões 7. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 8. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 55,3 milhões Total Mundo: US$ 82 milhões 9. Compadres Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 1,3 milhão Total Mundo: US$ 1,3 milhão 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 14,9 milhões Total Mundo: US$ 14,9 milhões

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    Mogli impressiona e emociona em versão digital à altura do clássico da Disney

    21 de abril de 2016 /

    A nova versão “com ator” de “Mogli: O Menino Lobo” é nostálgica e impressionante pelos efeitos visuais, que comprovam mais um milagre do cinema, mas não seria tão bem-sucedida se não fosse também envolvente e emocionante. Jon Favreau é um diretor que raramente erra. Seu currículo não deixa mentir: “Zathura” (2005) e o primeiro “Homem de Ferro” (2008) são indiscutíveis. Seu único fracasso foi o fraco “Cowboys & Aliens” (2011), que ele rebateu com um projeto barato e pessoal, o delicioso “Chef” (2014). O sucesso de “Mogli” apenas confirma a confiança depositada pela Disney em seu talento. Assistir ao filme dá a impressão clara de que um peso enorme saiu das costas do cineasta. Nerd e atento aos detalhes, Favreau caprichou na criação de um novo mundo. Além de fotografia e direção de arte de arregalar os olhos, a selva de “Mogli” e todos os seus habitantes (animais criados por computação) representam um assombro tecnológico. O design gerado quase que inteiramente em CGI prova que, muitas vezes, somos injustos com os efeitos visuais que levam os profissionais que trabalham com isso a orgasmos múltiplos. Cobramos efeitos práticos, à moda antiga, quando vemos a tecnologia digital tomar conta de um filme, a ponto de se tornar mais importante que seu diretor, roteiro e elenco. Mas “Mogli” está aí para lembrar que um diretor faz diferença, sim. Num trabalho praticamente quase todo computadorizado, Favreau jamais esquece onde está a alma de seu filme. Adaptar “Mogli” sempre foi arriscado. Por conta disso, a própria Disney já tinha optado por uma animação em 1967, quando contou sua primeira versão da história criada no século 19 por Rudyard Kipling. Compreensível. Se nos anos 1960 uma adaptação decente com atores de carne e osso seria impossível, a versão de Favreau também jamais teria dado certo em outra época. Aliás, existe um filme em 1994 dirigido pelo Stephen Sommers de “A Múmia”, que ninguém lembra. É claro que a invasão das criaturas digitais ganhou fôlego com os dinossauros de “Jurassic Park”, em 1993, mas “Mogli” impressiona por criar com realismo animais que existem hoje. Esqueça os efeitos articificiais de “Jumanji”, de 1995. Os animais selvagens de “Mogli” são tão realistas quanto os bichinhos falantes de “Babe, O Porquinho Atrapalhado”, roteirizado por George Miller no mesmo ano. Uma revolução para a época, que assim como “Mogli” valorizou uma boa história acima de qualquer truque. Mas em “Babe” ainda eram animais de verdade, com pequenas manipulações digitais. Os bichos 100% computadorizados de “Mogli” só foram possíveis após Ang Lee dirigir “As Aventuras de Pi” (2012). Pense no impressionante tigre que rendeu a “Pi” o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, só que falando e se expressando com emoções. É o que acontece no filme de Favreau, mas não somente com um tigre. Com um tigre, um urso, uma pantera, uma cobra, lobos, macacos, etc, que interagem com o menino Neel Sethi, um garoto de 10 anos, estreante no cinema. Favreau se apoia na inocência da criança (e do personagem) para que o “faz de conta” dos bichos falantes vire realidade. E a plateia vai junto. O visual funciona que é uma beleza, mas o verdadeiro valor do filme está na sua história clássica. A trama traz questionamentos básicos sobre onde reside a felicidade e a família que escolhemos, respeitando e entendendo as diferenças para descobrir, numa jornada inimista, qual é nosso lugar no mundo. A Disney se tocou que vivemos em outra época, bem distante daquela da animação de 1967. E, assim como fez em “Zootopia”, usa a fábula de Kipling para atualizar (corrigir?) conceitos e pré-conceitos. Para os mais novos, sua trama resgata até a estrutura do roteiro de “O Rei Leão” (1994). E não tem como errar quando a inspiração é essa. Mas, para os mais velhos, o atrativo da nostalgia é ainda mais irresistível. Dificilmente os marmanjos conseguirão segurar as lágrimas quando o urso Balu (voz de Bill Murray no original em inglês, na companhia de um time de dubladores excepcionais) se junta a Mogli para cantar uma música famosa da animação. O que também é uma ousadia: em meio à tanto realismo, Jon Favreau não fugiu das canções. Assim, o novo “Mogli” é um pseudo-live-action que não representa só uma nova adaptação do livro de Kipling. É uma homenagem à própria história da Disney e suas produções infantis de outros tempos.

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    Mogli tem estreia esmagadora no topo das bilheterias dos EUA e do mundo

    17 de abril de 2016 /

    A nova versão de “Mogli, o Menino Lobo”, produção da Disney com animais falantes criados por computação gráfica, surpreendeu as expectativas ao faturar mais de US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA e quase US$ 300 milhões em todo o mundo, em seu fim de semana de estreia. Recebido com críticas extremamente positivas – 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , o filme dirigido por Jon Favreau (“Homem de Ferro”) já vinha impressionando com trailers bastante realistas e conquistou aprovação unânime do público – nota A no levantamento do CinemaScore – por seu visual realista, capaz de evocar uma selva imersiva no interior de um estúdio de Los Angeles. Os US$ 103,5 milhões arrecadados nos primeiros três dias representa a segunda maior bilheteria já atingida por uma estreia no mês de abril nos EUA, atrás apenas do blockbuster “Velozes e Furiosos 7” (US$ 146,2 milhões) no ano passado. No exterior, o melhor desempenho veio da China, onde o lançamento fez mais de US$ 50 milhões. Na Índia, onde a estreia aconteceu na semana anterior, a produção já atingiu US$ 20 milhões na soma de seus primeiros dez dias, a terceira maior arrecadação de um filme hollywoodiano durante esse período no país. O 2º lugar da bilheteria norte-americana foi ocupado por outra estreia, “Um Salão do Barulho 3”, que fez US$ 20,2 milhões, o desempenho esperado para a franquia, que nos filmes anteriores abriu na mesma faixa. Além de trazer de volta Ice Cube no papel principal, a comédia destacou a rapper Nicki Minaj como uma das cabeleireiras do novo salão, mas agradou especialmente por incluir discussão social relevante entre suas piadas. A crítica recebeu o lançamento com palmas, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas para uma comédia neste ano. Já a terceira estreia ampla da semana implodiu. O thriller “Mente Criminosa”, em que um criminoso vivido por Kevin Costner (“3 Dias para Matar”) recebe a mente de um agente secreto, interpretado por Ryan Reynolds (“Deadpool”), fez só US$ 5,8 milhões em 6º lugar. E amargou apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Chefa” comprovou que era fogo de palha com os US$ 10,1 milhões somados em sua segunda semana em cartaz, ficando com o 3º lugar. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” caiu para o 4º lugar com mais US$ 9 milhões, mas cruzou duas barreiras importantes com sua bilheteria acumulada, ultrapassando os US$ 300 milhões nos EUA e os US$ 800 milhões em todo o mundo. “Zootopia” fecha o Top 5 com mais US$ 8,2 milhões, atingindo assim US$ 882,2 milhões mundiais, a maior bilheteria do ano em todo o mundo. Para completar, a maior bilheteria por sala da semana ficou com um lançamento em circuito limitado, o suspense indie “Green Room”, exibido em apenas três telas em Los Angeles e Nova York, que rendeu US$ 30 mil por sala, US$ 5 mil acima do desempenho por sala de “Mogli”. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 103,5 milhões Total EUA: US$ 103,5 milhões Total Mundo: US$ 290,9 milhões 2. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 20,2 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. A Chefa Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 44,2 milhões 4. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 311,3 milhão Total Mundo: US$ 827,3 milhões 5. Zootopia Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 307,4 milhões Total Mundo: US$ 882,2 milhões 6. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 5,8 milhões Total Mundo: US$ 5,8 milhões 7. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 78,6 milhões 8. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 56,9 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 9. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 16,9 milhões Total Mundo: US$ 16,9 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,5 milhão Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 13,1 milhões

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    Disney vai fazer novo filme sobre Peter Pan

    16 de abril de 2016 /

    A Disney anunciou a produção de um novo filme com atores sobre “Peter Pan”. O estúdio contratou David Lowery (“Amor Fora da Lei”) para dirigir e escrever o roteiro em parceria com Toby Halbrooks (que produziu os filmes indies de Lowery). A dupla, por sinal, já está desenvolvendo um projeto para a Disney: o remake de “Meu Amigo, o Dragão” (1977), que estreia em outubro e, pelo visto, agradou aos executivos do estúdio. O famoso personagem infantil de J. M. Barrie já ganhou inúmeras versões para o cinema desde sua criação em 1911, entre elas uma animação clássica da Disney, que chegou aos cinemas em 1953. A adaptação mais recente foi lançada pela Warner no ano passado, com atores reais e direção de Joe Wright (“Anna Karenina”), mas não conseguiu muito sucesso. A nova versão faz parte da estratégia da Disney de explorar suas propriedades mais famosas em filmes com atores reais, que começou com “Alice no País das Maravilhas” (2010) e manteve seu sucesso nas versões recentes de “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015). Entre as adaptações em desenvolvimento, incluem-se ainda filmes de Dumbo, Pinóquio, A Bela e a Fera, Gênio da Lâmpada, o Príncipe Encantado, a irmão de Branca de Neve, o jovem Rei Arthur de “A Espada Era a Lei” e “Cruella”, sobre a vilão de “101 Dálmatas”.

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    Primeiras críticas exaltam Capitão América: Guerra Civil como o melhor filme da Marvel

    15 de abril de 2016 /

    Saíram as primeiras críticas de “Capitão América: Guerra Civil”. E o resultado é unânime. O longa-metragem que vai colocar a maioria dos heróis do universo cinematográfico da Marvel em luta está sendo considerado o “melhor filme” já feito pelo estúdio, com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes – a tendência é que a aprovação caia, mas deve ficar em torno de 90%, o que é elevadíssimo. Além dos personagens dos filmes anteriores dos Vingadores, o longa-metragem dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”) terá como novidades o Pantera Negra e o Homem-Aranha. Mas a crítica conseguiu ver mais Batman e Superman que qualquer outro herói, pela quantidade de citações raivosas ao filme da Warner. “A vergonha de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ vai continuar por muito tempo com a chegada de ‘Guerra Civil’. Ou melhor, vai ficar eternamente esquecido”, escreveu Justin Chang, da Variety. “Um extravagante herói vs herói que entra como o mais maduro e substancioso filme feito pela Marvel até agora”, completa. “É o melhor filme da Marvel já feito. Pronto, falei”, exaltou Dan Jolin, da revista Empire. “Esqueça ‘Batman vs Superman’. Quem precisa de vilão quando você tem Steve Rogers e Tony Stark? Ambos protagonistas e ambos anti-heróis”. “Diferente da franquia da DC, um filme que passa um tempo gigantesco dialogando com questões pessoais, ‘Guerra Civil’ é uma adição ao universo da marca, que apresenta heróis batalhando para estabelecer uma responsabilidade futura”, considerou Dave White, do site The Wrap. “Se há um risco de a “fórmula” Marvel tornar-se obsoleta, não há qualquer evidência de que isso aconteça aqui. ‘Guerra Civil’ não é apenas um entretenimento quase perfeito para agradar ao público, ele não oferece respostas fáceis para os seus combatentes, nem para os próximos filmes desse universo”. “É o melhor filme da Marvel, com a maior ação de super-heróis já filmada. É imersivo, divertido de forma maravilhosa. O maior filme de super-herói já feito”, exaltou Mark Hughes, da revista Forbes. “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Estreias: Mogli e O Escaravelho do Diabo disputam o público infantil

    14 de abril de 2016 /

    Os lançamentos mais amplos da semana são duas produções infantis, que devem lotar os cinemas dos shoppings. Com maior distribuição, “Mogli – O Menino Lobo” estreia em 1.030 salas, das quais 70% têm projeção 3D e 12 são Imax. Mais recente versão “live action” das animações clássicas da Disney, o filme é, na verdade, estrelado por apenas um ator real, o menino Neel Sethi, de 10 anos de idade, que tem o papel-título e contracena com animais falantes criados por computação gráfica. O realismo das criaturas, entretanto, é impressionante e tem sido exaltado por toda a crítica (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), assim como a direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”), que rodou o filme inteiro num estúdio em Los Angeles, embora a experiência leve o espectador para as selvas da Índia. Outro destaque da produção é sua dublagem repleta de feras (de Scarlett Johansson a Bill Murray), que, claro, serão substituídas nos cinemas nacionais por sotaques paulistas e cariocas. Como o debate sobre a exibição de filmes dublados versus legendados geralmente releva o cinema infantil, cuja tradição já é a substituição de vozes, a estreia do brasileiro “O Escaravelho do Diabo” oferece uma alternativa que preserva o idioma original.   No best-seller da coleção Vaga-Lume dos anos 1970, o protagonista é um jovem adulto, mas o diretor Carlo Milani (filho do falecido ator Francisco Milani), que faz sua estreia no cinema, optou por transformá-lo em um pré-adolescente de 13 anos. Envolvente, o filme de mistério gira em torno de um garoto que resolve investigar um serial killer que ataca apenas ruivos, enviando antes às vítimas um escaravelho. O filme chega a 334 salas com elogios da crítica nacional e classificação para maiores de 12 anos. Os shoppings ainda recebem o thriller fantasioso “Mente Criminosa” (107 salas), em que um criminoso condenado (Kevin Costner, de “3 Dias para Matar”) recebe um implante de memórias de um agente da CIA (Ryan Reynolds, de “Deadpool”), numa trama tão mirabolante que logo perde o sentido, mas nem por isso deixa de ser previsível em cada minuto de sua projeção. Podre, teve apenas 14% de aprvação no Rotten Tomatoes. Graças às presenças dos astros George Clooney (“Gravidade”), Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) e Channing Tatum (“Anjos da Lei”), o novo filme dos irmãos Coen vai chegar em 71 telas. Infelizmente, “Ave, César!” é um dos trabalhos mais fracos dos diretores, que já venceram o Oscar por “Fargo” (1996) e “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007). Trata-se de uma comédia passada nos bastidores de Hollywood durante os anos 1950, que gira em torno do sequestro de um astro de cinema (Clooney).   No circuito limitado, o maior destaque pertence a “Truman”, de Cesc Gay, grande vencedor do prêmio Goya 2016 (o Oscar espanhol), que traz o argentino Richardo Darín como um homem que, ao saber que morrerá em breve, busca encontrar quem fique com seu cão fiel, Truman. Parte drama, parte comédia, é um filmaço com simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, cuja crítica pode ser lida aqui. O longa estreia em 39 salas no Brasil. A lista ainda inclui dois filmes sobre lesbianismo. A comédia francesa “A Três Vamos Lá” retrata, de forma leve, a forma de amor popularizada no país do “ménage à trois”, mostrando o envolvimento de um casal e uma amante compartilhada por cada um deles – com exibição apenas em São Paulo e Campinas. Já “Onde o Mar Descansa” mergulha no drama poético, usando fragmentos de poesia decadente, dança e expressão corporal para narrar o relacionamento de duas mulheres suecas no fim do século 19, bruscamente interrompido pela morte de uma delas. O filme é uma produção britânica, falada em sueco e filmada na Escandinávia, mas seus diretores são brasileiros, André Semenza e Fernanda Lippi (ambos de “Ashes of God”), bem conhecidos do teatro nacional, responsáveis por montagens do Zikzira Teatro Físico. O filme será exibido em três salas entre São Paulo, Rio e Belo Horizonte.   Outros dois filmes brasileiros completam a programação. O divertido e original “Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas, premiado no Festival de Gramado, ocupa sete salas com a história de amor entre um coveiro e uma funcionária do serviço funerário, que acontece entre cemitérios paulistas, números musicais e zumbis. A crítica já está disponível aqui. Por fim, “O Signo das Tetas”, do maranhense Francisco Machado (“O Exercício do Caos”), segue um homem sem nome (Lauande Aires) que, atormentado pela figura da mãe idosa, vaga pelas cidades do interior do Maranhão, projetando seu Complexo de Édipo em situações fragmentadas. Aclamado pela crítica, a obra passa longe do cinema comercial para buscar seu nicho como “filme de festival”. Passa tão longe do cinema comercial que nem sequer há confirmação de onde está em cartaz – o circuito não foi divulgado e a pesquisa pelo Google não trouxe resultados. Estreias de cinema nos shoppings https://www.youtube.com/watch?v=K53t9lhL498 Estreias em circuito limitado

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    Novo Indiana Jones será continuação de O Reino da Caveira de Cristal

    13 de abril de 2016 /

    O produtor Frank Marshall revelou que o próximo filme de Indiana Jones vai continuar a trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, último filme do arqueólogo aventureiro, lançado em 2008. A revelação aconteceu durante sua participação na CinemaCon, evento voltado aos exibidores de cinema. Marshall não deu maiores detalhes sobre o que quis dizer, mas é justo considerar que a trama levará em conta o filho de Indy e seu envolvimento com Marion Ravenwood, vivida por Karen Allen. O roteiro, por sinal, foi escrito pelo mesmo autor da trama de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, David Koepp. O que, entretanto, não garante a volta de Shia LaBeouf ao elenco. O intérprete de Mutt Williams, o filho de Indiana Jones, enfrenta uma espiral de eventos negativos em sua carreira. Aparentemente, apenas Indiana Jones só pode ser interpretado por um único ator. “Acredito que Jason Bourne e Indiana Jones não vão sofrer com essas ‘coisas de James Bond’. Esses personagens são ícones e esses atores são os únicos que podem interpretá-los”, Marshall disse, durante o evento. Por enquanto, apenas Harrison Ford está confirmado no elenco do quinto filme da franquia, que, como todos os demais, será dirigido por Steven Spielberg. Ainda sem título oficial, “Indiana Jones 5” tem estreia marcada apenas para 18 de julho de 2019.

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    Veja o encontro do Homem-Formiga com Capitão América em cena inédita de Guerra Civil

    12 de abril de 2016 /

    O programa de entrevistas “Jimmy Kimmel Live!” divulgou uma nova cena de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostra o encontro entre um admirado Homem-Formiga e o Capitão América. Após a exibição, quatro atores que compartilham a cena, Paul Rudd, Chris Evans, Anthony Mackie e Sebastian Stan, também participaram de um jogo rápido de trívia pessoal comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel. Confira abaixo. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Thor 3: Atriz de Creed será o novo interesse romântico do Deus do Trovão

    12 de abril de 2016 /

    A atriz Tessa Thompson (“Creed: Nascido Para Lutar”) entrou no elenco de “Thor: Ragnarok”. Segundo o site Deadline, ela viverá o novo interesse romântico de Thor (Chris Hemsworth), pois Natalie Portman, que interpretou Jane Foster em dois filmes, não voltará na continuação. Ainda não há definição de qual será seu papel, mas especula-se que a atriz interpretará umas das super-heroínas da Marvel, pois a proposta é para ela estrelar outros filmes do estúdio. Desde que o projeto de “Thor: Ragnarok” foi divulgado, persistem rumores sobre a inclusão na trama da heroína Valquíria, que nos quadrinhos é logicamente loira como uma guerreira nórdica. Enfim… O elenco também terá as voltas de Tom Hiddleston como Loki e Jamie Alexander como Sif, além da participação de Mark Ruffalo como Hulk e Cate Blanchett, que viverá a vilã da trama (provavelmente Hela). Com direção de Taika Waititi (“What We Do in the Shadows”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Disney já está preparando continuação de Mogli: O Menino Lobo

    11 de abril de 2016 /

    “Mogli: O Menino Lobo” ainda nem estreou, mas a Disney está tão confiante no sucesso da produção que já está desenvolvendo sua sequência. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio abriu negociações com o diretor Jon Favreau e o roteirista Justin Marks para um novo filme com os personagens clássicos, criados pelo escritor Rudyard Kipling no século 19. O contrato do ator Neel Sethi, que faz sua estreia no cinema aos 10 anos de idade, já possui cláusula de retorno para uma continuação, mas a volta dos dubladores originais dos bichos falantes, que são criados na tela por computação gráfica, precisará ser renegociada caso a caso. Entre as feras da dublagem, estão Idris Elba, Scarlett Johansson, Ben Kingsley, Bill Murray e Lupita Nyong’o. “Mogli: O Menino Lobo” é uma nova adaptação de “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. Kipling escreveu diversas histórias de Mogli depois de contar sua origem. A continuação, por sinal, deve tirar sua trama de “The Second Jungle Book”, publicado originalmente em 1895, que contém cinco aventuras distintas de Mogli. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a sequência, mas o filme “Mogli: O Menino Lobo” poderá ser visto nos cinemas a partir desta quinta (14/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Mogli: O Menino Lobo ganha cinco pôsteres chineses

    11 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou cinco pôsteres chineses de “Mogli – O Menino Lobo”, que destacam o menino Neel Sethi, de 10 anos de idade, ao lado dos animais falantes da produção, criados por computação gráfica. Menos realistas que os trailers, os cartazes evocam as artes de antigas publicações de pulp fiction. Nas imagens, Mogli (Sethi) aparece ao lado da loba Raksha (dublada em inglês por Lupita Nyong’o), do urso Balu (Bill Murray), da pantera Baguera (Ben Kingsley), do tigre Shere Khan (Idris Elba) e da serpente Kaa (Scarlett Johansson). O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre um menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias filmes, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para quinta-feira (14/4) no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Capitão América: Guerra Civil ganha comercial bizarro japonês

    11 de abril de 2016 /

    A divisão japonesa da Disney divulgou um comercial bizarro de “Capitão América: Guerra Civil”, embalado como um desenho animado, ao som de uma musiquinha chorosa típica dos animes mais populares e uma narração Pokemón. Há até a identificação da banda: Exile Atsushi, brega no último. De novidade mesmo, só alguns segundos de correria de videogame, quando o time do Capitão América (Chris Evans) e o time do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) avançam um contra o outro. Nesse momento “Mortal Kombat”, é possível ver o Homem-Aranha (Tom Holland) se destacando na correria. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=bG8UMkP8N8M

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