Doutor Estranho faz quase US$ 500 milhões mundiais e já supera outros heróis da Marvel
Além de liderar as bilheterias dos EUA, “Doutor Estranho” continua faturando alto em todo o mundo, a ponto de ser o filme mais visto do mundo pela segunda semana. No mercado internacional, a produção soma US$ 339,6 milhões, com destaque para a China onde o filme arrecadou US$ 83,5 milhões em duas semanas. Juntando a quantia com a arrecadação doméstica (nos EUA), o total global do longa já está atualmente em US$ 492,6 milhões. Ou seja, em duas semanas “Doutor Estranho” já arrecadou mais que o total obtido por “O Incrível Hulk” (US$ 263 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 371 milhões) e “Thor” (US$ 449 milhões), entre os filmes da Marvel. O filme deve cruzar a marca de US$ 500 milhões de arrecadação nesta segunda (14/11) e, a seguir, deixar para trás o total de “Homem-Formiga” (US$ 520 milhões). Graças a esse desempenho, “Doutor Estranho” também está ajudando a Disney a aumentar seu recorde de arrecadação mundial e se aproximar do recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Atualmente, a Disney está com US$ 6,2 milhões de arrecadação acumulada em 2016. Mas ainda terá a estreia de “Moana” em duas semanas, para tentar fezer História mesmo com os fracassos de “Alice Através do Espelho”, “O Bom Gigante Amigo”, “Horas Decisivas” e “Meu Amigo, o Dragão”.
A Bela e a Fera: Novo pôster oficial é igual à imagem vazada, que parecia fake
A Disney divulgou o segundo pôster oficial de “A Bela e a Fera”. E já teve site que tascou um “belíssimo” para elogiá-lo. Entretanto, a imagem é basicamente a mesma que tinha vazado antes da hora, com um tratamento de Photoshop. Compare abaixo. Quando surgiu pela primeira vez na internet, esta imagem pareceu tão caricata que sugeria ser fake, uma arte criada por algum fã. Mas agora que a Disney oficializou tudo, tem gente elogiando. Ainda parece estranho, mesmo assim. Uma Fera com qualidade pirata, bem diferente do realismo dos bichos de “Mogli, o Menino Lobo”, por exemplo. Este foi o caminho artístico escolhido, tornando grande o contraste entre a Fera cartunesca e a Bela realista. O filme traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de três músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice (que trabalharam juntos em “Aladdin”). Ou seja, além de parecer um cartum, “A Bela e a Fera” também preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Disney vai trazer os diretores de Guardiões da Galáxia e Moana à Comic-Con Experience
A Disney anunciou a vinda de três diretores para a Comic-Con Experience: James Gunn, de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, e a dupla Ron Clements e John Musker, de “Moana – Um Mar de Aventuras”. Eles irão apresentar painéis durante o evento deste ano. Especialmente para os fãs da Marvel, James Gunn fará um painel sobre o que o público pode esperar de “Guardiões da Galáxia Vol.2”, que estreia em 5 de maio. E Clements e Musker, responsáveis também por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e O Sapo”, falarão da animação da primeira princesa polinésia da Disney, que chega nos cinemas no dia 5 de janeiro. A participação da Disney na terceira edição da CCXP vai acontecer no dia 3 de dezembro.
Monstros S.A. pode ganhar sequência que mostraria a bebê Boo como adulta
O terceiro filme da franquia “Monstros S.A.” ainda não foi oficialmente anunciado, mas o diretor Pete Docter aceitou falar sobre o assunto durante uma entrevista com a revista Entertainment Weekly sobre os 15 anos do primeiro filme, e revelou que já há uma ideia para a produção. “Nunca vou dizer nunca. Não está nos nossos planos imediatos, mas posso dizer que, com ‘Universidade Monstros’, fomos propositalmente para um prelúdio do primeiro filme, porque ainda não estávamos prontos para responder perguntas sobre o que aconteceu com Boo e se ela reencontrou Sulley”, disse o diretor. A ideia para o terceiro filme seria justamente trazer a Boo adulta encontrando seus monstros de infância. “Parte dessa ideia seria como um efeito ‘Peter Pan’, onde a Wendy criança acaba se esquecendo de quem é Peter Pan quando cresce”, completou Docter. Os dois filmes da franquia fizeram muito sucesso. E como “Universidade Monstros” arrecadou US$ 745 milhões, é muito provável que a Disney encomende o terceiro. Se é que já não encomendou e está apenas aguardando a finalização do roteiro para anunciar sua produção. O que está programado, na verdade, é “Toy Story 4”, que vai estrear em junho de 2019.
Moana: Vídeo de bastidores destaca importância da cultura polinésia na animação
A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Moana: Um Mar de Aventuras” (ainda sem legendas, porque o lançamento nacional vai demorar horrores). Bastante interessante, a prévia acompanha os diretores, o compositor e o elenco pelas ilhas do Pacífico, revelando como incorporaram elementos da região na obra e o orgulho que sentem pelo filme ser a primeira animação sobre a cultura polinésia. O astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”) até destaca que é a primeira vez que tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema. No filme, ele dá voz ao semideus, herói e alívio cômico Maui, que embarca numa aventura marítima com a personagem-título, dublada pela estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys), escreveu algumas das canções da trilha sonora. O único detalhe desanimador é que “Moana” só vai estrear em 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após seu lançamento nos EUA.
A Bela e a Fera: Veja 9 fotos oficiais em alta resolução da nova versão da Disney
A Disney divulgou as versões oficiais, em alta resolução, das fotos de “A Bela e a Fera” antecipadas na semana passada pela revista Entertainment Weekly – que além de baixa resolução tinham o logo indefectível da publicação. Graças à melhor qualidade das imagens, é possível atestar a opção do estúdio para retratar a Fera. O resultado da união da Emma Watson de carne e osso e a fera digital não acompanha o realismo de “Mogli, o Menino Lobo”, por exemplo, numa opção pela recriação caricatural do desenho animado. Imagens que tinham sido vazadas anteriormente eram tão caricatas que sugeriam ser fakes. Mas as fotos estampam uma Fera com as mesmas características do material pirata. Um cartum animado que contrasta muito com os atores reais. O filme traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de três músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice (que trabalharam juntos em “Aladdin”). Ou seja, “A Bela e a Fera” também preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Nova versão de A Bela e a Fera terá três canções inéditas do compositor do desenho animado
A revista americana Entertainment Weekly revelou que a versão com atores de “A Bela e a Fera”, da Disney, terá três canções inéditas, compostas por Alan Menken, que assinou a trilha original do desenho animado. Ele trabalhou nas músicas com o célebre letrista Tim Rice (“Jesus Cristo Superstar”), repetindo a premiada parceria da animação “Aladdin”. Uma das músicas novas será repetida várias vezes ao longo do filme, informou Menken em entrevista para a publicação. Trata-se de “Our Songs Live On”, que será cantada por Bela, interpretada por Emma Watson. Em sua primeira versão, a música surgirá num dueto com o pai da jovem, Maurice (Kevin Kline). Depois, ela será cantada num número solo de Bela. E, finalmente, aparecerá ao final, junto com os créditos. A repetição sugere que se trata do tema principal do filme, que a Disney tentará emplacar no Oscar 2018. Menken venceu dois Oscars em 1992 com as músicas da animação original. Outra canção, intitulada “For Evermore”, será interpretada pela Fera, vivida pelo ator Dan Stevens, no momento em que percebe que ama a Bela. Por fim, a terceira música é chamada “Days In The Sun”, em que os habitantes do castelo comemoram os dias mais felizes de suas vidas. Alan Menken já tem oito Oscar por canções e trilhas de animações da Disney, criadas para “A Pequena Sereia” (1989), “Aladdin” (1992), “Pocahontas” (1995) e, claro, “A Bela e a Fera” (1991), enquanto Tim Rice contabiliza dois, por “Aladdin” e “Rei Leão” (1994), além de um Oscar conquistado por “Evita” (1996). “A Bela e a Fera” tem direção de Bill Condon (“Caminhos da Floresta”) e estreia marcada para 16 de março. Não há como ignorar que a data é cedo demais para um filme que pretenda se destacar no Oscar do ano seguinte.
Disney fatura US$ 6 bilhões anuais pela primeira vez em sua história
Graças à mágica espetacular da Marvel, Pixar e LucasFilm, a Disney não pára de soltar fogos de artifício. “Doutor Estranho”, que faturou mais de US$ 300 milhões nas bilheterias de todo o mundo em seus primeiros dias de exibição, foi o empurrão que faltava para o estúdio ultrapassar pela primeira vez a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação mundial num único ano. Em toda a história, a Disney é apenas o segundo estúdio a superar esse montante. Neste ano, a empresa criada por Walt Disney já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Vale observar que as quatro maiores bilheterias de 2016 são produções da Disney: “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão), “Zootopia” (US$ 1 bilhão) e “Mogli, o Menino Lobo” (US$ 966 milhões). Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é provável que a Disney consiga quebrar o recorde histórico registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Este valor já poderia ter sido alcançado, caso todas as apostas do estúdio tivessem funcionado. Afinal, apesar do sucesso, a Disney também amargou alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Moana: Clipe musical traz Alessia Cara cantando tema da animação
A Disney Music divulgou o clipe da música “How Far I’ll Go”, tema da animação “Moana”. Trata-se de uma balada bem convencional, cantada pela jovem canadense Alessia Cara e composta por Lin-Manuel Miranda, estrela do musical “Hamilton”, sensação na Broadway. A letra fala sobre desbravar oceanos e superar limites, refletindo temas do filme. “Vê a linha onde o céu encontra o mar?/ Ela me chama/ E ninguém sabe/ O quão longe ela vai”, repete Alessia, numa praia, até cansar. A música é uma mostra do que esperar do filme, que terá muita cantoria. Até Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 7”) já apareceu soltando a voz numa cena anteriormente divulgada. No filme, o astro dubla o semi-deus Maui, herói e alívio cômico da história, que acompanha a menina Moana (voz original da estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade) em sua aventura animada. A direção é de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.
Operação Big Hero: Série do Disney XD terá os mesmos dubladores do longa animado
A série baseada na animação vencedora do Oscar “Operação Big Hero” vai contar com a maioria das vozes originais do filme de 2014. A Disney anunciou que a atração terá os retornos de: Jamie Chung como Go Go Tamago, Genesis Rodriguez como Honey Lemon, Scott Adsit como robô Baymax, Maya Rudolph como a tia Cass, Alan Tudyk como guru da tecnologia Alistair Krei, Ryan Potter como o protagonista Hiro e até Stan Lee como o pai de Fred. As mudanças ficam por conta das vozes de Brooks Wheelan (do humorístico “Saturday Night Live”) como Fred (dublado por T.J. Miller no filme) e Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) como Wasabi (Damon Wayans Jr. no cinema). A série animada será uma continuação dos eventos do filme, maior bilheteria de animação em 2014, passada na cidade futurista de San Fransokyo, em que um jovem gênio chamado Hiro Hamada, seu robô Baymax e seus melhores amigos se juntam num grupo de combatente inexperientes do crime. Com produção de Mark McCorkle e Bob Schooley, os criadores de “Kim Possible”, a série vai estrear no canal pago Disney XD em 2017, em data ainda não divulgada.
Uma Dobra no Tempo: Ator mirim de Peter Pan vai estrelar a nova superprodução da Disney
O ator mirim Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”) e Andre Holland (do destaque indie “Moonlight”) entraram na superprodução da Disney que adaptará a ficção científica infantil “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time). A adaptação do livro de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, terá direção de Ava DuVernay (“Selma”) e já conta no elenco com Chris Pine (“Star Trek”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Oprah Winfrey (também de “Selma”) e a menina Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”), que viverá a protagonista Meg Murry. A trama segue a adolescente Meg Murry em aventuras através de diferentes planetas em busca do pai cientista (Pine), que desapareceu enquanto fazia experiências secretas. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Miller irá acompanhar Meg em sua viagem enquanto Holland interpretará o diretor da escola dos dois. O personagem de Miller, chamado Kevin, acaba casando com Meg nos livros posteriores, que se concentram nas aventuras de outra criança, a filha mais velha do casal, Polly. O roteiro da adaptação está a cargo de Jennifer Lee, roteirista do fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). As filmagens começaram na quarta (2/11) e ainda não há data definida para a produção estrear nos cinemas.
Disney comemora o ano de maior bilheteria mundial de sua história
Os estúdios Walt Disney estão em clima de conto de fadas, registrando o melhor ano de sua história. Graças aos sucessos de “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Zootopia”, a Disney faturou US$ 5,9 bilhões nos primeiros dez meses de 2016, o que já supera o resultado total de suas bilheterias do ano passado (US$ 5,8 bilhões). “Pelo segundo ano consecutivo, o Walt Disney Studios alcançou um novo recorde na bilheteria graças a uma coleção absolutamente extraordinária de estreias de Disney, Disney Animation, Pixar, Marvel e LucasFilm”, disse o presidente Alan Horn, em comunicado celebratório. Neste ano, o estúdio já bateu duas marcas histórias, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e de US$ 5 bilhões em nível internacional. Como acaba de lançar “Doutor Estranho” e ainda tem a animação “Moana” e o spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu cronograma de fim de ano, é possível que a Disney quebre o recorde registrado pela Universal em 2016, de US$ 6,9 bilhões, para obter a maior bilheteria anual de um estúdio em todos os tempos. Mesmo assim, o estúdio amarga alguns fracassos grandiosos em 2016. “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo” deram prejuízo. O primeiro, orçado em US$ 170 milhões, arrecadou apenas US$ 299 milhões, enquanto o segundo, que custou US$ 140 milhões, gerou US$ 243 milhões. E os resultados de “Meu Amigo, o Dragão” não chegaram nem perto de satisfatórios. Além disso, o drama “Horas Decisivas” representará uma perda de US$ 75 milhões, segundo a revista Variety.
Adam DeVine vai estrelar comédia de acampamento de mágicos da Disney
A Disney contratou Adam DeVine (“A Escolha Perfeita”) e Jeffrey Tambor (série “Transparent”) para protagonizarem sua nova comédia infantil “Magic Camp”. A história gira em torno do personagem de DeVine, que é convencido por seu ex-mentor (Tambor) a retornar ao acampamento de verão de sua juventude como conselheiro, na esperança de retomar sua carreira de mágico, e acaba encontrando inspiração na turma desorganizada e rebelde de aspirantes a mágicos. Além de mentor, o personagem de Tambor também é o proprietário do “Magic Camp”. A direção está a cargo de Mark Water (“Meninas Malvadas”), que volta à Disney onde dirigiu um de seus maiores sucessos, o remake de “Sexta-Feira Muito Louca” (2003). O projeto de “Magic Camp” já é antigo e chegou a ter Steve Martin (“Simplesmente Complicado”) cotado para o papel de mentor. Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro, que foi refeito recentemente por Dan Gregor e Doug Mand, roteiristas da série “How I Met Your Mother”. As filmagens vão começar em dezembro em Los Angeles e ainda não há previsão para a estreia.












