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  • Filme

    Veja três cenas, um vídeo com os dubladores e nova coleção de pôsteres de Os Incríveis 2

    10 de junho de 2018 /

    A Disney-Pixar divulgou novidades de “Os Incríveis 2”. São duas cenas, um vídeo com depoimentos dos dubladores originais e um nova coleção de pôsteres internacionais, que destacam os personagens da animação. A produção repete o elenco de dubladores originais, com os atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”) dublando a família incrível. Só o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Shonda Rhimes define tema de sua primeira série na Netflix

    10 de junho de 2018 /

    A produtora Shonda Rhimes escolheu seu primeiro projeto para a Netflix. A criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal” adquiriu os direitos a uma reportagem do New York Magazine sobre a golpista nova-iorquina Anna Delvey, que enganava bancos e milionários se passando por uma rica herdeira alemã. Ela usava o dinheiro alheio para custear seu estilo de vida junto à alta sociedade, até ser desmascarada e presa. Rhimes deverá escrever o roteiro com base no artigo “How Anna Delvey Tricked New York’s Party People”, escrito pela jornalista Jessica Pressler. Vale observar que estúdios de cinema estavam disputando um artigo similar da revista Vanity Fair e cortejando as atrizes Jennifer Lawrence e Margot Robbie para viver Delvey numa cinebiografia. Curiosamente, a empresa de Rhimes, a Shondaland, já produziu uma história de golpista: “The Catch”, cancelada após 20 episódios na ABC. Em compensação, ela não criava uma série própria desde “Scandal”, em 2012, que, por sinal, também era baseada na vida de uma mulher real, a guru das relações públicas americanas Judy Smith. A produtora trabalhou na ABC por 15 anos, até assinar um contrato milionário com a Netflix em agosto do ano passado. Apesar de ter deixado a rede, Rhimes continuará supervisionando suas séries na emissora, que ainda incluem “How to Get Away with Murder” e as novatas “Section 19” e “For the People”, mas todos os seus próximos projetos serão lançados na Netflix.

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  • Etc

    Quadrinhos da Disney não serão mais publicados no Brasil

    9 de junho de 2018 /

    A editora Abril não vai mais publicar os quadrinhos da Disney no Brasil. A decisão aconteceu, segundo o departamento de assinaturas da empresa, por “revisão estratégica do Grupo Abril”. A empresa publicava os quadrinhos do Mickey, Pato Donald e Tio Patinhas há 68 anos no país. De fato, o primeiro lançamento a trazer o logo da editora de Victor Civita foi a revista “Pato Donald”, em 12 de julho de 1950. E graças ao sucesso desta publicação, seguida pela revista do Zé Carioca e de outros personagens da Disney, a empresa conseguiu crescer, a ponto de ter até canais de TV. Mas isso é o passado. Hoje, a Abril é mais conhecida por fechar redações. Em carta enviada aos assinantes, a empresa informou que “os quadrinhos Disney não serão mais publicados por nós”. No início de maio, a editora suspendeu a publicação de coleções como “Biblioteca Don Rosa” e “Coleção Carl Barks”, que faziam parte de uma linha com quadrinhos históricos da Disney – um investimento recente. O que, de início foi anunciado como uma medida temporária, será agora permanente. Os últimos números dos quadrinhos Disney chegarão às bancas em julho. Depois disso, não se sabe qual destino terá o Pato Donald e seus amigos no país. Mas há quem aposte na Panini, que cresceu ao investir justamente em publicações dispensadas pela Abril, como as revistas da Marvel e da DC. .

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  • Etc

    John Lasseter, cineasta de Toy Story, fundador da Pixar e diretor da Disney, é afastado após denúncias de assédio

    9 de junho de 2018 /

    Acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, o cineasta John Lasseter, diretor do departamento de animações da Disney e mente criativa por trás dos sucessos da Pixar, deixará definitivamente a empresa no fim de 2018. Até lá, ele manterá uma função simbólica de consultoria. A decisão foi anunciada na sexta (8/6), quase sete meses após Lasseter pedir licenciamento da direção da Disney, desculpando-se por seu comportamento. Lasseter é cofundador da Pixar e diretor do primeiro longa da companhia, o clássico “Toy Story”, que também foi o primeiro longa totalmente feito por computador. Considerado um dos visionários responsáveis pela revolução da animação digital no cinema, após a aquisição da Pixar foi promovido a diretor criativo da Walt Disney Pictures, e marcou sua gestão por aproximar os estilos de ambas as companhias, gerando sucessos e prêmios para os dois estúdios. Muitos se esquecem que a Disney vinha de grandes fracassos como “Atlantis – O Reino Perdido” (2001), “Irmão Urso” (2003) e “O Galinho Chicken Little” (2005), quando Lasseter assumiu o comando de suas animações, produzindo sucessos como “Enrolados” (2010), “Detona Ralph” (2012), “Frozen” (2013), “Zootopia” (2016) e “Moana” (2016). Não por acaso, seu nome é listado como produtor de quase cem filmes. Ele próprio decidiu se afastar da companhia após chegar a seu conhecimento que a revista The Hollywood Reporter preparava uma reportagem sobre sua conduta. Na esteira das revelações feitas pelo movimento #MeToo, funcionários da Disney/Pixar relataram à publicação que se sentiam constantemente “desrespeitados e desconfortáveis” com a postura do chefe, descrito como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. O site Deadline também ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a empresa sabia sobre o comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um segurança, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles”. “Minha esperança é que um semestre sabático vai me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”, concluía o texto. Atualmente, a Pixar desenvolve o quarto capítulo da saga “Toy Story”, que seria dirigido por John Lasseter. Durante a produção, a atriz Rashida Jones, responsável pelo roteiro, anunciou seu desligamento do projeto, devido ao que chamou de “discriminação sexual” da empresa.

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  • Filme

    Os Incríveis 2: Edna Moda ganha vídeo com comentários de personalidades da moda

    7 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um vídeo de “Os Incríveis 2”, que reúne depoimentos de quatro personalidades brasileiras do mundo da moda sobre a personagem Edna Moda, responsável pela criação dos uniformes dos super-heróis do título. Os depoimentos foram colhidos na São Paulo Fashion Week momentos antes do desfile de Gloria Coelho, que lançou uma coleção inspirada na animação. Além de Gloria, também falaram Lilian Pace, Alice Ferraz e Costanza Pascolato – para quem Edna representa a “encarnação de toda a sofisticação e esnobismo dos grandes costureiros de uma época”. Além da personagem, dublada originalmente pelo diretor do filme, Brad Bird, a continuação do clássico animado de 2004 vai trazer de volta a incrível família Parr (ou Pera, no Brasil): Sr. Incrível (Bob Parr), Mulher-Elástica (Helen Parr) e os filhos Violeta (Violet Parr), Flecha (Dash Parr) e Zezé (Jack-Jack Parr) – que continuam a ser dublados, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone (Lucius Best) no longa, que tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado

    4 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.

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    Han Solo mantém 1º lugar com pior bilheteria de Star Wars na América do Norte

    3 de junho de 2018 /

    Sem enfrentar grandes estreias, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu manter sua liderança nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua segunda semana de exibição, apesar da queda de 65% da arrecadação, em relação ao desempenho da estreia. A liderança, porém, não inspira comemoração. Os US$ 29m (milhões) conquistados pelo longa entre os dias 1 e 3 de junho representam a menor bilheteria de segunda semana de uma produção do universo “Star Wars”. Para preocupar ainda mais a Disney, o mercado internacional segue o mesmo padrão. A bilheteria mundial de US$ 264m até agora, pode tornar a produção mais cara de “Star Wars” (com orçamento estimado em US$ 250m) no primeiro filme da franquia a dar prejuízo. Uma pena, já que “Han Solo” não é dos piores criações desse universo – tem 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Deadpool 2” também manteve seu 2º lugar, muito próximo dos números de “Han Solo”. Mas essa posição é ilusória, já que a produção da Fox é um dos maiores sucessos do ano. Após três fins de semana, o longa atingiu quase US$ 600m de faturamento em todo o mundo. Já as estreias da semana nos cinemas norte-americanos tiveram desempenho abaixo do esperado. Mais bem-sucedido, o drama de sobrevivência marítima “Vidas à Deriva”, com Shailene Woodley, faturou US$ 11,5m e abriu em 3º lugar. Embora longe do êxito obtido pela atriz com seu drama romântico mais famoso, “A Culpa É das Estrelas”, saiu-se melhor que o esforço mais recente do gênero nas bilheterias, “Depois daquela Montanha”, igualmente marketado como combinação de romance e luta contra a natureza. A crítica aprovou “Vidas à Deriva”, com 71% de comentários positivos no Rotten Tomatoes. Mas pode segurar a curiosidade, porque a estreia no Brasil só vai acontecer em agosto. Ainda mais elogiado, o thriller de ação futurista “Upgrade” atingiu 85% na medição do Rotten Tomatoes. Mas o segundo longa dirigido por Leigh Whannell, roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, abriu na metade do número de salas destinado aos demais filmes, o que teve impacto em sua bilheteria, de apenas US$ 4,4m. Isto representou o 6º lugar no ranking semanal. Por outro lado, trata-se de uma produção de baixo orçamento, que não deve ter dificuldade para se pagar. Não há previsão de lançamento no Brasil. Para completar a lista de estreias, ainda houve o fiasco de “Action Point”, que implodiu em 9º lugar com US$ 2,3m, a pior abertura de uma comédia de Johnny Knoxville, o antigo astro de “Jackass”. A crítica jogou a pá de cal, com 19% de consideração. Sem previsão, nem deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 29,2m Total EUA e Canadá: US$ 148,8m Total Mundo: US$ 264,1m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 23,3m Total EUA e Canadá: US$ 254,6m Total Mundo: US$ 598,6m 3. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: 11,5m Total Mundo: 11,8m 4. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 10,3m Total EUA e Canadá: US$ 642,8m Total Mundo: US$ 1,96b 5. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 47,3m Total Mundo: US$ 47,3m 6. Upgrade Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 4,4m Total Mundo: US$ 4,4m 7. Alma da Festa Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 46,36m Total Mundo: US$ 54,4m 8. Breaking In Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 41,3m Total Mundo: US$ 43,8m 9. Action Point Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Overboard Fim de semana: US$ 1,9m Total EUA e Canadá: US$ 45,5m Total Mundo: US$ 57,5m

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  • Etc

    Escritora processa Disney por plágio em Divertida Mente

    2 de junho de 2018 /

    A escritora norte-americana Carla J. Masterson entrou com um processo na corte federal dos Estados Unidos contra a Disney e a Pixar alegando que os estúdios teriam se baseado em dois livros de sua autoria para produzir o filme “Divertida Mente”, vencedor do Oscar 2016 de Melhor Animação. Ela alega que a história do filme é muita parecida com os seus livros infantis “What’s on the Other Side of the Rainbow?” (O que tem do outro lado do arco-íris?, em tradução literal) e “The Secret of the Golden Mirror” (O segredo do espelho dourado). Ambas as obras “são histórias originais, criativas e artísticas sobre como as crianças se identificam, entendem as razões e gerenciam os efeitos de suas emoções”, diz o processo. “A ideia original, artística e criativa e de Carla J. Masterson em ‘What’s on the Other Side of the Rainbow?’ e ‘The Secret of the Golden Mirror’ é descrever as emoções infantis de alegria, medo, tristeza, raiva, diversão, amizade, amor e timidez como personagens que aparecem em todo o livro em diferentes formas e cores”, continua o texto da ação. Em “Divertida Mente”, os protagonistas são as emoções da menina Riley: Medo, Tristeza, Alegria, Nojinho e Raiva. Elas comandam o comportamento e as reações da garotinha a partir de um centro de controle na mente. As emoções são demonstradas com personagens diferentes e bolinhas coloridas. Ainda de acordo com o documento que está na Justiça americana, uma versão ilustrada do livro “What’s on the Other Side of the Rainbow?” foi distribuída como brinde para participantes das cerimônias do Emmy, em 2010, e do Oscar, em 2011, festas frequentadas por executivos da Disney e Pixar. A escritora calcula que deixou de ganhar, no mínimo, US$ 75 mil. Já os acusados ganharam mais de US$ 1 bilhão numa combinação de vendas de ingressos de bilheteria, mídia doméstica, mercadorias e licenciamento. “Divertida Mente” arrecadou US$ 857 milhões nas bilheterias mundiais em 2015, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria daquele ano. Em diversas entrevistas, o diretor e roteirista Pete Docter afirmou que a inspiração para “Divertida Mente” foi sua própria filha, que teve uma mudança brusca no comportamento quando completou 11 anos, em 2009.

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  • Filme

    Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph

    1 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Roseanne Barr reclama dos traidores de sua série, que criticaram seu tuíte racista

    30 de maio de 2018 /

    Roseanne Barr voltou ao ataque. Após ser criticada por meio mundo, inclusive colegas de elenco, pelo tuíte racista que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, ela resolveu responder aos “traidores”. Vale lembrar que tudo começou na madrugada de terça (29/5), quando Roseanne Barr atacou gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre integrantes da própria série. E agora Roseanne resolveu abordar estes casos. O primeiro alvo foi Michael Fishman, intérprete de D.J. Connor em “Roseanne”, que publicou no Twitter uma mensagem criticando as declarações da colega e afirmando que seu personagem, pai de uma menina negra, representava sua “visão inclusiva”. “Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos”, escreveu Fishman. “Eu criei a plataforma para essa inclusão e você sabe. Eu. E você me joga na fogueira. Legal”, rebateu a comediante. Já Sara Gilbert, que vivia a filha de Roseanne na série, recebeu uma resposta mais contida: “Uau. Inacreditável”. Em seu tuíte, Gilbert tinha dito que “os comentários recentes de Roseanne” eram “abomináveis” ​​e não refletiam “as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa”. “Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Instigada por um seguidor, Roseanne resolveu dizer que perdoava a atriz. “Eu entendo porque ela disse o que disse. Eu a perdoo. Me chocou um pouco, mas eu realmente estraguei as coisas”. Mas os dois atores citados não foram os únicos integrantes da produção a se manifestar. A produtora Wanda Sykes foi a primeira, ao informar que não trabalharia mais na série após o tuíte racista. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. Outra atriz do elenco, Emma Kinney, anunciou que faria o mesmo em seguida, mas acabou sendo superada pelo cancelamento. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão”, ela escreveu. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. Diante dessa repulsa coletiva, que também incluiu anunciantes, a presidente da rede ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, ela afirmou, em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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  • Filme

    Elle Fanning revela começo das filmagens de Malévola 2 no Instagram

    29 de maio de 2018 /

    A atriz Elle Fanning revelou o começo das filmagens de “Malévola 2” com duas fotos dos bastidores da produção no Instagram nesta terça (29/5). Numa delas, ela flagrou até Angelina Jolie. As duas irão reprisar seus papéis do filme de 2014, em que Jolie interpretou a personagem-título e Fanning deu vida à Princesa Aurora. A Disney confirmou o início da produção com seu próprio post e oficializou a participação de Michelle Pfeiffer (“Assassinato no Expresso Oriente”) como a Rainha Ingris. Veja abaixo. Além de Pfeiffer, as novidades do elenco incluem Harris Dickinson (série “Trust”) como o Príncipe Phillip (Felipe) e os atores Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), Ed Skrein (“Deadpool) e a brasileira Fernanda Diniz (série “Hollyoaks”), que não tiveram seus papéis revelados. A sequência foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A trama vai mostrar como Malévola e Aurora decidem se juntar, após superarem suas diferenças, para proteger o reino encantado e suas criaturas. “Malévola 2” ainda não tem previsão de estreia. Ultimate Photobomb #Maleficent2 Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em 29 de Mai, 2018 às 10:25 PDT It's bring your mom to work day on the #Maleficent2 set!!!!! ✌? Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) em 29 de Mai, 2018 às 10:34 PDT #Maleficent2 starring Angelina Jolie, Elle Fanning and Michelle Pfeiffer, is now in production! Uma publicação compartilhada por Maleficent (@disneymaleficent) em 29 de Mai, 2018 às 11:02 PDT

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  • Filme

    Após desempenho abaixo do esperado, diretor pede para fãs verem Han Solo nos cinemas

    28 de maio de 2018 /

    A falta de impacto da estreia de “Han Solo: Uma História Star Wars”, muito abaixo das projeções do mercado e das expectativas da Disney, levaram um usuário do Twitter a perguntar francamente para o diretor Ron Howard se valia a pena ir ao cinema assisti-lo. O cineasta, que assumiu a produção no meio das filmagens, substituindo a dupla de diretores originais, Phil Lord e Christopher Miller (de “Uma Aventura Lego”), admitiu que o faturamento ficou abaixo do que a produção esperava. Mas fez um apelo para que as pessoas vejam o filme nos cinemas. E ainda lembrou que os números, que para muitos representam uma bilheteria baixa, também marcam o maior rendimento de estreia de sua carreira. “O filme não seguiu as projeções, mas representa um novo recorde pessoal para mim. Vejam o filme para ter uma opinião balanceada. E vão ver na tela grande!”, tuitou ele. Veja abaixo. Esperava-se que o filme sobre a juventude de Han Solo, personagem mais adorado da saga “Star Wars”, chegasse a US$ 170m (milhões) na América do Norte, durante o feriadão de quatro dias do Memorial Day, mas o valor total não deve passar de US$ 103m. Desde que a Disney comprou a Lucasfilm, a pior abertura norte-americana de um filme da saga “Star Wars” pertencia a “Rogue One”, com US$ 155 milhões em três dias. “Han Solo” fez US$ 84,7m entre sexta e domingo (27/5) na América do Norte, e apenas US$ 65m no mercado internacional. Sua soma mundial não superou o que “Rogue One” fez apenas nos Estados Unidos e Canadá. E a estreia não foi capaz de superar “Deadpool 2” em sua segunda semana no Brasil. Didn’t meet projections but amounts to a new personal best. check #SoloAStarWarsStory for balanced feedback & then C it on a big screen! https://t.co/QsOxOLuo22 — Ron Howard (@RealRonHoward) May 27, 2018

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  • Filme

    Estreia de Han Solo decepciona e não supera Deadpool 2 no Brasil

    28 de maio de 2018 /

    A bilheteria nacional de “Han Solo: Um História Star Wars” confirmou a projeção internacional, apurada ainda no fim de semana, com uma arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores. Isto não foi suficiente para tirar “Deadpool 2” do 1º lugar. Pelo segundo fim de semana seguida, o longa do anti-herói da Marvel, mas produzido pela Fox, foi o filme mais visto do Brasil, com mais que o dobro do público do novo “Star Wars” produzido pela Disney. “Deadpool 2” foi visto por 494 mil espectadores e arrecadou R$ 7,7 milhões arrecadados, de acordo com dados da ComScore. Rendeu menos por sala que “Han Solo”, porque ocupou circuito mais barato. Os ingressos do spin-off de “Star Wars” cobravam projeção especial em 3D. O desempenho de “Han Solo: Um História Star Wars” foi abaixo do esperado não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Mesmo assim, o filme conseguiu abrir em 1º lugar na América do Norte, lugar onde foi mais bem-sucedido. Já na China, não passou do 3º lugar. O top 3 se completa com outro blockbuster, “Vingadores: Guerra Infinita”, que um mês após seu lançamento permanece rendendo milhões. Mais exatamente, R$ 3,8 milhões. Com a soma de toda a sua bilheteria, o longa já acumulou mais de R$ 222 milhões no Brasil. Por curiosidade, é interessante observar que o resto do circuito cinematográfico ocupa espaço tão limitado que não foi capaz de superar a exibição de poucas salas e horário único da final da Champions League, o campeonato de times europeus. A vitória do Real Madrid sobre o Liverpool foi vista por quase 22 mil espectadores nos cinemas e rendeu R$ 780 mil, ocupando o 4º lugar no ranking de faturamento de cinemas.

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