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    Os Incríveis 2 se torna primeira animação a atingir US$ 600 milhões na América do Norte

    3 de setembro de 2018 /

    “Os Incríveis 2” continua fazendo quebrando recordes. Neste fim de semana, o longa da Pixar se tornou a primeira animação a ultrapassar US$ 600 milhões em bilheteria nos Estados Unidos e no Canadá. O empurrão final veio com US$ 3,1 milhões durante o fim de semana, levando o total de bilheteria para US$ 601 milhões. O longa já tinha quebrado o recorde de arrecadação entre as animações no começo de julho. Em 2º lugar, “Procurando Dory” arrecadou US$ 486 milhões em 2016. O filme dos super-heróis animados são lidera o ranking mundial. Com US$ 1,16 bilhão de bilheteria em todo o mundo, “Os Incríveis 2” ainda perde para o fenômeno “Frozen: Uma Aventura Congelante”, que acumulou US$ 1,27 bilhão no total. O desenho também é o quarto filme mais lucrativo do ano nas bilheterias mundiais, atrás de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2,04 bilhões), “Pantera Negra” (US$ 1,34 bilhão) e “Jurassic World: Reino Ameaçado” (US$ 1,30 bilhão). Ou, como comemora a Disney, o terceiro filme mais bem-sucedido do estúdio em 2018.

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  • Filme

    Bilheterias: Podres de Ricos vira comédia romântica de maior sucesso dos últimos seis anos nos EUA

    2 de setembro de 2018 /

    A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo terceiro fim de semana consecutivo, mantendo um fôlego que chama atenção de Hollywood. O mais impressionante é a pequena variação de arrecadação entre estas três semanas. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) perdeu apenas 6% na segunda contagem e menos 11% neste fim de semana. Com isso, chegou a US$ 110 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, o que já representa a maior bilheteria doméstica de uma comédia romântica desde “O Lado Bom da Vida” (US$ 132 milhões), em 2012. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Graças a seu sucesso, o filme já ganhou encomenda de continuação. Mas o público brasileiro só vai poder conferir do que se trata depois do resto do mundo. O país será o último mercado a ver “Podres de Ricos”, em 25 de outubro. As bilheterias animam brindes em dose dupla da Warner, que celebra dobradinha da sua comédia com “Megatubarão” no 2º lugar. A tragédia do fundo do mar atingiu US$ 120 milhões no mercado doméstico e US$ 462,8 milhões em todo o mundo – praticamente cobrindo o orçamento da produção. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” aparece em 3º lugar, superando os US$ 200 milhões domésticos. Apesar disso, a atenção da Paramount estava em outro lugar no fim de semana. O thriller de espionagem finalmente abriu na China, onde faturou US 77 milhões, a maior estreia da franquia no país, elevando o montante mundial da produção para US$ 647 milhões. O 4º lugar registrou a estreia menos pior dos Estados Unidos. Thriller de época estrelado por Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) sobre a caça a Adolf Eichmann, um dos principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial, “Operation Finale” fez só US$ 6 milhões e foi destruído pela crítica – 41% de aprovação no Rotten Tomatoes. Não tem previsão de estreia no Brasil “Searching…” completa o Top 5 com US$ 5,7 milhões. O suspense estrelado por John Cho (“Star Trek: Sem Fronteiras”) foi lançado na semana passada em circuito limitado e ampliou sua distribuição após atingir 91% de críticas positivas. Mesmo assim, continua em menos cinemas que todos os demais filmes do Top 10. O lançamento nacional vai acontecer em 20 de setembro. A última estreia ampla da semana, “Kin”, abriu apenas em 12º, com US$ 3 milhões e péssima avaliação: 31% no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 22,2m Total EUA e Canadá: 110,9m Total Mundo: US$ 130,8m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 120,5m Total Mundo: US$ 462,8m 3. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 204,3m Total Mundo: US$ 647m 4. Operation Finale Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 7,7m Total Mundo: US$ 7,7m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 5,7m Total EUA e Canadá: US$ 6,2m Total Mundo: US$ 12,7m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 85,4m Total Mundo: US$ 131,3m 7. Alfa Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 27,3m Total Mundo: US$ 45,6m 8. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 17m Total Mundo: US$ 17m 9. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 38,3m Total Mundo: US$ 55,8m 10. 22 Milhas Fim de semana: US$ 3,5m Total EUA e Canadá: US$ 31,7m Total Mundo: US$ 38m

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  • Filme

    Cristopher Robin é fofo e previsível como um filme convencional da Disney

    1 de setembro de 2018 /

    Pelo trailer, já era possível prever que “Christopher Robin” seria um filme fofo. É sobre o menino que era o amigo humano do Ursinho Pooh, Tigrão, Leitão e Ió. Só que ele cresceu e ser adulto é chato demais e desgastante. Mas, num belo dia, Christopher Robin (chamado o filme inteiro por nome e sobrenome) reencontra Pooh e, finalmente, terá a chance de equilibrar a criança dentro dele (desaparecida há tempos) com a vida adulta, em especial no que diz respeito ao papel de pai. Vamos falar a verdade, então, porque você viu esse filme antes, várias vezes e, mesmo assim, entra no cinema para gostar. Afinal, desta vez o Ursinho Pooh está lá. O problema é que não há uma cena memorável, nem um momento surpreendente do início ao fim da projeção. “Christopher Robin” é exatamente o filme que você espera, inclusive tecnicamente, com fotografia, figurinos, cenários, trilha, efeitos visuais impecáveis e o carisma habitual de Ewan McGregor no papel-título. Em “Titanic”, você sabe que o navio vai afundar, mas nem por isso deixa de ser surpreendido pela história. Um ou outro espectador pode não gostar do filme de James Cameron, mas ele não é lembrado por ser um filme de naufrágio. Pois “Christopher Robin”, mesmo quando ameaça seguir um caminho diferenciado, como o lampejo de importância da melancolia na vida adulta, flertando até mesmo com uma abordagem mais sombria que o normal para os padrões Disney, não demora muito para conduzir tudo pela cartilha. O resultado é um filme muitas vezes indeciso sobre qual tom seguir, o que lhe deixa sem conquistar inteiramente nem crianças nem adultos. Mas não deixa de ser fofinho, como esperado. Difícil é acreditar que essa limitação pertença ao diretor Marc Forster, que assinou o incrível “Em Busca da Terra do Nunca”. Embora tenha feito filmes de diferentes gêneros, era grande a expectativa para a volta do cineasta ao terreno da fantasia (e do tema que divaga sobre o conflito “adulto vs criança” que existe em todos nós). Mas “Em Busca da Terra do Nunca” não era Disney, tinha um Marc Forster maduro falando a todas as idades sobre a criação de Peter Pan e é um filme lindo. Já “Christopher Robin” é Disney, traz o diretor abraçando seu lado infantil como contador de histórias e dando ao filme uma direção muito mais conservadora e previsível, inclusive em sua manipulação de emoções.

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  • Série

    Nova série animada do Pantera Negra ganha primeiro trailer

    31 de agosto de 2018 /

    O canal pago Disney XD divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Marvel’s Avengers: Black Panther’s Quest”, nova série animada do Pantera Negra. O título composto e truncado, de abrir sorriso em tradutor nacional, é consequência da forma como a série foi concebida. A trama seria teoricamente a 5ª temporada da série animada “Os Vingadores Unidos” (Avengers Assemble), mas aí o filme “Pantera Negra” arrasou quarteirões… Assim, a nova série vai valorizar mais o mundo de Wakanda, focando no Pantera Negra, sua irmã Shuri e nas guerreiras Dora Milaje. Entretanto, T’Challa será visitado por seus colegas dos Vingadores, como Capitão América e Homem de Ferro. Segundo a sinopse, a série mostrará o soberano de Wakanda enfrentando uma ameaça que pode destruir seu país, e tendo que criar novas regras e tradições para sobreviver. “Black Panther’s Quest” é a segunda série animada do Pantera Negra, após os seis episódios de uma animação exibida em 2010 nos Estados Unidos. A estreia está marcada para 9 de setembro na TV americana e ainda não há previsão para a transmissão no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Disney vai acabar com a Fox no Brasil? É mais provável o canal Sony sair do ar

    29 de agosto de 2018 /

    Desde que a Disney comprou a 21st Century Fox, as especulações a respeito do destino do espólio adquirido pelo CEO Robert Iger tem sido alvo de muita boataria. No Brasil, pitonisas vem alimentado profecias apocalípticas sobre o final dos canais Fox no Brasil. Um blogue de prestígio chegou a trazer declarações fulminantes de sacerdotes do deus mercado, para comprovar como o fim está próximo para o mundo Fox. Sete anos, previram os abutres, como numa maldição de terror japonês. E o terror se espalhou como praga em vários outros sites que resolveram alimentar o pânico. Toda essa fumaça trata-se, na verdade, de estratégia da oposição. Várias empresas rivais, da Globosat à Warner Media, entraram como partes interessadas no processo de fusão da Disney e Fox, chamado Ato de Concentração, que corre no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Para a Globosat, dona da Sportv, a provável fusão dos canais ESPN (da Disney) e Fox Sports é a maior ameaça já vista à sua hegemonia no segmento de esportes da TV paga. Empresas que vendem pacotes de TV, como Vivo, Claro e Sky, também receiam perder canais, o que geraria problemas com assinantes e, por isso, também torcem pela manutenção do status quo. Quem menos tem poder de interferência nesse negócio são as distribuidoras de cinema, como Warner e UIP, uma vez que a fusão dos estúdios não deve alterar a forma como os filmes chegam ao mercado, mas igualmente torcem contra o crescimento de um rival. Portanto, considere toda e qualquer profecia impressa ou blogada, especialmente com frases de “especialistas” anônimos, como campanha de parte interessada. Manipular a opinião pública com medo e paranoia é uma estratégia clássica para se influenciar rumos desejados. E são, como se pode reparar, muitos e poderosos os interesses contrários a esse negócio. O que existe, até o momento, é o processo aberto em 20 de julho junto ao CADE. Em sua apresentação, o documento do representante jurídico da fusão pede aprovação sem restrição, usando os seguintes argumentos: “A Operação não reduzirá a concorrência no setor, não criará ou reforçará posição dominante e nem acarretará a criação de monopólio no Brasil ou no exterior. A dinâmica concorrencial dos mercados relevantes não será afetada de maneira significativa em razão da Operação Proposta. Os mercados permanecerão altamente competitivos com ou sem a fusão das atividades das Partes. Na verdade, a Operação Proposta deverá ser benéfica aos consumidores em razão das esperadas sinergias que serão criadas com a melhora da habilidade das Partes na produção de conteúdo e na oferta de novas formas de distribuição aos consumidores (por exemplo, serviços direct-to-consumer), além das eficiências que deverão ser geradas com a redução dos custos”. O texto, por sinal, praticamente confirma o lançamento no Brasil de serviços de streaming planejados pela Disney. A questão dos canais esportivos Fox Sports e ESPN é um caso a parte, uma vez que esta fusão não ocorrerá nos Estados Unidos, onde a Fox Sports permanecerá no grupo da provisoriamente chamada New Fox, ao lado da Fox News e da própria rede Fox. Entretanto, o mesmo não parece estar previsto para o mercado internacional. Assim sendo, não faz sentido a Disney preservar o canal Fox Sports, que pertence a um rival nos Estados Unidos. A ESPN tende mesmo a virar a marca dominante dos esportes, inclusive com o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil. Ele já existe nos Estados Unidos e mantém completamente separadas as ofertas de esportes das demais atrações da Disney. Esta é a única parte com fundo de verdade nas profecias, mas não configura o cenário apocalíptico desenhado. O CEO da Disney já disse que pretende manter os canais FX e Nat Geo nos Estados Unidos. Isto porque a Disney não tem equivalentes em seu portfólio de canais. A empresa comprou a Fox justamente para ampliar sua oferta de conteúdo. E este é exatamente o caso do canal pago Fox no Brasil. A Disney não tem uma rede ABC brasileira. Tanto que as séries exibidas na ABC acabam indo para o canal pago Sony. A verdade é que não há, entre o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior, um canal para abrigar as séries da Fox. A emissora até poderia mudar de nome – o que nunca aconteceu com as empresas compradas pela Disney, da Pixar à Lucasfilm – , mas seu conteúdo continuará a ser abrigado em algum lugar. A menos que ingênuos acreditem que a Disney investiu US$$ 71,3 bilhões na Fox só para jogar fora o que comprou. Tem mais. Além de todas as produções da 21st Century Fox, o negócio de Iger também inclui percentagens no serviço de streaming Hulu e na rede britânica de canais pagos Sky. Ambos também produzem séries. Conteúdo que chegava ao Brasil via Fox Premium. E que deverá continuar chegando por algum lugar. Só não chegará pelo futuro serviço de streaming da Disney. Embora o projeto esteja sendo mantido em relativo sigilo, os primeiros produtos anunciados revelam que se trata de uma plataforma para público juvenil. Até “Os Simpsons” parecem ousados perto de séries de “Star Wars”, “Monstros S.A.” e telefilme de “A Dama e o Vagabundo”. Assim, duvide bastante de quem escrever ou usar aspas de alguém “de peso” do mercado sobre o final da Fox no Brasil. É (muito provavelmente) mentira. Entretanto, se algum executivo da Sony disser que o canal pago pode acabar, caso a Disney decida tirar suas séries de lá para colocar na Fox, bem… pode acreditar.

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  • Filme

    Homem-Formiga e a Vespa ultrapassa bilheteria mundial do primeiro filme

    26 de agosto de 2018 /

    Com um empurrão da China, onde finalmente estreou neste fim de semana, “Homem-Formiga e a Vespa” ultrapassou a bilheteria do primeiro filme da franquia. O longa da Marvel faturou US$ 68 milhões entre sexta e domingo (26/8) em sua abertura chinesa, elevando o montante mundial da produção para US$ 544 milhões, acima dos US$ 519,3 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. “Homem-Formiga e a Vespa” também fez mais que “Homem-Formiga” no mercado doméstico. O novo longa estrelado por Paul Rudd e Evangeline Lilly já rendeu US$ 211,4 milhões nos Estados Unidos e Canadá, enquanto o anterior atingiu um total de US$ 180,2 milhões em toda a sua temporada em cartaz. Desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), a Marvel não faz filmes que rendam menos de US$ 500 milhões mundiais. A produção do casal 20 dos super-heróis ainda não estreou no Japão, onde chegará na próxima sexta (31/8), com previsão de aumentar mais seus rendimentos internacionais.

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    Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte

    26 de agosto de 2018 /

    A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m

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    Zendaya seria favorita da Disney para estrelar filme de A Pequena Sereia

    25 de agosto de 2018 /

    A Disney vem trabalhando desde o final do ano passado no desenvolvimento de uma versão live action de “A Pequena Sereia”, com a contratação de vários profissionais durante a pré-produção. Por conta disso, já começaram a circular rumores sobre a escalação da intérprete da Princesa Ariel. De acordo com That Hashtag Show, a Disney tem uma atriz no topo de sua lista de favoritas: Zendaya. A estrela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” é uma velha conhecida do estúdio, tendo estrelado duas séries de sucesso do Disney Channel, “No Ritmo” e “Agente K.C.”. Além disso, ela sabe cantar, como mostrou em “O Rei do Show” e em outras oportunidades. Boatos anteriores apontavam que a Disney estava considerando escalar atores não brancos em alguns dos principais papéis da história, incluindo Ariel, Eric e Triton. O estúdio ainda não fez nenhum anúncio oficial sobre o projeto, mas Rob Marshall estaria encarregado de dirigir o longa após terminar a divulgação de “O Retorno de Mary Poppins”, que estreia em dezembro. O roteiro é de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”). Já a parte musical está a cargo de Lin-Manuel Miranda (“Moana”), que trabalhará com Alan Menken, vencedor do Oscar pela trilha do clássico animado de 1989, nas canções da nova versão. As filmagens devem acontecer no começo de 2019 em locações em Porto Rico e na Cidade do Cabo, mas ainda não há uma data oficial para o lançamento.

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    Disney teria cancelado a pré-produção de Guardiões da Galáxia Vol. 3

    24 de agosto de 2018 /

    A Disney teria dispensado profissionais e cancelado todo o cronograma de pré-produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio dissolveu a equipe que trabalhava em cenários, figurinos e outras áreas de desenvolvimento do filme, liberando os profissionais para procurarem novos trabalhos. Ainda de acordo com o site, Disney e Marvel vão recomeçar a produção apenas após definirem o diretor do terceiro filme da franquia. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ainda não tinha uma data oficial de lançamento, mas havia a intenção de começar sua filmagem no início de 2019, data que será difícil de ser remanejada, considerando a complexidade da agenda de todos os envolvidos. A suspensão da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” se deve à demissão do diretor James Gunn em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Por conta da posição do elenco, o estúdio estaria tendo mais dificuldade para definir o substituto de Gunn. Para complicar ainda mais, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” serviria de ponto de partida para lançar novas produções cósmicas da Marvel, como o já mencionado filme de “Eternos”.

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  • Filme

    Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano

    20 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.

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  • Série

    General Leia Organa vai aparecer na nova série animada de Star Wars

    19 de agosto de 2018 /

    A dubladora Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”) revelou que dará vida – literalmente – a uma famosa personagem da franquia “Star Wars” na nova série animada da franquia espacial. Ela compartilhou entre seus seguidores no Twitter que dublará a General Lea Organa, personagem que marcou a carreira da falecida atriz Carrie Fisher. A revelação foi feita após a exibição do primeiro trailer de “Star Wars Resistence”, que destacou a participação vocal de Oscar Isaac como Poe Dameron. Além do ator de “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, a produção também contará com a voz de Gwendolyne Christie, repetindo seu papel como a vilã Phasma. “Finalmente posso anunciar que tenho a incompreensível honra de dublar o papel de Leia Organa na nova série ‘Star Wars Resistance’ em outubro deste ano”, ela escreveu em seu Twitter. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, inclusive o robô BB-8, que terá destaque na trama sobre o surgimento da Primeira Ordem. Poe Dameron será responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz, o protagonista da série, para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener (“Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. I can finally announce that I have the incomprehensible honor of voicing the role of Leia Organa in the new Star Wars Resistance out this October. Thank you ⁦@CESDTalent⁩ ⁦@DisneyLucasfilm⁩ @sternshow + Carrie Fisher. Sneak peak trailer here: https://t.co/4bVZW4Nvf6 — Rachel Butera (@RachelAButera) August 18, 2018

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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    DuckTales desvenda um dos maiores mistérios da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho

    18 de agosto de 2018 /

    A série animada “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras”, além de ser incrivelmente divertida, desvendou um dos maiores mistérios da história da Disney: que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho. O final da 1ª temporada, que foi ao ar neste sábado (18/8) nos Estados Unidos, pelo canal pago Disney XD, revelou o destino de Dumbela Pato (Della Duck, no original), a irmã do Pato Donald, após a falta de informações sobre seu sumiço angustiar Huguinho, Zezinho e Luisinho desde o primeiro capítulo. Já os leitores dos quadrinhos dos Patos da Disney sofrem com essa dúvida há quase um século. Afinal, o que teria levado a mãe dos patinhos a deixar seus filhos com o tio Donald nos anos 1930 e sumir? Várias teorias foram abordadas para justificar o abandono das crianças. E a série animada resolveu lançar mão de uma delas, publicada numa versão holandesa dos gibis do Pato Donald em 2014, sobre Dumbela ter virado astronauta e desaparecido no espaço – numa referência, por sinal, a um curta animado dos anos 1940, em que Donald revelou vir de uma família de pilotos. Esta trama é explorada, junto com a culpa do Tio Patinhas na história, com pistas reveladas ao longo de toda a temporada, pintando Dumbela como uma pata destemida e aventureira, que viveu grandes aventuras ao lado de Patinhas e Donald. O sumiço da irmã também seria a razão da mudança de comportamento de Donald, que virou um pato desanimado e medroso, bem diferente das histórias que os sobrinhos descobriram sobre o passado da família. O detalhe é que Dumbela não se perdeu no espaço para sempre. Ela foi parar na lua e o último capítulo da 1ª temporada marcou a primeira vez que ela falou numa animação. A personagem, que estreou muda em flashbacks da série, é dublada em inglês por ninguém menos que Paget Brewster, atriz da série “Criminal Minds”. E ela será personagem recorrente da 2ª temporada, já confirmada. O que representará uma reviravolta e tanto para a história dos Patos da Disney. Dumbella passará agora a viver, pela primeira vez, aventuras ao lado dos filhinhos – algo que já tinha sido antecipado pela versão em quadrinhos de “DuckTales” no começo do ano – , mudança que demonstra como os avanços justos do feminismo afetam até personagens centenários do entretenimento infantil. No Brasil, a série é exibida pelo Disney Channel.

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