A Mulher da Janela: Netflix negocia lançar suspense estrelado por Amy Adams
A Netflix está finalizando um acordo de aquisição de “A Mulher da Janela”, suspense estrelado por Amy Adams (“A Chegada”) e dirigido por Joe Wright (“O Destino de uma Nação”). “A Mulher da Janela” era a última produção da Fox 2000, estúdio fechado pela Disney após completar a aquisição do acervo da 21st Century Fox, e tinha lançamento previsto para maio passado. Entretanto, a data coincidiu com o período de fechamento dos cinemas como prevenção contra a covid-19. Devido à pandemia, a Disney tem dado diferentes destinos para algumas de suas produções já finalizadas. Filmes de baixa classificação etária, como “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” e “O Grande Ivan”, foram encaminhados para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Mas títulos produzidos para o público mais velho começam a ser negociados com o mercado. Com a negociação com a Netflix, “A Mulher da Janela” não deverá mais chegar aos cinemas, assinalando um final amargo para a Fox 2000. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). Adaptação do best-seller homônimo de A.J. Finn, “A Mulher da Janela” é um suspense hitchcockiano, que combina “Janela Indiscreta” (1954) e “Um Corpo que Cai” (1958). Como não é a primeira vez que um filme junta as duas tramas, “Dublê de Corpo” (1984), de Brian De Palma, é outra inspiração óbvia. No filme, Adams vive Anna Fox, uma psicóloga infantil que mora sozinha em Nova York. Ela sofre de fobia por espaços públicos e locais abertos, e passa os dias em casa assistindo filmes e interagindo com as pessoas apenas pela internet. Mas um dia permite que sua vizinha (Julianne Moore, de “Kingsman: O Círculo Dourado”) a visite, descobrindo que ela sofre nas mãos do marido (Gary Oldman, de “O Destino de uma Nação”). Pouco depois, testemunha uma agressão pela janela, mas o que viu é refutado por fatos, que a levam a questionar se foi verdade ou se imaginou tudo, devido a seus remédios. O elenco ainda inclui Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Wyatt Russell (“Operação Overlord”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”). Veja abaixo o primeiro trailer legendado da produção, divulgado em dezembro passado.
Inédito no Brasil, filme de Beyoncé inspira arte e até polêmica no país
O novo “álbum visual” de Beyoncé é um fenômeno paradoxal no Brasil. Filme mais falado por brasileiros no último fim de semana, “Black Is King” não foi lançado oficialmente no país. Mesmo assim, a produção inspirou muitos brasileiros. O artista Atila Britto, por exemplo, criou uma “versão nacional” da obra, numa ilustração (acima) em que Beyoncé aparece cercada por artistas como IZA, Preta Gil, Camila Pitanga, Taís Araujo, Cris Vianna, Aline Dias e até a vencedora do BBB Thelma Assis, entre outras. A maioria dos fãs de Beyoncé, porém, apenas compartilhou sua “opinião” sobre o trabalho inovador da cantora, disponibilizado na plataforma americana Disney+ (Disney Plus). Mas nem todas as vozes tiveram tom de exaltação. A exceção, escrita pela antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, foi publicada no jornal Folha de S. Paulo e chegou a gerar grande repercussão, rendendo seus próprios comentários nas redes sociais. A ira se deve principalmente à edição do texto, que contou com título e subtítulo infelizes, buscando fomentar polêmica sobre uma suposta alienação da cantora. De cara, o título afirma que “Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha” e o subtítulo emenda: “Diva pop precisa entender que a luta antirracista não se faz só com pompa, artifício hollywoodiano, brilho e cristal”. Não é difícil entender porque este texto causou revolta. Schwarcz é uma mulher branca, que parece querer ensinar como se faz “a luta antirracista”, reclama das “imagens estereotipadas” e conclui que Beyoncé deve “sair um pouco da sua sala de jantar” para falar sobre História. A cantora IZA não conseguiu se conter e escreveu nas redes sociais. “Lilia Schwarcz, meu anjo, quem precisa entender SOU EU. Eu preciso entender que privilégio é esse que te faz pensar que você tem uma autoridade para ensinar uma mulher negra como ela deve, ou não, falar sobre seu povo. Se eu fosse você (valeu Deus) estaria com vergonha agora. MELHORE!”, publicou, revoltada. A jornalista e humorista Maíra Azevedo, também conhecida como Tia Ma, também não deixou o artigo passar batido. “O erro é uma mulher branca acreditar que pode dizer a uma mulher preta como ela pode contar a história e narrar a sua ancestralidade. A branquitude acostumou a ter a negritude como objeto de estudo e segue crendo que pode nos dizer o que falar sobre nossas narrativas e trajetórias”, reclamou em seu Instagram. Ela segue: “Lilia é uma historiadora, pesquisa sobre escravidão, mas está longe de sentir na pele o que é ser uma mulher preta. Beyoncé, do alto da sua realeza no mundo pop, nunca deixar de ser negra, mesmo sentada no trono em sua sala de estar. A branquitude segue acreditando que pode nos ensinar a contar nossa própria história. Enquanto todas as pessoas negras se emocionam, se reconhecem e se identificam, a branca aliada diz que Beyoncé deixa a desejar! É isso! No final, nós por nós e falando por nós! Como diz um provérbio africano: “enquanto os leões não contarem suas próprias histórias, os caçadores seguirão sendo vistos como heróis”… E aqui, quando a gente conta, dramatiza e sonoriza, querem apontar o roteiro! Parem! Estamos no comando das nossas narrativas!”. Aline Ramos também escreveu sobre a polêmica em sua coluna no UOL. “É importante que você saiba que Lilia é uma mulher branca. Reforço esse ponto porque a antropóloga relembra o fato de Beyoncé ser uma mulher negra o tempo todo em seu texto. Não são apenas pessoas negras que devem criticar ou analisar o trabalho de Beyoncé. Não acredito que seja necessário um ‘lugar de fala’ para isso. Mas quando uma mulher branca diz como uma mulher negra deve lutar contra o racismo, isso nada mais é do que racismo”, apontou. A jornalista continua: “Estamos cansados não só da violência policial, mas de sermos submetidos a imagens de violência todo tempo. Fazer sorrir, sonhar e gerar esperança também é papel da arte. ‘Black is King’ é importante em qualquer tempo, principalmente no presente. E espero que surjam mais Beyoncés contando histórias bonitas e lúdicas. O desdém só nos prova isso”. E ainda reflete: “Cobrar Beyoncé por mais ativismo antirracista e não fazer isso do mesmo modo com cantoras pop, e brancas, como Taylor Swift, por exemplo, é só mais uma demonstração de como o racismo pode afetar pessoas negras”. Diante da repercussão negativa, a autora da crítica da Folha também resolveu se manifestar. “Agradeço a todos os comentários e sugestões. Sempre. Gostaria de esclarecer que gostei demais do trabalho de Beyoncé. Penso que faz parte da democracia discordar. Faz parte da democracia inclusive apresentar com respeito argumentos discordantes. Já escrevi artigo super elogioso à Beyoncé, nesse mesmo jornal o que só mostra meu respeito pela artista. E por respeitar, me permiti comentar um aspecto e não o vídeo todo”, Lilia Schwarcz explicou em seu Instagram. “Agradeço demais a leitura completa do ensaio. Penso que o título também levou a má compreensão. Dito isso, sei que todo texto pode ter várias interpretações e me desculpo diante das pessoas que ofendi. Não foi minha intenção. Continuamos no diálogo que nos une por aqui”, finalizou.
Chris Hemsworth vai mergulhar com tubarões para o canal National Geographic
Chris Hemsworth vai mergulhar no Sharkfest, o festival de programas sobre tubarões do canal pago National Geographic. O intérprete de Thor e astro dos Vingadores será o destaque da edição de 2021 do evento no Nat Geo. Graças à sinergia da Disney (Marvel e Nat Geo fazem parte do conglomerado), ele vai estrelar “Shark Beach”, especial documental que também contará com biólogos marinhos, surfistas, conservacionistas e defensores de tubarões. As gravações vão acontecer na Austrália, país do ator, para investigar as razões por trás do aumento do número de ataques de tubarões nos últimos anos e tentar descobrir maneiras em que seres humanos e tubarões possam coexistir. “Passei boa parte da minha vida perto ou dentro do oceano, dividindo o mesmo quintal com tubarões e, recentemente, tem havido uma preocupação crescente em relação ao aumento da atividade dos tubarões”, disse Hemsworth, em comunicado sobre o projeto. “É crucial que reverenciamos e respeitemos os tubarões. Nossos oceanos dependem desses predadores de ponta para seu ecossistema de biodiversidade; no entanto, também precisamos aprender a nos proteger, e esse é o meu principal objetivo em ‘Shark Beach'”. No especial, Hemsworth mergulhará em locais habitados por diferentes espécies de tubarões para entender seus comportamentos, além de se juntar a biólogos locais para explorar medidas preventivas para impedir ataques e mostrar inovações em tecnologia projetada para proteger tubarões e pessoas. “O Sharkfest se tornou o ponto de partida para cientistas e cineastas compartilharem nossa paixão por tubarões e a saúde dos oceanos do planeta. Com o sucesso, também atraímos celebridades que têm o poder de aumentar a conscientização e o impacto através de suas incríveis plataformas sociais”, disse Geoff Daniels, vice-presidente executivo de entretenimento global da National Geographic. “É por isso que eu estou entusiasmado com ‘Shark Beach’ e com nossa mais recente colaboração com Chris Hemsworth. Ele é um defensor destemido da natureza, com um compromisso comprovado com a conservação e uma vontade inigualável de fazer o que for necessário para ajudar a proteger os tubarões por gerações vindouras.” Além de apresentar o programa, Hemsworth vai coproduzir “Shark Beach” com a produtora Nutopia (“O Mundo Segundo Jeff Goldblum” e “One Strange Rock”). A data exata da exibição ainda não foi definida, mas vai acontecer durante o verão norte-americano (entre junho e agosto) de 2021.
Série dos vilões de A Bela e a Fera tem seu título revelado
A série derivada de “A Bela e a Fera”, que vai acompanhar a dupla de vilões Gaston e LeFou, teve seu título revelado durante uma entrevista do compositor Alan Menken à revista Variety. A atração, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus), vai se chamar “Little Town”. O nome (cidadezinha, em tradução livre) é uma provável referência à música de abertura do longa, “Belle”, em que a protagonista descreve a pequena vila francesa em que vive. Ainda em estágios iniciais, a série será um musical e voltará a trazer os atores Luke Evans e Josh Gad nos papéis de Gaston e LeFou, que desempenharam no longa de 2017. Os produtores-roteiristas Edward Kitsis e Adam Horowitz, dupla que criou a série “Once Upon a Time” (2011-2018), são os responsáveis pelo projeto. Eles vão assinar os roteiros e produzir a minissérie junto com o astro Josh Gad – que também já criou uma série antes, a comédia “1600 Penn” (2012-2013). “A Bela e a Fera” foi uma das produções mais bem-sucedidas da recente safra de fábulas re-encantadas pela Disney, arrecadando mais de US$ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais.
Claro tenta impedir lançamento da Disney+ (Disney Plus) no Brasil
A Claro está tentando impedir o lançamento nacional da plataforma Disney+ (Disney Plus), responsável por “The Mandalorian”, uma das séries com mais indicações ao prêmios Emmy 2020, e pelo musical “Black Is King”, de Beyoncé, além de várias séries de super-heróis da Marvel atualmente em desenvolvimento. Prevista para novembro no Brasil, a inauguração do serviço de streaming está sendo contestada pela operadora de telefonia e TV paga porque não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, que é uma empresa equivalente à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não é enquadrada como TV paga. Mas o lobby da Claro e outras operadoras quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados discute sujeitar os serviços similares aos da TV por, como os distribuídos pela internet, às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende desde o ano passado e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A Lei da TV paga é de 2011 e ainda dispõe sobre uma programação tipicamente televisiva, estabelecida em horários fixos de exibição, algo que não acontece na internet. De todo modo, ela não foi adotada do dia para noite, mas de forma gradual e com um período de adequação após sua vigência, que se estendeu por até três anos para atingir os padrões requisitados. Imagina-se que, mesmo que a equiparação pedida seja atendida, o mesmo período de transição seria estendido ao streaming, o que não impediria a estreia imediata de novos serviços. Além da Disney+ (Disney Plus), o Brasil também deve receber em breve as plataformas HBO Max, Peacock, Hulu e CBS All Access. Todas aguardam uma solução desse impasse.
Black Is King: Novo álbum visual de Beyoncé é aclamado com 100% no Rotten Tomatoes
Inédito no Brasil, o novo álbum visual da cantora Beyoncé teve uma estreia elogiadíssima nos EUA nesta sexta-feira (31/7), onde atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, depois das primeiras 20 críticas computadas. A aclamação de “Black Is King” lembra o impacto alcançado por seu antecessor, “Lemonade”. O jornal britânico The Guardian descreveu o trabalho da cantora como “convincente em todos os sentidos” e capaz de “te levar a uma jornada emocionante”. A revista The Hollywood Reporter chamou o filme musical de “emocionante”. Além de servir de “mostra de artistas africanos, que se fundem perfeitamente com talentos americanos com raízes no continente”, o trabalho de Beyoncé tem “tanta estimulação visual que você vai querer só encarar nuvens depois de assisti-lo”. O site The Wrap classificou a produção como “uma peça extravagante de empoderamento”, que “aponta continuamente para a beleza e o poder da experiência negra”. Muitas publicações destacaram a participação de Blue Ivy, filha da cantora, como um dos pontos altos da atração. Mas além da menina e do visual estonteante, a mensagem do trabalho musical foi o que mais chamou atenção. O jornal australiano The Sydney Morning Herald resumiu: “Com o ressurgimento do movimento Black Lives Matter este ano, ‘Black Is King’ é uma declaração de orgulho oportuna e poderosa. ‘Deixe Preto ser sinônimo de glória’, diz ela – e que o mundo sente e escute”. O filme é inspirado no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão” e inclui músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, lançado em julho passado com participações de vários artistas – Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Mas acabou se provando mais abrangente e bem mais profundo que a influência original. Assim como “Lemonade”, “Black Is King” também conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Não há previsão para “Black Is King” chegar no Brasil, já que se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Mas isto não representou impedimento para que diversas celebs brasileiras rasgassem elogios ao filme nas redes sociais nesta sexta. Será que viram mesmo?
Black Is King: Novo álbum visual de Beyoncé ganha último trailer
Na véspera do lançamento de seu novo álbum visual, Beyoncé compartilhou o terceiro e último trailer do projeto. “Black Is King” será lançado nesta sexta (31/7) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O vídeo abre com uma narração da cantora e em seguida engata a música “Black Parade”, que passa a acompanhando as imagens e coreografias elaboradas da produção. As gravações foram inspiradas no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão”. Em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informaram que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. O lançamento inclui as músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Assim como “Lemonade” (o “álbum visual” anterior de Beyoncé), “Black Is King” também conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Em entrevista ao programa “Good Morning America” desta quinta, Beyoncé deu mais alguns detalhes sobre o projeto. “Eu trabalhei com diversos e muito talentosos diretores, atores, criadores do mundo inteiro para reimaginar a história do ‘Rei Leão’. A narrativa se desenvolve através de clipes musicais, moda, dança, belos cenários naturais e novos talentos. Mas tudo começou no meu quintal”, contou Beyoncé. “‘Black Is King’ significa que negro é realeza, rico em história, propósito e linhagem. Espero que todos vocês gostem”, completou.
Luca: Pixar revela primeira imagem de sua nova animação
O estúdio Pixar divulgou a primeira imagem de uma nova animação, intitulada “Luca”. A imagem (acima) registra o adolescente do título e seu novo melhor amigo, que na verdade esconde um segredo: ele é, na verdade, um monstro marinho que conseguiu se transformar em ser humano por um verão. O filme se passa numa bela cidade litorânea da Riviera Italiana e é um relato de amadurecimento sobre um garoto que vive um verão inesquecível, repleto de gelato, massas e passeios de scooter com seu novo amigo, sem saber que ele veio de outro mundo abaixo da superfície marinha. “Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera italiana onde eu cresci, mas porque no centro deste filme é uma celebração da amizade. As amizades de infância geralmente definem o caminho de quem queremos nos tornar e são esses laços que estão no centro de nossa história em ‘Luca’” , disse o diretor do filme, Enrico Casarosa, no comunicado de apresentação do filme. “Luca” será o primeiro longa dirigido por Casarosa, mas ele já assinou o curta “A Lua” (2011), indicado ao Oscar, e trabalhou na animação de vários projetos desde os anos 1990, incluindo os filmes da Pixar “Toy Story 4” (2019), “Os Incríveis 2” (2018) “Viva: A Vida é uma Festa” (2016), “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Ratatouille” (2007). Ainda não há previsão de estreia para “Luca”, mas antes dele a Pixar lançará o filme “Soul”, animação sobre um músico de jazz que se vê preso no mundo das almas após um acidente. A estreia, adiada pelo coronavírus, está marcada para janeiro de 2021 no Brasil.
Emmy 2020: Lista de indicados destaca Netflix, Zendaya, Watchmen e The Mandalorian
A Academia de Televisão dos EUA revelou nesta terça (28/7) os indicados à edição 2020 do Emmy, a maior premiação da indústria televisiva (atualmente também de streaming), que este ano terá uma cerimônia virtual, devido à pandemia do novo coronavírus. A lista marca uma grande renovação em relação às edições passadas, nem tanto pela interrupção das produções pela covid-19, mas principalmente pela finalização de séries tradicionais da premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”. Se a pandemia trouxe algum impacto foi no reconhecimento de mais títulos de streaming, com inclusão de séries da Disney+ (Disney Plus) (19 menções), Apple TV+ (18) e até da Quibi (10), ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A Netflix, por sinal, finalmente abriu vantagem sobre a HBO, registrando o número recorde de 160 nomeações, enquanto sua grande rival da TV paga ficou com 107. O Emmy também valorizou as redes tradicionais, com 47 citações à produções da NBC e 37 da ABC. A FX foi o segundo canal pago mais lembrado, com 33 indicações, enquanto a Amazon Prime Video e a Hulu completaram o pódio do streaming, respectivamente com 30 e 26 indicações. Entre as estreias da lista, destaque para Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Mas ela não é a única novata da relação, que também rendeu as primeiras nomeações de algumas estrelas do cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”). Entre os homens, os novatos incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). A relação de indicados também contemplou Fred Willard e Lynn Shelton, recentemente falecidos. Willard concorre como Melhor Ator Convidado em Comédia, por “Modern Family”, enquanto Shelton foi lembrada na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Mas a grande surpresa ficou por conta da quantidade expressiva de indicações obtidas por “The Mandalorian”, que inclusive vai disputar o Emmy de Melhor Série de Drama. A série que concorre a mais troféus, por sinal, é outra produção de sci-fi/fantasia, “Watchmen”. Recebeu 26 indicações. E os compositores Trent Reznor (do Nine Inch Nails) e Atticus Ross puxam duas dessas nomeações por sua trilha e uma música original. A dupla já tem o Oscar por “A Rede Social” (2010). “The Marvelous Mrs. Maisel” aparece em seguida com 20 indicações, enquanto “Ozark” e “Succession” surgem próximos com 18, acompanhados por “The Mandalorian”, “Saturday Night Live” e “Schitt’s Creek” com 15. Ao todo, 767 programas diferentes disputaram vagas no Emmy em mais de 100 categorias nesta temporada. Vale lembrar que nem todas as categorias são televisadas. A premiação é dividida entre dois fins de semana. As cerimônias dos prêmios técnicos, denominadas Creative Arts Emmy Awards, acontecerão nos dias 12 e 13 de setembro, enquanto a premiação principal tem sua realização marcada para 20 de setembro. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”
Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público
Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.
Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha clipe musical
A Disney+ (Disney Plus) divulgou um clipe musical extraído de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que mostra Candance cantando feliz, até se lembrar dos terrores criados por seus irmãos, Phineas e Ferb. A cena chega a incluir uma banda de apoio, numa referência à tradição dos desenhos roqueiros dos anos 1960 e 1970, que sempre tinham clipes no meio de seus episódios. A música, chamada “Such a Beautiful Day”, também foi disponibilizada como single no Spotify. Vale lembrar que Candace é dublada por Ashley Tisdale, que já demonstrou seus dotes vocais na franquia “High School Musical” original, do Disney Channel. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, também do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus), com estreia marcada para o dia 28 de agosto. A animação focará na história da irmã mais velha dos protagonistas, que se sente deixada de lado pela família e é abduzida por alienígenas.
The Right Stuff: Vídeos apresentam a minissérie sobre os primeiros astronautas
O canal pago National Geographic divulgou o pôster, uma cena completa e um vídeo de bastidores da minissérie “The Right Stuff”, adaptação do famoso livro “Os Eleitos”, de Tom Wolfe, sobre os primeiros astronautas americanos. A minissérie, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus), narra a trajetória dos pilotos de teste americanos que foram selecionados para dar início ao programa espacial dos Estados Unidos. A cena divulgada, por sinal, é o momento em que a oferta é feita para os candidatos, avisando que apenas os melhores seriam escolhidos para ir ao espaço ou morrer tentando. “Os Eleitos” já foi adaptado para o cinema em 1983 em uma obra aclamada de Philip Kaufman, que fez grande sucesso e venceu quatro Oscars. Mas a versão da minissérie tem uma grande diferença em relação ao filme. Apesar de mais longa, deixa de lado um personagem importante: Chuck Yeager, responsável por quebrar a barreira do som. Supostamente melhor que todos os outros pilotos, ele não se interessou em virar astronauta. No filme de Kaufman, ele foi vivido por Sam Shepard e dividiu a trama central como contraponto aos “eleitos” do título. A nova versão vai se concentrar apenas nos sete astronautas do programa Mercury. Eles são vividos por Patrick J. Adams (“Suits”) como John Glenn, Jake McDorman (“Limitless”) como Alan Shepard, Colin O’Donoghue (“Once Upon a Time”) como Gordon Cooper, Michael Trotter (“Underground”) como Gus Grissom, Aaron Staton (“Mad Men”) como Wally Schirra, Micah Stock (“Amizade Dolorida”) como Deke Slayton e James Lafferty (“A Maldição da Residência Hill”) como Scott Carpenter. O elenco também inclui Nora Zehetner (“Designated Survivor”) como Annie Glenn, Shannon Lucio (“True Blood”) como Louise Shepard, Eloise Mumford (“Chicago Fire”) como Trudy Cooper, Rachel Burttram (“Bloodline”) como Betty Grisson, Eric Ladin (“Bosch”) como Chris Kraft e Patrick Fischler (“Happy!”) como Bob Gilruth. A série tem produção da Appian Way, produtora do ator Leonardo DiCaprio, e foi desenvolvida por Will Staples, um especialista em tramas de videogames – como “Need for Speed: Rivals” (2013) e “Call of Duty: Modern Warfare” (2011). A estreia ainda não tem data definida, mas um dos vídeos dá como previsão o período do outono norte-americano (entre setembro e novembro).
James Cameron lamenta novo adiamento de Avatar 2
O cineasta James Cameron foi ao Instagram lamentar e justificar o novo adiamento da estreia de “Avatar 2”, anunciado pela Disney na quinta (23/7). Com a mais recente mudança, o filme só será lançado em dezembro de 2022. Por meio de um comunicado postado na página oficial de “Avatar” na rede social, Cameron explicou que a pandemia afetou certos aspectos das filmagens, levando a produção das múltiplas sequências a demorar mais que o previsto. Ele começou dizendo “eu vejo você” em Na’vi, o idioma criado no filme de 2009, e contou que, embora esteja filmando cenas do longa na Nova Zelândia, a pandemia está impedindo que eles realizem trabalhos de produção virtual nos estúdios de Los Angeles. “Esse trabalho é tão crítico para os filmes quanto o trabalho com live-action (atores reais)”, explicou. Cameron diz que a primeira sequência de ‘Avatar’ estava bem encaminhada para chegar na data prevista de dezembro de 2021 antes da pandemia, mas a covid-19 afetou o cronograma, de modo que eles não conseguiriam mais terminar os trabalhos no tempo imaginado. “Não há ninguém mais decepcionado com esse atraso do que eu”, escreveu o diretor. “Mas estou entusiasmado com as performances incríveis do nosso elenco e o trabalho extraordinário que a (empresa de efeitos) Weta Digital está realizando, dando vida ao mundo de Pandora e aos personagens do filme.” Ele agradeceu ao apoio do Disney Studios e aos fãs. “Acima de tudo, sou grato a vocês, nossos fãs, por seu apoio ao longo dos anos e prometo que o que levaremos aos cinemas vai entregar o que esperam”. O texto se encerra com um “obrigado” em Na’vi. Uma das produções mais enroladas de todos os tempos, “Avatar 2” chegou a ser prometido para 2014, na primeira estimativa de Cameron, feita uma década atrás. As novas datas de estreia das sequências do blockbuster de 2009 nos EUA são as seguintes: “Avatar 2” em 16 de dezembro de 2022, “Avatar 3” em 20 de dezembro de 2024, “Avatar 4” em 18 de dezembro de 2026 e “Avatar 5” em 22 de dezembro de 2028. Ver essa foto no Instagram A message from James Cameron. Irayo, Na'vi Nation. Stay safe. 💙 Uma publicação compartilhada por Avatar (@avatar) em 23 de Jul, 2020 às 2:05 PDT











