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  • Etc

    Angelina Jolie lança manual para crianças lutarem por seus direitos

    2 de setembro de 2021 /

    A atriz Angelina Jolie (“Malévola”) lançou um livro em parceria com a Anistia Internacional para empoderar crianças de todo o mundo. Intitulado “Know Your Rights and Claim Them” (Conheça seus direitos e reivindique-os), a obra foi escrita em parceria com a advogada de direitos humanos Geraldine Van Bueren, uma das redatoras originais da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança de 1989, e tem como objetivo dotar as crianças com conhecimento para desafiar as injustiças. “Aqui está uma verdade que você talvez não saiba: como jovem, seus direitos têm status igual aos direitos de um adulto. Não quando você chegar à idade adulta, ou sair de casa, ou conseguir seu primeiro emprego, mas agora. Quem quer que você seja, onde quer que more – sua vida tem o mesmo valor que qualquer adulto ou qualquer outro jovem no planeta. As crianças têm direitos assim como os adultos e devem ter o poder e a agência para reivindicá-los”, escreveu Jolie em seu Instagram, ao lado de uma galeria de fotos de jovens militantes e da capa do livro. Em entrevista coletiva, Jolie disse esperar que o livro também lembre os governos de seu compromisso com o tratado global que consagra os direitos civis, sociais, políticos e econômicos das crianças. “Passamos muito tempo bloqueando esses direitos, então este livro é para ajudar as crianças a terem um livro de instrumentos para dizer ‘esses são os seus direitos, são coisas que vocês precisam questionar para ver a distância que estão, dependendo do seu país e das circunstâncias, de acessar esses direitos, quais são os seus obstáculos, quem foram os que vieram antes de vocês e lutaram, quais maneiras de lutar’. Portanto, é um manual para lutar”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Angelina Jolie (@angelinajolie)

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  • Música

    Fernanda Montenegro e Camila Pitanga participam de clipe da Anistia Internacional com cantores brasileiros

    29 de maio de 2018 /

    A Anistia Internacional Brasil comemorou os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos com o lançamento de um clipe musical intitulado “Manifestação”, uma gravação coletiva que busca chamar atenção para a defesa desses direitos universais. E em meio a dezenas de cantores brasileiros de gerações e estilos diferentes, como Chico Buarque, Ludmilla e Criolo, acabou se destacando a participação de quatro atrizes, igualmente bem distintas: Fernanda Montenegro, Letícia Sabatella, Camila Pitanga e Roberta Estrela D’Alva. Unidos no mesmo tom, os artistas da seleção cultural brasileira cantam contra o racismo, a homofobia, a fome e as desigualdades sociais, com um refrão proclamador. “E proclamamos que não se exclua ninguém senão a exclusão”. A letra é do escritor Carlos Rennó e a música foi composta por Russo Passapusso (do BaianaSystem), pelo rapper Rincón Sapiência e pelo maestro e compositor Xuxa Levy. Já o clipe, que combina imagens dos artistas em estúdio e cenas de protestos nas ruas do país, foi dirigido pelo cineasta João Wainer (do documentário “Junho: O Mês que Abalou o Brasil”) e o fotojornalista Fabio Braga. Ao final, o vídeo informa o listão dos participantes, que além dos já citados inclui Pericles, Rael, Rico Dalasam, Paulo Miklos, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedji Luna, Xenia França, Ellen Oleria, BNegao, Felipe Catto, Chico César, Paulinho Moska, Pretinho da Serrinha, Pedro Luis, Marcelino Freire, Ana Canãs, Márcia Castro, Larissa Luz, Siba Veloso e Marcelo Jeneci.

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  • Etc

    Oscar de Uma Mulher Fantástica impacta projeto de direitos transexuais no Chile

    7 de março de 2018 /

    O cinema pode mesmo ajudar a mudar o mundo. Após a conquista do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira pelo chileno “Uma Mulher Fantástica” e a participação da atriz trans Daniela Vega na cerimônia de premiação, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, impôs “suma urgência” a um projeto de lei que garante o reconhecimento jurídico de pessoas transexuais, como a protagonista do longa. Não por acaso, Bachelet recebe nesta quarta-feira (7/3), no palácio presidencial de La Moneda, o diretor Sebastián Lelio e o elenco do filme, responsável por acender o debate sobre os direitos da comunidade trans no Chile. “É uma rara coincidência que uma importante mostra de arte, como é o cinema, instale na agenda pública um debate que foi tremendamente anônimo de organizações de pessoas trans durante muitíssimo tempo”, ressaltou a porta-voz da presidência, Paula Narváez. O sucesso do filme “significou um empurrão muito importante, já que pôs na discussão pública o tema e a necessidade de inclusão das pessoas trans”, acrescentou o ativista Rolando Jiménez, porta-voz do Movimento de Integração e Libertação Homossexual, para a agência France Press. Na prática, isto significa acelerar a apreciação do projeto de identidade de gênero no Senado chileno. O projeto de lei entrou no Congresso em 2013 e foi aprovado pela Câmara de Deputados em janeiro. Com a decisão da presidente, ele deverá ser debatido no Senado ainda nesta semana, a última do governo de Bachelet, antes dela passar o cargo ao conservador Sebastián Piñera. “O crescente consenso de que o Chile tenha uma lei de identidade de gênero deve se transformar em fatos concretos. Por isso, decidi dar suma urgência ao projeto que está em sua última etapa no Congresso. As pessoas transgênero não podem continuar esperando!”, escreveu Bachelet em sua conta de Twitter. O projeto estabelece o direito à retificação do nome e do sexo no registro de adultos, quando estes não coincidem com a identidade de gênero.

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  • Etc

    Turquia proíbe filmes e mostras LGBT+ na capital do país

    20 de novembro de 2017 /

    A capital turca, Ancara, proibiu a exibição pública de filmes, mostras e exposições que expressem homossexualidade ou sejam relacionados a direitos da comunidade LGBT+, disse o gabinete do governador no domingo (19/11), citando riscos para a segurança pública. “A partir de 18 de novembro de 2017, no que diz respeito à sensibilidade pública da nossa comunidade, eventos como cinema, teatro, painéis, entrevistas e exposições LGBT estão proibidos até a segunda ordem em nossa província para proporcionar paz e segurança”, disse o gabinete do governador em um comunicado. O órgão disse que tais exposições poderiam fazer com que diferentes grupos na sociedade “nutram o ódio e a hostilidade em público” uns contra os outros e, portanto, representam um risco para a segurança pública. Autoridades em Ancara já haviam proibido um festival de cinema gay alemão na quarta-feira, um dia antes da abertura, citando riscos de segurança pública e ataques terroristas. Além disso, paradas de orgulho gay foram banidas em Istambul nos últimos dois anos. Considerado um dos países islâmicos mais liberais da Ásia, a Turquia deu uma guinada à direita após o Partido de raízes islamistas AK eleger o presidente Tayyip Erdogan e enfrentar uma tentativa de golpe. Por enquanto, ao contrário de muitos países muçulmanos, a homossexualidade ainda não é um crime na Turquia, mas a censura é explícita e a criminalização já começa a ser exercida por meio de exceções, como penas para quem descumprir a proibição de manifestações LGBT. O governo turco também fechou jornais, prendeu mais de 150 mil pessoas e tenta censurar o acesso da população do país à internet. A Turquia pode parecer distante, mas o Brasil não está longe de viver o mesmo, dependendo do resultado da próxima eleição presidencial.

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