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    Cineastas retiram filmes do festival Cine PE em protesto contra a “direita conservadora” e “o golpe”

    10 de maio de 2017 /

    Sete dos filmes que fariam parte da 21ª edição do Cine PE foram retirados da programação do evento. Os diretores dos filmes “pediram pra sair” do festival por, segundo comunicado, não quererem estar atrelados a uma programação que “favorece um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. A carta aberta, divulgada na tarde desta quarta-feira (10/5), explica que “apenas no dia 8 de maio, através de veículos de imprensa, tomamos conhecimento da grade completa dos filmes que foram selecionados para o festival”, e a partir daí decidiram retirar-se. “Esperamos poder participar de edições futuras e mais conscientes”, completa o manifesto. Não foram apontados quais são os “filmes golpistas”, mas o Cine PE incluiu em sua mostra competitiva o documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que foi feito sem incentivo público, mas com cotas de patrocínio de uma editora que prepara uma biografia do deputado Jair Bolsonaro. Além disso, o festival anunciou a exibição fora da competição de “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que resgata a criação da moeda em 1993. Da lista de ausências anunciadas, apenas um filme fazia parte da competição de longas: o documentário pernambucano “O Silêncio da Noite É que Tem Sido Testemunha das Minhas Amarguras”, de Petrônio Lorena. Os demais eram curta-metragens. O festival está marcado para acontecer entre os dias 23 e 29 de maio no cinema São Luís, no centro do Recife. O evento conta com uma mostra competitiva entre longas e curtas, e também exibições de filmes fora de concurso, infantis e clássicos brasileiros. Para completar, neste ano estão previstas homenagens para os atores Rodrigo Santoro e Cássia Kis Magro e o crítico pernambucano Luiz Joaquim.

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    Ben Affleck dá boas vindas ao novo diretor de Batman com foto inédita no Twitter

    24 de fevereiro de 2017 /

    Após a confirmação de que Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) vai dirigir e produzir o novo filme solo de Batman, Ben Affleck usou o Twitter para parabenizar o cineasta e aproveitou para divulgar uma foto inédita em que aparece com o uniforme do herói na Batcaverna, provavelmente numa cena de “Liga da Justiça”. “Seja bem-vindo à Batcaverna, Matt Reeves”, diz a legenda. Reeves foi anunciado oficialmente como diretor de “The Batman” (título original em inglês da produção) na quinta-feira (23/2), menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. A data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida. Welcome to the Batcave, @MattReevesLA pic.twitter.com/JsB4sGGux2 — Ben Affleck (@BenAffleck) February 24, 2017

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    Warner anuncia oficialmente Matt Reeves como diretor do filme do Batman

    23 de fevereiro de 2017 /

    Depois de idas e vindas, agora é oficial: Matt Reeves vai mesmo dirigir o filme solo de Batman. O diretor da franquia “Planeta dos Macacos” foi cotado para assumir a vaga há duas semanas. Mas a animação dos fãs pela escolha não demorou a ser substituída pelo temor, graças ao boato de que as negociações tinham empacado. Segundo o site The Hollywood Reporter, Reeves fez algumas exigências que não foram bem vistas. Ele não queria interferência do estúdio durante a produção, além de exigir um contrato amplo, com previsão para sequências. Alguém, aparentemente, cedeu, pois sua contratação foi anunciada pelo próprio presidente da Warner, Toby Emmerich. Detalhe: além de dirigir, ele terá crédito como produtor do longa. “Estamos empolgamos em ter Matt Reeves para comandar Batman, a joia da coroa da DC”, disse Emmerich, em comunicado. “As raízes de Matt em filmes de gênero e sua evolução em trabalhar emoções faz dele o cineasta perfeito para guiar o Cavaleiro das Trevas através dessa nova jornada”. As raízes a que o executivo se refere incluem “Cloverfield – Monstro” (2008), o melhor filme de “found footage” (vídeos encontrados) já feito, que marcou a estreia de Reeves no cinema. Ele também dirigiu o remake do terror “Deixe-me Entrar” (2010), que conseguiu críticas elogiosas na comparação com o excelente original sueco. E seu “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014) surpreendeu por elevar ainda mais a qualidade da franquia. Atualmente, ele está dando os retoques finais em “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que estreia em julho. No comunicado do estúdio à imprensa, Reeves afirmou ser fã do super-herói que vai dirigir: “Eu amo as histórias do Batman desde que eu era criança. Ele é um personagem tão icônico e atraente, e ressoa em mim profundamente. Estou incrivelmente honrado e animado por trabalhar com a Warner Bros para trazer uma épica e emocionante nova visão do cruzado encapuzado para a grande tela”. Ele assume oficialmente o cargo menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. Não está claro se Reeves vai trabalhar com o roteiro existente da produção, escrito pelo próprio Ben Affleck, Geoff Johns (executivo da DC Entertainment, que também ajudou a criar a série “The Flash”) e revisado por Chris Terrio (“Batman v Superman”). A data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida.

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    Diretor de Planeta dos Macacos não chega a acordo para filmar o novo Batman

    18 de fevereiro de 2017 /

    Durou uma semana o entusiasmo dos fãs com a expectativa de ver Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) dirigir o novo filme solo de Batman. Segundo o site The Hollywood Reporter, o cineasta desistiu de comandar a produção. Ainda não se sabe ao certo as razões que levaram ao seu afastamento, pois as fontes próximas do estúdio falam apenas de um “fracasso nas negociações”. A contratação do realizador de “Cloverfield” (2008), “Deixe-me Entrar” (2010) e dos dois últimos filmes da franquia Planeta dos Macacos (“Planeta dos Macacos: A Guerra” tem estreia prevista para julho) era tida como certa por fontes ligadas à Warner, após a desistência de Ben Affleck, que revelou no final de janeiro querer apenas se concentrar na atuação, interpretando o herói no longa. A saída de Reeves pode indicar que o problema com o filme – e com o universo DC Comics no cinema – pode ser mais sério do que os comunicados oficiais tem dado a entender. Isto só alimenta fofocas, como a que começou a circular nesta semana, sobre Ben Affleck querer desistir até de viver Batman. O site The Hollywood Reporter lista ainda com outros nomes para possíveis substitutos, tão díspares quanto o veterano Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e o novato Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”).

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    Fofoca: Ben Affleck não quer mais viver Batman no cinema

    15 de fevereiro de 2017 /

    Uma fofoca alimentada pelo podcast do site americano Collider espalhou que Ben Affleck não quer mais viver Batman nos cinemas. O fuxico foi disparado pelo “expert” John Campea, responsável pelo podcast geek “Film HQ”, que afirma ter recebido a notícia de pelo menos três pessoas diferentes. “Ele não quer mais ser o Batman. Me disseram que ele já está conversando com a Warner Bros. sobre deixar o papel. Se não concordarem, o novo filme do Batman será o último de Ben Affleck como o personagem”, afirmou o produtor, durante o podcast Collider Movie Talk. A bomba foi jogada na internet menos de um mês depois de Affleck anunciar oficialmente sua desistência do cargo de diretor do novo filme do Batman. O ator e diretor estaria passando por uma crise pessoal, após as críticas negativas a sua interpretação do herói em “Batman vs. Superman” e de ver seu trabalho mais recente, “A Lei da Noite”, fracassar nas bilheterias, com um prejuízo de US$ 75 milhões para a Warner Bros. Affleck teria decidido dar um tempo e não acumular mais funções, evitando dirigir e atuar ao mesmo tempo. No comunicado oficial em que informou que não dirigiria Batman, ele deixou claro que preferia se concentrar em apenas um aspecto da produção, que no caso será sua atuação como o super-herói da DC Comics. “Interpretar estes personagens exige concentração, paixão e o melhor desempenho que posso dar. Ficou claro que não posso fazer dos dois trabalhos no nível que exigem”, disse Affleck na ocasião, ressaltando que continuava “extremamente comprometido” com o projeto. Affleck voltará a vestir máscara e capa em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro com direção de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). Já o filme solo do Batman será dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e não deve manter seu lançamento previsto para 2018.

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    Diretor de Planeta dos Macacos negocia comandar novo filme solo de Batman

    11 de fevereiro de 2017 /

    A Warner não demorou para definir o substituto de Ben Affleck na direção do novo filme solo de Batman. Fontes do site The Hollywood Reporter confirmaram apurações anteriores sobre negociações adiantadas com Matt Reeves, responsável por “Planeta dos Macacos: O Confronto” e sua vindoura sequência. Os fãs já estão comemorando a escolha nas redes sociais, baseando-se nos trabalhos anteriores do cineasta, que começou a carreira como roteirista. Ele mudou de trajetória durante a popular série “Felicity”, que ele próprio criou, passando para atrás das câmeras em cinco episódios. Sua estreia no cinema foi com outro sucesso, “Cloverfield – Monstro” (2008), o melhor filme de “found footage” (vídeos encontrados) já feito. Reeves ainda dirigiu o remake do terror “Deixe-me Entrar” (2010), que conseguiu críticas elogiosas na comparação com o excelente original sueco. E seu “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014) surpreendeu por elevar ainda mais a qualidade da franquia. Atualmente, ele está dando os retoques finais em “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que estreia em julho. Mesmo abandonando a direção, Affleck continuará envolvido com o filme. Além de reprisar o papel de Batman, que já desempenhou em “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida”, o ator assina a primeira versão do roteiro, em parceria com Geoff Johns (executivo da DC Entertainment, que também ajudou a criar a série “The Flash”). Affleck voltará a vestir a capa de Batman em “Liga da Justiça”, juntando-se a Superman (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher). Novamente sob a direção de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), o filme chega aos cinemas em novembro.

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    Roteirista de Batman vs. Superman entregou roteiro que fez Ben Affleck desistir de dirigir Batman

    4 de fevereiro de 2017 /

    Uma novidade veio à tona após a desistência de Ben Affleck de dirigir o novo filme do Batman. Segundo o site Deadline, o roteirista Chris Terrio, responsável por “Batman vs. Superman”, teria entregue uma segunda versão do roteiro da produção, reescrevendo a história originalmente criada por Affleck e o executivo da DC Entertainment Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), na véspera do astro anunciar que não dirigiria mais o longa-metragem. A proximidade entre os dois fatos não parece casual. Terrio foi trazido para o universo cinematográfico da DC por Affleck, após os dois trabalharem juntos no bem-sucedido “Argo” (2012). Entretanto, o roteiro de “Batman vs. Superman”, feito em parceria com David S. Goyer, tornou-se bastante criticado, especialmente pela resolução simplista do conflito entre os heróis – dois “filhos da mãe”. Ele também assina a história do vindouro “Liga da Justiça”. A Warner já estaria negociando com Matt Reeves, da franquia “Planeta dos Macacos”, para assumir a direção do filme solo do herói. Caso a negociação seja bem sucedida, o cineasta também irá querer mexer no roteiro. O filme do Batman deveria chegar aos cinemas em 2018, mas o prazo deve ser alterado. O Batman vivido por Ben Affleck será visto a seguir em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro no Brasil.

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    Fãs fazem petição online para Zack Snyder dirigir o filme solo de Batman

    3 de fevereiro de 2017 /

    Ah, os fanboys… Depois de uma petição online para tentar tirar Zack Snyder do comando da “Liga da Justiça” – e de qualquer outro filme da DC Comics – , refletindo o desastre de “Batman vs. Superman”, um dos líderes em indicações ao Framboesa de Ouro 2017 (a premiação dos piores do ano), agora os fãs das adaptações de quadrinhos lançaram novo abaixo-assinado digital, pedindo que este mesmo diretor assuma o filme solo de Batman. Bipolaridade perde. “Realmente, é uma questão fácil. O comprometimento de Zack Snyder com o material original, seu extraordinário estilo visual e sua experiência prévia no Universo DC fazem dele o candidato ideal, especialmente quando percebemos a influência que Ben Affleck ainda manteria sobre a história e os diálogos do filme. Os dois trabalhando juntos podem realizar o melhor filme baseado em quadrinhos que já vimos”, destaca o texto da petição, publicada no site Change.org. Pois é. Até o momento, mais de 3 mil pessoas assinaram a petição. O filme solo do Batman deveria ser dirigido por Ben Affleck, que desistiu, após seu filme mais recente como diretor (“A Lei da Noite”) fracassar nas bilheterias. Em comunicado oficial, ele informou que decidiu trabalhar apenas como ator, roteirista e produtor do longa.

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    Diretor da franquia Planeta dos Macacos pode assumir o filme de Batman

    31 de janeiro de 2017 /

    Após Ben Affleck oficializar sua desistência, a Warner já teria um cineasta em vista para dirigir o novo filme solo de Batman. Segundo o site da revista Variety, o estúdio entrou em contato com Matt Reeves, responsável por “Planeta dos Macacos: O Confronto”, para assumir o comando do longa. Mesmo abandonando a direção, Affleck continua empenhado com o filme. Ele irá reprisar o papel de Batman, que já desempenhou em “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida”, e assina o roteiro, em parceria com Geoff Johns (executivo da DC Entertainment, que também ajudou a criar a série “The Flash”). Affleck voltará a vestir a capa de Batman em “Liga da Justiça”, juntando-se a Superman (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher). Novamente sob a direção de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), o filme chega aos cinemas em novembro. Já Matt Reeves trabalha atualmente na pós-produção de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, terceiro filme do reboot da franquia sci-fi dos anos 1960, que estreia no Brasil em 14 de julho.

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    Ben Affleck desiste de dirigir filme do Batman

    31 de janeiro de 2017 /

    O ator Ben Affleck desistiu de realizar a direção do próximo filme do Batman, que está sendo desenvolvido pelo estúdio Warner Bros. Em comunicado oficial, ele informou que decidiu trabalhar apenas como ator, roteirista e produtor do longa. “Há certos personagens que ocupam um lugar especial nos corações de milhões de pessoas “, anunciou Ben Affleck no comunicado. “Interpretar estes personagens exige foco, paixão e o melhor desempenho que posso dar. Ficou claro que não posso fazer os dois trabalhos no nível que exigem. Junto com o estúdio, eu decidi procurar um parceiro para ser o diretor que vai colaborar comigo neste filme grandioso. Eu ainda estou envolvido, vamos fazer dar certo, mas no momento estamos buscando um diretor. Continuo extremamente comprometido com este projeto, e espero poder trazer isso à vida para os fãs ao redor do mundo.” A princípio, a negociação de Affleck previa que ele estrelasse, escrevesse, dirigisse e produzisse o novo longa-metragem do Homem-Morcego, mas já há algumas semanas o ator vinha dando sinais de que pressão estava muito grande. O fracasso de seu mais recente filme como diretor, “A Lei da Noite”, e a indicação ao Framboesa de Ouro 2017 por seu desempenho como Batman/Bruce Wayne em “Batman vs Superman” podem ter contribuído para a decisão. Com a confirmação de sua desistência, agora o estúdio começa a busca de um diretor, que trará um novo ponto de vista para a produção, inclusive em relação ao roteiro, escrito por Affleck em parceria com Geoff Johns (executivo da DC Entertainment, que também ajudou a criar a série “The Flash”) Affleck voltará a vestir a capa de Batman em “Liga da Justiça”, juntando-se a Superman (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Cyborg (Ray Fisher). Novamente dirigido por Zack Snyder, o filme estreia em novembro no Brasil.

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    Filme do herói Flash tem roteiro totalmente descartado

    29 de janeiro de 2017 /

    Após perder dois diretores, o filme “The Flash” vai voltar ao estágio zero de desenvolvimento. Segundo o site da revista Variety, a Warner resolveu descartar totalmente o roteiro da produção. O estúdio encomendou um novo roteiro a Joby Harold. Trata-se de uma solução “caseira”, já que ele assina o roteiro do vindouro “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, da própria Warner, cujos trailers não chegaram exatamente a empolgar. O filme solo do herói Flash está à deriva desde a saída do diretor Rick Famuyima. De acordo com o fontes da Variety, a Warner teria odiado o rumo que Famuyima pretendia dar à trama. Assim, a ideia é finalizar um novo roteiro de “The Flash” e só depois definir quem assumirá sua direção. Antes de Famuyima, Seth Grahame-Smith fez um primeiro roteiro e chegou a negociar para estrear como diretor na produção. Seria um prêmio por ter fracassado em todos os projetos em que se meteu, como roteirista de “Sombras da Noite” (2012) e do infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013). Ele também escreveu o livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Mas Famuyiwa também era outra escolha inusual. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Com a saída do diretor, até os primeiros nomes definidos no elenco de apoio podem mudar, já que Kiersey Clemons, que viveria Iris West, a namorada do herói, estava na cota de Famuyima por ter estrelado “Um Deslize Perigoso”. A única participação definida é a do protagonista do filme, Ezra Miller, que será visto como Flash no filme da “Liga da Justiça”, previsto para novembro.

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    Amazon desiste de produzir série de comédia de Sacha Baron Cohen

    26 de janeiro de 2017 /

    Após encomendar a produção de “Highston”, uma nova série de comédia criada por Bob Nelson (roteirista de “Nebraska”), produzida pelo ator Sacha Baron Cohen (“O Ditador”) e dirigida pelo casal de cineastas Jonathan Dayton e Valerie Faris (“A Pequena Miss Sunshine”), a Amazon desistiu do projeto. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a produção foi interrompida e o motivo não foi divulgado. Na única declaração oficial, Joe Lewis, chefe de desenvolvimento do Amazon Studios disse: “Nós amamos Bob, Jon e Val, ambos os produtores chamados Todd e o elenco incrivelmente talentoso. Infelizmente, nem toda série funciona”. Vale observar que o nome de Sacha Baron Cohen foi omitido. “Highston” iria girar em torno de um rapaz de 19 anos chamado Highston Liggetts (Lewis Pullman), que tem muitos amigos famosos. O problema é que só ele conseguia vê-los. Seus pais o forçam a procurar ajuda psiquiátrica, mas o seu tio acha que ele está bem. O piloto contava ainda com a participação de Shaquille O’Neal e do baixista Flea, da banda Red Hot Chili Peppers.

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    Após protesto feminista, Polanski desiste de presidir a cerimônia do César, o “Oscar francês”

    24 de janeiro de 2017 /

    O cineasta Roman Polanski desistiu de presidir a cerimônia do César, o “Oscar francês”, após uma associação feminista protestar contra sua escolha e convocar um boicote, citando o processo por estupro de uma menor em 1977, que levou o cineasta a se exilar na França. Em comunicado, o advogado do cineasta, Hervé Temime, classificou a polêmica de “injustificada” e “alimentada por informações errôneas”. Afirmando que o fato entristeceu “profundamente Roman Polanski e afetou sua família”, o texto conclui dizendo que o diretor “decidiu não aceitar o convite” dos organizadores da cerimônia, marcada para 24 de fevereiro em Paris. Assim que a Academia francesa fez o convite a Polanski, a associação Osez le Feminisme anunciou planos de uma manifestação de protesto. Independentemente da qualidade da filmografia de Polanski, não podemos nos calar para o fato de que há 40 anos ele foge da Justiça americana”, declarou Claire Serre Combe, porta-voz da associação O site da organização traz uma arte que chama o diretor de pedófilo e um slogan que conclama a parar os agressores. Veja abaixo. A ministra francesa de Direitos das Mulheres, Laurence Rossignol, também havia condenado a eleição de Polanski como presidente do César. Já o Ministro da Cultura, Andrey Azoulay, se absteve de criticar a escolha do diretor, que já venceu 8 prêmios César em sua carreira, inclusive por seu filme mais recente, “A Pele de Vênus”, premiado como Melhor Direção em 2014. Polanski tinha 43 anos quando embebedou e estuprou uma adolescente de 13, atraída para uma sessão de fotos. O cineasta confessou ser culpado de “relações sexuais ilegais” com a menor. Anos depois, ele buscou indenizar a vítima, que em troca disse tê-lo perdoado e só querer esquecer o que aconteceu. Ela lançou um livro recente em que aborda o caso. Hoje com 83 anos, o cineasta vive na França com a esposa, a atriz francesa Emmanuelle Seigner, e até conquistou um Oscar no exílio por “O Pianista” (2002). O diretor também vem vencendo todos os pedidos de extradição das autoridades americanas para ser julgado pelo crime nos EUA. Por pressão da promotoria da Califórnia, ele chegou a ser preso na Suíça em 2009 e enfrentou um processo na Polônia em 2016, conseguindo vereditos favoráveis em ambas as ocasiões, com pareceres que consideraram que Polanski já cumpriu sua pena original, quando passou 42 dias na prisão num acordo firmado em 1977 – antes de viajar para a França, fugindo de uma revisão de sua sentença.

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