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    Atriz acusa Oliver Stone de abuso durante teste para o filme The Doors

    21 de novembro de 2017 /

    A atriz Melissa Gilbert (vista recentemente na série “Secrets and Lies”) acusou o diretor Oliver Stone (“Snowden”) de abuso durante uma entrevista a um programa de rádio realizada na segunda-feira (20/11), nos Estados Unidos. O fato teria acontecido durante um teste para o filme “The Doors”, lançado em 1991. A atriz revelou que o diretor preparou uma “audição especial” para ela, em que teria que simular uma cena de sexo. “Ele escreveu essa cena especial que ele queria que eu fizesse para ele fisicamente na sala de elenco, e foi humilhante e horrível”, relatou a atriz no programa “Radio Andy”. “As páginas que recebi eram humilhantes, ele queria que eu ficasse de quatro na frente dele e implorasse para ele ‘me comer’, nas palavras do roteiro”, contou Gilbert. “Eu comecei a chorar e saí correndo da sala do teste. Estou contando essa história e mesmo assim tenho medo de dizer o nome dele. Ah, f*da-se. Era Oliver Stone e o teste foi para ‘The Doors’”, revelou. Melissa fez o teste para o papel de Pamela Courson, que acabou interpretada na produção por Meg Ryan. Ela ainda afirmou que o diretor a humilhou por “vingança”, depois de um encontro em que ela o constrangiu em público. “A gente estava do lado de fora de uma balada e ele estava falando para umas pessoas de como a televisão é uma porcaria e que ele nunca faria e bla bla bla. E então várias meninas vieram correndo em minha direção, porque elas assistiam ‘Os Pioneiros’ [série de televisão que foi ao ar entre 1974-1983] e todos acabaram rindo com a situação. E eu disse para ele ‘você vê, idiota, isso é televisão’. E acho que ele nunca esqueceu”, acrescentou. A atriz disse que fez várias cenas para tentar o trabalho em “The Doors”, e que só no final Oliver Stone disse a ela, “eu quero que você fique, eu tenho algo especial para você”. Foi a deixa para o teste humilhante. A descrição do fato sugere forte abuso de poder e misoginia, numa indústria que sempre foi machista. Mas Oliver Stone também foi acusado de assédio sexual no mês passado. O diretor tinha sido um dos poucos a defender Harvey Weinstein logo no começo do escândalo sexual, que levou o produtor a perder seu prestígio, carreira e casamento. E, assim que se pronunciou, acabou ele mesmo sendo acusado por Carrie Stevens, atriz e coelhinha da Playboy nos anos 1990, que foi às redes sociais lembrar que Stone apalpou seus seios sem consentimento, durante uma festa.

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  • Filme

    Universal desiste do Dark Universe, seu universo cinematográfico de monstros clássicos

    8 de novembro de 2017 /

    O Dark Universe da Universal Pictures acabou. Segundo o site The Hollywood Reporter, o universo cinematográfico compartilhado, que pretendia juntar os monstros clássicos do estúdio, desmoronou após o fracasso de “A Múmia” nos cinemas, e agora os responsáveis pelo projeto foram dispensados. O contrato de Alex Kurtzman expirou em setembro, e nem ele nem o estúdio se mostraram interessados em uma renovação. Kurtzman pretende se concentrar na produção de séries, como “Star Trek: Discovery”. Já Chris Morgan vai continuar na Universal, mas à frente de outro universo, desenvolvendo derivados da franquia “Velozes e Furiosos”, da qual ele é o principal roteirista. A implosão acontece apenas cinco meses após a Universal apresentar o projeto do Dark Universe, com uma foto de elenco que reunia Johnny Depp, Russell Crowe, Tom Cruise, Javier Bardem e Sofia Boutella. É a imagem acima. Cruise, Crowe e Boutella estrelaram “A Múmia”. Já Bardem estava contratado para interpretar o monstro de Frankenstein em “A Noiva de Frankenstein”. O filme chegou a entrar em pré-produção, mas acabou engavetado porque os executivos não gostaram do roteiro escrito pelo diretor Bill Condon. Além deste, “O Homem Invisível”, com Johnny Depp, também foi anunciado e não deve sair do papel. “A Múmia” custou US$ 125 milhões para ser produzido, mais um montante de despesas de marketing que, segundo o site Deadline, elevam seu orçamento total para mais de US$ 200 milhões. Entretanto, rendeu apenas US$ 80 milhões na América do Norte. Em todo o mundo, o filme somou US$ 409 milhões. O diretor de “A Múmia”, Alex Kurtzman, era o arquiteto do projeto do Dark Universe, comandando roteiristas e cineastas para criar filmes com tramas e personagens compartilhados, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes – os mencionados Bardem e Depp – que posaram para a infame foto acima e participaram de eventos para badalar projetos que não serão realizados. O estúdio gastou fortunas no conceito e os atores comprometidos com os filmes precisarão ser compensados financeiramente por terem aberto mão de outros projetos. Tudo isso para perceber o óbvio: que filmes de terror são lucrativos porque são baratos e não superproduções repletas de efeitos caros e elenco milionário. “Aprendemos muitas lições ao longo do processo criativo no Dark Universe, e agora estamos vendo esses títulos como obras dirigidos por cineastas com suas próprias visões distintas”, disse o presidente de produção da Universal, Peter Cramer. “Não estamos correndo para marcar datas de lançamento e só avançaremos com esses filmes quando acharmos que eles são as melhores versões de si mesmos”. A declaração indica que, se o Dark Universe, como introduzido em “A Múmia”, está morto, algo sombrio ainda ocupa as mentes da Universal. Segundo apurou o THR, o estúdio abriu negociações com Jasom Blum para reformular o projeto. Blum é o produtor-proprietário da Blumhouse, empresa por trás de alguns dos maiores sucessos do terror dos últimos anos, como “Corra!”, “Fragmentado”, “A Morte Te Dá Parabéns” e “Ouija: Origem do Mal”. Suas produções também são conhecidas por terem baixo custo e renderem grandes lucros.

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  • Série

    Oliver Stone é acusado de abuso e desiste de dirigir série da Weinstein Company

    14 de outubro de 2017 /

    O diretor Oliver Stone anunciou que desistiu de dirigir a série “Guantanamo”, produção da Weinstein Company sobre a prisão americana em Cuba, conhecida por abrigar terroristas. A decisão veio após o cineasta ser criticado por sua posição inicial a respeito do escândalo das denúncias de abuso sexual de Harvey Weinstein. Enquanto estava no Festival de Busan, na Coreia do Sul, Stone preferiu não comentar o caso, afirmando que aguardaria mais informações antes de se pronunciar. “Acredito que um homem não deveria ser condenado por um sistema de vigilância. Não é fácil o que ele está passando também. Ele era um rival e nunca trabalhei com ele. Já ouvi histórias horríveis de todo mundo nesse negócio, então não vou comentar. Vou esperar para ver, que é a coisa certa a fazer.” Após esta declaração, a ex-modelo da Playboy e atriz Carrie Stevens (“Rock Star”) foi ao Twitter revelar ter sido abusada pelo diretor. “Quando eu ouvi sobre Harvey, lembrei-me de Oliver passando por mim e agarrando os meus seios, enquanto saía de uma festa. Os dois são homens da mesma espécie”. Stevens deu mais detalhes à revista The Hollywood Reporter, afirmando que se tratava de uma festa na mansão do milionário Ted Field em homenagem a Stone, na época do filme “JFK” (1991), e que ela só compareceu para tentar se alegrar, porque seu namorado, o baterista da banda Kiss Eric Carr, tinha falecido recentemente. Nova naquele mundo, disse ter ficado sem ação quando Stone passou as mãos nos seus seios. Ela ainda acrescentou que, embora tenha posado para a Playboy, sempre se sentiu protegida e respeitada por Hugh Hefner. “Eu posso dizer que se Oliver tentasse agarrar os seios de alguém numa festa da Playboy, Hef teria mandados os seguranças lhe mostrar a porta da saída”. A revelação dessa história fez o cineasta mudar de tom, passando a condenar veemente a atitude de Weinstein. “Estive viajando nos últimos dias e não estava ciente de todas as mulheres que apoiaram a história original no New York Times. Depois de analisar o que foi relatado em muitas publicações nos últimos dias, estou consternado e elogio a coragem das mulheres que denunciaram abusos sexuais ou estupros”, Stone declarou. Além do pronunciamento, ele avisou que não participará de “Guantanamo”, que seria seu primeiro projeto televisivo e a primeira produção em que trabalharia com a Weinstein Company. “Não vou trabalhar na série enquanto a Weinstein Company estiver envolvida”, afirmou. “Guantanamo” tinha sido encomendado pelo canal pago Showtime, que ainda não se manifestou a respeito do destino da produção. Após o escândalo de Harvey Weinstein, a Apple e a Amazon cancelaram produções que estavam sendo desenvolvidas pela The Weinstein Company.

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  • Filme

    Imagens e vídeo do set de Hellboy revelam filmagens em catedral gótica inglesa

    22 de setembro de 2017 /

    Surgiram as primeiras imagens das filmagens de “Hellboy”. O ator David Harbour (série “Stranger Things”) foi flagrado por paparazzi com a maquiagem do personagem-título na catedral Wells, cartão postal gótico da cidade de Somerset, na Inglaterra. Também vazou um vídeo dos preparativos das filmagens no interior da catedral. Veja abaixo. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista. Hellboy 3 filming at Wells Cathedral, getting ready for tonight's shooting pic.twitter.com/rDObsuNpFS — Rafal Soltysik (@rafal_soltysik) September 16, 2017

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  • Filme

    Primeira foto do reboot de Hellboy mostra a transformação impressionante de David Harbour

    14 de setembro de 2017 /

    A produção do filme “Hellboy” divulgou a primeira imagem do ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) completamente transformado no personagem-título. Impressionante, o resultado não só é convincente como parece uma versão marombada do visual dos dois filmes em que o anti-herói foi vivido por Ron Perlman, na década passada. A imagem foi postada tanto na conta oficial do filme no Twitter como na rede social de Mike Mignola, criador dos quadrinhos originais, e marca o início das filmagens, após os produtores virarem a página da escalação polêmica de um coadjuvante, o Major Ben Daimio. Contratado originalmente, Ed Skrein desistiu do personagem, que nos quadrinhos é asiático, ponderando que atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. Em seu lugar, os produtores escalaram Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”), que fez questão de agradecer a Skrein pela atitude e pela oportunidade de viver o papel. Os outros atores confirmados na produção são Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) também é tida como certa no papel da vilã Nimue, mas ainda não houve anúncio oficial. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda não tem data de estreia prevista.

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    Daniel Dae Kim confirma papel em Hellboy e agradece integridade de Ed Skrein

    13 de setembro de 2017 /

    O ator Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) confirmou ter entrado no reboot de “Hellboy” e fez questão de agradecer ao ator Ed Skrein (“Deadpool”) pela oportunidade e por sua integridade, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Eu aplaudo os produtores e, em particular, Ed Skrein por defender a noção de que os personagens asiáticos devem ser interpretados por atores asiáticos ou asiáticos americanos”, disse Kim, em um comunicado dirigido à imprensa americana. “Ele não poderia ter abordado o assunto de forma mais elegante e eu fico em dívida com ele por sua força de caráter”. Daniel Dae Kim ficou com o papel do Major Ben Daimio, após Ed Skrein desistir de viver o personagem. O ator inglês tinha sido escalado como Damio, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático, mas, ao perceber as reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em seu comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês, divulgaram o seu próprio comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. A escolha de Daniel Dae Kim é uma vitória dupla para a diversidade em Hollywood, porque ele também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Kim e sua “prima televisiva”, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Ele agora irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado nos primeiros dias de setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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    Após recusa de Ed Skrein, Daniel Dae Kim negocia papel polêmico de Hellboy

    12 de setembro de 2017 /

    Os produtores do reboot de “Hellboy” estão negociando com Daniel Dae Kim (série “Hawaii Five-0”) o papel do Major Ben Daimio, informou o site da revista The Hollywood Reporter. O casting chama atenção pela polêmica racial que envolveu a escalação original. Inicialmente, Ed Skrein (“Deadpool”) tinha sido escalado como o personagem, que nos quadrinhos de Mike Mignola é asiático. Diante das reclamações na internet, Skrein optou por desistir do filme, assumindo um papel diferente: o de porta-voz dos protestos, apontando que os atores brancos poderiam chamar para si a responsabilidade pela maior inclusão de minorias no cinema, ao recusar papéis originalmente previstos para asiáticos, por exemplo. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, disse Skrein em um comunicado. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. A polêmica mudou o conceito dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. Daniel Dae Kim também viveu recentemente uma polêmica de suposta segregação racial. Ele e sua prima televisiva, Grace Park, saíram da série “Hawaii Five-0” após sete temporadas, por não terem sido atendidos ao pedirem paridade salarial com os outros dois integrantes originais da produção, Alex O’Loughlin e Scott Caan, que são brancos. “Eu encorajo todos a olhar além da decepção desse momento para a imagem maior. O caminho para a igualdade raramente é fácil”, o ator escreveu em seu Facebook, ao se despedir dos fãs da série. Caso ele seja contratado, irá se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deveria ter começado a ser filmado em setembro, mas a polêmica atrasou seu cronograma. O filme ainda não tem data de estreia prevista.

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    Ed Skrein desiste de Hellboy após protestos contra nova escalação de ator branco em papel asiático

    29 de agosto de 2017 /

    A escalação do ator britânico Ed Skrein (“Deadpool”) em “Hellboy”, para viver o Major Ben Daimio, personagem asiático nos quadrinhos, gerou protestos e acusações de embranquecimento nas redes sociais. Sentindo-se pressionado, o ator foi ao Twitter anunciar que tinha desistido do papel. Skrein publicou uma mensagem pedindo desculpas aos fãs dos quadrinhos. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, revelou o ator. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. Agora, os produtores procuram um novo intérprete para o personagem. Por enquanto, o longa tem confirmados apenas David Harbour (série “Stranger Things”) como o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu , assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deve começar a ser filmado já em setembro, mas ainda não tem data de estreia prevista. pic.twitter.com/8WoSsHXDFO — Ed Skrein (@edskrein) August 28, 2017

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    Jeffrey Dean Morgan se candidata a viver Batman em The Flash: Flashpoint

    23 de julho de 2017 /

    O ator Jeffrey Dean Morgan aprovou a ideia da adaptação do arco de quadrinhos conhecido como “Ponto de Ignição” no filme do Flash, movimentando as redes sociais. Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama de “Ponto de Ignição/Flashpoint” foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Neste arco narrativo, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas. É aí que entra Jeffrey Dean Morgan. O intérprete de Negan em “The Walking Dead” está louco para viver Batman em “The Flash: Flashpoint”. Como interpretou Thomas Wayne em “Batman vs Superman”, ele já se candidatou ao papel, soltando posts no Twitter e no Instagram que brincam com a possibilidade. Veja abaixo. Como a história também traz Martha Wayne como a Coringa, a arte do Instagram sugere sua parceira de “The Walking Dead” Laura Cohan (a Maggie) neste papel. Foi ela mesma quem interpretou a mãe de Bruce Wayne em “Batman vs Superman”. A produção, porém, vai demorar a começar. O roteiro ainda está sendo escrito, pois “Flashpoint” não seria a história inicial – a trama original foi inteiramente descartada. A última notícia era que Joby Harold, do péssimo “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, tinha sido contratado para a missão. Estrelado por Ezra Miller (“Temos que Falar sobre o Kevin”), o filme também está sem diretor. A estreia é prevista apenas para 2020 e até lá muita coisa pode acontecer. Did you say…. #flashpoint @LaurenCohan pic.twitter.com/4HgrymqWtU — Jeffrey Dean Morgan (@JDMorgan) July 22, 2017 Uma publicação compartilhada por Jeffrey Dean Morgan (@jeffreydeanmorgan) em Jul 22, 2017 às 3:28 PDT

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    Filme do Flash vai adaptar a história Flashpoint, que gerou um reboot completo na DC Comics

    23 de julho de 2017 /

    A Warner Bros. revelou na Comic-Con o título oficial do primeiro filme solo do herói Flash. O longa vai se chamar “The Flash: Flashpoint” e irá levar às telas a história em quadrinhos “Ponto de Ignição” (Flashpoint em inglês). Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da recém-encerrada 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Neste arco narrativo, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas – e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. Vale lembrar que, segundo rumores, a Warner planeja substituir Ben Affleck no papel do Batman e uma trama como “Flashpoint” seria a desculpa perfeita para isso. O roteiro está sendo refeito, pois esta não seria a história inicial da produção, que foi inteiramente descartada. A última notícia era que Joby Harold, do péssimo “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, tinha sido contratado para a missão. Estrelado por Ezra Miller (“Temos que Falar sobre o Kevin”), o filme do Flash também está sem diretor, após o estúdio entrar em conflito criativo com suas duas primeiras opções. Autor do primeiro roteiro, Seth Grahame-Smith chegou a negociar para estrear como diretor na produção. Seria um prêmio por ter fracassado em todos os projetos em que se meteu, como roteirista de “Sombras da Noite” (2012) e do infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013) e como autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Mas a Warner preferiu arriscar com Rick Famuyima, outra escolha inusual. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), ele só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Famuyima escalou a atriz Kiersey Clemons, com quem trabalhou em “Um Deslize Perigoso”, para viver Iris West, contudo, como saiu do projeto, não se sabe se suas opções de elenco serão mantidas. A estreia está marcada apenas para 2020. Mas o público poderá ver como será o Flash de Erza Miller já neste ano, graças à sua participação em “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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    Josh Gad sugere que viverá o Pinguim no filme do Batman

    4 de junho de 2017 /

    O ator Josh Gad (o Gaston de “A Bela e a Fera”) deixou a internet em polvorosa ao publicar em seu Twitter uma foto ao lado de Geoff Johns e Jon Berg, responsáveis pelos filmes de super-heróis da DC Comics, segurando uma publicação do Batman que destaca o vilão Pinguim. “Nada para ver aqui…”, ele escreveu, dissimulado, como legenda da imagem. O post disparou uma série de memes de fãs entusiasmados, a ponto da sugestão de casting se tornar viral. O filme solo de Batman teria originalmente o vilão Exterminador, vivido por Joe Manganiello, como vilão. Mas após mudanças na direção, com Ben Affleck cedendo lugar a Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), o ator disse não saber se continuava no longa. Reeves foi anunciado oficialmente como diretor de “The Batman” (título original em inglês da produção) no final de fevereiro, menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. Matt Reeves está mexendo no roteiro e a data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida. Nothing to see here… pic.twitter.com/3wIc1Fj4Wr — Josh Gad (@joshgad) June 2, 2017

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    Cine PE anuncia suas novas datas

    2 de junho de 2017 /

    Adiado após boicote de motivação política, o Cine PE ganhou uma nova data. O festival pernambucano vai acontecer de 27 de junho a 3 de julho. Em nota, os organizadores do evento esclarecem que os sete curtas e um longa-metragem retirados da programação foram substituídos por outros títulos, “que também fizeram suas inscrições de modo espontâneo, respeitando ordem classificatória da curadoria”. Segundo o comunicado, a programação completa será divulgada em breve. A polêmica começou quando um grupo de cineastas decidiu retirar seus filmes do festival, acusando a organização do evento de montar uma programação que “favorece um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuam e financiaram o golpe ao Estado Democrático de Direito ocorrido no Brasil em 2016”. Apesar de não nomearem nenhum filme, a protesto visava o documentário “O Jardim das Aflições”, de Josias Teófilo, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que integrava a competição, e a ficção “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que dramatiza os bastidores da criação do Plano Real, em 1994. Os dois filmes já entraram em cartaz no circuito comercial. Por conta da saída dos filmes, os organizadores decidiram adiar o evento, originalmente previsto para o final de maio. A 21ª edição do Cine PE vai acontecer no tradicional Cinema São Luiz, no Recife.

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    Festival Cine PE é adiado após saída de sete filmes em protesto

    11 de maio de 2017 /

    A saída de sete filmes da competição do festival Cine PE, em protesto contra as obras “alinhados à direita conservadora” da seleção oficial, causou um curto-circuito nos bastidores da organização, que decidiu adiar o evento. Marcado inicialmente para acontecer entre os dias 23 e 29 de maio, a 21ª edição do Cine PE, em Recife, vai refazer sua programação e só depois terá sua nova data anunciada. Em comunicado, a organização do festival lamenta a “surpresa por essa represália” em “tempo impróprio da pré-produção do evento”, que “proporcionou um ônus fora do planejamento”. Assinado pela diretora do Cine PE, Sandra Maria Ramos Bertini Bandeira, o texto aponta o histórico do festival, que jamais se pautou por priorizar uma linha política. “Com uma simples pesquisa sobre as edições passadas, facilmente será revelado que o Festival sempre se pautou em mostrar tendências, linguagens, estéticas e ideologias da forma mais coerente possível, por entender e evidenciar que o conceito da diversidade dever ser de todos e para todos”. Reiterando a confiança no trabalho da curadoria, ela explica que serão incluídos outros filmes que se inscreveram no evento, ressaltando o compromisso com “a liberdade de produzir e o sentimento de consideração pelas obras realizadas, na maioria das vezes, com enormes esforços”. O texto se encerra anunciando o adiamento. “Essa adequação da situação à nova grade de programação, por razões técnicas e burocráticas, demanda por um tempo superior ao prazo do período de realização agendado, de tal modo que, pelo dever da prudência que sempre inspirou o Festival, será necessária postergar a execução do evento, cuja nova data será divulgada oportunamente” Na quarta-feira (10/5), sete cineastas anunciaram a decisão de retirarem seus respectivos filmes da competição – cinco curtas e um longa-metragem. Em carta aberta, os dissidentes afirmam que a decisão foi tomada após a divulgação da programação na íntegra, quando foi revelada a presença de filmes que “favorecem um discurso partidário alinhado à direita conservadora e grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. Não foram apontados quais são os “filmes golpistas”, mas o Cine PE incluiu em sua mostra competitiva o documentário “O Jardim das Aflições”, sobre o astrólogo ultraconservador Olavo de Carvalho, que foi feito sem incentivo público, mas com cotas de patrocínio de uma editora que prepara uma biografia do deputado Jair Bolsonaro. Além disso, o festival anunciou a exibição fora da competição de “Real – O Plano por Trás da História”, de Rodrigo Bittencourt, que resgata a criação da moeda em 1993. Vale observar que “O Jardim das Aflições” foi recusado por vários festivais anteriormente. Em entrevista ao UOL, no ano passado, o diretor Josias Teófilo chegou a reclamar de censura. “Os critérios exclusivamente políticos se mesclam com julgamentos estéticos”, defendeu.

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