Rio de Janeiro é destruído por Tsunami no teaser de nova catástrofe cinematográfica
A Warner Bros. divulgou vários teasers do filme-catástrofe “Tempestade: Planeta em Fúria” (Geostorm) no Facebook, que destacam a destruição de grandes cidades por catástrofes naturais. Numa das prévias, o Rio de Janeiro é atingido por um tsunami arrasador. As demais mostram calamidades em Hong Kong, Dubai, Moscou e Mumbai. Em “Tempestade: Planeta em Fúria”, uma rede de satélites criados para controlar o clima do planeta entra em pane e passa a desencadear tempestades pelo mundo inteiro, num efeito em cadeia que eventualmente levará à destruição da Terra. O elenco conta com Gerard Butler (“Invasão à Casa Branca”), Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Ed Harris (série “Westworld”), Jim Sturgess (“Um Dia”), Katheryn Winnick (série “Vikings”) e Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”). O filme marca a estreia na direção do roteirista Dean Devlin, que escreveu “Independence Day” (1994), marco do cinema de catástrofe em escala apocalíptica. Ele também assina o roteiro, em parceria com Paul Guyot, escritor da série de fantasia “The Librarians” (produzida por Devlin). O trailer completo será lançado na quarta (8/3) e a estreia está prevista para 19 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Animação adulta com dublagem de Jason Schwartzman e Lena Dunham ganha trailer surreal
A animação adulta “My Entire High School Sinking Into The Sea” ganhou seu primeiro trailer, marcado por elogios da crítica. A prévia destaca o visual altamente estilizado da obra, a premissa surreal e o humor insano, que combina personagens de comédia colegial de John Hughes com situação de filmes de desastre dos anos 1970. Criado pelo ilustrador, animador e autor de quadrinhos Dash Shaw, o longa mostra a luta pela sobrevivência de estudantes e professores quando um cataclismo faz com que sua escola comece a afundar no mar. Apesar da produção independente, a dublagem é repleta de atores conhecidos, como Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapest”), Lena Dunham (série “Girls”), Reggie Watts (“A Escolha Perfeita 2”), Maya Rudolph (“Irmãs”) e Susan Sarandon (série “Feud”). Adquirido pela distribuidora indie GKIDS, “My Entire High School Sinking Into the Sea” ainda está circulando por festivais e não tem previsão de lançamento.
Arnold Schwarzenegger busca vingança em novo trailer de Aftermath
A Signature divulgou o trailer britânico de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar de incluir morte e destruição, o filme segue uma linha de suspense dramático. Como o astro de ação jamais tinha filmado um drama, não é de se estranhar que a prévia opte por destacar a tensão e a expectativa, focada no desenlace do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, como todo mundo sabe desde os anos 1980, ninguém é capaz escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. O acidente verdadeiro aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia no Brasil, mas chega em 7 de abril nos EUA e no Reino Unido.
Matthew Broderick vai estrelar a 2ª temporada de American Crime Story
O ator Matthew Broderick, atualmente em cartaz no drama “Manchester à Beira-Mar”, que concorre ao Oscar 2017, vai estrelar sua primeira série televisiva. O eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) vai interpretar o diretor da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), na 2ª temporada de “American Crime Story”. Após o sucesso de “The People v O.J. Simpson”, a nova temporada da série de antologia vai se concentrar na tragédia da passagem do furacão Katrina por Nova Orleans. O personagem de Broderick é Michael D. Brown, que foi acusado de negligência na resposta à situação catastrófica causada pelo furacão, em 2005. Mais de mil pessoas morreram e os prejuízos totais no sul dos Estados Unidos foram calculados em US$ 81 milhões. Brown chegou a ser publicamente elogiado por George W. Bush na época da tragédia, mas acabou pedindo demissão algumas semanas depois, devido às críticas a seu trabalho. Além de Broderick, a produção tem confirmada a participação de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”) no papel de Kathleen Blanco, governadora da Louisiana na época. Ela também foi severamente criticada pela demora em realizar a evacuação da cidade de Nova Orleans e por não organizar ajuda aos que ficaram. A série vai apresentar a tragédia do Furacão Katrina como um crime cometido por servidores públicos, que possuíam recursos financeiros nas mãos para minimizar o impacto do fenômeno natural.
Arnold Schwarzenegger volta a querer vingança no primeiro trailer e pôster de Aftermath
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. A palavra aparece, inclusive, grafada no cartaz. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar das cenas de morte e destruição, o filme é supostamente um drama. O que causa estranhamento, já que, em 47 anos de carreira, o astro de ação jamais tinha filmado um drama. Por conta disso, a prévia carrega tensão e expectativa, focada no que pode acontecer após do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. Mas “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, desde os anos 1980, ninguém consegue escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… O acidente real aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.
Sully demonstra a efetividade e a frieza do cinema de Clint Eastwood
É importante saber que “Sully – O Herói do Rio Hudson” é dirigido por Clint Eastwood, um cineasta econômico, preciso, direto ao ponto – não mostra nem mais, nem menos, apenas o necessário –, um exímio contador de histórias, como se ainda respirasse os ares da Hollywood dos anos 1970, com foco total na humanidade de seus personagens. Para Clint, tudo que um diretor necessita é um bom roteiro, uma boa montagem e um bom elenco. Tudo isso está aplicado na condução da história sobre como o Capitão Chester “Sully” Sullenberger III (Tom Hanks), e seu co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart), salvaram a si mesmos e outras 153 pessoas a bordo do Airbus A320, graças a uma manobra ousada de pouso no Rio Hudson, em Nova York, após a aeronave ser atingida por pássaros e perder os dois motores. Isso aconteceu de verdade no inverno de 2009 e a responsabilidade foi toda de Sully, embora sua decisão de descer na água estivesse longe de garantir a sobrevivência de todos a bordo, afinal nem mesmo o Capitão poderia prever que o avião boiaria em um rio castigado por um frio de rachar. Deu certo, mas a companhia aérea e a agência de aviação contestaram a ação do piloto, acreditando que bastava retornar e pousar no aeroporto de LaGuardia. Entre pesadelos que atormentam Sully (dormindo ou acordado) e cenas de interrogatórios que antecipam o inevitável julgamento, Clint primeiro expõe o problema. Com o espectador ciente do drama, ele finalmente intercala a trama, com a reconstituição da queda do avião no melhor uso que se pode fazer de flashbacks no cinema. É a hora em que podemos comprovar quem está falando a verdade: os acusadores de Sully ou o próprio. E Clint picota seu filme entre idas e vindas no tempo com a segurança e a competência de sempre. Em seus trabalhos mais recentes, o diretor vem se dedicando em focar o homem comum alçado à condição de herói ou ídolo americano, ainda que sempre questionado – por alguns ou por ele mesmo. Com “Sully”, ele atinge um momento grandioso ao valorizar a condição humana, num mundo que treina a todos para uma vida profissional em que se age como máquinas. Tom Hanks, Aaron Eckhart e Laura Linney, como a esposa de Sully, entregam o que se espera deles. Mas, assim como Clint, não vão além, porque o diretor se contenta apenas com a exposição dos fatos (do ponto de vista do protagonistas, mas são fatos). E isso não apenas em “Sully”, mas também em “Sniper Americano” (2014), “Jersey Boys” (2014), etc. Embora o diretor mereça elogios pelo absoluto controle de seu ofício, a frieza profissional ressente-se da falta de emoção, que havia de sobra em “Gran Torino” (2008) e “Invictus” (2009), que são da década passada e os últimos grandes filmes de Clint Eastwood. Portanto, por mais que seja bem feito e com muito talento envolvido, não é de causar espanto que o público saia do cinema questionando: “Era só isso?”.
Selton Mello vai estrelar primeira minissérie de catástrofe da Globo
A rede Globo vai fazer sua primeira minissérie de desastre. Intitulada “13 Dias Longe do Sol”, a produção vai acompanhar, ao longo de 10 episódios, pessoas soterradas sob os escombros de um prédio que desabou. A produtora O2 informou que a atração será protagonizada por Selton Mello (“O Palhaço”), no papel do responsável pela construção. O elenco ainda contará com Carolina Dieckmann (novela “A Regra do Jogo”), Lima Duarte (novela “I Love Paraisópolis”), Maria Manoella (“Jogo das Decapitações”), Luciano Chirolli (“Getúlio”), Paulo Vilhena (“O Amor no Divã”), Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”), Debora Bloch e Enrique Diaz (ambos da minissérie “Justiça”). Criada por Elena Soares e o cineasta Luciano Moura, que trabalharam juntos em “A Busca” (2012), a minissérie seguirá a fórmula dos filmes de desastre dos anos 1970, buscando humanizar os personagens ao mostrar sua história antes da catástrofe. Mas, em vez de uma longa introdução apresentando vítimas em potencial, vai optar pelo recurso dos flashbacks, ao estilo de “Lost”. A O2 também divulgou um vídeo, em que o diretor comenta a primeira leitura do roteiro, que reuniu todo o elenco da produção. Veja abaixo. A estreia está prevista para agosto.
Invasão Zumbi: Veja o trailer legendado do melhor filme de zumbis do ano
A Paris Filmes divulgou o trailer nacional (legendado e dublado) de “Train to Busan”, batizado de forma preguiçosa como “Invasão Zumbi”. Infelizmente, o título genérico pode dar a impressão de que se trata de mais um filme B de mortos-vivos. Mas não é o caso. O filme sul-coreano é uma superprodução com grande orçamento, ótimos efeitos e muita tensão, que bateu recorde de arrecadação na Ásia e deixou Hollywood em polvorosa. A prévia já dá ideia do ritmo intenso do longa, que mistura epidemia zumbi com cinema de catástrofe, numa escala só vista antes em cenas de “Guerra Mundial Z”, o maior blockbuster de zumbis de todos os tempos. O filme centra a ação num grupo de passageiros de trem, durante o início da epidemia que transforma os infectados em criaturas raivosas. No elenco estão Gong Yoo (“O Suspeito”), Jeong Yu-mi (“A Visitante Francesa”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Lee Joon (“Ninja Assassino”). “Train to Busan” é o primeiro filme com atores do diretor e roteirista Yeon Sang-ho, conhecido por seu trabalho em longas de animação adulta. Por curiosidade, ele também vai lançar um vindouro longa animado chamado “Seoul Station” com a mesma premissa. Após conquistar a maior bilheteria da Coreia do Sul e de Hong Kong em todos os tempos, o aqui chamado “Invasão Zumbi” já tem continuação confirmada e ainda ganhará um remake ocidental – Sony, Fox, Gaumont e EuropaCorp disputam os diretos. A razão de tanta comoção chega nos cinemas brasileiros em 24 de novembro.
Bilheteria: O Lar das Crianças Peculiares fatura pouco, mas estreia em 1º lugar nos EUA
Na disputa entre os dois lançamentos mais comentados do fim de semana nos cinemas norte-americanos, a fantasia sobrepujou a história real. “O Lar das Crianças Peculiares”, dirigido por Tim Burton, estreou em 1º lugar nas bilheterias, mas não pode se considerar um blockbuster, com faturamento de US$ 28,5 milhões. Mesmo assim, o valor foi suficiente para superar a outra grande estreia, “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”, de Peter Berg, que ficou em 2º com US$ 20,6 milhões. Os dois filmes custaram uma fábula, US$ 110 milhões cada, somente com gastos de produção, e essa disputa pelo topo é ilusória em relação aos valores que precisariam atingir. Por este começo morno, fica claro que apenas o mercado doméstico será insuficiente para cobrir suas despesas. A fantasia das crianças mutantes superpoderosas – ou melhor, peculiares – teve um começo melhor no exterior, faturando mais US$ 36,5 milhões para atingir um total de US$ 65 milhões em sua largada. Já o desastre estrelado por Mark Wahlberg fez US$ 12,4 milhões para arredondar seu total em US$ 33 milhões. É pouco, mas o lançamento internacional se deu em mercados menores, à exceção do Reino Unido. A estreia no Brasil acontece na quinta (6/10). Entre a crítica americana, os desempenhos foram inversos. Houve um pouco de enfado em relação ao novo filme colorido de Tim Burton, com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas muito entusiasmo para o incêndio na plataforma de petróleo, com 82% de salivação. Logo abaixo das duas novidades, o ranking destaca o remake de “Sete Homens e um Destino”, que liderou a arrecadação em sua estreia na semana passada. O filme de Antoine Fuqua faturou mais de US$ 15 milhões, um desempenho ainda impressionante para o gênero western, que chega a US$ 61,6 milhões em dez dias no mercado doméstico. Em todo o mundo, o filme superou a marca de US$ 100 milhões. A animação “Cegonhas” é que não voou como o estúdio gostaria, caindo para o 4º lugar, com US$ 13,8 milhões e um total de US$ 77,6 milhões em todo o mundo – fraquinho numa temporada em que as animações quebraram recordes de faturamento. Por outro lado, o drama “Sully – O Herói do Rio Hudson” somou mais US$ 8,4 milhões, ao fechar o top 5, para atingir US$ 105 milhões nos EUA em quatro semanas. É um valor expressivo para um drama, ainda mais para um drama estrelado por um ator veterano e dirigido por diretor que poderia ser pai do ator veterano. De fato, trata-se de um dos maiores sucessos recentes da carreira de ambos, Tom Hanks e Clint Eastwood. No passado não muito distante, Hollywood virava as costas para seus grandes cineastas após uma certa idade. Eastwood está com 76 anos e vem do maior sucesso de sua carreira, “Sniper Americano”, com outro filme que impressiona, tanto pela popularidade quanto pelas críticas positivas (82%). O público brasileiro, porém, ainda vai precisar esperar muito para saber porque “Sully” fez tanto sucesso, já que a estreia nacional está marcada apenas para 1 de dezembro. Para completar, resta ressaltar o fracasso de “Gênios do Crime”, também lançada no Brasil neste fim de semana – em circuito superestimado. Em sua estreia nos EUA, a comédia besteirol fez US$ 6,6 milhões em mais de 3 mil salas. O fiasco também foi significativo entre a crítica, com meros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 28,5 milhões Total EUA: US$ 28,5 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 2. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 20,6 milhões Total EUA: US$ 20,6 milhões Total Mundo: US$ 33 milhões 3. Sete Homens e Um Destino Fim de semana: US$ 15,7 milhões Total EUA: US$ 61,6 milhões Total Mundo: US$ 108,1 milhões 4. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 77,6 milhões 5. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 105,3 milhões Total Mundo: US$ 151,6 milhões 6. Gênios do Crime Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 6,6 milhões 7. Rainha de Katwe Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 3 milhões Total Mundo: US$ 3 milhões 8. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 2,37 milhões Total EUA: US$ 84,7 milhões Total Mundo: US$ 129,2 milhões 9. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 2,33 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 120,8 milhões 10. Snowden Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 18,7 milhões Total Mundo: US$ 18,7 milhões
Train to Busan: Trailers mostram impressionante apocalipse zumbi sul-coreano
Foram divulgados as fotos, os pôsteres e os trailers de “Train to Busan” (Busanhaeng), filme sul-coreano de zumbis, que enfatiza elementos de cinema catástrofe. A prévia tem cenas impressionantes de desastre ferroviário, muita correria e luta pela sobrevivência, numa escala só vista antes no cinema em cenas de “Guerra Mundial Z”, o maior blockbuster de zumbis de todos os tempos. O filme centra a ação num grupo de passageiros de trem, durante o início da epidemia que transforma os infectados em criaturas raivosas. No elenco estão Gong Yoo (“O Suspeito”), Jeong Yu-mi (“A Visitante Francesa”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Lee Joon (“Ninja Assassino”). Uma curiosidade da produção é que o diretor e roteirista Yeon Sang-ho também assina um vindouro longa animado, chamado “Seoul Station”, com a mesma premissa. Já exibido em festivais, a animação ainda não tem previsão de estreia. Conhecido por seu trabalho em longas de animação adulta, “Train to Busan” é o primeiro filme com atores de Sang-ho. O lançamento acontece em 20 de julho na Coreia do Sul e dois dias depois nos EUA. Infelizmente, não há previsão para o Brasil.
Horizonte Profundo: Filme de desastre com Mark Wahlberg ganha novo trailer e cinco pôsteres
A Lionsgate divulgou os pôsteres dos personagens e o segundo trailer do filme “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” (originalmente, “Deepwater Horizon”), que narra a história real de um desastre marítimo. A prévia faz o espectador sofrer um minuto de cotidiano meloso/tedioso do personagem de Mark Wahlberg (“Ted”), antes de mostrar o que está na premissa, a explosão de uma plataforma petrolífera. Mas ao chegar lá entrega cenas intensas, que dão a dimensão do desastre e a luta desesperada pela sobrevivência dos trabalhadores isolados em alto mar. A explosão da plataforma Deepwater Horizon aconteceu em 2010 e resultou em 11 mortos, 16 feridos e num dos maiores vazamentos de petróleo da História, na bacia do Golfo do México. O filme volta a juntar Wahlberg com o diretor Peter Berg, após “O Grande Herói” (2013). O roteiro é de Matthew Sand (“Ninja Assassino”) e Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e o elenco também inclui Kurt Russell (“Os Oito Odiados”), sua filha Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”), John Malkovich (“Red – Aposentados e Perigosos”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Dylan O’Brien (“Maze Runner: Prova de Fogo”) e a menina Stella Allen (minissérie “The Astronaut Wives Club”). “Horizonte Profundo – Desastre no Golfo” chega aos cinemas brasileiros em 29 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.
USS Indianopolis: Nicolas Cage enfrenta tubarões em trailer de carnificina marítima
Blake Lively não será a única vítima de tubarão nos cinemas americanos em 2016. Nicolas Cage lidera um navio inteiro de petiscos no trailer de “USS Indianapolis: Men of Courage”, filme de desastre passado durante a 2ª Guerra Mundial. A prévia é cheia de idas e vindas, mostrando, inclusive, quem sobrevive para contar o drama, baseado em fatos verídicos. Fãs do gênero conhecem essa história de cor, narrada por Robert Shaw com detalhes vívidos no clássico “Tubarão” (1975). Mas é a primeira vez que ela é dramatizada no cinema. Na trama, Cage vive o Capitão Charles Butler McVay, que lidera o USS Indianapolis numa missão secreta: transportar partes da primeira bomba atômica em 1945. Entretanto, após cumprir sua tarefa, que levou milhões à morte em Hiroshima, um submarino japonês se vinga, torpedeando o navio. As cenas da prévia remetem, claro, a “Titanic”, mas o melhor fica para depois do naufrágio, quando os sobreviventes se veem cercados por tubarões, que lentamente arrancam partes de seus corpos, ao longo de cinco dias de carnificina no mar. Dos mais de mil tripulantes a bordo, apenas 317 sobreviveram. O elenco também inclui Tom Sizemore (“Falcão Negro em Perigo”), Thomas Jane (série “The Expanse”), Matt Lanter (série “90210”) e Cody Walker, o irmão de Paul Walker em seu primeiro papel creditado, após servir de dublê do irmão em “Velozes & Furiosos 7”. O roteiro foi escrito por Cam Cannon (produtor de “A Fúria”) e Richard Rionda Del Castro, dono do estúdio Hannibal Classics, que produz o longa. Mas o destaque é da direção de Mario Van Peebles (“New Jack City”), que dá ao filme a aparência de uma superprodução, mesmo com orçamento limitado.
Deepwater Horizon: Mark Wahlberg enfrenta desastre incendiário em trailer e fotos
Foram divulgados o pôster, as fotos e o primeiro trailer legendado do filme “Deepwater Horizon”, que narra a história real de um desastre marítimo, a explosão da plataforma petrolífera homônima em 2010, que deixou 11 mortos e 16 feridos. A prévia oferece uma montagem curiosa, narrada pela filha do personagem de Mark Wahlberg (“Ted”), que explica para a família, no café da manhã, o que ela entende do trabalho do pai, ao mesmo tempo em que imagens da plataforma alimentam tensão e preparam o público para um incêndio de grandes proporções. O filme volta a juntar Wahlberg com o diretor Peter Berg, que recentemente o comandou em “O Grande Herói” (2013). O roteiro é de Matthew Sand (“Ninja Assassino”) e Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e vai narrar a coragem dos trabalhadores e os momentos extremos de bravura e luta pela sobrevivência diante do incêndio descontrolado que resultou num dos maiores vazamentos de petróleo da História, na bacia do Golfo do México. O elenco também inclui Dylan O’Brien (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Kurt Russell (“Os Oito Odiados”), sua filha Kate Hudson (“O Noivo da Minha Melhor Amiga”), John Malkovich (“Red – Aposentados e Perigosos”), Ethan Suplee (“O Lobo de Wall Street”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e a menina Stella Allen (minissérie “The Astronaut Wives Club”) Ainda sem título em português, “Deepwater Horizon” chega aos cinemas brasileiros em 29 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=u8s5PZ3sKxY












