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    Ator de Pretty Little Liars será o herói Aqualad na série Titãs

    14 de junho de 2019 /

    A série “Titãs” mostrará mais um dos integrantes da formação original do grupo de super-heróis dos quadrinhos. O ator Drew Van Acker, que ficou conhecido pelo papel de Jason DiLaurentis (o irmão de Alison e Spencer) em “Pretty Little Liars”, foi escalado para interpretar Aqualad na produção da plataforma DC Universe. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês, com a inclusão de Dianinha, a Moça-Maravilha, e eventualmente também de Ricardito (Speedy), que, com o tempo, viraram Arsenal e Troia. Outros personagens importantes dessa fase foram Lilith, Rapina e Columba. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash, Aqualad, Tempestade, e Lilith se tornou Sina) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, formada por Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. Aqualad era o único personagem que ainda não tinha sido visto em carne e osso na televisão. “Titãs” incluiu Donna Troy, a Moça-Maravilha, em sua 1ª temporada. E as séries do Arrowverso mostraram Kid Flash e Arsenal. Como a atração do DC Universe não faz parte do Arrowverso, é possível que esses dois personagens também sejam introduzidos com novos intérpretes. Uma curiosidade sobre a escalação de Drew Van Acker é que Aqualad tem sido representado como um personagem negro na série animada da Justiça Jovem, exibida no mesmo DC Universe. O fato da “Titãs” preservar a etnia original do herói contrasta com a recente contratação de uma atriz inglesa negra para viver a vilã branca/asiática Mercy Graves em sua 2ª temporada. Uma possível explicação é que o Aqualad de “Titãs” não é o mesmo de “Justiça Jovem”. A série vai mostrar Garth, fundador dos Titãs, e não Kaldur’ahm, o líder da Justiça Jovem. Após os “Novos 52”, mais recente reboot dos quadrinhos da DC Comics, as publicações “Caça aos Titãs” (Titans Hunt) e “Universo DC Renascimento” (DC Rebirth) voltaram a considerar a cronologia histórica e reuniram mais uma vez os fundadores originais dos Titãs – inclusive Lilith, morta numa minissérie traumática, e Kid Flash, perdido na Força de Aceleração (speed force). Será interessante ver como a série do DC Universe irá abordar a reunião de Garth com Dick Grayson (o Robin, vivido por Brenton Thwaites) e Donna Troy (Conor Leslie), e se outros Titãs originais vão aparecer ao encontro. Criação de Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”), Greg Berlanti (responsável por todas as séries do Arrowverso) e Geoff Johns (cocriador de “The Flash”), “Titãs” tem distribuição no Brasil pela Netflix.

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    Vilã Mercy Graves vai aparecer em Titãs completamente diferente de sua versão em Supergirl

    12 de junho de 2019 /

    A vilã dos quadrinhos Mercy Graves vai aparecer na 2ª temporada de “Titãs” (Titans). E representada por uma triz completamente diferente de todas as intérpretes anteriores da personagem, que tampouco mantiveram um padrão. A assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor foi introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, como uma jovem ruiva dublada por Lisa Edelstein (de “House”). Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a desenharam loira. Até que o reboot de 2011 mudou radicalmente sua etnia, transformando-a em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto (“Wolverine: Imortal”). No ano passado, Mercy ressurgiu na TV como vilã da série “Supergirl” – em versão caucasiana, mas com cabelos morenos e sotaque britânico, na interpretação de Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”). Em “Titãs”, porém, ela será vivida por uma atriz negra, Natalie Gumede. Mas, por outro lado, manterá o sotaque britânico. A participação na série da plataforma DC Universe será o primeiro trabalho americano da inglesa Gumede, que tem várias séries britânicas no currículo, de “Doctor Who” a “Vera”. Em comunicado, os produtores de “Titãs” descreveram Graves como “impiedosa e engenhosa”: “Ela serve ao seu chefe com lealdade inquestionável. Sua conexão com os Luthor é profunda, já que Mercy é uma amiga da família desde a infância do vilão”. O detalhe que chama atenção no texto é a menção a Luthor. Pode significar que a série também terá um novo intérprete para o arqui-inimigo de Superman, após Jon Cryer (“Two and a Half Men”) arrasar no papel na 4ª temporada de “Supergirl”, encerrada em maio passado. Isto pode acabar confundindo os espectadores. De todo, é fácil supor que a participação do supervilão e sua assistente tenha relação com a presença de Superboy, já escalado na 2ª temporada de “Titãs”. Ele será vivido pelo ator australiano Joshua Orpin (“The Neon Spectrum”). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.

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    Foto no Instagram confirma presença de Krypto na série Titãs

    12 de junho de 2019 /

    O ator australiano Joshua Orpin, que vai interpretar Superboy na 2ª temporada de “Titãs”, divulgou uma nova foto de bastidores das gravações que confirma a presença do cachorro Krypto nos novos episódios. Ao lado do close de uma placa de identificação de um cachorro branco, em que se lê o nome Krypto, ele escreveu: “Mais rápido do que um coelho de corrida… mais poderoso do que uma bola de tênis… capaz de pular no seu sofá e roubar o seu lanche”. Conforme vislumbrado na cena pós-créditos da 1ª temporada, “Titãs” vai refletir a origem de Superboy apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). A breve aparição do personagem serviu para mostrar sua fuga do laboratório genético Cadmus, e que ele não fugiu sozinho. O jovem levou consigo um companheiro de experiências: um cachorro branco. A dogtag agora confirma que o animal é mesmo o célebre Krypto, supercão dos quadrinhos da DC Comics. Vale lembrar que o Superboy e o Krypto atuais não tem nenhuma relação com os personagens clássicos dos quadrinhos, que eram, respectivamente, a versão adolescente do Superman e o cachorro enviado para a Terra antes de Kal-El, num teste de foguete do planeta Krypton. O novo Superboy é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O produtor de “Titãs” Greg Walker até já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome numa entrevista. Connor foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a plataforma DC Universe, que exibe “Titãs”, faz até sentido que sua história influencie a abordagem do personagem. Já a participação de Krypto em “Titãs” seguirá uma cronologia que não existe em outras mídias. A atual versão do cachorro nos quadrinhos, pós-“Novos 52”, foi salva por Superman da Zona Fantasma, onde estava desde a destruição do planeta Krypton, e virou o pet da família do herói. Por fim, com os novos episódios Joshua Orpin (“The Blake Mysteries: Ghost Stories”) será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Faster than a speeding rabbit… More powerful than a tennis ball… Able to leap onto the couch and steal your snack… #superdog #whosagoodboy #dcutitans Uma publicação compartilhada por Joshua Orpin (@joshua_orpin) em 11 de Jun, 2019 às 7:46 PDT

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    James Wan diz não entender cancelamento da série do Monstro do Pântano

    9 de junho de 2019 /

    O produtor James Wan finalmente abordou o cancelamento de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. Em mensagem publicada no Instagram, o diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”, que era produtor executivo da série, confirmou seu espanto com a decisão. Ele afirma não saber o que aconteceu. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada, mas posso falar isso: todo o elenco e equipe, e equipes de produção e roteiro derramaram seus corações nisso. Realmente estou orgulho do trabalho duro de todos. Assistam ao episódio 2 e imortalizem esses 10 episódios. O Monstro merece isso”. Não é só James Wan que não sabe e não entende porque a série foi cancelada. A WarnerMedia anunciou a decisão após a estreia do primeiro episódio e não deu informações sobre o motivo. Embora alguns sites tenham embarcado numa especulação de problema contábil, esta informação foi desmentida pelo comitê estadual responsável por incentivar produções realizadas na Carolina do Norte. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games. O cancelamento de “Swamp Thing” indica que este deve ser o destino do pioneiro DC Universe. É de conhecimento amplo que a WarnerMedia decidiu acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão teria sido tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. E o tema continua proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma impediu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Não há declarações oficiais sobre o futuro da plataforma. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrá-la. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Ver essa foto no Instagram Don’t really know or understand why #Swampthing was cancelled, but I can tell you this — all the cast and crew, and producing/writing team poured their hearts into this. Really proud of everyone’s hard work. Go watch episode 2, and immortalize these 10 episodes. Swampy deserves it. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 8 de Jun, 2019 às 6:09 PDT

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    Série do Monstro do Pântano é cancelada após exibição do primeiro episódio

    6 de junho de 2019 /

    A plataforma de streaming DC Universe cancelou “Swamp Thing”, série inspirada nos quadrinhos do personagem Monstro do Pântano, após a exibição do primeiro episódio. A notícia era esperada e não tem nada a ver com a qualidade ou a audiência da série. Ela é consequência de uma reavaliação, por parte dos novos donos da Warner, do investimento na DC Universe. A WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, vem fechando vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado a séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – e este deve ser o destino da pioneira DC Universe. O objetivo da WarnerMedia é acabar com esforços de nicho para se concentrar numa única plataforma de grande porte, que será lançada entre o fim de 2019 e o começo de 2020, para concorrer com Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e outras. Infelizmente, quase nada do que é atualmente produzido em paralelo deverá ser aproveitado no novo serviço, que será voltado ao gosto médio do grande público. Esta decisão foi tomada muito antes da estreia da série do Monstro do Pântano. Em abril, a WarnerMedia mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª temporada gravou apenas 10. Na época, o fato gerou muitas especulações, mas nem a WarnerMedia nem a DC Universe emitiram um comunicado oficial para explicar a decisão. Alguns posts nas redes sociais indicaram que a decisão foi repentina e pegou desprevenida centenas de integrantes da produção, que de uma hora para outra ficaram desempregados. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores da série, Mark Verheiden (“Constantine”), sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da plataforma proibiu que ele respondesse. A lei de silêncio se estende ao destino da própria DC Universe. Entretanto, uma fonte do jornal Star News, da pequena cidade de Wilmington, onde “Swamp Thing” estava sendo gravada, revelou que a interrupção dos trabalhos já seria consequência de discussões para encerrar a plataforma. A pedidos da WarnerMedia, essa informação foi posteriormente retirada do site oficial da publicação. Das outras duas atrações live-action lançadas até agora pela DC Universe, apenas “Titãs” (Titans) foi renovada para uma 2ª temporada. “Doom Patrol”, a série da Patrulha do Destino, encerrou sua 1ª temporada em 24 de maio e não tem seu futuro definido. E para complicar ainda mais a situação, a plataforma ainda possui uma série inédita prevista para 2020: “Stargirl”, que já está sendo gravada – além de um desenho animado da Arlequina, em fase avançada de desenvolvimento. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) e tinha produção de James Wan (o diretor de “Aquaman”), além de incluir entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco incluía Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Com a interrupção da produção, seguida por cancelamento precoce, dificilmente a série terá conclusão. O corte antecipado queima a possibilidade do programa conquistar público e é uma queima arriscada de investimento por parte da WarnerMedia, que chamusca sua relação com o produtor bem-sucedido James Wan, responsável pelo universo de “Invocação do Mal” para a divisão cinematográfica da empresa. Por outro lado, não deixa de ser uma forma de evitar a reação de fãs que acompanhariam a série até os últimos episódios, e que poderiam fazer campanha contra seu cancelamento.

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    Kaley Cuoco divulga nova imagem da série animada da Arlequina

    28 de maio de 2019 /

    A atriz Kaley Cuoco já mergulhou em sua próxima série, após o fim de “The Big Bang Theory”. Ela postou uma imagem no Instagram para marcar a transição, acompanhada por uma risadinha e um aviso para os fãs se prepararem. Veja abaixo. Kaley será a responsável por dublar ninguém menos que a Arlequina na primeira série animada dedicada à personagem. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco vai aproveitar sua experiência como comediante para explorar o timing cômico da vilã, conforme os fãs já puderam conferir num teaser anteriormente divulgado. Outra novidade da produção diz respeito à aparência da Arlequina. Embora o close seja muito fechado, é possível reparar que, assim como a primeira arte liberada, a personagem tem cabelo multicolor e visual próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida” – em vez do estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. E a arte divulgada no Instagram promete uma estreia no outono norte-americano (entre setembro e novembro) na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. Vale lembrar que a Warner negociou a distribuição internacional de “Titãs” (Titans), outra série da DC Universe, com a Netflix. Mas não há informações sobre se o acordo incluiu outras atrações. Ver essa foto no Instagram Hehe get ready ? #yesnormanproductions @thedcuniverse Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) em 28 de Mai, 2019 às 8:29 PDT

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    Novo trailer assustador explica trama da série do Monstro do Pântano

    28 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou mais um pôster e novo trailer de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. E desta vez, além de destacar o clima assustador, que assume o tom de terror, a prévia explica a trama. Na dúvida entre adaptar a origem clássica do personagem dos quadrinhos, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, ou a versão mais visceral de Alan Moore (que criou Constantine) nos anos 1980, os roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) optaram por escrever uma história diferente de ambas. A série produzida por James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) muda perfis de personagens, contexto e até o envolvimento inicial dos protagonistas para valorizar, desde o começo, o papel de Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Neste novo contexto, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland antes dele virar a criatura dos pântanos, eliminando etapas nessa história de a bela e a fera do terror. Além disso, a trama reforça a influência da empresa Sunderland nos acontecimentos macabros do local e inclui um personagem importante da fase de Alan Moore entre os funcionários da companhia: Jason Woodrue, vilão conhecido como Homem-Florônico. Abby é vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganha interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dá vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representa o Monstro do Pântano. Já o Woodrue tem interpretação de Kevin Durand (da série “The Strain”). O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” estreia na sexta-feira (31/5) na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).

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    Conor Leslie compartilha vídeo de seu treinamento para a 2ª temporada de Titãs

    27 de maio de 2019 /

    A atriz Conor Leslie compartilhou em seu Twitter um vídeo e foto de seu treinamento com o laço para as gravações de seu papel como Donna Troy, a Moça-Maravilha, na 2ª temporada de “Titãs” (Titans). Aparentemente, sua participação será ampliada nos próximos episódios, após aprovação unânime dos fãs dos quadrinhos à sua aparição na série. Para se ter noção, nos comentários da rede social, muitos até lamentaram a DC não incorporar os Titãs em seu universo cinematográfico, querendo ver Conor ao lado de Gal Gadot nos filmes da Mulher-Maravilha. A personagem Donna Troy foi criada ainda nos anos 1950 como ajudante/irmã mais nova da Mulher-Maravilha, mas tudo isso foi perdido entre os reboots malucos da DC Comics, que mudaram sua história diversas vezes. O importante é destacar que ela integrou o grupo de heróis que inaugurou a revista da Turma Titã (Teen Titans) em 1965, ao lado de Robin, Kid Flash e Aqualad – numa história de Bob Haney com desenhos de Bruno Premiani. E permaneceu no time por décadas, inclusive quando Marv Wolfman e George Perez reformaram a publicação com novos personagens e um título diferente, Novos Titãs (The New Titans) – a fase abordada pela série. Foi logo depois dessa fase que ela adotou a identidade de Troia e ganhou uma revisão de sua história para justificar os novos poderes. As mudanças, por sinal, abrangeram todos os Titãs originais, com Robin virando Asa Noturna, Ricardito (Speedy) tornando-se Arsenal, Aqualad adotando o nome de Tempestade e Kid Flash assumindo temporariamente o lugar do Flash. A série optou por uma linha temporal diferente da trama conhecida, ao mostrar que, embora ela e Dick Grayson, o Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), sejam velhos conhecidos, eles não formaram os Titãs como nos quadrinhos. Isto porque, na produção, não existiram Titãs antes dos “Novos Titãs”. Os Titãs televisivos oficiais são Robin (Brenton Thwaites), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Mas os episódios também mostraram outros personagens ligados aos quadrinhos dos heróis, como Donna, Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). Criação de Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”), Greg Berlanti (responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW) e Geoff Johns (cocriador de “The Flash”), a série é uma produção da DC Universe, plataforma de streaming da DC Comics nos Estados Unidos, e tem distribuição no Brasil pela Netflix. Day 1 of Lasso Training for Donna ♥️⭐️ @DCUTitans pic.twitter.com/DBC48BURgG — conor leslie (@ConorLeslie) May 24, 2019 pic.twitter.com/wF1Z0VA6XV — conor leslie (@ConorLeslie) May 24, 2019

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    Atriz da série Stargirl comemora aniversário com uniforme da super-heroína

    27 de maio de 2019 /

    A atriz Brec Bassinger (“The Goldbergs”) divulgou em seu Instagram uma foto dos bastidores da série “Stargirl”, em que aparece com o uniforme da super-heroína do título. Ela está com um bolo de aniversário na imagem, porque comemorou seus 20 anos no sábado (25/5) e a equipe fez uma festinha durante as gravações. A série vai mostrar Bassinger como a estudante Courtney Whitmore, que se torna a mais jovem integrante da Sociedade da Justiça da América. Na trama, Courtney é uma adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. Para lançar sua nova heroína, ele juntou vários coadjuvantes e elementos da rica história da DC Comics, buscando ligar Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis (anos 1940). Mas, para a série, decidiu simplificar a trama, mesclando personagens e referências. Isto afeta, inclusive, a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. Mas Johns fez alterações significativas nessa origem para a série, mesclando as duas inspirações numa só. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda incluiu outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas originais dos quadrinhos. Além disso, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Acompanhando Brec Bassinger, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. Atualmente em produção, “Stargirl” teve a estreia adiada para a equipe trabalhar nos efeitos visuais, que não são poucos, já que envolvem muitos super-heróis e supervilões. A expectativa é que tudo fique pronto para um lançamento no primeiro trimestre de 2020. Ver essa foto no Instagram Got to start my 20s on set and I couldn’t have felt happier or more blessed ⭐️??‍♀️? #dcustargirl Xo. Uma publicação compartilhada por Brec Bassinger (@brecbassinger) em 25 de Mai, 2019 às 1:17 PDT

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    Novos trailers da série do Monstro do Pântano são puro terror

    27 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou dois novos trailers de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. As prévias destacam o casal protagonista e principalmente o clima de terror da produção. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série tem produção de James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”). É uma equipe especializada em criar climas assustadores. A trama vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson para valorizar, desde o começo, o papel de Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Abby é vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganha interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), além de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dá vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representa o Monstro do Pântano. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” estreia na sexta-feira (31/5) na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos, com um episódio dirigido pelo cineasta Len Weiseman (“Anjos da Noite”).

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    Crystal Reed se apaixona pelo Monstro do Pântano em novo teaser da série

    12 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou um novo teaser de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. A prévia traz a personagem Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), envolvida por galhos, folhas e mergulhada no pântano de forma sensual, revelando a seu lado, nas sombras, a companhia do monstro do título. Na narração, ela comenta “coisas estranhas que acontecem no pântano” e que “às vezes o homem dos seus sonhos acaba sendo um monstro”. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, para enfatizar a protagonista feminina. Abby Arcane também terá sua introdução modificada, como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”) como o Monstro do Pântano. Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação do 10º capítulo. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem produção do cineasta James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e seu episódio de estreia é assinado por outro diretor de cinema, Len Weiseman (“Anjos da Noite”). A estreia está marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.

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    Produtor Greg Berlanti bate recorde com 18 séries no ar nos EUA

    11 de maio de 2019 /

    O domínio televisivo do produtor-roteirista Greg Berlanti bateu novo recorde. Dois anos após se tornar o produtor com mais séries no ar ao mesmo tempo, ele ampliou essa influência com a aprovação de todos os três pilotos que desenvolveu para a temporada de inverno (fall season). Nos próximos meses, ele atingirá o total de 18 séries exibidas simultaneamente nos Estados Unidos. As novidades da próxima temporada são “Batwoman” e “Katy Keene” na rede The CW e “Prodigal Son” na Fox. Com isso, o produtor entrou na Fox, influenciando a programação de quatro das cinco redes de TV do país. A maior presença se dá na CW, onde Berlanti produz nada menos que nove séries – mais da metade de toda a programação do rede. No outono americano, “Batwoman” e “Katy Keene” vão se juntar a “Arrow”, “Black Lightning”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Riverdale”, “Supergirl” e “All American”. O produtor também tem “God Friended Me” e a novata “The Red Line” na CBS, e “Blindspot” na NBC. Ele também faz sucesso em streaming, com duas séries na Netflix, “You” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” (“Chilling Adventures of Sabrina”), e três na DC Universe: “Titãs” (Titans), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e a vindoura “Stargirl” (prevista para 2020). Duas dessas séries vão acabar em 2020: “Arrow” e “Blindspot”, que foram renovadas para suas últimas temporadas. Mas Berlanti assinou um contrato de US$ 400 milhões com a WBTV (Warner Bros. Television), no ano passado, para se manter ocupado no estúdio desenvolvendo ainda mais atrações – visando, inclusive, o lançamento do serviço de streaming da WarnerMedia em 2020. Ele e Sarah Schechter, diretora executiva da Berlanti Productions, recentemente recrutaram dois executivos de comédias para expandir produções na próxima temporada de desenvolvimento, para a qual o megaprodutor planeja várias novidades. Berlanti abordou seu marco histórico um série de posts no Twitter, em que agradeceu sua equipe pelo sucesso. “Existe um mito nesse negócio que uma pessoa é capaz de fazer tudo. Em minha experiência, isso realmente é um mito. Eu nunca teria nenhum sucesso se não fosse devido às pessoas com quem eu trabalho”, escreveu, elogiando especialmente sua diretora Sarah Schechter, “a contratação mais inteligente da minha vida, que estaria produzindo 18 séries em outro lugar se não estivesse aqui”, além de “todos os showrunners, roteiristas, diretores, equipes, atores, executivos do estúdio e das redes” com quem a Berlanti Productions faz negócios. O executivo ressaltou mais de uma vez que é uma ilusão achar que ele é responsável sozinho pelo sucesso de sua empresa. “Pode parecer, pelo nome da produtora, que eu trabalho mais que todos – talvez eu devesse ter pensado nisso quando a batizei, mas jamais pensei que nos tornaríamos tão grandes. Mas eu não sou mais ocupado que os muitos profissionais talentosos com quem trabalho diariamente”, explicou. “Uma das coisas que me dá mais orgulho na nossa empresa é a nossa dedicação e o apoio a cada um dos nossos criadores e artistas”, ele acrescentou, dizendo que “todos poderiam ter suas próprias séries em qualquer lugar”. Sua função seria dar liberdade para a criatividade fluir e suporte para que os projetos aconteçam. E, com isso, lembrou que “ninguém precisa fazer tudo sozinho”, especialmente um roteirista com uma ideia ótima que não sabe como começar a tirá-la do papel.

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    Série do Monstro do Pântano ganha pôsteres com protagonistas

    8 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou dois pôsteres de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. As imagens trazem os personagens principais, Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), envolvidos por galhos, folhas e insetos do pântano. Os dois são descritos como “Força da Natureza” nos cartazes. Veja abaixo. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, acompanhando Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”) como o Monstro do Pântano. Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem produção do cineasta James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e seu episódio de estreia é assinado por outro diretor de cinema, Len Weiseman (“Anjos da Noite”). A estreia está marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.

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