“Trem-Bala” mantém 1º lugar nas bilheterias dos EUA
O “Trem-Bala” de Brad Pitt manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, graças principalmente à falta de lançamentos de peso, com US$ 13,4 milhões arrecadados em 4.357 cinemas. Com isso, a produção da Sony chegou a US$ 54,2 milhões em 10 dias na América do Norte e a US$ 114,5 milhões em todo o mundo. O filme foi o último grande lançamento de Hollywood no verão norte-americano de 2022 e a falta de blockbusters nas próximas semanas tem preocupado os exibidores. Para complicar, o desempenho de “Trem-Bala” está abaixo do esperado, em parte porque a crítica não entrou à bordo, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. A única estreia ampla do fim de semana foi “A Queda” (Fall), um thriller de aventura sobre um grupo de alpinistas. Mas a produção da Lionsgate, que estreia no Brasil em 29 de setembro, teve um faturamento de apenas US$ 2 milhões em 1.548 locais. Ficou fora do Top 10 e abaixo do terror indie “Morte Morte Morte” (Bodies Bodies Bodies), que entrou em 8º lugar com estimados US$ 3 milhões – apesar de ocupar metade do espaço de “A Queda”. “Morte Morte Morte” chegou em seis salas na semana passada e teve seu circuito ampliado para 928 cinemas neste fim de semana. Dirigido pela atriz e cineasta holandesa Halina Reijn (“Instinto”), o slasher de humor da A24 é estrelado por Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”), Maria Bakalova (“Fita de Cinema Seguinte de Borat”) e Pete Davidson (“O Esquadrão Suicida”), e chega ao Brasil apenas em 6 de outubro. Sem grandes novidades, os exibidores resolveram se voltar novamente para “Top Gun: Maverick”, ampliando seu circuito de 2.760 para 3.181 locais, incluindo salas de projeção premium. Com isso, o filme de Tom Cruise voltou a decolar no ranking, subindo para 3º lugar com US$ 7,1 milhões no fim de semana e praticamente empatando com o 2º colocado, “DC Liga dos Superpets”, que faturou US$ 200 mil a mais. Graças a esse impulso, a produção da Paramount chegou a US$ 673,8 milhões no mercado doméstico e está a um passo de se tornar a 6ª maior bilheteria de cinema de todos os tempos na América do Norte, posição de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 678,8 milhões). Globalmente, “Top Gun: Maverick” soma US$ 1,35 bilhão. Os filmes “Thor: Amor e Trovão” e “Não! Não Olhe” completam o Top 5.
Teaser de “Pennyworth” anuncia chegada da série na HBO Max
A HBO Max divulgou um teaser da série “Pennyworth”, para anunciar que a 3ª temporada estreia em outubro e reforçar que os episódios anteriores chegam na plataforma nesta quinta (11/8). Até então, “Pennyworth” era exibida pelo canal pago Epix nos EUA e exclusiva da Starzplay no Brasil. A série acompanha a juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) e mostra como ele se envolveu com Thomas Wayne (Ben Aldridge) e Martha Kane (Emma Paetz), os futuros pais de Batman. Criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série iniciou sua trama na Inglaterra durante os anos 1960, mas terá um salto temporal nos novos episódios. “A Guerra Civil acabou e a revolução cultural mudou o mundo, para o bem ou para o mal, dando início a uma nova era de super-heróis e supervilões”, diz a sinopse do terceiro ano. O elenco da atração também conta com Simon Manyonda (“His Dark Materials”) no papel de Lucius Fox, que nesta fase é apenas um jovem cientista, e a cantora Paloma Faith como a vilã Beth Sykes. Vale lembrar ainda que a 1ª temporada introduziu ao mundo a talentosa Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. A atriz acabou consagrada como a Princesa Diana na 4ª temporada de “The Crown”.
Kevin Smith critica Warner por cancelar “Batgirl” e manter “Flash”
O cineasta Kevin Smith (“Jay & Silent Bob Reboot”) jogou ainda mais lenha na fogueira da Warner após a polêmica do cancelamento do filme da “Batgirl”. Durante o episódio mais recente do seu podcast “Hollywood Babble-On”, Smith apontou que a escolha se reflete de maneira negativa no estúdio, que opta por cancelar um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra o ator Ezra Miller – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. O cineasta também não acredita nessa história de que o filme é ruim. “Os dois diretores [Bilall Fallah e Adil El Arbi] que dirigiram esse filme fizeram alguns episódios de ‘Ms. Marvel’, e foi uma série maravilhosa. E eles tinham mais dinheiro para fazer ‘Batgirl’ do que para fazer um episódio de ‘Ms. Marvel’ e outras coisas”, disse ele. Vale lembrar que Smith não é estranho ao universo das super-heroínas, tendo dirigido alguns episódios da série “Supergirl”. “Eu amo todos a séries da CW, mas as séries da CW mostram suas restrições orçamentárias”, disse Smith. “Eles disseram que ‘Batgirl’ parecia muito barato porque era um filme de US$ 90 milhões. Como você faz um filme barato de US$ 90 milhões? Se parecia um pouco melhor do que um episódio de ‘Arrow’, por que não pudemos ver isso?” Assista abaixo ao episódio do podcast “Hollywood Babble-On”.
“Trem Bala” estreia em 1º lugar, mas não dispara nos EUA
O thriller de ação “Trem Bala”, que transforma Brad Pitt numa espécie de John Wick, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 30,1 milhões. Mas a Sony não está comemorando a vitória, porque o filme custou US$ 90 milhões e teve uma largada de locomotiva a vapor. A performance foi praticamente idêntica no mercado internacional, com US$ 32,4 milhões, que se somou à arrecadação doméstica para atingir US$ 62,5 milhões em todo o mundo. A expectativa era atingir pelo menos o dobro e agora a torcida é não perder impulso nas próximas semanas para evitar prejuízo. O problema é que a crítica não entrou nesse trem, considerando o longa medíocre – teve apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Trem Bala” foi dirigido por David Leitch, que já atuou como dublê de Pitt antes de passar a comandar filmes como, justamente, o primeiro John Wick e outras produções marcadas por cenas de ação, o que também é o forte da atual produção. O fim de semana trouxe apenas mais uma estreia ampla na América do Norte: “Easter Sunday”, um filme de Páscoa fora de época, que abriu em 8º lugar com US$ 5,3 milhões – mas custou só US$ 17 milhões para a Universal. “DC Liga dos Superpets” ficou em 2º lugar com US$ 11,2 milhões, chegando a US$ 45,1 milhões domésticos e US$ 83,4 milhões mundiais depois de duas semanas – mais um resultado decepcionante diante de um orçamento de produção de US$ 90 milhões. Ainda inédito nos cinemas brasileiros, “Não! Não Olhe!” ficou em 3º com US$ 8,5 milhões. Em seu terceiro fim de semana, o suspense de disco voador de Jordan Peele já tem US$ 97,9 milhões nas bilheterias domésticas, o que é impressionante para um filme 100% original, sem nenhuma ligação com franquia preexistente. Seu lançamento internacional começa nesta semana e a estreia no Brasil está marcada para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” e “Minions 2: A Origem de Gru” completam o Top 5, com US$ 7,6 milhões e US$ 7,1 milhões, respectivamente. Isso leva a produção da Marvel a US$ 316,1 milhões nos Estados Unidos, enquanto o spin-off de “Meu Malvado Favorito” chega a US$ 334,6 milhões no mercado interno. No mercado internacional, porém, “Minions 2” abriu uma distância muito grande sobre “Thor 4”. A animação acaba de ultrapassar US$ 900 milhões de faturamento, enquanto o super-herói ainda avança para os US$ 700 milhões. Por falar em marcas, “Top Gun: Maverick” superou “Titanic” neste fim de semana como a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos, atingindo US$ 662 milhões em vendas de ingressos. Em todo o mundo, já são US$ 1,35 bilhão. Em sua 11ª semana em cartaz, o filme está em 6º lugar e adicionou mais US$ 7 milhões em sua conta, ampliando seu recorde como maior sucesso da carreira de Tom Cruise. E como o astro também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos.
Chefão da Marvel presta solidariedade aos diretores de “Batgirl”
O chefão da Marvel, Kevin Feige, enviou uma mensagem de apoio e solidariedade aos diretores de “Batgirl”, Adil El Arbi e Bilall Fallah, após terem o filme engavetado pela Warner Bros. Discovery. El Arbi compartilhou a mensagem nos Stories de seu Instagram, agradecendo ao carinho. “Meus amigos, eu tive que entrar em contato e informar que estamos todos pensando em vocês dois”, escreveu Feige para Arbi e Fallah. “Por causa das notícias maravilhosas sobre o casamento (parabéns!) e as notícias decepcionantes sobre ‘Batgirl’. Muito orgulhoso de vocês e de todo o trabalho incrível que vocês fazem e particularmente ‘Ms. Marvel’, é claro! Mal posso esperar para ver o que vem a seguir para você. Espero vê-los em breve”, completou. “Obrigado irmão Kevin”, respondeu El Arbi. A relação deles com Feige foi estabelecida quando dirigiram dois episódios da série “Ms. Marvel” para a Disney+. Ambos os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam das más notícias sobre seu trabalho em “Batgirl”. Além de Feige, vários outros colegas se manifestaram e eles agradeceram as mensagens no Instagram. “Obrigado por todas as mensagens de apoio em todo o mundo”, escreveu El Arbi. “Um abraço aos diretores Edgar Wright e James Gunn, suas amáveis palavras e experiências significaram muito e nos ajudaram neste período difícil.”
CEO da Warner Bros. Discovery decreta fim dos filmes exclusivos da HBO Max
O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, foi duro e firme na apresentação do desempenho trimestral da empresa para o mercado, nesta quinta (4/8), ao abordar a controversa decisão de cancelar os lançamentos de “Batgirl” e da continuação de “Scooby! O Filme”. “Não vamos lançar um filme até que esteja pronto”, disse Zaslav durante a parte de perguntas e respostas da teleconferência. “E não vamos lançar um filme a menos que acreditemos nele.” A decisão de engavetar os dois longas-metragens quase concluídos – em especial um filme da DC com um orçamento de US$ 90 milhões – surpreendeu a indústria em geral nesta semana. Durante a apresentação, Zaslav reforçou que sua visão é oposta a da antiga administração da WarnerMedia. O antigo chefe, Jason Kilar, sacudiu o mercado por lançar blockbusters simultaneamente no cinema e na HBO Max durante a pandemia. Mas o novo chefe é radicalmente contrário a iniciativas do gênero. Vai até mais longe que isso. “Essa ideia de lançar filmes caros direto em streaming… não conseguimos encontrar um argumento econômico para isso, então estamos fazendo uma mudança estratégica”, disse Zaslav. Ao cancelar “Batgirl” ele diz pretender valorizar os super-heróis da DC – incluindo Batman, Superman e Mulher-Maravilha – como peças centrais para a estratégia de conteúdo mais ampla da empresa. “São marcas conhecidas em todo o mundo”, disse. O CEO foi enfático ao elogiar os próximos lançamentos de super-heróis, dizendo que “Adão Negro”, “Shazam! Fúria dos Deuses” e até “The Flash” “são incríveis” e que a Warner Bros. Discovery pode “fazer ainda melhor” no futuro. “Vamos abraçar totalmente o cinema, pois acreditamos que isso cria interesse e demanda, fornece um grande evento de marketing e gera burburinho, boca-a-boca, que acompanha os filmes quando passam para o streaming e além”, acrescentou. “Temos uma visão diferente sobre lançar filmes diretamente em streaming e tomamos algumas medidas agressivas para corrigir a estratégia anterior.” Durante a apresentação, o CFO Gunnar Wiedenfels citou a estratégia impulsionada pela liderança anterior da WarnerMedia – ou seja, Jason Kilar e Ann Sarnoff – para financiar “filmes selecionados direto para HBO Max” como algo que não se sustenta financeiramente. Além dos quase concluídos “Batgirl” e “Scoob!: Holiday Haunt”, ele citou o filme dos “Super Gêmeos”, abortado em fase de desenvolvimento, como “exemplos de filmes de streaming que não se encaixam nessa nova abordagem estratégica”. Wiedenfels afirmou que cancelar esses projetos foi uma “decisão difícil”, mas a empresa está “comprometida em ser disciplinada sobre uma estrutura que oriente nosso investimento para obter o máximo retorno”. Não houve menções a novos cortes, mas todos os projetos caros desenvolvidos exclusivamente para streaming devem ser paralisados. Isto inclui produções anteriormente anunciadas da DC Comics, como filmes de Supergirl e Zatanna. Por ter agradado durante a produção e conquistado uma vaga no calendário de lançamentos cinematográficos, “Besouro Azul”, que marca a estreia de Bruna Marquezine em Hollywood, estaria seguro – ao menos, enquanto Zaslav “acreditar nele”.
Lady Gaga se confirma em “Coringa 2”
A cantora e cada vez mais atriz Lady Gaga se confirmou na sequência do filme “Coringa” com a postagem de um teaser da produção em suas redes sociais, em que aparece dançando com Joaquin Phoenix. Intitulado em inglês “Joker: Folie à Deux”, a produção começará a ser filmada em dezembro para chegar aos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o lançamento do primeiro filme. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com a direção de Todd Phillips. O cineasta revelou que tinha terminado o roteiro, em parceria com Scott Silver, no começo de junho. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deve ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Joker: Folie à Deux10.04.24 pic.twitter.com/obp7T9lBFL — Lady Gaga (@ladygaga) August 4, 2022
Atriz de “Batgirl” se manifesta sobre cancelamento do filme
Um dia depois do cancelamento da estreia de “Batgirl”, a atriz Leslie Grace, estrela da produção, manifestou-se sobre a decisão da Warner Bros. Discovery no Instagram. Fugindo de críticas ao estúdio, a estrela de “Em um Bairro em Nova York” optou por um tom positivo, celebrando seus colegas no projeto e os fãs que a apoiaram no papel. “Querida família! No rastro das notícias recentes sobre nosso filme ‘Batgirl’, eu tenho orgulho do amor, trabalho duro e a intenção que todo o nosso incrível elenco e incansável equipe colocaram nesse filme ao longo de sete meses na Escócia. Eu me sinto abençoada por ter trabalhado entre grandes e forjado relacionamentos que durarão por uma vida, nesse processo. A cada fã de Batgirl: Obrigado! Por seu amor e por acreditar, me permitindo assumir a capa e me tornar, como diz Babs, ‘minha própria heroína’. Batgirl para sempre”, escreveu a atriz. A atriz estava entusiasmada com o projeto e chegou a dar uma entrevista sobre os planos para uma possível continuação. Já filmado, o filme será engavetado pela Warner e não ganhará sequer exibição em streaming. A decisão seria consequência da estratégia da nova administração do estúdio, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para a HBO Max, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. A decisão pegou a todos de surpresa. Os diretores do filme também se manifestaram na quarta (3/8), dizendo-se “chocados”. Mas logo o assunto extrapolou a produção do filme, conforme assinantes começaram a constatar o sumiço de alguns filmes originais da plataforma sem aviso prévio. O desaparecimento dos Max Originals alimentou boatos sobre o fim da plataforma, que encontraram eco no silêncio completo da empresa sobre o assunto. Diante do caos, as atenções estão todas voltadas para a apresentação dos relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da Warner Bros. Discovery, que vai acontecer nesta quinta-feira (4/8), quando se espera que o CEO David Zaslav aborde o destino do serviço de streaming. Sabe-se que Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – ou seja, o anúncio será acompanhado por uma grande leva de demissões. Mas os detalhes estão sendo mantidos em sigilo até o pronunciamento oficial, que em sua demora tem levado os assinantes da HBO Max ao desespero. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leslie Grace (@lesliegrace)
James Gunn garante que “Pacificador” não foi cancelado
O cineasta James Gunn usou o Twitter para acalmar os fãs e garantir que 2ª temporada de “Pacificador” está garantida. “A segunda temporada de Pacificador está segura?”, perguntou um fã na rede social. “Sim, gente. Calma”, respondeu Gunn. Por se tratar de um produto original da HBO Max, os fãs estão claramente preocupados com o destino da série. Não é uma preocupação à toa, porque produções exclusivas da HBO Max sumiram da plataforma na quarta-feira (3/8), um dia depois do cancelamento da estreia do filme “Batgirl” – que foi engavetado, mesmo já tendo sido todo filmado. Com boatos sobre o fim da plataforma circulando nas redes sociais e o silêncio completo da empresa sobre o assunto, as atenções agora se voltam para a apresentação dos relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da Warner Bros. Discovery, que vai acontecer nesta quinta-feira (4/8), quando se espera que o CEO David Zaslav aborde o destino do serviço de streaming. Sabe-se que Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – ou seja, o anúncio será acompanhado por uma grande leva de demissões. Mas os detalhes estão sendo mantidos em sigilo até o pronunciamento oficial, que já demora a acontecer e leva os assinantes da HBO Max ao desespero. Na ausência de porta-vozes oficiais, está cabendo a cineastas, como Gunn, acalmar o público. Yes, guys, calm down. — James Gunn (@JamesGunn) August 2, 2022
Ben Affleck teria substituído Batman de Michael Keaton em “Aquaman 2”
As fotos compartilhadas por Jason Momoa na sexta passada (29/7), que flagravam seu reencontro com o ator Ben Affleck nos bastidores dos estúdios da Warner Bros, ganharam explicação. Em uma reportagem sobre o cancelamento da estreia de “Batgirl”, a revista The Hollywood Reporter mencionou uma diminuição do papel de Michael Keaton nos novos filmes do estúdio. Originalmente, Keaton deveria reaparecer como Batman em “The Flash”, mas confusões em série arranjadas pelo ator Ezra Miller, intérprete do herói, fizeram a Warner adiar a estreia da produção. Testemunhas ouvidas pela publicação afirmam que Keaton também filmou uma participação em “Aquaman 2” (ou “Aquaman e o Reino Perdido”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas depois de “The Flash”, mas a ordem acabou invertida. Ao perceber a confusão do público em relação a identidade do novo Batman, durante exibições testes, a Warner teria resolvido remover o ator e substituí-lo por Affleck. Keaton teria ainda mais importância em “Batgirl”, servindo como mentor para a heroína interpretada por Leslie Grace. Mas a produção foi totalmente descartada. Agora, o intérprete do Batman de 1989 só será visto em “The Flash”, que corre risco de fazer companhia a “Batgirl” nos arquivos trancados da Warner. O fato é que o adiamento do filme do velocista e o cancelamento da produção da heroína de Gotham mudaram todo o planejamento original da DC Films, que pretendia substituir Affleck por Keaton depois de “The Flash”. A ideia era tornar o Batman do ator responsável por conectar os futuros filmes da DC, assim como o Nick Fury de Samuel L. Jackson fez com as produções da Marvel que culminaram em “Os Vingadores” em 2010. Até segunda ordem, Ben Affleck continua como o Batman dos filmes do DCU (Universo Cinematográfico da DC), independente do sucesso do novo filme solo do herói estrelado por Robert Pattinson.
“Coringa 2” ganha data oficial de estreia
A Warner Bros. anunciou a data de lançamento de “Coringa 2”. Intitulado em inglês “Joker: Folie à Deux”, a produção chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2024 nos EUA – exatamente cinco anos após o lançamento do primeiro filme. A sequência do sucesso de bilheteria de 2019 contará novamente com o ator Joaquin Phoenix no papel principal e com a direção de Todd Phillips. O cineasta revelou que tinha terminado o roteiro, em parceria com Scott Silver, no começo de junho. A revista Variety publicou que, para convencer Phoenix a atuar mais uma vez como Arthur Fleck, a Warner ofereceu-lhe um salário de US$ 20 milhões. Isto equivale a metade do orçamento completo do “Coringa” original. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a produção deve ser apresentada como um musical e pode contar com ninguém menos que Lady Gaga no papel de Arlequina. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. O timing da revelação da data de lançamento chama atenção por acontecer no momento em que veio à tona o descarte de “Batgirl”. A Warner decidiu não lançar o filme, apesar de as filmagens terem sido completadas. Os diretores do filme, Adil El Arbi e Bilall Fallah, dizem que ficaram “chocados” com o cancelamento abrupto.
Diretores de “Batgirl” ficam chocados com decisão da Warner de não lançar filme
A Warner Bros Discovery confirmou oficialmente a decisão de não lançar o filme “Batgirl” após ele ser inteiramente filmado, ao custo de no mínimo US$ 80 milhões, e encontrar-se em pós-produção. O estúdio justificou o cancelamento da estreia como consequência da fusão da Warner com a Discovery. A nova administração do conglomerado estabeleceu uma mudança de prioridades, que é radicalmente oposta da anterior em relação à produção de filmes para streaming. Agora, se os filmes não tiveram estrutura para garantir boas bilheterias, eles não serão feitos nem lançados para não queimar franquias que poderiam chegar ao cinema. Além de “Batgirl”, o estúdio também engavetou a produção de “Scoob! Holiday Haunt”, continuação do longa animado “Scooby! O Filme” (2020) pelos mesmos motivos. “A decisão de não lançar ‘Batgirl’ reflete a mudança estratégica de nossa liderança no que se refere ao universo DC e HBO Max”, disse um comunicado da empresa. “Leslie Grace é uma atriz incrivelmente talentosa e essa decisão não é um reflexo de sua atuação. Somos incrivelmente gratos aos cineastas de ‘Batgirl’ e ‘Scoob! Holiday Haunt’ e seus respectivos elencos e esperamos colaborar com todos novamente em um futuro próximo.” Diante do anúncio, os diretores de “Batgirl”, Adil El Arbi e Bilall Fallah, resolveram se manifestar. Em um post em seu Instagram, os cineastas de “Bad Boys para Sempre” (2020), que recentemente trabalharam na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+, lamentaram a decisão e se disseram “chocados”. “Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não podemos acreditar. Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja mostrado ao público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que os fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver e abraçar o filme final”, disse a dupla no comunicado conjunto. “Nosso elenco e equipe incríveis fizeram um trabalho tremendo e trabalharam duro para dar vida à ‘Batgirl’. Somos eternamente gratos por termos feito parte dessa equipe. Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, JK Simmons, Brendan Fraser, Jacob Scipio, Corey Johnson, Rebecca Front e principalmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade”, continuaram, assinando o post com “Batgirl for Life”. Ambos os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam das más notícias sobre seu trabalho. O cancelamento aconteceu após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adil El Arbi (@adilelarbi)
Bomba! Filme da Batgirl é descartado pela Warner quase pronto
O jornal americano New York Post publicou com exclusividade nesta terça (2/8) que o filme “Batgirl” foi totalmente descartado pela Warner. Apesar de quase pronto, ele não será lançado nos cinemas nem exibido em streaming. Segundo as fontes da publicação, as exibições testes para o público foram um desastre completo. O filme teria sido tão mal recebido que o estúdio considerou engavetá-lo para não prejudicar a marca e o universo das produções de Batman. “Eles acham que a indescritível ‘Batgirl’ não tem remédio”, disse a fonte. Os sites Deadline, Variety e The Hollywood Reporter confirmaram o engavetamento, que torna “Batgirl” o maior desperdício de dinheiro da história de Hollywood. O filme supostamente custou US$ 70 milhões para ser produzido – embora a fonte do New York Post afirme que a Warner acabou gastando mais de US$ 100 milhões. Mas a explicação para o cancelamento é diferente nas publicações voltadas à cobertura de cinema: seria consequência da estratégia da nova administração da Warner, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para o streaming, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. Apesar de a sinopse não ter sido revelada, o filme deveria contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. A personagem-título tinha interpretação de Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira aparição de uma Batgirl negra e latina em qualquer mídia. E o elenco contaria com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, além de trazer Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash. O roteiro era de Christina Hodson, que não brilhou em “Aves de Rapina” e também assina o vindouro filme do Flash. Já a direção foi assinada pela dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (“Bad Boys para Sempre”), que recentemente trabalhou na elogiada série “Ms. Marvel” na Disney+. O cancelamento acontece após “Batgirl” passar batido, sem nenhuma menção, no painel da Warner durante a Comic-Con Internacional, que aconteceu em San Diego em julho. Já na ocasião, a ausência deste e de outros projetos baseados nos quadrinhos da DC chamou muita atenção. Outro detalhe importante é que o responsável por autorizar o filme já não está mais na Warner. Quando era presidente do estúdio, Toby Emmerich encomendou a produção inicialmente para o streaming, mas depois passou a considerar uma exibição cinematográfica, refletindo a mudança de status de “Besouro Azul”, outra adaptação de quadrinhos que também começou como filme da HBO Max e virou prioridade cinematográfica. Mas Emmerich deixou o cargo em junho para formar sua própria produtora, após a Warner Bros. se fundir com a Discovery. O novo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, substituiu o executivo por Michael De Luca e Pam Abdy, ambos ex-MGM, com a missão de focar em lançamentos para o cinema.











