Love Is_ é cancelada após denúncia de plágio e abuso sexual do produtor
O canal pago americano OWN cancelou a série “Love Is_”, que não terá 2ª temporada. A decisão foi consequência de uma denúncia de abuso contra o criador da atração, Salim Akil (criador também da série do herói “Raio Negro”). A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusou o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de “Love Is_”. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner, que produz “Love Is_” e “Black Lightning” (a série do Raio Negro), nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, por isso ele segue trabalhando enquanto o estúdio investiga os méritos da acusação. Como a denúncia foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela de outros casos que causaram demissões de produtores. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter tido a ideia de “Love Is_”, roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processou também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.
Netflix anuncia renovação confusa de O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/12) a renovação da série “O Mundo Sombrio de Sabrina” para mais uma – não se sabe qual – temporada. Vamos por partes. A divulgação de “Sabrina” está seguindo o formato adotado em “La Casa de Papel”. Lembrem-se que a plataforma dividiu a 1ª parte da série espanhola em duas partes e, em vez de anunciar a 2ª temporada, noticiou a produção da Parte 3. O mesmo está acontecendo com a série da bruxinha dos quadrinhos. Após os 10 episódios anunciados como 1ª temporada, que foram seguidos por um especial de Natal, a Netflix lançou o trailer da “Parte 2”. E agora revelou ter renovado a série para as Partes 3 e 4. Confuso? Muito. Não está claro se são duas temporadas dividida em duas partes (prática comum na TV, que rende o termo “midseason”) ou se são quatro temporadas de 10 a 8 episódios cada. Isso faz diferença? Na hora do planejamento narrativo e da renovação para novos capítulos faz. Quando chegar a hora de decidir a continuação da série, serão anunciadas as partes 5 e 6 juntas? E se essa nomenclatura de “partes”, em vez de temporadas, for adotada para mais séries? Estaria a Netflix tentando estabelecer um novo padrão para o formato de produção de séries? Se há perguntas é porque há dúvidas. E a clareza sempre é preferível para se relaxar e aproveitar melhor qualquer produto. Os detalhes dessa renovação particionada revelam que as Partes 3 e 4 terão menos episódios, oito cada. Isto provavelmente pode significar que foi feita uma provisão para mais um ou dois especiais de Sabrina no fim do próximo ano. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que continua adolescente como na época de sua atração anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). As novas partes ainda não tem data de estreia, mas a Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.
Foto mostra visual uniformizado de Rajada, nova heroína da série de Raio Negro
Demorou, mas a atriz China Anne McClain vai finalmente vestir traje de super-herói na série “Black Lightning”. Sua personagem Jennifer Pierce, filha do Raio Negro, vai assumir a identidade de Rajada (Lightning) na segunda metade da 2ª temporada. E a rede CW disponibilizou a primeira imagem da heroína uniformizada. Os poderes de Jennifer, cada vez mais desenvolvidos, são uma das surpresas da nova temporada da série do Raio Negro, que encerrou a primeira metade de sua temporada nesta semana. A atração retorna com novos episódios em 21 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, os episódios são disponibilizados pela Netflix.
Referências a John Diggle como Lanterna Verde vão continuar após Elseworlds
Batwoman chamou mais atenção, mas outro super-herói famoso também pode ter sido introduzido em “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Ninguém menos que o Lanterna Verde. A introdução não foi explícita. Apenas sugerida. Mas sua repercussão pode render desdobramentos que nem os produtores das séries previam, como a inclusão do herói no Arrowverso. Um dos principais easter eggs da produção ocorreu quando Superman (Tyler Hoechlin) chega na Terra 1 e cumprimenta John Diggle (David Ramsey) pelo primeiro nome como se fosse bastante íntimo, perguntando-lhe porque não estava usando seu anel. A produtora de “Arrow”, Beth Schwartz, confirmou a referência. Não só isso. Ela revelou que as alusões a John Diggle como o Lanterna Verde John Stewart vão continuar aparecendo no Arrowverso. No entanto, ela não garante que o personagem se tornará o Lanterna Verde. “Vamos continuar. Nós estamos empolgados com essa referência. Mas eu não sei o que realmente vem pela frente”, contou a showrunner, em entrevista ao site ComicBook. Na mesma entrevista, o showrunner de “The Flash”, Todd Helbing, completou a informação, revelando que não “há nada escrito” sobre o Lanterna Verde no Arrowverso. Ainda. Nos quadrinhos, Hal Jordan, o Lanterna Verde original, era o melhor amigo de Oliver Queen, o Arqueiro Verde, e os dois chegaram a dividir a mesma revista durante os anos 1970 – publicação que marcou época, ao revelar Ricardito (Speedy) como viciado em drogas. John Stewart surgiu por volta dessa época, em 1971, quando o artista Neal Adams sugeriu criar um um Lanterna Verde substituto, durante uma crise de identidade de Jordan. A decisão de tornar o personagem negro foi tomada junto com o editor Julius Schwartz. E isso fez do novo Lanterna Verde o primeiro herói negro da DC Comics, seis anos antes do lançamento do Raio Negro (protagonista da série “Black Lightning”). Originalmente, o personagem era um arquiteto. Mas sua origem foi “corrigida” nos reboots da DC para lhe dar um passado militar. Exatamente como John Diggle. Após registrar as maiores audiências das séries de super-heróis da rede CW em 2018, “Elseworlds” chega ao Brasil neste domingo (16), com exibição dos três episódios consecutivos no canal pago Warner.
Remake da série sci-fi Roswell ganha novo trailer, pôster e imagens dos personagens
A rede The CW divulgou o pôster, uma coleção de imagens dos personagens e um novo trailer do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. Mas o elenco é repleto de atores conhecidos de séries adolescentes e sobrenaturais. A prévia revela as diversas mudanças e similaridades entre o remake e o original, ao mostrar a mesmíssima história, mas com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas eram adolescentes que frequentavam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. Há até uma fala que remete diretamente à música-tema da antiga atração, “Here with Me”, de Dido – quando o protagonista diz “You’ve asked me what I am”, Dido responderia: “Oh I am what I am”… A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que afirmou ter o objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies”. Ela também produz a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.
Elseworlds: Super-heróis têm maior audiência do ano com crossover, que estreia domingo no Brasil
O crossover “Elseworlds” rendeu as maiores audiências das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em 2018 nos Estados Unidos, com o episódio final registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Contando uma história completa, a atração introduziu Batwoman (Ruby Rose), Lois Lane (Elizabeth Tullock) e o Monitor (LaMonica Garrett) no Arrowverso, e será exibida neste domingo (16/12) no Brasil. A história também funcionou como midseason finale para as três séries, que só voltarão a ter novos episódios a partir da segunda metade de janeiro. E ainda serviu de aperitivo para o próximo grande crossover dos super-heróis: “Crise nas Infinitas Terras”, anunciado nos momentos finais de “Elseworlds”.
Trailer da midseason de Riverdale mostra romance entre Reggie e Veronica
“Riverdale” entrou em pausa de fim de ano. Mas para aguçar a ansiedade, a rede CW divulgou um trailer que revela algumas das reviravoltas do próximo episódio. A prévia mostra Archie (KJ Apa) de volta a Riverdale e em busca de vingança contra Hiram Lodge (Mark Consuelos). E ele chega bem a tempo, já que : Reggie (Charles Melton) e Veronica (Camila Mendes) parecem prestes a se beijar. Esse envolvimento sai das páginas dos quadrinhos que inspiraram a série. Nas publicações, Reggie é apaixonado por Veronica, o que o transforma no rival mais tradicional de Archie. Em várias edições, ele juntou forças com Betty para separar o casal, sempre se dando mal. A série retorna com episódios inéditos de sua 3ª temporada em 16 de janeiro, inclusive no Brasil, onde é exibida pelo canal pago Warner.
Supernatural: Jeffrey Dean Morgan vai voltar para o episódio 300 da série
O ator Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”) vai retomar um de seus primeiros papéis importantes na televisão. Ele voltará a interpretar John Winchester, o pai de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), em “Supernatural”. A participarão acontecerá para marcar a exibição do episódio de número 300 da série. Jeffrey Dean Morgan viveu o pai dos irmãos Winchester ao longo de 12 episódios nas primeiras temporadas de “Supernatural”. Sua última aparição foi na season finale da 2ª temporada, em 2007. Depois disso, ele ainda fez uma participação vocal, gravando sua voz para um capítulo da 3ª temporada. Mas sempre disse que toparia voltar, tendo virado grande amigo de Jensen Ackles durante a produção. Não por acaso, Dean já apareceu com Lucille, o bastão de Negan, em “Supernatural”, brincando que era uma antiga arma do pai. O produtor executivo de “Supernatural, Andrew Dabb”, anunciou a participação num comunicado, adiantando também que o episódio especial terá outras surpresas. “Estamos muito animados em ter Jeffrey de volta neste episódio que é um marco e acho que os fãs vão adorar o que temos planejado para este personagem… e algumas outras aparições surpresas”. As gravações do 300º episódio estão acontecendo neste momento em Vancouver, no Canadá, mas ainda não há sinopse divulgada da história. Intitulado “Lebanon”, o episódio especial vai ao ar em 7 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Jeffrey Dean Morgan também poderá ser visto em fevereiro como Negan em “The Walking Dead”, que retoma a segunda metade de sua 9ª temporada na mesma semana, em 10 de fevereiro.
DC anuncia seu próximo crossover de séries de super-heróis: Crise nas Infinitas Terras!!!
O final de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, apresentou um anúncio-surpresa que deve ter derrubado os fãs de quadrinhos de suas poltronas. Pela primeira vez, a rede CW resolveu antecipar o título de seu próximo crossover. E com a antecedência de um ano! Isto porque não será um crossover qualquer, mas o maior de todos os crossovers da DC Comics, aquele que originou o primeiro reboot da história dos quadrinhos… “Crise nas Infinitas Terras”. Só o título é capaz de arrepiar o fanboy mais enrustido. Toda a preparação de “Elseworlds” parecia se encaminhar para esse projeto. Por conta dos personagens envolvidos no crossover deste ano e das pistas despejadas em “The Flash”, a Pipoca Moderna (quem mais?) cravou em setembro que “Crise nas Infinitas Terras” seria o próximo grande evento das séries de super-heróis da DC. Para quem não lembra, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” foi concebida com o objetivo simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A ideia era juntar todos os personagens de Terras paralelas num mesmo universo coeso, que se reiniciaria após o desfecho do evento. Por sinal, a mesma confusão vem marcando as séries da rede CW, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões na única Terra remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança das outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, um homem chamado Krona foi responsável por criar o Multiverso, num momento que também originou duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A cargo do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez (mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980), a história de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. Os dois super-heróis fazem parte do atual universo televisivo da DC Comics – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da editora. O principal sinal de que a equipe do produtor Greg Berlanti cometeria a ousadia de adaptar essa trama épica surgiu quando o ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) foi escalado para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor, em “Elseworlds”. Menos evidente, outra pista veio com a inclusão de um personagem secundário entre os criminosos vistos no Asilo Arkham, na segunda parte de “Elseworlds”: o Pirata Psíquico, que foi vivido por Bob Frazer (do terror “1922”). Nos quadrinhos, o vilão é o único habitante da Terra que se lembra do multiverso após o reboot da “Crise”. Isso o enlouquece. Mas há outro detalhe importante em relação ao personagem no universo televisivo da DC Comics: ele foi citado em “The Flash” muito antes de estrear em “Elseworlds”. A famosa reportagem de um jornal do futuro sobre o desaparecimento do herói após uma Crise, evocada desde a 1ª temporada e retomada na 5ª e atual de “The Flash”, refere-se a Roger Hayden, identidade do Pirata Psíquico, como alguém que “afirma se lembrar dos acontecimentos”. O artigo sempre revisto pelo herói no computador de Gideon afirma que o vilão “disse após sua prisão: ‘Mundos viveram, mundos morreram. Nada será como antes.'” O último episódio de “Elseworlds” foi ao ar na noite de terça (11/12) nos EUA e os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner. Já o próximo crossover, “Crise nas Infinitas Terras”, só será transmitido no final de 2019. Até lá, muitas teorias, especulações e até informações verdadeiras alimentarão a ansiedade dos fãs. A principal dúvida, claro, é se o tamanho épico da história irá se limitar ao universo televisivo da rede CW ou incluirá também os heróis da plataforma DC Universe, cujas séries compartilham o mesmo produtor, Greg Berlanti. Já imaginaram? Com ou sem “Titãs” e cia., “Crise nas Infinitas Terras” promete ser o maior crossover televisivo de todos os tempos. Na verdade, isto é o mínimo que se espera dessa história. Veja abaixo o logo oficial do evento em captura de tela e lembre de um tributo já feito à história clássica num pôster da 2ª temporada de “Supergirl”.
Elseworlds: Superman enfrenta sua versão de preto no trailer do final do crossover
A rede The CW divulgou o trailer e um novo vídeo de bastidores da terceira e última parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a luta entre Superman (Tyler Hoechlin) e sua versão de uniforme preto, criada por interferência do Monitor (LaMonica Garrett) para testar como os heróis enfrentam realidades diferentes e prepará-los para uma vindoura “crise”. As diferentes realidades são extraídas das páginas do livro do Destino, que os leitores dos quadrinhos devem relacionar à trama de “Sandman” escrita por Neil Gaiman. Como Constantine faz parte do Arrowverse, esse contrabando da Vertigo (a linha de quadrinhos adultos da DC) acaba justificado. O livro é responsável pela criação de realidades alternativas, que dão título ao crossover. “Elseworlds” é nome de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo explora essas realidades alternativas como introdução de elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que definitivamente está no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” encerra sua história nesta terça (11/12), com a exibição do episódio de “Supergirl” nos EUA. Os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner.
Estreia de Batwoman no crossover Elseworlds gera clamor pela série solo da heroína
A estreia de Batwoman no crossover “Elseworlds” foi recebida com unanimidade pelo público americano, que logo após a exibição do episódio de “Arrow”, na noite de segunda (10/12), rasgou elogios para a atriz Ruby Rose nas redes sociais. “Estou totalmente à bordo da série de Batwoman com Ruby Rose”, escreveu um. “O pouco tempo que ela apareceu já me convenceu: Ruby Rose é a Batwoman”, acrescentou outro. “Eu até viro gay para Ruby Rose naquele uniforme”, disse uma fã já apaixonada. “Batwoman é sensacional. Eu quero mais”, etc. Houve também muitas referências positivas à química e à parceria formada entre Batwoman e Supergirl em seu primeiro encontro. “Melhores do mundo, sim”, exclamou uma internauta, referindo-se ao apelido das parcerias entre Batman e Superman nos quadrinhos – “World’s Finests” em inglês. “Quero um crossover só com Kara e Batwoman a seguir”, entusiasmou-se outro. “Batwoman/Supergirl crossovers!”, pediu mais um, repetindo a frase logo em seguida em caixa alta, para não deixar dúvidas. São centenas de comentários, todos positivos. A rede CW já tinha encomendado um piloto para a série solo da personagem, mas o grande teste era a repercussão de sua aparição em “Elseworlds”. Ruby Rose (“Megatubarão”) mais que aprovou no papel. A série está sendo desenvolvida por Caroline Dries, que tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Além disso, ela compartilha a mesma orientação sexual de Ruby Rose e da heroína dos quadrinhos. “Batwoman” será a primeira série de super-herói protagonizada por uma personagem homossexual, após vários heróis gays serem introduzidos como coadjuvantes no Arrowverso. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração, mas os fãs querem para ontem, como demonstraram no Twitter. Veja abaixo parte da repercussão, em inglês. I’m already fully on board for a #Batwoman show staring Ruby Rose!! #Arrow #Elseworlds — Charles Jacker (@xChuckJx) December 11, 2018 Also, I’m totally on board with a Batwoman show. The little screen time she had convinced me enough to make that claim. She is BATWOMAN. #Batwoman — Wonder Boy (@myendisnow) December 11, 2018 I'd definitely go gay for Ruby Rose in that batwoman suit? #ElseWorlds — Jennine Johnson (@JeNvY_) December 11, 2018 Ruby Rose did perfectly on the Elseworlds crossover. She’s got the moxie to be Batwoman. #RubyRose #KateKane #Batwoman — Tanner Todora-Willard (@Tanman212) December 11, 2018 #Batwoman is amazing!! I want more!! ???? pic.twitter.com/ZUFn7vPHQu — ⚡️The Flash⚡️ (@TheFlashfan10) December 11, 2018 Batwoman And Supergirl, I Am Totally Here For It!! #WorldsFinest YESSSS ??!! #Elseworlds — Nefertari Burns (@Nefertari_4Ever) December 11, 2018 O my gosh yes… was a little disappointed in part1, but part2 showed good stuff for Kara ; Want #Supergirl and #Batwoman crossover next year – #WorldsFinest ; — Balooey (@Curious1Lisa) December 11, 2018 Batwoman/Supergirl crossovers. BATWOMAN/SUPERGIRL CROSSOVERS. #WorldsFinest #Elseworlds — Jon Scott (@JMScott193) December 11, 2018
Elseworlds: Super-heróis vão para Gotham em prévias da segunda parte
Após passar por Smallville na primeira parte, o segundo episódio de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, leva os heróis a Gotham City. A cidade aparece numa cena e é tema de um vídeo de bastidores divulgado pela rede CW, que traz cenas inéditas e comentários da produtora Beth Schwartz. Entre os marcos da cidade, aparecem o batsinal e o Asilo Arkham, e os vídeos também introduzem Ruby Rose (“Megatubarão”) como Kate Kane e Batwoman. “Elseworlds: Part 2” vai ao ar no episódio de “Arrow” desta segunda (10/12) nos Estados Unidos. E a terceira e última parte será exibida na terça (11/12) em “Supergirl”. Os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC faz homenagem à Smallville
A primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, fez uma homenagem explícita à antiga série “Smallville”. Exibido no domingo (9/12) nos Estados Unidos, o capítulo mostrou Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell) em busca de Supergirl (Melisa Benoist). Eles acabam se encontrando na fazenda Kent, cenário de “Smallville”, onde também estão Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (a estreante Elizabeth Tulloch), personagens da série clássica. E se isso não fosse suficiente, a chegada na fazenda foi acompanhada pelo som de “Save Me”, de Remy Zero, trilha da produção dos anos 2000. Não é a primeira vez que o Arrowverso referencia “Smallville”. Um dos melhores episódios da temporada passada de “Supergirl”, intitulado “Midvale”, contou com participação em off de Chloe Sullivan, personagem daquela atração. A segunda parte de “Elseworlds” vai ao ar nesta segunda (10/12) e a terceira e última será exibida na terça (11/12) nos EUA. Mas os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.












