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    Exu da Sapucaí vai estrelar série da Globo

    9 de maio de 2022 /

    O ator Demerson D’Alvaro, que chamou atenção ao viver o Exu da Sapucaí, o principal destaque da escola de samba Grande Rio, campeã do carnaval carioca deste ano, assinou contrato para participar de uma nova série da Globo. D’Alvaro entrou no elenco de “O Jogo que Mudou a História”, série desenvolvida pela equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, sobre o surgimento das grandes facções criminosas do Rio entre os anos de 1977 e 1989. “Viver o Exu na avenida foi sem dúvidas um divisor de águas na minha vida. Hoje, com calma, eu consigo avaliar melhor tudo o que estou vivendo. O sentimento é de gratidão e dever cumprido e as expectativas são as melhores possíveis”, disse o ator ao jornal O Globo. Além deste trabalho, ele também posou recentemente para o fotógrafo Fernando Torquatto, que está desenvolvendo um projeto focado em personalidades negras, “Estar, não só no elenco dessa série, como também no livro do Fernando Torquato, que traz só personagens negros, é com certeza um grande presente para a minha carreira, já que para chegar até aqui foram travadas muitas lutas”, acrescentou D’Alvaro. O elenco de “O Jogo que Mudou a História” é grandioso e ainda inclui, entre outros, Raphael Logam (“Impuros”), Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”), Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”), Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”), Dandara Mariana (“A Força do Querer”), Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”), Bukassa Kabengele (“Pacificado”), o ex-BBB Babu Santana (“Tim Maia”) e até o ex-jogador de futebol Edmundo, fazendo sua estreia como ator numa trama que também retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. Além disso, a trama deverá fazer crossover com duas atrações da Globoplay, incluindo personagens de “A Divisão” e “Arcanjo Renegado”. Ainda não há previsão de estreia.

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    “A Faxineira” é renovada para 2ª temporada

    7 de abril de 2022 /

    A rede americana Fox anunciou a renovação de “A Faxineira” (The Cleaning Lady), drama criminal centrada na faxineira vivida por Elodie Young (a Elektra da série “Demolidor”). Apesar do título, a protagonista faz mais que limpeza doméstica. A personagem é, na verdade, uma médica, que não pode exercer sua profissão por ser um imigrante ilegal nos EUA. Ela está no país por causa de um tratamento experimental para salvar seu filho doente. Mas sem dinheiro e apoio por ser estrangeira, acaba marginalizada. Um dia, por acaso, acaba testemunhando um assassinato cometido por traficantes. Sob ameaça de morte, promete ser capaz de limpar a cena do crime sem que pareça ter havido uma morte no local. Ao convencer com suas habilidades, recebe a proposta de se tornar faxineira oficial dos criminosos, uma opção melhor que ser assassinada no local. A trama é inspirada pela série argentina “A Garota da Limpeza” (La Chica que Limpia), que durou só uma temporada e foi adaptada para o mercado americano pela roteirista Miranda Kwok (da série “The 100”). Além de Elodie Young, o elenco também inclui Adam Canto (“Designated Survivor”), Martha Millan (“O Destino de Mister e Pete”), Vincent Piazza (“Boardwalk Empire”) e os gêmeos Sebastien e Valentino LaSalle, que compartilham o papel do menino Luca, filho da protagonista. Como curiosidade, a série ainda conta com a atriz Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como produtora, por meio de sua empresa Amore & Vita Productions. Produção da Warner Bros. Television, “A Faxineira” é exibida no Brasil pela HBO Max, que também disponibiliza “A Garota da Limpeza”. Confira abaixo o trailer legendado da atração americana.

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    Ator de “Empire” é libertado após seis dias na prisão

    17 de março de 2022 /

    Jussie Smollett foi libertado após seis dias da prisão por ordem de um tribunal de apelação. O ator tinha sido condenado a cinco meses de prisão por supostamente forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. A libertação aconteceu após a promotora original do caso, Kim Foxx, ter protestado publicamente contra o julgamento, que para ela não deveria ter acontecido, e se irritado com a sentença, sugerindo racismo. Ela foi afastada pelo juiz do caso após apontar que não havia provas conclusivas e que o processo estava contaminado por declarações tendenciosas da polícia de Chicago. Na quarta (16/3), o tribunal de apelação também discordou da sentença, dada como extinta mediante o pagamento de uma multa no valor de US$ 150 mil. Além da multa, Smollett também passará por um período de 30 meses de liberdade condicional. O ator da série “Empire” saiu da prisão do Condado de Cook, em Chicago, na companhia de cinco seguranças sem responder a perguntas da imprensa. Ele sustenta que é inocente e vítima de racismo do sistema judicial. A condenação aconteceu após o ator fazer uma queixa criminal, em janeiro de 2019, alegando ter sido vítima de “crime de ódio” por apoiadores de Donald Trump. Smollett, que é negro e gay, contou ter sido agredido por duas pessoas encapuzadas que gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia de Chicago transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. O tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz Michael Toomin resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentar um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Mesmo assim o processo seguiu em frente. Os advogados de Smollett chegaram a argumentar que os irmãos atacaram o ator com máscaras porque são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e da ameaça de deportação. Revoltada com a sentença, a promotora Kim Foxx publicou um artigo no jornal Chicago Sun-Times chamando o julgamento do ator de grande falha do sistema judicial. “Smollett foi indiciado, julgado e condenado por uma acusação mambembe em questão de meses”, escreveu Foxx no artigo. “Enquanto isso, as famílias de mais de 50 mulheres negras assassinadas em Chicago nos últimos 20 anos seguem na fila aguardando justiça.”

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    “Power Book IV: Force” é renovada para 2ª temporada

    14 de março de 2022 /

    O canal pago Starz renovou “Power Book IV: Force” para sua 2ª temporada. Trata-se do terceiro spin-off da atração original, encerrada em fevereiro de 2020 após seis temporadas. “Power Book IV: Force” é centrada no personagem Tommy Egan. Na trama, Joseph Sikora volta a encarnar o papel originado em “Power”, após deixar Nova York e os eventos turbulentos do final da série para trás. A produção é de Courtney Kemp, criadora de “Power”, e Curtis “50 Cent” Jackson, que viabilizou a atração original e seus derivados. Já a função de showrunner é exercida por Robert Munic, criador de “The Cleaner” e produtor-roteirista de “Empire”. A série estreou em 6 de fevereiro e está atualmente na metade de sua temporada inicial. A renovação da atração se soma a “Power Book II: Ghost”, continuação direta da história original que estreia a 3ª temporada em 20 de novembro, e ao prólogo “Power Book III: Raising Kanan”, que retorna em breve com seu segundo ano de produção. Todas as séries são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Starzplay.

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    Ator de “Empire” é condenado à prisão por forjar agressão racista

    10 de março de 2022 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi condenado a 150 dias de prisão nesta quinta (10/3), começando imediatamente. Além do encarceramento, ele foi sentenciado a 30 meses de liberdade condicional, ao pagamento de US$ 120 mil de restituição por gastos da cidade de Chicago e uma multa adicional de US$ 25 mil. A sentença foi proferida três meses após o ator ser considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. Antes de ser conduzido para a prisão, Smollett ergueu-se, elevando a voz para dizer: “Eu não sou suicida. Sou inocente e não sou suicida. Se alguma coisa acontecer comigo lá [na prisão], não fui eu que fiz”. Veja abaixo. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, o considerou culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes em que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentar um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers do ator. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo que não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. O máximo previsto para suas acusações eram três anos de prisão, mas os advogados de Smollett acreditavam que ele seria colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. O juiz foi mais duro que o esperado. Além de ator, Smollett também era cantor, e ambas as carreiras podem ser considerada encerradas após a condenação. #JussieSmollett gets 150 days in county jail and he’s acting like he got 20 to life in prison. 💀 pic.twitter.com/hpFWxAi0RM — the ultimate 🅿️lug  (@OnlyFans____) March 11, 2022

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    Suspeito de atentado contra Porta dos Fundos é extraditado da Rússia

    4 de março de 2022 /

    Eduardo Fauzi Richard Cerquise, o homem identificado como um dos responsáveis pelo atentado à bomba contra a sede da produtora Porta dos Fundos em 2019, foi finalmente extraditado da Rússia, onde se escondeu ao ter a identidade descoberta. Ele desembarcou na noite de quinta (3/3) no Rio de Janeiro e foi encaminhado ao Presídio José Frederico Marques, em Benfica. Após ser identificado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um dos cinco homens que jogaram coquetéis molotov na sede da produtora, na véspera de Natal, o próprio suspeito assumiu a autoria do crime em postagens nas redes sociais. Em sua denúncia, o MP-RJ considerou que, ao lançar os artefatos explosivos, Fauzi assumiu o risco de matar o vigilante que estava trabalhando na portaria do edifício na ocasião do atentado. Como a porta de acesso ao edifício é de vidro, o vigilante podia ser visto pelo lado externo. Ainda segundo o Ministério Público, o vigilante só não morreu porque teve pronta reação, conseguindo controlar o incêndio causado e fugir do imóvel, apesar de a portaria ser pequena, com apenas uma saída. De acordo com a acusação, o delito tem o agravante de ter sido praticado por motivo fútil. O ataque aconteceu porque o grupo do qual Fauzi fazia parte não gostou do especial de fim de ano produzido pelo Porta dos Fundos para a Netflix, em que Jesus foi retratado como gay. Depois do crime, os responsáveis pelo atentado divulgaram um vídeo de teor similar ao de organizações terroristas, usando máscaras, fazendo ameaças e incentivando o ódio contra os humoristas. A expectativa é que, com a prisão no Brasil, o réu nomeie os comparsas responsáveis pelo ato criminoso, até agora não identificados. Fauzi é dono de estacionamento, presidente da Associação dos Guardadores Autônomos de Veículos São Miguel e filiado ao PSL (partido que elegeu o presidente Jair Bolsonaro) desde 2001, de acordo com informações disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Seu nome foi parar no noticiário carioca pela primeira vez em 2013, quando agrediu o então secretário de Ordem Pública Alex Costa, durante uma operação da Prefeitura para fechar estacionamentos irregulares na região da Zona Portuária do Rio. Ele foi condenado a quatro anos de prisão em fevereiro de 2018 pela agressão, mas cumpria a pena em liberdade. Segundo a Polícia Civil, além desse processo, Fauzi tem mais uma dúzia de registros criminais, acusado de lesão corporação, ameaça, coação no curso do processo, agressão configurada na Lei Maria da Penha (violência contra mulher), desacato e exercício ilegal da profissão. Ele também foi investigado por suspeita de integrar uma “milícia de estacionamentos”, que controla estacionamentos ilegais no Rio. Ele também militou na FIB (Frente Integralista Brasileira) por 10 anos e chegou a ser presidente da sucursal carioca da organização de extrema direita, originalmente inspirada pelo nazi-fascismo.

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    Amanda Seyfried vai coestrelar série da Apple TV+ com Tom Holland

    18 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Amanda Seyfried (“Mank”) entrou no elenco da série “The Crowded Room”, da Apple TV+, onde viverá a psicóloga de Tom Holland (“Homem-Aranha: Sem Volta para a Casa”). A nova série criada por Akiva Goldsman (roteirista vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”) tem formato de antologia e irá explorar histórias verdadeiras e inspiradoras de pessoas que enfrentam doenças mentais. Na 1ª temporada, Holland vai viver Billy Millilgan, que foi a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa do Transtorno de Personalidades Múltiplas (atualmente chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade). Já Seyfried interpretará Rya, uma psicóloga clínica diante do caso mais desafiador de sua carreira. Além de estrelar, Holland será um dos produtores, por meio de sua empresa EMJAG Productions, junto com Goldsman, a produtora New Regency e o recém-lançado estúdio da Apple – que, assim como seus concorrentes, decidiu ter uma participação acionária em seu conteúdo original. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Babu Santana será fundador da Falange Vermelha em série da Globoplay

    12 de fevereiro de 2022 /

    O ator Babu Santana entrou na série “O Jogo que Mudou a História”, da Globoplay. Apesar do título longo e esportivo, o tema principal da produção é a história da guerra do narcotráfico no Rio de Janeiro. Babu interpretará um dos fundadores da Falange Vermelha, juntando-se a Bukassa Kabengele (“Pacificado”), que também será um dos líderes da facção criminosa, fundada nos anos 1970 após criminosos comuns entrarem em contato com prisioneiros políticos da ditadura militar e aprenderem táticas de guerrilha. A trama desenvolvida pela equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, mostrará o surgimento das grandes facções criminosas entre os anos de 1977 e 1989, e ainda fará crossover com outra atração da Globoplay. O elenco contará com participação de Marcos Palmeira, retomando o papel do delegado Benício, e Natália Lage como a policial Roberta, ambos de “A Divisão”. Além deles, também fazem parte do elenco Raphael Logam (“Impuros”) no papel de um agente penitenciário, Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”) como uma freira americana que trabalha no presídio da Ilha Grande, Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”) como um traficante, Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”) como um oficial, Dandara Mariana (“A Força do Querer”) como a esposa de um dos falangistas, Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”) como uma mulher religiosa e até o ex-jogador de futebol Edmundo, fazendo sua estreia como ator numa trama que também retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. Ainda não há previsão de estreia.

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    Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”

    4 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.

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    Joe vs. Carole: Minissérie com personagens de “A Máfia dos Tigres” ganha novo trailer

    3 de fevereiro de 2022 /

    A plataforma americana Peacock divulgou um novo trailer de “Joe vs. Carole”, minissérie baseada nos personagens de “A Máfia dos Tigres”. Ao contrário da série da Netflix, a nova atração não é um documentário, mas uma dramatização com atores interpretando as figuras exóticas do mundo real. “Joe vs. Carole” se concentra no confronto entre a ativista Carole Baskin e o dono de zoológico Joe Exotic. A rivalidade entre os dois representantes de diferentes polos do mundo do comércio de felinos selvagens nos EUA terminou com Joe na cadeia. Na minissérie, Baskin é interpretada por Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), enquanto Joe Exotic é vivido por John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”). Criada por Kate McKinnon, a minissérie também é escrita por Etan Frankel (“Shameless”), que tem a função de showrunner, e seu elenco ainda conta com Brian Van Holt (“Cougar Town”), Nat Wolff (“Death Note”), Dean Winters (“30 Rock”), Sam Keeley (“Pegando Fogo”) e Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), que interpreta o papel de Howard Baskin, marido de Carole. Vale apontar que a produção não é baseada na série documental, mas no podcast de crimes “Over My Dead Body” que originou o interesse das plataformas de streaming pelos personagens reais. A estreia está marcada para 3 de março nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Mayor of Kingstown: Série estrelada por Jeremy Renner terá 2ª temporada

    1 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount+ renovou “Mayor of Kingstown”, série criminal criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Gavião Arqueiro”). A renovação para a 2ª temporada não é uma surpresa, uma vez que “Mayor of Kingstown” é a segunda série original mais assistida do streamer, atrás apenas de “1883”, prólogo recém-lançado de “Yellowstone”. Por coincidência, as duas séries tem o mesmo criador: Taylor Sheridan. Cocriada por Sheridan e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), “Mayor of Kingstown” gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Em seus 10 episódios iniciais, a trama enveredou por temas como racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. A 1ª temporada foi encerrada em 9 de janeiro e ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Veja abaixo o trailer da atração.

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    Série europeia com Bruno Gagliasso e Leandro Firmino ganha novo trailer

    31 de janeiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou os pôsteres e um novo trailer legendado da minissérie “Operação Maré Negra”, produção Ibérica que traz os brasileiros Bruno Gagliasso (“Marighella”) e Leandro Firmino (“Cidade de Deus”) em seu elenco. Curiosamente, Leandro, que é um dos protagonistas, não tem muito destaque no trailer, mas ganhou um pôster individual. Já Bruno, que é coadjuvante, aparece bastante na prévia com direito a diálogos em português. Baseado em fatos reais, a trama se passa em novembro de 2019 e acompanha a missão de um submarino artesanal, que atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Em seu interior, três homens sobrevivem a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Realizada pelo espanhol Daniel Calparsoro (“Até o Céu”) e o português João Maia (“Variações”), a série é estrelada por astros dos dois países, com destaque para Álex González (“Fomos Canções”), Nuno Lopes (“A Prima Sofia”), Lúcia Moniz (“Fátima: A Hitória de um Milagre”), Nerea Barros (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Luis Zahera (“Enquanto o Amor Durar”) e Luís Esparteiro (“Super Pai”), além dos dois brasileiros. “Operação Maré Negra” tem quatro episódios com estreia marcada em 25 de fevereiro. Junto do lançamento, a Amazon também vai disponibilizar a versão documental da história, “Operação Maré Negra: A Travessia Suicida”, realizada pelo colombiano Luis Avilés (“Retornos”).

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    Polícia identifica neonazista que ataca “BBB 22”

    26 de janeiro de 2022 /

    A polícia do Rio já chegou ao autor do blog com ameaças racistas, misóginas, transfóbicas e nojentas em geral dirigidas a participantes do “Big Brother Brasil” como Douglas Silva, Linn da Quebrada e Natália Deodato. O suspeito é um militante neonazista, velho conhecido da polícia de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Não foi preciso grande trabalho investigativo. O próprio autor se identificou no blog amador, que publica xingamentos e ameaças de violência contra os integrantes do “BBB 21” em meio a conteúdo extremista e citações a seu mentor Olavo de Carvalho. O blog, por sinal, segue no ar na rede WordPress, espalhando novos conteúdos criminosos – os mais recentes incluem ameaça de morte contra a esposa de Douglas Silva e uma violência absurda contra Jade Picon – além de anunciar um ato terrorista para breve – “algo que vai chocar todo o país”. Quem imagina que o neonazista seja um loiro alemão de Novo Hamburgo pode se surpreender com a imagem do jovem, que possui características geralmente identificadas como raça “parda” nos boletins de ocorrência policial. Em seu RG, que ele fotografou para se identificar no blog, o cozinheiro e filho de um comissário de polícia aposentado da Polícia Civil do Rio Grande do Sul chega a portar um corte de cabelo afro/black power. O autor do blog passou a ser investigado por crime nesta quarta (26/1), após o advogado Ricardo Brajterman, que defende o ator Douglas Silva, dar entrada numa queixa na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Rio, acompanhado do deputado estadual Carlos Minc. Não é a primeira vez que o neonazista em busca de fama é enquadrado por crimes raciais, já tendo gerado comoção no Rio Grande do Sul no ano passado por ameaças contra um ativista. Em seu blog, ele chega a tripudiar: “Eu gozo de impunidade e não vou parar”. Um comunicado publicado nas redes sociais de Douglas Silva diz que “é inacreditável, inadmissível e inconcebível que isso ainda aconteça nos dias atuais. O #TeamDouglas repudia toda forma de preconceito e reforça seu desejo de justiça para que atos como esses não se repitam”. [COMUNICADO OFICIAL]Estamos tomando todas as medidas cabíveis para que atos como esse não se repitam! ✊🏿🎲#TeamDouglas #BBB22 pic.twitter.com/OANQzEl2L8 — Douglas Silva 🎲 (@Silva_DG) January 26, 2022

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