Gal Gadot vai dublar uma personagem da animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet
A atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) vai dublar uma personagem na nova animação da Disney, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, continuação do sucesso “Detona Ralph”. Ela própria contou a novidade no Twitter, compartilhando uma foto da personagem – que parece com a atriz. Veja acima. “Estou tão animada por finalmente poder anunciar que estou interpretando uma personagem chamado Shank em ‘WiFi Ralph’ da Disney”, ela escreveu. “Foi uma experiência muito incrível fazer parte deste projeto, com um elenco e equipe tão maravilhosos”, completou. Sua personagem fará parte de um jogo on-line visitado pelos personagens principais do filme, intitulado “Slaughter Race”. Segundo o Deadline, Ralph e Vanellope encontram Shank, uma piloto de corrida de rua durona, em uma de suas primeiras paradas pelo mundo da internet. Vale lembrar que Gadot já viveu uma piloto de rua na franquia “Velozes e Furiosos”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Entre outors personagens, Vanellope encontrará as princesas encantadas da Disney num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. I’m so excited to finally announce that I am playing a character named Shank in Disney’s #RalphBreaksTheInternet hitting theaters this November! Such an amazing experience to be apart of this project with such great creators and cast! Welcome to Slaughter Race! ??? pic.twitter.com/MxLuWFPJ0L — Gal Gadot (@GalGadot) 10 de agosto de 2018
Foto de WiFi Ralph mostra as Princesas da Disney como nunca foram vistas antes
A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da animação “WiFi Ralph”, que mostra as princesas Disney como o público nunca tinha visto antes: “desmontadas”. Elas aparecem sem tiaras, vestidos longos e sapatinhos de cristal, relaxando de moletons, camisetas, shorts, jeans e tênis. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Trailer e pôsteres do último Sharknado têm até dinossauros
O canal pago Syfy divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer do sexto telefilme da franquia “Sharknado”. Intitulado “The Last Sharknado: It’s About Time”, a prévia promete encerrar a série de filmes trash com viagens no tempo. E a prévia mostra até dinossauros. A continuação será novamente dirigida por Anthony C. Ferrante e vai voltar a contar com os protagonistas Ian Ziering (série “Barrados no Baile”), Tara Reid (“American Pie: O Reencontro”) e Cassandra Scerbo (série “Make It or Break It”), especialistas na catástrofe inusitada dos tornados repletos de tubarões, criados por condições meteorológicas bizarras. Depois de expandir as fronteiras dos ataques de tubarões voadores para o mundo, incluindo o Rio de Janeiro no filme anterior, os Sharknados agora atacarão também no passado e no futuro. Veja o que diz a sinopse oficial: “Está tudo perdido, ou será que não? Fin [o personagem de Ziering] vai descobrir o poder de viagem no tempo dos Sharknados e partirá para salvar o mundo e ressuscitar a família. Na viagem, Fin enfrenta nazistas, dinossauros, cavaleiros e até pega carona na Arca de Noé. A pergunta da vez não é como paramos os Sharknados, mas quando.” A exibição está marcada para 19 de agosto nos Estados Unidos.
The Purge: Série derivada de Uma Noite de Crime ganha novo trailer repleto de violência e matança
O canal pago USA Network divulgou o segundo trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A prévia revela diversas histórias paralelas passadas na noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.
Michael B. Jordan e Sylverster Stallone aparecem nas primeiras fotos da continuação de Creed
A Warner divulgou as primeiras fotos oficiais de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que traz Michael B. Jordan em sua luta mais perigosa, com o apoio do personagem mais icônico da carreira de Sylvester Stallone. O drama continua a focar os passos de Adonis (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone há 42 anos, desde “Rocky: Um Lutador” (1976). Entretanto, desta vez seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também traz de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro nos Estados Unidos, mas só chega em janeiro de 2019 no Brasil.
Missão Impossível mantém liderança nas bilheterias dos Estados Unidos – e do mundo
“Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou três estreias amplas para se manter no topo das bilheterias em seu segundo fim de semana na América do Norte. Em 10 dias, o filme já soma 124,4m nos Estados Unidos e Canadá e US$ 329,4m em todo o mundo. Orçado em US$ 178m, mais despesas de marketing (na casa dos US$ 80m), a produção precisaria teoricamente atingir US$ 600m para zerar suas contas. E já tem mais da metade deste valor. Repetindo: em 10 dias. Além disso, sua estreia na China, segundo maior mercado do mundo, só vai acontecer em 31 de agosto. Portanto, não comprem ações indicadas por quem escreveu nessa semana que a verdadeira “missão impossível” do longa da Paramount seria se pagar. Para completar, o sexto “Missão Impossível” teve um dos menores declínios de toda a franquia em sua segunda semana de exibição, perdendo só 43% do público em relação à estreia. O filme estrelado por Tom Cruise também liderou a bilheteria mundial no fim de semana. O sucesso da Paramount representou dor de cabeça para a Disney, que pela segunda vez neste ano não conseguiu emplacar uma estreia em 1º lugar. “Christopher Robin”, fábula com atores inspirada nos desenhos (e livros) do Ursinho Pooh, precisou se contentar com o 2º lugar e uma bilheteria bastante esquálida para esse tipo de produção: US$ 25m. O desempenho é ainda pior que o de “Uma Dobra no Tempo” (US$ 33,1m) em março. E curiosamente ambas são produções originais da Disney e não de um dos estúdios recentemente comprados pelo conglomerado – o que demonstra a importância da estratégia de aquisições do CEO Bob Iger. Por sinal, a Marvel deu um motivo para a Disney comemorar este fim de semana. “Pantera Negra” cruzou a impressionante marca de US$ 700m de arrecadação na bilheteria doméstica, tornando-se o terceiro filme a ultrapassar esse valor – após “Avatar” (US$ 760,5m) e “Star Wars: O Despertar de Jedi” (US$ 936,6m) – em todos os tempos. Leia mais aqui. As outras estreias da semana amargaram uma performance muito abaixo do esperado. A comédia “Meu Ex É um Espião” ficou em 3º lugar com US$ 12,3m, enquanto a fantasia juvenil “Mentes Sombrias” implodiu em 8º com 5,8m. Ambos também tiveram que lidar com críticas muito negativas – respectivamente, 38% e 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas há um lado positivo nesses fracassos, pois deixam claro para os estúdios que filmes de espiãs estabanadas e adaptações de best-sellers de sci-fi juvenil já deram o que tinham que dar. As três estreias americanas vão chegar ainda neste mês no Brasil. “Christopher Robin” e “Mentes Sombrias” estreiam no dia 16, e “Meu Ex É um Espião” na semana seguinte, em 23 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 35m Total EUA e Canadá: 124,4m Total Mundo: US$ 329,4m 2. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: US$ 25m Total Mundo: US$ 29,8m 3. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 12,3m 4. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 9m Total EUA e Canadá: US$ 91,3m Total Mundo: US$ 230,5m 5. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 79,85m Total Mundo: US$ 87,5m 6. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 8,24m Total EUA e Canadá: US$ 136,4m Total Mundo: US$ 338,7m 7. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 6,1m Total EUA e Canadá: US$ 195,4m Total Mundo: US$ 426,2m 8. Mentes Sombrias Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 5,8m Total Mundo: US$ 9,8m 9. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 583,1m Total Mundo: US$ 1b 10. Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Fim de semana: US$ 4,8m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 23,1m
Jessica Chastain e Sophia Lilis contracenam em fotos inusitadas das filmagens de It: Capítulo Dois
Fotos das filmagens de “It: Capítulo Dois” revelaram uma situação inusitada, em que as atrizes Jessica Chastain e Sophia Lilis aparecem contracenando nas ruas de Port Hope, uma vila do estado do Michigan habitada por menos de 300 pessoas, que serve como cenário para a produção. Veja abaixo. O detalhe é que ambas interpretam a mesma personagem, Beverly Marsh. Chastain é a versão adulta de Beverly, vivida por Lilis no primeiro filme. A continuação vai mostrar as versões adultas do Clube dos Perdedores. Além de Jessica, o elenco mais velho inclui James McAvoy (Bill), Jay Ryan (Ben), Bill Hader (Richie), James Ransone (Eddie) e Andy Bean (Stanley). Os atores mirins, no entanto, voltarão a aparecer em flashbacks. O diretor Andy Muschietti também retorna, assim como Bill Skarsgard, no papel do palhaço Pennywise. A continuação do sucesso “It: A Coisa” tem estreia prevista para setembro de 2019.
Ator de Scream Queens será um dos pilotos da continuação de Top Gun
O ator Glen Powell, que estrelou a série “Scream Queens” e viveu o astronauta John Glenn em “Estrelas Além do Tempo”, entrou na continuação de “Top Gun”, a ser estrelada por Tom Cruise. Segundo o site The Hollywood Reporter, Powell foi escalado num papel coadjuvante após disputar e perder para Miles Teller (“Whiplash”) a oportunidade de interpretar o filho de Goose (Anthony Edwards), piloto que morreu no filme original de 1986. Aparentemente, os produtores se impressionaram com o teste de Powell, e o roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça”) e Justin Marks (“Mogli: O Menino Lobo”) será modificado para dar mais espaço ao seu personagem, um dos pilotos jovens da trama, do que inicialmente previsto. O elenco do filme terá também Val Kilmer (reprisando o papel de Iceman, do filme original) e Jennifer Connelly (“Uma Mente Brilhante”). A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Tom Cruise em “Oblivion” (2013). Intitulado “Top Gun: Maverick”, o filme tem estreia marcada para 11 de julho de 2019.
Primeira foto do novo Exterminador do Futuro vira alvo do machismo nerd e fandom homofóbico nas redes sociais
A Paramount divulgou a primeira foto oficial do novo filme do “Exterminador do Futuro” (Terminator), que está dando o que falar. A imagem (acima) destaca três protagonistas femininas, entre elas Linda Hamilton, que retoma o papel icônico de Sarah Connor, desempenhado por ela nos dois primeiros filmes da franquia – em 1984 e 1991. Além de Hamilton, a imagem traz Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire”, e a colombiana Natalia Reyes (série “2091”), intérprete da protagonista da trama, uma jovem da Cidade do México que se vê envolvida na guerra entre humanos e máquinas. Por sua vez, a misteriosa personagem de Davis seria, segundo rumores, a nova versão do Exterminador. Publicada no Twitter, a foto causou reações negativas e altamente misóginas, dando origem também à hashtag homofóbica #lesbianator, em mais um exemplo de machismo nerd e fandom do mal, que já fez duas atrizes de “Star Wars” abandonarem o Twitter por comentários desse nível de imbecilidade. Um usuário resumiu a rejeição, ao dizer que são lésbicas porque “têm cabelos curtos”, outro reclamou que precisou se “concentrar para perceber a coisa do meio era uma mulher” e um terceiro disse que não era nem isso, mas “Justin Bieber”. Mais um afirmou que “feminismo é o negócio do futuro” e um quinto ainda sugeriu: “Deviam usar o elenco de ‘Ghostbuster’ e assumir que é uma comédia”. Mas houve elogios. E quem desse o troco: “Evolução é inevitável, trolls. Evoluam ou virem fósseis”. O filme marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais, e traz de volta com ele seu amigo Arnold Schwarzenegger, o Exterminador do Futuro original. O elenco principal se completa com Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) e Diego Boneta (“Rock of Ages”). Ainda sem título oficial, o novo “Exterminador do Futuro” estreia em novembro de 2019.
Novo Missão Impossível abre em 1º lugar com a melhor estreia da franquia
Após conquistar as críticas mais positivas da franquia, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” também demonstrou o melhor desempenho nas bilheterias, estreando em 1º lugar na América do Norte – e no mundo. A arrecadação de US$ 61,5m (milhões) no primeiro fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá é a maior já registrada pela cinessérie de ação da Paramount. Até então, a melhor abertura pertencia à “Missão: Impossível II” (US$ 57,8m). Mas para dar a real dimensão do feito, já que os valores parecem pequenos diante dos blockbusters de super-heróis, é bom considerar que esse faturamento representa a segunda maior estreia da carreira inteira do astro Tom Cruise, perdendo apenas para “Guerra dos Mundos” (US$ 64,9m) na América do Norte. Não só isso. O resultado mundial de US$ 153,5m também é recorde na franquia, superando com folga os US$ 131,5m obtidos por “Missão: Impossível – Nação Secreta” há três anos. Deste total, US$ 92m vêm das bilheterias internacionais, outro recorde para a cinessérie de espionagem. O detalhe é que o filme foi lançado em apenas 36 países – cerca de 40% do mercado internacional. Ou seja, a bolada vai crescer muito ainda. Outras marcas conquistadas por “Missão: Impossível – Efeito Fallout” são a aprovação de 97% da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, e a nota A, registrada na pesquisa de opinião do CinemaScore – as maiores notas dentre todas as “Missões Impossíveis”. “Tom Cruise tem provado repetidamente que quando se trata de ação, ele é uma das estrelas mais confiáveis que existem. Nós tivemos todos esses grandes filmes de verão com efeitos visuais. Agora vem um filme onde o ator e o diretor filmam a ação com truques reais. Isto fornece entretenimento cru e visceral que está deixando as pessoas realmente animadas”, disse Kyle Davies, chefe de distribuição doméstica da Paramount, ao avaliar a razão do sucesso da produção, para o site The Hollywood Reporter. Apenas outro filme teve estreia ampla na América do Norte durante o fim de semana: a animação de super-heróis “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, que ficou abaixo das expectativas com um 5º lugar e faturamento de US$ 10,5m em mais de 3 mil cinemas. As considerações sobre o fracasso de público são as mesmas que se fazia assim que a produção foi anunciada: quem pagaria para ver o que é, em suma, um telefilme no cinema? A produção é baseada numa série infantil popular do Cartoon Network, que as crianças já veem em casa, sem precisar se deslocar. De todo modo, o investimento foi baixo (a produção custou US$ 10m) e a crítica amou a produção, com 90% de respaldo no Rotten Tomatoes, nota muito mais alta que a recebida pelos filmes supercaros e super-sérios da DC Comics. A animação será exibida apenas daqui a um mês no Brasil, prevista para 30 de agosto. De resto, “Homem-Formiga e a Vespa” superou neste fim de semana o total da arrecadação doméstica do primeiro filme, “Homem-Formiga”, ao atingir US$ 183,1m em sua quarta semana em cartaz. Entretanto, o desempenho internacional ainda permanece muito abaixo do longa original. Por fim, “Os Incríveis 2” está prestes a se tornar o quarto filme do ano a ingressar no clube dos bilionários. Atualmente com US$ 996,4m de faturamento mundial, a animação da Disney-Pixar deve atingir US$ 1 bilhão antes do próximo fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 61,5m Total EUA e Canadá: 61,5m Total Mundo: US$ 153,5m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 15m Total EUA e Canadá: US$ 70,4m Total Mundo: US$ 167,2m 3. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá:64,2m Total Mundo: 70,3m 4. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 119,2m Total Mundo: US$ 284,2m 5. Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 11,5m 6. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 8,4m Total EUA e Canadá: US$ 183,1m Total Mundo: US$ 394,2m 7. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 7,1m Total EUA e Canadá: US$ 572,7m Total Mundo: US$ 996,4m 8. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 6,7m Total EUA e Canadá: US$ 397,5m Total Mundo: US$ 1,2b 9. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 59,1m Total Mundo: US$ 225,7m 10. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 65,4m Total Mundo: US$ 111m
Missão Impossível explora risco de vida de Tom Cruise em fantasia de tensão vertiginosa
Impressionante como a franquia “Missão: Impossível” mantém a vitalidade ao longo de mais de 20 anos (o primeiro filme é de 1996). Mas mais impressionante ainda é como sua dependência do astro-produtor Tom Cruise é também seu maior mérito: como se estivesse envelhecendo ao contrário, o ator parece fazer questão de se arriscar cada vez mais, dispensando dublês e conferindo um realismo essencial em sequências de ação pra lá de exageradas. Talvez este seja o grande diferencial da série: este equilibro fascinante entre o real e o absurdo. Ethan Hunt é Tom Cruise e seus acidentes e proezas durantes as filmagens ganham manchetes no mundo todo, ajudando a embaçar o que é efeito especial e o que é verdade. Parte da diversão dos filmes é se questionar se Cruise realmente fez aquilo ou se trata de mais uma ilusão do cinema. Sim, ele fez. Mas também é tudo mentira. E é aí que está a graça. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é a sexta parte desta franquia que a cada vez se leva menos a sério. Mas ao contrário de um “Velozes e Furiosos” (que vem a cada novo filme se assumindo mais cartunesco), os personagens que por vezes parecem habitar um mundo maluco de desenhos animados – com seus golpes de quebrar paredes e equilíbrio inabalável – possuem um pé no real ao se machucar e correr riscos que parecem de verdade: e as proezas do protagonista são fundamentais para isso. E se de um lado Tom Cruise é o rosto da franquia, por outro o elenco de apoio continua roubando cenas, enquanto Henry Cavill comprova que, apesar do carisma e da boa presença (e do bigode), não é dos melhores atores… Como primeiro diretor a fazer mais de um filme da série, Christopher McQuarrie entrega ao mesmo tempo uma continuação direta de “Nação Secreta” e uma obra que pode ser vista de forma independente dos outros filmes. Tudo graças a diálogos extremamente expositivos que se transformam em longos monólogos em que tudo é didaticamente explicado ao público. E o fato de que mesmo com toda a exposição a trama ainda se revele confusa talvez seja o maior problema do filme. O roteiro (também de McQuarrie) se sai melhor quando tenta investir em aspectos pessoais da vida de Hunt, mas se perde no labirinto de planos mirabolantes dentro de planos mirabolantes. Do início que parece saído da introdução de um videogame – com a missão impossível da vez detalhadamente explicada -, até o final espetacularmente tenso, a trama vai se revelando cada vez mais “complexa” e com mais personagens. O objetivo claro do protagonista, que seria encontrar duas bombas de plutônio, vai se tornando mais confuso em uma história que parece se divertir com a bagunça que provoca. Em determinado momento, Hunt, ao ser questionado se está sendo perseguido pela CIA, por terroristas ou pelo serviço secreto inglês, responde: “isso importa?”. A verdade é que não. E “Efeito Fallout” parece reconhecer que o jogo de gato e rato das histórias de espionagem normalmente não faz muito sentido e não vê problemas em elevar isso à enésima potência, usando a trajetória de Hunt apenas para fazê-lo pular (às vezes literalmente) de uma cena de ação para outra. E são elas que fazem mesmo valer o ingresso e manter a franquia viva. Cada vez mais vertiginosas e tensas, as sequências de Hunt fazendo seu trabalho colocam o novo filme entre os melhores da série em momentos em que a direção de McQuarrie equilibra muito bem a tensão, o humor e o deslumbramento diante do inacreditável. Que Tom Cruise continue aceitando mais missões. E que Ethan Hunt continue fazendo o impossível. .
Homem Formiga e a Vespa aprimora sua fórmula para se destacar na Marvel
Depois da pesada carga dramática de “Vingadores: Guerra Infinita”, “Homem-Formiga e a Vespa” representa para os fãs da Marvel a hora de relaxar e aproveitar a diversão. Realizado sem grandes problemas nos bastidores, como a saída de Edgar Wright e a entrada de Peyton Reed na direção do filme original, a nova aventura do herói é menos fórmula e mais coração. Em retrospecto, o primeiro “Homem-Formiga” era legal, mas tão descompromissado que parecia um spin-off do Universo Marvel – tanto que o rótulo “Sessão da Tarde” encaixou da forma mais pejorativa possível, por ser divertido, inofensivo e completamente esquecível minutos depois. Talvez tenha sido a saída encontrada por Reed e o estúdio para “Homem-Formiga” passar bem longe, tanto da proposta visual quanto do estilo narrativo, de um diretor de assinatura tão reconhecida como Edgar Wright. Já o segundo longa chega sem sombra em seu ombro. Peyton Reed, que concluiu o anterior, pode não ser criativo como Edgar Wright, mas soube encontrar um padrão para as aventuras do Homem-Formiga. Desta vez, a leveza da história não parece forçada. Melhor que isso, consegue dar personalidade própria ao filme sem a necessidade de descaradas ligações com os Vingadores. “Homem-Formiga e a Vespa” está devidamente inserido neste universo, mas não depende de easter eggs para impressionar o público e, com muita garra, reivindica seus status como parte essencial das engrenagens de uma saga gigantesca. Mesmo que tenha um tom completamente diferente e (por que não?) próprio. “Homem-Formiga e a Vespa” tem o grande mérito de avançar questões iniciadas no primeiro filme e não se repetir. Entre elas, dar o passo seguinte nas discussões da complicada relação entre pais e filhas. Há, por sinal, três núcleos de pais e filhas que se complementam, formados por Scott Lang (Paul Rudd) e Cassie (Abby Ryder Fortson), Hank Pym (Michael Douglas) e Hope (Evangeline Lilly), e Bill Foster (Laurence Fishburne) e Ava (a revelação Hannah John-Kamen, estrela da série “Killjoys”). E “Homem-Formiga e a Vespa” consegue ser mais completo nesse tema que muito filme por aí com rótulo de sério. Além disso, o filme desenvolve muito bem o arco do protagonista iniciado no episódio anterior, quase encerrando a jornada inicial de Scott Lang. Inicial, porque sabemos que ele se juntará em breve aos Vingadores na sequência de “Guerra Infinita”, graças ao gancho em uma das cenas pós-créditos – aliás, uma boa decisão fazer essa ligação somente após o fim do filme, porque mantém a identidade própria da produção. Mais bem construído e equilibrado que o primeiro, “Homem-Formiga e a Vespa” encontra seu próprio tom. Para isso, não só a direção segura de Peyton Reed conta, mas também o comprometimento do elenco. Paul Rudd está muito à vontade e com a liberdade para ser o Paul Rudd que queremos ver, mas sua importância não é maior ou menor que a de Evangeline Lilly, que ilumina a tela toda vez que surge. Até os coadjuvantes de luxo brilham, especialmente Michael Peña (engraçadíssimo), Michael Douglas (com mais coisa para fazer que no primeiro longa) e a mulher que não precisa de efeitos para emitir sua luz natural, Michelle Pfeiffer. Sua presença é como um troféu de recompensa para o espectador. Aliás, uma curiosidade para quem já viu o filme: reparem no que está escrito no troféu da filha de Scott. No fim, não é mera piada, porque seu significado dialoga com a conexão do protagonista com uma certa personagem. Pode não ser aquele filme que alça voos ousados, mas há uma harmonia indiscutível entre comédia, ação e efeitos (visuais e sonoros). A sequência que sintetiza essa junção é a perseguição em alta velocidade pelas ruas de São Francisco, que é a melhor do filme, e conclui a aventura como um espetáculo descompromissado. Só que, desta vez, mais difícil de ser esquecido.
The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime ganha novo trailer violento
O canal pago USA Network divulgou o segundo trailer de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A prévia revela diversas histórias paralelas passadas na noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situado em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.











