Romance lésbico de Kristen Stewart ganha primeiras primeiras fotos
A Sony divulgou as primeiras fotos de “Happiest Season”, comédia romântica estrelada por Kristen Stewart (“As Panteras”) e Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) como um casal lésbico. Apesar da temática LGBTQIA+, a história é bem convencional. A protagonista (Stewart) planeja propor casamento a sua namorada (Davis) durante as festividades de fim de ano, mas descobre que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Soa como uma versão lésbica de “Adivinhe Quem vem para Jantar” (1967). O filme será o segundo longa dirigido pela atriz Clea DuVall, que é abertamente lésbica, e foi escrito em parceria com outra atriz, Mary Holland. As duas atuaram juntas na série “Veep” e também fazem parte do elenco coadjuvante do longa, que ainda inclui participações de Alison Brie (“GLOW”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Aubrey Plaza (“Parks and Recreation”), Mary Steenburgen (“O Último Cara da Terra”), Victor Gerber (“Legends of Tomorrow”), Jake McDorman (“Limitless”), Sarayu Blue (“I Feel Bad”) e Ana Gasteyer (“Suburgatory”). A produção é da Temple Hill Entertainment em parceria com a TriStar, do conglomerado Sony. Por sinal, a Temple Hill já fez sucesso com uma comédia romântica gay, “Com Amor, Simon”. A estreia está marcada para 25 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Diretora de Lindinhas diz ter recebido ameaças de morte por causa do pôster da Netflix
A diretora de “Lindinhas” (Cuties), a francesa Maïmouna Doucouré, diz que recebeu ameaças de morte depois que a Netflix divulgou um pôster americano, que sexualizou as meninas do filme. Em entrevista ao site Deadline, ela contou que só soube do pôster quando ele começou a circular nas redes sociais, acompanhado de mensagens de ódio. “Recebi inúmeros ataques de pessoas que não tinham visto o filme, que pensavam que eu estava realmente fazendo um filme que promovia a hiper-sexualização de crianças”, disse ela. “Tivemos várias discussões depois que isso aconteceu. A Netflix pediu desculpas publicamente e também pessoalmente a mim.” A Netflix realmente divulgou um comunicado em que se desculpou pelo marketing inadequado, mas Doucouré disse que também recebeu uma ligação de Ted Sarandos, o chefão de conteúdo da empresa, pedindo desculpas pessoalmente a ela. Tudo o que aconteceu acabou causando um impacto na cineasta, que não tinha como prever a situação. Quando estreou no Festival de Sundance no início deste ano, “Lindinhas” só recebeu amor e mensagens positivas da crítica, pela forma como abordava temas complexos de forma emotiva e delicada. E Maïmouna Doucouré saiu do festival americano com o troféu de Melhor Direção. “As coisas aconteceram muito rápido porque, após os atrasos, eu estava totalmente concentrada no lançamento do filme na França. Eu descobri o pôster ao mesmo tempo que o público americano”, disse Doucouré ao Deadline. “Foi uma experiência estranha. Eu não tinha visto o pôster até começar a receber todas essas reações nas redes sociais, mensagens diretas de pessoas, ataques a mim. Eu não entendia o que estava acontecendo. Foi quando fui atrás e vi como era o pôster.” No cartaz americano, as quatro garotas principais da produção apareciam em poses sugestivas, em trajes de dança reveladores. A imagem incômoda, chamada de “nojenta” na internet, também era um grande contraste com o pôster francês, que trazia as meninas brincando, enquanto correm pelas ruas. O contraste é gritante e se deve à forma como o marketing americano aderiu justamente àquilo que o filme critica. A produção francesa retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. O que diferencia a trama das produções similares americanas é que a protagonista é uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com uma vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper-sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje, mas não da forma como o pôster sugeria. Doucouré afirma que “Lindinhas” aborda as pressões das redes sociais sobre as mulheres jovens e que todos poderão perceber sua verdadeira intenção ao assisti-lo. “O amor e a autoestima são construídos por meio de curtidas e seguidores. O que acontece é que as meninas veem imagens de mulheres sendo objetificadas, e quanto mais a mulher se torna um objeto, mais seguidores e likes ela tem – elas veem isso como um modelo e tentam imitar essas mulheres, mas não têm idade suficiente para sabem o que estão fazendo”, comentou. A cineasta mencionou que, após o desastre, nem todas as manifestações em torno do filme desejavam sua morte. Ela recebeu mensagens positivas de quem já tinha visto a produção, que foi exibida também no Festival de Berlim, além de apoio do governo francês. Ela contou que “Lindinhas” impressionou o governo de seu país e será usado como uma ferramenta educacional na França. Tessa Thompson, que interpreta a heroína Valquíria nos filmes da Marvel, foi uma das estrelas que se posicionou ao lado da cineasta, dizendo-se “decepcionada ao ver como o marketing posicionou” o filme. “Eu entendo a reação de todos, mas não tem relação com o filme que vi”, escreveu a atriz nas redes sociais. “‘Lindinhas’ é um filme lindo, que me destruiu no Festival de Sundance. Ele representa uma nova voz na direção. Ela é uma mulher negra senegalesa-francesa extraindo suas próprias experiências”, completou. “Eu realmente coloquei meu coração neste filme. Na verdade, é a minha história pessoal e também a história de muitas crianças que precisam navegar entre uma cultura ocidental liberal e uma cultura conservadora em seus lares”, concordou Doucouré, que de fato é descendente de senegaleses. “Esperamos que entendam que estamos realmente do mesmo lado desta batalha. Se juntarmos forças, poderemos fazer uma grande mudança neste mundo que hiper-sexualiza as crianças”, a cineasta concluiu. O filme estreia na quarta-feira (9/9) em streaming. Compare os cartazes franceses e americanos abaixo.
Robert De Niro é produtor trambiqueiro de Hollywood em trailer de comédia
A Cloudburst Entertainment divulgou as fotos e o trailer da comédia “The Comeback Trail”, em que Robert De Niro (“O Irlandês”) vive um produtor de Hollywood trambiqueiro. O elenco é repleto de astros veteranos e gira em torno de uma dívida que o personagem de De Niro tem com a máfia, cujo chefão é ninguém menos que Morgan Freeman (“Invasão ao Serviço Secreto”). Depois que um produtor fica milionário com o seguro da morte de um ator durante uma filmagem, o protagonista tem a ideia de fazer um filme de mentira e contratar um astro destemido, disposto a fazer suas próprias cenas de ação, apenas para receber a indenização por conta de algum trágico acidente. Só que o ator contratado, vivido por Tommy Lee Jones (“MIB: Homens de Preto”), parece invulnerável. Ele pega fogo, cai no abismo e, por mais que De Niro se esforce, simplesmente não morre. O elenco também inclui Zach Braff (“Scrubs”), Emile Hirsch (“Era Uma Vez Em… Hollywood”), Eddie Griffin (“Todo Mundo em Pânico 3”) e Kate Katzman (“Walt Antes de Mickey”). Escrito e dirigido por George Gallo (“Intermediário.com”), o filme lembra uma versão de “Os Produtores”/”Primavera para Hitler”, de Mel Brooks, só que passada no mundo do cinema, em vez do teatro. A estreia está prevista para 13 de novembro nos EUA.
Responsável pelo atentado contra Porta dos Fundos é preso na Rússia
Eduardo Fauzi Richard Cerquise, o homem identificado como um dos responsáveis pelo atentado à bomba contra a sede da produtora Porta dos Fundos em dezembro do ano passado, foi preso pela Interpol em Moscou, na Rússia. Segundo o jornal O Globo, o Ministério da Justiça já foi avisado e começou os trâmites para sua extradição para o Brasil. Após ser identificado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um dos cinco homens que jogaram coquetéis molotov na seda da produtora, na véspera de Natal, o próprio suspeito assumiu a autoria do crime em postagens nas redes sociais. O motivo do ataque foi uma reação ao especial de fim de ano produzido pelo Porta dos Fundos para a Netflix, em que Jesus foi retratado como gay. Segundo a investigação, o integrante do movimento integralista, da extrema direita brasileira, embarcou para a Rússia, onde moram sua namorada e seu filho, no dia 29 de dezembro. Seu mandado de prisão foi expedido no dia seguinte, o que o fez pedir asilo político. Não conseguiu e agora poderá revelar os nomes de seus cúmplices no ataque, inclusive quem o avisou para fugir. “Achavam que fui muito estúpido pra não cobrir o rosto e não alterar a voz, mas fui conectado o suficiente pra ser avisado do mandado [de prisão] a tempo de viajar pra fora do país”, afirmou Fauzi em sua primeira entrevista após chegar na Rússia, quando também, ao vangloriar-se de sua esperteza, confessou o crime.
Emily in Paris: Série romântica de Lily Collins ganha teaser legendado
A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o teaser legendado de “Emily in Paris”, série estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins. A prévia é cheia de energia juvenil, cartões postais de Paris e visão romântica do mundo, além de revelar a data de estreia da atração. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica que acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Com 10 episódios, a série estreia em 2 de outubro na Netflix.
Estudantes explodem em trailer de comédia com Katherine Langford
A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Espontânea” (Spontaneous), comédia de humor negro estrelada por Katherine Langford. Conhecida por seus papéis em “13 Reasons Why” e “Cursed”, a atriz aparece loira como uma estudante matriculada numa high school em que os alunos explodem – literalmente. Em paralelo a seu romance adolescente com o personagem de Charlie Plummer (“Tudo o Dinheiro do Mundo”), ela precisa lidar com o trauma de ter pedaços dos colegas nas roupas e de virar cobaia de cientistas que tentam encontrar a causa do fenômeno. Estreia na direção de Brian Duffield (roteirista de “Ameaça Profunda”), o filme adapta o best-seller homônimo de Aaron Starmer e ainda traz em seu elenco Piper Perabo (“Covert Affairs”) e Hayley Law (“Riverdale”). A estreia está marcada para o começo de outubro nos Estados Unidos, em VOD e nos cinemas que estiveram abertos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Crítica americana diz que filme de Bill & Ted é “totalmente excelente”
“Bill & Ted: Encare a Música” estreou nesta sexta (28/8) nos EUA com a melhor aprovação crítica de toda a trilogia. A imprensa americana adorou a continuação tardia da franquia dos anos 1980 estrelada por Keanu Reeves e Alex Winter. Continuação de “Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica” (1989) e “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), o filme atingiu 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios para sua capacidade de equilibrar nostalgia com uma renovação da história, por meio das filhas dos personagens. Já há até campanha para a Orion Pictures lançar uma produção derivada, destacando Billie e Thea, vividas por Brigette Lundy-Paine (“O Escândalo”) e Samara Weaving (“Casamento Sangrento”). A maioria das resenhas também destaca o roteiro de Chris Matheson e Ed Solomon, que assinaram o filme original e conseguem registrar o amadurecimento dos personagens após três décadas, especialmente na interação dos protagonistas com as filhas adolescentes. Claro, houve quem odiasse. Por exemplo, um jornalista do Detroit News disse que Reeves “emburreceu” ao reprisar o papel de Ted. Segundo ele, “certas franquias deveriam ser esquecidas no passado”. Mas o tom geral foi bastante positivo. Confira alguns dos elogios abaixo. Rolling Stone “Depois de, uau, 30 anos, Reeves e Winter retornam como os roqueiros californianos para mais uma tentativa de salvar o mundo. E pouco importa se o filme perca o foco, porque esse trabalho de amor e fan-service é a cura totalmente excelente para essa depressão pandêmica horrorosa”. The Wrap “Para um filme em que o mundo pode acabar a qualquer momento, ‘Bill & Ted: Encare a Música’ é terrivelmente doce e alegre”. Forbes “É um filme com alma, otimista, lembrando que Bill & Ted são excessivamente bondosos e (quando a situação requer) não tão burros quanto parecem ser”. Variety “O filme é leve e superbobo – um balão cheio de nostalgia. Ele passa voando e te faz sorrir e gargalhar”. Globe and Mail “Mas embora a história pareça um pouco leve demais – e sim, eu ainda estou ciente de que estamos falando sobre um filme de ‘Bill & Ted’ – o caso é, em última análise, uma diversão alegre e inofensiva”. Time “‘Bill & Ted: Encare a Música’ é o filme de bem-estar desse loop infinito de tempo e do próximo. E embora seja pura fantasia, também representa um salto de fé que todos temos que estar dispostos a dar. Mesmo sem cabines telefônicas para viagens no tempo, o filme ensina que as pessoas têm o poder para mudar”. The New York Times “Não sei se isso me fez sentir jovem ou velho, mas, em geral, senti uma experiência totalmente excelente”. Para quem não lembra, Bill (Winter) e Ted (Reeves) eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. O novo filme traz finalmente o desfecho da história, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. Depois de sofrer adiamentos, a estreia acabou acontecendo em VOD e nos cinemas já abertos nos EUA e Canadá, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Porta dos Fundos sai da Netflix e negocia novo Especial de Natal com a Amazon
Depois de criar muita polêmica, o especial de Natal do Porta dos Fundos vai mudar de plataforma de exibição. Em vez de causar confusão para a Netflix, o grupo negocia com a Amazon para disponibilizar a edição de 2020 no serviço Prime Video. Ainda há proposta de outra plataforma de streaming, segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, mas o que está certo é que ele não será mais exibido pela Netflix. Vale lembrar que a Amazon já disponibilizada a série “Homens”, estrelada por Fábio Porchat e originalmente transmitida pelo canal pago Comedy Central. Ou seja, existe uma relação comercial entre as partes. Independente disso, o plano é gravar o especial no próximo mês, no Rio de Janeiro. O roteiro já estaria finalizado. Os dois últimos especiais deram muito o que falar. “Se Beber, Não Ceie” gerou protestos de grupos religiosos por mostrar os apóstolos bêbados em 2018. Mas o confronto se ampliou exponencialmente no ano seguinte, com “A Primeira Tentação de Cristo”, que insinuava a homossexualidade de Jesus e juntou religiosos, políticos e extremistas de direita numa campanha de ódio, que culminou com atentado à bomba contra a sede do Porta dos Fundos. Em meio aos protestos, a Netflix teve que recorrer ao Supremo Tribunal Federal para manter o programa no ar, porque houve até ordem judicial para que o conteúdo fosse removido de seu catálogo.
Estreias online: Confira 7 séries para maratonar no fim de semana
Sete séries lançam episódios em streaming nesta semana, oferecendo maratonas de aventura, ficção científica, comédia, drama e ação para os espectadores. A lista inclui três minisséries completas: a elogiada “Devs”, de Alex Garland, e a francesa “A Última Onda”, ambas de temática sci-fi, além da brasileira “Um Dia Qualquer”, trama policial que agradou na TV paga e agora começa a ser oferecida em VOD. Os destaques ainda incluem o final da premiada “Gatunas” e a transferência de “Cobra Kai”, do implodido YouTube Premium para a Netflix. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais lançamentos do gênero em streaming. Devs | EUA | Minissérie Criada pelo visionário cineasta Alex Garland, diretor de “Ex-Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018), a série aborda física quântica, tecnologia de ponta e determinismo, por meio de uma história de ficção científica. O título “Devs” é o apelido dado aos “desenvolvedores” de programas de informática e a trama acompanha uma engenheira de computação novata, Lily Chan (Sonoya Mizuno, de “Ex_Machina”), funcionária de uma companhia tecnológica de São Francisco, que secretamente investiga a divisão de desenvolvimento da empresa após o desaparecimento misterioso de seu namorado. O elenco também conta com Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Alison Pill (“Star Trek: Picard”). Lançada no começo do ano nos EUA, atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Fox Play. Cobra Kai | EUA | 1ª e 2ª Temporadas O maior sucesso do YouTube Premium, agora na Netflix, retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme. A trama se concentra na renovada rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos primeiros episódios. Disponível na Netflix. Gatunas | EUA | 2ª Temporada A 1ª temporada foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil do ano passado e os novos episódios encerram a trama, sobre três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser cada vez mais ousadas. A série adapta best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Disponível na Netflix. Masaba Masaba | Índia | 1ª Temporada Neena e Masaba Gupta, mãe e filha na vida real, interpretam versões de si mesmas numa divertida comédia sobre a vida no mundo da moda indiana. Disponível na Netflix. Aggretsuko | Japão | 3ª Temporada A simpática panda vermelha, que é estagiária de contabilidade durante o dia e metaleira de karaokê à noite, finalmente recebe uma promoção. Mas não demora a perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. Concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), “Aggretsuko” foi concebida como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Disponível na Netflix. A Última Onda | França | Minissérie completa Neste thriller sobrenatural, uma nuvem sinistra encontra uma onda gigantesca durante uma competição de surf em uma cidade no sudoeste da França, fazendo os banhistas desaparecerem. Algumas horas depois, eles reaparecem sem nenhuma consequência aparente, mas também sem qualquer lembrança do que aconteceu. E todos começam a demonstrar poderes excepcionais e inexplicáveis. O detalhe é que a nuvem continua a pairar no horizonte, enquanto a natureza começa a se manifestar de forma ameaçadora e os moradores da cidadezinha se apavoram com a possibilidade de algo pior se materializar, numa vingança do meio ambiente contra a humanidade. Disponível na Globoplay. Um Dia Qualquer | Brasil | 1ª Temporada Depois de passar no canal pago Space, a nova série brasileira chega aos serviços VOD. A produção aborda as milícias do Rio em cinco episódios, que registram 24 horas de violência, drama e corrupção, a partir da jornada de uma mãe em busca da verdade sobre o seu filho desaparecido. Sua única pista é que o jovem foi visto pela última vez com um ex-policial, que atualmente se autodenomina “dono do bairro”. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos filmes “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, da Amazon. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. Já o elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino agora adulto de “Central do Brasil”). Disponível na Now, Sky Play e Vivo Play.
Continuação do terrir A Babá ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “A Babá: Rainha da Morte”, sequência de “A Babá”, que traz de volta os integrantes da seita satânica do terrir de 2017. O primeiro longa transformou Samara Weaving, intérprete do papel-título, em estrela do gênero. Desde então, ela fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e estará em “Bill & Ted: Encare a Música”. Mas o trailer da continuação apenas sugere sua volta, apresentando sua personagem de costas. Sem confirmar a presença de Weaving, a continuação resgata todo o resto do elenco, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Judah Lewis, Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Na trama, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido por Melanie (Emily Alyn Lind) a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para outra tentativa de assassinar o adolescente. Novamente dirigido por McG, a continuação de “A Babá” estreia em 10 de setembro na Netflix.
The Forty-Year-Old Version: Trailer apresenta comédia indie premiada sobre rapper novata de 40 anos
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “The Forty-Year-Old Version”, comédia indie premiada sobre artista de juventude promissora que se reinventa como rapper aos 40 anos de idade. O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Radha Blank, roteirista-produtora de “Ela Quer Tudo”, que pela primeira vez se coloca em posição de destaque diante e atrás das câmeras. Na trama, ela vive sua homônima Radha, uma dramaturga sem sorte de Nova York, que ganhou um prêmio de revelação aos 20 e poucos anos e ainda aguarda ser descoberta aos 40. Reinventando-se como a rapper RadhaMUSPrime, ela busca forças no hip-hop para encontrar sua verdadeira voz. Por ironia, um dos prêmios conquistados por Radha Blank com o filme foi o mesmo da sua personagem, como uma diretora “para se observar”, troféu dado pelo Festival de Palm Springs. Felizmente, o Festival de Sundance reconheceu que Radha é uma diretora que merece reconhecimento já. Com “The Forty-Year-Old Version”, ela venceu o troféu de Melhor Direção no maior festival indie dos EUA, em janeiro passado. Rodado em preto e branco, o filme também traz em seu elenco Reed Birney (“House of Cards”), Peter Y. Kim (“After Forever”), Antonio Ortiz (“High Fidelity”), Haskiri Velazquez (do novo “Saved by the Bell”), T.J. Atoms (“Wu Tang: An American Saga”), Ashlee Brian (“Amador”), Imani Lewis (“Star”) e o estreante Oswin Benjamin. A estreia em streaming está marcada para 9 de outubro.
Ryan Reynolds prepara seu quarto filme na Netflix
Ryan Reynolds prepara mais um projeto para a Netflix. Ele está se juntando ao roteirista John August (“Aladdin”) para co-escrever e coproduzir a comédia “Upstate”, que também pretende estrelar. Não há muitas informações sobre o projeto, que marcará a segunda parceria entre Reynolds e August. Os dois colaboraram no thriller de ficção científica “Número 9” (2007), que marcou a estreia de August como diretor. “Upstate” será o quarto filme de Reynolds para a Netflix. Ele estrelou “Esquadrão 6”, que supostamente fez grande sucesso no ano passado (a audiência da Netflix não é auditada), e atualmente filma “Red Notice”, ao lado de Gal Gadot e Dwayne Johnson, com previsão de lançamento para 2021. Além destes, o ator ainda está envolvido numa comédia de viagem no tempo do diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que se encontra em pré-produção. Com a agenda lotada, ele tem mais seis filmes em desenvolvimento fora da Netflix – “Free Guy: Assumindo o Controle”, também dirigido por Levy, e a continuação de “Dupla Explosiva” (2017), que já estão em fase de pós-produção, a animação “Os Croods 2”, a comédia “Everday Parenting Tips”, uma nova adaptação do jogo de tabuleiro “Detetive” (Clue) e uma versão musical de “Um Conto de Natal (A Christmas Carol), de Charles Dickens, aguardando lugar na fila.
Cobra Kai: Série que retoma Karatê Kid ganha trailer para estreia na Netflix
A Netflix adquiriu os direitos de “Cobra Kai”, série originalmente produzida para o YouTube, que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”. Um trailer anuncia a disponibilização das duas primeiras temporadas em seu serviço, enquanto os produtores dão os toques finais da 3ª temporada, ainda inédita. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. E, para facilitar o negócio, o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar em 2018 e 2019, estrearão agora na Netflix. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, tem previsão de chegar na plataforma em 2021. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer que prepara o relançamento das duas primeiras temporadas da série, que chegam na Netflix na sexta (28/8).












