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  • Série

    Trailer mostra que gênios de Silicon Valley querem inventar uma nova internet

    18 de fevereiro de 2017 /

    Os personagens geniais de “Silicon Valley” embarcam em um novo empreendimento absurdo no primeiro trailer da 4ª temporada. Thomas Middleditch quer simplesmente inventar uma “nova internet”. Uau! Ou melhor: “Uaauuu!”, como ele tenta demonstrar no vídeo. A 4ª temporada da série de comédia de Mike Judge (“Beavis and Butt-head”) estreia no canal pago HBO em 23 de abril.

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  • Filme

    Adam Sandler revela-se irritante no trailer de sua nova comédia

    18 de fevereiro de 2017 /

    Após os teasers, a Netflix divulgou o trailer completo da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator sendo irritante, estabanado e inapropriado. Como em todos os filmes. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos dos anos 1990, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos a cantora que ele descobre num parque de diversões, vivida por Jennifer Hudson (“Dreamgirls”) e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de Sandler de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, e inclui em seu elenco todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, David Spade, Chris Rock, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Vale reparar ainda que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.

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  • Série

    Astro de American Pie vai protagonizar piloto de nova série de comédia

    17 de fevereiro de 2017 /

    O ator Jason Biggs, que ficou conhecido por “American Pie” (1999) e participou das duas primeiras temporadas de “Orange Is the New Black”, vai protagonizar o piloto da série de comédia “Charlie Foxtrot”. Desenvolvido para a rede americana ABC, o projeto gira em torno do Capitão Charlie Taylor (Biggs), um dentista “cauteloso e adorável” que serve em Fort Bragg, e promete cuidar da cunhada impulsiva e de seus dois sobrinhos adolescentes enquanto o irmão estiver lutando no Iraque. O piloto é uma criação de Sam Sklaver (roteirista de “Blunt Talk”) e precisará ser aprovado pelo corpo executivo do canal ABC para virar série.

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  • Série

    Negociações tentam fazer The Big Bang Theory durar mais duas temporadas

    16 de fevereiro de 2017 /

    “The Big Bang Theory”, a série de maior audiência, e também dos salários mais caros da TV americana, deve ser renovada para mais duas temporadas, que provavelmente encerrarão sua produção. Segundo o site Deadline, negociações estão em andamento entre o estúdio Warner Bros. TV e a rede CBS visando renovar o contrato do elenco principal por mais dois anos. O martelo só não teria sido batido porque entram na conta novos reajustes no salários dos atores, que já é de cerca de US$ 1 milhão por episódio para os principais (Johnny Galecki, Jim Parsons, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar) e US$ 175 mil para os secundários (Melissa Rauch e Mayim Bialik), o que joga o preço da produção para US$ 10 milhões por capítulo. Apesar do altíssimo custo, “The Big Bang Theory” dá retorno em audiência. A série mais assistida da televisão norte-americana é vista por mais de 20 milhões de telespectadores por semana. No Brasil, “The Big Bang Theory” é exibida pelo canal pago Warner Channel.

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  • Série

    Fábio Júnior canta música romântica em vídeo sangrento de Santa Clarita Diet

    16 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix convocou Fábio Júnior para estrelar um comercial da série “Santa Clarita Diet”. Num cenário todo branco, que pouco a pouco é pintado por jorros de sangue, o cantor deu um novo significado a sua famosa canção “Alma Gêmea”, com a letra refletindo o humor negro da nova produção do serviço de streaming. Confira abaixo. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” traz Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) como uma mãe que se transforma em zumbi, mudando o cotidiano de sua família, que passa a ajudá-la a matar para alimentar seus desejos canibalescos. A série estreou no serviço de streaming em 3 de fevereiro.

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  • Filme

    Candidato sueco ao Oscar, Um Homem Chamado Ove destaca um bom personagem

    16 de fevereiro de 2017 /

    Um bom personagem, que fuja dos clichês e estereótipos, que se revele humano e complexo, é meio caminho andado para um bom filme. Ove é um personagem assim, embora, de início, ele se apresente como um sujeito simplório, pouco inteligente e rígido ao extremo. O protagonista de “Um Homem Chamado Ove”, candidato sueco ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, apega-se a regras que, no fundo, ele mesmo criou, como síndico de um condomínio, e incomoda todos que por lá circulam, para se assegurar de uma existência pobre, mas segura. Pobre, no sentido espiritual. Afinal, estamos na Suécia e a classe média baixa por lá vive bem. Muito bem atendida em suas necessidades básicas. Ove chega aos 59 anos já viúvo e agora, aposentado contra sua vontade, pouco lhe resta para usufruir da vida. Pelo menos, é assim que ele encara as coisas: não existiu nada antes de Sonja (sua mulher morta) e nada haverá depois dela. Com isso, ele se afunda num niilismo pessoal, se afasta de tudo e de todos, de forma mal-humorada e agressiva e, consequentemente, decide se suicidar. Mas morrer não é nada fácil e suas tentativas costumam ser desastradas. Existe também a alteridade, e mesmo que se desejem negar a existência, os direitos e as necessidades dos outros, eles estão lá e podem se impor, goste-se ou não disso. Quem é o ser humano sem o outro, que pode incomodar, sim, mas também pode ressignificar a sua própria vida? Que sorte tem o Ove que as pessoas não o abandonem, não porque sejam altruístas, mas porque ele tem algo a dar sempre, apesar das evidências em contrário. É por aí que o filme avança na humanidade de seu personagem e nos faz refletir sobre o que é a nossa vida. A partir de situações comezinhas, banais, as coisas se mostram e podem ser descobertas. Uma história também vai se revelando e, por mais simples e corriqueira que pareça, é emocionalmente forte e marcante. O filme se baseia no best-seller homônimo de Fredrik Backman, mas percebe-se que o diretor Hannes Holm (“Família Andersson na Grécia”) quis aproveitar as muitas (todas?) situações do romance. Se é verdade que isso amplia o universo de Ove, por outro lado, dispersa um pouco o interesse. Muita coisa é dispensável, não acrescenta à temática principal e, se melhor editado, poderia deixar o filme mais enxuto e focado. Fidelidade excessiva ao romance original costuma ser uma armadilha para o cinema. Aqui há alguma perda, mas “Um Homem Chamado Ove” se sustenta bem no seu clima doce azedo, em que cabem a angústia, o drama, a tragédia do passado e, ao mesmo tempo, muito humor e muita ternura. O afeto como reparador da rigidez e da intolerância, caminho de descoberta. Conta-se uma boa história, a partir de um bom personagem. E isso se faz de uma maneira honesta, limpa. Não é tão original, mas é muito bom o caminho trilhado pela narrativa. Rolf Lassgard (“Depois do Casamento”) é ótimo como Ove, sustenta o filme o tempo todo. Filip Berg (“Evil – Raízes do Mal”), que faz Ove jovem, também dá conta do recado. E as duas mulheres protagonistas são ótimas: Bahar Pars (“Portofino: The Phillipines”), como a amiga imigrante Parvaneh, e Ida Engvoll (série “The Team”), a esposa Sonja, têm grande expressividade e beleza. Acrescentam ao filme uma luminosidade que lhe é essencial.

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  • Filme

    Batman Lego é pirado, divertido e obrigatório para os fãs dos quadrinhos

    16 de fevereiro de 2017 /

    “Lego Batman – O Filme” é tão surtado quanto “Uma Aventura Lego”, a primeira incursão em longa-metragem da marca de brinquedos e a melhor animação de 2014. Pelo jeito, assim como os games e as animações para a TV, a franquia para o cinema seguirá esse tom pirado, com bobagens das grossas e motivos para muitas risadas. Mas vamos ponderar: no caso de “Uma Aventura Lego”, por concentrar a trama em um personagem inédito, a ousadia não tinha limites. Aqui, a pequena diferença é que estamos falando do Batman, o herói mais popular e provavelmente o mais conhecido dos quadrinhos, então é preciso seguir certas regras. Não que isso impeça a “Lego” de promover uma zoeira. Embora Batman seja ajustado à franquia, sua história, legado, tudo é devidamente referido. E o fato da animação ser uma comédia não significa, necessariamente, que ridiculariza o herói e seu universo. Ao contrário, é quase um processo de terapia para o personagem – a comédia rola solta, mas os realizadores levaram muito a sério (na medida do possível) o passado de Bruce Wayne, o motivo que o levou a se tornar o Batman, a relação com o Coringa e, sobretudo, algo que poucos exploraram sem enfiar na trama romances passageiros com Kim Basinger ou Nicole Kidman: a solidão do Homem-Morcego. Nas entrelinhas, é este o ponto central de “Lego Batman” e o que o torna obrigatório para qualquer fã dos quadrinhos. É para eles que o filme foi feito, com um buffet repleto de referências, incluindo menções aos filmes e séries da história do personagem, levando em conta até o tempo em que Batman está na ativa (ao pé da letra mesmo) e sua eficiência, afinal os vilões acabam sempre voltando mais cedo ou mais tarde. Isso não quer dizer que “Lego Batman” seja perfeito. Lá pelo meio, a animação viaja demais, envolvendo personagens demais, inclusive vilões de outros filmes que não têm nada a ver com as histórias da DC Comics. Legal, mas talvez mais apropriado em “Uma Aventura Lego”, que era um mix de franquias. Entretanto, “Batman Lego” existe neste universo. E é nesse momento que a animação revela suas intenções, como uma boa, criativa e divertida brincadeira de criança, ao misturar peças e bonecos de diferentes coleções da Lego. Vale frisar que, apesar de tanta loucura, o resultado termina muito bem costurado, com um ato final que se preocupa em concluir a situação do Batman solitário em sua Batcaverna. Não dava para esperar menos de Phil Lord e Chris Miller (“Tá Chovendo Hambúrguer” e, claro, “Uma Aventura Lego”) como produtores e Chris McKay (“Frango Robô”) como diretor. “Batman Lego” é muito engraçado e, ao não se levar a sério, evita as verdadeiras palhaçadas que foram os filmes do herói dirigidos por Zack Snyder e Joel Schumacher.

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  • Filme

    Bill Murray era primeira opção do remake de Toni Erdmann que será estrelado por Jack Nicholson

    15 de fevereiro de 2017 /

    A volta de Jack Nicholson ao cinema, após sete anos sem filmar, não foi comemorada por Bill Murray. Em entrevista ao canal de notícias CNBC, o ator revelou que foi trocado pelo astro de “O Iluminado” no remake de “Toni Erdmann”. “Kristen Wiig, a quem considero maravilhosa, me mandou algo dizendo: ‘você daria uma olhada nisso?’ E eu não sou muito organizado, por um tempo eu perdi, depois encontrei, mas eu não dediquei um tempo a assistir a essa coisa que ela queria que eu assistisse. E então ela disse: ‘bem, Jack Nicholson assumiu o papel’”, contou Murray, sobre a filmagem americana do longa alemão. Indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme de Língua Estrangeira,“Toni Erdmann”conta a história do piadista Winfried Conradi, que quase não vê sua filha Ines, que trabalha em Bucareste. Até que decide ir à Romênia sem avisar e descobre que ela se dedica demais ao trabalho. Decidido a fazê-la compreender que está desperdiçando a vida, ele passa a incorporar um personagem chamado Toni Erdmann e a realizar uma sucessão de pegadinhas. O remake será realizado pela Paramount Pictures com produção do cineasta Adam McKay (vencedor do Oscar 2016 de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”) e seus sócios, o comediante Will Ferrell e a produtora Jessica Elbaum, junto com diretora do longa original, Maren Ade.

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  • Série

    Superstore é renovada para sua 3ª temporada

    14 de fevereiro de 2017 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 3ª temporada. O anúncio veio logo após a emissora encomendar mais nove episódios para o segundo ano, o que faz com que ainda tenha toda a metade de sua 2ª temporada pela frente. Criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” é, como “The Office”, uma sitcom de ambiente de trabalho. A trama acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, vendas que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. O elenco inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” retornará para mais 22 episódios no outono americano.

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  • Etc

    Marvel lança novo vídeo sobre o cotidiano de Thor e Darryl

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Marvel divulgou um novo vídeo da vida mundana de Thor (Chris Hemsworth) entre a humanidade. Em estilo de falso documentário, o vídeo revela uma discussão entre Thor e seu colega de casa, Darryl Jacobson, sobre a necessidade de o Deus do Trovão arranjar um emprego para ganhar dinheiro de verdade e contribuir com as despesas. A discussão lembra o falso documentário de vampiros “O que Fazemos nas Sombras”, do mesmo diretor de “Thor: Ragnarok”, o neozelandês Taika Waititi. Mas não é tão engraçado quanto o vídeo que iniciou a brincadeira, exibido originalmente na San Diego Comic-Con para mostrar o que Thor estava fazendo durante as lutas de “Capitão América: Guerra Civil”. Por sua vez, “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Nerd e viciada em sexo formam casal imperfeito na 2ª temporada de Love

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Love”, que acompanha o romance entre os personagens de Paul Rust (série “Super Fun Night”) e Gillian Jacobs (série “Community”), um nerd fracassado e uma alucinada sem noção. A prévia revela que ela se descobre viciada em sexo, enquanto busca manter sua relação monogâmica. “Love” mostra como esse casal improvável se apaixona e lida com suas diferenças. A série foi criada pelo cineasta Judd Apatow (“Bem-Vindo aos 40”), o ator Paul Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”) e, em sua 2ª temporada, terá novamente 10 episódios de meia hora. A estreia está marcada para 10 de março.

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  • Filme

    Bob Odenkirk enfrenta o perigo das datas comemorativas em trailer de comédia da Netflix

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da comédia de humor negro “Dia da Namorada”, estrelada por Bob Odenkirk (série “Better Call Saul”). A trama gira em torno de um escritor fracassado de cartões de datas comemorativas, que vê a chance de dar a volta por cima num concurso para criar o melhor cartão de um novo feriado, o Dia da Namorada. Entretanto, a competição para criar o cartão perfeito acaba tendo uma guinada inesperada, rumo a uma onda de assassinatos. Escrito pelo próprio Odenkirk e dirigido por Michael Paul Stephenson (documentário “The Best Worst Movie”), o filme também inclui em seu elenco os atores Stacy Keach (“Conspiração e Poder”), Amber Tamblyn (série “Two and a Half Men”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”), Ed Begley Jr. (série “Blunt Talk”), Andy Richter (“Os Aloprados”), June Diane Raphael (série “Grace and Frankie”) e Echo Kellum (série “Arrow”) “Dia da Namorada” foi disponibilizado nesta terça, 14 de fevereiro, quando se comemora o Dia dos Namorados nos EUA.

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  • Série

    Lighton Meester viaja no tempo em fotos e comerciais da série de comédia Making History

    13 de fevereiro de 2017 /

    A rede americana Fox retomou a divulgação de “Making History”, série de comédia sobre viagem no tempo aprovada em maio do ano passado, com vários comerciais e os retratos dos personagens. As prévias mostram como Adam Pally (série “The Mindy Project”) usa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que os ingleses vençam a guerra da independência, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado. Mas logo decidem fazer novas viagens no tempo, na companhia da garota do século 18. A série foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e tem produção de Phil Lord e Christopher Miller (diretores de “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei”). Lord e Miller também produzem as séries de comédia “The Last Man on Earth” e “Son of Zorn” no mesmo canal, curiosamente todas de temática sci-fi. A estreia vai acontecer em 5 de março nos EUA.

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