Comerciais de Will & Grace mostra que personagens não mudaram após mais de uma década
O revival de Will & Grace ganhou novos comerciais, que celebram o retorno da série após mais de uma década, mostrando que os personagens não mudaram. Por isso, os vídeos combinam cenas clássicas de Will (Eric McCormack), Grace (Debra Messing), Karen (Megan Mullally) e Jack (Sean Hayes) com trechos inéditos – além de ressaltar que se trata de uma produção premiada com 16 Emmy Awards. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e girava em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York e são sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival contará com 12 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A expectativa para a volta da série é tão alta que a rede NBC já renovou o programa para sua próxima temporada. Assim, o equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos e a 10ª temporada irá ao ar em 2018 – com 16 episódios. Anos
Vídeo de Duas de Mim destaca estreia de Latino no cinema
O cantor Latino virou ator de cinema. A Paris Filmes divulgou um vídeo de bastidores de sua estreia cinematográfica, em que ele fala sobre seu personagem, que é um cover dele mesmo na comédia “Duas de Mim”. No filme, Latino vive Chicão, um colega de trabalho da protagonista, vivida por Thalita Carauta (do humorístico “Zorra”), que nas horas livres é o “cover oficial do Latino”. A trama gira em torno de Suryellen, o papel de Carauta, que dá um duro danado para sustentar a família e vê seus sonhos virarem realidade quando consegue se dividir em duas. Ela começa a compartilhar as tarefas com a sua cópia, que possui uma personalidade completamente diferente, mas logo percebe que pode ter criado uma grande rival. Esta versão de “O Duplo”, pela via da Sessão da Tarde de “Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias” (1996), parece seguir a tendência recente de besteiróis que lembram demais filmes americanos de sucesso. O filme também marca a estreia no cinema da diretora da Globo Cininha de Paula (“Escolinha do Professor Raimundo”) e tem previsão de estreia para o dia 28 de setembro.
Trailer junta Cassio Gabus Mendes e Kéfera Buchmann em comédia culinária
A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Gosto se Discute”, nova comédia de André Pellenz, responsável pelos blockbusters nacionais “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017). Desta vez, a trama gira em torno da cozinha do chef de um restaurante, que precisa lidar com o interesse inesperado da sócia financeira no negócio. O trailer é bastante episódico, sugerindo mais esquetes que uma trama propriamente dita. O elenco destaca Cassio Gabus Mendes (“Confissões de Adolescente”, minissérie “Justiça”) e a youtuber Kéfera Buchmann (“É Fada”). E apesar da diferença de 32 anos entre ambos, o casal parece ensaiar faíscas românticas na prévia. A estreia está marcada para 9 de novembro.
Quanto Mais Quente Melhor é eleita a Melhor Comédia de todos os tempos
“Quanto Mais Quente Melhor” (1959), de Billy Wilder, foi eleita a melhor comédia de todos os tempos por críticos de todo o mundo, num levantamento publicado no site da rede pública britânica BBC. O site compilou os 100 melhores filmes de comédia na opinião de 253 críticos de cinema de 52 países — incluindo o Brasil. Entre os dez primeiros colocados, a comédia mais recente é “Feitiço do tempo” (1993), de Harold Ramis. No ano passado, a BBC usou o mesmo critério para definir os 100 melhores filmes do século 21. No entanto, como várias comédias ficaram de fora, o site decidiu fazer uma segunda lista focada no gênero. Para chegar à lista, foram ouvidos 118 mulheres e 135 homens que escrevem sobre cinema. Cada um precisou responder a uma única pergunta da pesquisa: “Quais são as 10 melhores comédias da História?”. Entre os filmes lançados neste século, o mais bem colocado é “O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy” (2004), de Adam McKay, estrelado por Will Ferrell. Já o mais recente entre os 100 melhores é o alemão “Toni Erdmann” (2016), de Maren Ade, enquanto “O Homem Mosca” (1923), o grande clássico de Harold Lloyd, é o mais antigo. O Top 10 também inclui um clássico do cinema mudo, em contraste com o filme que originou as paródias modernas e até um falso documentário musical histórico. Mas principalmente grandes astros do humor: Buster Keaton, Jacques Tati, Irmãos Marx, Woody Allen, Peter Sellers, Jack Lemmon, Marilyn Monroe, Bill Murray, Leslie Nielsen e o grupo Monty Python. Confira abaixo. 10. “General” (1926) 9. “Isto é Spinal Tap” (1984) 8. “Playtime: Tempo de Diversão” (1967) 7. “Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu (1980) 6. “A Vida de Brian” (1979) 5. “O Diabo a Quatro” (1933) 4. “Feitiço do Tempo” (1993) 3. “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) 2. “Dr. Fantástico” (1964) 1. “Quanto Mais Quente Melhor” (1959)
Bastille grava cover de Green Day para a trilha da série The Tick. Ouça como ficou
A banda Bastille gravou um cover de “Basket Case”, grande sucesso do Green Day, para a trilha da série “The Tick”. A música foi disponibilizada no YouTube, ouça abaixo. Com arranjo orquestral, ficou bem diferente do original. Para lembrar, reveja também o clipe de 1994, dirigido por Mark Kohr, responsável pela maioria dos vídeos do Green Day nos anos 1990. “The Tick” é uma série de comédia inspirada pelos quadrinhos de Ben Edlund, que tinha 20 anos quando criou o personagem em 1988. O herói que se disfarça de carrapato azul surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve série anterior com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. A nova versão traz o ator Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) no papel-título e alguns coadjuvantes importantes dos quadrinhos, como Superian (Brendan Hines, da série “Scorpion”) e Arthur (Griffin Newman, da série “Vinyl”). A trama gira em torno de Arthur Everest, um contador sem nem um tipo de superpoder, que se envolve numa conspiração ao descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão. Em sua jornada, ele acaba se aliando ao estranho super-herói chamado de o Tick. Assim como as anteriores, a série foi desenvolvida pelo criador do personagem, Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Ela será disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegam no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade da 1ª temporada é esperada para o começo de 2018.
Samuel L. Jackson negocia estrelar continuação de Shaft
O novo remake de “Shaft” virou continuação. De acordo com a Variety, Samuel L. Jackson negocia retomar o papel que interpretou em 2000, no primeiro remake da franquia dos anos 1970. Além disso, Jessie T. Usher (“Independence Day: o Ressurgimento”) deve interpretar o filho do protagonista. O plano da New Line, quando adquiriu os direitos sobre a franquia, era relançá-la com um ator jovem. Segundo a Variety, isto mudou, mas nem tanto, uma vez que Usher pode herdar o protagonismo em possíveis sequências. Vale lembrar que o personagem de Jackson já não era John Shaft, mas seu sobrinho homônimo. O detetive negro John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks e estrelado por Richard Roundtree. No longa original, ele era contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. Assim como os filmes originais, o remake de 2000, feito por John Singleton, se apresentava como um filme de ação, mas a nova versão prometia se distanciar bastante deste formato. Os responsáveis pelo novo filme são especialistas em comédia. O roteiro está a cargo da dupla Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e a direção é de Tim Story, mais conhecido pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros”. Não há data de lançamento prevista para a nova produção.
Jerry Lewis (1926 – 2017)
Morreu Jerry Lewis, “O Rei da Comédia”, como lhe intitulou um filme de Martin Scorsese. Ele faleceu no domingo (20/8) em sua casa em Las Vegas, aos 91 anos, de uma doença cardíaca. Ator, roteirista, produtor e diretor, Lewis foi considerado um gênio ainda nos anos 1960 pela crítica francesa, e, como se sabe, os americanos transformaram esse reconhecimento numa piada sobre o gosto dos franceses, relutando em reconhecer sua importância na história do cinema. Entretanto, Jerry Lewis foi importantíssimo. Não apenas por estrelar inúmeros clássicos da comédia, mas por suas inovações, tanto diante das câmeras, com um humor físico levado a limites nunca antes testados, como também atrás delas. Sua contribuição para a direção de cinema é inestimável. Foi ele quem introduziu o uso do monitor de filmagens no estúdio, no qual podia verificar instantaneamente cenas recém-rodadas. Até então, os diretores só viam o resultado de seus trabalhos durante o processo de montagem, na pós-produção. Mas Lewis improvisava o tempo inteiro e queria verificar se o take tinha funcionado na hora da filmagem. Todos os outros diretores o copiaram. Filho de músicos profissionais, Lewis nasceu Joseph Levitch em 16 de março de 1926, em Newark, Nova Jersey, e fez sua estreia aos cinco anos em um hotel de Nova York, cantando “Brother, Can You Spare a Dime?”. Ele abandonou os estudos no ensino médio para seguir sua paixão pelo palco, fazendo shows em que imitava cantores populares, nos mesmos lugares em que também trabalhava como garçom. Aos 20 anos, em julho de 1946, enquanto atuava no 500 Club em Atlantic City, um dos artistas com quem trabalhava desistiu abruptamente e ele precisou encontrar um novo parceiro para dividir o show. Acabou se juntando a Dean Martin, e as apresentações da dupla se tornaram uma sensação. Os salários, que eram de US$ 250 por semana, dispararam para US$ 5 mil e eles foram parar na Broadway, com espetáculos tão disputados que causavam congestionamento na Times Square, em Nova York. O contraste de personalidades entre o introvertido Lewis e o sedutor Martin chamou atenção do produtor de cinema Hal Wallis, que os contratou para o casting da Paramount. Em seu primeiro filme, “Amiga da Onça” (1949), eles apareceram apenas como coadjuvantes, mas roubaram as cenas. E após a continuação, “Minha Amiga Maluca” (1950), não houve mais como conter o protagonismo da dupla. A partir de “O Palhaço do Batalhão” (1950), Martin e Lewis emendaram uma produção atrás da outra, estrelando nada menos que 14 filmes em seis anos, até o final da parceria em “Ou Vai ou Racha” (1956). O cantor começou a achar ruim o fato de ser menos reconhecido que o parceiro e desfez a dupla. Eles só voltaram a se encontrar 20 anos depois, num evento beneficente, quando Frank Sinatra surpreendeu o anfitrião Lewis trazendo o ex-amigo ao Teleton de 1976. Lewis era mesmo o astro da dupla, pois imediatamente renegociou com a Paramount, recebendo US$ 10 milhões para fazer mais 14 filmes durante um período de sete anos – negócio jamais visto em Hollywood. E esse período marcou o auge de sua criatividade. Sem ter que dividir os holofotes ou incluir uma pausa obrigatória para as músicas de Martin, Lewis deu vazão à sua influência do cinema mudo, tornando sua persona cinematográfica ainda mais maníaca, com contorcionismos e caretas que marcaram época. Seu primeiro filme como protagonista solo foi “O Delinquente Delicado” (1957), e a lista inicial inclui “Bancando a Ama-Seca” (1958), em que ele aceita cuidar de trigêmeos de uma antiga paixão. O sucesso desse filme ampliou seu público infantil. A grande guinada de sua carreira, porém, aconteceu quase por acaso. Em 1960, a Paramount não tinha filme para lançar no Natal e Jerry Lewis propôs rodar uma produção em um mês, desde que também assinasse o roteiro e dirigisse. O estúdio topou e o resultado foi um de seus maiores sucessos, “O Mensageiro Trapalhão”, um filme falado sobre um personagem mudo, grande influência no futuro Mr. Bean. A partir daí, Lewis virou um autor. Além de estrelar, também passou a escrever, dirigir e produzir seus filmes. E sua criatividade fluiu como nunca, rendendo “O Mocinho Encrenqueiro” (1961), com cenas de metalinguagem que o mostravam aprontando num grande estúdio de cinema, e “O Terror das Mulheres” (1961), filmado num único cenário compartimentado para simular, feito sitcom, um prédio de dormitório universitário feminino em que ele trabalhava como zelador. A obra-prima veio em 1963. “O Professor Aloprado” foi disparado o seu filme mais autoral. Atualização da trama gótica de “O Médico e o Monstro”, trazia o comediante como um professor universitário nerd e introvertido, que inventava uma poção para se transformar num cantor sedutor, capaz de encantar as mulheres. Era uma referência escancarada à antiga parceria com Dean Martin. Ao fazer sucesso se revezando em dois papéis, ele decidiu ousar ainda mais e se multiplicar em seus filmes seguintes. Interpretou nada menos que sete personagens, uma família inteira, em “Uma Família Fulera” (1965), e outros cinco em “3 em um Sofá” (1966), no qual contracenou com Janet Leigh (“Psicose”). Lewis ficou tão popular que virou história em quadrinhos e até apareceu na série “Batman” como ele mesmo, numa pequena participação em 1966. Mas os gostos mudaram radicalmente em pouco tempo. A politização cada vez maior da juventude, público alvo das comédias do ator, resultando em queda nas bilheterias de seus filmes seguintes. Houve quem dissesse que a implosão foi culpa dele próprio. Seu ego estaria fora de controle. Para complicar, em 1965 ele se machucou numa filmagem e passou a tomar analgésicos. Acabou se viciando em Percodan. Ele tentou apelar para o que estava em voga. Foi ao espaço (“Um Biruta em Órbita”, de 1966) e até buscou o visual mod de Londres (“Um Golpe das Arábias”, 1968), mas nada colou. Sem conseguir emplacar mais sucessos, em 1972 Lewis escreveu, dirigiu e estrelou o filme mais controverso de sua carreira – e da história do cinema. “The Day the Clown Cried” (“O dia em que o palhaço chorou”, em tradução literal) trazia o ator como um palhaço alemão que, durante a 2ª Guerra Mundial, tem como tarefa divertir as crianças judias a caminho da câmara de gás. Ao ver o resultado, Lewis proibiu seu lançamento. Apenas uma cópia sobreviveu à destruição e, em 2015, foi adquirida pela Biblioteca do Congresso Americano para preservação. A experiência de “The Day the Clown Cried” o deixou em depressão profunda e ele só foi voltar a filmar em 1980, num hiato de uma década em sua carreira. Mas “Um Trapalhão Mandando Brasa” não foi o revival que ele esperava. A frustração com a carreira ajuda a explicar sua incursão dramática, dois anos depois, em “O Rei da Comédia” (1982). No filme de Martin Scorsese, Lewis vive um astro de talk show noturno que é sequestrado por um comediante aspirante, vivido por Robert De Niro. Lewis convenceu Scorsese a modificar o roteiro, incluindo várias referências de sua própria biografia na trama, como reações maldosas de fãs frustrados. Ele também encheu o filme de improvisos, desenvolvendo um humor amargo e autodepreciativo que acabou por influenciar uma nova geração de humoristas – como Garry Shandling, Steve Coogan, Ricky Gervais, Larry David e Jerry Seinfeld. O sucesso e o impacto de “O Rei da Comédia” foram inesperados para Lewis, que finalmente se viu na situação em que sempre se achou merecedor: saudado pela crítica norte-americana. Animado pela repercussão positiva, foi novamente escrever, dirigir e estrelar múltiplos papéis em nova retomada da carreira. Mas as bilheterias de “Cracking Up – As Loucuras de Jerry Lewis” (1983) deixaram claro que o sucesso de “O Rei da Comédia” aconteceu por uma renovação de sua persona. Ao tentar voltar a ser o velho Jerry Lewis, descobriu-se ultrapassado. Não era mais o que o público queria. O ator ainda pareceu como coadjuvante de luxo em alguns filmes e séries, entre eles “Cookie” (1989), “Mr. Saturday Night – A Arte de Fazer Rir” (1992), “Arizona Dream: Um Sonho Americano” (1993) e principalmente “Rir É Viver” (1995), no qual realizou uma de suas melhores interpretações, como um comediante veterano de Las Vegas que acaba roubando a cena do filho que quer seguir seus passos. A saúde do ator deteriorou muito nos anos 1990, o que o levou a se afastar das telas. Por isso, foi uma grande surpresa quando ele realizou um retorno dramático, como protagonista do filme “Max Rose” (2013), uma história sobre o fim da vida. Ele ainda encontrou vontade e força para participar de mais dois filmes, a comédia brasileira “Até que a Sorte nos Separe 2” (2013), na qual retomou seu personagem clássico de “O Mensageiro Trapalhão”, e o thriller “A Sacada” (2016), como o pai de Nicolas Cage, último papel de sua carreira. Mas a importância de Lewis não se restringiu apenas ao cinema. Ele também se notabilizou como apresentador de longa data do Teleton, campanha televisiva beneficente que preconizou eventos similares no mundo inteiro, como o “Criança Esperança” da Globo. Seu programa anual levantou fortunas, ao longo de décadas, para ajudar crianças vítimas de Distrofia Muscular. Ele liderou o Teleton mesmo enfrentou diversos problemas de saúde. Em 1983, passou por uma cirurgia no coração. Em 1992, precisou fazer uma operação após ser diagnosticado com câncer de próstata. Passou por tratamento contra dependência em medicamentos em 2003. E, em 2006, sofreu um ataque cardíaco. Além disso, tratava há anos de fibrose pulmonar, doença crônica nos pulmões. Apesar do corpo tentar desistir, sua mente não dava sinais de cansaço, como lembrou Robert DeNiro. Até o fim da vida, Lewis permaneceu ativo e inigualável. “Mesmo aos 91, ele não perdia o ritmo. Ou a piada”, lembrou o ator no Twitter, ao contar ter visto um show do comediante há poucas semanas. “Jerry Lewis foi um pioneiro da comédia e do cinema. E foi um amigo. Sua falta será sentida.” “Aquele cara não era brinquedo, não! Jerry Lewis era um gênio inegável, uma benção insondável, a comédia absoluta!”, elogiou Jim Carrey, que sempre foi comparado a Lewis em sua carreira. “Eu sou, porque ele era!”
Paulo Silvino (1939 – 2017)
Morreu o comediante Paulo Silvino, que lutava contra um câncer no estômago. Ele faleceu em casa, no Rio, na quinta-feira (17/8), aos 78 anos. Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa. Paulo Ricardo Campos Silvino nasceu no Rio de Janeiro em 27 de julho de 1939 e cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. “Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves.”, disse o ator em entrevista ao Memória Globo. Ele pisou num palco pela primeira vez aos nove anos de idade, quando se atreveu a soprar as falas para um ator de uma peça que o pai participava. Mas em vez de ator, quase virou roqueiro. Tinha aulas de música com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino. E chegou a formar uma banda na adolescência, com feras como Eumir Deodato (teclados), Durval Ferreira (guitarra) e Fernando Costa (bateria). Depois de uma passagem pelo rádio, se juntou ao elenco da TV Rio, de onde saiu para a recém-fundada TV Globo em 1966, para apresentar o “Canal 0”, programa humorístico que satirizava a programação das emissoras de TV. Participou de programas clássicos do humorismo da Globo, coo “Balança Mas Não Cai” (1968), “Faça Humor, Não Faça Guerra” (1970), “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976), “Viva o Gordo” (1981) e “Zorra Total” (1999), criando personagens e bordões que marcaram época, como Severino (que analisa “cara e crachá”) e o mulherengo Alceu. Silvino também desenvolveu prolífica carreira cinematográfica, tanto à frente quanto atrás das câmeras. Ele começou ainda na época das chanchadas, em “Sherlock de Araque” (1957), filme estrelado por Carequinha e Costinha, e acabou se envolvendo em produções de Carlos Imperial, como “O Rei da Pilantragem” (1968) e “Um Edifício Chamado 200” (1973). Entre um filme e outro, teve uma peça que escreveu adaptada para as telas, “Ascensão e Queda de um Paquera” (1970). A experiência o inspirou a virar roteirista, e ele passou a assinar pérolas da pornochanchada, como “Com a Cama na Cabeça” (1972), “Café na Cama” (1973), “Um Varão entre as Mulheres” (1974), “O Padre que Queria Pecar” (1975), “A Mulata que Queria Pecar” (1976), “Os Melhores Momentos da Pornochanchada” (1978) e “Assim Era a Pornochanchada” (1978). Nos últimos anos, com o boom das globochanchadas, voltou a aparecer no cinema, tornando mais engraçadas as comédias “Muita Calma Nessa Hora 2” (2014), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final” (2015) e “Gostosas, Lindas e Sexies” (2017). “Ah, como era grande” o seu talento. “O Paulo Silvino era a pessoa que mais me fazia rir”, disse Jô Soares para o G1. “De todos os meus colegas comediantes, era o que mais me fazia rir. Sempre inventava coisas diferentes. O mais ‘tonto’, o mais irreverente. Uma figura maravilhosa, com uma generosidade fantástica”.
Lily James compartilha primeira foto de bastidores da continuação de Mamma Mia!
A atriz Lily James (“Cinderela”) divulgou a primeira foto dos bastidores da sequência de “Mamma Mia!” (2008). A imagem destaca apenas os pés de um grupo usando botas douradas, identificando o trio como The Dynamos. Para quem não lembra, The Dynamos era o grupo musical que Donna, a personagem de Meryl Streep, liderou na juventude. Lily James vai viver a versão mais jovem de Donna em flashbacks da continuação. Os outros dois pares de botas pertencem a Rosie e Tanya, melhores amigas de Donna, que foram vividas por Julie Walters e Christine Baranski no longa de 2008. A versão jovem de Rose será interpretada por Alexa Davies (série “Harlots”), mas ainda não há confirmação sobre quem ficou com o papel de Tanya. Chamado de “Mamma Mia Here We Go Again”, o filme ainda não teve maiores detalhes antecipados, além do fato de novamente usar músicas da banda Abba para contar sua história. A direção está a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e praticamente todo o elenco do filme original vai retomar seus papéis – incluindo Meryl Streep, Pierce Brosnan, Amanda Seyfried, Christine Baranski e Colin Firth. A estreia vai acontecer em julho de 2018. It's happening.. #TheDynamos #MammaMia2 Uma publicação compartilhada por @lilyjamesofficial em Ago 12, 2017 às 12:27 PDT
Trailer de comédia do criador de Veep satiriza a morte de Stalin
A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia “The Death of Stalin”. Dirigido por Armando Iannucci, criador de “Veep”, o filme é uma sátira histórica, que adapta a graphic novel francesa de mesmo nome, sobre os dias caóticos que se seguiram à morte do líder soviético Joseph Stalin em 1953. O elenco reúne um time talentoso e eclético, liderado por Jeffrey Tambor (série “Transparent”), Steve Buscemi (série “Boardwalk Empire”), Rupert Friend (série “Homeland”), Michael Palin (“Ferocidade Máxima”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Paddy Considine (“Macbeth: Ambição e Guerra”), Simon Russell Beale (“A Lenda de Tarzan”) e as atrizes Andrea Riseborough e Olga Kurylenko (ambas de “Oblivion”). O filme terá première mundial no Festival de Toronto e estreia comercialmente em 20 de outubro no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Jason Ritter estrela comerciais da nova série de comédia Kevin (Probably) Saves the World
A rede americana ABC divulgou novos vídeos promocionais de sua nova série de comédia “Kevin (Probably) Saves the World”, estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”). A atração tinha sido originalmente aprovada como “The Gospel of Kevin”, mas o novo título é bem melhor. A premissa sugere uma combinação de “Saving Grace” (2007-2010) e “Angel from Hell” (2016), ao mostrar Kevin, o personagem de Ritter, como um divorciado fracassado que, após se mudar para a casa da irmã e da sobrinha, tem uma experiência sobrenatural. Ao investigar a queda de um meteoro nas redondezas, ele passa a ser acompanhado por uma mulher que só ele vê, que diz ser do céu e que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para isso, precisará melhorar de atitude e de vida. “The Gospel of Kevin” foi criada por Tara Butters e Michele Fazekas, que anteriormente imaginaram uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida série “Reaper”. O elenco também inclui Kimberly Hebert Gregory (série “Vice Principals”), JoAnna Garcia Swisher (a Ariel de “Once Upon a Time”), Cristela Alonzo (série “Cristela”), J. August Richards (série “Agents of SHIELD”), Chloe East (série “Liv e Maddie”), Dustin Ybarra (série “Us & Them”) e India de Beaufort (série “Veep”). “Kevin (Probably) Saves the World” estreia em 3 de outubro nos Estados Unidos.
Emma Stone adquiriu 7 quilos de massa muscular para seu novo filme
Emma Stone teve pegar no pesado para entrar em forma física para seu papel como a tenista Billie Jean King no filme “Battle of the Sexes” (batalha dos sexos, ainda sem título oficial brasileiro). Uma entrevista do personal trainner Jason Walsh ao site Glamour revelou que a rotina da atriz incluía dois treinos por dia, uma dieta balanceada e exercícios não convencionais. Ao final, a atriz ganhou aproximadamente 7 kg de massa muscular. A preparação para o papel em “Battle of the Sexes” começou três meses após Stone dançar, cantar e atuar como a sonhadora Mia em “La La Land”, o Oscar de Melhor Atriz. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual. Isto ocorreu durante seu processo de separação na década seguinte – e lhe custou todas as suas finanças. Riggs é vivido por Steve Carell (“A Grande Aposta”), que assim retoma a parceria com Stone, após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção é do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A première mundial será no Festival de Toronto e o lançamento no Brasil vai acontecer em 19 de outubro – um mês após a estreia comercial nos Estados Unidos (em 22 de setembro).
Matt Damon e Kristen Wiig encontram casal miniatura na primeira foto de Downsizing
A Paramount divulgou a primeira foto de “Downsizing”, novo filme do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A nova produção também é uma comédia, mas com elementos de sci-fi, como atesta a imagem. O filme se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. A trama gira em torno do casal vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), que percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Selecionado como filme de abertura do Festival de Veneza 2017, em 30 de agosto, “Downsizing” tem lançamento marcado apenas para 18 janeiro no Brasil.












