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  • Série

    Christian Dior cria “The New Look” e rivaliza com Coco Chanel em trailer de minissérie

    17 de janeiro de 2024 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer de “The New Look”, série sobre a disputa entre Coco Chanel e Christian Dior pelo mercado da moda em meados do século 20. A prévia localiza a trama nos anos 1940, com várias cenas da ocupação nazista de Paris em paralelo ao início da trajetória de Dior. A atração vai acompanhar a ascensão de Christian Dior após a 2ª Guerra Mundial, quando Coco Chanel começa a perder sua fama de estilista mais importante do mundo da moda com a chegada de novas grifes, como Balmain, Balenciaga, Givenchy, Pierre Cardin e Yves Saint Laurent. O título é inspirado pela coleção “The New Look” (o novo visual), lançada por Dior em 1947, que popularizou o blazer, saias plissadas e mais curtas na altura dos joelhos, estampas de animais e cinturas muito finas, mudando o perfil da moda feminina ao destacar a silhueta das mulheres de forma elegante. O nome do design veio de uma fala espontânea da editora da revista Harper Bazaar, Carmel Snow, que ao ver os figurinos da primeira coleção de Dior exclamou: “É uma verdadeira revolução querido, querido Christian! Seus vestidos têm um visual totalmente novo!”. Para os papéis principais, foram escalados o australiano Ben Mendelsohn (“Rogue One”) e a atriz francesa Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”), e o elenco ainda destaca Maisie Williams (“Game of Thrones”), John Malkovich (“Bird Box”) e Glenn Close (“Agente Stone”). Roteiro, direção e produção está a cargo de Todd A. Kessler, criador das séries “Damages” e “Bloodline” – a última, por sinal, estrelada por Mendelsohn. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Série

    Cristóbal Balenciaga | Trailer de minissérie mergulha no mundo da moda

    19 de dezembro de 2023 /

    A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer da minissérie biográfica “Cristóbal Balenciaga”, sobre a vida do renomado estilista espanhol. A prévia é um deleite para fãs da história da moda, com desfiles de criações clássicas da alta costura, citações de grandes nomes do universo fashion e a rivalidade entre Balenciaga e Christian Dior. Criada, escrita, dirigida e produzida pelo trio Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (todos de “A Trincheira Infinita”), a série acompanha Balenciaga, vivido por Alberto San Juan (“Enquanto Você Dorme”), desde o lançamento de sua primeira coleção de alta costura em Paris em 1937. No entanto, os designs que marcaram tendências na Espanha não se adequam ao sofisticado império da moda de Paris, onde Chanel, Dior e Givenchy ditam as referências da alta costura. Guiado por sua obsessão pelo controle em todos os aspectos de sua vida, Balenciaga não se conforma aos modismos para criar seu estilo próprio, tornando-se um dos estilistas mais importantes de todos os tempos. O elenco também destaca Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Belén Cuesta (“La Casa de Papel”), Adam Quintero (“Academia de Vampiros”), além de Anouk Grinberg (“A Musa de Bonnard) como Coco Chanel e Patrice Thibaud, repetindo seu papel do filme “Yves Saint Laurent” (2014) como Christian Dior. A estreia está marcada para 19 de janeiro.

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  • Etc

    Kristen Stewart vira estrela da Chanel na Semana da Moda de Paris

    4 de outubro de 2022 /

    A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) estrelou um curta-metragem da grife Chanel que homenageou o universo do cinema. Com pouco mais de um minuto de duração, o curta foi exibido durante Semana de Moda de Paris na terça-feira (4/10). No curta, Stewart interpreta a si mesma e é vista saindo de uma sessão de cinema do clássico da nouvelle vague “O Ano Passado em Marienbad” (1961). Do lado de fora do cinema, uma repórter pergunta a Stewart sobre “o que a deixa esperançosa em relação ao futuro”. A pergunta leva Stewart a filosofar a respeito da atualidade e da sua identidade. As respostas dela são intercaladas com belas imagens em preto e branco de ruas, bares e casas parisienses. A referência à “O Ano Passado em Marienbad” não é gratuita. A fundadora da marca, Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, desenhou o figurino da atriz Delphine Syrig para o filme dirigido por Alain Resnais. Kristen Stewart também assistiu como convidada de honra ao desfile da Chanel (que foi recheado de referências ao filme) em Paris. Ela chegou ao evento acompanhada da modelo Charlotte Casiraghi, neta de Grace Kelly e filha de Caroline de Mônaco que abriu o desfile desse ano. “Das pessoas ao meu redor, (Stewart) é a mais próxima de Gabrielle Chanel”, escreveu a diretora artística da Chanel, Virginie Viard, nas notas do desfile. “Ela entende Chanel, a roupa. E com ela, fica ainda mais moderno.” Assista ao curta.

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  • Série

    Rivalidade entre Coco Chanel e Christian Dior vai virar série

    10 de fevereiro de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou a produção de “The New Look”, série sobre a disputa entre Coco Chanel e Christian Dior pelo mercado da moda em meados do século 20. Filmada em Paris, a atração vai acompanhar a ascensão de Christian Dior após a 2ª Guerra Mundial, quando Coco Chanel começa a perder sua fama de estilista mais importante do mundo da moda com a chegada de novas grifes, como Balmain, Balenciaga, Givenchy, Pierre Cardin e Yves Saint Laurent. O título é inspirado pela coleção “The New Look” (o novo visual), lançada por Dior em 1947, que popularizou o blazer, saias mais plissadas e mais curtas na altura dos joelhos, estampas de animais e cinturas muito finas, mudando o perfil da moda feminina ao destacar a silhueta das mulheres de forma elegante. O rótulo veio de uma fala espontânea da editora da revista Harper Bazaar, Carmel Snow, que ao ver os figurinos da primeira coleção de Dior exclamou: “É uma verdadeira revolução querido, querido Christian! Seus vestidos têm um visual totalmente novo!”. Para os papéis principais, foram escalados a atriz francesa Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”) e o australiano Ben Mendelsohn (“Rogue One”). Roteiro, direção e produção está a cargo de Todd A. Kessler, criador de “Damages” e “Bloodline”, que por sinal trabalhou com Mendelsohn na última. Ainda não há previsão de estreia. Veja abaixo um vídeo com alguns vestidos do “new look” original de Dior.

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  • Filme

    Anna Karina (1940 – 2019)

    15 de dezembro de 2019 /

    A atriz Anna Karina, mais que musa, um ícone da nouvelle vague, morreu no sábado (14/12) em Paris, aos 79 anos, em decorrência de um câncer. “O cinema francês ficou órfão. Perdeu uma de suas lendas”, afirmou o ministro da Cultura da França, Franck Riester, no Twitter. Nascida na Dinamarca, a atriz de rosto pálido e grandes olhos azuis foi morar em Paris ainda menor de idade, pedindo carona com a ideia de se tornar atriz. Acabou virando modelo. E foi por sugestão de Coco Chanel que mudou seu nome verdadeiro, Hanne Karin Bayer, para Anna Karina. Jean-Luc Godard, que a dirigiu em nada menos do que sete filmes, a descobriu em um anúncio e propôs um pequeno papel em “Acossado” (1960) com Jean Seberg e Jean-Paul Belmondo. Mas, inicialmente, ela rejeitou sua proposta, chamando-o de atrevido por querer que ela filmasse sem roupas. O cineasta continuou insistindo, até que ela aceitou estrelar “O Pequeno Soldado”, um drama sobre a guerra da Argélia. Durante as filmagens, os dois começaram um romance que duraria vários anos. Mas, por causa do tema (terrorismo), o filme enfrentou censura e só foi lançado três anos depois, em 1963. Assim, a lenda de Anna Karina acabou se materializando nas telas em seu segundo filme com Godard, “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961). E, de forma arrebatadora, o desempenho hipnotizante lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Berlim, com apenas 20 anos de idade. A dupla lançou mais clássicos absolutos, como o drama “Viver a Vida” (1962), que rendeu os closes mais lindos e tristes de Anna Karina, enquanto sua personagem decaía para a prostituição – e inventava o estilo de moda “street” – , a comédia criminal “Bando à Parte” (1964), em que ela protagonizou uma das danças mais charmosas da história do cinema, a influente sci-fi modernista “Alphaville” (1965), o thriller que virou pop art “O Demônio das Onze Horas” (1965), com Jean-Paul Belmondo, e a sátira “Made in U.S.A.” (1966). Cada um dos papéis era incrivelmente diferente um do outro, resultando numa das mais prolíficas e criativas parcerias entre um casal diante e atrás das câmeras – e que foi homenageada pelo cartaz do Festival de Cannes do ano passado. Além dos filmes de Godard, ela ainda abrilhantou outros títulos obrigatórios da nouvelle vague, como o feminista “Cléo das 5 às 7” (1962), de Agnès Varda, e o impactante “A Religiosa” (1966), de Jacques Rivette. Mas não filmou com Claude Chabrol nem com François Truffaut, outros mestres do movimento. “Era a mulher de Jean-Luc. Isso certamente lhes dava um pouco de medo”, ela chegou a comentar, em entrevista. O relacionamento com Godard, porém, foi marcado por uma tragédia, a perda de um filho que ela esperava, que a deixou estéril. Anna Karina também sofreu muito com o machismo do marido. A última vez que o casal se viu foi há cerca de 30 anos, quando um programa da TV francesa organizou um encontro sem avisá-la. Ela desabou em lágrimas diante das câmeras, sendo recriminada por Godard. Desde então, não houve mais contato. “Ele está na Suíça e não abre a porta”, ela disse em 2005. “Não, não fico triste. Afinal, é a vida dele”. Sem arrependimentos, o tsunami que ela causou na nouvelle vague a tornou cobiçada pelo cinema comercial, levando-a a estrelar o sucesso “A Ronda do Amor” (1965), de Roger Vadim, e até produções televisivas. De forma significativa, Anna Karina estrelou e batizou o primeiro telefilme colorido da TV francesa, “Anna”, escrito pelo cantor Serge Gainsbourg em 1967. Foi nessa época que também estourou como cantora, gravando o tema do telefilme, “Sous le Soleil Exactement”, de Gainsbourg. Logo, ela se tornou maior que o mercado local, iniciando uma carreira internacional com a obra-prima do neo-realismo italiano “Mulheres no Front” (1965), de Valerio Zurlini, seguida pelo clássico “O Estrangeiro” (1967), do grande Luchino Visconti, em que contracenou com outro mito da interpretação, Marcello Mastrioianni. Também enveredou por aventuras do cinema britânico – “Mago, O Falso Deus” (1968), com Michael Caine, e “Antes do Inverno Chegar” (1968), com David Niven – e pelo “novo cinema alemão” – “O Tirano da Aldeia” (1969), de Volker Schlöndorff, e “Roleta Chinesa” (1976), de Rainer Werner Fassbinder – , chegando a Hollywood com “Justine” (1969), curiosamente como coadjuvante de outra estrela da nouvelle vague, Anouk Aimée. Após trabalhar com tantos mestres do cinema, Anna decidiu dirigir seu primeiro filme, “Vivre Ensemble”, uma história de amor entre drogas e álcool, lançada em 1973, que ela definiu como “um retrato da minha juventude”. Depois disso, só voltou a comandar mais um longa, “Victoria”, já em 2003. Mas não abandonou a paixão por diretores, casando-se sucessivamente com mais três: Pierre Fabre, Daniel Duval e o americano Dennis Berry, com quem viveu de 1982 até sua morte. Anna Karina teve presença constante nas telas até 1990, adorada pelos discípulos da nouvelle vague – entre outros, ela estrelou o primeiro longa de Benoît Jacquot, “The Musician Killer” (1976). Mas depois disso enfrentou dois grandes hiatos na carreira. Após cinco anos sem filmar, ela voltou a convite de seu colega de geração Jacques Rivette, para integrar o elenco do elogiadíssimo “Paris no Verão” (1995), emendando um longa do marido Dennis Berry, “Chloé” (1996), como uma prostituta veterana, ao lado da então ninfeta Marion Cotillard. Depois de um segundo espaçamento de meia década, vieram seus filmes finais: “O Segredo de Charlie” (2002), do americano Jonathan Demme, “Eu, César” (2003), nova parceria com o marido diretor, e “Victoria” (2008), sua despedida – escrita, dirigida e estrelada por ela própria.

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  • Etc

    Kristen Stewart ensaia virar Coco Chanel em curta dirigido por Karl Lagerfeld

    8 de dezembro de 2015 /

    A atriz Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”), que é garota-propaganda da grife Chanel, filmou um curta-metragem da marca, dirigido pelo estilista Karl Lagerfeld. Intitulado “Once and Forever”, o curta foi disponibilizado no canal oficial da Chanel no YouTube, e mostra Kristen como uma atriz que se prepara para viver Coco Chanel no cinema. O problema é que ela tem ataques de estrelismo e se comporta como uma moleca, destratando toda a equipe enquanto a produção avança, entre reuniões de elenco, testes de figurino, fotografia e texto. O elenco ainda traz, como a intérprete da versão mais velha de Chanel, a lendária atriz Geraldine Chaplin (“O Impossível”), filha de Charles Chaplin. Entre os principais coadjuvantes, também se destacam os franceses Jérémie Elkaïm (“A Guerra Está Declarada”) e François Marthouret (“Vênus Negra”), respectivamente como diretor e produtor do filme dentro do curta.

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